เฮ [música] No. เฮ [música] desejar para você uma boa semana. Que o Espírito Santo de Deus nessa semana com nos dirija em todos os nossos afazeres, em todas as nossas obrigações, que nós possamos nessa semana ser luz e sal.
E que essa semana seja mais uma semana abençoada em todas as nossas atividades, mas principalmente porque temos uma semana especial de oração. Então, dando as boas-vindas para você que está aqui, estendo as boas-vindas para você que nos assiste também e o convite de estar conosco todas as noites aqui para juntos podermos adorar a Deus nesta semana que é uma semana especial para a cristandade. Que Deus possa realmente transformar o nosso viver e que o sacrifício da cruz não seja em vão em nossa vida.
Convido a todos que se coloquem em pé. Vamos falar com Deus neste momento. Querido Pai do céu, muito obrigado, Pai, pelo cuidado, pela proteção, pela oportunidade, Senhor, que temos de estar em tua casa e de oração e nesta noite prestar um culto de louvor e adoração ao teu santo nome.
Somos falhos, somos fracos, mas queremos, Senhor, nos apoiar na cruz do Teu filho Jesus. Que a sua graça nos alcance e nos acompanhe a cada dia, Pai, para que possamos de caminho em caminho, de degrau em degrau, de quedas e momentos que nos levantamos, possamos crescer perante ti, perante o céu. Pai, abençoa cada um que aqui está ou que nos assiste também através da internet e pedimos que essas bênçãos, Pai, se estendam a todos os seus familiares.
Sua mão poderosa possa alcançar a todos nós. É em nome de Jesus que pedimos e agradecemos desde já. Amém.
Pode continuar em pé que nós vamos começar agora então o nosso momento de louvor. Será então o primeiro momento de adoração ao nosso Deus nesta [música] noite. E peço que você cante.
Sempre gosto de falar a plenos pulmões, [música] como se você estivesse diante do cordeiro ressuscitado que foi morto e hoje está lá no céu, esperando apenas o Pai [música] dizer: "Vai, vai buscar os meus amados, que realmente louvar a Deus, adorar o seu nome, seja o seu grande prazer, o grande prazer da sua vida. que essa música possa realmente refletir o prazer que temos [música] em adorar ao nosso Deus. Vamos chegar mais aqui à frente.
[música] Espírito, em verdade, [música] te adoramos. Te adoramos. [música] Em espírito, em verdade.
[música] Te adoramos. [música] Te adoramos. Cante forte agora.
Rei dos reis [música] [canto] e senhor, te entregamos [música] nosso viver. [música] Rei dos [canto] reis e senhor [música] te entregamos [música] nosso viver para te adorar, [canto] [música] ó Rei dos Reis. Foi que eu nasci, ó [música][canto] Rei Jesus.
Meu prazer [música][canto] é te louvar. Meu prazer é estar [música] nos atros [canto] do Senhor. Meu prazer é viver [música] na casa [canto] de Deus, onde fui o amor.
[música] Espírito e em verdade [música][canto] te adoramos. [música] Te adoramos. [canto] [música] Em espírito, em verdade.
[música][canto] Te adoramos. [música] Te adoramos. Rei [canto] dos reis e Senhor, [música] te entregamos [canto] nosso viver.
[música] Rei dos reis [canto] e Senhor, [música] te entregamos [canto] nosso viver. [música] para te adorar, ó Rei dos Reis. [música] Foi que eu nasci, ó [canto] Rei Jesus, [música] meu prazer é te louvar, [canto] meu prazer [música] é estar nos [canto] Senhor.
Meu prazer é viver. [música] Na casa de Deus, onde flui o amor, [música] cante para te adorar, ó Rei dos Reis. [canto][música] Foi que eu nasci, ó [música] Rei Jesus.
Meu prazer é te louvar. [música][canto] Meu prazer é estar nos atros do Senhor. Meu prazer [música] é [canto] viver na casa de [música] Deus, onde fui o [canto] amor.
[música] Se esse é seu prazer, diga [música] amém. Em Jesus temos o nosso refúgio. Ele é a nossa fortaleza sempre presente [música] em meio às aflições.
Cante esse hino como um louvor poderoso, declarando: "Senhor, a minha alegria é estar nos seus átos, porque em ti eu encontro [música] refúgio. " Cante com toda alegria e sino. Vamos louvar a Deus mais uma vez.
[música] És o teu [música] refúgio. Minha fortaleza, [música][canto] meu socorro eterno, [canto] és o meu [música][canto] abrigo. As mulheres, és o meu refúgio.
[música] És o meu refúgio. Minha fortaleza, [música] minha fortaleza. [canto] Meu socorro eterno, [música] meu socorro eterno és o meu [canto] abrigo.
[música] O mar [canto] se agitar. [música] Confiarei [música] em ti, Senhor. [canto] [música] E se a terra se abrir, [música] confiarei [música] em ti, meu Deus.
Deus [música] o meu refúgio, mulher, o meu refúgio. [canto][música] Minha fortaleza, minha fortaleza. Meu socorro [música] eterno.
[canto] Meu socorro eterno. [música] És o meu abrigo. Mulheres, [música] és o meu refúgio.
És o meu refúgio. [música] Minha fortaleza, minha fortaleza. [música] Eu socorro [canto] eterno.
Eu socorro eterno. És o meu [canto] abrir. [música] Cante forte.
Agora, quando [música] se agitar, [música] confiarei [música] em ti, Senhor. [música] E se a terra se abrir, [música] confrarei [música] em ti, meu Deus. [música] Quando amar [música] se agitar, [canto] [música] confiarei [canto] em ti, [música] Senhor.
Se a terra [música] se abrir, [música] confiarei [canto] [música] em ti, meu Deus. [música] Amém. [música] Alô, pode se sentar.
