Olá a todos meu nome é Fernando molento eu venho contribuir aqui no curso de biossegurança laboratório de pesquisa da Embrapa ou um módulo avaliação de risco eu sou enfermeiro provencionista de formação controlador de infecções atuando na área hospitalar e na área ultimamente na área Laboratorial sou Analista de gestão e precisa investigação biomédica área de biossegurança perdendo laboratório nb3nba3 da sessão de febre hemorrágicas do Instituto Chagas Ministério da Saúde localizado na cidade de Ananindeua região metropolitana de Belém Pará também faz parte da Diretoria da Sociedade Brasileira de biossegurança e bioproteção e espero poder contribuir um Prelúdio
da avaliação de risco em laboratório muito bem é importante entender que a avaliação de risco ela é uma metodologia muito é muito diversa no que se refere a contextos mas a sua aplicação deve-se observar seja o contexto econômico de produção seja um contexto de sistemas uma lógica uma compreensão que envolve a identificação perigo aqui um contexto fora do nosso ambiente Laboratorial duas pessoas atravessam Rio são dois senhores Marquinhos bem rústicos né rudimentares onde podemos pensar que o perigo na condição no cenário é o afogamento o perigo afogamento Ele é igual para as duas pessoas o
risco não cada pessoa se expõe de forma diferente ao risco ou pode se expor de forma diferente esse a esse risco essa condição ela tem relação com algumas variáveis que fazem parte desse processo por exemplo se eu posso pensar que aquele que sabe nadar tem maior proteção em relação ao período afogamento caso o outro não saiba ou não esteja treinado para aquele que possui um equipamento de segurança com uma colete salva-vidas ele está mais protegido faz o frente a esse risco aquele que está mais próximo a margem pode representar uma menor exposição ao afogamento ao
risco de afogamento do que o outro aquele Com barco com maiores condições de manutenção reparo maior protegido em relação ao outro são exemplos que a gente pode trazer simplificando no fato que o perigo existe nesse cenário e é o mesmo para essas duas pessoas ou para qualquer pessoa ou para qualquer outro outra contingência de pessoas né ou seja o perigo afogamento Ele é igual para todos o risco não então algumas alguns determinantes de sucessibilidade de vulnerabilidade com inserir nesse processo e determinar a maior probabilidade e consequência deste evento frente ao perigo afogamento no âmbito mais
formal podemos entender que o risco e o perigo Eles são expressos de forma diferentes então perigo ele vai ser uma fonte potencial de danos e o risco é a probabilidade de ocorrer um evento bem definido em tempo espaço que causa dano à saúde ou até mesmo as unidades operacionais dentro de uma linha de produção por exemplo um dano econômico financeiro dentro de um sistema é um ponto importante é que dentro de qualquer processo ou sistema na presença de um perigo não existe risco zero então não não processo numa condição de trabalho não existe risco zero
existe condições de mitigar e controlar esse risco de alterar para níveis considerados aceitáveis mas na presença de um perigo o risco sempre vai existir muito bem os perigos se expressam de formas diferentes tem perigo de naturezas diversas que podem impactar as atividades os riscos operacionais estão relacionados àqueles acidentes dentro de um contexto de um processo de trabalho seja ele Laboratorial ou outra cadeia de produção específica importante entender que perigos de ordem natural podem também representar período riscos e dando a determinado sistemas organizações por exemplo ao se pensar em construir uma instituição deve se pensar se
ela está num eixo de furacões de enchentes né Então esse é um ponto a ser considerado onde o perigo é de ordem natural muitas vezes de difícil controle ou o risco organizacional ele envolve condições de governança envolve exposição de imagens institucional envolve comunicação de risco institucional então a natureza do Risco ela é um pouco mais orgânica e temos também riscos e perigos de ordem cênica né ou da segurança da informação hoje falamos inclusive em cyberbio protection ou Bio proteção cibernética né que é uma área que envolve discussão e ações voltadas à prevenção de ataques de
roubos tanto de informações quanto de materiais biológicos de valor direto e indiretamente então esses ataques Eles já vem acontecendo em alguns sistemas de saúde nós vemos isso em repórteres né reportagens quando uma um plano de saúde ficou três dias sem com seu sistema fora do ar né porque teve seus dados sequestrados então nós temos aí ações de malwares e outros outros elementos de ataques de natureza cibernética que podem representar um risco dentro do contexto de pesquisa dentro do contexto de trabalho com agentes biológicos dentro de contexto de trabalho em laboratório seja de saúde pública seja
de pesquisa na área animal na área vegetal Então você fala muito em proteção de dados quem trabalha muito com sequenciamento sequências genéticas que são muitas vezes dispostas e uma plataforma aberta isso chama atenção para determinadas questões voltadas para proteção desses dados para proteção da das informações vinculadas a uma pesquisa ou mesmo uma atividade de trabalho na Instituição Então os perigos são bem abertos bem amplos e é importante uma visão sobre isso isso não não se vinga nesses quatro exemplos é só uma forma da gente abordar um pouco mais a amplitude desse contexto a isso hoje
