Meu Deus, gente. André, olha isso, cara. Não é impressionante.
Não tá passando mal. Que foi? Mano, sabe?
A minha irmã faleceu, mas minha irmã tinha fal de ar, sabe? Minha irmã tinha bronquite, tinha. Aí essa frase, cara, posso acender a luz?
É, mano, é desespero de gente que assusta sem sem essa noite na KBC caçadores de fantasmas, você vai acompanhar a parte mais intensa e chocante da investigação noturna nesse hospital que está desativado há muitos anos. Mas como vocês já viram, ainda há alguns maquinários, como aquela máquina de raio X, lembrando que é um lugar marcado por perdas, onde no passado diversas pessoas faleceram em decorrência da pandemia. Hoje o local é conhecido pela forte atividade sobrenatural e o que encontramos lá pode te surpreender.
Família, novidade, camisa da cabece, a primeira estampa, né, J? Iss aí já tá aqui, pessoal, vem muita coisa bacana para vocês. Vocês pediram estão aqui na descrição, vocês vão estar conversando com a Silmara lá, nossa parceira.
Se você também gosta de camisas de outras estampas, se você tem algum projeto, converse com ela. Vai tá aqui na descrição o zap, pessoal. Esse zap é exclusivo para as compras das camisas oficiais da cabeceira.
Você quiser conversar com ela sobre outros produtos ligado a camisas, estampas, já adquira a sua, beleza? Não esqueça, você comprou a camisa, você já manda uma fotinha, né, Joe? Isso aí que a gente vai estar postando, porque vem muita estampa diferente, muita coisa legal.
Então, a pedido de vocês, já estão aí as camisas oficiais da cabeceira, coisa mais linda, tá aqui na descrição, chama Silara, chama no zap e ó, vamos que vamos. Nesta investigação, fomos a convite do grupo Exploradores de [música] Jacareí e tivemos apoio do Juan Sales. Os canais deles, assim como seus projetos individuais, estão todos aqui na descrição do vídeo.
Vale muito a pena conhecer e se inscrever. O canal Exploradores de Jacareí, liderado pelo André, está se destacando bastante no YouTube devido à equipe cativante e profissional. Até agora fomos desbravando cada setor desse hospital desativado e percebemos algo impressionante.
Cada área apresenta manifestações diferentes e cada uma mais assustadora que a outra. Nosso anfitrião nesse hospital é o Donizete, que além de morar no lugar, ele toma conta. Escutem agora o seu relato assustador.
Ele nos contou tudo que ele já presenciou de assustador nesse hospital. Fala pra galera aí. Aqui tem tinha muita e aqui não tem tá tendo muita e manifestação.
Eh, inclusive eu dormia nesse espaço que tá aqui, eh, que tinha uma cama e então eu aproveitava para vigiar que eu sou vigilante aqui, tomo conta do prédio. Esse prédio aqui, eles tem muita assim manifestação como o de um leão que andava no corredor rugindo, mas como eu sei que não existe leão aqui, né? Aí eu fiquei tranquilo, mas o cabelo tava arrepiando tudo, quase paralisado.
Eu deitado na minha cama ali. Senhor escutava um som parecia um leão. Isso.
Rogindo igual um leão. E aquele outro, aquele outro relato que você você contou pra gente, ô Donizete, do do carrinho que você ouvia andando sozinho aí. Então, do carrinho.
É que o carrinho fica lá na outra sessão lá na ponta que era uma sala e tem uma sala de atendimento que é enfermaria. O carrinho dava a impressão que o carrinho tava rodando no corredor. Aí eu peguei o carrinho para não acontecer mais.
Eu coloquei o carrinho mais para cá. Fiquei olhando. Aí não aconteceu mais.
É, não aconteceu nada. Aquela sala ali também tem um relato aí que seu amigo presenciou ali, não foi? Tem um rapaz que veio aqui, um colega meu que é vizinho, eh presenciou um homem também.
Esse relato até me deixou minha amiga assim cabuloso, porque não tem pessoas aqui, né? Não tinha como entrar pessoas nesse local. Aí ele passou até mal, até chegou até quase cair puxando por causa que ele viu.
Era coisa de outra outra dimensão, eu dizer assim, senor Donizete, vultos muito. O senhor já viu muitos vultos? Sim.
Vozes. O que que o senhor pode contar para nós sobre isso? Você tem muita manifestação de espírito, né?
