Atenção, por favor. >> Boa tarde, comunidade. Então, damos sequência à segunda parte da reunião do CEP. Eu vou convidar então a Evelise e o Mike para dar para que a gente possa dar continuidade ao debate sobre o regulamento do Comitê Permanente de Extensão. >> Boa tarde a todos e todas. Obrigada, Eliana. >> Boa tarde, pessoal. Então, tá certo. Eh, dando sequência, então, a gente após a apresentação aqui, né, não houveram dúvidas em relação ao que foi apresentado, então a gente segue com a análise da minuta em si, né, do regulamento do Comitê Permanente de Extensão
do IFSK. Eh, eu pergunto, né, a vocês da necessidade de ler o documento na íntegra ou podemos eh fazer a análise a partir dos destaques, né, considerando Principalmente que o documento já tá de posse, né, dos membros desde o >> a gente conversou no início ali na no final da primeira parte que poderíamos ir direto pros destaques, tá? >> Perfeito, bem lembrado. Obrigada. Então, eh, eu vou pedir um favor, então paraa secretaria >> fazer a projeção. Sim, eu vou fazer um combinado com vocês aqui. Eh, como nós procedemos geralmente, tá? Colocamos esse documento à disposição
pro pessoal que fez ali as suas considerações, tá? E para que não nós não percamos esse histórico, eu vou criar uma cópia agora, a partir de agora vou compartilhar e a gente trabalha em cima dela para que a gente possa ter o anterior, se caso tenhamos algum, então eu vou fazer alguma cópia. >> Ótimo, Paulo. >> E já compartilha a tela, tá? Ok, obrigada. Bom, aí vocês ficam à vontade. Eu vou conduzindo o documento aqui. À medida que a gente for aprovando, alterando, eu já altero direto aqui, tá bem? >> Ótimo. Certo. Então, o primeiro
destaque são destaques gramaticais ali no texto, né? Eh, ali pelo próprio professor Mike feito os apontamentos. Então, deixa eu conferir. Ah, tem um do Vítor aqui também. Substituir ações por atividades. Uhum. Na verdade, eles são projetos por ações ou atividades, né? >> Isso. >> Uhum. Isso >> eu penso que atividades, eh, embora projetos também tenha, né, uma uma ideia que englobe os demais, mas constando aqui a nossa resolução, realmente a atividade ela ela abrange, né, os Diferentes tipos de de projetos. Acho que acho que dá conta bem sim atividades. De acordo >> a princípio, então
aponto e vírgula aqui por uma vírgula, né? OK. Uhum. >> Aceitei. >> OK. E ali a troca, não sei se alguém tem mais alguma observação ali, usar a a palavra atividades, né? Sempre às vezes há uma confusão entre ações e atividades Da extensão, né? E é atividades o termo correto, né? Que atividades englobam, né? mais que ações. >> Eh, eu aceitei. Ficou correto? >> Ele tava como comentário, Paulo. Então ali, ó, propostas de projetos. Substitui ali o projetos por atividades. >> Atividades, tá? >> Isso. Uhum. >> Aí, >> isso. Calma, >> então. OK. E depois
nós vamos de novo do Ponto e vírgula para vírgula que eu vou aceitar então e excluir a outra vírgula ali antes do E. Vejam se é isso. >> Uhum. Perfeito. Isso. Agora o próximo destaque é da Daniela ali no artigo 5, né? Eh, primeiro item ali, assessorar a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas na Proposição de Políticas e Diretrizes de Extensão. Esse é o texto original. Então, a Daniela sugere na proposição, elaboração, revisão e atualização de políticas e diretrizes de extensão, né? >> Oi, gente. Boa tarde. Boa tarde a todos, né? Eh, Eveliz, ali a
minha sugestão seria substituir a palavra proposição, que é bem ampla, né, pelas outras palavras, né, elaboração, a revisão e atualização. Não sei se faz sentido, né, para para Todo mundo, mas eh eu considerei que apenas proposição a gente não estaria atendendo a questão de revisão e atualização também, né? Uhum. Faz faz todo sentido, Daniela. Se mais alguém gostaria de se manifestar sobre essa observação. Ótimo. não teve nenhuma objeção, né? Aqui na segunda observação, no item dois é a mesma questão, né? Então, OK, São documentos vivos, né? Então, dá essa dessa amplitude, né, de análise, tá?
O próximo, a próxima observação também é da Daniela em relação a adicionar o eh parecer, emitir parecer técnico sobre propostas de atividades de extensão no casos de projeto com recursos financeiros externos e que serão administrados por fundação, né? Então, inclui o termo parecer técnico, não somente parecer. Daí eu acho que a gente teria que pensar Nas possibilidades de adjetivação de pareceres, né? Que tipos de pareceres que nós temos. Eh, eu quando coloquei o parecer técnico, né, só justificando, eu pensei que alguma instância ela pode dar um parecer jurídico, que não seria o nosso caso, por
exemplo, né? Então, eh, esse comitê permanente, ele vai ter, eh, a habilidade aí de fazer pareceres técnicos, né? Acho que nesse aspecto que que eu pensei, a adjetivação aí que eu Imaginei foi, a princípio apenas o jurídico, sabe? E aí eu quis especificar que era algo mais técnico do comitê sobre essas propostas, né, sobre as normas. Rapidamente, Paulo, você consegue ampliar um pouquinho o documento a pedido da Maria Luía, por favor? essa questão do do parecer técnico ali da minha parte, né, como membro de elaboração da minuta, não tenho nenhuma objeção, né, Mas fica aberta
aí a análise e interpretação, né, dos demais colegas. Eu pesquisei aqui os tipos e pareceres contábil, a gente não vai dar, né? Jurídico, como a colega já falou, também não vamos dar, né? Eh, psicológico, eh, psicológico seria técnico. Então, eu acho que é técnico mesmo. Auditoria também a gente não parecer de auditoria a gente não vai dar também, né? Então é técnico mesmo. OK. E aí, então, essa essa sugestão, né, Se todos entendem como pertinente, ela se aplica tanto ao item três quanto ao item quatro ali, né? Entendo que podemos seguir, né, pessoal? H, em
relação a à outra observação, essa fui eu mesmo aqui numa reflexão, né, com a equipe, com o próprio professor Mike, eh, de incluir um item, eh, que é de avaliar os resultados dos editais, fornecendo subsídios para o aprimoramento da extensão, né? Hoje nós Fazemos um planejamento dos editais que são publicados, né? Tanto os editais são feitos, né, os editais via PROEX, claro que tem uso dos campos, né? Uso dos campos é autonomia dos campos. A gente acaba fazendo a revisão desses editais, né? A a aprovação deles, né? E o que que é a ideia aqui?
É a gente parar em algum momento junto com o comitê para avaliar de maneira global esses editais, né? os impactos, os resultados, eh se ele realmente dialoga com as Demandas que a gente tem hoje no IFSK, é fazer uma espécie de um balanço, né, de tempos em tempos ali em cada ciclo de edital para poder fazer essa avaliação e gerar subsídios aí para o aprimoramento das próximas propostas, né, de editais ali, os próximos editais, bem como de todo o processo e gerenciamento, né, das atividades que que são atreladas ao aprimoramento da extensão, né? Só para
explicar ali o motivo dessa inclusão. Evelise, eh, Paula, aqui, eh, eu tenho acordo, acho que é, penso que é bem importante, só sinto falta e aí não tenho sugestão aqui de redação, mas de um complemento a essa avaliação, né? Então, talvez seja a avaliação à luz de que, né? Eh, eu entendo que pode ser uma avaliação no sentido do dos atendimentos do do objetivo do próprio edital, da extensão, pensando a legislação mais ampla ou eh objetivos específicos de desenvolvimento sustentável, como por Exemplo que a Lara coloca ali à frente. Então, acho que para mim, assim,
acho que é eu entendo que é importante, eu concordo, mas me parece assim um pouco sem objeto se ele fica tão amplo assim. >> Obrigada, Paula. compreendo. Eh, hoje, como a gente não tem esse processo de avaliação em nenhum momento, ele acaba sendo uma avaliação feita pela própria equipe da Direx, né, eh, pelo próprio pró-reitor, né, junto à equipe. Então, Hoje a gente não tem nenhum processo. A ideia é a gente startar esse processo de avaliação global no primeiro momento e aí talvez o próprio o próprio comitê possa discutir e amadurecer, né, eh o que
irá ser avaliado de fato. E aí a gente pode ir realmente eh trazendo eh uma avaliação mais direcionada, né, para não ficar num num âmbito, né, com uma impressão que tá subjetivo da forma que tá posta aqui, né? Então essa é a ideia inicial pra gente dar um start a esse Processo que hoje não existe, né? Mas a gente, né, eh, fiquem à vontade, né, para propor ali talvez uma palavra que possa realmente eh deixar ele esse essa intenção melhor exposta, né? >> A Paula estava com a mão levantada duas vezes e a Joelma, eu
acredito que já foram, né? >> Não, o meu comentário é outro. Eh, >> à vontade, Joel. Eu queria fazer um comentário de ordem de formato, eh, que eu observo que todas as expressões estão Grafadas em letra maiúscula as siglas, né? E siglas com quatro letras ou mais, quando elas são pronunciáveis, elas são grafadas normalmente, por exemplo, directs, né? Então, é só de formato mesmo, que é uma sugestão para dar uma analisada. >> Obrigada, Joelma. Ah, nós temos aqui alguns comentários, né? Ali a Lara, sugestão impacto social dos projetos. Sim, com certeza isso vai desmembrar Nesse
tipo de análise até na compreensão hoje de quais ODSs estão sendo atendidos, quais editais têm uma concorrência maior, né? até pra gente poder depois direcionar eh o planejamento de gestão realmente de recursos, né, desses editais. A Paula que coloca aqui, é uma boa ideia, inclusive porque para dizer, desculpa, é uma boa ideia, inclusive por dizer que se avalia impacto social, exigiria indicador, por exemplo, Que impacto social, científico e tecnológico. Uhum. Perfeito. Uhum. Então, tá a sugestão da Joelma ali. OK. Também. Bom, eh, eu aceito esse comentário e tem sugestão de inserção de palavras aqui, >>
pessoal. Será que em vez de definir exatamente qual é o foco da a gente colocar avaliar se os objetivos desses editais estão sendo Alcançados, né? Vou dar um exemplo aqui, né? A gente vai, por exemplo, eh, retomar o edital eh do Mulheres, sim, né? Ao final, a gente tem que avaliar se aquelas mulheres, né, que eram o grupo prioritariamente atendido pelos atendidas pelos projetos foram ou não alcançadas, né? Vou dar um exemplo aqui, né? Então, esse edital tinha um objetivo, né, de atender projetos voltado Público, né? Um exemplo, por ex, eh, um exemplo de análise
é se ao final, né, concluídos os projetos a partir de um de um relatório desse edital, o comitê avaliar se esse público foi alcançado ou não, né? Então, talvez a gente partindo dos objetivos e alguns alguns editais, o foco é realmente mais no impacto social, outro outros podem trazer, né, um viés mais, por exemplo, Da extensão tecnológica, que é o que a gente precisa avançar também. Então, talvez deixar de maneira mais genérica falando do dos objetivos do edital possa ser uma uma solução, tá? Se a gente não conseguir chegar numa numa ou nas palavras que
a gente possa citar objetivamente, acho que tem uma sugestão aqui. A Lara comenta, né? Podemos deixar mais amplos e os experimentos serão feitos depois. Uhum. Tá. E a Paula sugere avaliar os resultados editais, conforme os anunciados, fornecendo subsídios para o aprimoramento da extensão. Uhum. A própria Joelma e o Mike já sinalizam que estão de acordo. Acho que fica realmente mais interessante essa proposta da Paula. Então, perfeito. Vamos seguindo. Eh, obrigada aí pelas pelas propostas aí, se me permite, aqui no comentário da Joelma. Eh, o CEP aqui viria então dessa maneira, a redação. Eu não vi
nenhuma sigla para cima. >> Desculpe, mas eu estou professora de metodologia também, daí eu tô chata com essas coisas. >> Mas é isso, né, Jma? Quatro letras pronunciável, fica só a primeira letra maiúscula. >> Isso mesmo. >> Tá. Depois a gente direct no caso Também. Então, >> também a gente faz, >> só pra gente não perder aqui o comentário do colega, tá? >> Perfeito. É sempre bem-vindas aí essas sugestões adequadas, né? >> Prox >> formatação. Tá seguindo então, enquanto o Paulo faz ali as correções, a próxima sugestão aqui, a proposição é da Laura Luía, né?