em dia como eu falei você tem Gestão de Risco em diversos anos então instituições fazem Gestão de Risco de governança né instituições financeiras indústrias e muitos muito desenvolvedores de sistemas trabalham com isso a ISO 31 mil é uma Norma de Gestão de Risco é uma Norma básica Fundamental e muito importante para quem vai fazer avaliação de risco dentro de um processo de trabalho já a ISO 35.001 que é um pouco mais nova Então ela foi editada a primeira vez em 2019 ela aborda especificamente o risco biológico né a gestão de risco biológico no ambiente de
laboratório isso é um desdobramento bem interessante né porque aí é uma Norma bem difundida mas ela é uma é uma é uma Norma originária de uma Norma europeia é CW a 15793 de 2008 e depois editar em 2011 essa essa Norma ela trabalha com o modelo de PDCA e é uma Norma de gestão é um bom uma boa ferramenta para ser aplicada Claro de forma optativa né não é uma não tem poder de lei não é Norma ela a instituição que deseja aplicar ela pode observar a norma e fazer a implantação da mesa mas muitas
instituições inclusive renomadas do Brasil fora do Brasil elas fazem uma Gestão de Risco baseado em processos próprios Então você tem uma Norma de referência Mas você pode aplicar ou desenvolver um sistema de gestão de risco que seja robusto bastante para te responder e para você manter um controle sobre os processos sobre sobre as atividades que envolvam risco biológico ainda assim como a gente falou de Cyber protection né de bio proteção cibernética nós podemos citar também a norma isso da família 27 mil que é uma Norma bem abrangente existem 7 mil é uma família de normas
dentro do contexto de segurança da informação chama a atenção para isso porque eu trabalho com pesquisa envolve também a segurança da informação no que se refere a proteção de dados proteção de patentes proteção de pesquisas que são muitas vezes inéditas Então isso é um ponto importante a ser considerado na abordagem da avaliação de risco ainda assim avaliação de risco dentro de um de um de uma apresentação mais conceitual ela ela passa pela compreensão da expressão do risco que é exatamente o risco então o risco é o efeito dessa incertezas nos objetivos segundo a isso 31
mil Então a probabilidade de ocorrência de um evento bem definido em tempo e espaço num determinado cenário é uma combinação das consequências de um evento e sua probabilidade de ocorrência e pode ser expressada na forma de uma função matemática onde eu tenho um eixo vinculado ao evento e outro a consequência considerando-se também a vulnerabilidade como uma variável aplicada nessa Matriz essa Matriz ainda retirada da ISO 31.000 ela é Expressa em faixas de risco aqui dividido em Baixo médio e alto é possível escalonar um pouco mais isso depende do seu sistema da sua da tua configuração
do seu sistema certo e a gente pode estar apresentando essa Matriz com exemplo bem voltado para nossa abordagem com a gente biológico por exemplo dentro do eixo de probabilidade né então eu tenho um eixo aqui onde um evento quanto mais ele ocorre mais importante em termos de risco ele representa e eu tenho eixo de consequência quanto maior a consequência de dano né Desse determinado é risco desse determinado a gente ou evento maior o escalonamento por exemplo aqui a gente traz a exposição o evento como uma exposição ao agente biológico de classe de risco quatro é
bola muito bem nós já estamos né Sem uma epidemia em curso mesmo que epidemia tivesse um curso ela foi uma epidemia é alto delimitada na região oeste da África no ano 2014 né e E aí é consideração que se faz é que esse evento é um evento bem provável dentro do nosso contexto de trabalho uma exposição ao agente e bola é um evento bastante improvável Então dentro dessa escala dessa Matriz de risco ele tem uma probabilidade baixa no entanto quando se pensa que mediante uma exposição efetiva e o desdobramento dessa infecção pode levar um dano
relacionado a uma um óbito uma mortalidade expressas de 50 a 90% traz-se a importância desse dessa consequência no âmbito mais alto então escalonamento aqui é maior ainda assim deve se considerar que sem quase próximo a 100% de dos pacientes acometidos Eles não têm disponível profilaxia ou tratamento embora hoje algumas drogas já já estejam aí disponíveis tá ainda vem com o uso bem delimitado então a suscetibilidade do indivíduo ela vai sempre fazer diferença então a poderíamos fazer um exemplo aqui com tuberculose então exposição a tuberculose Ela é bem distribuída né mas eu Existe uma transmissível a
doença contagiosa transmissível a população tem a vacinação tem profilaxia Existe tratamento é um a gente bactéria na tuberculose a gente tá se risco três né porque ele mesmo com essa profilaxia essa e o tratamento ele é um agente importante com uma transmissão considerável Impacto importante também né Muito muito porque é muito mesmo porque esses alguns novos casos são vinculados a uma Cepa multirresistente E aí o tratamento se torna mais difícil e não tão efetivo então todas essas considerações sejam elas dinâmicas ou então já baseadas em evidências num conceito já de Garden Lines de referências devem