Meus queridos, [música] esse é um momento muito especial para mim. É, teve um tempo [música] na minha vida que esse não era um momento especial. [música] Eu, com os meus pensamentos, eu fugia de Deus, [música] ficava aqui na igreja.
Mas esse era um momento para mim triste até, porque eu não me conectava [música] com Deus. Um momento onde Deus prova, onde me coloca a prova da fidelidade. Realmente eu me desconectava.
[música] E a vida era uma bagunça. A fidelidade [música] a Deus é um dever inegociável, [música] tem a ver com caráter cristão. [música] Por isso que era difícil para mim.
Foi um período de transgressão a um dos mandamentos [música] de Deus. Você negocia a Deus nesse momento. Eu quero levar você à reflexão.
[música] Não é tão simples assim falar disso, mas eu [música] sinceramente espero que o Espírito Santo, assim como ele tocou em meu coração [música] e me transformou, ele toque o seu coração também. Eu creio [música] que você pensa como eu, que a fidelidade é algo innegociável, mas talvez tem alguém que ainda passa por esse processo. É um processo, meus queridos, [música] é um processo até de santificação, de crescimento.
[música] Em que momento você está na sua vida de fidelidade a Deus nesse processo? tá lá no comecinho, [música] não tem problema. O problema é você permanecer ali.
[música] Em Apocalipse, Deus diz [música] 210, fel até a morte e dar-te ei o quê? A o quê? A coroa da vida.
[música] Ele fala: "Não é se você for fiel, não tem nenhuma condição. Ele diz: "Si até a morte". E aqui envolve fidelidade [música] em vários aspectos, mas principalmente a fidelidade nos dízimos e ofertas.
[roncando] Se você está lá no primeiro degrauzinho ainda, eu sei. Algo me diz que no final do ano você falou para Deus: "Eu vou ser fiel [música] a ti, Senhor, em 2026. Não deixe passar essa oportunidade, [música] porque a paz que adivém da fidelidade não [música] tem tamanho.
Eu não tô falando nem de sucesso, de desenvolvimento [música] financeiro, porque as promessas de Deus envolvem isso também. Mas eu tô falando que não vai te [música] faltar nada. Acredite, a palavra de [música] Deus é innegociável.
Você vai ter oportunidade agora de ser fiel. Nós vamos cantar e você virá aqui, né, colocar a sua oferta. Tem o Qoding aí no banco também.
[música] Se você não está preparado, venha preparado para esse momento especial para receber benção. É uma benção [música] especial para quem é fiel. Cante conosco.
Amém. Deus te abençoe [música] por tudo o que tens feito, por tudo [música][canto] o que vais fazer, por tuas promessas em tudo o que és. Eu quero te agradecer [música][canto] com todo o teu ser.
Só os homens agora. Te agradeço, [música] meu ser. Te agradeço, [canto] meu Senhor.
Te agradeço, [música] meu Senhor. Te agradeço, [canto] [música] meu Senhor. Te agradeço [canto] por me libertar e salvar, por [música] ter morrido em meu lugar.
Te agradeço, [música] Jesus. Eu te agradeço. [música] Eu te agradeço.
Te agradeço. [música] Te agradeço, meu Senhor. Te [música][canto] agradeço, meu Senhor.
[música] Eu te agradeço, meu Senhor. [música] Agradeço por me libertar e salvar, por ter [música] morrido em meu lugar. Te agradeço, Jesus.
Te agradeço. [música] Eu te agradeço. Te agradeço.
[música] Vamos orar. Querido Deus, como é bom o Senhor saber que o Senhor é fiel [música] constantemente. A sua fidelidade nos mantém [música] em pé, Senhor.
E nós te agradecemos como cantamos aqui. Mas que [música] um reflexo desse amor seja a nossa ação de fidelidade a ti. Não porque queremos barganhar ou fazer negócio contigo, [música] mas nós queremos sim ser teu sócio, ter o Senhor como sócio e assim [música] nós fazermos por amor a ti.
Abençoe a cada doador. Abençoe a [música] cada um que fez um propósito agora de ser fiel. Eu faço o propósito de ser mais fiel a ti nesse crescimento [música] e possamos receber as bênçãos que o Senhor tem prometido para cada eh filho bom e fiel.
E no final [música] de tudo, nós possamos receber a notícia de Deus, foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei. [música] E que nós possamos entrar na alegria do nosso Senhor por toda a eternidade. Oramos em nome de Jesus.
Amém. Que Deus seja louvado pela sua entrega. através dos dízimos e das ofertas.
Sua entrega através do louvor, onde você alça a sua voz ao céu. E o céu pode ouvir o que vem do fundo do coração, mesmo que sejam palavras já escritas, versos ensaiados. Todo louvor puro que vem do coração, o céu se alegra.
E não há lugar melhor no mundo do que você [música] estar na casa de Deus. Não há posição mais digna para um cristão do que estar [música] de joelhos. E não existe local no universo mais importante [música] para a cristandade e para que a graça se revele que ao pé da cruz de Cristo.
E é justamente esse hino que nós vamos cantar [música] nesta noite, que é o hino oficial desta semana de oração. que realmente seja o seu desejo de estar aos pés da cruz de Cristo. [música] [música] [música] Senhor, [música][canto] conheces [música] meu [canto] coração?
Mesmo [música] quando [canto] erro, sei que me [música][canto] amas. [música] [música] com teu perdão [canto] e [música] em todo tempo sei que [música] me amas. [música] E a joeira [canto] aos pés da cruz, onde o sangue de Jesus [música] foi vertido em amor.
[canto] [música] Toda a [canto] morte, todo p, seu amor venceu ali. [música] Nada vai nos separar. [canto] O meu caminho, [música] seguro estás.
[música] Ste mais à frente, [música] sei que me [música] amas. E a joelho [música][canto] aos pés da cruz, onde o sangue de Jesus foi vertido [música] em amor. [canto] [música] Toda a [canto] morte, todo mal, seu amor [música] venceu ali.
