Boa tarde a todos é com muito ânimo que acolhemos todos os participantes deste webinar inquéritos nacionais de saúde e suas contribuições para vigilância de doenças e agravos não transmissíveis neste momento recebemos as autoridades aqui presentes para iniciarmos a abertura A Senhora Diretora do departamento de análise epidemiológica e Vigilância das doenças e agravos não transmissíveis da Secretaria de Vigilância em saúde e ambiente Maria Del Carmem Lis e Molina neste ato representando a secretária de vigilância de saúde e ambiente a senhora coordenadora de determinantes da Saúde doenças crônicas não transmissíveis e saúde mental Elisa Pietro neste ato
representando a Opa OMS no Brasil Boa tarde a todas este webinar tem como objetivo identificar e discutir a contribuição dos inquéritos nacionais para vigilância das doenças e agravos Não transmissíveis ouviremos agora a senhora coordenadora de determinantes da Saúde doenças crônicas não transmissíveis e saúde mental Dra Elisa Pietro muito obrigada muito boa tarde aí em nome da nossa representante a Doutora Socorro Cruz gostaria cumprimentar e parabenizar a diretora do departamento de análise epidemiológica e doenças no transmissíveis do departamento que coordena os três Principais importantes inquieritos de saúde com o Instituto Brasileiro de geografia e estatística e
uma rede de pesquisadores de renomena Nacional internacional gostaria também cumprimentar os colegas que acompanham como panelistas conectadas virtualmente para assistir essa webinário esse evento ocorre de maneira muito oportuna para tratar as contribuições do SIM queridos nacionais de saúde para um dos maiores problemas Globais de saúde pública enfrentar as doenças comunicação transmissíveis que acabaram sendo religadas várias partes do mundo devido a pandemia o Brasil é referência para nossa região da Américas como uma estrutura consolidada de inquéritos nacionais de saúde irregulares que monitora a prevalência e tendência a ser doenças comunicações no transmissíveis esses fatores riscos e
agravos incluindo diabetes hipertensão obesidade câncer Trabalhismo consumo de água sanitarismo e alimentação inadequada é uma dimensão importante da sua inquéritos referecer a possibilidade de correlacionar consagrar você problemas de saúde com os determinantes sociais da Saúde permitindo a descrição e quantificação da iniquidade na saúde tanto relacionada a sua ocorrência de doenças quanto à disposição de riscos monitorar de forma contínua mormortalidade das doenças crônicas em Outras missíveis em uma atividade fundamental do sistema de vigilância por isso você faz-se importante discussões como a fioti para buscar meios de fortalecer a vigilâncias e fazer com que os inquérito seja
um instrumentos cada vez mais sustentáveis adaptáveis as mudanças ao lado do tempo para subsidiar de forma oportuna essa intervenções necessária para outras em toda esse processo de planejamento Execução análise disseminação das palavras de saúde e seguiremos juntos qualificando fortalecendo ainda mais esse instrumentos para serem tomando decisões sensíveis assertivas as condições de saúde da nossas populações cuidando de todas Se todas sem deixar ninguém para trás muito obrigada e desejo Obrigada Elisa pelas palavras e pelo entusiasmo de sempre né estamos há pouco tempo aqui mas é nessa parceria é tão Importante quero cumprimentar todos e todas os
pesquisadores aqui presentes convidados os participantes dominar enfim em nome da secretária até o noia Maciel ou as boas-vindas e de certa forma né tenho que dizer que hoje era um dia muito especial é um dia muito especial para nossa secretaria porque estamos iniciando a imunização né a campanha de imunização e a tarde junto com a junto com a ministra da Saúde ela estará na vacinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva né então ela pediu né desculpas enfim de não estar aqui nesse momento mas o momento da imunização é muito importante né bem alguns algumas
questões são importantes para começarmos esse webinar né primeiro é mostrar o quanto os pesquisadores altas e todo o corpo técnico é da secretaria deste departamento é e também do IBGE esse todo esse esforço que vem sendo feito para monitorar os os agravos Os fatores de risco e os fatores de proteção para as doenças e agravos não transmissíveis esse esforço coletivo é de muito importância porque garante essa qualidade das informações e ao garantir a qualidade dessas informações nós vamos também ter diagnósticos mais confiáveis diagnósticos mais fidedignos e com certeza subsidiar maior as políticas a implementação das
políticas das ações voltadas para As doenças e agravos não transmissíveis nós temos essas três pesquisas que serão apresentadas né pelos pesquisadores pelo professor Rafael sua Débora e Célia né que nós vamos ter oportunidade de identificar que as questões mais importantes em seguida o professor José Geraldo mil vai fazer essa mediação também e teremos oportunidade de fazer perguntas e responder também né Nós temos algumas expectativas com as pesquisas porque nós queremos em 2024 tá até pensa e também a PMs em andamento então para isso nós temos que fazer um grande esse ano para organizá-las né E
também o visitel convido a todos a todas para construir ou reformular e aprimorar as pesquisas que nós estamos desenvolvendo hoje no sentido de ampliar esse grupo de pesquisadores fortalecer a câmera técnica assessora que nós vamos implementar Esse ano também os grupos técnicos né E dizer que a realização dos inquéritos das pesquisas deve ser um compromisso do estado e ao nosso compromisso e realizá-los para obter de fato informações úteis para o planejamento de ações e planejamento das políticas adequadas para as metas né que nós precisamos atingir tá então eu deixo agora que a gente vai começar
então a assistir as apresentações Obrigada professora delcar e pelas Palavras obrigada Dra Elisa dando o segmento ao webinar lembramos que este evento está sendo gravado e posteriormente será informado o link de acesso da gravação e do material apresentado durante o evento solicitamos aos participantes que realizem as suas perguntas por meio do chat e que informe seu nome instituição e para quem está direcionando a sua pergunta ao final das apresentações teremos um momento para perguntas e respostas bem para coordenar O webinar convidamos Patrício Oliveira Patrícia Oliveira é enfermeira sanitarista mestre entre energia Cruz servidora do Ministério
da Saúde e atuou de 2021 a fevereiro de 2023 como coordenadora Geral de vigilância de doenças e agravos não transmissíveis do departamento de análise epidemiológica e vigilância das doenças não transmissíveis da Secretaria de Vigilância e saúde e ambiente do Ministério da Saúde com a condução dos Trabalhos Patrícia Oliveira Obrigada Cristiane gostaria de agradecer as autoridades em nome delas né iniciar a moderação desse desse webinar Muito obrigado aos palestrantes né e é o professor José Milk aceitou debater né E que aceitaram começaram um pouco com a gente com essa contribuição para dos inquéritos para vigilância de
Dante né sobre a dinâmica do webinar cada palestrante terá 15 minutos de fala após as apresentações Teremos um tempo de debate né perguntas e respostas serão ao final e depois o encerramento com a fala novamente a doutora Carmem volta e faz a fala para nós de encerramento caso não consigamos né devido ao tempo responder a todas as perguntas solicitamos que entra em contato com a equipe por meio do e-mail
[email protected] é ao longo das palestra da equipe retornará e colocará no chat a o e-mail novamente que aí a Gente vai ter o prazer de responder
a gente pode elaborar um perguntas e respostas e deixar disponível junto com o vídeo né a gravação da do evento é bem sem mais delongas também gostaria de agradecer o interesse a participação de todos que nos ouvem né E que nos assistem Eu costumo dizer que são internautas muito obrigada pela pelo interesse e pelas contribuições e que vamos né e pelos insights que vamos ter a partir dessas falas vamos lá para Primeira palestrante eu apresento neste momento a Doutora Célia landmann a Doutora Célia Alana de uma graduada em matemática né mestre estatístico e matemática e
Doutora em saúde pública pela Fiocruz atualmente a pesquisou pesquisadora titular do laboratório de informação e saúde do Instituto de comunicação e informação científica e tecnológica em saúde e coordena pesquisa Nacional coordenou a pesquisa Nacional de saúde em 2013 então professora Elane Uma apresentará as contribuições da pns para pesquisa Nacional de saúde para a vigilância de Dante E aí eu vou passar a fala professora Célia Lima fica à vontade a senhora tem 15 minutos muito obrigada novamente passo a palavra agora então eu queria agradecer muito o convite vai que participando nessa mesa queria cumprimentar também a
Bel Carmem e a Elisa meus companheiros também de mesa o professor mil e a Patrícia a Cristiane E também queria cumprimentar a todos que estão nos ouvindo agora e que não nos assistindo eu vou então colocar minha apresentação bem eu vou então falar sobre as evidências da pesquisa Nacional de saúde as contribuições depois de algumas análises que nós já fizemos desde a bnss de 2013 né eu vou tentar ser breve mas a gente sabe que esses 15 minutos eles passam rápido demais né então o objetivo da Pesquisa Nacional de saúde foi exatamente esse produzir dados
em âmbito nacional sobre a situação saúde os estilos de vida bem como sobre a atenção à saúde no que diz respeito ao acesso e uso dos serviços as ações preventivas a continuidade dos cuidados e ao financiamento da assistência a bnss ela é o inquérito de base domiciliar de abrangência Nacional e é realizada em parceria é do IBGE com o ministério da saúde já foi realizada nos Anos de 2013 e 2019 e a gente como falou a del Carmem a gente já tá planejando né a pesquisa em 2024 porque ela faz parte do sistema integrado de
pesquisas domiciliares do IBGE ela se beneficiou da amostra mestra da pinagem contínua O que significa que ela ganhou maior espalhamento geográfico e ganho de precisão das estimativas com desenho próprio né elaborado Especificamente para coletar informações sobre saúde aprns foi planejada para estimação de vários indicadores em diferentes níveis de desagregação geográfico estados capitais regiões metropolitanas de acordo com a situação do domicílio Urbano Rural aqui a gente vê então eu vou me Minimizar aqui para então a gente vê os números da bms né a gente tem amostras muito grandes o que a gente Consegue então estimação de
indicadores precisão né É e tem também a entrevista é individual e se a gente olhar para as taxas de resposta a gente vai ver que as taxas de respostas são muito altas porque a população tem muita confiança é quando o IBGE entra no domicílio né a gente teve aqui um problema em 2019 com relação a amostra das medidas antropométricas aferidas né então em 2013 a gente excluiu muito poucas pessoas em 2019 É a gente teve uma amostra de somente 6.571 pessoas com 18 anos ou mais de idade de modo que às vezes a comparação por