ser consideradas na avaliação de risco as características do agente a suscetibilidade individual e uma análise sobre probabilidades e consequências o risco ele pode estar oculto para muitas pessoas então quando não se conhece o processo de trabalho quando nos conhece o perigo vinculado ao processo de trabalho a exposição passa a ser militar todo o processo de trabalho ele tá embutido em um certo perigo e automaticamente um determinado risco as atividades elas são capazes de proporcionar dano doença ou Morte mesmo as atratividades de lazer então a gente pode sair por uma trilha sofreu um acidente seja ele
ofídico um acidente um trauma né uma queda Então isso é importante ser considerado conhecendo conhecendo-se é um processo trabalho né a cadeia de valor embutida as tarefas dentro desse determinada atividades processo de trabalho aí sim pode se conhecer os feridos envolvidos e a forma de mitigar e controlar o risco muitas vezes isso é bem automático né mas quando se torna automático demais algumas falhas Alguns escapes podem ser mais evidentes Então a gente tem que estar preparado para assumir determinadas atividades dentro de um conceito de proteção quem se expõe ao risco né aqui um foco no
indivíduo Então vamos inicialmente aqui observar que todos os tipos de pessoas podem se expor a um risco e aqui falando se especificamente do risco biológico né é o risco mais importante dentro do conceito de biossegurança Ah mas e o químico química segurança química então é importante mas é dentro de um outro conceito de outra abordagem né o raciocínio muito igual mas abordagem aqui a gente é importante falar que biossegurança é build biológico patogênico muito bem aqui na imagem onde eu reporto que as pessoas treinadas ineficientes elas se expõe ao risco as pessoas treinadas as pessoas
experientes elas podem se expor ao risco se não observarem as os procedimentos não observarem os protocolos né trabalharem de forma diversa a qual foram treinados e os mais velhos da mesma forma os mais experientes para não dizer mais velha né os mais experientes também podem ser se expor ao risco é muitas vezes vinculados a uma adaptação do processo trabalho ou seja aquele jeitinho também não observando os procedimentos e protocolos né então por diversos motivos diferentes todos esses essas faixas todos os tipos de profissionais pessoas podem se expor maior ou menor grau ao risco ninguém é
imune ao risco dentro de um processo trabalhista não existe risco zero se o perigo É É identificável Então dentro de uma um processo trabalho se existe um perigo existe risco que pode se fazer com abordado anteriormente Minimizar e controlar esse risco professor Miguel grimaldo um grande mentor na biossegurança diretor do Instituto de Pesquisa de contenção da utmb diretor da divisão de engenharia de contenção do laboratório Nacional de glalson né um dos mais importantes laboratórios de alta e máxima contenção do mundo ele fala que as avaliações de riscos são feitas diariamente de maneira informal e raramente
documentário então muitas pessoas fazem a sua avaliação de risco torna algo automático algo como dirigir carro passar a marca marcha do carro e toma medidas de proteção controle mediante as atividades que assumem só que quando você faz isso todo dia diariamente o pensamento crítico sobre aquela tarefa aquela atividade aquele passo a passo se torna vulnerável Às vezes você pode sobrepor um passo pode deixar de cumprir uma atividade simplesmente pelo fato de você não ter uma revisão sobre esse processo uma revisão sobre essa avaliação inerente a um determinada uma determinada atividade muito bem ainda aqui utilizando
a o exemplo da ISO 31 mil você já tem uma estrutura tá uma estrutura de avaliação de risco dentro de um modelo mais formal basicamente avaliação de risco envolve a identificação do Risco análise desse risco e a sua avaliação no sentido de mensuração nesse processo todo existe a necessidade de revisão e monitoramento das avaliações de riscos implementadas e um ponto de grande desafio para as instituições principalmente instituições públicas ou até mesmo privadas é na realimentação disso é um pouco daquilo que eu tava falando então é importante que que haja uma comunicação [Música] do risco né
a gente vê algumas empresas ah quantos acidentes ocorreram no mês isso é importante né Isso é um da reforma italiana 1950 sobre saúde segurança do trabalho onde se propor zero monitoramento dos acidentes de trabalho como forma de comunicar melhor as questões relacionadas à saúde e proteção dentro do ambiente de trabalho então comunicação do risco né a informação os treinamentos são de suma importância nesse processo aqui por fim na base A gente tem a o registro e o repórter que são para os encaminhamentos administrativos encaminhamento em nível de governança institucional e para o próprio monitoramento e
gestão dos riscos que estão sendo acompanhados Resumindo e ratificando a estrutura de avaliação de risco eu tenho aqui então como falar da Identificação do Risco análise do Risco Qual é o tipo de risco Qual foi a causa e a sua avaliação dentro de um conceito de mensuração de probabilidade e consequência um outro contexto mas dentro do mesmo raciocínio o processo de avaliação de risco ele ocorre quando se faz a identificação dos riscos associados ao perigo então o perigo aqui é morrer na queda né então se você salta de paraquedas assume essa atividade assume o risco
