esta apresentação trata dos comentários aos temas da primeira instrução de companheiro Maçon os temas que iremos comentar nesta apresentação são sobre a primeira instrução de companheiro Maçon e estão relacionados no slide a moral a filosofia Maçônica sua definição e significado vamos abordar também as cinco viagens e os instrumentos utilizados nessas viagens como máo e o cinzel na primeira viagem a régua e o compasso na segunda viagem a alavanca na terceira viagem o esquadro na quarta viagem e a quinta viagem que normalmente aparece sem instrumentos ou ou em alguns ritos com a espada no peito vamos
falar também sobre as chaves da ciência geométrica e o trabalho do Espírito as virtudes de um companheiro justiça e verdade atividade Estudo e trabalho a filosofia do viver para trabalhar a solidariedade e os princípios de liberdade com igualdade que os companheiros devem desenvolver após passar pela coluna do Norte o obreiro agora na coluna do Sul busca desenvolver novos talentos e novas faculdades dentro de uma moral mais elevada na busca da verdadeira solidariedade e Do companheirismo que deve reger a todos os membros da ordem Maçônica portanto sua identidade com relação à igualdade com os próprios companheiros
de arte é muito importante haja visto que o seu símbolo maior agora é o prumo enquanto aprendiz seu símbolo era o nível assim elementos como a liberdade com responsabilidade enquanto aprendiz devem agora ser ampliadas com os princípios de igualdade como companheiro assim como no caso dos aprendizes se libertaram do julgo dos Vícios e dos erros simbolizado pelo prumo no trabalho de suas emoções e de seus sentimentos cabe agora ao companheiro elevar-se em si mesmo procurando aprumar sua inteligência e pensamento como o fez com as emoções e sentimentos que trabalhou no grau de aprendiz tal moral
elevada vai levar efetivamente a verdadeira transformação interior que é o grande propósito de deste grau a filosofia Maçônica neste momento do grau de companheiro é o trabalhar profundamente em si mesmo para não só melhorar a si próprio mas também para melhorar o todo em que vive e e colaborar com os seus obreiros e companheiros de loja O Aprendiz agora para chegar ao grau de companheiro passa pela cerimônia de elevação aonde é submetido a cinco viagens Tais viagens estão relacionadas aos cinco sentidos e as cinco principais faculdades do ser humano ou seja do pensamento da consciência
da Inteligência da vontade e do livre arbítrio Tais viagens ocorrem entre ocidente e Oriente no templo maçônico ou seja entre o mundo concreto da realidade objetiva e o mundo abstrato dos princípios e das causas passando por regiões obscuras como a dos erros do Norte aonde os vícios e as virtudes têm que ser trabalhadas para buscar a iluminação dos conhecimentos da coluna do Sul pelas diversas viagens e para tal tal o companheiro carrega consigo instrumentos como máo cinzel a régua e compasso a régua Avan carreg e o esquadro e no último nenhum instrumento mais sim a
sua própria inteligência dessa maneira iremos analisar o significado dessas viagens e esses instrumentos na sua forma simbólica ou metafísica como auxiliam o companheiro na busca exatamente das suas conquistas individuais neste grau o os instrumentos que o companheiro carrega nas suas viagens têm evidentemente seu significados metafísicos que passaremos a observar na primeira viagem Portanto o companheiro carrega O maço e o cinzel instrumentos conhecidos já no grau de aprendiz porém agora com uma ênfase muito maior no sentido da vontade e da determinação da busca do do seu domínio interior já na segunda viagem é utilizada a régua
e o compasso e a régua e o compasso como elementos de medição do mundo real e concreto estão relacionados ao efetivo conhecimento da geometria ou da medida da terra ou das medidas especificamente então assim nessa viagem o companheiro Carrega carrega esses instrumentos mostrando que agora ele deve concentrar os seus esforços na busca da medida em do mundo real e concreto na busca de um conhecimento maior sobre o seu o mundo que o rodeia veja que curiosamente a régua né mede retas enquanto que o compasso produz e mede círculos portanto a régua como elemento de retidão
mostrando o efetivo exercício da justiça e da perfeição assim como o círculo representa a sua devida área de ação que deve ser feita de maneira sábia na terceira viagem é utilizado a régua e também a alavanca a entrada da alavanca nesse sentido agora mostra o foco da força de vontade que a inteligência que deve ser utilizada para se elevar às matérias mais pesadas ou seja através da alavanca o homem tem a condição de eh levantar o mundo podemos assim dizer e levantar e conquistar novos desafios e conquistar novas novos aprendizados na quarta viagem a alavanca