diferentes níveis da questão por exemplo da prevalência de obesidade a gente tem dificuldades por conta disso e a gente espera que na PMs 2024 a gente possa contar com uma amostra maior bem nós fizemos também como um projeto financiado pelo Ministério um painel de indicadores de saúde que resumem bem Os indicadores feitos à situação de saúde dos comportamentos de saúde quer dizer no sentido dos estilos de vida e da assistência de saúde na população brasileira e esses indicadores estão todos nesse painel que a gente coloca aqui o endereço e no painel a gente pode ver
também todos os resultados por capital por Estado então aqui são os domínios né que sexo faixa de idade raça cor grau de escolaridade renda per capita As grandes regiões unidades da Federação e capitais e subtração Então quais são os desafios no enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis o primeiro de todos envelhecimento da população brasileira quando a população envelhece a um aumento na proporção de doenças de pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e aqui esse é um gráfico por exemplo do painel a gente vê que diagnóstico alto referido de pelo menos Uma doença crônica não transmissível
cresce muito com a idade né então a parte de 18 a 29 anos a gente tem 25% para 75 anos ou mais 84% um outro grande desafios são as desigualdades socioeconômicas e Regionais no uso de serviços de saúde né quando a gente tem ampliação da prevenção diagnóstico e tratamento precoce de doenças a gente sabe que eles podem resultar na redução da mortalidade temperatura no aumento da expectativa de vida com qualidade e da Diminuição das hospitalizações desnecessárias mas vamos ver o que que acontece com os dados da última PMs a gente vê que é uma deficiência
no uso dos serviços de saúde para prevenção né o uso maior nas últimas duas últimas semanas anteriores a pesquisa a gente é uma medida um indicador que a gente usa muito né então o total a gente tem em 2019 18,6%, mas para prevenção só 3,7 Em relação as faixas de idade a gente vê que são os mais novos as crianças e os mais velhos mostrando assim que realmente a população poderia usar mais para prevenção e não para tratamento e por sexo a gente tem sempre essa desigualdade por sexo que as mulheres em geral usam mais
os serviços de saúde do que os homens esse esse gráfico aqui ele mede a nossa desigualdade enorme em que a parte mais escura são a menor cobertura de consulta Médica nos últimos 12 meses então a gente continua tendo essa desigualdade que já era enorme em 2013 e continua tendo em 2019 eterna desigualdade é norte sul né também é impressionante a desigualdade por renda né do percentual de pessoas a gente nunca realizar exame de sangue para medir a Glicemia a gente vê que mesmo tendo diminuído já de 2013 para 2019 é quando a gente vê o
gradiente né a Gente vai de 12% para quem tem renda per capita até meio salário mínimo para 1,4% para quem tem rendimento per capita é maior do que três salários mínimos também outro desafio que é a baixa adoção de comportamento saudáveis pela população brasileira né então a gente conseguiu diminuir bastante o fumo mas adotar os hábitos de alimentação saudável ou prática de atividade física ainda é essa adoção ainda é muito muito Baixa né E aí o que que acontece com adoção cada vez maior de alimentos não saudáveis na alimentação dos brasileiros e o aumento da
inatividade física há um aumento da prevalência de obesidade que é reconhecidamente associadas doenças crônicas não transmissíveis esse aqui é um gráfico assim que a gente introduziu uma escala feita pelo Monteiro Carlos Augusto Monteiro que mede o que que a pessoa comeu ontem pelo efeito de Memória e a gente vê que 33% da população falou que tinha bebido refrigerante ontem né 46% com meu o Margarino maionese ou ketchup enfim é uma coisa assim que a gente não tá conseguindo conter né o consumo regular de frutas e hortaliças também ele é baixo Principalmente nos mais favorecido socialmente
né a gente tem é uma proporção muito pequena de 18,1% entre os mais pobres e chegando a 52% entre os mais ricos que deveria estar também muito maior do que 52 por cento na questão do fumo é a gente tem já um progresso grande né que a gente alcançou é mostra muito essa diminuição que ainda acontece de 2013 para 2019 mas de novo a gente tem essa desigualdade socioeconômica grave não consuma abusivo de álcool nós estamos com aumento né e a última Pesquisa que a gente fez durante a pandemia de covid 19 a gente notou
também um aumento do álcool então assim isso daqui é uma coisa que a gente tem que fazer campanhas inúmeras campanhas porque a população não vê o álcool como um fator de risco e aqui de novo o ato de beber e depois logo depois dirigir né E a gente tem 20% dos motoristas homens que ainda tem esse hábito horrível né que a gente sabe que a gente tem que Controlar melhor no caso da prática de atividade física né a gente vê também que nós temos muito pouca adoção de atividade física e Ainda temos tivemos mais dificuldades
ainda durante a pandemia né então a gente tem que nos mais pobres só 20% eu pratico os 150 minutos de atividade física no lazer né E mesmo de novo o pessoal mais rico tem um percentual ainda que é incipiente né porque Eles teriam todas as condições De fazer isso né então é assim a gente ainda tem que batalhar muito e ao mesmo cinco minutos obrigada não tá ótimo Então veja que o uso de telas para 18 a 29 anos a nossa população mais jovem isso foi só em 2019 em 2013 a gente não tem esse
dado Mas vocês podem reparar que a gente tem 48 ,6% quer dizer quase 50% dos mais jovens usa o uso de telas quer dizer computador celular roubadas por três horas ou mais que um tempo que é muito sedentário né Então isso tá crescendo entre os mais jovens Isso vai ser também muito prejudicial bem uma travança muito importante da pesquisa Nacional de saúde foi aferição de peso e altura né que são fundamentais para o monitoramento de sobrepeso e obesidade e também na edição da bnf 2013 nós coletamos amostras biológicas de sangue e urina para realização de
exames complementares permitindo traçar o perfil bioquímico de condições clínicas Da população brasileira e aqui a gente pode ver o crescimento da obesidade de 2013 para 2019 com as medidas aferidas né então a gente teve o crescimento tanto no sexo masculino quanto no feminino de uns cinco pontos percentuais né então é outra coisa que é uma preocupação muito grande É também um resultado comigo nós trabalhamos muito juntos nessa pesquisa é e um resultado que chamou muita Atenção foi o auto consumo de sal na população brasileira né identificou-se que os brasileiros consomem em média nove gramas dia
de sal que é quase o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde é um outro Grande Desafio também é o diagnóstico tardio né das doenças crônicas não transmissíveis e aí o que que acontece como a gente tem utilizado pouco para prevenção né que que acontece isso gera limitações nas atividades habituais Sequelas da doença e piora na percepção da própria saúde da qualidade de vida aqui eu mostro resultados da Auto avaliação de saúde né mostrando também que os mais pobres eles têm muito limitações das doenças do que os mais ricos né E aí também nas
limitações das atividades habituais devido ao diabetes por exemplo a gente tem também um decréscimo correndo aqui também mostra muito essa essa desigualdade da quando as pessoas têm uma doença crônica não Transmissível então a gente também trabalhou com o indicador que é chamado da esperança de Vida Saudável né E que mede não só a mortalidade mas com relação à esperança de vida mas também a morbidade quer dizer qual a qualidade de vida que a pessoa tem Então esse gráfico aqui a gente mostra aqui é em 2013 a linha de cima representa a esperança de vida e
a de baixo a esperança de vida saudável e a gente vê que quando a gente faz a Regressão por um indicador de pobreza a gente vê que de 2013 para 2019 o quociente angular quer dizer a inclinação da reta ela tá muito mais pronunciada em 2019 o que a gente pode ver aqui em números né que a gente tem aqui o coeficiente angular era de menos 0,08 e passou a ser menos 0,416 então mostrando que esse é esse esse desafio da gente ter as pessoas usando a utilização por prevenção para não ter esse diagnóstico tardio
é muito Importante como considerações finais a gente vê o envelhecimento da população o aumento da obesidade e da prevalência de doenças crônicas não transmissíveis junta a falta de comportamento falta de adoção dos comportamental saudáveis a gente precisa de modelos de atenção mais focados na prevenção e promoção da Saúde também também temos que alertar a população brasileira sobre os problemas de saúde relacionados aos hábitos não Saudáveis de alimentação e aos hábitos sedentários que tem resultado nessa tendência crescente da obesidade e ainda dado que a hipertensão arterial é causa direto indireto de várias doenças crônicas incluindo as
cardiovasculares a redução no consumo de sal é considerado como nas intervenções de melhor custo efetividade para reduzir a morte mortalidade por crônicas não transmissíveis né principalmente pela possibilidade de diminuição da pressão Arterial média da população e também é eu frisei isso muito porque essas desigualdades socioeconômicas elas são muito pronunciadas seja no acesso ao diagnóstico nas limitações ou na adoção dos comportamentos saudáveis assim a população de favorecida tem menor adoção de comportamento saudáveis usa com menos frequência e Serviços de Saúde o que leva o diagnóstico tardio das doenças crônicas mais limitações devidas doenças pior autoavaliação de
saúde e o número Menor de anos de vida saudável aqui tem as referências e eu queria agradecer novamente o convite muito obrigada obrigado professora Célia pela excelente apresentação e de fato a gente tem um desafio enorme para política pública né os dados que foram apresentados ele desciam bastante essa questão da desigualdade desigualdade também né em termos de acesso né sem dizer a questão mesmo da Adoção de estilos né de Vida Saudável e até mesmo e como a gente implementar ações de promoção da Saúde também é Um Desafio imenso como acessar essa população para que a
gente consiga de fato enfrentar as doenças crônicas e os inquéritos eles têm uma importância enorme nesse sentido uma vez que a gente consegue ter esse cenário exatamente por a gente periodicamente realizá-los né e trazer essas informações para que a gente Consiga direcionar e medir isso de forma a trazer elementos para que a gente consiga efetivar programas ações né estratégicas para implementar essas políticas então muito obrigada professora Célia eu vou passar agora para professora Débora Malta né a professora Débora Malta é médica mestre saúde pública né e Doutora e saúde coletiva atualmente a professora adjunto e
pesquisadora da Escola de Enfermagem da UFMG pesquisadora da CNPQ coordena a rede nacional né do estudo de carga Global a rede Brasil do estudo de carga Global doença é professora Débora muito obrigado pelo aceite eu vou passar para a palavra agora e ela vai apresentar para gente um pouco das importância da pesquisa Nacional de saúde dos escolares né para essa vigilância para vigilância doenças e agravos não transmissíveis professora Débora fica à vontade Muito obrigada Patrícia um prazer estar com vocês nessa tarde eu gostaria aqui de agradecer o convite né a Diretora Maria Del Carmem parabenizar