envolvido no salto você vai saber que se você não saltar direito né O perigo é morrer na queda se você assuma um trabalho em laboratório você sabe que trabalha com agentes biológico você não tomar cuidado em relação a isso você vai saber que ele pode infectar que essa infecção pode causar uma doença ou até mesmo a morte ao assumir né um processo de avaliação de risco quando você consegue identificar no processo né o perigo envolvido na atividade você já começa a pensar um pouco mais desdobrando isso daí né temos de consequência bom e temos o
que que pode dar errado né então quanto isso pode ocorrer então a gente já entra aquela abordagem de probabilidades e consequências então a não salto de paraquedas eu posso perder o controle ou saltar de forma errada e o paraquedas enrolar eu posso não preparar o meu instrumento de forma adequada na hora do salto ele ele enrolar né ficar preso também porque não não seguir os protocolos corretos empresas na Ásia não abrir o paraquedas no tempo certo e atingir a velocidade terminal pegou fogo no paraquedas como é que pega fogo no paraquedas né então você deve
pensar em todas as probabilidades todas as consequências dentro desse processo deixando o registro essa foto do fogo do paraquedas foi intencional tá pessoal e dentro da avaliação de riscos quando se fala do escalonamento da mensuração do risco né você é se encontra já no ambiente controlado né onde houve todo uma avaliação um preparo e com isso Você tem uma visão geral uma visão efetiva do que é aquele aquele aquele aquele evento representa em termos de risco dentro de uma atividade então no laboratório diferente com salto de paraquedas a gente reduziria a pergunta existe perigo na
manipulação de Agentes biológicos sim como foi colocado anteriormente porém o risco de atividade pode ser minimizado se for observados as características da gente implementadas as medidas de proteção e controle adequadas então o risco né Perigo manipular a gente biológica é igual para todo mundo concorda aquele a gente ele é perigoso para todos né ele pode causar infecção mas algumas pessoas por questões naturais ou até mesmo de proteção né quem tomou vacina para covid-19 tá mais ou menos vulnerável a uma infecção por sarcov 2 né quem tomou Tá mais protegido quem não tomou está mais vulnerável
então Estes são pontos a serem considerados quem recebeu o treinamento para atividades tá mais ou menos vulnerável a um determinado dano Caso seja exposto né ao perigo né sofre mais ou menos risco então esses pontos são importantes a serem considerados muito bem é avaliação de risco relacionada a característica dos agentes é importante Se observe a origem do material potencialmente infeccioso Então esse material ele ele está vinculado a qual tipo de amostra é um soro né onde a gente tem uma concentração maior é um concentrado é um isolado né de agente biológico qual quantitativo qual a
concentração Esse é um ponto importante é importante também saber se é um acervo se refere uma Cepa mas ele não entra ou até mesmo Qual a patogenicidade daquele a gente qual classe de risco desse a gente é um agente nível 2 é um a gente faz esse risco 3 é um agente causa disso quarto é um agente exótico conhecido não classificado mas com alguma informação sobre adoecimento humano animal o modo de transmissão né a gente sabe que aqueles microrganismos com capacidade de transmissão por vias aéreas ele geralmente causam maior repercussão né doenças respiratórias com influência
nós tivemos aí a própria agentes classe de risco 3 a própria tuberculose Então deve ser observado a gente deve se perguntar qual que é estabilidade desses microrganismos no meio né qual que é viabilidade deles então algumas bactérias né são mais viáveis no meio Mas diferente dos vírus que precisam realmente da célula ali viva para poder se manter na maioria dos casos Então mas por outro lado Nós temos muitas bactérias hospitalares né com características de resistência que sobrevivem até nove dias em superfícies úmidas [Música] são considerações a serem a serem tomadas a questão da possibilidade de
formação de aerossóis envolve não só as características naturais do agente mas também as características dos procedimentos a serem implementados no laboratório A maioria das infecções relacionadas ao laboratório São de transmissões por aerossóis e muitas vezes relacionadas à microrganismo que não tem a sua transmissão natural por essa via muito bem em relação a indenidade importante considerar se você tá tratando de um agente que é exótico aquela região ou é um agente natural como a gente é importante é ter essa consideração é importante saber se você tem o risco desse agente causar algum Impacto naquela população humana
animal ou até mesmo naquele meio ambiente ao qual ele é exótico quando a gente trata de uma espécie animal envolvido no ensaio né Deve ser principalmente Observar se eu tô trabalhando ou se eu tô falando de um animal silvestre porque aí você pode ter uma perspectiva de risco aumentada né seja aí no corredor né De qual região ou até mesmo né morcego e um determinados contexto né isso eu tô trabalhando com aves também importante ave migratórias que possam estar trazendo agentes de outras regiões inclusive influenciar quando se fala de organismo geneticamente modificado muitas vezes não