Espírito assim que que possa eh atormentar as pessoas. Senhor já escutou chamando o senhor já aqui na porta pessoa me chamando. Só que eu não eu sei que não é pessoas que me me conhecem, que me chamam.
E gritos e lamentos pelos corredores. Você já escutou? Tem isso aí.
Tem pessoas andando no corredor. Andava no corredor. Andava, não, anda no corredor.
E também pessoas conversando, voltam, passando. Esses desses três meses para cá teve muito. O senhor também tinha relatado pra gente que o senhor tinha visto as portas abrindo.
É, as portas abrem também, só que ela você não vê a porta aberta, é só escutar. É mais, é áudio. André, detalhe, né?
Aqui não tem ventilação nenhuma. Isso aí não pode nem brincar, né mesmo jor que tem uma brisa, algo do tipo, que mano o ar parado. Que a porta abre essa porta.
Mata ali a porta aí. Essa porta aí abre. Já abriu acho que umas duas vezes e ela arrasta no chão porque dá para perceber que foi aberta, mas não tinha ninguém, não tinha ninguém abrindo a porta.
Eu até mesmo tava no fundo, eu vim, vim para cá. Se não tinha alguém entrando e não era e a porta tava normal para fechar. Aquelas portas lá que eu fechei que tava aberta, eu fecho ela porque elas batem.
Quando tá aberta elas batem, entendeu? E não tenho ventilação para tá batendo. Não tenho animal, ten um gatinho.
Meu gatinho só fica perto de mim. Mas o que você vai ver agora foi, sem dúvida, o momento mais forte de toda a noite. Uma experiência que mexeu profundamente com André, dos exploradores de Jacareí e com João Paulo da KC.
Momentos intensos, carregados de emoção, onde ambos relataram sentir uma energia pesada e extremamente triste, como se as histórias das pessoas que ali faleceram ainda ecoassem pelos corredores. Agora, sem mais demora, prepare-se, acompanhe mais esse capítulo dessa investigação impressionante. E lembre-se, as primeiras partes já estão disponíveis na descrição.
Não deixe de assistir, deixe o seu like, compartilhe com mais pessoas e ajude essa investigação a alcançar ainda mais gente aqui no YouTube. E claro, não se esqueça de se inscrever também no canal dos nossos colaboradores, família. Então, e vamos começar aqui.
André Joarez. Pessoal, chegou mais dois amigos aí do nosso anfitrião. Eles vão est, né, J?
É, por trás das câmeras estão o Juan tá aqui também. Então, se vocês escutarem alguém, escutar passo junto com o Joe, é o nosso anfitrião, mais dois amigos. Então, total tem mais, tem três pessoas aí que tá acompanhando a gente.
Beleza, né? Ô, mais uma vez, nós passamos por aqui. Já fizemos exame aqui do próprio C19.
É mesmo. Quando funcionou, eu passei aqui, fiz uma cirurgia aqui. O Jor fez exame aqui.
Já passamos por aqui. Quando funcionou? Maria leites só leites zoado, né, cara?
Só leites marinha é leites, né? K ó o K2, mano. Bem nesse lugarzinho aqui, ó.
Olha, você viu aquela hora? Parado. Travou.
Aí, ó. Chega na posição de trava, né? Aqui eu acho que uns 3/4 ou três eh três leites, né?
Três leites. É, ou dois, na verdade, que tem um aqui, né? E outro aí.
Es esse meio aqui, esse aqui dois leitos só, no caso é cada que tem esse sistema é um leito, né? É, entendi, né? Aspirador pessoal precisou, né?
Muita gente precisou, maioria, né? Precisar. É o que a gente falou, né, cara?
A gente tava comentando aquela hora, né? A gente não tem pouco tempo. Ó, J, você viu isso?
Caramba, acho que foi atrás de você. Você passou, você pegou, Joh? Uhum.
Não feito vermelho assim, ó. Que eu passei por que você andou quarto, né? Mais aqui era três.
Três só. Três L. 3/4 tr é três.
Não, três. Três L. Três 1 2 3.
Aí, pessoal, ó. Chegou aqui. Eu vou até vou deixar até o dele de Jir, ó.
Só porque ele vai deixar lá, ó. É sempre aqui, cara. Você quer colocar o Zete?