por abrir o ano com esse essa discussão sobre inquéritos né agradecer aqui cumprimentar a todos né a Elisa Pietro da Opus a professora da Célia langeman o Rafael meu colega da UFMG Professor mil e agradecer toda a equipe técnica da SBS na pessoa da Patrícia e da Cristiane e saudar todos que nos Escutam e acompanham esse webinar então eu vou falar então sobre a pesquisa Nacional de saúde e eu gostaria primeiro enfim inclusive de dizer que isso é um patrimônio né da saúde pública e hoje nós estamos aqui discutindo sobre né sobre a pense sobre
o visitel só não incluímos na pauta Ou viva mas enfim eu acho que isso é um legado e eu destacaria que para vigilância principal importância é a continuidade a comparabilidade desses inquéritos a Sustentabilidade e destacaria aqui também a participação do IBGE nesse processo né então grandes parceiro né do Ministério da Saúde e dizer também da minha satisfação de que já estão sendo planejadas as edições né de 2024 tanto da pense quanto também a da pns né enfim o tema da Pence ele é de fundamental importância e eu gostaria de destacar os compromissos também dentro né
dos ods né da agenda 20 30 E o tema da adolescência ele está em vários compromissos né seja Nordeste 1 erradicação da pobreza no dois da fome e da agricultura sustentável o objetivo 3 né que são os indicadores da saúde e o 16 né de pais e justiça né então o nosso a nossa trajetória em relação a criança e adolescentes né enfim é de longa data Né desde o Estatuto da Criança e do Adolescente da década de 90 Ministério da Saúde já desenvolveu diversos problemas que agora estão retomando Né Desde a rede cegonha o programa
da penai o programa saúde na escola acho muito importante a retomar essa parceria saúde educação né o plano de enfrentamento das doenças crônicas e a política nacional de promoção da saúde né então a vigilância da saúde do adolescente ela é de suma importância né nós sabemos que é o momento de transição né entre a infância e a vida adulta onde os adolescentes ele se enfim tem uma série de fatores de risco a que eles estão Sujeitos e são muito ampliados nessa idade da vida e que vão de alguma forma afetar né a sua saúde seja
do ponto de vista de doenças crônicas futuras quanto também de forma imediata em relação à exposição a causas externas né É lembrando que em relação as causas externas né cerca de metade das mortes por homicídios nesse país né são exatamente de jovens de 15 a 20 e 9 anos então sem dúvida a pense ela se Coloca de suma importância né para que nós possamos monitorar a saúde do Adolescente nós já temos quatro edições 9 12 15 19 e a cada uma dessas edições é agregando alguma novidade né seja ampliando amostra seja ampliando os extratos de
representação e o grande objetivo da Pence de conhecer e dimensionar os fatores de risco e de proteção à saúde dos Adolescentes brasileiros bem como a identificar as Características do ambiente escolar e do seu antono né então com isso nós temos condição subsidiar né um conjunto de políticas públicas E aí não só para saúde né a pensa ela acaba tendo uma dimensão intersetorial né então também a educação se beneficia a de todas essas pesquisas né e outras outras áreas né das políticas públicas né então em relação ao método da apêndice desenho da mostra são utilizados Então
Os dados a do INEP né do cadastro de escolas públicas e privadas né e o plano a mostrar o EDGE conglomerado em dois estágios né o primeiro estágio é o de a escolas e o segundo estágio de turmas né então nas turmas selecionadas são todos os alunos eles são convidados a responder o questionário né E nós tivemos então a mudanças em 2015 né numa sub amostra ampliando anteriormente a pensa era feita em alunos de 9º ano de 13 a 15 anos e a Partir de 2015 numa subia amostra também foram incluídos alunos 16 17 anos
em 2019 amostra ela passou a ser a por idade né E para Brasil para estados e para capitais né o questionário é bastante dimensões da saúde do Adolescente desde aspectos socioeconômicos contexto social familiar na escola saúde sexual a fatores de risco correspondentes às doenças crônicas e as causas externas então é uma pesquisa que apoia muito Desenho das políticas públicas né então nós tivemos uma ampliação dos extratos de representação a primeira pesquisa era basicamente nas Capitais e a de 2019 Ela amplia tanto a representação dos extratos a mais especialmente amostra por idade representando estudantes de 13
a 17 anos né Nós temos um aumento crescente a última revisão de literatura que nós fizemos nós temos que já 147 artigos em diversas a Revistas do país e do Exterior e a momento que é lançado uma nova edição nós temos um aumento então a desses estudos né eu vou destaquear aqui alguns desses estudos e a importância das evidências que foram coletadas é o primeiro em relação ao tabagismo né embora nós tenhamos uma estabilidade no consumo de cigarros né já na edição de 2012 depois de 2015 Foi confirmado e também 19 nós crescemos outros produtos
do tabaco né especialmente o narguilé agora mais Recentemente também com cigarro eletrônico isso é muito importante né para o conjunto das políticas públicas em 2014 na lei de ambientes Livres graças a essas evidências da pense e da PMs nós sugeremos no decreto presidencial que incluísse também a proibição do uso do narguilé em ambientes fechados né então a experimentação de cigarro embora ela tenha uma certa a estabilidade né a nós destacamos que a Grande questão são os Novos Produtos do tabaco né então na última pense de 2019 chamou muito atenção a experimentação do narguilé em torno
de 27% e a experimentação do cigarro eletrônico né a 17% né então existem falhas Profundas nas políticas regulatórias né o último governo né o governo bolsonaro ele não avançou nesse sentido muito pelo contrário inclusive com retrocessos o preço do tabagismo ele tabaco ele permaneceu estável né com baixa Fiscalização e cresceram muito as vendas na internet né inclusive com muitas fake News né e atribuindo ao cigarro eletrônico né a um efeito até de redução de danos né então felizmente Anvisa Manteve a proibição a da comercialização de cigarro eletrônico mas é um ponto que estamos a sempre
a de alguma forma com esta ameaça também é um consumo do álcool Temos vários trabalhos tanto descritivos como também estudando os fatores associados ao uso do álcool e Nós destacamos né que a experimentação do álcool é muito elevada e mesmo consumo nos últimos 30 dias tá aí por volta de um terço da população de adolescentes e aumentamos aqui a população de adolescentes que se embriagaram né pelo menos uma vez nos últimos a 30 dias né também da mesma forma como fala falhas Profundas né na regulação do álcool parcialmente na liberação do marketing né o marketing
da cerveja né a cerveja Ela não passa pelo processo regulatório Isso é uma falha na nossa fiscalização seria muito importante que ela fosse a corrigida e entre adolescentes tem um grande apelo também a questão do open bar né E nós verificamos também uma baixa fiscalização inclusive nas compras né Agora quase um terço dos adolescentes referiram que eles compraram conseguiram comprar bebidas alcoólicas em bares né O que é proibido pela lei Mas tem uma Baixa fiscalização alimentação professora é só para dizer que a gente tem 10 minutos já de apresentação tá bom ótimo obrigada Patrícia alimentação
não saudável também ela predomina entre os escolares né 36% referem consumo de doces é 47% da Fast Food 40% refrigerantes né E nós verificamos também na pesquisa convite comportamentos durante a pandemia que esse essa proporção ainda Cresceu enfim em relação as questões socioeconômicas né a prevalência do tabaco ela é bastante elevada 12% dos escolares referem a que trabalhavam e eu queria inclusive retomar com isso um outro ponto né em relação à sustentabilidade das pesquisas é preciso também manter a comparabilidade essa questão ela foi excluída em 2019 né e acho que assim seria muito importante né
no grupo de pesquisa A volta da questão sobre trabalho em adolescentes né a prática da atividade física nós verificamos uma redução né a prática da atividade física entre a escolares né e enfim eu acho que isso também chama né Alerta exatamente para a importância dessa parceria né com MEC com a secretarias municipais de saúde de educação para que esse tema seja retomado ainda mais considerando né os nossos estudos né que Nós conduzimos durante a pandemia fio cruzo UFMG Campinas convite comportamentos que mostrou que aumentou muito sedentarismo e reduziu a prática da atividade física durante a
pandemia né também Tivemos uma mudança no questionário e é isso também foi retirado indicador bastante de atividade física que permite a comparabilidade internacional em relação à violência sexual eu destacaria aqui que 15% referem a violência sexual especialmente Entre as meninas e que elas são praticamente assim a grande parte praticadas por namorados né enfim eu acho que nós temos que ter uma grande Atenção para isso inclusive em relação a ter relações sexuais a forçadas né então 6% dos adolescentes de 13 a 17 anos referem né ter sido ameaçados intimidados ou obrigados a ter relação sexual Com
predominância e das meninas 9% né a prática do bullying eu gostaria também aqui de chamar atenção da mudança do indicador em relação a bullying o que não permite que a gente a consiga estabelecer a algum tipo de a inferência em relação a isso porque a mudança da questão ela impede a comparação mas reduziu a praticar bullying né Então porque essa questão ela se Manteve estável e comparado reduziu de 24 né É Para 12% agora sofrer bullying embora nós tenhamos aqui um pulo de sete para 23% a não comparabilidade das questões impede a que nós a
possamos enfim estabelecer de fato um julgamento sobre o tema então eu gostaria que de passar sobre esse último aspecto da sustentabilidade da pesquisa e da comparabilidade e dizer da importância de nós nos aproximarmos a do questionário internacional especialmente o gs né é que a Global School base de Steel dance que é liderado então pela opas e pelo CDC nós chamamos um questionário muito mais comparável em 2015 que foi feito todo um esforço entre 2012 e 2015 no sentido dessa aproximação em 2019 algumas questões foram retiradas né então também seria uma recomendação que eu faria né
para para SMS para que enfim na próxima edição de 2024 nós buscassemos novamente a estabelecer a aproximação do questionário Global Conquestionário nacional isso não envolveria um número tão grande assim de questões né destacaria que nós grandes desafios né com a pandemia né E essa pesquisa que nós conduzimos né em 2020 21 professora Célia eu e professora marilise e as equipes ela mostra exatamente a pior da Saúde Mental e a pior comportamentos né especialmente da atividade física né o aumento do sedentarismo né a piora do Sono então todos esses temas Eles são muito importantes de estarem