Nada vai nos separar. [música] Já posso [canto] ver céus abrir. [música] Cristo vem para me [música] busar.
Já posso ver os céus que abrir. [música] Cristo vem para me buscar. [música] [música] E ajoelha [canto] aos pés da cruz, onde o sangue [música][canto] de Jesus foi perdido em [música] cante forte, toda [canto] morte, todo [música] mal.
Seu amor venceu ali, nada [música] vai nos separar. [canto] [música] E quando o mundo [música] chegar [música] ao [canto] fim, eu [música] verei seu rosto. [música] Sei que me amas.
[música] Sei que me [música] amas. [canto] [música] Boa noite. Boa noite.
Que bom que você veio à igreja. Espero que você tenha tido um domingo agradável, produtivo, feliz. Abra, por favor, sua Bíblia.
No evangelho de João, no capítulo 6. Evangelho de João, capítulo 6. E tendo encontrado, vou pedir para você inclinar a sua cabeça.
Nós vamos falar com Deus. Amantíssimo Deus e Pai Celestial, nós nos colocamos diante de tua face santa neste momento, reconhecendo toda a nossa limitação, reconhecendo toda a nossa incapacidade e a nossa necessidade de termos um encontro com o Senhor e de entendermos o que o Senhor quer nos comunicar. Por isso, que os teus olhos se voltem para este lugar.
Que o Senhor reconheça em nós o desejo sincero de entendermos a tua vontade para nossa vida e que ao abrirmos a tua palavra as promessas contidas nela, promessas de que o Senhor nos instruiria, promessas de que o Senhor mudaria o nosso coração, que estas promessas se cumpram na nossa vida na noite deste domingo. que o Senhor pacientemente nos acomode em seus braços, contra o seu peito e que como filhos possamos entrar em comunhão íntima e pessoal com o Senhor. Por favor, ouve nossa oração.
Nós a fazemos em nome de Jesus. Amém. Nosso objetivo essa semana é tentar encontrar nos mais variados encontros e personagens na última semana de Jesus na Terra, a gente encontrar o que a gente precisa pra nossa vida pessoal depois de tanto tempo, num contexto tão diferente, num idioma diferente, em condições tão tão diversas das que os protagonistas da narrativa bíblica viveram, mas nós temos de fato a esperança de que a palavra de Deus possa produzir os efeitos que ela se propõe, tornando a nossa vida, o nosso coração, a gente mais semelhante ao próprio Jesus.
E cada uma das noites nesta semana nós vamos ter a oportunidade de olhar a cruz, o crucificado, numa perspectiva bem específica. E talvez a noite de hoje seja uma das menos estimulantes, talvez seja uma das que mais vai mexer com as nossas emoções, eh, e vai despertar em nós alguns dos sentimentos assim mais primitivos do nosso coração. Mas isso está dentro do da história da Bíblia, isso está dentro do compêndio.
Isso está dentro daquilo que foi preservado, não apenas para contar uma história milenar, mas para que a gente possa de alguma maneira aprender com o que aconteceu. E ao nos debruçarmos sobre a história de Judas, um dos discípulos mais próximos, íntimos de Jesus, a gente acaba sendo confrontado com uma das narrativas mais intrigantes, uma das mais desafiadoras das escrituras. Porque como que um discípulo que tenha convivido tão de perto do mestre, tenha desfrutado de tantas oportunidades, poôde traí-lo de forma tão repulsiva?
A princípio, o ato de Judas, ele causa em nós uma certa indignação. O seu nome, inclusive, virou sinônimo de traição. Quando você quer dizer alguma coisa nesse sentido para alguém, você Judas, não é mais ou menos assim, virou um adjetivo.
Mas talvez quando a gente julga o caso deste discípulo, talvez a gente esteja perdendo uma chance de uma reflexão um pouquinho mais profunda [suspirando] sobre as escolhas e os perigos da nossa própria experiência. Talvez a gente precise olhar pra trajetória deste discípulo e a gente ver as oportunidades que ele desperdiçou, as suas lutas internas. Talvez a gente precise disso hoje à noite.
Talvez a gente precise reconhecer como que em diferentes momentos, ao enfrentarmos as nossas próprias tentações, a gente também deixa de perceber a voz de Deus. A gente se permite ou permite que os nossos próprios interesses se sobreponham ao chamado de Cristo. Quem sabe ao examinarmos a história de Judas, ao darmos uma espiada na história hoje, a gente acabe descobrindo que há mais de Judas em nós do que nós gostaríamos de, a princípio, admitir.
Observe os versos 70 e 71 do capítulo 6 do Evangelho de João. Jesus diz assim: "Não vos escolhi a vós os 12? Contudo, um de vós é um diabo.
" Ele falava de Judas Iscariotes. João tá dando essa explicação. Filho de Simão, pois era quem o havia de trair sendo um dos 12.
João tem essa mania, viu? João escreve o seu evangelho algumas décadas depois dos três primeiros, Mateus, Marcos e Lucas. João não apenas narra episódios antigos, ele seleciona, ele faz uma coletânia e ele tem uma mania.
Você consegue perceber isso? Ao ler o evangelho, ele descreve o que aconteceu e dá uma nota de explicação. Então, quando Jesus pronuncia as palavras, um de vós é diabo ninguém sabia sobre quem Jesus estava falando.
Mas João, velhinho, já 60 e poucos anos depois do ocorrido, ele diz: "Olha, ele tava falando de Judas". Essa passagem é impactante. Essa passagem mostra na perspectiva de João que Jesus sabia desde o início que Jesus o que que Judas o trairia.
Jesus o chama de diabo. Aqui é uma expressão muito forte. E ele chama de diabo no sentido de que Judas se tornaria um agente de tentação, um agente da traição, alinhado com o mal.
