prezados professores prezar das professoras é um prazer estar aqui com vocês meu nome é patrícia os colégios theirs eu sou professora universitária e eu pesquiso sobre programas de ensino e currículo o objetivo da nossa conversa hoje refletimos e falámos um pouco respeito do livro de idade e para facilitar a nossa nossa conversa nós vamos dividir então a nossa fala nossa apresentação em dois momentos num primeiro momento nós vamos falar a respeito do livro didático enquanto material didático e num segundo momento nós vamos falar a respeito da escolha do livro didático tão popular o que é
o material didático uma definição o material didático é todo o material que é usado de maneira sistemática e metódica no processo de ensino e aprendizagem então nós temos os nossos velhos conhecidos o jes a lusa mas podemos ter também por exemplo o computador à televisão que podem fazer parte desse processo de ensino-aprendizagem então pra ser considerado um material didático um determinado objeto ele tem que ser utilizado de má tei de maneira metódica de maneira sistemática no processo de ensino aprendizagem é por isso que nós temos os livros didáticos e os livros paradidáticos bem num outro
ponto que merece ser destacado é a linguagem do livro didático então é quando nós pegamos um livro de física um livro de química um livro de biologia um livro de matemática nós vamos encontrar ali uma linguagem que é característica que é própria daquela área do conhecimento cada área cimento tem a sua linguagem a sua simbologia os químicos por exemplo quando eles querem comunicar algum conhecimento na área da química eles se utilizam de símbolos então quando eles querem falar a respeito de um elemento químico eles vão utilizar o que letras eles vão utilizar letras que vão
se transformar nesse caso em símbolo o símbolo daquele elemento químico se eles querem comunicar alguma informação algum conhecimento relativo a uma substância química eles podem fazer isso através de fórmulas então as substâncias químicas elas podem ser representadas por meio de fórmulas uma reação química pode ser representada por meio de uma equação então vejo nós nesses três exemplos nós já temos aí é é as características ou algumas das características da simbologia utilizada pela área da química na área da física a mesma coisa então se é o físico por exemplo estiver conversando sobre forças ele pode por
exemplo falar sobre vetores porque vetores o vetor é uma simbologia que ajuda a compreender a onde uma força foi aplicada ea intensidade dessa força a mesma coisa na mata atlântica matemática também tem toda uma simbologia a matemática ela se utiliza do que de números e jeans símbolos o símbolo da edição símbolo da subtração da multiplicação da divisão então nós utilizamos símbolos para comunicar um tipo de conhecimento específico então quando nós teremos um livro didático de alguma dessas áreas do conhecimento nós temos que estar cientes de que aquele livro ele carrega e traz em si a
simbologia daquela área do conhecimento isso já é um desafio para nós porque se nós não entendeu os aquela simbologia e aí a gente pensa nos nossos alunos também se eles não entenderem aquela simbologia eles não serão capaz de entender o conhecimento que está por trás daquela simbologia é um outra questão é nós e vamos ver se refletirmos pra quem que o livro didático ele foi escrito o livro didático e não foi escrito para o físico ele não foi escrito para o químico ou para o matemático puro o livro didático e foi escrito para dois leitores
em particular e foi escrito para o professor e para um então ele tem que ter a capacidade ele tem que conseguir conversar com esses dois leitores porque a linguagem do laboratório da química a linguagem do laboratório da física ela não é transposta de forma linear para a escola então para que aquele conhecimento que ele é gerado lá dentro do laboratório ele chegue até a sala de aula ele tem que passar por uma transposição a transposição didático e vai ser transformado em conhecimento escolar então uma outra característica que o livro didático ele precisa ter é e
precisa carregar essa transposição ele precisa ser capaz de comunicar aquele conhecimento para esses dois leitores é que ele foi é destinado o aluno e o professor bom nesse ponto da anda nossa conversa é interessante então nós fazemos duas perguntas o que o livro didático vencer e o que o livro didático não deve ser então de forma bem simples respondendo à i a primeira pergunta nós diríamos que o livro didático ele deve ser um instrumento no processo de ensino aprendizagem o instrumento é nada mais do que isso e quando eu digo nada mais do que isso