Incluindo dois dois itens, né? Vou fazer a leitura deles aqui na íntegra. Então, auxiliar as coordenações de extensão e relações externas no mapeamento sociedade civil das associações, comunidades tradicionais, cooperativas, OCISP, ONGs, regiões circunvizinhas aos campos para sugestão de atividades de extensão. Outro item, analisar os dados das ODS mais atendidas pelos projetos de Extensão e atualizá-los quando necessário. Exemplo, ODS1 é um objetivo voluntário adotado pelo Brasil para promover a igualdade ético-racial, focado em combater o racismo e desigualdades que afetam povos indígenas, comunidades tradicionais e a população negra. Então, tá aberto aqui para análise, né? Ah, um
ponto de destaque, eh, até eu fui buscar ali a questão da ODS, entrei no próprio site da ODS, a ODS 18, ela tá Ainda em discussão, né, em elaboração. E aí existe ainda uma discussão a nível de governo ali, né? Existe até um grupo de trabalho, uma comissão que tá encarregada de de propor, né, a elaboração dessa nova ODS. Então, de fato, ela não foi ainda homologada e inserida, né? Hoje são 17 ODSs, né? Só para registrar ali a esse exemplo que a Laura, a perdão, que a Lara traz para nós, né? Talvez o texto
possa ficar sem o exemplo da ODS, né? aqui numa numa primeira avaliação dessa dessa sugestão, eh, é claro que aqui a gente tem que ser tem que pensar que é um é um regulamento, né? E um regulamento, eh, ele não entra num âmbito de detalhamentos, né? um detalhamento, até porque o próprio comitê vai vai detalhar, né, e detalhar e eleger de forma democrática, vista toda Representação, né, que que compõe esse GT, vai detalhar, né, que ações específicas que cabem ao comitê, né, de certa forma, o o trabalho aqui também de esses trabalhos relacionados a auxiliar,
né, nesse processo do mapeamento e analisar dar ali os dados, né? Eh, até pra gente dimensionar aí ações, né? Tanto do processo de formação quanto de editais específicos. Eles na na minha leitura e trocando uma ideia também aqui com parte da equipe da Direx, eh a gente entende que talvez aqui nos itens aqui dentro do próprio artigo 5, nos itens um e dois poderia estar contemplado porque assessorar a pró-reitoria de extensão, né, na proposição eh perdão, agora tem aquele texto novo já, né, aqui na na elaboração, revisão e atualização das políticas e diretrizes de extensão,
bem como no dois também na assessorar daí também nos mesmos termos, né? elaboração, revisão e atualização de Normas e procedimentos para a gestão dos processos de extensão. Talvez esse detalhamento, eh, talvez não, esse detalhamento tá dentro do escopo do trabalho de atualização das políticas e diretrizes e dentro do próprio processo de atualização de normas e procedimentos e dos próprios processos de gestão da extensão, né? Eh, uma leitura inicial, tá, Lara, que a gente fez ali para não trazer um detalhamento em, né, Contrapartida de esquecer outros detalhamentos ali que talvez a gente não tenha dado conta,
né, no documento, tá? Fica a palavra aí contigo. >> Oi, gente. Eu quero pedir licençaos ancestrais e bçãos mais velhos, mais novos. Minha voz sumiu, né? A sapuca acabou comigo, mas eh como já teve aí essa essa inserção da da avaliação, acho importante. Eu sou extensionista, eu faço pesquisação a vida inteira, né, Mais de 20 anos. e a extensão tripé da universidade brasileira, né? E é muito desvalorizado no nosso nosso meio acadêmico. A gente pode até falar que não, mas é, a gente sabe que que é um olhar, a gente tá vendo para por ter
essa resolução agora, né? um comitê permanente que já poderia ter sido feito há muito tempo. Eh, mas a gente já colocou essa questão da da avaliação aí, Eveliza, eu concordo contigo. Eh, nesse de cima já já colocou, mas é importante Essa questão do subsídio, talvez deixar numa observação, porque trocam as coordenações de extensão e as pessoas, por exemplo, eu falo por Joinville, eh, que eu que eu analisei o PPC, o pessoal, Lara, não sabia que tinha quilombo em Joinville, eu não sabia que tinha associação. Então, às vezes a gente perde est fazendo grandes projetos de
impacto social e relevância e captação de recursos pra nossa instituição por não mapear o nosso o nosso campo de Extensão de atuação, né? Então, pus só nesse sentido aí mesmo. E o de baixo, Joelma, falou interessante da gente tirar a parte do exemplo da ODS1, porque a ODS1 ele foi criado pro Ministério da Igualdade Racial, já tem um site. É uma iniciativa do Brasil, ela não é iniciativa internacional, é do nosso governo brasileiro de colocar todas as nossas extensões eh universitárias que também a gente e também ministeriais, governamentais coloquem essa essa Temática, né? Eu fico
até chata nessa temática, mas como eu sou delegada nacional da promoção da igualdade racial, eu sempre coloco nessa tecla aí que eu acredito que a gente consiga fazer muitas mudanças aí. A extensão para mim é um das acho que é um dos das coisas mais importantes que a gente consegue ainda fazer eh justiça social através da universidade. A extensão é é fundamental, né? Então, parabéns aí pelo pela iniciativa e aí deixei as Contribuições aí para vocês. >> Obrigada, Lara. Peço desculpas, eu tô meio empolgada que acabei atravessando, tem uma lista de inscritos, né? A Paula
era primeiro, Maica segundo, a Lara terceiro. Como a Laura tava já, a Lara, perdão, já tava com o vídeo aqui, acabei me precipitando, tá? Eh, então acho que na sequência aí a Paula, depois o Mike, por favor. >> Eh, obrigada, Lara, que bom te ouvir. Obrigada por falar. Eh, são duas Questões assim bem pontuais a respeito do texto que foi proposto pela Lara, né? Eu tendo a tentar ser o mais objetiva possível nesses nesse tipo de texto, assim, né, em regulamentos. Eh, e aí ali quando naquela sugestão que a Lara traz pro inciso sétimo, eh,
auxiliar as coordenações de extensão no mapeamento e tal, acho que os exemplos eles são importantes pra gente pensar como que pode mapear, mas para fins do regulamento, eh, inclusive para Talvez assim para não correr o risco de deixar de citar, né, uma um ente ou uma instituição que deveria, né, que poderia estar incluída ali no mapeamento, Eu acho que a gente poderia só colocar de forma mais ampla assim, né, no mapeamento da sociedade civil e tal para e aí talvez só eh no mapamento da sociedade civil com atenção especial, né, as comunidades tradicionais e tal,
porque pensando no no campo da extensão mesmo, né? Eh, e aí no item, no inciso Sétimo, que também, né, foi recém discutido, tem uma eh logo em seguida das contribuições da Lara, a Daniela fez algumas sugestões e uma delas que, né, é bastante objetiva, acho que ela vem ao encontro daquilo, tanto do desse inciso que foi proposto pela Eveliz ali em relação à avaliação dos editais, quanto com relação eh à análise da dos objetivos de desenvolvimento sustentáveis que foram que foi a sugestão que a Lara trouxe aqui. Eu Entendo porque que ela traz, mas de
novo assim, né, talvez seja um erro de pragmatismo meu assim, mas eu tendo tentar ser mais objetiva, né? E aí a Daniela faz uma uma contribuição no sentido da definição de indicadores institucionais. Então, que aí eu acho que poderia assim, acho não só eh para mim não é nem a questão de citar ou não citar alguma ODS, é porque eu entendo que as ODSs elas são indicadores, dentre outros Indicadores, né? Então, eh, se a gente entende que algum indicador específico, alguma pauta em específico pode aparecer de outra forma, talvez a gente precise pensar em como
aparecer, mas acho que eu iria pelo campo mais objetivo, sabe? Eh, vai ficar estranho eu falar, né? Eu ia dizer amplo, mas especificando o que a gente quer dizer, né? Porque a gente tá falando de indicadores, mas ao mesmo tempo não necessariamente listando, porque aí a gente poderia pecar pela, Né, por deixar de citar e tal. A minha fala vai no sentido de algumas anteriores já. eh complementar ali na em relação a ao que a Lara tinha apresentado, né, de duas as duas propostas ali. Daí se a gente voltar lá no artigo primeiro, a a
proposta traz que é um órgão consultivo e de assessoramento. Quando a gente indica que esse órgão vai fazer, produzir, executar algo, me Parece que a gente tá saindo um pouco desse escopo, né, que o artigo primeiro traz, né, para além do órgão consultivo e de assessoramento, quando vai executar algo, por exemplo, em conjunto com a os coordenadores de extensão dos campos, né, passa a ter uma atribuição para além de ser consultado e de assessorar, né? Aí aí pode variar de que maneira a gente interpreta esse assessoramento, né? Então é um Comentário ali sobre essa sobre
esse ponto ali que a que a Lara trouxe. E vale também pro pros comentários que vem na sequência, né? tá, que incluiu novos itens ali, a gente pensar no sentido do que foi trazido agora na última fala da Paula também, né, quando a gente entra no detalhamento e absolutamente tudo aí penso que é função sim desse desse comitê, mas quando a gente detalha Ao não detalhar outros pontos corre-se o risco de para além destes haver o questionamento, né? Se fosse para fazer isso, estaria citado, já que outros pontos específicos foram, né? Então eu trabalharia no
sentido ali do daqueles que já estavam na proposta de maneira mais ampla, né? que quando ele fala assessorar, eh, a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas, ele tá trazendo tudo aquilo que é atribuição da Pró-reitoria e, por Consequência, Direx no nosso regimento. Então, tudo que o regimento abrange aqui da Pró-reitoria, o item primeiro ali e o segundo, subi um pouquinho, Paulo, me parece que já dão conta, né? Então, assessorar a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externos na elaboração, revisão e atualização de políticas e diretrizes de extensão. Quais são essas políticas e diretrizes, né, que que
estão dentro desse pacote PROEX, segundo o nosso Regimento, estão todas lá, mesma coisa da Direx, né? Então eu não avançaria no detalhamento por entender que esses itens já dão conta, né, por tratar de maneira mais ampla e e também por não deixar algo de fora no momento que a gente começa a detalhar, né, embora já me manifeste que tudo que foi indicado ali de sugestão realmente são atribuições do do comitê, né, me refiro ali a a as Sugestões que vem na sequência da Daniela, né? Então, era isso. Obrigado. rapidamente, né, até enquanto todos refletem, a
partir das falas aí, eh, até que própria Paula comentou ali que aquilo que a Daniela traz, né, de trazer a os indicadores de definição de impactos dos resultados da extensão no IPS, né, eh poderia também trazer outros elementos de avaliação bastante interessantes, né, e aí para além do que a gente tá discutindo agora aqui, Que eu vejo que é eh essa questão dos indicadores, né, esses resultados eles eles são de interesse, né, paraa condução do nosso próprio trabalho, pra gente realmente eh dar visibilidade à sociedade do que a gente faz, daquilo que talvez a gente
tá deixando de fazer, que a gente precisa realmente avançar. Eh, temos, né, como um projeto, né, dentro aqui da da PROEX Direx, né, de de trabalhar dentro do observatório da extensão, né, então a gente terá, né, Possivelmente aí, claro que depende do trabalho articulado com outra pró-reitoria, né, avanços nessa nessas análises de dados, né, buscando realmente informações aí pra gente ter esse esses cenários, né, no aspecto dos indicadores. né? Então, só para para trazer essa informação para além aqui, né? Contribuindo também com aquilo que vocês nos colocam aqui como proposta e enquanto grupo, né? Não,
não temos mais nenhum inscrito, né? E dadas as falas, eh, gostaria de, né, temos também as as observações da Daniela ali, né, até aproveito para lê-las também aqui para poder expor o que que a Daniela nos sugere, né, que é na nessa linha do detalhamento, né, pra gente poder incluir aí também nessa reflexão para poder fechar, né, a análise desse artigo. Então a Daniela coloca ali ainda contribuir para a definição de indicadores institucionais de impacto social, científico, Tecnológico da extensão. Eh, um item nove, assessorar na definição de estratégias de captação de recursos externos para extensão.
O 10mo, eh, assessorar na criação e manutenção de repositórios, bancos de dados ou observatórios de extensão. 11. analisar e sugerir critérios para celebração de convênios, termos de cooperação e parcerias institucionais com órgãos públicos, empresas, movimentos sociais e organizações da Sociedade civil. O 12. Manifestar-se sobre interpretações normativas relacionadas à extensão quando houver dúvidas ou divergências de entendimento. O 13. analisar e emitir parecer técnico sobre casos omissos excepcionais ou contraversos decorrentes da execução dos dos editais da Pró-Reitoria de Extensão em Relações Externas. e o 14, sugerir ajustes ou aperfeiçoamentos futuros nos editais a partir da análise dos
casos omissos recorrentes. Eh, não sei se a Daniela gostaria de destacar algo a partir dessas sugestões. >> Eh, eu acho que eu tô com problema aqui de abertura da minha câmera, eu vou abrir somente meu áudio, tá tudo bem? Eh, bom, eu também tive uma preocupação, né, quando tava fazendo as sugestões ali, exatamente no que o o Mike colocou, né, de entrar em detalhamento de alguns aspectos que eh já são cobertos de uma forma mais geral eh nos primeiros incisos, né, Mar ali como a gente tem o Inciso um e dois, então tem alguns incisos
ali que eu sugeri que eles estariam abrangindo. Então, assim, compreendo eh também a a a tua preocupação, né, e a preocupação do grupo em detalhar a mais ou detalhar de menos, né, e de repente detalhar a mais algumas coisas e esquecer ou não detalhar a mais outras, né, e aí parecer que aquilo não faz sentido, né? Então eu considero que aqui agora a gente pode fazer uma uma análise, né, do Que desses eh incisos que eu acabei sugerindo que estariam sendo abrangidos de uma forma mais global lá nos ancisos incisos eh anteriores e a gente