Por isso um diabo, experiência de Judas serve como um ensinamento profundo também sobre o livre arbítrio concedido à criaturas e sobre a soberania de Deus, que apesar de saber determinadas coisas, não as evita por não violar este princípio que rege a relação entre a divindade e suas criaturas. Você é árbitro do seu destino, como Judas o foi. E mesmo sabendo da traição futura, Jesus permitiu que Judas se unisse ao grupo, deixando claro que cada um tem a liberdade para fazer as suas próprias escolhas, mas sempre com a responsabilidade das consequências que elas trazem.
E o caso de Judas deveria servir de alerta. Esta é uma semana em que nós nos voltamos pro Calvário, mas um agente desta semana deveria nos ajudar e nos alertar aqui, porque a convivência de Judas com Jesus não foi suficiente para evitar um fim trágico, talvez um dos mais trágicos registrados na narrativa bíblica. Agora pare para pensar comigo aqui.
Quando a tempestade que quase afundou o barco, se arremeteu contra aquela embarcação, tendo os discípulos e Jesus nela. Judas viu Jesus andar sobre as águas e ordenar aos ventos para que se acalmassem. Quando o leproso, em sua carne apodrecida, implorou por socorro, Judas viu Jesus purificar o homem com um único toque e ainda demonstrar afeto, dizendo: "Eu quero que você fique limpo".
Judas viu Jesus. Judas estava lá. Judas testemunhou o desespero tomando conta da casa de Jairo, porque a menininha, a filha, a queridinha dele de 12 anos estava à beira da morte.
Quando a morte alcança a menina, Judas viu o desespero, a comoção. Judas viu Jesus desocupando a casa, dizendo só para Pedro e os filhos de Zebedeu para entrarem com ele ali. E viu depois a alegria tomar conta da casa.
Judas estava lá. Judas estava também quando Marta e Maria lamentaram a ausência de Jesus. Se o Senhor tivesse aqui, isso não teria acontecido.
Judas estava lá em Betânia e Judas viu eles rolarem a pedra. Judas viu Jesus proclamar em alto e bom tom. Ei, Lázaro, vem para fora.
Judas viu, Judas viu isso tudo. O caso de Judas, gente, não é falta de oportunidade. E eu já vi muitas pessoas ao longo do meu ministério dizendo o seguinte: "Se ao menos eu tivesse tido a chance que os discípulos tiveram, mas deixa eu dizer a você, e pode ser que você se choque com isso, isso não é um fator determinante.
a disposição do seu coração em receber a fé como um dom de Deus. E isso é determinante. Judas conviveu com Jesus.
Judas presenciou seus milagres. Em certa ocasião, aí mesmo no capítulo 6 de João, ele mesmo foi um instrumento para realização de um milagre. Judas viu os pães, o alimento se multiplicar em suas próprias mãos.
Repare o verso 11 desse capítulo 6. Aí Jesus tomou então os pães e tendo dado graças, distribuiu-os a quem? Que diz aí a tua Bíblia?
Que diz aí a tua Bíblia? Aos discípulos. E os discípulos que estavam assentados, da mesma sorte também, os peixes, quando eles quando eles quebraram e distribuíram ali, ou seja, o alimento parte das mãos de Jesus, passa pela mão dos discípulos e nas mãos dos discípulos o alimento vai se multiplicando até chegar à multidão.
Ou seja, Judas não apenas presenciou milagres, ele também participou sendo um agente de um milagre. Isso não é incrível, mas Lucas no capítulo 9 diz ainda que ele não apenas viu milagres, não apenas participou da realização de um milagre, como ele também foi um agente direto de na realização de milagres. Repare versos 1 e 2 do capítulo 9 de Lucas.
convocando seus 12 discípulos, deu-lhes virtude e poder. É o que diz a escritura, poder sobre todos os demônios e para curarem enfermidades. E e os enviou a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos.
Quando Jesus enviou os discípulos, não os enviou desprotegidos ou de mãos vazias. Judas experimentou o poder de Deus fluindo através dele. Ele teve a chance de refletir sobre a natureza espiritual do reino de Deus.
E isso precisa ficar claro para mim e para você, porque ainda que ele tenha tido a oportunidade de refletir sobre a natureza espiritual do reino de Deus, ele estava ainda muito, muito focado numa visão de reino muito distorcida. Nada disso foi suficiente para Judas. E ouço o que vou lhe dizer.
A convivência com o sagrado não substitui decisões pessoais. E há um ponto, gente, em que a admiração precisa se tornar submissão. Talvez eu esteja falando para algumas pessoas que sentem o impacto do poder do evangelho, que sentem uma certa atração pelo evangelho, que já tiveram seu coração tocado pelas manifestações e pelo poder do evangelho.
Mas deixa eu dizer a você que receber estas impressões, ficar impressionado com elas não é suficiente. Porque as impressões, se elas não viram submissão, elas se tornam até um perigo. Vá, volte ao Evangelho de João, por gentileza, no capítulo 13 agora, o verso 29.
A gente precisa entender como é que Judas se enxergava e por que ele se enxergava assim e como seus amigos o enxergavam. Repare no verso 29 do capítulo 13 de João. Judas tinha bolsa.
Pensavam alguns que Jesus lhe dissera: "Compra o que nos é necessário paraa festa ou que desse alguma coisa aos pobres". Esse verso de João descreve ou entrega pra gente a informação do cargo da função que Judas exercia ali no meio dos discípulos. Ele era o tesoureiro do grupo.
Ele cuidava dos recursos. Os discípulos o admiravam e deram a ele um cargo de confiança, um cargo que poderia ter sido dado a Mateus. E Mateus tinha um histórico, certo?
Mateus tinha sido um funcionário da Receita Federal, mexia bem com números, sabia lidar com livro caixa, entradas e saídas. Mas talvez eles tenham desconfiado um pouquinho da conversão plena de Mateus. Ele havia sido um coletor de impósos.