elas estão desprezando livro estou dizendo que ele tem que ser colocado no exato papel para o qual ele se destina ele é um instrumento no processo de ensino aprendizagem por que por que ele não deve ser o que ele não deve ser o orientador principal do nosso programa de ensino um exemplo alguém pode chegar pra mim falar assim o patrício você dá aula de biologia o que você está se ensinando qual é o seu programa de ensino se eu estou seguindo o livro didático então veja quando eu digo isso eu estou em outras palavras dizendo
que eu transformei o meu livro didático no meu programa de ensino eo livro didático é o nosso programa de ensino o nosso programa de ensino ele está num nível superior o meu programa de ensino e foi pensado de maneira a atender a objetivos de ensino ele foi pensado de maneira a atender as necessidades daquela turma daquele grupo daquele daquele ano então se eu leciono para o 1º ano do ensino médio eu vou fazer um programa de ensino é que deve contemplar objetivos claros ele deve contemplar recursos claros metodologia clara e metas plausíveis de serem atingidas
ao final de um determinado período um ano letivo por exemplo e dentro desse programa então eu te amo você cursos ou os materiais didáticos que eu vou utilizar um deles é o livro didático e muitas vezes o que nós professores fazemos é transformar o nosso livro didático no nosso programa de ensino é uma outra coisa que um livro didático ele não deve ser é a fonte principal do conhecimento ou seja a fonte principal do conhecimento que nós estamos é ensinando não devem ser o livro didático a fonte principal do conhecimento que nós estamos nos propondo
a ensinar ou de um tema específico que nós estamos nos preocupa em ensinar a ninguém da nossa formação advém de outras fontes que nós utilizamos que nós consultamos e o livro ele vai servir como recurso como instrumento como vamos dizer assim auxiliar nesse processo de transmissão de construção do ensino e da aprendizagem então ele não é a fonte primeira ele não é a fonte do conhecimento falando de uma forma mais clara o aluno ele não vai aprender pelo livro didático o aluno ele vai aprender através de um conjunto de metodologias que o professor vai selecionar
para que aquele conhecimento possa ser apreendido então ele não vai aprender decorando o livro ele não vai aprender fazendo os exercícios do livro o processo de ensino aprendizagem é muito mais amplo o livro ele entra como um auxiliar são feitas essas considerações nós passamos então para a segunda parte da nossa apresentação ou da nossa conversa é que diz respeito à escolha do livro didático é antes de nós falarmos de alguns aspectos netos que merecem ser observados no processo de escolha é interessante é nós entendemos algumas coisas primeiro não existe livro didático perfeito não existe não
é porque porque o livro didático ele foi escrito para um aluno genérico ele não foi escrito para o meu aluno para minha turma para aquela turma em especial nós sabemos que existem realidades diferentes eu tenho um aluno por exemplo que é da zona rural e tem um outro aluno que é da zona urbana esses alunos eles vivem em contextos sócio é culturais políticos diferentes então o livro didático ele não foi escrito para uma situação para um aluno em especial ele foi inscrito para o aluno genérico e nós temos que ter consciência disso não tenho que
ter uma cláusula que quem vai fazer muitas vezes as adaptações para aqui galo daquela escola naquela região somos nós professores e uma outra questão importante é que cabe ao professor a escolha do livro didático e isso tem a ver com o que nós falamos anteriormente porque eu conheço a minha turma eu sei aonde estão localizados os meus alunos eu sei como é a clientela então sou eu como profissional como professor profissional que tenho a responsabilidade ea capacidade de saber o que é mais adequado para aquele grupo de alunos para quem a lua então cabe a
nossa essa escolha bem quais são os aspectos que nós podemos observar quando vamos escolher um livro didático são inúmeros aspectos é é claro que nós vamos poder aqui falar minuciosamente o respeito de todos esses aspectos até porque seria interessante que nós tivéssemos os próprios livros pra exemplificar mas vamos lá quando nós pegamos um livro é e seja de qualquer disciplina a primeira coisa que seria interessante nós observar os é a formação dos autores geralmente essa informação vem na contra capa do livro então nós abrimos lá e vamos ver a esse livro foi escrito por um