simplesmente eh omiti-los aqui, né, apagá-los e e outros que talvez não tenham sido contemplados lá, né, e que façam sentido. a gente contemplar aqui, né? Eu acabei eh fazendo a leitura ali, fui fui pensando em algumas atribuições que eu Imaginei que eh fossem bem importantes, né? não que eh isso elas se esgotam, né, com tudo que a gente talvez fosse buscar detalhar, mas como esse também é um primeiro regulamento da dessa desse comitê, né, e como Evelise disse antes, né, os nossos documentos eles são vivos, ao longo dos do tempo eles vão eh sendo amadurecidos,
né? Então, talvez nessa nessa primeira versão a gente tratar, né, de uma forma um pouco mais ampla mesmo cada um dos incisos, né? Então, os Colegas fiquem bem à vontade aí para avaliar, né, o que a gente eh mantém ou de repente alguma coisa para complementar nos incisos anteriores, né, retirando esses incisos que eu sugeri, >> obrigada, Daniela. Bom, um encaminhamento que a gente pode dar é perguntar paraa Lara e paraa Daniela quais neste momento elas manteriam aqui. no texto ou se porventura eh retiram a Proposta. é um um primeiro uma primeira via pra gente
ir decidindo ou se vamos ponto a ponto novamente aí com um olhar quem sabe de retirar daqui como a Daniela disse e poder complementar nos incisos anteriores. uma sugestão. A Lara levantou a mão. Fica à vontade. A minha aqui, acho que a Lara não levantou não. Não sei só da Daniela que Deve ser da fala anterior, né? >> Ah, sim. Eu esqueci de abaixar aqui. >> Ah, não. Desculpa, a Lara caiu e quer entrar de novo na sala. Desculpa. >> Eh, poderia falar então enquanto a Lara, acho que a Lara conseguiu ingressar novamente, né? >>
Sim. Sei se a Lara quer quer quer se manifestar. Clara, Clara, não sei se você ouviu o que eu comentei ali anteriormente, se mantém ou Retira a proposta, mas aí fica à vontade. >> Oi. Oi, Paulo. Não, pode tirar. Eu acho que já questão da avaliação, a Eveliz já pôs em cima aí que tava faltando, colocou, já redigiu que aí acaba que os ODSs entra, né, que nós vamos avaliar a extensão como um todo. Agora, essa questão do assessoramento de considerar circunvizinhas, talvez num numa uma nota de rodapé, talvez, porque isso a gente perde muito
de vista enquanto Extensionista, assumem coordenadores que não são do de Santa Catarina e aí fala: "Ah, mas não sabia que tinha isso aqui". Eh, eu via por São Carlos, por exemplo, eu trabalhei lá um ano e meio, nós fizemos extensão com pessoas que nem sabia que o instituto existiam e tinham projetos grandiosos. teve dinheiro, recurso para fazer. Então, eh, talvez uma nota de rodapé para sempre lembrar que hoje a gente tem o os dados do IBGE novo, tem muita coisa legal que a gente Consegue ver os mapeamentos bem perfeitamente do que que organização da sociedade
civil organizada a gente tem, que comunidade tradicional que a gente tem. Por exemplo, Santa Catarina tem os os pomerodes que só tem aí no mundo e aí e são comunidades tradicionais também merecem atenção. Então acho que a gente pode colocar isso uma nota de rodapé, um anexo e os outros pode suprimir para mim não tem problema algum. >> Lara, não se preocupe, nós vamos Recortar essas sugestões, tanto tua quanto da da Daniela ali para trazer, né, essa experiência aí. E aí não deixar isso realmente eh esquecido ali, né, para realmente retomar uma outra questão ali
eh eh na verdade também eh pensando já no num trabalho, num funcionamento do comitê, né, enquanto extensionista também, claro que agora na gestão da extensão, eh, às vezes nos faltam aí metodologias, né, de diálogo aí com as comunidades, né, então Isso Isso tudo é trabalho que pode ser pode ser proposto, pode ser, né, realmente amadurecido e pensado pelo próprio comitê, né? >> Mas obrigada aí pelas contribuições, >> tá? Então, para fim de caminhamento, eu tô entendendo que nós vamos excluir esses dois incisos aqui propostos pela Lara. E aí nós temos a sugestão dela da inclusão
de uma nota de rodapé. Aí eu pergunto se nós elaboramos agora ou se porventura a PROEX na revisão da Do documento como um todo pode fazer essa inclusão. Então fica a critério de vocês antes que eu exclu aqui pra gente poder decidir. Tem as pessoas escrevendo no chat. Vamos ver. É, a Lara tá se dispondo a a colaborar com a nota, quem sabe ela pode ser produzida na sequência, né? E daí a gente compartilha com o grupo aqui por alguns dias, quem quiser fazer Alguma alguma contribuição, né? Se a gente puder ficar acordado dessa maneira,
eu acho que fica bom e a gente pode seguindo aí pros próximos. Mike, Velize, se me dão licença para fazer uma contribuição aí em relação ao o inciso sete que foi proposto pela Lara de eh fazer uma um complemento ali no inciso oito que eu sugeri, né, que a gente ainda vai avaliar se ele fica ou não, especificando que eh as ODS também fazem Parte dos indicadores, né? Então, de repente, a gente ali no texto eh explicitar, né, que indicadores institucionais e também eh das de ODS, né, alguma coisa nesse nesse sentido. Não sei como
que a gente poderia pensar ali no texto, né? Acho que aí deixa mais explícito que também a gente considera, né? ODS, é, as próprias ODSs, elas estão na resolução também, né? Nossa resolução da Extensão do CONSUP, né? Então, o documento maior norteador ele traz, mas acho interessante eh talvez pra gente poder avançar, nós trabalharmos numa proposta ali de de rodapé, né, naquilo que a Lara Luía ali colocou, né, para nós, só para destacar, né, eu entendo a preocupação. O documento, ele ele dá ele dá certeza, né, de encaminhamento daquilo, aquilo fica perene dentro da instituição,
né? Então, Acho que dá pra gente fazer ele conforme a sugestão do Mike, fazer essa redação na sequência e depois compartilhar, né, por e-mail para validação de todo o grupo e aí fica realmente ali em aberto ali essa a ali acho que a própria Paula coloca tem acordo com a sugestão da Daniela ali. Aí eu não sei, Paula, se é a sugestão de texto ou é alguma sugestão feita durante a fala da Daniela, só pra gente poder avançar. Do texto a qual coloca Так. Vamos aguardar o que as colegas estão se manifestando no chat, mas
só para fins de registro aqui do encaminhamento. Então, nos dois incisos anteriores ali da Lara, propostos pela Lara, eh nós vamos retirá-los do texto agora e a Lara, em conjunto com o pessoal aí da PROEX, vai elaborar uma nota de rodapé para que a gente possa compartilhar a lista ali na lista do CEP e quem sabe dá uma Semana para pro pessoal pessoal se manifestar e aí não tendo ou tendo ou não tendo grandes manifestações, a gente pode encaminho, ou até trazer paraa reunião se for alguma coisa controversa, mas acredito que ali no por e-mail
nós vamos conseguir operacionalizar essa nota de rodapé. Então eu vou excluir aqui, tá bem? E aí a gente passa pros demais. Talvez a gente faça novamente ali a leitura, eh, para talvez eh pensar a manutenção da inclusão ou o aprimoramento de algum item anterior. né, que para complementar, incluir aquilo que a Daniela sugere, né? Não sei se poderia poderíamos eh fazemos novamente a leitura ali para fechar. Eh, visto que tem, né, considerando a manifestação aqui da Paula, eh, aqui no Chat, né, que deveria que concorda com a manutenção do texto proposto pela Daniela. Não, não
houveram outras manifestações, né? Eise, posso posso falar? Posso dar uma sugestão? eh, da gente fazer a leitura cada inciso e de repente identificar, né, se ele é mais geral ou se ele é muito específico. Quando ele for geral, né, a gente decide se ele fica ou não fica e se ele for Mais específico, se a gente eh complementa algum inciso anterior, né, e está ele daqui. >> Isso vai bem ao encontro do que eu propus ali, Daniela. Então, fazemos fazemos dessa forma, acho que fica fica mais fácil pra gente poder dar andamento, né? Então, o
item o item oito, né? contribuir para a definição de indicadores. Então, caberia o comitê contribuir para a definição de indicadores institucionais de impacto Social, científico, tecnológico da extensão. Contribuir a consulta e assessoramento. Não, não. O que que é lá o objetivo M, que tu leu inicial? >> Só um minutinho, ó. Comitê permanente de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Santa Catarina, é um órgão consultivo e de assessoramento da PROEX. Consultivo de assessoramento. Agora tem que voltar lá, né, pra gente ler de novo. >> É, >> desculpa, eu tava lendo aqui o segundo,
tá? ver se dava alguma luz aqui na no sentido das finalidades, tá? Mas volto lá. seria, no caso, para ir na linha do que compete ao comitê, seria propor, talvez em vez de contribuir >> ou definir, né, Evelise, tirar talvez ali o contribuir para a definição e colocar definir indicadores. >> Mas definir não é consultivo e assessoramento. Definir é determinar, >> né? Contribuir é mais assessoramento do que eh >> definir. Uhum. >> Uhum. Acho que propor, ficaria bom aqui propor indicadores institucionais, Né? Me parece que daria conta aqui. Miguel tá colocando ali a sugerir pinar.
Tem alguns >> aparentemente o problema é só o verbo, né? Porque a definição de indicadores deve ficar, pelo que eu tô entendendo aqui, né? >> Me parece que sim. né? Uhum. >> Embora na primeira leitura eu tenha indicado ali que os primeiros itens Dariam conta de todos esses que estão em roxo. Agora, pensando sobre esse, me parece que eu manteria com o verbo nesse nesse mesmo nível de propor, sugerir, opinar. Tem impressão que o propor fica adequado ali lendo o artigo 2º, né, que fala do das das finalidades do comitê, né, que o assessoramento em
termos de políticas, diretrizes, regulamentos, né, Então eu vejo que a proposição, né, como sugeriu o professor Mike de definição, ela tá ali dentro, né, tá tá atendendo essa questão de diretrizes, né, para pro pro comitê do comitê, né, umas manifestações aqui no chat. Pessoal, alguém é contrário ali a à proposta que tá consta no chat? Propor indicadores institucionais de impacto social, científico e tecnológico da extensão Da Lara incluiu. Gostaria de proporta original. Vamos lá, então. Que era contribuir para a definição de indicadores institucionais de impacto social, científico e tecnológico da extensão. Então, a diferença entre
propor indicadores e contribuir para a definição de indicadores é a diferença ali no início do texto, né? Se preferirem, podemos fazer uma enquete para definir se mantém ou mudo o inciso. O pessoal tá escrevendo. M. Acho que aqui nós voltamos a pensar lá no artigo primeiro de novo, né, pelas contribuições aqui da Eliana e da da Lara, é o que me parece. Por favor, Elena. >> Pessoal, só no sentido, não sei se Contribuo o atrapalho, mas refletindo um pouco, né, tudo que foi falado e também sobre o próprio papel do CEP, que é um cuidado
que eu particularmente tenho, né, quando a gente cria comitês paralelos, acho que eles tm que ter clareza do seu fim, né? cabe ao CEP uma série de questões que já estão colocados aqui. Uma vez que a gente aprova esse comitê, na prática, a gente tá delegando, né, um outro órgão, mas um papel que já É colegiado, né? Então ali do item nove em roxo em diante, me parece que são questões que havendo uma normativa precisam igual vir pro CEP, né? Então, quem sabe a parte de contribuir paraa definição dos indicadores, os demais já estão eh
subsumidos nos itens anteriores, né, que tratam da função do do comitê, mas fica para avaliar. De qualquer modo, eu acredito que a gente tenha que ter uma enquete, Paulo, pro item oito, né, Que a Lara sugere manter a o que tá colocado aqui no texto. E tem uma sugestão nova de grafia ali. E a minha proposta seria talvez suprimir os demais, vocês têm concordância, porque eles já estão previstos nos itens anteriores e já estão no papel que cabe ao CEP. Aguardo então pra gente aguardo a manifestação pra gente poder avançar. Eu Entendo que a gente
possa, né, manifestando já quantro um membro, a gente possa seguir pro paraa enquete mesmo, né? E aí a enquete seria eh em relação ao item, né, ao inciso oito ali, né, manter a redação ou aquela proposta ali pelo Mike, né, que é de propor a definição, né, acho que é mais relacionada ao verbo em si mesmo. M. Pessoal, coloco bem simples com relação ao inciso 8. A redação original. B nova redação. Pode Ser. Bom, vou publicar a enquete. Tivemos a maioria com relação à redação original, como vocês podem ver aqui. Rapidinho, pessoal, se me permitem.
Eh, acho que fica bem interessante ali eh a redação original que é a proposta pela Daniela, ela ela ficou à frente ali, acho que só talvez acrescentar de impacto da extensão, eh, o impacto social, científico e tecnológico da extensão, talvez para Englobar não só a extensão no aspecto social, mas também científico e tecnológico ali. No texto que a gente no texto em edição, ele tá assim. >> E eu eu acrescentei o científico tecnológico depois. Eu acho que o Paulo tinha feito uma cópia, né, para que é a cópia que ele tá trabalhando e e projetando
aí pra gente. Por isso que tá tá diferente. >> Ah, entendi. Obrigada, Daniela. >> Mas aí a gente corrige aqui agora a outra sugestão, né? Acredito que aqui a gente não vai ter maiores problemas, é que esse inciso vem antes do deliberar sobre outras atribuições delegadas ao CP. Acredito que esse aqui fica sempre por último, né? Vejam se é isso. Uhum. >> Aqui ficaria então o s por hora este o oito. Aí se tiver alteração da redação, vocês só me falem aqui que eu já faço em tela. Seria acrescentar, contribuir para definição de indicadores institucionais
de impacto social da extensão. >> Seria acrescentar, Paulo, seria impacto social, científico e tecnológico da extensão. Pronto. Acho que temos acordo, então, contra o eh com relação ao sétimo, inciso sétimo. E aí passamos aqui aos demais que Eliana sugeriu a exclusão, tá? >> Paulo ali o sete seria o oito, né? aqui o oito. >> Talvez caiba mais uma enquete, né? Considerando a exclusão ali ou a revisão item a item ali, conforme a Eliana coloca, né? Até bem bem lembrado, né? queana nos traz aí pra gente não conflitar com aquilo que é próprio do CEP, né?