Esses não eram muito bem conceituados, mas Judas, gente, Judas, ele era um camarada extremamente habilidoso e não foi difícil que os demais o olhassem com alto com alto valor. Porém, Judas também se achava superior aos seus amigos. Ele se achava superior aos demais discípulos.
Ele se achava indispensável. E aqui vai um alerta para qualquer um que compartilha sentimentos semelhantes. Aqueles, alguns de nós que lidamos com as coisas da igreja, estamos envolvidos com as coisas do reino, às vezes nós temos consciência de nossas habilidades e às vezes isso pode ser um perigo, porque às vezes a gente acha que nós somos tão habilidosos, tão bons, tão criativos, tão hábeis para lidar com as coisas.
A gente faz as coisas acontecerem e de fato alguns de nós realmente fazemos as coisas acontecerem. Porém, alguns acham que a coisa vai parar se você sair. Eles não vão dar conta.
Se eu sair, eles não dão conta. Eles não vão manter o nível. Eles não vão conseguir manter a pegada.
E esse é um sentimento muito perigoso, porque Judas se achava assim, indispensável. Se eu saí, a coisa funda. Mas nós não poderíamos estar mais enganados.
A percepção que Judas tinha de si era tão inflacionada que ele imaginava que ele podia aconselhar o próprio Jesus. Ele olhava para algumas das atitudes de Jesus e algumas de suas decisões. Ele dizia o seguinte: "Ah, se ele me deixasse conduzir esse negócio".
Porque Jesus, do ponto de vista político, do ponto de vista da articulação, do ponto de vista da da política da boa vizinhança, Jesus em vários momentos deu bola fora na perspectiva de Judas e na perspectiva de uma boa parte das pessoas, dos seus irmãos. Houve um momento que sua mãe teve que intervir ali, os irmãos tentando fazer o meio de campo para que Jesus aliviasse um pouquinho. E sim, Judas imaginava, se pudesse aliar a minha inteligência, as minha a minha estratégia com o poder dele, a gente ia muito mais longe.
Os discípulos nem desconfiavam de Judas. Até a última viagem a Jerusalém, ninguém questionava que Judas era o melhor e o mais bem preparado entre os 12. Ninguém.
Observe os versos 21 e 22 ainda de João. Tendo Jesus dito isso, perturbou-se em espírito e declarou: "Em verdade, em verdade vos digo que um de vós me há de trair". Então os discípulos olhavam uns pros outros sem saber de quem ele falava.
Fica evidente aqui, João diz, ninguém tinha a mínima ideia que era Judas, nem sequer questionaram quando no verso 28 a Bíblia diz: "Nenhum dos que estavam à mesa percebeu a que propósito lhe dissera isso. Pois como Judas tinha bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe dissera: "Compra o que nos é necessário paraa festa ou que desse alguma coisa aos pobres". Jesus, Judas, sai do meio da ceia e ninguém questiona, ninguém imagina, ninguém sequer podia imaginar que ele era o traidor a quem Jesus se referia.
Mas por que será que Judas chegou a esse ponto? O que fez ele tomar esse rumo? Talvez a multiplicação dos pães e dos peixes já mencionada aqui do capítulo 6 tenha sido um dos episódios que a tenha elevado as expectativas a níveis inéditos sobre o desejo de coroar Jesus rei.
Volte lá ao capítulo 6, por favor, nos versos 14 e 15. Jesus trata de frustrar isso. Vendo, pois, aqueles homens o milagre que Jesus tinha feito, diziam: "Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo".
Sabendo, pois, diz João, que estavam para vir com o intuito de arrebatá-lo para o fazer em rei, retirou-se novamente sozinho pro monte. João, ele é o único que vai expressar claramente a intenção dos discípulos de coroar Jesus rei, mesmo que fosse a força. Os outros três evangelhos trazem uma outra informação.
Diz que Jesus os impiliu a outra margem, mas não diz a razão. João a quem vai falar. Eles estavam com plano.
Vamos fazer dele rei hoje, nem que seja força. Ele é humilde demais. Ele tá se esquivando demais.
Vamos, vamos fazer esse negócio acontecer. Afinal de contas, já passou tanto tempo, porque ele não age com um pouco mais de intencionalidade. Os evangelhos deixam claro que Jesus orientou os discípulos a atravessarem o mar enquanto ele ia lá retirando-se para orar, enfatizando uma intervenção ativa de Jesus para afastar os discípulos da pressão da multidão e de uma expectativa messiânica equivocada.
A serva do Senhor afirma que isso aborreceu Judas. Ele foi o principal promotor dessa tentativa frustrada de fazer Jesus rei. E a referência a Judas no final do capítulo 6 vem corroborando com essa ideia, porque é lá no verso 70, depois desse dia em que Jesus frustra a intenção de coroá-lo, coroá-lo rei, que Jesus diz o seguinte: "Um de vocês é diabo".
Por quê? Porque essa tentativa de coroar Jesus rei, a força estava em clara oposição ao propósito divino. E o maior promotor disso foi um diabo no meio do grupo Judas.
Como eu já mencionei, essa expressão utilizada chamando Judas de diabo é porque ele se havia se tornado um agente de tentação. Ele estava com seus interesses alinhados com o maligno, que conseguia mexer com ele a partir de um coração que se recusava a entregar-se a Jesus. Mas talvez tenha sido o jantar na casa de Simão o golpe final que o levou a revelar as inclinações do seu coração frustrado e não regenerado.
Se você tá intimamente ou minimamente eh familiarizado com as escrituras, você deve lembrar de um certo jantar na casa de um honrado fariseu. Uma mulher identificada como eh Maria eh irmã de Marta e de Lázaro, unge Jesus com um perfume muito caro. E a resposta, a reação de Judas e a resposta de Jesus a isso também são registrados no Evangelho de João.
Mas agora no capítulo 12, no verso 5, Judas diz assim no capítulo 12 de João: "Por que não se vendeu esse perfume por 300 denários denários e não se deu aos pobres? " Mas não se engane. Jesus Judas não estava preocupado com os pobres.