autor ou por dois autores qual que irá formação o quais são as a olhar a formação desse autor seu livro de química então nós vamos ver quem escreveu este livro é um químico ele tem mais alguma formação e tem especialização em alguma área do conhecimento se é um livro de biologia quem escreveu escrito ele é formado no que se ao turno esses autores são chamados no que eles são formados em química eles são formados em biologia porque nada impede de um é de uma pessoa formada por exemplo em química é escrever um livro de biologia
e também não entende e 11 um profissional formado em biologia colaborar na execução é no planejamento de um livro de química então veja isso é interessante como ponto de partida porque muitas vezes nós vamos observar no decorrer do da leitura muito da formação inicial desse autor então se você pega um livro de de biologia escrito por um químico por exemplo você vai observar os traços da formação desse autor na fama da maneira como o livro é escrito em outra coisa interessante que nós podemos observar a estrutura do livro é que esse livro é estruturado ele
é estruturado por capítulos por unidades de ensino ou por eixos temáticos porque isso é importante porque nós dentro do nosso planejamento nós temos o nosso planejamento letivo nosso ano letivo o nosso objetivo normalmente ele é dividido em bimestres esses mestres dentro de um período maior então se eu escolher um livro que ele está dividido em capítulos eu tenho que fazer uma previsão de como esses capítulos eles serão distribuídos ao longo dos bimestres letivos se o livro foi escrito em unidades de ensino eu posso também escolheram planejar como que essas unidades de ensino elas serão abordadas
durante o meu planejamento anual o meu planejamento semestral então isso é uma coisa que nós devemos observar já no início do ano agora que nós estamos fazendo o nosso planejamento na hora que nós estamos escolhendo nosso livro didático um outro ponto interessante em relação à apresentação do do conteúdo dos conteúdos como que os conteúdos eles são como eles vêem apresentado no apresentado nos livros se nós pegarmos por exemplo um livro de química e física e biologia de matemática de gramática enfim nós vamos conseguir observar ali que dependendo da editora dependendo do autor porque geralmente é
essa escolha é feita de comum acordo entre autor e editora os livros eles apresentam os conteúdos dentro dos capítulos o das unidades os dois eixos temáticos de uma determinada maneira então existem livros por exemplo que eles iniciam os capítulos já apresentando o conteúdo já apresentando algum tipo de explicação então logo no início do capítulo a gente já em conta no texto ea partir desse texto então o autor ele vai discorrer sobre aquele tema sobre aquele conteúdo a livros a outros livros por exemplo que optam por uma outra estratégia metodológica eles colocam lá no início do
capítulo da unidade uma imagem e através da leitura daquela imagem que é interessante que nós façamos essa leitura com os nossos alunos aquele tema ou aquele conteúdo ele vai ser problematizado então alguns livros partem de uma imagem que geralmente reflete uma situação problema uma situação é da comunidade ou uma situação vamos dizer assim é global ou na situação problema que interessa nós brasileiros por exemplo ea prática então daquela imagem problema aquele tema aquele assunto ele vai ser problematizado para que depois então o livro passe a conceito a há aquele tipo de conhecimento que ele deseja
comunicar existem livros que partem por exemplo de poesias de músicas ou seja uma forma mais lúdica de apresentar em conteúdo e aí é nós podemos nesse ponto está nos perguntando mas o que é o ideal então depende depende qual é a turma nós dissemos anteriormente dp quem a minha clientela é esse tipo de apresentação dos conteúdos é algo com que eu professor me identifico porque não adianta eu também adotar livro porque o meu colega ele gosta de trabalhar sim comumente a gente escuta se o meu colega ele gosta muito de levar música leva trecho de
música ele levou a cd então a partir da letra da música que ele desenvolva o conteúdo o outro não eleva em notícias de jornal ele parte de situações do cotidiano a partir dessas situações do cotidiano ele vai então desenvolver o conteúdo ele vai desenvolver os conceitos mas ver o professor é quem tem que se identificar com esse tipo de estratégia e tática porque se ele não se identificar vamos dizer assim se ele não comprar essa idéia há aquela abordagem vai ser estranho a ele então não existe e vamos dizer assim uma maneira uma forma melhor
do que a outra existe aquilo que se identifica melhor existe aquela estruturação através da qual nós vamos transitar de forma melhor e aí nós vamos poder ensinar de forma mais eficiente um outro aspecto que precisa ser observado um livro é a presença dos conteúdos e aqui nós estamos falando daqueles conteúdos que são é apresentado por nós nos pcns os conteúdos conceituais procedimentais e atitudinais será que esse livro didático que nós estamos analisando ele traz esses três tipos de conteúdos o ele é um livro como nós costumamos falar ele na prática esse livro é muito conteudista