Como é que tava aqui a mulher que você falou? El tava desse jeito com a criança do lado reclamando da vida, como se tivesse passando mal, com as demoras que tem. Aí aconteceu o quê?
Aí tinha um homem aqui também, ele falou assim: "Não se acalma, você está se apavorada". Se para lá da parede sendo que não tem porta. O banheiro é aquele essa parte.
Entendi. Am. É isso.
Essa parte que tão que você é. E a mulher fica aqui. Ela fica aqui.
Esse p aqui é sempre aqui. Não sei se que eu tô, né? Sei lá.
Fez um barulho. Foi para cá. Dá duas bolinhas.
Já fez um barulho aqui já. Trás do ru aqui. Ver aquela hora que eu tava com o celular aqui.
Uhum. Ó, ó, ó, ó. Escutou, né?
Louco. Pô, põe uma ali depois do vidro lá, por favor. Aqui é escolhe o lugar.
Aí mesmo, pode ser. Ó, mais uma vez eu tô puxando uma comunicação aqui. Há uma mulher aqui com a gente, por gentileza.
E a criança, ó, essa bolinha aqui, ó, ela acende. Se você rolar ela para mim, eu deixo ela aqui para você. Se houver outras presenças aqui, pode se comunicar com a gente.
Se sua vida foi ceifada por um vírus que levou realmente bastante pessoas. Se você trabalhou aqui, né, João? Deu um estalo bem pertinho do Juan aqui.
Cima, cima do R. É, fez tec bem forte. É, não.
Foi, foi em cima do R aqui. Pode continuar. Po, continuar.
Puxa aí, ó. Puxa aí, R. Posso posso perguntar se a alguém aqui, será que você poderia de novo mexer na porta pra gente abrir a porta, usar as suas energias para abrir ou bater alguma porta aqui?
Não precisa ser essa, mas uma desse hospital aqui, ó. Lá. Obrigado.
Obrigado. Ó, João, bateu mesmo. Bateu bem forte.
Ó lá, ó lá, ó lá. Aqui, ó. Oi.
Você quer que a gente vá para lá? Corredor. Caraca, mano.
Deu maor tontura aqui, velho. Oi. Deu maor tontura, velho.
Parece que alguma coisa passou por mim. Por que que você é? Por que que você é?
Por que que você Por que que você Oi? Deu estrala. Escutou, né?
Mano, parece que fama dentro da porta. Tec te continua. F por que que você tá ficando aí dentro?
Tem impressão? Minha essa maçaneta aqui baixou. Você quer que eu abra a porta para você novamente?
Oi, respond. Oiete tá falando aqui, João, pro lado do corredor que tá que tá a máquina lá que a gente fez. Respondeu o quê?
Vou. Vou. Caraca, velho.
Louco. Caraca, mano. Você quer que abra?
Então, se eu chegar, pode ser que ele toque, mas depois a gente vai ver. Mano, ah, mano, você escutou, velho? Vocês vocês ouviram, né, mano?
[ __ ] mano. Olha, não, eu tô eu tô feliz porque nós pegamos, pegamos, mano. Pegamos.
Caraca, velho. Que que foi? Pegamos, mano.
Chor! Uh! Chorando, mano.
Mano, mano. Nossa, sofrimento é mano. Sofrimento aí.
Obrigado. Isso que eu tô falando, entendeu? Tô parado, ó.
Aí, ó. Aí, ó. Pronto.
Por que que você tá chorando? Eu posso te ajudar, ó. Tá, tá aqui, tá, tá pesando aqui, cara.
Tá pesando aqui de mim aqui. Calma, calma, André. Pesando aqui.
Nós estamos bem impressionados. Isso. Tá bom.
Te agradeço. Meu Deus, gente. André, olha.
Olha isso, cara. Não, é impressionante. João, tá passando mal.
Que que foi, mano? Chorar. Por chorar.
Calma, André, calma. Respira. Mantém a calma, André.
André, mantém a calma. Você tá sentindo uma uma angústia, André? Muito, cara.
Uma tristeza. Por que que você chegou perto do André assim? Ah, tristeza.
Sentiu costou aqui em mim. Chegou você, né? Costou aqui em mim.
Já pesou já. É assim, cara, não precisa nem ser médium, nada, né? Para entender.
Uma mulher, cara, né, André? Espírito uma mulher, ela sofreu muito aqui nesse pedaço aqui, cara. Ó, vocês escutaram ela aí?