O grande problema dessas desculpas esfarrapadas, fofinhas, com verniz de virtudes, é que elas embrulham motivações corrompidas e são muito complicadas de a gente rebater. Mesmo no contexto da igreja, quando você coloca um verniz de que é o amor, de que é aceitação, de que é que é, é difícil você lidar com essas coisas, porque com desculpas espirituais, aparentemente espirituais, aparentemente fofinhas, você às vezes tá lidando com questões práticas e vem alguém e faz meio que uma chantagem emocional e joga atrás de um negócio. E é difícil lidar com isso.
Foi difícil até no céu para Deus lidar com isso. Só o tempo foi capaz de demonstrar que as calúnias, a difamação do anjo rebelde lá em cima, elas eram falsas. Então, muitas vezes, quando nós precisamos lidar com algumas coisas, somos acusados de falta de amor, de falta de afeto.
E é difícil lidar com isso. Olha aqui, se não parece legítima a reclamação de Judas, mas que desperdício. Por que que a gente não atendeu os pobres com isso daqui?
Mas a resposta de Jesus, hã, Jesus não poôde se calar diante da crítica de Judas e ele saiu em defesa da pobre mulher. No verso 7, Jesus diz assim: "Deixai-a". Essa repreensão pública pode ter sido humilhante demais para Judas, aumentando a sua frustração e o seu ressentimento.
E meus amados, nenhum de nós é capaz de calcular o que um coração ressentido é capaz de fazer para se vingar. Paixões de hoje podem se tornar crimes amanhã. Os mesmos que gritaram: "Hosana!
Saudai o filho de Davi! No domingo pela manhã, foram aqueles que gritaram no pátio: "Crucifica o crucifica". Recentemente houve um evento em algum país da Ásia, onde uma grande celebridade foi convidada para chegar num determinado lugar, num estádio.
Havia tanta gente, as paixões afloradas, mas houve uma superlotação, houve alguma coisa lá que deu errado, as pessoas foram pisoteadas e aquilo que era para ser um uma um ato de paixão e de alegria virou o mais profundo desespero e deu vazão ao ódio, a ira e a raiva, as coisas mais primitivas naquelas pessoas. Um coração ressentido, frustrado, ele é muito perigoso. E talvez a história de Judas ajude alguns de nós que lidamos com as coisas da igreja ou alguns de nós que estamos nos aproximando de uma rotina de igreja.
A história de Judas serve como um alerta. Não abrigue no seu coração um ressentimento por uma frustração ou por uma expectativa não atendida. Mateus revela que foi depois desse jantar.
Isso tá no capítulo 26 de Mateus, que Judas saiu para combinar o preço e a traição. Eu leio assim em Mateus 26 versos 14 a 16. Um dos 12 chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs: "Que me quereis dar e eu voulo entregarei?
" E pagaram-lhe 30 moedas de prata. Desse momento em diante, buscava ele uma boa ocasião para o entregar. A repreensão pública de Jesus ao defender Maria, somada à rejeição de uma visão materialista, a insistente antecipação de Jesus sobre o sofrimento e sua sua morte, tudo isso acabou contribuindo com a decisão de Judas em trair Jesus.
Mas não nos enganemos, o problema de Judas não começou na noite da traição. A decisão não foi tomada de maneira repentina. A decisão de Judas começa na tolerância de pequenos desvios.
Uma deformação espiritual, me ouça. Raramente ela é abrupta. Raramente alguém abandona o caminho da fé da noite pro dia.
Raramente alguém vira as costas ao caminho da fé. Raramente alguém diz não para Deus do dia paraa noite. Isso é uma coisa que vai amadurecendo no silêncio aos poucos com pequenas decisões e concessões.
A deformação espiritual ela ela parece ser repentina, mas tá longe de ser. Enquanto os outros discípulos discutiam para saber quem era o maior, Judas já tinha seu plano traçado e organizava o seu próprio plano. Ele queria um Messias ao seu próprio modo, ao seu próprio paladar, um Cristo que atendesse expectativas políticas.
E quando ele percebeu que o caminho de Jesus era outro, o desencanto se tornou num plano macabro. Naquela semana, na semana da traição, da combinação do preço, a chegada ao jardim, Jerusalém estava tomada de muita gente, muitas caravanas de todos os lugares. Os estudiosos estimam que na Páscoa, a festa mais importante do calendário judaico, você tinha facilmente de 200 a 300.
000 pessoas circulando pelas ruas da capital. Naquela quinta-feira à noite, Judas conduziu os guardas a um cantinho íntimo da cidade, frequentemente visitado por Jesus. João, no capítulo 18, no verso 2, diz: "Judas, o traidor, também conhecia aquele lugar, porque Jesus ali estivera muitas vezes com os seus discípulos, diz a escritura.
" Lucas vai relatar o beijo de Judas. Lucas relata a reação de Jesus indicando que o Mestre conhecia muito bem as intenções do desertor. Tá lá no verso 48 do capítulo 22 de Lucas.
Jesus, porém, lhe disse: "Judas, com um beijo traz o filho do homem". A razão do beijo pode ser explicada pela dificuldade de alguém identificar uma pessoa num jardim pouco iluminado durante a noite. Essa foi então a senha mortal, um gesto de afeto transformado em instrumento de entrega.
A traição não veio de um inimigo declarado. A traição veio de alguém que sabia como se aproximar. Mateus traz outros detalhes, alguns deles até comoventes.
O traidor lhes tinha dado o sinal: "Aquele a quem eu beijara, este, prendei-o. " E logo, aproximando-se de Jesus, disse: "Salve, mestre! " E o beijou.
Jesus, porém, lhe disse: "Você lembra dessas palavras? Amigo, por que vieste? " Nisto, aproximando-se eles, deitaram as mãos em Jesus e o prenderam.