representados na próxima edição da pense né Bom enfim para terminar eu acho que a gente tem nesse contexto né tivemos muito retrocesso nos anos recentes né falhas políticas a regulatórias políticas de austeridade o que repercutiu diretamente na pior hora de indicadores de adolescentes tabaco álcool alimentação atividade física obesidade De fato é uma interrogação porque não foi medido saúde mental né temos grandes atrativos né para os jovens especialmente o cigarro eletrônico narguilé que carecem João aperfeiçoamento das políticas regulatórias o aumento da violência contra jovens especialmente pela disponibilidade das armas mas também violência sexual o contexto da
pandemia ele acentua a pior de indicadores especialmente saúde mental e da Atividade física né então para isso é tão importante essa próxima pense né no sentido de monitorar essas tendências né e de que a gente possa dialogar com agenda 20 30 né especialmente da Equidade da proteção de meninas né e de mulheres né então é muito importante esse sistema de vigilância sustentável e estável né mas eu destacaria que mudança de perguntas muitas vezes impedem a comparação das questões e de temas Importantes monitoramento né também acho que nesse momento a gente está com uma comparação internacional
limitada eu acho que devia ser feito um esforço no sentido dessa aproximação mas sempre com esse intuito né de buscar a sustentabilidade da pensa e a que eu destacaria o papel né do IBGE né grande apoiador e Ministério do Ministério da Saúde eu acho que muito importante na sustentabilidade Na continuidade desses processos né então muito obrigada eu Fico à disposição depois para as questões muito obrigada doutora Débora pela participação é excelente Clara apresentação bem como a hora adiantou um pouco nem vou fazer comentários já vou passar a palavra para o professor Rafael Claro desculpa eu
tá fazendo esse serviço chato mas é que mandaram mesmo regular um pouco tempo para a gente aproveitar o debate né e as sessão de perguntas e Respostas viu não mate o mensageiro né É brincadeira gente a gente se acostuma da aula de 4 horas daí quando tem que falar em 15 minutos é sempre desafiador Professor Rafael eu vou passar para o senhor né o professor Rafael graduado Doutor e pós-doutor e Nutrição é mestre saúde pública professor saciado do departamento de nutrição da Escola de Enfermagem da UFMG a tua como pesquisador científico do Núcleo de pesquisa
epidemiológicas em nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo e como consultor técnico aqui do Ministério da Saúde é professor Rafael vai falar um pouco do vigitel né o sistema de vigilância de fatores de risco e proteção para as doenças crônicas não transmissíveis Professor Rafael fica à vontade com a palavra bem vamos lá vou ligar meu tempo aqui para me ajudar também é boa tarde a todos né nos Colegas de mesa Carmem Patrícia todos os técnicos do Ministério da Saúde e audiência aqui envolvida no prazer tá aqui para ainda mais para falar do visitel que
é um produto que a gente trata com tanto carinho né bem minha missão ficou Deveras mais fácil agora porque no fundo da história a gente já tem uma imagem bem clara do diagnóstico de saúde né especialmente dos fatores de risco de proteção na população brasileira tanto Para os adultos aí com a bnss pela apresentação da professora Célia quanto pelos adolescentes eu queria trazer informações mais amplas de como vegetal se encaixa em todo esse cenário No que diz respeito à questão da vigilância de doenças e agravos não transmissíveis no Brasil o vídeo de fato dos três
que a gente está tratando hoje é o mais antigo e ele surgiu lá no início dos anos 2000 com uma demanda do Ministério da Saúde Para o núcleo de Pesquisas epidemiológicas ou no pênis da USP em relação ao desenvolvimento de uma nova metodologia de coleta de dados naquele momento a prevalência a incidência das doenças crônicas estava aumentando muito né isso virava uma preocupação muito grande essas questões então centradas em fatores de risco que são essencialmente comportamentais e portanto modificáveis e a gente por mais que já se Contasse com inquéritos especialmente o Suplemento de saúde da
Piedade que viria ser um embrião aí do que do que hoje é pns havia uma dificuldade muito grande na geração de dados que pudessem responder de imediato aos anseios políticos de momento e a encomenda que o ministério da saúde nos fez era para o desenvolvimento de um inquérito que tivesse custo inferior aos inquéritos domiciliares mas com uma agilidade superior aí aquele que os inquéritos domiciliares já tinham né Foi Com essa demanda então que em 2003 teve início o Sintel que foi o primeiro piloto de um inquérito por telefone realizado apenas no município de São Paulo
com mais ou menos aí algo perto de 2.000 entrevistas né esse piloto se mostrou bem sucedido A ideia era tão inquérito que falar sobre fatores de risco de proteção para doenças crônicas em adultos e com base nesse primeiro piloto em 2005 realizou-se então o segundo piloto agora Trabalhando com cidade de capitais de estado de novo mas de todas as regiões do Brasil Então Salvador Belém Goiânia Florianópolis e São Paulo com base nessas duas experiências foi possível um modelo do que deveria ser então esse tal desse sistema de vigilância e a ideia que a gente trabalha
ali então com o modelo que fosse Centralizado ou seja que todas as coletas de dado partissem de uma única Central Telefônica Entrevistando adultos a uma complexidade ética entrevistar menores de 18 anos por telefone muito grande e naquele momento a questão toda se voltava sobre as capitais de estado Distrito Federal justamente porque lá em 2000 no início dos anos 2000 a cobertura de telefonia móvel era inexistente e é de telefonia fixa só era relevante nas capitais de estado né a lista dos telefones residenciais Então seria provida pelas principais operadoras de telefonia E a ideia era ter
um sistema como operação contínua ou estendida muito desses fatores comportamentais como prática de atividade física consumo abusivo de álcool são fortemente influenciados por fatores sazonais né então o ideal é sempre que a gente colete isso na maior janela possível de espaço no ano isso é um negócio interessante porque nós pensávamos então que operação ideal do vídeo até eu deveria ter algo entre 48 e 52 semanas Que é exatamente um ano mas naquele momento nós não teríamos uma complicação muito grande nos dias de hoje né que é o fato de que por 26 semanas Então por
seis meses do ano a gente tem duas operações concomitantes do visitel então no final de um ano calendário faltando três meses para terminar o ano nós já precisamos começar a trabalhar na operação do ano seguinte e no começo do ano seguinte enquanto a operação tá indo para o campo a gente Precisa trabalhar na análise dos dados na divulgação dos dados do ano anterior então isso para nós é uma confusão logística bem grande né Se a gente for pensar poucos inquéritos passam por isso de ter planejamento e Campo ocorrendo em momentos simultâneos e diferente aí da
pns do visitel e do e da pense que contam com assistência do IBGE para realização do campo o visitel é integralmente ingerido pelo Ministério da Saúde assessorado aí por Universidades parceiras então no fim da história toda a execução do visitel todo planejamento do stel tá fatos sobre responsabilidade do Ministério da Saúde isso é importante saber porque várias vezes as pessoas vem nos dizer menos pedir para inserir coisas no questionário e nós somos apenas uma dessas universidades parceiras nós não temos o Ministério da Saúde fecha o questionário decide o que vai decide o que vem decide
Quando começa decide Quando acaba nós não temos governabilidade para isso como grupo assessor o objetivo do vídeo tela então é monitorar frequência e Distribuição de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em todas as capitais de estado brasileiro Distrito Federal e de início o vigitel vai partir para Campo então lá em 2006 conquestionário que era muito parecido Com aquele questionário utilizado no piloto questionário tem questões fechadas e objetivas todas curtas e simples especialmente desenvolvidas para aplicação por inquérito telefônico tratando os principais temas relacionados aí então as doenças crônicas nós temos um módulo
de características sócio demográficas Então a gente vai ter questões sobre estado nutricional peso e altura Auto referidos Consumo alimentar atividade física tabagismo consumo de álcool autoavaliação do estado de saúde prevenção de câncer e morbidade referida que eram exatamente o material do piloto com o passar do tempo vive até foi ganhando mais corpo aí e incorporou de forma permanente também questões relacionadas ao comportamento no trânsito e de forma esporádica a gente tem todo tipo de tema entrando no questionário do vitéu então Por exemplo aquelas pessoas que estão respondendo questionado digital nesse ano vão tá falando de
convite que é uma doença infecciosa né não é Teoricamente não estaria principal mas o visitel por ser um veículo ágil e tá subgestão integral do Ministério da Saúde incorpora isso anos anteriores nós já falamos de contracepção já falamos de dengue já falamos de gripe vamos trabalhando aí com todo tipo de assunto que surge como emergência de Saúde no Brasil o visitel por seu inquérito que ocorre com maior frequência é justamente o caminho preferencial para esses temas urgentes entrarem na agenda de vigilância bem falei para vocês que o vídeo até começou em 2006 com essa questão
do custo e da agilidade só para a gente ter uma ideia nos Estados Unidos o custo do brfs que é o inquérito de referência por telefone do mundo uma hora inquérito de saúde por telefone no mundo é de 25 a 30 Dólares por entrevista contra até 150 dólares de inquéritos domiciliares e no Brasil nós tivemos uma situação semelhante onde o vídeo até teve um custo de entrevista em 2006 de 30 reais enquanto que o inquérito domiciliar de referência aí tava com um curso de entrevista perto de 150 reais se diluiu com o tempo então nós
estamos perdendo vantagem Econômica ano após ano para entrevista telefônica Mas por outro lado em relação agilidade só para a gente ter Uma ideia disso em 2006 em cinco meses o vegetal entrevistou 54 mil brasileiros e disponibilizou o primeiro relatório de resultados 68 dias após a conclusão da última entrevista por vezes nos enquetes domiciliares A gente tem uma janela de seis meses oito meses até divulgação dos primeiros resultados e se o custo tem sido perdido agilidade tem aumentado Então hoje o relatório inicial dos resultados em geral já tá pronto com 30 dias após a realização da
última Entrevista bem isso fez com que o vídeo Theo fosse ganhando velocidade né até que ele se tornou lá em 2015 o primeiro inquérito de saúde do país a completar 10 edições consecutivas né entre 2006 e 2015 chegando agora no momento presente em 2023 o visitel é o maior inquérito em número de edições consecutivas no país com 16 ao todo foram mais de 785 mil entrevistas realizadas mais de 7 milhões de minutos de áudio e se a gente for Fazer uma uma coleção dos indicadores que foram monitorados em algum momento nós temos mais de 50