>> Aqui a gente não tava vendo todos, eu coloco aqui em tela todos na sequência. >> É, a Daniela ali no chat concordou com a Com a retirada, né? Acho que se ninguém mais defender a manutenção, quem sabe a gente vai por esse caminho daí. Se alguém mantém A ideia é votar como um todo, então o 9, 10, 11, 12, 13, 14. Mantém ou exclui? Mas veja, pessoal, se a gente votar por manter todos, olha só, se for uma um bloco, né, a última, ó, 14, sugerir ajustes ou aperfeiçoamentos Futuros nos editais a partir da
análise dos casos omissos recorrentes. Parece que a Daniela incluiu esse aqui antes da gente fazer a inclusão daquele anterior que trata sobre encaminhamentos após a avaliação do aqui. E poderia incluir esse aqui, por exemplo, que ele tá, né, em boa parte repetindo o que a gente já Colocou anteriormente lá no no 10. ou melhor, bom, agora no documento novo eu já não me recordo, né? Ele era >> seis, aliás. >> Isso, isso. Uhum. Ele vai no mesmo sentido, embora o 14 traga a questão dos casos omissos, né? Paula. Eh, eu abri a câmera para falar,
mas aí vi que eu que eu tava na segunda. Ah, não, acho que a Eliana baixou a mão Agora. Não, era meu comentário era justamente nesse sentido que o 14 ele tem um eh a gente até pode suprimir, mas ele, na verdade, ele dialoga com aquele artigo que a gente já tinha aprovado anteriormente, né? Então ele é quase que uma decorrência e uma consequência. não é uma consequência imediata assim, né, mas é uma consequência esperada daquele artigo sobre a avaliação, né? A gente espera que que haja avaliação e Que a partir da avaliação algo aconteça,
né? Então acho que a gente poderia discutir em separado, a não ser que a gente, enfim, já que só esse eu fiz o destaque, o Mike também, a gente poderia daí talvez eh fazer a votação em bloco, exceto o inciso 14. E aí o inciso 14 ser votado em separado. Mas estou fazendo aqui, pessoal. Então, qual sua opção? Manter os incisos ou excluir em bloco? Всё. Bom, temos o resultado, ele não vai mudar, tá? A opção é de excluir em bloco, tá? grande maioria aqui. Então, vou fazer alteração no texto aqui. Vou excluir esses incisos
e a gente avança. OK, pessoal. Aí nós temos, nós vamos pular aqui do quinto diretamente para o 11, onde temos Comentários aqui, tá? Então já tá em tela aqui o artigo 11. OK. Eu, o artigo 11 ele tem uma questão gramatical ali, né, do professor Mike e uma um comentário aqui da perdão que subiu, eu não tô com esse >> Silvana. Silvana >> Silvana, perdão, perdi o nome dela aqui que rolou, tá? Não entendi este esse artigo. O coordenador de extensão tem representante titular e suplente nos campos em Joinville. Temos apenas a Coordenação de relações
externas e comunicação social. Seria esse cargo que estão se referindo. Eh, neste caso, Silvana, a representação é dentro do comitê, né? Então, serão cinco representantes titulares, eh, e cinco representantes suplentes, né? Então, ao todo, nós teremos eh 10 coordenadores de extensão dos campos, né, vinculados a esse comitê, sendo cinco titulares e cinco e outros cinco suplentes, né? É isso que se refere. Não Sei se ficou alguma dúvida ainda. Obrigada também. Aqui também questão gramatical. E aí no artigo 15, parágrafo 2º, acrescentar a palavra mínima. Os membros deverão informar com antecedência mínima de 24 horas qualquer
impedimento para participação da reunião ordinário ou extraordinário. OK, pessoal. E aí passo a palavra então aqui pro 17. Pode ser. Belez Mike? >> Sim. a própria proposição do Mike. Então, deixa pro Mike eh, explicar ali a alteração, não? Ali a em relação à maioria absoluta e maioria simples, né? Daí eu fiz uma uma pesquisa só para entender exatamente se há diferença sobre o uso dessas palavras, né? Então, a maioria simples é eh é normalmente usado quando a gente fala de uma votação, né? Uma votação, ela pode, Por exemplo, eh ter um resultado ou outro em
maioria simples, né? Enquanto a gente tá falando eh em relação a quórum, a gente fala que a presença da maioria absoluta. Então essa é a diferença apenas em quando usar uma coisa e quando usar outra, né? Aí ali fiz o a adequação ali. E ali na sequência o parágrafo único, né? em vez de citar o ou a presidente, daí tratar como Presidência, que é como aparece em outros momentos também no texto da da presidência, né, sobre o sobre a função e não sobre a pessoa ou presidente ou a presidente. tem acesso a todos contra >>
podemos seguir, pessoal? Temos acordo. Que sim, né? >> Vou avançar aqui também uma pequena correção no texto Aqui, né? prazos estipulados na portaria do reitor. E aqui questão parágrafo. E aí encerramos aqui no artigo 24, tá? Não ficou mais nenhum comentário, sugestão. Ficamos somente no acordado com relação ao artigo 5º. Então, a redação da nota de rodapé. É isso. Deixa eu ver como é que tá essa cópia aqui. >> A questão ali da das abreviações. Paulo >> também teria que dar uma revisada, né? >> A gente faz uma revisão. Então, essas duas questões, né, ficaram
pendentes. É isso, né? Isso. Eu eu vejam se pode ser. Eu vou copiar esse link aqui dessa cópia, tá? Faço um e-mail aqui para Clara. Direx e prox. Pode ser. >> Eu caí agora, Paulo. Desculpa os últimos 30 segundos. Eu não >> não. Eu tô propondo aqui, Mike, eh, a Secretaria do CEP encaminhar o link dessa cópia, tá? Eh, aguardando, então, a revisão e a inclusão da nota de rodapé. Aí vocês respondem, eu compartilho com o grupo, a gente dá uma semana e aí a gente pode avaliar, tá? Se >> o resultado ali se a
gente tem acordo ou se Bom, aí a gente decide se faz uma rodada, se modifica, tá bem? >> Da minha parte, OK. Então eu já aproveitar enquanto o Paulo dá o encaminhamento ali para agradecer, né, as contribuições, toda a discussão. eh agrega muito ao ao documento e não só ao documento, por aquilo também, né, que a gente tem que discutir dentro da Extensão, daquilo que a gente precisa aprimorar enquanto IPS, né? E aí tenho certeza aí que será um trabalho muito prazeroso dentro desse comitê, né, principalmente por ter aí também, né, as contribuições dos campos,
a presença aí dos coordenadores de extensão, né, junto também extensão, ensino e pesquisa e pra gente poder avançar, né, na institucionalização de um processo tão importante aí para o nosso trabalho na extensão, tá? Meuos Agradecimentos aí e até breve. Valeu, pessoal. Obrigado, tá? reforço as palavras de vel e acho que tem uma uma boa evolução aí na nas discussões sobre a extensão aqui na nossa instituição. Obrigado. >> Obrigada, Mike. Obrigada Eveliz e todos os colegas que contribuíram paraa qualificação do documento. a gente tem um próximo ponto de pauta e eu vou propor então que a
gente faça a prévia talvez da PRO e depois na Sequência a gente faz um intervalo e finaliza com a apresentação da pesquisa e da PROEX. Pode ser assim? Então um pouquinho cedo pra gente fazer o intervalo agora, né? OK. Então, então eu vou pedir pro Paulo passar, pessoal. Vocês lembram que ao final do ano passado, né, como eu dizia no início da reunião, nós tínhamos previsto uma apresentação, né, inclusive para qualificar o planejamento 2026 junto ao CEP para as ações de de ensino, Pesquisa, extensão, né? Eh, não foi possível naquela reunião, a gente traz para
essa que é a primeira reunião do ano e, claro, continua aberto para sugestões, né? Mas as equipes das pró-reitorias planejaram, organizaram as metas, né, para entrega à comunidade nesse ano. E a nossa intenção é que ao final desse ano a gente retome esses pontos para que a gente inclusive tenha uma avaliação qualitativa do que foi possível entregar, dos desafios que Tivemos, né, no sentido de a gente ter, como eu dizia pros colegas, terminalidade, né? A gente tá no ensino pesquisa, extensão, é muito processual, né? são desafios cotidianos, a gente trabalha bastante, mas é importante que
a gente estabeleça um planejamento estruturado para que a gente também como equipe, né, eh, avalie e veja as ações sendo concretizadas junto à comunidade, né? Então, é nessa medida que a gente traz esse planejamento, é com esse Intuito, né, e, claro, ouvir e receber as sugestões necessárias. Eh, então assim, para apresentar as ações da PROEM, eu tomei a liberdade de trazer algumas questões que a gente já avançou, né, desde 2025, desde agosto, porque muitas dessas ações têm consequências, né, também no planejamento de 2026. Um primeiro ponto é o repositório institucional, né? Nós fizemos a entrega,
esse é um trabalho que já tava Sendo feito na instituição, muito vinculada a Direm e à Coordenadoria de Bibliotecas. Esse trabalho foi concluído numa parceria, né, num trabalho bem engajado entre essa coordenadoria de Irém e DETIC. Então, já está disponível. Nós lançamos isso no encontro das coordenadorias de das bibliotecas que tivemos aqui, né, no fórum das bibliotecas que tivemos no final do ano passado e fica à disposição da comunidade a esse repositório Institucional. As equipes estão agora sendo treinadas, né? Então, a a nossa intenção eh é ampliar o escopo, né, das produções que o repositório
recebe e já tá já tá entregue à comunidade, né? fortalecendo a visibilidade das produções acadêmicas dos nossos estudantes, dos nossos servidores. Também foi criada a Coordenadoria de Alimentação Escolar, né? Eu dizia lá nos informes sobre eh as mudanças na alimentação, né? Então essa Coordenadoria ela é bastante estratégica, ainda mais agora porque a gente também tem, né, uma coalizão, um movimento mais nacional para fortalecer a alimentação escolar na rede federal, especialmente na educação básica, né? Então, essa coordenadoria eh atuando junto a DAI já tem um incremento real de 32% na utilização dos recursos e a esse
ano tem um desafio ainda maior que é planejar junto aos campos. Cada campus tem uma condição diferenciada de Estrutura, de equipe, né? Mas o objetivo dessa coordenadoria, o principal objetivo é fortalecer a alimentação em todos os campos do IFS, né? Então essa essas ações elas iniciaram e continuam de forma perene na instituição. Também os dashboards, né, nós avançamos bastante na questão da disponibilização de dados. é uma meta que nós tenhamos, né, eh, junto também à pesquisa e a extensão observatório das ações de ensino, pesquisa, extensão. É uma meta que a gente não estabeleceu para 2026,
né, frente a todo o diálogo que nós temos que fazer ainda, no entanto, no que se refere à estatística e aos dados para subsidiar principalmente as CAPS, as, né, as as comissões de permanência e êxito dos cursos e também os cursos, né, já estão sendo feitos de forma direcionada, né, paraas coordenadorias pedagógicas, pros de pros coordenadores de curso. E esse material, então, esses painéis estão Sendo entregues, né? Então, esses que eu comentei já estão feitos e, claro, eles estão sendo, serão aprimorados, né, de modo que a gente conclua no ano que vem o o observatório,
mas atualmente eles estão organizados, né, direcionados para cada um dessas cada uma dessas equipes. Pode seguir, Paulo, por favor. também, como eu já dizia antes, né, eh, no início da reunião, o regulamento de ingresso que foi aprimorado. É claro que nós temos outras mudanças a serem feitas Em diálogo com essas mudanças no ingresso que nós estamos priorizando na instituição, mas, né, essas entregas já foram feitas, né, para um trabalho de um esforço bastante grande do DEING, né, inclusive registrar aqui o agradecimento ao Valdeci do campus Florianópolis, foi nosso chefe de ingresso e trabalhou de forma
bastante intensa ao longo de todo o semestre passado por questões familiares, né, de Acompanhamento de pessoas na família, ele precisou se afastar, assume a Isabela, técnica, né, atuando na PROEM e assume com o mesmo engajamento, né? Então, já fica aqui o registro e o agradecimento pelo trabalho desses colegas e, claro, todas as toda a equipe envolvida, né, a gente não faz sozinha gestão a um corpo de servidores atuando em pró, né, dessas ações. a gente também eh fez a criação da Coordenadoria de Estágio e aprendizagem Profissional, né? A gente tinha como meta eh como um
desafio da instituição a central de estágios, ou seja, ter isso no CGA, porque hoje esse todo o processo de estágio é muito manual, né? Então nós estamos entregando uma parte já que é eh o termo de compromisso, vínculo já feito diretamente no sistema, no CGA, e tem uma série de outras ações já mapeados pela Coordenadoria. que tem como meta serem entregues agora no primeiro semestre 2026. Também fizemos a integração do Moodle com a RNP, né? A gente tá num processo, né, de resolver, né, pequenos eh desafios dessa migração, porque a gente sai de um tipo
de Moodle, de uma tecnologia mais antiga para uma nova tecnologia. Então, o departamento de EAD tá agora todo voltado a dar o suporte, né, para pros campos e pros cursos EAD, especialmente nesse início de semestre. Temos algumas turbulências, mas a Avaliação é muito positiva, né, frente ao aos ganhos que nós temos, né, com um novo mudo. Isso tá tá acontecendo. E também, né, destacar que nós aprovamos aqui nesse CEP no ano passado, depois na sequência foi pro Consup a rede certifica. Então, já nesse ano, nós vamos iniciar alguns projetos pilotos com alguns campos, no sentido
de a gente colocar em ação aquele fluxo que nós aprovamos e fazer, né, com que o certifica ele tenha aderência, né, e ele Se desenvolva e se fortaleça na instituição. Então isso tá sendo eh executado pelo Departamento de Educação Básica, né, junto aos campos que já tem eh pessoas que estavam vinculadas ao Certifique, né, no sentido de a gente iniciar com eles o piloto e a partir deles ir expandindo para toda a rede. Pode dar sequência. E aí entrando nas ações, né, mais específicas de 2026, eh, ampliação, né, da alimentação Escolar, vocês viram que a
gente teve essa mudança de rubrica, né, de dos recursos da 2994. Então a nossa intenção é sim aproveitar esse essa movimentação, né, e reforçar e avançar na execução e na distribuição dos recursos da alimentação. Isso vai exigir um trabalho campos a campos, porque não tem como a gente fazer algo eh eh padrão, né? Dado que cada campus tem um desafio próprio, seja de equipe, seja de de infraestrutura, né, seja de Logística. Então isso caberá a dar aí a coordenação de alimentação. Eh, esperemos, né, que ao final do ano a gente traga para cá resultados bem