se tem aí uma preocupação porque não se fala não se trata de um organismo por exemplo uma alta violência uma patogenicidade mais observada mas o fato dele ter uma mudança na sua sequência dinâmica envolve a necessidade de uma contenção um pouco mais cuidadosa do que se fosse um microorganismo natural e por causa disso é importante estar identificando os processos vinculados ao GN tanto por uma necessidade de avaliação de risco tanto por uma observação legal onde a gente tem aí toda uma regulação a partir sustentada pela lei 11.105 e toda regulamentação da CTN 1000 né a
comissão técnica Nacional de biossegurança do MC Ti por fim dentro dessa avaliação das características do agente no que se refere ao risco que e a classificação de risco desse jeito é importante Observar se existem medidas profiláticas eficazes e tratamento eficazes Então o que eu tô trazendo aqui nesse momento é um raciocínio de como se aborda uma classificação de risco de um agente claro que essa classificação de risco ela já existe você pode consultar mas aqui a nossa proposta é trazer um pouco dos aspectos que fazem com que a gente consiga identificar se aquele microrganismo ele
é mais importante ou menos em relação ao risco de infecção risco de transmissão para um determinado a gente população o meio ambiente falamos da suscetibilidade individual Então as características individuais elas vão ser um condicionante de vulnerabilidade daquele indivíduo então a suscetibilidade do indivíduo ela tem relação com a sua condição de saúde né o seu status de saúde ou uma imunossupressão uma doença de base que possa levar segundo supressão seja um diabetes a própria hipertensão né ou mesmo um tratamento com corticoide que são supressores eles podem impactar e e maior vulnerabilidade nesse indivíduo É bem interessante
que no Redline de biossegurança o último da OMS emitido em 2020 ele traz um dos seus anexos que avaliada específica de avaliação de risco um exemplo exatamente sobre isso sobre um Case Mary então onde a gente tem um uma profissional que tem uma doença de base que lhe confere um status de mundo suscetibilidade claro que além disso aqueles indivíduos com maior tempo de exposição deve ter terminado o processo com manipulação de Agentes biológicos são mais vulneráveis os extremos da idade e a cobertura você vai assinar aquele sentido de que aquele coberto com as vacinas do
quadro ocupacional Ele estão mais protegidos do que aqueles não cobertos Então esse é um ponto importante a ser considerado então falamos de perigo falamos de risco falando das características características da gente e características dos indivíduos Mas se a gente tem um outro conceito aqui que ameaça o que que ameaça representa para o trabalho no laboratório para abrir segurança ou Bio proteção Laboratorial muito bem perigo a gente conceituou objeto inanimado ou condição que pode causar um dano ameaça se refere ao perigo na forma de uma de uma pessoa então o perigo é estanque ameaça não digamos
assim é estanque em determinados condições o tubarão é perigoso E tá lá no mar não é não é estanque né não é não é inanimado mas ameaça ela tá aqui nesse contexto dentro de uma perspectiva de intencionalidade então ameaça dentro do conceito de bioproteção e biossegurança vem com o conceito de intencionalidade Então existe uma intenção né ou habilidade com direcionamento para causar o dano a pessoas animais são uma determinada instituição então quando a gente fala sobre isso a gente tá se relacionando sim né a terrorismo então Aqui nós temos um exemplo de uma célula terrorista
Socorro onde um dos seus terroristas já já falecido ele foi um terrorista importante da década de 90 nos 80 90 com vários atentados o mais importante em 1995 um top a cometendo uma grande quantidade de pessoas e levando também a morte um bom quantitativo de pessoas 30 pessoas Salvo engano 20 ou 30 pessoas faleceram com gás sarin então o mapeamento do processo ele Visa tanto a identificação do perigos né e ameaças dentro do conceito de proteção então o controle de acesso a um determinado ambiente o controle de acesso a uma determinada instalação ela é um
ponto de atenção no que se refere a proteção tanto daquele agente quanto dos indivíduos em torno ou da própria sociedade então quando você busca a compreensão sobre as ameaças vinculadas a um processo trabalho de pesquisa de sua instituição você também compreende as formas de mitigá-la e avaliação de risco se aplica da mesma forma no mapeamento de processos dentro desse debate aqui a gente busca identificação de perigos e riscos então aqui um dentro de um trabalho em laboratório eu posso ter aqui uma uma situação clássica então isolamento viral isolamento final ele exige né em uns casos
aí a inoculação e cultura de célula ou até mesmo modelo animal como aqui a gente tem um camundongo baby onde estou tendo uma inoculação intra cerebral então é uma atividade bem comum quando a gente trabalha com diagnóstico né ou pesquisa de novos agentes E aí o mapeamento de processo faz parte da avaliação de risco Então você tem que compreender todas as fases desse processo né então antes da inoculação você tem um recebimento de amostras muitas vezes a nossa cegas elas não estão muitas vezes chegando numa central de amostras ou um determinado serviço onde você tem