indicadores monitorados aí pelo visitel em alguma dessas 16 edições tradicionalmente os resultados eram divulgados num relatório anual que sintetizava a imagem daquele ano e ao final de uma pequena sessão com a evolução dos indicadores foi assim nas primeira 14 edições né de 2006 a 2019 e ocasionalmente a gente tinha relatórios Análogos com recortes especiais o mais comum deles é o visto é o saldo suplementar que era justamente um recorte daquela população que tinha plano de saúde trouxe três aqui para vocês nessa não me engano foram cinco ou seis versões do vídeo até o saldo suplementar
e em 2019 até 2020 Eu Tenho ficado um pouco gagá nós tivemos duas edições inusitadas do digital também mas muito pertinentes uma fazendo um Recorte específico sobre a saúde da população negra e outra tratando dos comportamentos no trânsito em 2020 então a gente chegou numa conclusão que o volume de informações sobre a tendência temporal dos indicadores era tão grande que aquilo não caia mais no mesmo formato então a gente decidiu separar os relatórios né e a partir de 2020 se é como o imposto de renda né o relatório 2021 no base 2020 nós passamos Então
até Seis relatórios o relatório linear apresentando os resultados para que ele é de coleta e daí vieram Então cinco relatórios especiais de tendência trazendo lá temas específicas então tabagismo e consumo abusivo de álcool estado nutricional e consumo alimentar atividade física que também envolve os comportamentos sedentários morbidade referida e avaliação do estado de saúde e também a prevenção do câncer feminino com isso o volume de análise de Indicadores disponibilizados todo ano para comunidade aumentou muito né então nós passamos a ter gráficos aí representando a tendência dos indicadores para o total da população tá aí o tabagismo
né um case de sucesso mostrando para nós aí diminuição de 15,7% em 2006 até 9,5% em 2020 mesma coisa para homens e mulheres e esses novos esses novos modelos de relatório traz também a tendência dos indicadores aí por idade e por anos de Escolaridade que era uma coisa que a gente não tinha nos relatórios antigos também em 21 o Ministério da Saúde Esse eu não posso falar nada né porque no fundo da história só coadjuvante mas o Ministério da Saúde disponibilizou os dados por meio do sistema Ives Então você também consegue treinar um painelzinho de
você consegue gerar dados para os indicadores tradicionalmente até o a chegada da pns em 2013 o visitel era o ponto de Referência dos indicadores aí para as principais políticas e programas então a gente tinha lá questões do vídeo tela no plano de Dante até mesmo no plano nacional de segurança alimentar e nutricional bem com a chegada da pns a segunda edição da pns agora o planejamento da terceira a pns obviamente tomou aí de forma correta E adequada o protagonismo do visitel como inquérito de referência mas eu gosto de pensar que o vídeo até o Permanece
é muito útil porque ele é um excelente dedo duro né Como a gente tem visto todo ano só tem a Bené se a cada cinco nessa janela entre as edições da pns o vídeo até tá lá olha dedurando se o indicador tá caminhando para o lado certo ou não [Música] bem o vídeo tel também igualmente por ser um estúdio de país e desenvolvimento com um volume tão grande de Inquéritos transversais qualificou aí e tá sendo utilizado em diversos estudos científicos Mas o que eu gosto mais mesmo de pensar é que o papel do visitel Essencial
hoje para nós diz respeito à sua capacidade de advoca-se e a Werner se não fosse o vitel todos os anos a gente teria grandes janelas de tempo sem se comunicar com a população e sem ter um volume enorme de espaço na imprensa que o vídeo até traz hoje para os temas todo Ano a fragmentação do relatório inclusive em produtos separados por tema nos deu ainda mais espaço porque agora nós conseguimos fazer vários lançamentos né quando eu digo nós leia se o Ministério da Saúde tá aí né um espaço enorme tanto na mídia impressa quanto na
mídia televisiva em rádios beleza e para a gente chegar no finalmente isso aqui eu acho que uns papéis importantes sobre estel também diz respeito a capacitação do corpo Técnico então como se baseia essencialmente técnicos do Ministério da Saúde é como uma realização de oficinas Ordinárias extraordinárias para mexer no questionário para auxiliar pessoas na utilização dos dados essas oficinas antigamente ocorriam também com técnicos da secretaria estaduais e municipais de saúde e nos últimos anos a gente reduziu muito a ocorrência disso da mesma forma como a doutora Débora Lembrou aí diminuímos um pouco também nessa colaboração com
o CDC e com outros países da Opa interessados em Se valer da experiência do Brasil com o inquérito telefone é só para a gente ficar aí foto da oficina de uma semana que nós realizamos com técnicas de diversas áreas do Ministério da Saúde ano passado e mais um papel relevante do digital para mim diz respeito a história do desenvolvimento de expertise Então como Acúmulo de edições nós estamos aprendendo muito em relação à produção de materiais técnicos a testagem de questionário para aplicação por entrevista e Telefônica o armazenamento é organização de dados de série temporal e
até mesmo emprego de abordagem auditável para organização e análise de dados Então hoje todas as são feitas no visitel São auditáveis todo mundo tem acesso a isso bem para a gente concluir aqui em relação as dificuldades né A primeira dificuldade relevante do visitel diz respeito a se ajustar a mudança do cenário de telefonia no Brasil nesses 16 anos a gente teve uma diminuição intensa da telefonia fixa no aumento muito grande da telefonia móvel foram feitos inúmeros ensaios para introdução do celulares na amostra do visitel Até que em 2019 chegou-se a conclusão de que não poderia
mais ficar sem aquilo só que daí para frente a gente teve uma série de Contratempos que foram dificultando as edições posteriores do vitel e ainda que o plano esteja pronto essa edição que a edição 22 23 né correndo um pouco atrasada deve terminar agora até Abril vai ser a primeira que já tem entrevistas com telefones fixos e móveis outra outra questão já que os telefones móveis têm uma uma boa permeabilidade pelo país diz respeito a possibilidade de incluir mais áreas Então por que não aumentar o visitel para os Estados não Mais apenas para as capitais
e por fim a questão da sustentabilidade né como eu disse para vocês desde 2020 nós estamos sobrevivendo aí com edições atípicas do visitel trabalhando sempre com janelas mais curtas fazendo coletas em amostras menores de forma emergencial justamente para não perder essa sequência durante a pandemia para considerações finais aí eu acho que o vídeo então compõem com excelência o Cenário de vigilância de fatores de risco e proteção devido especialmente a sua agilidade Poucos países podem contar com isso eu gosto só de Já passei do tempo mesmo eu trago uma história Hoje meus alunos semana que vem
eu começo em saúde pública meus alunos vão reclamar de vedados de 2021 2021 eu vou mostrar indicadores de consumo alimentar eles vão reclamar Eu me formei em 2001 estudando dados de 76 Era dado mais recente que nós temos em 2001 então trouxe essa grande agilidade para divulgação dos dados grande volume de dados que é extremamente positivo para a saúde da população a utilização do sistema para capacitação do corpo técnico ainda é limitada mas eu acho que a gente tem um grande potencial em retomar essa essa conexão com os estados até mesmo com os parceiros acadêmicos
e de fato o visto é o trato ser administrativo inédita em países em Desenvolvimento e apesar das suas limitações é uma boa uma boa opção custo-benefício deve ser mantida e ampliada tá aí peço desculpas pelo atraso pelo atraso não pelo meu atraso né fez foi ótimo muito obrigada Rafael pela pela fala nós convidamos né o professor Dr José Geraldo mil para fazer um debate sobre as falas aqui apresentadas eu sou mil ele é médico é Doutor em ciências pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e professor titular do centro de ciências da Universidade
Federal do Espírito Santo é pesquisador do CNPQ e coordenador do centro de investigação Elsa do Espírito Santo Professor mil muito obrigada pelo aceite Você tem 30 minutos para o debate fica à vontade passo a palavra professor Boa tarde cumprimento a todos parabenizo aí a o ministério da saúde que tá organizando Esse evento eu acho que é uma boa um bom momento para gente fazer uma reflexão gostei muito das três apresentações quer dizer as apresentações mostraram a com clareza eu acho que assim a importância dessas dessas pesquisas para o estabelecimento de políticas de saúde não há
como você estabelecer políticas de saúde sem ter parâmetros confiáveis aonde você possa se faltar e esses três grandes projetos obviamente cada um dentro da sua esfera de atuação eles Trazem essas informações que possibilita então não só o Ministério da Saúde mas eu diria que quase a sociedade como um todo né fazer reflexões sobre a situação de saúde da população e obviamente encaminhar as soluções possíveis dentro de cada tema eu não vou talvez fazer uns comentários Gerais aqui desde que a pessoa ideal carne me chamou para fazer debate aqui eu li algumas coisas sobre os três
grandes projetos menos sobre a Pence Porque não é uma área onde eu já tenho atuado mas do Vegetal eu tenho acompanhado com mais tempo até como O Rafael falou foi o primeiro os primeiros dados que nós tínhamos aqui de pronto a utilização e em sala de aula é que os alunos colocavam em tese dizer o vegetal teve essa essa esse grande método pioneirismo e a pns na verdade a PS 2013 2015 né Célia que a gente trabalhou aí na questão do consumo de sal porém na verdade o primeiro grande inquérito com Abrangência nacional com coleta
de dados não só dados coletados é em domicílio dados biológicos mas principalmente os dados de coleta de sangue e de urina que a gente sabe teve todas as dificuldades mas foi uma primeira etapa E como Rafael assentou eu acho que dentro dessas pesquisas você aprende muito com o tempo né eu sempre digo que a gente não aprende fazer pesquisa lendo papers né E daí assistindo aulas de metodologia de Pesquisa né você aprende a fazer pesquisa quando você cai a campo e vai fazer porque ali que você vai ver as dificuldades de operacionais do ponto de
vista geral o que o que me preocupa um pouco quando eu olho a principalmente o a tns e o begetel é que eu acho que esses dois grandes inquéritos não deveriam produzir dados da mesma variável vou colocar um exemplo aqui inúmeras teses eu vejo por exemplo os Alunos coletando ou Citando os dados de obesidade com dados de vegetal e sistemáticamente eu tenho chamada atenção né porque o vegetal não é uma base Nacional ela é uma base primeiro o método é auto referido a base é outra Então essas questões então eu acho assim os dois grandes
inquéritos que em tese eles pegam a mesma população adulta deveria se evitar que fossem determinados os mesmos parâmetros é claro que quando você lê um artigo que Tá lá a obesidade do objetivo e obesidade da ps você lendo artigo quem é quem é safo nessa área sabe mas a visão para a população um pouco diferente eu diria que é a mesma coisa para o tabagismo para obesidade Então essas essas confusões existem Então eu acho que esses dois enquetes principalmente eles deveriam ter uma reflexão única sobre quais parâmetros eles vão coletar Qual a maneira de coletar