mais bem melhores, né, do que dos anos anteriores. É, n é a nossa expectativa, porque a gente entende que precisa sim ser uma prioridade, né? Eh, também a gente tá fazendo agora a distribuição das vagas docentes. Nós temos 67 vagas, né? parte dessas vagas já foram distribuídas no sentido de consolidar Aquelas ofertas regulares e ofertas estratégicas, né, já eh eh já em ação nos campos. E essa segunda parte de distribuição é para expansão, ou seja, né, para que a gente consiga avançar nas ofertas prioritárias. que ofertas sejam são essas, né, dos cursos técnicos, da educação
de jovens adultos e formação de formadores. Então, toda a distribuição de vagas tá focado, tá focada na ampliação dessas ofertas, né? Essa é a prioridade que a gente aprovou inclusive Em colégio de dirigentes, né? Então essa é uma ação importante. Isso vai mudar e a gente espera que mude de forma muito positiva os nossos indicadores institucionais, né, que eh estão medianos, né, se a gente fizer um uma um comparativo com o restante da rede federal. Nós também estamos no processo de avaliação e revisão do vestibular, como eu dizia lá nos informes, né? Isso vai exigir
da gente uma análise técnica, um Diálogo também, porque nós temos cursos muito distintos, né? Nós temos condições de ingresso a depender da região em que esteja o nosso curso, os nossos cursos superiores. Então, exige também a busca de um consenso, né? Se não for o vestibular unificado, qual será essa forma de ingresso? Então tem estudos técnicos sendo feitos inclusive de contratação, né, de processo seletivo. Isso tá sendo coordenado também, né, pelo pelo departamento de ingresso junto À PROEM. Ah, e aí nessas mudanças, né, no congresso a gente inclui, né, já fez um um já deu
alguns passos, mas a gente ainda tem muitas questões a serem resolvidas para que a gente consiga, de fato avançar e qualificar a análise das nossas cotas, né, e o fluxo de todas elas. Eh, nós temos o compromisso de fazer isso antes do processo, antes do início das aulas. Esse é uma uma exigência inclusive legal, né? Mas é um Direito do dos candidatos. Então isso tudo tá envolvido e deve acontecer junto com a implantação do novo sistema de ingresso, né? Nós temos comissões eh instituídas na instituição para nos ajudar a pensar isso. E a intenção é
que ao longo desse ano esse fluxo esteja analisado, esteja eh aprovado, né, na instituição a partir das condições objetivas que nós temos, né, para fazer isso. Nós temos também, né, a política Institucional de educação especial inclusiva. osk rede federal tem algumas eh iniciativas, mas nós precisamos assumir de frente, né, esse debate, esse diálogo, trabalhar nos consensos possíveis, né, e termos um entendimento institucional do que nós entendemos por educação especial inclusiva, por atendimento especializado, né, pelo papel de cada um dos agentes que atuam, né, na na educação especial inclusiva. Agora, no início de abril, nós temos
já um encontro de todos os os profissionais da educação especial no IFSK. E o grande foco desse desse encontro é justamente fazer o debate, né, das bases para essa política. Então, a gente tem expectativa que até o final desse ano venha pro CEP, né, a a análise, apreciação dessa política de educação especial inclusiva. Na mesma medida, já de forma mais adiantada, né, nós temos também a política institucional de educação à Distância. Já temos uma minuta. Essa minuta agora tá em fase de análise pelos pares, né? Tanto aqui eh relacionados às diferentes áreas da PRO, aos
aos NEs dos campos, né? E depois na sequência vai paraa consulta pública e vem, claro, pro CEP para apreciação. Isso deve vir já nesse nesse primeiro semestre de 2026. E aí, né, um grande desafio que nós temos, nós já falamos no CEP sobre isso, nós entendemos que é um processo que não pode tardar mais na instituição, Que é a revisão do nosso RDP, né, nas próximas semanas, o que a gente deve fazer é o diálogo em torno da metodologia mais adequada para que a gente faça essa revisão, né? é é um documento extremamente denso na
medida em que ele trata de todos os níveis e modalidades de ofertas que o IFSK tem, né? Então vai exigir uma articulação de todas as áreas da PROM e depois, claro, todas as áreas dos campos, né? Então, a gente tem Expectativa que já na próxima reunião do CEP a gente consiga trazer, né, ou pelo menos apresentar essa metodologia que a gente vai adotar ou pretende adotar para trabalhar o RDP, né? Temos sim a expectativa de ter essa minuta nesse ano de 2026, né? Porque nós entendemos que tem uma série de lacunas já colocadas no documento
atual e uma série de demandas já mapeadas, né, que a gente pretende eh eh estabelecer, né, com esse novo com esse Novo texto. ao mesmo tempo tem uma série de ações que vão acontecer de forma paralela eh nos departamentos, seja na educação básica quanto na educação superior e que depois, claro, vão dialogar com o novo RDP, né? A gente também tem adotado isso pra gente não deixar eh tudo parado, né? E daí depois debater tudo isso junto no RDP. Então, algumas questões a gente tá fazendo de forma isolada já para avançar o que depois será
o texto do RDP. Vou dar um Exemplo, eh, as validações, né, que é uma demanda grande que tem vindo dos campos, eh, ou mesmo a questão do PED. Vocês lembram que a gente tem um GT, inclusive com membros do CEP. Claro que isso tudo vai ter reflexo depois no RDP, né? E assim por diante. Nós temos outras outras áreas, né, e outras outras temáticas também. a questão da do programa de verticalização dos estudantes dos nossos cursos técnicos para graduação, né? Isso Vai atingir de forma direta os nossos técnicos e os tecnólogos, mas nós temos expectativa
de ter isso também para as engenharias, né, no sentido de a gente eh valorizar, né, o trabalho da educação profissional e desde a educação básica até a educação superior, facilitando o acesso, o ingresso, né, mas também é claro, a permanência, uma vez que naqueles cursos que são verticalizados esse esse diálogo ele pode ser muito mais profío, né? E Muitas vezes a gente ignora eh os nossos os nossos itinerários, a nossa verticalização. Então, é no sentido de fortalecer mesmo a verticalização e fortalecer o processo de aprendizagem dos jovens, né, que ingressam no IF e que a
verticalização seja também pro estudante que entra, né, não só pros nossos itinerários, mas pros sujeitos que adentram os nossos diferentes campos. Esse processo tá sendo articulado, né, Pelo departamento de educação e também a nossa intenção é fazer um piloto para que a gente teste, né, a minuta, teste a proposta e depois consiga eh expandir para os demais campos ou para todos os campos e cursos que tenham que tenham interesse. a gente deve ampliar, né, a questão dos dos dados, conforme eu falava para vocês. Então, a ideia é que todas as áreas específicas consigam ter acesso,
mas também todos os cursos consigam ter Acesso direto aos dados eh dos cursos. a gente já tem usado muito, né, o os dashboards, eles têm trazido para nós uma série de informações, uma informações de forma bastante visual e elementos que ajudam na tomada de decisão. A Deia tem feito um trabalho de ir aos campos, né, dentro do que a gente chama de reitoria mais presente. Então, já foram quatro campos atendidos de forma quatro ou cinco campos atendidos de Forma direta, porque mediante a análise desses dados, os campos conseguem avaliar algumas fragilidades ou tomar algumas decisões
sobre as suas ofertas, né, e mudanças que vão desde a forma do da oferta e muitas vezes na qualificação dos projetos de curso, né? Então, a intenção é que a gente aprofunde esse trabalho, intensifique de forma bastante vinculada aos campos e aos cursos, né, para que nós consigamos, enquanto pró-reitoria dar subsídio Para que os campos façam, né, ou aprimorem as suas atividades. Nós também temos um compromisso, né, no último encontro das coordenadorias pedagógicas. É uma demanda que está pro IFSK já há muitos anos. continuou essa demanda mesmo depois do CIG, ou seja, o CIG não
atendeu, né, que é um módulo específico paraa atividade das coordenadorias pedagógicas, mas também, né, um módulo ou um acesso ao cigar para as famílias. Hoje, né, um pai para que ele tenha o acesso à vida escolar do seu filho, ele precisa ter a senha, né, eh, do seu filho. Ele não tem um acesso direto à vida escolar. é inclusive um direito. A gente inclusive responde algumas eh auditorias, né, que nos pedem esse tipo de ação, mas para o trabalho das coordenadorias pedagógicas, seja pro conselho de classe, seja pro acompanhamento individualizado do decente, seja pro registro,
né, da vida Escolar desse estudante, é fundamental. Então, essa é uma demanda que para esse ano a gente se compromete com o planejamento disso, né? temos já um GT instituído que é fruto do último encontro das coordenadorias pedagógicas e a ideia é que esse GT analise o que o CIGA já teria para oferecer hoje, né? Claro, precisando ser adaptado e colocado à disposição, né? Nós temos módulos prévios do CIGA que não foram ativados. Então analisar a condição do nosso sistema hoje para atender ou se será necessário, por exemplo, a criação de um sistema do zero,
né? Nós temos várias iniciativas em alguns campos, iniciativas que atendem bem a demanda, mas que elas estão localizadas, elas não podem ser replicadas paraa rede, né? Então ficou esse compromisso para que esse ano nós tenhamos a planificação disso, o planejamento e aí então logo avancemos na entrega do Sistema de ingresso, isso passa a ser, né, a prioridade de desenvolvimento de sistema no âmbito da PROEN. Esse módulo deve atender também a assistência estudantil, né, que hoje tem um sistema eh paralelo, né, individualizado, mas que precisa ser aprimorado também. Então fica fica essa meta, né, para de
entrega também. Agora, claro, eu vou abrir talvez, né, se vocês me permitem, para alguma alguma Dúvida, alguma sugestão, alguma colocação na no que se refere ao planejamento da PROEM. Depois a gente faz o intervalo e segue paraas demais eh pró-reitorias, né? O Bruno colocou aqui que já repassou a detico, né? Mas pede agilidade porque o semestre já iniciou. Sim, Bruno. E a o que também foi desenvolvido foi uma metodologia para receber essas demandas, né? Porque Agora como a gente tem a RNP, tem a níveis de de demanda que inicia no campus, né? Se não resolve
pelo gestor de moodle do campus, vem pro departamento de AD e aí na sequência, né, esse o departamento de AD junta DETIC tem o acesso direto à RNP. Mas o atendimento tem sido bastante ágil de tudo que tem chegado aqui diretamente ao departamento de AD. Então, a gente sugere sempre colocar a articulação Eh ponto e, que é a coordenadoria, né, de articulação eh aqui do departamento de AD em cópia para que a gente possa dar todo o suporte necessário. E a gente entende que o início de semestre, né, essa mudança, muitos cursos já estavam na
rua. Então esse curso, esse cursos teve grado pro novo mudo e a a nossa intenção é eh que nós possamos sanar as inconsistências o mais rápido possível, tá bom? Eh, pessoal, eu abro então para sugestões, para colocações a respeito do Planejamento, né, 2026 da PROEN. Clara, >> Oliana, queria te parabenizar pelo planejamento. Isso é muito bom pra gente, né? Não sei se vocês estão me escutando bem porque minha voz tá, mas uma coisa que eu senti falta que a gente começou no CEP, a gente não continuou. A Renata agora é diretora, a gente tava construindo
uma política de educação antiracista que era liderada pelo pela Proenha. Não Sei se vocês vão dar continuidade, né? Agora parece que vai ter uma assessoria e tal, que eu acho que é bem importante, né? A gente já tá avançando muito nas análises aqui enquanto CEP, né? Enquanto inclusão também eh, dessas questões da nossa rede e a questão da formação. Eh, a semana pedagógica. Esse esse ano a gente, eu sei que por causa da gestão a gente não teve, né? Mas eu acho importante a gente ter a formação continuada pra gente, né? Quanto Professores, enquanto tais,
eh, essa essa parte aí da formação. Só uma sugestão. >> Sim, Lara, a questão da política, né? Como a gente tem a criação da assessoria, claro que a PRO vai participar, né, de forma direta, mas a liderança e a articulação desse processo e passa à assessoria, né, no sentido que a gente entende que precisa ser transversal, né, estando no gabinete vai acionar todas as as demais áreas da Instituição, né, com relação à formação, a gente segue fazendo, só que a gente segue fazendo no âmbito dos departamentos, né? Eu citava a primeira formação que a gente
já teve de abertura e a intenção é que isso vá para os campos, né, de forma estruturada e também nós teremos eh formação, né, relacionada eh diretamente junto ao departamento de de IAD, né, a partir de fomento, direto aos campos. isso também vai ser estruturado. Eu não trouxe Algumas informações aqui porque eu eu sinto que eu preciso ter de forma mais objetiva para poder trazer, né, como meta. Então, por exemplo, nós estamos articulando algumas emendas, só que como não chegou o ofício, né, eu acho que embora eh esteja como uma meta para nós, é difícil
a gente se comprometer no sentido que tá vinculado diretamente ao orçamento, né? Isso é uma parte da formação. Agora, as demais formações vinculadas aos Departamentos, elas seguem sendo planejadas, né, nas diferentes áreas de atuação daí de cada um do dos departamentos, mas eu acredito que deva vir para cá, né, e deveria ter estado aqui, né, inclusive como registro. Um outro ponto que eu acabei não colocando na apresentação e isso já está eh consolidado, é a estruturação, né, da do do processo de acolhimento para principalmente paraas mães, né, e crianças De de nossos das mães estudantes,
né, e suas crianças, né? Essa é uma demanda que nós temos bastante forte. Então nós encaminhamos até por limites orçamentários, encaminhamos um pedido de emenda parlamentar e já tivemos o resultado dessa emenda, né, a confirmação dessa emenda. Então vai trocar, né, Viana? tivemos a confirmação dessa emenda e a e está no nosso planejamento já começar a atuar com aqueles campos, né, que tem eh Mães estudantes. Claro que todos têm alguma medida, mas nós sabemos que os cursos de PROEA são os mais atingidos, né? Eu faço destaque sempre ao campo São José, porque nós estivemos lá
e é e é clara essa demanda, né? Então é um dos campos que nós entendemos que será atendido, né, de forma direta. já na nesse primeiro edital que a gente deve lançar, né? Então essa é uma outra ação que acabou não estando aqui, né, registrado e eu vou fazer já na Sequência, tá bom? Eu acho que a Lara tá inscrita da outra vez, Lara, ou você tá inscrita ainda? Não é eu que esqueci de baixar mal. Pera aí. Se eu não registro nenhuma outra sugestão ou colocação, né? A Paula coloca da importância desse módulo, né?