Mas surpreendente o fato de Jesus ter consentido ser beijado. Ele não tirou o rosto, ele não desviou o corpo, ele não ergueu sua mão impedindo do jeito, tentando dizer: "Cara, que você tá fazendo? " Não, ele consentiu ser beijado.
A profecia antecipou que um amigo levantaria o calcanhar contra o Messias. Está lá no Salmo 41. [roncando] A pergunta de Jesus pode ser entendida como um último apelo ao coração de Judas, uma reflexão sobre a natureza da sua ação, uma oportunidade para que ele reconhecesse o peso de sua decisão.
Talvez o olhar que Jesus lançou a Pedro e que nós vamos ver amanhã para Judas tenha sido esta pergunta, olhando nos seus olhos sem desviar a face. Amigo, por que vieste? Ao chamá-lo de amigo, Jesus demonstra compaixão.
É uma abertura para o arrependimento, mesmo diante da traição. Pergunta carrega uma profunda carga emocional, uma profunda carga espiritual, revelando a dor e a aceitação de Jesus quanto ao papel que Judas desempenharia no cumprimento das Escrituras. Amigo, por que vieste a mera convivência com Jesus?
Não é o bastante para qualquer um de nós. Olha o risco que nós estamos correndo. E eu pergunto a você hoje à noite, por que que você veio?
Por que que você tem vindo? Jesus não privou o traidor de sua presença, mas deu oportunidades. Porque a presença de Jesus na vida de Judas eram oportunidades que eram trazidas ao traidor.
Tão pouco nós temos sido privados da presença do mestre. E a pergunta que eu insisto em fazer é: por que nós estamos vindo? Por que nós estamos insistindo em vir?
O caso de Judas nos adverte quanto aos desastrosos resultados de um contato casual com Jesus, sem uma real disposição de mudança. Um ladrão foi admitido no controle financeiro do grupo para que ele ele mesmo pudesse perceber as suas fragilidades, para que ele pudesse entender, enxergar o seu amor ao dinheiro, para que ele pudesse encontrar em Jesus cura e perdão paraa sua ganância e desonestidade. Muitos de nós somos admitidos em determinadas posições, não por causa de nossas habilidades, mas por causa dos nossos defeitos.
Ouça o que vou lhe dizer. Muitos de nós que lidamos com as coisas da igreja, que lideramos pessoas e iniciativas, nós não somos admitidos pela providência nestas posições porque somos hábeis. Nós somos admitidos nessas posições para que a gente possa enxergar os nossos defeitos.
Por isso, eu não sou o único a dizer como pastor que o chamado ao ministério pastoral, em primeira mão, é a tentativa mais aguda de Deus em salvar a minha alma. a minha alma, porque não faria o menor sentido Deus me chamar ao ministério. Essa é uma função alta demais para que eu pudesse ocupar um espaço.
Esse é um privilégio alto demais para que eu pudesse ter uma chance de colocar a mão num pedaço da obra. Mas é porque Deus quer salvar a gente que ele nos admite pra gente fazer algumas coisas, para que a gente possa ter uma noção clara do nosso caráter defeituoso, para que a gente possa buscar auxílio de Deus para mudar. Isso aconteceu com reis e sacerdotes no passado e hoje não é diferente.
O envolvimento com as coisas do reino é uma oportunidade nossa, não é uma necessidade divina. Deus não precisa da gente. Por isso a pergunta, por que que você tem vindo?
Porque você veio? Por que vieste? Talvez você se surpreenda, mas não era intenção de Judas que Jesus morresse.
Não, não, não. Na verdade, Judas estava tentando buscar, forçar Jesus a tomar uma posição de autoridade. Ele queria que Jesus tomasse uma atitude na sua visão distorcida do reino, independente de quais sejam as nossas intenções, se a gente não tiver uma visão clara do que é a igreja.
do que é o reino de Deus, do que é o povo de Deus, do que é a missão de Deus. Se a gente não tiver uma visão clara disso, não importa quão bem intencionados nós sejamos, nós vamos nos conduzir a caminhos equivocados. Isso aconteceu com Judas, o desespero dele quando ele percebeu que Jesus não faria nada para se livrar o desespero dele.
No capítulo 27 de Mateus diz que ele procurou a elite religiosa, tocado de remorço, devolveu as 30 moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: "Pequei, eu traí sangue inocente". Eles disseram: "Que que que te importa? Isso é problema teu, isso é contigo.
Senora White lança luz sobre [música] esse assunto e ela diz que ao deixar o pátio tentando devolver as 30 moedas de prata, Judas tem um encontro com Jesus ali à espera do seu julgamento. Ela diz que ele se joga aos pés de Jesus, agarra suas pernas e diz: "Por favor, se livra. " Eu abro aspas.
Sua confissão era tirada à força de uma alma culpada por um terrível sentimento de condenação e [música] expectativa de juízo, mas não sentia profundo e quebrantador pesar por ter traído o Imaculado Filho de Deus e negado o santo de Israel. E ela diz que ele olha piedosamente para Judas e diz as mesmas palavras que ele diria a Pilatos horas depois. Para essa hora eu vim.
Meus irmãos, boas intenções não são suficientes. Me ouçam. Não reprimir pecados conhecidos.
Não confessar nossos pecados secretos. Não reconhecer a corrupção do nosso coração é ruína certa para qualquer um de nós. A gente nem pode imaginar do que a gente é capaz se a gente não se render a Cristo, buscando força nele para que ele transforme a imundícia do nosso coração.
Por isso, essa noite eu falo a você e sugiro a você e incentivo a você. Peça a Deus que purifique você de todo mau traço. Nós viemos com defeito de fábrica.