entrada no laboratório né seja um sangue vistas [Música] a segunda fase é o preparo do material para a inoculação Então eu tenho recebimento eu tenho acondicionamento Inicial tem um transporte interno né de um de uma área para outra né de um setor para o outro daí chega no setor de de processamento mesmo dessa moto no laboratório então vou ter o preparo para inoculação e esse preparo e vou envolve pode envolver várias etapas né vários vários procedimentos nesse antes da inoculação em si sabe isolamento virar o perigo ele tá só lá no naquela agulha que pode
ver para o meu dedo não ele pode estar o recebimento quando o acondicionamento não veio adequado não se observou é os módulos de embalagem né você liga o n 3373 ou 28 14 né as caixas para transporte material biológico que são devidamente regulamentadas normatizadas ou esse preparo né a gente tá apresentando uma segunda fase pode envolver a maceração nessa maceração ela é uma maceração manual né no grau e pistilo Então qual é o tipo de procedimento qual a qual o procedimento envolve maior proteção então o uso de um equipamento para maceração é muito mais viável
daí você passa a fazer outras perguntas esse macerador esse tipo de Live tá dentro de uma cabine de segurança biológica Seria o ideal né então ah eu posso ter uma trituração como que é essa trituração manual né Eu tô usando outro tipo de equipamento eu preciso centrifugar a minha centrífuga tem um rotor de segurança eu no meu processo eu tenho aspiração como eu tô sendo vou realizar essa aspiração é competador né na boca Espero que não né E então essas essas avaliações sobre os procedimentos as tarefas em si elas fazem parte e devem ser consideradas
deve ser registradas elencadas dentro de uma avaliação de risco no processo no procedimento a inoculação em célula em camundongo né Então as duas As duas os dois procedimentos envolve um conceito importantíssimo então se eu tô utilizando a propagação viral numa cultura celular ou no modelo animal eu tenho muitas vezes a ampliação do Risco Então isso é muito natural independendo da quantidade de de manipulação e de concentração do agente seja por uma técnica de isolamento viral onde você aumenta a concentração da gente naquele meio você também tá ampliando o nível de biossegurança você também tanto a
avaliação de risco embutida ali então mesmo a gente Classe de risco dois ele pode exigir condições de segurança três porque nestes procedimentos eu tenho uma criação do Risco E aí Existem várias ferramentas né Eu também sou aprendiz no uso dessas ferramentas porque eu tenho a ferramentas para avaliar causa raiz né árvore de falhas eu tenho preliminarys eu tenho várias formas né eu tenho a técnica Baltar uma técnica também que eu tenho estudado um pouco até uma orientação ajuda do professor grimal então é essas técnicas né você tem normas com técnicas de avaliação de risco claro
que algumas são mais voltadas para avaliações de processos não não não é processos de sistemas né mas aqui é um exemplo tá você pode utilizar outras estruturas outras formas até mesmo aplicar avaliação de risco de uma forma não estruturada né mas dentro de um conceito baseado naquilo que a gente [Música] propõe que avaliação das condições do agente do indivíduo né e do processo que vai ser realizado Ah no caso aqui eu tô tomando um exemplo de um processo que o isolamento viral poderia estar fazendo um outro processo né então tô fazendo uma sorologia então é
um risco menor claro que é menor que eu não tô fazendo propagação né eu tenho uma ativação anterior né o antígeno praticamente inativado então Então você Eu tô olhando usando um processo Então vamos voltar para esse processo que o isolamento isolamento viral né que foi apresentado E aí eu muto aqui nessa estrutura nesse workshire isolamento final a partir de vistas de um paciente foi óbvio né Vamos lá uma fígado né paciente com suspeita de febre amarela Qual a questão de risco neste nessa avaliação eu pergunto qual o risco de infecção Laboratorial no procedimento é isolamento
viral E aí o que eu aplico nessa estrutura de cinco passos eu tenho o perigo né ou evento não não é desejar Então pergunta se o que poderia dar errado então a quebra de um tubo numa centrífuga né Sempre provocação do material então vou pôr assim um tubo de vidro Como se usa quase né quebrou e a centrífuga também não tinha rotor de segurança Então esse é um evento que deu errado quebrou o tubo Qual a consequência o dano bom consequência uma exposição por a gente biológico por aerosol Então você abriu a centrífuga e tá
lá mesmo com máscara você se expõe uma aerosolilização é vinculada aquela movimentação de ar que a própria centrífuga e o dano a priori é uma infecção no Passo 3 pergunto né É como isso poderia esse esse período poderia ter ocorrido pode ter pode ter ocorrido né De que forma isso ocorreu Qual é o potencial causa pô tem várias causas que podem ser consideradas falta de Treinamento equipamento sem manutenção erro humano então contexto você vai buscar raciocinar e aplicar seja uma duas três só que para cada causa cada variável Nesse contexto levantado você vai ter um