A gente tem bastante clareza disso, Paulo. Então, assim, o que eh couber a nós, né? E cabe muita coisa no sentido de priorizar, como eu dizia, mas, né, Envolve outras áreas da reitoria também, né, a exemplo da PRODING e da Detic, mas a própria PRODING tem uma nova organização para as demandas e as priorizações, né? Então esse essa metodologia ela tá já acontecendo e tem trazido bons resultados. E como eu dizia anteriormente, né, nós vamos fazer o sentido de uso do suporte técnico da DTIC com prioridade pro sistema de ingresso nesse momento. Enquanto isso, com
o GT, a gente precisa planejar e Analisar, né, qual seria o melhor formato para nos atender, de modo que quando chegar para deticar maduro, né, pro processo de de desenvolvimento. Não tendo outras colocações, pessoal, então eu sugiro que a gente faça um pequeno intervalo e possamos retornar 15 paraas 4 paraa continuidade desse ponto de pauta, tá bom? Vamos voltando, pessoal. Jeferson, podemos dar continuidade? Então a gente passa agora pro planejamento da PROEX e na sequência pro planejamento da PROP. Passo a palavra aos colegas. >> Olá, pessoal. Então, retomando aqui, né, o planejamento das pró-reitorias, vamos
entrando aqui na PROEX e inicialmente, né, apresentar o orçamento da PROEX, a gente tem disponível para 2026, então de recursos próprios. No PAT específico aqui da PROES, da PROEX, temos R$ 790.700 R$ 700 e com recursos destinados da 2994, né, o PAT PINAIS, temos 245.000. Então, totalizando o orçamento da PROEX, temos 1.35.700 paraa execução, né? Destaco que algumas ações ainda são relacionadas à comunicação, né? Como sabem, a PROEX abrange também a DICOM, a diretoria de comunicação. E daria enfoque aqui mais na parte da extensão, né, que é o que Mais diretamente está ligado aqui ao
ao nosso colegiado, tá? Pode passar, Paulo, por favor. >> Então, em relação aos editais, ah, vocês vão ver na sequência ali que era apresentar o nosso planejamento eh do lançamento dos editais. o o cronograma, né? Então, alguns editais estão sofrendo sofrendo alguns ajustes a partir de demandas do campus, de orçamento também, né? Vocês sabem que o orçamento eh é sempre um um limitador importante para Pra nossa instituição e também visando o fortalecimento da extensão, né? sempre que possível, abrindo outras frentes de trabalho que a gente tem planejado para não só para esse, mas também pros
próximos anos, tá? Por favor, Paulo? Então, a gente tem em relação aos editais, né, o o cronograma de lançamento de editais que eu havia comentado lá no início da reunião, que havíamos divulgado aos coordenadores Cerca de duas semanas. Então, a gente tem esse cronograma de editais nesse calendário onde cada edital, né, o o extensionista, ele já sabe quando ocorrerá o lançamento do edital, em que mês eh a submissão estará aberta, quando sai o resultado, qual é o período de execução e quando é as ações são concluídas, né, quando o processo desse edital é concluído. E
aqui eu queria chamar atenção para dois pontos Que são situações novas que dois desses editais, a execução dos projetos, eles viram ano. Então essa parte da direita ali da visualização que você vê se tá mais que tá mais apagadinho ali, já estamos falando sobre 2027. Então dois editais passam janeiro, né, que é um período que as atividades são interrompidas. Mas retomam retomam em fevereiro, em março. E qual é o objetivo, né? Eh, que no início do ano, Fevereiro, março, não tem aquele período que costumeiramente pouco se faz de extensão na instituição, porque o ano tá
começando, os editais estão sendo lançados, né? os extensionistas começam a se programar e vai ser depois de dois ou três meses de atividade que de maneira mais eh mais sólida as atividades de extensão do IVS que estão na rua. Então em dois dois editais desses a gente tá considerando que a Execução deles vira o ano, né? Então, a gente já começa em fevereiro do ano que vem com essas ações de extensão acontecendo e são editais que vão envolver um número significativo de de atividades, tá? Então essa é uma visualização geral desse calendário, né, que pretendemos
depois unificar com com Propi, com Proen, né, para que a gente tenha o calendário unificado dos nossos editais. Como Eliana comentou na na fala dela anterior, né, que nem todas as ações que temos em vistas em vista pros próximos meses estão incluídas aqui, que parte delas, embora já bem encaminhadas, a gente depende de um de um ofício, de alguma confirmação, né, para que para que, por exemplo, novos editais sejam incluídos aqui nesse nesse cronograma. Temos algumas demandas encaminhadas a ministérios, a a parlamentares, alguns projetos, né, Sendo confirmados, a gente pode no decorrer do ano fazendo
inclusões aqui no calendário. Os que aqui constam já pode ser considerado que efetivamente acontecerão, porque o que são aqueles que a gente depende do recurso próprio do IFS, já previsto em orçamento. por favor, Paulo. Então, o que há de novo, né, nesses editais? O edital voltado a projeto de extensão com temáticas relacionadas aos direitos humanos e também Daí o segundo edital com temática direcionada à economia solidária. Então são são editais, né? Depois também será falado sobre a incubadora de economia solidária. Eh, no caso dos direitos humanos, por exemplo, salvo engano, foi 2020, o último edital
que foi definido a essa temática, né? Então, a gente retoma esse ano, tá? Também será retomado o edital do Mulheres. Sim, Que 2022 foi a última edição também, salvo engano, dependendo se a minha memória pode estar enganando, mas de o fato é que h alguns anos ele não é lançado, né? Então ele será retomado ainda esse ano, né? aqui não é uma retomada, é um é uma proposta nova, né, de apoio à curricularização da extensão nos campos. Como sabemos, a legislação que obrigou, né, a inclusão de pelo menos 10% da Carga horária dos cursos superiores
em atividades de extensão, ela trouxe a exigência, mas não houve um acompanhamento em termos de de orçamento, né, e sempre há dificuldades dos cursos, dos campos, para garantir que esses projetos que acontecem nas unidades curriculares específicas, aconteçam, né, por vezes, né, compras por meio de empregão ou contratação de transporte, Compra de alguns suprimentos, né, para que algum projeto seja executado. Eh, é difícil a execução pelo campus, né? Então a ideia aqui é que todo o curso do IFSK superior tem a possibilidade de um recurso proveniente aqui da PROEX, né, da reitoria para que seja executado
via bolsas, tá? Então, todo o curso vai poder fazer a manifestação de interesse nessa bolsa e O campus que puder, nesse sentido que a gente quer trabalhar também reforçar essa bolsa para que seja um valor mais significativo para paraa execução dos cursos, tá? a proposta inicial que tá sendo conversada, conversamos internamente aqui na Direx, já houve conversas com alguns coordenadores de curso e eh o melhor de extensão de curso e também gestores de de direções do dos campos. nas próximas semanas outras conversas serão feitas, Né, para tentar formatar um um edital que seja eh de
fácil execução, princialmente do ponto de vista burocrático, paraa coordenação do curso, pros professores responsáveis por essas disciplinas, para que efetivamente seja um recurso que não só chegue, mas que eh tenhamos agilidade na execução, né, já que as disciplinas são duram 4, 5 meses. né? Então, a gente precisa de um de um recurso que eh com facilidade seja executado. Paulo, por favor. Então, a há o planejamento também de um de um edital de apoio à participação e eventos. O que que difere do edital de apoio à participação em eventos que já temos, né, direcionado a servidores?
Aqui o foco será na apresentação do que o IFSK faz de extensão, seja em eventos próprios, né, de extensão ou congressos, né, seminários de um modo geral, né, com apresentações de projetos científicos, como Costumeiramente conhecemos, desde que permitam que experiências de extensão sejam apresentadas. Então, é um é um edital também que ainda estamos conversando exatamente sobre o escopo, né, essa definição, mas o foco é esse, na divulgação da extensão do IFSK, para que a extensão produzida no IFSK esteja presente no nos eventos, né, e assim seja divulgado e valorizado esse trabalho. E teremos também o
edital de fluxo Contínuo pro registro de projetos de extensão com financiamento externo. Essa é uma categoria nova, né? E a gente sentiu falta desse desse tipo de registro, exatamente quando projetos eh que conseguiram recursos via edital externo ou via emenda parlamentar precisavam ser registrados no IFSK para que o para que o fluxo burocrático interno acontecesse, né? O nosso edital de fluxo contínuo regular, ele consta lá Que é para eh para projetos que não são financiados, né? Ele trata sobre não ser financiado internamente, mas aqui criou uma diferença ali no objetivo do daquele edital que, né,
na prática não poderiam esses projetos com financiamento externo serem registrados ali, né? Então, a ideia é que já tenhamos agora nas próximas nos próximos dias a publicação desse edital. Se algum extensionista eh conseguir algum recurso externo via edital, via ministério, via agências de fomento, de um modo geral, é nesse edital que ele tem que fazer o registro. Ao final do ano, quando a gente vai fazer o levantamento para o relatório de gestão, a gente, a partir desse edital aqui, a gente tem muito claramente de maneira eh mensurável quanto de recurso externo o IFSK naquele Ano
conseguiu paraa extensão. Esse inclusive é um é um é um objetivo do nosso PDI, né? Então, consta no relatório uma meta relacionado à busca de desses recursos externos. Com esse edital a gente vai conseguir eh ter isso bem mapeado e devidamente registrado. Por favor, Paulo. Agora eu chamo a Evelise para seguir a partir daqui. Evelize. >> Então te passo a bola Evelice. >> Tá. Obrigada, Mike. Boa tarde novamente. Então, dando sequência, né, esse planejamento da PROEX Direx, como Mike colocou ali, a gente tá tratando, né, exclusivamente da extensão e não da DIRC aqui, que é
o que cabe ao CEP, eh, destacar algumas outras ações que vão, né, para além do dos editais e as ações que o Mike já destacou. Eh, é importante colocar aqui, né, eh, a vocês que desde o início ali, quando ingressamos na gestão em agosto do ano passado, eh, Buscamos fazer uma uma escuta bastante ativa, né, da equipe da Direx, né, para entender aquilo que vem dando certo, todo, valorizando todo o histórico de trabalho, né, das gestões anteriores e o próprio trabalho da equipe técnica que segue aqui, né? Então, fizemos uma escuta, né, um diálogo bastante
atento em algumas reuniões, tentando, né, eh, readequar aí o planejamento num contexto onde atenda as demandas dos campos, né, eh, tenha Coerência com aquilo, eh, com a equipe que nós temos aqui, né, uma equipe bastante inxuta, né, pelo volume de trabalho que temos e frente muitas vezes também ao orçamento. Então, né, frente a essa complexidade de de aspectos que a gente tem que levar em conta aí no planejamento das ações, eh, fizemos, né, essa essa análise, né, e também diálogo com os campos na figura dos coordenadores de extensão, né, mas à frente ali eu vou
destacar, então é Essencial, nós sempre colocamos aqui enquanto equipe que nós precisamos realmente do trabalho conjunto, né, Direx e coordenações de extensão nos campos. a gente sabe muitas vezes também da da rutatividade que existe dentro dessa coordenação, seja qual nomenclatura ela tem, né? Mais cedo eu vi ali no chat algumas discussões, mas sabemos que que existe algumas limitações, eh, rotatividade, então é um trabalho que queremos fazer enquanto Directo, de diálogo contínuo com os coordenadores e sempre ali também buscando o apoio, né? As coordenações de extensão dos campos, elas estão geralmente vinculadas ao DEP, então sempre
em diálogo com o DEP, direção, coordenadores, aí pra gente fortalecer e seguir com êxito, né, nessas ações planejadas e sempre na escuta bastante ativa daquelas que são as demandas dos campos, né? É claro que tanto eu quanto o Mike, hoje o Douglas Que tá aqui na coordenação de extensão na reitoria, a gente vem de campos, então acaba também facilitando algumas leituras, né? né? Mas gostaria de destacar também, eh, aproveitando, né, dizer que essa equipe que hoje tá na Direx, a equipe técnica, que são os servidores da reitoria, né, estão sempre bastante dispostos aí a gente
poder eh aprimorar e avançar. Ah, em relação ali à capacitação, né? Então, eh, vamos desenvolver aí um plano De capacitação dos servidores da Direx, né? Nós temos hoje uma disponibilidade muito boa na própria rede dos IFS, né? E aí quando a gente entra na gestão aqui na reitoria, a gente se depara, né, com com a grandiosidade e com as joias preciosas, né, que temos aí em relação a pessoas, né, disponíveis para capacitar, para fazer trocas. Isso a nível nacional, né? Então a ideia é a gente buscar fazer capacitações da equipe, seja de forma online prioritariamente,
Né, visto que em capacitações presenciais há necessidade de aporte de recursos e somos bastante conscientes, né, quanto essas limitações, mas havendo a fiabilidade, né, eh, promover essas trocas, né, e aí temos aí a previsão de pelo menos uma visita técnica presencial em Instituto Federal, né, Instituto os federais, eh, outros institutos federais, né, que estão abertos aí. E a ideia realmente é avançar nesse plano, né, seja ali no formato de trocas, de Experiência, de áreas que outros institutos avançaram na extensão e que nós ainda não avançamos. Então, a ideia é tentar equilibrar dentro de tudo aquilo
que que a extensão pode e deve trabalhar, né, avançando aí para que a gente eh consiga aproveitar, né, essa essa rede de contatos e essas experiências tão ricas que a gente tem aí Brasil afora, né? Ah, rapidinho, só destacando, né, nós Temos hoje na equipe da Direx nove servidores, né, tem uma em afastamento doutorado, né, sendo aí o Douglas também eh gentilmente cedido aí para o trabalho de gestão conosco ali pelo campo de São Carlos. A outra ação prevista, né, eh, que hoje está em standby e que tá dentro do escopo das atribuições da Direx,
né, são ações de acompanhamento e relacionamento com os egressos do IRFsk, né, eh, vista, né, a gente trabalha tanto pensando, né, A aproximação, o ingresso, a matrícula, né, todo o processo de acompanhamento, êxito, permanência, o ingresso êxito e permanência do estudant estudante enquanto tá vinculado à instituição, mas eh acabamos às vezes perdendo realmente por uma falta de de uma política, né, de uma organização institucional esse contato com o egresso, né, e o egresso ele é uma uma ponte muito especial de contato nosso com a comunidade, né? ele é um pedacinho do IPSK pulviado aí no
Estado, em outros estados aí que que levam, né, a a nossa marca, levam o o resultado do nosso trabalho, né? E nesse processo de relacionamento com o egresso também eh a gente pode buscar e é claro que dentro da PROEX directas, nós temos que fazer um processo de aproximação. Isso já tá acontecendo com setores aí de parcerias, né? pra gente se aproximar também da daqueles que são os empregadores, né, os empregadores aí no mundo do trabalho pra gente poder buscar Essas pontes, né, tanto de aproximação com o egresso quanto aquelas demandas de mercado numa escutativa
daquilo, né, revendo os nossos próprios processos formativos, né, a depender dentro desse formato de de relacionamento. Então, eh, a ideia é fazer um trabalho também integrado, né, a PROE, né, hoje a gente não tem, eh, setor, né, pessoas dedicadas a isso, mas a gente vai destacar, né, alguns colegas, servidores aí pra gente iniciar um trabalho. Então A ideia é formar, claro que daí também, né, no trabalho aí num GT coletivo Reitoria e Multicamps, aí pra gente fazer essa essa proposição de uma política de acompanhamento, né? E interessante, a gente falava mais cedo também, né, dos
observatórios, dos indicadores, eh, né, a ideia também criação de um portal do egresso onde a gente possa fazer essas fontes de contato, né, tanto com quem emprega, quanto quem procura, Quanto, né, pra gente ter essa essa retroalimentação do nosso processo, né, acadêmico formativo dentro do IPS. Pode seguir, Paulo, por favor. Eh, outra outra ação, né, capacitação para servidores. Isso pensando de uma maneira mais ampla no IFSK. Nós tivemos, eu não tenho números agora, não levantei com gestão de pessoas, mas nós tivemos um ingresso muito grande de servidores nos últimos anos, vistos os últimos concursos, né?