até para não produzir mais Confusão em cima de um mesmo dado tá eu acho que isso é muito importante do ponto de vista políticas públicas eu acho que a pns deve ser o parâmetro que em base porque é uma pesquisa de abrangência nacional com coleta direta de dados o vegetal tem a vantagem da agilidade e da sequência temporal dificilmente você vai ter num dado por exemplo esse último slide que o Rafael mostrou que você tem então por exemplo a linha de tendência De um parâmetro que seria o tabagismo por exemplo com 10 anos e uma
tendência bastante correta em cima daquele daquela metodologia que é um pouco diferente do que a gente viu na pns né se eu não me engano pegando os mesmos anos que você fez a pns e a o vegetal talvez esses dados não tem aqui os números na cabeça mas esses dados não sejam eles não sejam similares né tá dentro da mesma pelo Menos dentro do mesmo intervalo de confiança Então essa seria uma reflexão geral a outra que eu tenho e o Rafael já colocou claramente é a questão de que eu acho que não se sustenta mais
só a base de telefonia fixa porque até eu indolei um trabalho recente quando se faz se eu não me engano seis ligações e o telefone não atende aquele telefone passa a ser não elegível Ele é não elegível porque talvez aquele telefone esteja desligado porque muita gente desligou o telefone é ele tem porque ele não tem como se livrar do telefone é do telefone fixo mas ele não atende mais esse telefone fixo então não é porque o indivíduo ou aquela família não seria elegível é porque aquela família ela mora no território ela é elegível mas a
gente não tem condição de acesso por outro lado não vejo muito sentido em ter o visitel Com a base de telefonia celular sediada em capitais até porque o telefone celular hoje você carrega no bolso para onde você vai e com a contabilidade eu nem sei se é isso o termo que tem agora mas você quando tem uma linha por exemplo 27 que a linha daqui de Vitória e a parte sul do estado Mas você muda por norte do estado lá continua com 27 você não muda mais o seu telefone entendeu então eu acho essa é
uma decisão importante Eu sou favorável a manutenção seria favorável não vou não vou falar aqui não tô dando minha opinião tá minha opinião a manter o visitel é com uma base de telefonia móvel eu sei que isso complicaria a questão do n Tá mas eu acho que ele seria um trabalho mais abrangente e uma outra reflexão sobre o vegetal eu acho se é efetivamente necessário manter é a coleta anual isso que o Rafael falou que realmente fica pesado Você tá envolvido com a coleta e tá envolvido com a análise tá Envolvida com a divulgação não
sei se para a gente detectar tendências temporais a base anual seria efetivamente necessária eu acho que é uma reflexão Talvez o vegetal ele pudesse se desmembrar eu não tenho expertise para falar disso aqui mas ele poderia desmembrar talvez em objetivos diferentes e aí a questão da manutenção Do da coleta anual poderia ser reavaliada com relação a tns eu acho que cinco em cinco anos é o e a pns aí Célia eu acho que é completo tem que ser um trabalho é um trabalho mais robusto de uma maior custo não tem os orçamentos Mas seguramente pela
abrangência não acústica e que dariam os parâmetros efetivamente nacionais dos principais parâmetros de risco e depressão contra as doenças crônicas não transmissíveis o questionário Na verdade Ele tem que ser reavaliado porque tem tem grupos de doenças crônicas por exemplo que eu acho que elas são importantes as doenças reumáticas por exemplo que são de mais difícil investigação porque na verdade quando você vai ver doenças por exemplo autoimunes doenças de natureza reumática algumas auto-imunes são são reumáticas é as perguntas tem que ser muito bem calibradas porque o leigo ele tem que Entender tudo quanto é dor no
corpo de reumatismo né então é essa que é dificuldade de coleta tava discutindo com o pessoal aqui da da boca da questão da inclusão das doenças de natureza autoimune reumática dentro das pesquisas de doenças crônicas tem alguma coisa obviamente mas eu alegrei não é tão simples como você ter um diagnóstico por exemplo de hipertensão de diabetes aonde os Critérios diagnósticos são mais simples mais consolidados e mais facilmente estabelecido tanto para as pessoas como para o sistema de saúde eu acho que na pns [Música] O que vai ter que ser feito grande esforço é de aumentar
a representatividade das coletas principalmente em áreas urbanas a gente viu naquele seminário feito em Brasília que as grandes Dificuldades de coleta foram nos grandes centros urbanos isso de certa maneira o vegetal consegue contemporizar porque é mais fácil você coletar nos locais aonde as pessoas têm todo temor para abrir residência para responder questionário é muito mais fácil você fazer para o telefone mas obviamente que o telefone não dá a mesma acurácia de medida que você tem quando você faz um inquérito presencial eu acho que na questão isso seria umas Duas reflexões que eu teria que sobrevitel
e sobre a PMs sobre a pense na verdade eu acho que Débora explicou muito bem eu acho que deixa eu ver o que que eu anotei aqui mas a questão por exemplo das novas formas de exposição ao tabaco isso obviamente precisa de ser investigado porque esses dados são os dados importantes para a gente levar não só para os órgãos Regular regulatórios mas para classe política a classe política na verdade é E aí eu acharia um papel importante do ministério a gente tem por exemplo as comissões de saúde nós estamos nós estamos diante de uma nova
de uma nova um novo congresso agora que foi renovado em praticamente 50% se você for olhar para comissão de saúde da câmara e do Senado por exemplo seguramente a metade dos atuais eles estão lá são novos eu acho que esses Dados que a Débora apresentou aqui sobre a pense eles precisam ser levados para lá porque algumas coisas ali vão ter que envolver questões não só população mais legislação mesmo e a gente sabe que o Lobby do tabaco ele vem muito forte nos países do Hemisfério Norte aí por exemplo só para citar Canadá Estados Unidos é
o uso do cigarro eletrônico entre essas camadas mas jovens ele já tá ali ó para e passo e o Lobby vai vir forte Então esse trabalho tem que ser feito no Congresso Nacional e esse trabalho precisa ser feito pelo Ministério da Saúde pelo Ministério da Saúde você tá à frente os pesquisadores têm os instrumentos tem os dados tem a argumentação mas o ministério politicamente ele precisa estar presente nesses fóruns câmera encenado para alertar isso aí a questão do consumo de álcool por exemplo entre os jovens a questão por exemplo levantado da Do da propaganda né
da da cerveja ela é um é um ponto importantíssimo a ser discutido a nível de Congresso Nacional é obviamente da mesma maneira como aconteceu na época do cigarro quando eu acho que todo mundo que se lembra bem né que as empresas de televisão iam falir que as os eventos esportivos não iriam mais ocorrer sem o Malboro não ia mais a ver é corrida de carro lembra tudo isso foi falado a imprensa divulgada tudo isso olha não vai ter Mais Fórmula 1 no Brasil se não puder fazer a propaganda de carro eu me lembro que a
primeira vez que ocorreu Prêmio de Fórmula 1 no Brasil porque como a Europa é impediu o as logomarcas do cigarros nos carros e nos macacões de pilotos e isso foi uma da Comunidade Europeia nas corridas eu tô falando isso aqui porque eu gosto de Fórmula 1 eu vejo nas corridas de Fórmula 1 na Europa os pilotos foram lá onde estava escrito lá a marca do Cigarro era uma uma tarja do acordo o macacão acabou tá aqui no Brasil naquela época naquele ano no primeiro ano foi uma pressão tão grande que foi liberado o uso de
marca de cigarro nos macacões e nos carros e no ano seguinte já não porque o discurso na época é sem marca de cigarro não vai poder haver forma um no Brasil Então essas coisas na verdade elas têm repercutir na imprensa quer dizer cabe ao Ministério da Saúde e a comunidade científica geral dado o Ministério tem que ter o seu papel político de levar isso Não só para a sociedade mas para o fórum regulatórios e de legislação e isso é essa é a grande contribuição que essas pesquisas têm que dar a população todos os dados mostrados
aqui a gente vê que a questão a socioeconômica ela impacta nos comportamentos do Risco impacta muito é quando se fala eu até fiz um levantamento aqui Rafael do hoje de Manhã cedo ainda fez no pubmed do Vegetal lá no pubmed eu encontrei visitel e digital Brasil 184 artigos os assuntos assim mas coisa de pesquisa de bar tá estatística de bar tá Célia não vai me crucificar que não tá mas os assuntos que me parece que chama mais atenção são atividade física e alimentação alimentação Tá bem na frente quer dizer o pessoal da área de nutrição
tem utilizado atividade física atividade Física e no lazer e classe econômica é o tema mais difícil para gente as pessoas pobres não tem tempo de lazer o pobre hoje que gasta quatro horas se deslocando para o trabalho né essa que é a realidade das grandes cidades é um tempo médio de deslocamento é extremamente grande isso reduz as 24 Horas dele e vai reduzir como ele não pode reduzir no espaço de trabalho isso Vai obviamente reduzir no espaço lazer e vai ter impacto na baixa adesão atividade física no lazer nessas classes menos privilegiados e até diria
para assistência médica então assistência à saúde porque a assistência à saúde o indivíduo tem que fazer nos horários comerciais que às vezes ele não consegue fazer né óbvio que indivíduo quando tá doente ele se vira mas quando ele não está doente é ele Prioriza Às vezes o trabalho porque ali é o seu o seu ganho no dia a dia então talvez uma das coisas que eu tava pensando não conheço esses questionários do Claro questionário do pênis a gente conhece que a gente aplicou aqui no substituto de Vitória para ver mapear consumo de sal mas eu
não me lembro de todos mas eu acho que um dos itens importantes que a gente teria que levantar para ver qualidade de vida é a questão do tempo que o indivíduo precisa Usar no seu deslocamento do trabalho o trabalho remoto passa a ser uma nova uma nova fronteira agora e empresas não só dos serviços públicos mas empresas Então eu acho que esse seriam itens que poderiam entrar finalizando aqui minhas observações acho que se a gente puder aderir a inquéritos apaixonados que tem uma representatividade já no exterior como Débora chamou atenção aqui pense eu acho bem
interessante Porque na verdade nós temos que monitorar a nossa que as nossas questões de saúde internamente Tem que olhar para os outros também o que os outros estão fazendo o que os outros estão conseguindo que nós não estamos conseguindo Vamos aprender com os outros e vice-versa mas é hoje a questão na saúde ela é uma questão que você pode aprender com os outros e os outros podem aprender com os bons exemplos que nós temos acho que essa era As principais observações que eu que eu tinha que fazer tanto das questões que eu queimar tutano aí