desdobramento Então você se pergunta dentro da probabilidade de ocorrência tá é aqui se trata aí eu tenho já um escalonamento de probabilidade e consequência então a gente trata como na probabilidade e na consequência um escalamento de um a cinco e aí o que que isso significa significa que na probabilidade né um seria um evento Improvável né o dois é um evento remoto acontece mas muito difícil relacionado aquela determinada variável três aquela variável ela pode ter uma relação com evento em algumas vezes quatro aquela variável tem uma relação provável com evento né ela tem sim bem
observado bem evidenciado e assim aquela variável ela tem uma alta probabilidade de relação na severidade né na consequência né ela você pode ter uma consequência mínima né você não não você ignora né ela não é importante em segundo ponto Você pode ter uma consequência leve Marginal leve digamos assim no terceiro item você já pode considerar né como uma consequência séria algum comprometimento Ela traz no nível 4 já existe crítica Então esse dano ele é um dano importante e no nível máximo cinco desse escalonamento ele andando catastrófico então quando eu coloco aqui quando refere a probabilidade
eu Verifique e veja assim bom a falta de treinamento ela pode ter uma relação porque é considerável porque se a pessoa vai trabalhar com centrifugação ela deve observar se Aquela aquele aquela centrífuga Tá OK se ela tá funcionando de uma forma correta se ela tá calibrada então isso é um ponto preliminar né agora um ponto que aí a gente sugerindo que possa estar tem uma relação é assim uma uma centrífuga para ela quebrar um tubo dentro a falta de Treinamento pode ter relação mas a falta de manutenção e calibração ela é muito próxima ela é
muito Evidente como uma relação bem bem condicionante E aí eu como a gente considera a falta de observação de protocolos né o erro humano ou seja ele ele a pessoa errando é a diferença da falta de treinamento é que eu erro humano ele a pessoa tá treinada né ela teve treinamento só que mesmo assim ela não segue o protocolo a falta de Treinamento Às vezes você tem um contingente muito alto Uma demanda muito alta e aquela pessoa não foi muito bem treinada então ocorre esse escape né então se ela não tem treinamento existe uma considerável
influência numa falha né que possa acontecer diferente da da probabilidade que ela vai ter um peso para cada tipo de variável a severidade não porque né a consequência não porque independente do da variável o impacto sempre vai ser o mesmo ou seja se você se expõe Não interessa se é por falta de anteriormente pela falta de manutenção no equipamento ou devido a um erro se você se expõe a um aerosol né Mesmo sendo de um arbovírus você tem registros de que existe contaminação ou melhor dizendo infecção de trabalhadores por febre amarela mediante a exposição aerosolidação
da gente então é esse Impacto ele é um ele é o mesmo para todos então aqui no caso todos os impactos estão iguais e por que três eu Impacto médio né sério porque porque mesmo sendo a febre amarela um agente prevenível né não tem um tratamento efetivo a não ser tratamento sintomático mesmo ele tendo essa condição de prevenção né ele traz ele pode ter um curso Clínico importante né mesmo a pessoa tendo vacina ela pode ter um curso Clínico importante né E aí eu consigo medir qual variável representa maior risco então aqui a gente consegue
entender que um equipamento uma centrífuga ela representa maior risco no que se refere a infecção causada por uma quebra de um tubo do que a falta de treinamento e romano que também representa um grau de risco Mas não tão alto quanto o equipamento sem manutenção no caso não centrífuga Então é isso traz um pouco de subjetividade de avaliação Tá mas pode também ser um escalonamento estruturado você pode estruturar esse tipo de escalonamento como controlar falta de Treinamento treinamento equipamento sem manutenção manutenção e calibração erro humano orientações para seguir o pop ou como bem entender uma
ratificação do treinamento mais um exemplo só para a gente consolidar então a gente na primeira imagem se vocês lembram tinha lá inoculação com uma agulha 13 por 4,5 do isolado no na cabeça de um cérebro de um camundongo baby então ali o risco naquela imagem foi a única imagem que a gente trouxe você já imagina que o risco é só um acidente é um acidente durante a inoculação e eu falei que esse e isso ele tá dentro do recebimento da amostra né lá até eu poderia ter também aí o risco não descarte um descarte inadequado
falta de descontaminação por Autoclave falta de validação de ciclo enfim então eu tenho como da mesma forma bem parecido com um exemplo anterior um acidente posição a gente biológico em infecção né eu posso ter da mesma forma as variáveis ali parecidas então tenho falta de Treinamento eu tenho erro humano e ainda porque o improviso não usou técnica correto e coloca aí a eu não tenho né a possível causa da infecção eu não tenho vacina né não coloquei lá no anterior não tem vacina não tenho vacina para febre amarela não poder nem estar trabalhando com animal
E aí na mesma forma a gente faz o escalonamento falta de Treinamento Ok nesse caso aqui o improviso porque o erro humano não é Seguir a errada Não ele tá improvisando então mudou a técnica Então vai dar errado tipo assim não usou luva né não segurou na posição correta Então você foge da técnica você vai se expor com maior probabilidade e a falta da imunoproteção é um fato que tem bastante relação com o risco da infecção então aqui a gente também pode medir sendo que neste momento como envolve um nóculo né e a falta de