E aí muitas vezes a gente Se depara a partir das dúvidas que chegam aqui na Direx, né, com dúvidas muito muito eh básicas, né? que às vezes não não conseguem ser contempladas no processo de ambientação do do servidor quando ele inicia na instituição. Então a ideia é dar uma capacitação, né, no sentido de um letramento em extensão, né, pra gente promover ali o que é a extensão do IPSK, né, o que é extensão a nível nacional, como que a gente tá trabalhando a extensão dentro do IPSK. e Aí desmistificar, né, um pouco dos conceitos ali
e propiciar um diálogo, né, e a ideia dessas capacitações são no formato online dentro de agora a gente não tem mais o Moodle, vai ter RNP, né, no formato de de cursos lá na RNP de maneira contínua, atualizada, né, promovendo encontros híbridos, né, em momentos que a gente eh convida os servidores a fazer essas capacitações de forma remota e marcando alguns encontros ali online síncronos, né, pra gente dar Sequência a esse processo. Eh, e a capacitação, né, não é só apenas para quem iniciou recentemente, né, nós temos aí também muitos extensionistas, né, com um trabalho
de excelência na instituição, é promover também encontros para trocas e e o fortalecimento, né, da extensão que queremos paraa nossa instituição. Outra questão importante, né, nessas trocas aí de experiências, né, fazer essa essa valorização do fazer Extensionista. Então isso tá sendo criada uma agenda, né, que em breve aí a gente vai tá compartilhando. E sempre destaco, né, aos membros do CEP e a comunidade que nos eh nos assiste, que aonte desse contato, né, nós estamos sempre à disposição aqui na na Direx, mas também, né, contactar os seus coordenadores de extensão nos campos aí pra gente
fazer esse trabalho coletivo e integrado, né? A, o sucesso vem, né, dessa integração, Não tenho dúvida. Ah, uma outra ação é o processo de avaliação da curricularização da extensão, né? Nós completamos aí 10 anos da nossa resolução CONSUP de 2016, que é a resolução eh que aborda, né, norteia aí a curricularização da extensão no IPS. Então, passados esses 10 anos, chega um momento, a gente tem aí hoje 92% dos cursos superiores curricularizados e é importante a gente pegar agora, né, E fazer uma avaliação profunda desse de todo esse processo. Então, já foi encaminhado ali no
final do ano passado, tá aberto até final desse mês ali, um formulário ali com algumas questões para a gente fazer a avaliação junto aos coordenadores de de cursos, né? E aí, claro, com apoio dos coordenadores de extensão e aí a partir disso também fazer um processo de capacitação e qualificação das atividades extensionistas, né, no aspecto também da Troca, né, intercampí entre entre os profissionais que os professores, né, toda a equipe aí que que trabalha dentro das unidades curricularizadas. Então, né, novamente aí a ideia, né, que eu friso, que é desse trabalho conjunto, ah, também o
processo que soma, né, aquele edital específico ali, isso resulta também, né, aportar recursos para que essas unidades curriculares, né, possam ser qualificadas. Então, é um trabalho integrado aí de avaliação, Investimento de recursos e capacitação, né, e qualificação das atividades aí por meio de uma agenda. específica. Pode seguir, Paulo, por favor. a também, né, somando eh eh culminando a esse processo, né, aumentar a peridiidade e encontros com os coordenadores de extensão dos campos, né, então fazer de fato, né, a essa aproximação e valorizar esse trabalho Dos coordenadores, fortalecendo e e somando aí eh esse potencial aí
que que nós temos, né, da da nossa atuação. também ali desse esse ano a gente tá tem previsto aí no calendário dos eventos da reitoria o encontro EP, né, que é o encontro de ensino, pesquisa e extensão. Eh, ali, então fazer um momento, um encontro específico com os coordenadores de de extensão, né, também trazendo aí uma proposta de formação durante este evento, tá? Pode seguir, Paulo? Eh, um Outro aspecto também, eh, Mike colocou ali um pouco antes sobre um edital, né, voltado aí a fomento para ações, né, para, perdão, para atividades que vão encontro aí
do desenvolvimento da economia solidária. Hoje nós temos um GT, eh, ele foi instituído inicialmente no início de 2025 e nós retomamos esse GT ali na em outubro do ano passado, setembro do ano passado, né? A principal proposta desse GT ali é realmente fazer a institucionalização Da economia solidária, né, com uma pauta do IFSK e a institucionalização, né, do processo ali que envolve realmente eh o trabalho dentro transversal dentro das unidades curriculares. E o principal produto desse desse GT é inicialmente era a construção de uma política, ainda continua sendo nossa prioridade, mas a gente entendeu que
a gente tinha outros documentos, né, outros processos que teriam que ser Feitos anteriores aí que eh resultam ali com, por exemplo, a IEN, que que dá subsídios ali para a oferta de feiras de economia solidária. Então, no passado a gente trabalhou essa IN, ela foi publicada este ano, né? Aí, além da INLI, ah, em setembro do ano passado, a gente teve aprovação ali num edital da CETEC, que foi promovido pelo IFS, né, Espírito Santo e F Espírito Santo, que é o Sistec nova, né? Então, esse edital ele incentiva a Criação de ambientes de inovação e
de empreendedorismo e de sustentabilidade. E uma das linhas, né, desse edital é o fomento, né, a a outras formas de economia, né, de geração de renda. Aí entra a proposta aí de da estruturação de uma incubadora tecnológica de economia solidária do IBS. Então a gente vem num processo, esse é um GT que tem trabalhado, né, dentro dessa construção, dessas propostas e é um GT hoje formado por aproximadamente 12 campos mais Servidores aqui da Direx, né? Então, eh, a fim dado o trabalho da da IN, né, que como o Mike colocou anteriormente também é um documento
vivo. Então, a partir do momento que vocês começam a operar, a executar as feiras, podem surgir ali algumas lacunas e a gente pede, né, com bastante carinho, que vocês nos sinalizem ali necessidades de atualização em relação à aquela IN. Então, fada in a gente tá no processo agora de construção do regimento da Incubadora tecnológica de economia solidária do Instituto Federal de Santa Catarina. E a e a orientação, o suporte técnico se dá justamente pela equipe que é vinculada aí ao Asistec Nova. Então, a gente tem uma agenda de reuniões, iniciou ali em dezembro e essa
esse assessoramento ele finaliza ali em julho deste ano, né? Então, o nosso produto desse desse trabalho todo é ter esse esse regimento. E aí vocês podem me perguntar, né, como Que vai funcionar essa incubadora? É um espaço físico? É uma estrutura que cada campus vai ter que criar? Não necessariamente, né? Então ele é é a criação de uma metodologia, né? Então, a incubadora tecnológica de economia solidária, ela é uma metodologia e a gente pode trabalhar como uma única incubadora do Ipsk e a ideia é a gente ter núcleos incubados. Então, cada campus que tiver interesse
em ter um núcleo incubado, né, vai poder ter essa Estrutura como responsável ali em cada campus, né, como responsável daquele núcleo incubado. E aí nós teremos ali uma comissão, né, eh, que vai est realmente regulamentada dentro desse regimento, com uma estrutura com participação aí de representações eleitas entre os membros, com representação reitoria, campos, pra gente para que a gente possa seguir nesse trabalho, né? Hoje o IFS que faz muita coisa relacionada e a gente tem Muita oportunidade que a gente acaba perdendo, né, de busca de recursos externos, inscrição em editais que fomentam, como Pronink e
outros editais vinculados a diversos ministérios, né, que trabalham a a temática. E aí geralmente um dos critérios é que a gente tenha uma incubadora, né? Então a gente acaba, né, eh tendo a porta fechada por conta disso, né? Pode seguir, Paulo. Então, da parte aí da PROEX, né? É isso. É claro que tem Muitas muitos outros outras ações, outros planejamentos pensados aí, mas esses são os principais, né, que a gente gostaria de trazer. Aí toma a liberdade, Mike, de fazer a pergunta, né? Se se o pleno tem alguma dúvida, alguma questão que queira eh perguntar,
propor, fiquem bastante à vontade aí pra gente promover esse esse diálogo. Obrigada. >> Estamos à disposição, pessoal. >> Eu só queria fazer um registro, né? Eh, ano passado eu expressei na nossa última Reunião uma preocupação em relação ao edital de fluxo contínuo por conta de um projeto do edital externo aprovado, né, do um edital da CETEC, IFS FSP. E quero registrar minha satisfação de ter tido um pronto atendimento aí pela equipe, especialmente na no papel do Douglas, né, e ver aí agora já essa preocupação de est colocada, né, uma política ser instituída para esse tipo
de de ação e também a solução que foi dada, né, que e não vai fazer com que eu Tenha que recadastrar o projeto depois de 27 de fevereiro, vou conseguir executá-lo até o final de dezembro eh dentro da do edital. Então, eu quero expressar esse meu agradecimento e a satisfação de ver que vocês estão proativamente trabalhando nessas questões. >> Obrigado, Joelma. Sempre é eh ao contrário do que possa parecer num primeiro momento, né? sempre que alguém traz uma sugestão dizer que algo não tá Legal, o contrário do que possa parecer, na verdade é isso que
nos dá elementos para tentar melhorar aquilo que talvez não para todos, mas para alguém que trabalhe com determinativo de iniciativa, né? Às vezes dá para desamarrar algo que não tá legal. Então a gente tá sempre aberto para que essas dificuldades sejam expressadas e a gente possa tentar encontrar saídas. Ah, um detalhe rápido, só complementar essa questão que a Joelma traz, né? Eh, Os editais de fluxo contínuo antes eles tinham uma duração de um ano, né, de execução. Então agora a gente terá ele em dois anos, porque tem projetos que de fato, principalmente quando vem recurso
externo agora, né, nessa nesse novo formato edital e de editais eh de captação de recursos, mas não só antes, com o fluxo contínuo tradicional mesmo, a gente tinha essa limitação. Então, esses projetos ele e e esse edital ele inicia em 26 ele vai até julho de 27. Então ele, né, transita de um ano para outro aí justamente para não gerar essa lacuna ali, daí ele bloqueia o cadastro, né? Mas ali no teu caso ali foi algo bem bem tranquilo ali pra gente resolver, né? Eu acredito que não tenhamos outras manifestações. Ev e Mike. Podemos passar
então paraa própria. Obrigada. >> Então, boa tarde a todos, né? Aqui, como a nossa pró-reitoria, a apresentação Ficou um pouco mais pro final da reunião, tentar ser breve, mas de certa forma as duas pró-reitorias anteriores de ensino e de extensão colaboram pro entendimento, porque de certa forma há esse alinhamento de interesses, né? ou seja, de como a reitoria pode apoiar os campos no desenvolvimento das ações. e dentro da PROP, é isso que nos direciona, né, que nós temos como proposta fortalecer a comunicação e essa comunicação mais no intuito realmente de Uma escuta ativa das necessidades
nos campos, né, fortalecer também as capacitações, porque da mesma forma que apresentado pela PROEX também ocorre na PROP, né, nos nos projetos de pesquisa, em como fazer uma pesquisa com o fomento externo, com apoio de uma empresa, de uma organização. Algumas dessas informações, elas já estão disponíveis em manuais, né, e já estão estruturadas, mas a gente observa que talvez uma proximidade de capacitação e conversa Pode favorecer aos campos, aos servidores, pesquisadores a terem mais tranquilidade de a explicar, né, pro comunidade externa como isso pode ser feito de forma legal, né, dentro do Instituto Federal e
também fortalecer o suporte né? Em que sentido? realmente estruturar os processos dentro da PROP para que a gente consiga dar suporte, particularmente a submissões a fundos de fomentos externos, para que os campos Não fiquem, né, sozinhos ou o coordenador, de certa forma sozinho nessa atividade, que a gente consiga apoiar e favorecer a ampliação, né, de busca de recursos externos por meio de editais, por meio de parcerias, né, né, por meio realmente de mostrar o nosso valor pra comunidade. E nesse sentido, a o dentro das ações da PROP, né, para esse ano, nós queremos reforçar os
canais de comunicação, canais que já existem, mas falando com todos, Conversando, a gente fortalece quais são os canais mais usuais. E aqui, por exemplo, aparece o grupo de WhatsApp, que apesar de não ser institucional dentro da propia, funciona bem, né? é o canal que os coordenadores de pesquisa acabam mais utilizando, mas obviamente fortalecer o e-mail, os sites institucionais com as informações mais atualizadas e aqui os conselhos e comitês, ou seja, deixar claro o que cada conselho e comitê tem o potencial e O dever de atuar e fortalecer, né, o respaldo para essas instituições. Ali tem
os servidores dedicando o seu tempo, como é o caso nosso aqui do CEP. Então é preciso entender que nós, nesse momento de discussão temos, né, o respaldo de tomar algumas decisões. Então isso é importante transmitir para os demais servidores. Como propostas de reuniões, né, com os coordenadores de pesquisa, nós temos uma proposta de reuniões regionais presenciais. Então, de certa Forma, da mesma forma que o Codir dividir em cinco regiões dentro do estado e fazer a cada bimestre uma região, uma reunião presencial do campus, né? Então, por exemplo, né, pega na região norte, no primeiro ano
a gente faz no campus Joinville uma reunião com todos os coordenadores do estado e convida dentro do campus Joinville os campos mais próximos para se deslocarem até Joinville e aí fazer uma reunião presencial regional com os pesquisadores E com os bolsistas daquela região para aí ter uma tranquilidade de estruturar propostas de capacitações com essa oitiva, com essa escuta ativa dos servidores. No próximo ano, quando retornarmos a região norte, aí se escolhe um outro campus e não o campus Joinville. E isso com o passar do tempo, né, a gente acaba visitando todos os campos. Paralelamente a
isso, obviamente, a capacitação da equipe da PROP nesse Apoio dos pontos que vão aparecendo. Aparecer um ponto específico que ainda não estamos prontos para ajudar, a gente capacita a equipe da PROPR para conseguir apoiar os campos. Paulo, por favor, né, como ações e editais, a gente, né, da mesma forma que as outras pró-reitorias, a gente quer, né, manter os editais já consolidados. e lançar novos editais. Aqui tem listas dos editais que comumente a prop. Então, a Ideia é mantê-los. Nós temos os editais de fluxo contínuo que sem normalmente, né, o mesmo ponto colocado pela Joelma
e atendido pela PROEX, nós também já visualizamos na PROP, que são os editais com recursos externos. Nós precisamos ter um canal institucional aonde o servidor possa registrar essa ação. Então nós temos a mesma demanda, né, para fluxo contínuo. Nós temos a chamada integrada que a a o edital do ano passado está atualmente em execução, mas A nova chamada vai ser lançada no próximo mês, em março. Nós temos um outro edital que é da infraestrutura de pesquisa. É um edital lançado em parceria com a FESC. Nós ainda estamos com o edital do ano passado em andamento,
mas vamos fazer um novo lançamento também em março. Nós temos o edital Propd, né? esse edital propid as ações iniciam com os bolsistas agora em março, que foi o edital do ano passado. As ações dos Bolsistas iniciam agora em março e o próximo edital, que é o referente a 2026, está planejado para outubro. Temos também o edital de apoio aos cursos estrito senso, também com lançamento em outubro. a apresentação de trabalhos em eventos, que é aquele método tradicional dividido em quatro períodos, está programado para o lançamento e também os editais de afastamento TAI e docentes,
que a PROP dá o apoio juntamente com a DGP, conforme é o costume. Então esse é Um planejamento das ações de certa forma já consolidadas que nós vamos aprimorando, né, esse lançamento. Por favor, Paulo. Ah, aqui um pouco das ações, né, que de certa forma é novas, né, ou seja, o que que a gente pretende, né, trazer de novo, né, para esse ano é criar o regulamento da comissão de ética no uso de animais. Então, surgiu essa necessidade com base em algumas pesquisas que envolviam animais, ou seja, né, a quem avaliou, os avaliadores Daqu sinalizaram