ele só traz conteúdos então o que nós estamos querendo dizer o que está por trás dessa figura de linguagem nós estamos dizendo que aquele livro ele só traz conteúdos conceituais ele não consegue trazer para o aluno é informações que dizem respeito à mudança de atitude o que levem o aluno a desenvolver alguma ab idade procedimental então é interessante agora que nós estamos olhando o livro norcon estamos analisando o livro se há a presença desses três tipos de de conteúdo do livro e qual é a quantidade desses conteúdos porque também alguns livros trazem vamos dizer assim
90 por cento de conteúdo procedimental ou atitudinal o conceitual e aí o professor não se identifica com aquilo na hora que ele vai discorrer sobre o conteúdo ele usa uma outra lógica porque não é aquela que ele está acostumado então o livro ele tem que também é ter uma identificação grande com aquilo que nós acreditamos com aquilo que nós estamos familiarizados a fazer ou dispostos a fazer isso é importante também de repente posso falar puxa que proposta legal eu acho que esse ano eu vou fazer algo diferente eu acho que eu vou desenvolver o meu
conteúdo meu plano de ensino de uma forma diferente bem é uma outra coisa avançando em relação às atividades práticas e isso e diz respeito muito a área da física da química e da biologia principalmente mas também da matemática e por que não dizer da da língua portuguesa e da literatura enfim é os livros eles trazem comumente atividades práticas como nós gostamos de falar atividades de laboratório essas atividades são todas iguais não são de seleção são semelhantes não são muito diferentes e nós quando estamos analisando no livro didático nós temos também que ter esse olhar vamos
dizer assim crítico em relação ao tipo de atividade prática que está sendo proposta no livro existe um pesquisador tamir ele fez um estudo em 91 e ele propôs é uma categorização das atividades investigativas atividades investigativas aqui entendidas como atividades de laboratório atividades práticas então ele construiu uma tabela é infelizmente eu não posso mostrar essa tabela para você ser interessante mas eu vou ler aqui a tabela em que ele classifica as atividades experimentais as atividades práticas em quatro níveis nível 0 1 2 e 3 por que essa classificação em níveis é essa classificação ela é feita
em função dos problemas da nos procedimentos e das conclusões que uma atividade prática se propõe a oferecer então no nível zero que é o nível mais básico nós temos uma atividade prática em que o problema ele já havia imposto os procedimentos a metodologia já vem dada ela já está ali e as conclusões também já estão anunciadas então essa é aquela atividade que nós podemos dizer que é uma atividade de demonstração muitas vezes o nosso aluno falou assim ah eu fui laboratório na minha escola tem laboratório nossa que legal e o que você fez um laboratório
eu fiquei olhando o professor ele falou pra nós o que nós vamos ver ele mostrou e depois ele contou pra nós quais eram as conclusões então efetivamente vejo o aluno ele não participou daquela investigação ele ficou ali com um ouvinte ele só apreciou a demonstração de uma atividade em que um problema um procedimento ea conclusão já estavam postas no segundo nível que é o nível num é os problemas alimentos eles estão é dados ele já sondados mas o professor deixa para o aluno para os ângulos tirarem ou chegarem à conclusão então isso já vai exigir
um pouco mais de envolvimento da turma apesar de ele não ter participado da problematização dele não ter construído procedimentos é ele é convidado a refletir com base nos resultados em ananás conclusões no nível posterior no nível 2 somente os problemas e eles são dados e o professor então ele deixa para o aluno ou para os alunos construírem os procedimentos ea partir dos resultados os alunos eles vão propor algumas conclusões não vejo o problema é dado um determinado problema de investigação ea turma como é comumente falamos eles vão trabalhar eles vão ter que construir um procedimento
pra resolver aquele problema e no nível 3 que é o nível mais complexo é tanto os problemas quanto os procedimentos e as conclusões estão em aberto então os alunos vão propor um problema esse problema ele não ele tem que ser um problema de investigação científica ele não é o problema vamos dizer assim meu ele é o problema da turma é o problema da sala ou ele é o problema da comunidade olhar o problema da cidade o problema do país esse problema ele tem que ser é vamos ver como compartilhado com a turma é a os