desde quarta-feira passada até até nas apresentações Agora que eu fui anotando algumas coisas eu acho que é isso acho que a gente poderia abrir para perguntas eu acho que tem perguntas vendas de fora e estão aqui não sei como Patrícia como você quer conduzir eu tô à disposição muito obrigada Professor Muito obrigada mesmo Pelos reflexões pelos comentários trazidos eu vou abrir agora para as perguntas antes tem alguns comentários a Carmen Viana falou muito grata pela apresentação da professora Célia gostaria de apontar a pouco atenção aos problemas de saúde mental da pns uma vez que tem
fundamental importância em todos os âmbitos da saúde né excelente apresentação professora Débora Malta importante questões a serem monitoradas no pena pense depressão sua Suicidalidade comportamento de auto lesão ou sem intenção suicida além das posições experiências adversas né especialmente no âmbito domiciliar inclusive como testemunhas de violência contra mãe etc a Sheila Lima precisamos traduzir esse esforço na prática a promoção da Saúde bem como foi quebrado né Precisa de ações concretas precisa sair da fala-se como fica o discurso da Equidade então precisa não pode só ficar na fala né nos últimos Anos às vezes igualdades ficaram cada
vez mais evidenciadas e precisamos Trazer isso para para a pauta das políticas então trava-língua né professora Débora Que bom que você faltou sua fala sobre as violências com destaque para sexual temos expectativas que essas questões possam ser fortalecidas nos próximos inquéritos e não contrário a Giovana Giovana e Clei também existe alguma proposta de políticas públicas para redução da Produção referente ao processo de produção de fabricação do cigarro e das bebidas alcoólicas como mecanismo de controle de consumo é a Daniela canela pergunta para professora Célia isso aqui já é a pergunta deixa eu ver aqui é
uma pergunta o último inquérito que avaliou simultaneamente o estado nutricional de todas as faixas etárias foi a POF 2008/2009 com isso desde então não temos dados para determinados grupos como aqueles entre 5 e 12 anos pode ser O inquérito domiciliar pns poderia ser o inquérito responsável por isso queria saber se existe essa perspectiva para pns 2024 vamos deixar no ar e aí quando a gente passar para para as perguntas até a professora Carmem poderia também colocar comentar um pouco no encerramento o Max Moura né excelente colocação a professora Débora aproximar a comparabilidade entre a pessoa
é essencial o Guilherme na Fausto que feliz em acompanhar a excelência das Pessoas envolvidas nesses inquéritos apresentações ótimas lá isolado realmente tem indicadores que são excluídos e não conseguimos fazer comparações Marco Antônio seria interessante nesses levantamentos levantar questões sobre segurança saúde e trabalho então Esses foram alguns comentários que a equipe aqui já gostaria de agradecer a equipe que tá por trás desse webinar fazendo o levantamento das questões e dos Comentários Obrigada equipe da cgdad departamento agora eu vou fazer algumas perguntas e aí primeiro para professora Célia Mas eu acredito que a professora Débora também possa
contribuir com algumas né dado que as duas coordenaram o processo em 2013 A primeira é sobre os motivos do baixo Universo de pessoas que tiveram os dados antropométricos aferidos e a segunda pergunta é saber o motivo pelo qual obesidade diferente das demais Doenças ou condições crônicas não transmissíveis não possuem as perguntas sobre realização de consulta médica prescrição de medicamentos entre outras é eu vou abrir a palavra para professora Célia aí depois eu volto para não juntar muitas perguntas né E fica mais difícil de responder então essa é a do Guilherme professora Célia obrigada pelas pelos
comentários e pelas perguntas né eu vou responder Diretamente as perguntas feitas mas depois se ainda sobrar tempo eu gostaria de falar um pouco sobre o debate levantado pelo professor Milo tá então eu acho que assim que a questão de ser uma amostra pequena em 2019 é a gente não tem nós da Fiocruz não tem poder de dar essa solução né Nós só conseguimos que ela fosse incluir assim no final do já do planejamento da bms de 2019 porque Faltava o orçamento e faltava planejamento né e as medidas antropométricas elas não são tão triviais assim de
serem feitas né a gente tem os equipamentos tem que levar equipamentos tem que então assim é um é um fator de complicação é um fator de maior maior custo também mas não tanto e foi uma pena que agora a gente ficou com Esse dado capenga então assim eu espero que em 2024 não aconteça isso né na relação da obesidade com consultas médicas é esse é o grande passo do inquérito né porque você tem várias perguntas e muitos desfechos né então você tem esses essas perguntas sobre consultas médicas sobre o uso de serviço de saúde nos
últimos 15 dias sobre plano de saúde então assim a gente consegue juntar você tem as desigualdades Você tem os indicadores de Pobreza né Então você tem tudo junto e essa é a magia do inquérito que você consegue juntar tudo e fazer as análises né então assim a gente não precisa especificamente perguntar para quem tem obesidade porque Inclusive a gente só vai saber esse IMC depois de analisar os dados né então a gente faz a pergunta mede faz as medidas antropométricas aferidas que existe uma grande diferença entre as medidas que são Auto referidas com as medidas
Aferidas né e depois a gente faz então essas associações eu peço desculpas né porque depois que o professor me falou não abrir para os palestrantes né então professora Célia Eu só peço para ser isso simples que a gente já tá com o passado da hora né faltam 10 para 16 você quer a discussão tá muito boa a gente tem 195 espectadores ao vivo tivemos 385 visualizações então só para que o pessoal não fique tão angustiados Em relação ao tempo tá bom pode falar bem então eu acho assim que a gente tem que entrar numa situação
em que a gente tenha um código único de identificação porque isso evitaria você conseguir colocar o CPF por exemplo a gente poderia tanto ter nos sistemas de informações do Ministério da Saúde e em todos os inquéritos né a gente já teve esse senso ele já considerou o CPF Então se a gente Puder unir depois visitel com a bnss isso seria fundamental né Eu acho que seria E assim a gente não teria os esforços dobrados Talvez né uma outra coisa que que a gente usa muito pouco e que eu comecei a usar tô apaixonada por ele
projetos pela internet né que no caso da covid e a gente não podia fazer pesquisa de campo trabalho de campo e a gente começou a usar pesquisas pela internet eu acho que a gente deveria dar esse Passo Grande Porque assim como o telefone celular você gastaria menos se você sabe o WhatsApp da pessoa e a gente faria a divulgação através da internet então a gente já teria é claro que uma parte da população não tem acesso mas a gente poderia buscá-los também de outra forma com problema de saúde da família e coisas desse tipo né
Eu acho também que o mil falou numa coisa muito interessante que é levar esses dados para a sociedade eu Acho que a gente não consegue isso porque nós produzimos muitos artigos como você falou mas a gente não consegue levar esses dados para a sociedade para eles verem os benefícios dos comportamentos saudáveis e também os malefícios dos problemas né outra coisa também é que a gente precisa ter um grupo maior para elaborar essas pesquisas o questionário da bms hoje em dia ele tá bem grande as entrevistas já São muito grandes então agora por exemplo eles vão
fazer eu acho que ainda tá esse planejamento do ministério Não tenho certeza mas a pmds o que pega essa já tô juntando a outra pergunta de nutrição e seria nutrição nas crianças né porque a pns ela não é uma uma pesquisa para toda a população eu inquérito que começou com 18 anos ou mais foi para 15 anos ou mais em relação a doença mental por exemplo em violência eu não tive eu fiquei assim Né presa nos 15 minutos que eu tinha para apresentar então eu tive que escolher mas a gente tem questões de violência muito
interessantes né e teve nessa pns 2019 a autodeclaração da orientação sexual que a gente está cruzando agora com a violência Então a gente tem é muitas análises mas eu às vezes fico assim eu não consigo fazer tantas tantas análises se a gente tivesse um grupo maior o recursos para fazer isso seria ótimo né e assim uma Coisa que deu muito certo também na pns de 2013 nós juntamos as áreas técnicas do ministério Débora e mil se lembram disso em que a gente tinha uma junção de pesquisadores com pesquisa dos pesquisadores com as áreas técnicas do
ministério e aí a gente fez um questionário que fazendo uma junção dos grupos né e assim sempre tomando cuidado para não ficar um questionário muito grande tem umas partes na bms que eu tô querendo Analisar entendendo não consegui que é parte das infecciosas então eu tenho infecções sexualmente transmissíveis tem sintomas de tuberculose sintomas de hanseníase então assim eu a gente precisa de mais gente para analisar porque daqui a pouco a gente está fazendo 2024 ainda não conseguiu analisar todos os módulos da pns então assim eu acho que são coisas muito importantes a grande vantagem de
todas essas pesquisas É que a gente consegue ver Equidade tem por exemplo um módulo da PMs a gente tem vários móveis que são da pinagem que é trabalho educação se a gente tivesse o CPF juntasse por exemplo consenso a gente já portaria grande parte do questionário já tô me estendendo muito então muito obrigado Obrigado professora Célia deixou tem aqui a pergunta do professor uns Comentários do professor Bruce que eu acho que é interessante aqui que ele fala né gostaria de colocar três assuntos adicionais para reflexão já que estamos no início de uma nova administração e
assim em momento de reflexão e planejamento a importância de junto com o IBGE avançar na possibilidade de parear resultados da pns que a senhora acabou de comentar professora séria né com bases administrativas do SUS Então esse também Aí eu posso falar que é um desejo do IBGE fazer então acredito que isso vai ser sinalizado é nas próximas edições das pesquisas né Principalmente de óbito internacional para permitir surgir corte de abrangência representatividade né até de sobrevida né para algumas condições então é importante a fundamental importância de medidas objetivas na pns não apenas de peso cintura pressão
arterial e alguns testes laboratoriais Mas também novas medidas de amostras tais como maxigrafia para medida objetiva de atividade física na população e eu acho que a gente tem hoje no mercado né no mundo várias situações e que a gente pode trazer internalizar e que são situações tecnológicas que podem ser incorporadas e que estão cada vez mais simplificadas né testes é kits diagnóstico Então acho que a gente O Brasil precisa né beber dessa fonte Começar a desenvolver isso a importância de avançar na extração de dados de prevalência e doenças e fatores de risco nas bases administrativas