Ela passou, ela chorou, velho. Mano, você viu ali, ó lá, ele tá paradinho, ó. Na hora da manifestação, ela ela saiu do banheiro, entendeu?
Interessante. É um banheiro de homem, entendeu? Ó, nós vamos ficar agora no, nós vamos ficar quietinho aqui agora, ó.
Você poderia vir até nós, por gentileza? Você falou o nome dele, repete esse nome que eu escutei. Nossa, você morreu aqui.
Ó, isso mesmo, isso mesmo. Pode vir. Ó o passo, parça.
Nossa, foi pesado. Não tenha medo. Somos amigos, tá?
A gente vai te ajudar. Pede para tocar na bolinha, João. Pode pedir.
Toca na bolinha, fazer um favor. A gente sabe que você tá aqui. Pode tocar.
A gente tá aqui com todo o respeito, tá bom? André, tá melhor, mano? Tô, tô.
Passou já. Você ficou pálido. Você ficou pálido, man.
Passou. Você viu que eu não mexi, né, mano? Nossa, tô malado, pô.
Tô, tô melhor já. Hã, tô melhor. Nossa, você, cara, você canalizou todinha a sofrend da mulher, mano.
Costou aqui de mim, ó. O que aconteceu aquela hora lá, né? Você já sentiu lá?
Já conheço. É, faz tempo. Eh, a hora que o André passou mal, o que que aconteceu?
Eu tava sentindo uma presença de em alguma coisa ali. Pessoal, o nosso anfitrião, a gente falando primeira parte, ele tá mais de 5 anos aqui dentro, né? Ele mora aqui e ele tá nos contando que ele tem uma mediunidade, né?
Como vocês viram na abertura, né? Ele já viu várias coisas. E o nosso outro parça que tá aqui nos acompanhando, na hora da manifestação da mulher, o que que você viu?
Na hora que o rapaz tava se entrando na ali ficando triste ali, eu vi um holograma antes. O tipo aqui. O que que seria um holograma que você fala uma imagem?
Ah, é uma imagem se porque até meio Mas o que que parecia para você assim? Tipo uma nuvem sei lá de ris. Entendi, mano.
Ah, uma coisa não tinha muita forma não, mas é meio transparente, entendeu? Aí eu vi atrás do do câmera aí, ó. Interessante, cara.
A gente falou para eles, pessoal, para eles nos nos passamos. Moça, você sentiu alguma coisa também? Aos arrepios.
Arrepio e o coração no momento, né? É. É, pessoal.
Ah, foi muito, né? Foi muito forte. Quando você tava colocando essa câmera aqui, tava muito grito de mulher ali, ó.
Você viu uma de mulher? Não, grito. Ah, um grito.
Desculpa. Boa noite. Não, você tá gravando?
Vou não, não tava gravando vou gravar agora. Você tá Não, pera aí. Agora falou assim, ó.
morreu. Boa noite, essa presença que tá aqui, fala o seu nome para mim. Você é uma menina?
faleceu. Você morreu aqui? Ela falou assim, ó.
Oi. Chega aqui perto de mim, ó. Aconteceu.
Irmão. Aí, irmão. Falou.
E irmão. Ó, de novo. O André, ele sentiu uma tristeza aqui, ó.
Toca aqui, ó, perto de mim, ó. Você sofreu muito aqui no hospital. A gente escutou você entendi que falou que isso lá que isso lá alguma coisa assim.
O André consegue perguntar lá também. Pode perguntar, André, o rapaz aí, po perguntar até o donente. Ó, o Donizete falou esse ponto aqui, ó, fica uma mulher e uma criança.
Ó, essa mulher encostou do meu lado. Eu senti alguém encostando no meu lado. Fiquei triste.
Você encostou do meu lado. Eu fiquei muito triste. Senti uma tristeza profunda.
João, tem como você passar o calor das minhas costas, mano? Então fica, fica parado. Senti senti minhas costas.
Tá quente, mano. Tá quente. Nossa.
Ol aqui. Ol aqui. Pergunta aí.
O pergunta. Nossa, ol aqui, mano. Calma, respiro.
Não é seguro. Pode perguntar sim. Pode falar.
Quem que tá aqui nas minhas costas? Tô sentindo um arrepio, uma sensação quente nas minhas costas. falou no corredor.