alunos eles têm que conhecer esse problema ea partir disso eles vão construir então um experimento eles vão construir procedimento eles vão construir uma metodologia eles vão submeter a algumas hipóteses a essa a esse experimento ea partir dos resultados eles vão chegar a conclusões é um nível é claro bem mais complexo aí é você poderia me perguntassem puxa então o qual desses quatro níveis é aquele que eu devo adotar depende é depende dos meus objetivos será que as atividades puramente demonstrativa celas não têm valor tem valor se elas forem colocadas de maneira estratégica de maneira pensada
de maneira planejada as atividades demonstrativa tem sim o seu valor depende daquilo que você professor é tem com um objetivo para aquele tema então dependendo dos seus objetivos de ensino é qualquer desses quatro níveis de de investigação eles têm vantagens nós estamos comentando isso porque isso vem explicado no livro didático mas nós observamos se nós abrirmos um livro de biologia e de química e física naquela seção que trata é por exemplo a atividade de laboratório nós vamos observar alice aquela atividade ela foi desenhada que ela foi construída a partir de uma danças num desses quatro
níveis de investigação e aí nós é que vamos escolher se aquilo está adequado para minha turma se está adequado para o meu orgulho agora nós vamos falar um pouquinho a respeito dos exercícios os livros eles normalmente eles trazem é uma sessão em que o conteúdo ele é apresentado e normalmente e depois vêm os exercícios como são esses exercícios existem é livros que trazem lhes os dias exercícios 10 15 20 exercícios que são exercícios puramente de fixação do conteúdo às vezes o enunciado muda mais as estratégias mentais que o aluno vai utilizar para resolvê los aquela
lista de 1520 exercícios é a mesma embora os denunciados possam trazer gráficos e imagens desenhos textos as estratégias são as mesmas então esses exercícios são aqueles que nós chamamos de exercícios de fixação de conteúdo existem outros tipos de exercícios que levam o aluno de um nível de compreensão para um outro nível de confiança o compreensão ou seja em resolvendo aquele exercício o aluno ele vai acender de um nível de compreensão para outro nível de compreensão e isso vai possibilitar a ele se apropriar de um outro conhecimento de um outro conceito então é esses exercícios geralmente
eles são mais bem elaborados muitas vezes eles precisam ser feitos com o auxílio com a intervenção do professor porque eles não estão ali em sua mente com a função de fixar ou de memorizar o conteúdo já que ensinado eles se prestam também a auxiliar o aluno a ascender do conhecimento ensinado para um outro tipo de conhecimento e para encerrar a nós vamos falar um pouquinho a respeito da presença ou da ausência no livro didático da interdisciplinaridade nós falamos muito atualmente é um tema que tem sido muito falado muito discutido a importância da interdisciplinaridade mas na
maioria das vezes aqui nós temos observado nos livros didáticos não é a interdisciplinaridade de fato e eu vou utilizar é o exemplo dos exercícios pra citar eu falar de interdisciplinaridade não significa eu colocar ali por exemplo um quadro uma pintura uma escultura então às vezes eu penso assim eu estou fazendo um trabalho interdisciplinar ou eu trabalho de forma interdisciplinar o meu livro por exemplo é tudo interdisciplinar veja tem aqui os exercícios eles trazem aqui pinturas eles trazem tabelas notícias de jornal música poesia mas de novo às vezes aquilo é a só apenas o ponto de
partida porque pra resolver aquela questão ou pra entender aquele conteúdo o aluno não vai precisar ou ele não vai ter que é vamos dizer assim caminhar pela interdisciplinaridade aquilo só foi um ponto de partida um estímulo inicial pra ele aprender o conteúdo daquela área que nós estamos direcionando então fazer o trabalho interdisciplinar exige muito mais do que adicionar ao livros é imagens adicionar ou livros trechos de entrevistas onde reportagens de jornais e revistas exigem realmente uma elaboração um pouco mais complexa que vai ter que ser mediada pelo professor e que o grupo só aluno ele
vai ter que acompanhar aquele processo então de maneira sim de em rápida bem sucinta é eu espero ter contribuído com vocês existem outros aspectos que eles mereceriam ser discutidos conversados mas nós não temos tempo necessário e temos a limitação do dado meio de comunicação que nós estamos utilizando nós agradecemos muito é pela oportunidade e estamos conversando com vocês e que possamos estar juntos numa próxima oportunidade tal