Alguns de nós viemos tortos, mas tortos para valer. E eu não me refiro apenas ao nosso temperamento estragado, a nossa irritabilidade costumeira, ao nosso pavio curto. Alguns de nós temos desvios mais complexos de caráter.
que ele arranque todo o ressentimento do nosso coração, que ele limpe toda a nossa alma da inveja, da cobiça, que ele reduza o nosso orgulho a nada, que ele remova a nossa culpa. Essa é a nossa única chance. Deixando a presença de Jesus na ceia, fez-se noite a história de Judas.
A escritura diz que o diabo entrou nele. O diabo entrou nele. O pecado desenvolveu em [música] nós, gente, uma grande capacidade de a gente esconder quem a gente é.
E mesmo a em nossa aparente devoção, em nossas orações vagas, nossas confissões não específicas, nossas boas obras ocasionais, liderando a igreja com uma dieta impecável, com posições de alta responsabilidade. Tudo isso pode ser uma cortina de fumaça pra gente aliviar a nossa consciência culpada e e maquiar a nossa real condição. Não importa quão envolvidos nós estejamos com as coisas de Deus, se nós não estivermos rendidos verdadeiramente a ele naquela madrugada de sexta-feira.
Aquele que estivera sentado com Cristo horas antes numa posição de honra, que teve os seus pés lavados pelo Senhor da Glória, guiaria um grupo de soldados para prender seu mestre. Ao deixar o cenáculo, Judas selou o seu destino. E é interessante porque ele sabia onde encontrar Jesus.
Ele entra na sua presença, ele o cumprimenta com um beijo, mas esse contato com Jesus já não podia lhe trazer mais nada. saber onde Jesus está, entrar na presença de Jesus, saudá-lo com beijos e louvores. A história de Judas diz pra gente que isso não é suficiente.
O nosso Senhor se deixa beijar. Ele sente o toque dos lábios do traidor em sua santa face e ele ainda faz a pergunta, um último convite, e ainda o chama de amigo. Por que vieste?
Por que vieste? Era uma tentativa de puxar Judas de volta, quem sabe, para uma um lugar além do jardim, [música] um regresso ao dia em que ele se uniu ao grupo, um convite, a reflexão, uma jornada ao início do seu ministério, um último apelo, amigo, por que vieste? E talvez essa noite fale a dois públicos bem distintos para aqueles que estão aqui há anos na igreja, mas também essa noite pode ser um recado para aqueles que estão chegando agora e me ouça.
Seja você quem seja, seja você quem for, a proximidade com a religião não imuniza o nosso coração. A pergunta não é se você conhece a história. A pergunta é se existe alguma área da sua vida que você tem tentado administrar sozinho.
Judas tentou lidar sozinho sem se render. E ele foi se afastando por dentro aos poucos. Na noite de hoje, nós não estamos falando na perspectiva do Calvário a partir de um estranho, mas a partir de um amigo íntimo, alguém que caminhou com Cristo e ainda assim o perdeu.
Durante esta semana, nós vamos ver, como eu já disse, diferentes reações diante do crucificado. A de Judas nos alerta: "É possível estar perto e ainda assim perdido". Essa noite não pede uma decisão pública, mas pede uma decisão honesta e silenciosa a pergunta que foi feita a ele e que é feita a você.
Amigo, por que vieste? Querido Deus e amado Pai, obrigado porque em tua palavra não foram feitos melhoramentos para que a história pudesse ser contada de um jeito mais bonitinho. Ela é clara, ela é real, ela é honesta, ela é direta.
E a história deste amigo íntimo de Jesus, de alguém que estava familiarizado com Cristo, mas não se rendeu a ele, serve de alerta a todos nós depois de tanto tempo. Um mero contato com Jesus, um relacionamento casual com Jesus, ele é [música] muito perigoso, porque ele pode nos iludir quanto a nossa real condição. Mas talvez na noite de hoje o teu espírito tenha nos confrontado, nos levado a pensar em áreas escuras, encantos sombrios do nosso coração que nós insistentemente temos preservado não entregando isso a Jesus.
Pode ser que eu esteja falando para algumas pessoas que estão lutando com defeitos que os acompanham durante toda a vida. Alguns desses defeitos são até socialmente toleráveis. Talvez os nossos familiares consigam entender e enxergar isso com mais clareza.
Talvez eles sejam os mais afetados pelo nosso coração não regenerado. Mas talvez o convívio com a igreja, o nosso local de trabalho, nada disso, de quem nós realmente somos causa impacto lá. Mas isso tem mantido o nosso coração em mancha, desregulado, fora de sintonia.
Isso tem drenado as energias que deveriam ser utilizadas para tua glória. Isso tem nos colocado numa posição extremamente perigosa. Por isso eu oro em favor destes que hoje foram tocados, entendendo que precisam se render completamente a Jesus.
Pai, por favor, nos dá poder para lidar com isso. Talvez essa mensagem alcance pessoas bem longe de Curitiba, em outros lugares do Brasil e do mundo. Talvez isso esteja sendo assistido, ouvido num futuro próximo ou até distante, mas que a tua palavra chegue ao coração do ouvinte, do espectador, com tamanho poder, que o convença de que ele precisa se render a Jesus, que precisa fazer uma oração hoje ao lado de sua cama, com a porta fechada, dizendo e confessando quem de fato entregando todas as questões para que o Senhor Jesus possa transformá-lo.
[música] Por favor, ouve nossa oração, Pai. Ouve nossa oração. Nós não merecemos, mas porque Tu és um pai [música] que ama os seus filhos e o Senhor sabe da nossa necessidade.
Por favor, ouve a nossa oração. Nós a fazemos em nome de Jesus, o nosso Senhor. Amém.
abençoe. Eu espero que você tenha uma segunda-feira produtiva, que você consiga ajeitar sua rotina pra gente conseguir se encontrar aqui amanhã, amanhã à noite. Eu quero dizer a você que o recado de amanhã à noite talvez seja o que exatamente você precisa ouvir.
Nos vemos aqui amanhã. Que Deus te abençoe. Vai em paz.
M.