Quem que tá aqui atrás de minhas costas aqui? Cadê a mulher que nós sentimos? A tristeza dela aqui.
Ela falou, Vanda falou: "Tô sofrendo, ó". Ela falou: "A partir desse momento agora, ó, nós queremos olhar para você, tá bom? Então você vai me demonstrar onde você tá.
Nós vamos conversar de frente. " Mano, eu falei na hora teve uma voz, né? Você viu?
Escutei, mano. Caramba, puxa vida, atrapalhei. Tá, tô escutando.
Ela se manifesta no aparelho para mim. Nós queremos olhar para você. Quem que tava aqui atrás das minhas costas?
Você pode falar para mim o seu nome? conversa comigo. Yasmin.
Sério? Nossa, mano. É esse o seu nome?
Yasmin, você faleceu com quantos anos? Pode falar? Pode.
27. Caraca. Yasmin.
Como que você morreu, mano? O bagulho foi tão sinistro. Tô suando até frio.
Que o foi você que tava aqui nessa porta? Falou medo. Você tem medo?
Eu avisei. Eu avisei. Ela falou: "Eu avisei".
Sobre o quê? Pode falar. Pode.
Doença, dor. Dor. Por que que a maioria das manifestações foi perto do banheiro masculino ali?
Foi para onde você conseguiu correr, foi isso? Mano, [ __ ] foi muito sinistro, parça. Acreditou, meu irmão.
Agora falou assim para aonde vai aqui, mano. Mãe, gritou, meu irmão. Caraca, mano.
Mano, mano, mano, desculpa se eu toquei em algo que você não gostou, tá? Que grito desesperador, parça. Caraca, mano.
Não é o de não consegue respirar. Conseguindo respirar. Tá tentando respirar.
Isso. Ah, ele ele falou de alguém que tava sem respirar, já é outra pessoa. Ele falou assim, ele quem gritou aqui agora.
Mano, que grito desesperador, meu irmão. Certinho, mano. Foi eu aí, mano.
Olha isso. Falou sim, a mulher, cara. Grita de novo pra gente, pra gente saber qual sala você tá.
Posso acender a luz? Você viu, cara? A luz aqui não acende, meu amigo.
Você tá com falta de ar? É isso. Isso.
Nossa. Ante que a gente tava correndo aqui, você gritou, falou assim para você que jogou foi falou lá no corredor não que você deu? Nossa, mano, de mano, o Ju perdeu os cara falou não foi, falou do p acender a luz, lembrei da bronqu da minha mãe, man.
Foi não é falou, não posso acender a luz? Falta de ar. Mas minha mãe tá viva, cara.
Mas a minha mãe tem que muito forte, mas ela não tá com boa, sabe? Aí veio ela começa. Desculpa pessoal, desculpa.
Sabe a minha irmã faleceu, mas minha irmã tinha fal de ar, sabe? Minha irmã tinha bronquite, tinha. Aí essa frase cara, posso acender a luz?
Mano, é desespero de gente, cara. Posso acender a luz? Você viu, cara?
Posso acender a luz? Você viu, cara? Posso acender a luz?
Você viu, cara? Caça pelo kit, cara. Ó, a gente quer agradecer pela comunicação com vocês aqui, tá bom?
Ai, meu filho, pesado. A gente vai pro outro setor, certo? Depois a gente vai fazer uma oração disso para vocês.
Posso irm? Posso ir? Não, eu posso pedir e acho que posso pedir isso mesmo.
Não tem. Pergunta para ele. Pode que pode comunicar comigo aqui.
Falou que você sabe o que falou. Morreu. Então vocês vocês faleceram, tá bom?
Esse local aqui não te pertence mais. Tô arrepiado. Hã?
Tô arrepiado. Esse local aqui não te pertence mais. A gente vai fazer uma oração para vocês aqui.
Tá bom. Obrigado. E eu vou te eu vou te responder uma coisa.
Eu não sei se eu não sei se você perguntou sobre o que eu senti, meu amigo. Se foi sobre a minha mãe. Ele perguntou se morreu, né?
Minha mãe tá viva, meu irmão. É que ela tem crise de bronquite, cara. Aí essa frase eu já escutei muito, a questão de acender a luz, acender a luz, abrir uma janela, abrir uma porta para o ar ventilar, tá bom?