do SUS que é até um comentário né e uma pergunta relacionada a como usar os dados da atenção primária ou seja do exus B por exemplo para fazer vigilância das doenças e agravos não transmissíveis então isso também é Um Desafio que necessita integração né das duas áreas de vigilância e atenção é bem pelo Avançado da hora tem duas perguntas que são para o Rafael mas são relacionadas a ampliação expansão do vegetal para os Estados né E isso o professor Rafael comentou essa já tá no radar e no planejamento então a gente acredita que né é
o visitel ele não deve mais ir para rua sem o celular e sem essa expansão né Acho que acredito que a gente já tá mais passando mais que da hora de introduzir isso né então eu vou passar agora a palavra para A nossa diretora né a professora Maria deu Carmem que pensou com muito carinho e propôs esse evento né Parabéns professora deu Carmem pela iniciativa ela é graduando em nutrição mexe nutrição humana Doutora em ciências fisiológicas e depois doutores e saúde coletiva é professora titular aposentada da Universidade Federal do Espírito Santo atuando voluntariamente Nos programas
de pós-graduação em saúde coletiva e em e saúde tem experiência de Estudos tem experiência em estudos de base populacional e escolar com ênfase em epidemiologia nutricional e doenças crônicas não transmissíveis é pesquisador e vice-coordenadora do centro de investigação Elza Espírito Santo atualmente é a diretora e atualmente a nossa diretora departamento de análise epidemiológica e Vigilância das doenças não transmissíveis da Secretaria de Vigilância em saúde Ambiente aqui do Ministério do Trabalho de Carmo a gente já deu as boas vindas mais à frente de todos boas-vindas a nova gestão é e agora o passo a palavra para
o encerramento desse evento obrigado a todos até uma próxima obrigada Patrícia é sua colaboração nesse início dessa gestão é fundamental a Patrícia era coordenadora dessa área né da vigilância das doenças e agravos não Transmissíveis mas até agora contribuiu bastante eu agradeço muito por esse momento também que não seria possível sem a colaboração do grupo que hoje né tá aqui com a gente queria agradecer aos pesquisadores pesquisadoras sei que esse tema se nós tivéssemos um pouco mais de tempo nós ficaremos aqui até tarde viu eu tenho certeza disso eu acho que essas apresentações Elas começam a
brilhar né os nossos olhos começa a brilhar a partir do momento das Possibilidades e que hoje nós temos esse compromisso te dar continuidade aos estudos aos inquéritos aqui no Ministério da Saúde né É por outro lado antes né de levar em consideração em todas essas falas e tudo mais queria dizer que nós podemos até né sair daqui com compromisso de fazer novas novas encontros aqui né podemos fazer encontros por temáticas por né Por temas específico eu fiquei pensando nisso Durante essa apresentação e o interesse dos pesquisadores né e dos ouvintes que não é mais de
200 pessoas aqui é presente nessa nossa laminar né então falando um pouco desse trabalho da secretaria A Professora Doutora é secretária até ela tem colocado bastante para gente os três eixos aqui da secretaria um primeiro eixo é muito Fato né que é a necessidade da do aumento da cobertura vacinal o segundo é o segundo eixo é a Erradicação é de doenças né em eliminação nos próximos quatro anos ter de fato essa eliminação e o terceiro eixo que nos compete aqui é ter realmente um centro de excelência epidemiologia com inovação né para isso nós precisamos de
recursos e precisamos também de pessoas né enfim técnicos profissionais e investigadores enfim essa esse conjunto de Situações que permitiram ter de fato o núcleo aqui na vigilância o núcleo de inteligência na área de epidemiologia então isso foi colocado inclusive hoje na nossa reunião de colegiado bem em relação as pesquisas tenham-se muitos temas que eu gostaria de conversar e tratar com vocês por isso que eu acho que vamos sair daqui com essas com esses encontros agendados né quando nós falamos do consumo de álcool entre adolescentes né Débora a gente não pode Esquecer que nós precisamos investigar
consumo de cerveja sem álcool que vem sendo introduzido nesse grupo populacional o quanto isso vai repercutir daqui alguns anos né no consumo de álcool porque o paladar eu né como nutricionista a gente sabe que nós vamos gostando de determinados sabores e essa propaganda por exemplo que tem hoje introduzida ela leva realmente aumento do consumo de álcool alguns anos depois então se hoje nós temos um adolescente De 12 anos experimentando a cerveja sem álcool Que chá né o que que vai acontecer daqui um tempo com enfim com consumo de álcool a cerveja com álcool com o
mesmo sabor coloquei aqui também a necessidade da gente rever né o visitel Acho que são várias questões que são colocadas aí professor Rafael tem um pouco esse trabalho com a gente aí de estar pensando e Avaliando novas possibilidades de fato a cobertura do telefone fixo é muito baixa então a gente precisa rever de forma urgente embora já tenha embora em 2022 e 2023 já introdução dos telefones celulares né em relação a um grupo específico que nós não temos em nenhuma pesquisa que a criança que vai se a gente for pensar a gente tem hoje uma
pesquisa Grande crianças até cinco anos né que é o ENEM mas depois na faixa etária de 6 até 10 Anos até 12 anos nós não temos absolutamente nenhuma informação sobre esse grupo né e a obesidade vem crescendo nesse grupo específico né então nós precisamos olhar para essa temática também né a obesidade em crianças nessa faixa etária e lógico que nós temos que fazer essa integração com outras secretarias e fazer a integração também com o que é produzido na atenção primária então quando nós olhamos hoje que nós temos o sisvan Né que é um Sistema que
poderia ser de fato melhorado para dar também essa condições de monitorar o estado nutricional da população especialmente né as suas dependentes que é frequenta lá Agilidade de saúde nós teríamos aí condições de Obter dados específico sobre estado nutricional e sobre um tema que é prioridade no governo do presidente Lula que é a questão da fome né a fome por exemplo a gente não tem como hoje é semana passada Uma uma rede né de um jornal me perguntou sobre dados sobre fome sobre insegurança alimentar o mistério da Saúde hoje não produz nenhum dado sobre esses assuntos
né então esses dados essas análises elas precisam dar conta é também né como professor mil falou de ser traduzido né quer dizer o conhecimento que nós temos hoje de informação se é traduzido para a população a população precisa conhecer é que situação que ela se encontra hoje Quais são os fatores de risco os fatores de proteção como que eles venham aumentando ou mas também nós precisamos fazer com que esse essas análises elas subsidiam aí as políticas né de saúde é para redução das desigualdades sociais para a redução dessas situações que levam né a uma iniquidade
imensa o que a gente hoje vê por exemplo em relação a se a gente faz alguma análise para o raça cor a gente observa Grande desigualdades aí no atendimento à saúde na assistência de modo geral e também na produção de bens e serviços né então agora no início de Março nós temos o dia mundial né comemorando dia mundial internacional da mulher que é no dia 8 de Março nós produzimos uma um boletim aqui informativo que que a princípio seria um boletim é muito pequeno quer dizer de 20 páginas e agora já tem 80 páginas mostrando
essas Desigualdades e utilizando todos esses bancos de dados que nós temos a pns ao digitel enfim para falar da situação de saúde e iniquidades entre meninas e mulheres brasileiras e algumas alguns indicadores nos chamam bastante atenção por exemplo número de consultas de pré-natal cesarianas né como que cresceu entre mulheres pretas e pardas e depreciam entre mulheres brancas por exemplo então nós temos algumas situações que nós Precisamos resolver e que não é só o sistema de saúde que é responsável por isso né Nós temos que ter essa integração tenho certeza que que nós precisamos ir para
um outro Campo que é o campo da política Eu acho que o mil colocou isso né da necessidade de ter pautas que devem ser agendadas lá junto aos congressistas em relação ao consumo do álcool consumo de Açúcar a questão da obesidade dos ambientes saudáveis enfim Nós temos algumas faltas aí que nós vamos precisar tanto da Integração com os outras secretarias né e também com outros Ministérios Além disso nós precisamos também identificar essas iniquidades por exemplo em relação aos acidentes e as violências né as violências violência contra mulher violência contra a população LGBT que é mais
enfim nós temos várias questões que precisam ser é precisamos de dados de subsídios para Levantar essas políticas bem a obesidade por exemplo é um grande problema que nós estamos enfrentando ela é invisível para o serviço de saúde eu acho que a pergunta que foi feita aí que nós perguntamos sobre consulta de hipertensão consulta de diabetes mas não perguntamos se houve consulta em relação a obesidade eu creio que seja isso né porque esse grupo tem um grupo bastante importante de pesquisadores estudando o enfrentamento da obesidade e levando em Consideração o quanto a atenção primária ela não
consegue perceber a presença né da obesidade conseguir fazer o cuidado integral nem eu já passamos um pouco do tema que nós do tempo que nós estávamos aqui prevendo para se para esse webinar aqui Quero Agradecer bastante a apresentação a participação a parceria dos pesquisadores e é e quem eu não tô não sei exatamente de quem tá Participando como 20 mas quero agradecer os ouvintes as pessoas que fizeram as perguntas dizer que nós estamos aqui abertos a discussão a conversar sobre esses estudos mostrar por exemplo né qual a importância desses estudos para a vigilância das Dantes
a gente precisa dar continuidade e eu vou embora com recurso menor a gente não tem mais recurso do que no passado mas a gente vai estar lutando para ter um sistema mais integrado Isso também é colocado como uma prioridade aqui na vigilância na Secretaria de todas as de todos os departamentos integrar esses departamentos Porque nós não podemos mais falar em doenças nós temos que falar em pessoas em pessoas que adoecem e que vão a óbito por algumas causas mas por isso a gente precisa pensar nesse indivíduo eu e hoje é o ID que nós temos
que pode fazer né Essa Integração do sistemas é o CPF então isso já também tá na mira aí da nossa da nossa secretaria Além disso quero dizer que nós temos teremos né uma nova coordenadora dessa área de vigilância que é a pesquisadora Letícia que é da Fiocruz acho que ela deve tá ela tá com certeza ir na na apresentação e que ela vai dar início né a Essa gestão aqui da Coordenação na próxima Letícia Cardoso tá na próxima semana né E com isso eu finalizo essa webinar Mais uma vez agradeço desejo o início de semana
né uma boa semana para todos e todas e Vamos remarcar né uma outra conversa dessa chamando outros pesquisadores para que a gente possa também fazer uma integração e também fazer a integração com os serviços de saúde com as referências técnicas dos estados e também dos Municípios Muito obrigado e uma ótima tarde Vem sendo assim encerramos essa sessão e agradecemos a todos pela participação tenho todos um ótimo final de tarde