é substituída pelo esquadro e assim nós temos novamente um outro símbolo do esquadro que é da precisão né do ângulo reto dos 90º fixos vem agora do quê da precisão das suas escolhas e que sejam escolhas harmoniosas sejam escolhas que eh não só privilegi a si próprio mas também aos outros e ao próprio ambiente aonde ele trabalha a quinta viagem é realizada sem um instrumento porém utilizando apenas a sua inteligência na busca exatamente da Conquista desses novos estágios em alguns ritos É nesse momento utilizado uma espada ao peito como a exemplificar de que é importante
que ele também utilize a inteligência e o foco e entendendo Quais são os seus valores interiores os valores do coração cabe portanto ao companheiro adentrar ao estudo da Ciência geométrica para o maior conhecimento dos mistérios da natureza e do próprio homem vemos que já desde a época pitagórica a importância do estudo básico dos números aonde o estudo do número TRS e número 4 que o próprio companheiro carrega em seu avental no simbolismo do Triângulo sobre o quadrado ou sobre o retângulo nós vemos a figura né da da teoria pitagórica Aonde a chave do trê do
qu com o número C nos dá o ângulo reto para as grandes construções que todos os mestres da da antiguidade utilizavam Além disso O Segredo da da daser as que são produzidas através da formação da sessão Áurea e essa sessão Áurea que nos dá a chave da grande espiral ou da forma geométrica de que está presente em todos os elementos do universo seja do do micro ao Macro nós vemos a presença dessa espiral como a assinatura do grande arquiteto do universo em todos os seus elementos e tal chave ela sai e ela está presente no
pentagrama ou também no próprio Pentágono aonde através símbolo máximo também dos pitagóricos aonde através dos eh elementos geométricos do Pentágono nós vemos que eh nós temos a presença a formação da espiral nas várias medidas de seus lados e seus segmentos dessa maneira cabe ao companheiro iniciar Esse estudo da Ciência geométrica sagrada para para realizar Exatamente esse trabalho do Espírito começar a entender como que a Maçonaria Operativa Sagrada mostra que a natureza e o universo possui a marca e a mão do grande arquiteto do universo em todos os seus elementos continua sendo de vital importância o
trabalho individual e interno do Companheiro também neste grau ou seja virtudes como a justiça e a verdade a atividade constante o estudo e o trabalho a filosofia do viver para trabalhar muito própria da Maçonaria a busca da Solidariedade e da Liberdade com igualdade ou seja seja buscar realmente realizar um ideal superior não só para si mas também para seu semelhantes num trabalho de servir ao próximo servir a humanidade desenvolver um trabalho útil que seja não só para si mas como também para os demais se tornar efetivamente um Construtor e um sacerdote de seu próprio templo
ideal um obreiro da Liberdade nessa essa grande obra do grande arquiteto do universo e ser um grande promotor da Igualdade meritória somos todos iguais a partir do momento que merecemos e que temos mérito para tal ser portanto um cooperador voluntário na grande obra social agora como companheiro não há mais a necessidade de aguardar e esperar os comandos dos Mestres para que possa realizar algo e sim começar a iniciar a SE fazer presente a desenvolver os seus talentos no sentido de ser um cooperador voluntário de apresentar-se oferecer-se para os trabalhos em sua loja como em sua
própria sociedade portanto fazer do trabalho a sua verdadeira religião portanto é chegado o momento de como companheiro ou seja como um membro da loja mais adiantado procurar expressar os seus verdadeiros talentos procurar manifestar os seus talentos interiores no desejo íntimo de cooperar com a própria loja assim como seus membros como sua própria família enfim com a sociedade em geral e buscar efetivamente as oportunidades de servir que sempre nos são apresentadas em nossas vidas e que nos proporcionam momentos de efetiva cooperação voluntária e que trazem uma grande realização interior Afinal o companheiro é aquele que faz
companhia que acompanha que está junto que participa e deve portanto desenvolver a forte vontade de ser útil e de se apresentar voluntário em todas as ocas que entender poder cooperar assim terminamos os comentários de uma primeira instrução de companheiro Maçon até a próxima apresentação