que pesquisas pontuais precisavam passar por esse comissão de ética. Nós ainda não temos essa comissão de ética no IFIS, então a ideia é que nós consigamos implementar durante esse ano. Já estamos em conversa e agradecemos ao IFC, professor Nathan do IFC de Santa Rosa está nos apoiando. Então, acreditamos que em breve a gente já tenha condições, né, de fazer esse informe pra rede. Nós também estamos, né, queremos mapear as necessidades para O lançamento de um programa MTER e DINTER. Então, inicialmente, o primeiro passo é fazer esse mapeamento de necessidades com apoio da PRODIN, pra gente
entender qual que é a área que mais atenderia servidores, aonde é a principal demanda pro lançamento do programa MTER e Dinter. Queremos também avançar nos debates sobre a curricularização da pesquisa. Esse é um debate que iniciou, né? Nós queremos dar continuidade e avançar para quem sabe Esse ano ou senão no início do ano que vem fazer efetivamente a curricularização da pesquisa. boa parte do desse passo, né, pontualmente a curricularização da pesquisa tem um ponto, né, relacionado a PROP, que é o SIGA, né, o cadastro de projetos dentro do SIGA para pesquisa, ele tá um pouco
atrás e isso, de certa forma cria uma atividade manual muito grande. Então ele tem que, de certa forma, caminhar junto a possibilidade de Registrar via sistema com a ampliação do número de projetos de pesquisa, que é o que a gente busca. Outro ponto importante, a gente fortalecer e ampliar o uso da plataforma integra, né? Nós temos como outra proposta a Estela Expert, que é uma plataforma paga, né? Mas nós queremos fazer uma avaliação do uso da plataforma Integra para um uso mais assertivo e completo dentro dos projetos de pesquisa, grupos de pesquisa e tudo que
Dentro da pesquisa o IFSK pode oferecer. A plataforma é bem completa, a gente quer fazer uma análise dela, inclusive é uma plataforma que é defendida pela CETEC, que seja de uso das instituições. Então nós queremos durante esse ano, né, fazer uma avaliação mais concisa da plataforma e fazer uma adoção dela de forma mais robusta. Estamos avaliando também a possibilidade da criação do cartão pesquisador, né, que vai ser um ponto interessante. Hoje Os projetos eles acabam sendo a transferência de recurso paraa conta pessoal do pesquisador, do servidor, né? A ideia é que com essa proposta do
cartão servidor, a gente consiga, de certa forma dar uma tranquilidade maior ao pesquisador no uso dos recursos financeiros. Também queremos fazer um fortalecimento do grupo dos grupos de pesquisa. Nós temos atualmente o edital que faz o catálogo desses grupos e nessas ações de catalogar os grupos de Pesquisa, várias demandas chegaram, como, por exemplo, como os grupos de pesquisa podem apresentar as informações e trabalhos desenvolvidos. E para isso a gente vai atuar, né, e conversar com os grupos de pesquisa para definir uma proposta de página, como apresentar, porque são vários canais aonde essas informações aparecem. Nós
temos o próprio CNPq, que apresenta o grupo de pesquisa, nós temos dentro do site institucional, nós temos dentro do Portal servidor, nós temos dentro da plataforma Integra e alguns grupos de pesquisa tite próprio. Então a ideia é uniformizar essas informações para que a instituição tenha a mesma linha de onde essas informações estão apresentadas. Então, queremos atuar com isso nos grupos de pesquisa. E da mesma forma com como as outras pró-reitorias sinalizaram, né, fortaleceu o uso de dados institucionais aí com o uso, né, de dashboards, de Painéis de dados. Uma questão interessante e vinculado também aos
projetos com financiamento externos, né, é de certa forma favorecer a que todos tenham informação clara e transparente dos projetos de pesquisas oferecidos pelo IFSK. Hoje essas informações existem, né? Parte delas estão, né, trabalhadas dentro da diretoria de pesquisa quando se trata de editais internos. Nós temos alguns projetos de pesquisa que são tratados com o polo de Inovação, outras com a chefia de departamento de inovação, tem alguns com a FESC. Ess elas existem, mas elas não estão consolidadas na mesma plataforma. Então, o que a gente busca é uma alternativa de colocar todas as informações de pesquisas
institucionais dentro do mesmo site, né, dentro da mesma painel para que todos tenham essa informação. Essa também é uma demanda, né, vinda na CETEC, inclusive com a solicitação de micrados de pesquisa para Que tenham na mesma ideia da plataforma Nilo Pessanha uma plataforma de pesquisa, mas é importante que a gente tenha também esse painel dentro do IFSK. Por favor, Paul. H, um pouco relacionado à Coordenadoria de publicações, nós temos a manter, né, a criar diretorias, as diretrizes editoriais para os periódicos do IFSK. Então, criar um GT para fazer essa definição é uma proposta para esse
ano. Nós queremos fazer a formação dos Editores, das revistas do IFSK, né, em editoria científica, em especial aqueles cursos vinculados à ABEC do Brasil. Então são cursos, né, aí puxado pelo professor Eli, que deram muito certo no ano passado, teve uma demanda crescente e a gente quer buscar ações contínuas para que a divulgação realmente dos nossos resultados de pesquisas estejam de certa forma mais consolidados. Queríamos, queremos ampliar o nosso apoio às revistas, né, mantendo o fluxo Editorial. algumas vezes, né, esse fluxo editorial ele passa pelos campos e, obviamente, pela rotina dentro do campus, acaba tendo
eventuais atrasos de publicação. E a gente sabe que a publicação dentro do prazo, ainda mais, né, hoje em dia com a internet, como girar rápido, isso é extremamente importante. Então a ideia é que a Coordenadoria de Publicações dê esse apoio, né, auxiliando os campos para que a gente mantenha esse fluxo de Publicações. A ideia nossa também é manter contratos já vigentes, né, da tanto da ABEC quanto com a CBL para manter ali o registro DOI e o ISBN, né, então manter essas ações e manteremos também a série de diálogos acadêmicos. aí, obviamente, alimentado essas ações
de capacitação, né, frente às nossas conversas que nós vamos ter com os campos. Então, essas conversas regionais vão alimentar essas sessões de capacitações para os diálogos Acadêmicos. Por favor, Paulo. Aqui mais voltada paraa chefia departamento de inovação, nós temos ações para esse ano. Uma é o desenvolvimento dos trabalhos do edital Asistec Inova. É uma contemplação que o IFSK teve juntamente com a ação mencionada pela Evelize. o caso aqui da chefia departamento, a implementação dos escritórios locais de inovação, que vai ser uma estratégia muito interessante montada pela pelo departamento de você Nós conseguimos implementar localmente um
escritório de projeto em cada campus. Esse escritório, o escritório de projetos quando se fala, né, nesses termos, tem várias formas de se entender, né? Então, brevemente vai ser uma equipe dentro do campus que vai ter a vai ter a formação, vai ser capacitada pela PR e vai ser preparada para dar a assistência dentro do campus paraa captação de recurso. Se uma, né, um pesquisador Tem dificuldade de entender quais são os passos para se formalizar uma parceria de pesquisa com um ente externo, seja a prefeitura, seja uma empresa, seja uma organização, é esse escritório de projeto
que vai dar o apoio local para essas informações. Então, tá se buscando recurso para fortalecer essa estrutura, mas é uma ação, né, que a gente busca já implementar em 2026. Nós temos também já eh em conversas e efetivamente já com o SEBRAI o desafio IFSK de ideias Inovadoras. Então, já está sendo feito esse convênio, né, em negociação com essa parceria com o SEBRAI para os próximos 3 anos. é uma proposta muito boa que já vem dando deu resultados anteriormente com projetos muito legais. Então a ideia é trazer novamente, mas agora com uma força do Sebrai
para impulsionar, né, esse esse desafio. Já está sendo articulado também a proposta do startup IFISK, né? é uma ação de inovação que vai ser Implementada no CPI desse ano. Então, já tá sendo feita a estruturação, o calendário e já vai estar, né, dentro do regulamento para que as os servidores entendam como participar dessa ação de startup, que é, né, uma uma movimentação muito grande nos últimos anos, que é relacionado a como criar, né, como ser um empreendedor, como criar uma ideia nova. Então, é dentro de um de um, como é que eu vou dizer assim,
em alguns dias dentro do CPI, como que esse grupo vai Desenvolver essa ideia nova e defender. Então, isso é um pouco da ideia do que que seria esse startupsk. Tá sendo também montado um GT de para estudo e estruturação de como deve ser feita a prestação de serviços especializados. Esse é uma linha do que vinham os laboratórios, né? Quem lembra prestação de serviços, né? Você faria, fazia o cadastro do laboratório para prestação de serviços. Então, a ideia é aprofundar um pouco mais nos quesitos Legais da viabilidade dessas ações. E para isso esse GT vai estruturar
essas ações para como o IFS, que de forma bem tranquila, né, e transparente, pode fazer a prestação de serviços especializados. E por fim, temos também um projeto de aceleração da política de inovação. E essa é uma uma estruturação conjunta, né, que busca realmente estruturar os processos para articulação do IFSK com Os ecossistemas locais de inovação. Ele, de certa forma, ele cria um vínculo com os escritórios locais de inovação, mas a proposta dentro de desse projeto de aceleração da política de inovação é você criar realmente uma estrutura transparente e clara para onde os servidores podem, né,
caminhar dentro da pesquisa. Ou seja, como que eu vou evoluindo como pesquisador dentro dessas ações e como é possível dentro da minha atuação como servidor no Instituto Federal, dedicação exclusiva, né, comoor, como que eu posso interagir com a comunidade, como que eu posso interagir com os ecossistemas locais de inovação. Então, a ideia é desmistificar e essa questão, colocar dentro, né, trazer para dentro dos campos o que legalmente já é possível, mas em forma mais tranquila e por capacitações pelo escritório locais de projeto e pelas reuniões que a gente faz, né, regionalmente dentro, né, da das
cinco Microrregiões que a gente assim divide o estado. Então, Paulo, por favor, e para isso, né, é, este é o orçamentos, né, só a questão de trazer as informações do PAT, né, com recursos próprios, a PROP tem 893.157. Dentro do propós também temos a ação do da 2994 nas bolsas, né? E aqui total de orçamento. E dá para se observar que eu puxei o mesmo formato da PROEX aqui é prop, né? Nós temos aqui 1.139.557, que da mesma forma, né, que os campos Também passam por isso e as outras pró-reitorias também, não é um orçamento
suficiente pra gente desempenhar todas as ações, né? Então, por isso que a gente busca estratégias externas de captação de recurso e ampliar e essa montante de recurso. Um exemplo disso é, né, a nossa submissão e contemplação com o edital FNEP, né, onde nós conquistamos 1,9 milhões paraa manutenção dos equipamentos de pesquisa. Então, o nosso objetivo, né, quando eu trago esse Montante relacionado ao orçamento, é realmente focar na questão de que nós precisamos andar nos campos, conversar com os pesquisadores, com os grupos de pesquisa e auxiliar, desmistificar, né, ou tirar de certa forma um receio de
submissão e participação em editais que buscam recursos externos. porque realmente é ali que a gente precisa atuar e conseguir dar condições melhores para realização de projetos de pesquisas institucionais, né? Então era mais ou Menos isso que tinha tinha, né, para apresentar as propostas de ações da PROP para 2026 e fico aberto, né, se eventualmente alguém tem alguma dúvida ou sugestão. >> Henri, tem uma dúvida da Silvana no chat sobre os serviços especializados. >> Ah, perfeito, Silvana, Silvana, desculpa. Ô, ô, Silvana, o tá é permitido dentro, né, da lei de inovação que o que os que
o IFSK faça prestação de serviços especializados. A Caracterização do serviço especializado, ele é entendido como um serviço técnico especializado, como que eu posso traduzir? Ou seja, que não seja algo simples de ser realizado por um ente externo, né? ou seja, uma empresa externa, não é um, em outras palavras, ele cria uma distinção que não é um serviço comum, não é um serviço que você pode encontrar numa prateleira, não é um serviço que você pode tranquilamente, né, fazer a uma solicitação uma empresa E ela atenderá. é um serviço que precisa de um conhecimento aprofundado, que nós
temos vários de doutores, né? talvez equipamentos institucionais que não são comuns dentro do nacionalmente ou dentro do estado que precisam de alguém realmente especializado naquele assunto para entregar aquele resultado. E isso às vezes se traduz em não repetibilidade das ações, ou seja, são resultados realmente especializados e na maior alguma, né, ou particularmente não há Repetibilidade dessa ação, tá? O que se busca e o que hoje não se tem é uma tranquilidade documental e essa transparência, ou seja, o que vai ser feito e como vai ser caracterizado, o que que é serviço especializado e o que
que é prestação de serviço comum. Então a gente precisa, né, deixar mais transparente essa divisão, né, o que que é o, né, o que que seria o serviço comum? é aquele serviço que qualquer parte externa, né, por exemplo, montar Um quadro elétrico, né, dentro da área de engenharia, que eu sou engenheiro, talvez seja mais fácil para mim explicar, eh montar um quadro elétrico acaba sendo um serviço comum, né? Várias pessoas atuam com quadros elétricos, você pode solicitar uma empresa, mas quem sabe fazer uma análise térmica do funcionamento de um dispositivo para ver o por que
ele tá falhando seja uma serviço especializado, né? Então, hoje é possível fazer isso legalmente, é Possível que o IFK atue nessas tanto numa frente quanto em outra, o que a gente precisa de mecanismos legais e fluxos internos para que dê tranquilidade aos servidores a fazerem essa atuação. É isso que a gente busca. Não sei se expliquei. Uma uma empresa, uma instituição, sei lá, eles procurariam o IFSK para ofertar desse serviço? >> Pode procurar, Silvana, tá? Não há hoje não há problemas legais nessa questão, Né? Ou seja, o IFSK pode estar de portas abertas e pode
fazer essa atuação. Inclusive, os servidores hoje dentro de um limite de carga horária, né? acho que são 400 horas, 460 horas, agora não lembro o valor exato, mas dá 8 horas por semana, eles já podem fazer fora da jornada de trabalho, né, fazendo nota fiscal, recolhendo imposto, ou seja, fora do IFSK, mas institucionalmente legalizado. Então, pode ser feito. E serviços especializados podem inclusive Serem feitos com o IFSK, tá? Então isso é permitido. O que a gente precisa é deixar transparente e que todos tenham entendimento de qual é o fluxo, quais são os critérios e quais
são as responsabilidades tanto do pesquisador, quanto da instituição, quanto da empresa. E é isso que a gente precisa deixar mais transparente e o que a gente busca fazer durante esse ano de 2026. Então tá, obrigado. >> Obrigada, Henry. Eu não >> eu não registro nenhuma outra manifestação. >> Então queria agradecer os colegas, né, o Henry, a Ev e o Mike, que apresentaram os planejamentos das suas pró-reitorias. a gente encerrou os pontos de pauta paraa reunião de hoje. Então, eu gostaria de agradecer a presença de cada um de vocês, agradecer todas as colaborações, né, que qualificam
o trabalho do CEP e nós nos vemos na Reunião da semana que vem, da semana que vem, do mês que vem, né? Então, desejo um excelente semestre letivo a todos os trabalhadores da educação, todos os estudantes da comunidade, todos os gestores, para que a gente consiga dia a dia, né, aprimorar todos os processos relacionados especialmente ao ensino, pesquisa, extensão, que é o que nos toca aqui, né, nesse colegiado. Então, grande abraço para vocês.