monoproteção atribuiu-se aqui um impacto maior né em relação ao dano porque eu tô considerando nesse caso aqui também a falta né nesse contexto uma falta de uma proteção que deveria estar sendo tá sendo predita e aqui eu tenho uma outra um outro score que embute um risco maior nessa condição o controle treinamento seguir o pop vacinação como medidas a serem tomadas então aqui é uma sugestão e passando para a próxima parte né a mitigação e controle do Risco Ela depende de uma avaliação da prática e da técnica Laboratorial que tem um componente comportamental então a
prática e a técnica que envolve aquela questão ao erro humano porque ele não seguiu o que estava sendo já utilizava aquele que ele foi treinado então gente isso daí é um ponto que volta lá para aquele slide da estrutura da Gestão de Risco quando a gente fala da comunicação do risco né e a comunicação do risco é exatamente isso você precisa sempre estar alimentando ou o indivíduo pensamento crítico dentro do corpo técnico que aquilo é importante Se não você não não consegue sustentar o processo segundo a disponibilidade de equipamento de proteção e EPC é um
ponto importante né desenvolve as barreiras primárias e também uma estrutura física e instalações adequadas que são as barreiras secundárias né a mitigação de controle envolve todos esses aspectos né E a instituição segundo a 35001 deve constantemente mitigar e controlar o risco nos seus processos na prática e a técnica Laboratorial então aqui a gente passa por uma uma consolidação aí do que a gente vem falando já saindo dessa parte de avaliação de risco então a prática e a técnica que envolve a parte comportamental envolve questões a serem consideradas como autoridade e responsabilidade e confiança na função
o que que isso se remete isso se remete a questionamentos por exemplo apenas profissionais servidores ao colaboradores devidamente treinados e autorizados podem Desenvolver atividades laboratoriais que envolvam a manipulação de gerentes biológicos trazer o aluno o não autorizado um visitante oficioso para dentro de um laboratório já é problema para desenvolver uma atividade de pesquisa uma atividade de trabalho com agentes biológicos dentro de um contexto institucional regulado também é algo é bem não conforme e tem consequências né no que se refere ao risco treinamento em biossegurança eu coloco também a bio proteção requisito obrigatório para atuação nessas
áreas laboratoriais uma proposta que esse treinamento ele tem validade de dois anos instituição que é três instituição que é um importante é rechecagem disso o uso de crachás cartões de identificação é obrigatório servindo de elemento de verificação da qualidade funcional e condicionamento do nível de acesso até onde ele vai de determinado servidor de colaboradores para as áreas laboratoriais e aquelas outras mais sensíveis então você pode ter na sua instituição é níveis de acesso controlado então aqui nesse laboratório só entra a equipe deste laboratório então crachá é uma forma você pode ter hoje outras formas de
identificação né a biometria controle de acesso bolsistas de projeto técnico científico institucional sua atuação deve ser estritamente de acordo com estabelecido um contrato de trabalho então aí envolve além de questões trabalhistas questões sobre a responsabilidade em relação à atividade né E isso com repercussão para orientador com certeza isso tem que ser sempre considerado por exemplo é vedada da circulação do estudante de graduação pós-graduação que não estejam vinculados a convênio institucional é a mesma mesmo Ponto da linha a identificação dessas áreas tem que ser padronizadas então isso ajuda também a delimitação de acesso né pessoal que
trabalha em laboratório clínico deve estar treinado para interromper quaisquer atividades que ofereçam isso imediato Então não é normal trabalhar sem epi não é normal trabalhar com adaptação é normal trabalhar é exposto ao risco então isso tem que ser muito claro e a comunicação de risco na Gestão de Risco avaliação de risco ela embute essa responsabilidade identificar registrar comunicar qualquer problema relativo à segurança Então isso é um ponto conceitual da avaliação de risco também então é e faz parte das medidas indicação controle então o risco de um acidente ser imediatamente comunicado iniciar recomendar ou providenciar ações
corretivas para eventuais situações de risco identificadas né seja um acidente seja um excelente seja um Hermes que é o quase erro né aquele problema que quase gerou um dano aquela falha que quase gerou um dano isso tem que ser reportado né e participar e acompanhar implementação das ações corretivas Então esse é um senso que envolve também a comunicação de risco intra institucionalmente como ainda buscar a melhor forma de controlar e mitigar os riscos então é importante primeiro primeiro de tudo os processos tem que ser bem mapeados né então cadeia de valores da instituição tem que
estar bem ajustada para que você entenda o que é aquele laboratório faz então eu não posso ter um laboratório que pode ele pode ter dinâmica ele pode ser uma plataforma com diversas atuações mas aquilo ali tudo previsto né se você tem um processo novo você precisa de uma avaliação nova um treinamento de equipe Novo para aquele processo para que aqueles riscos possam ser bem controlados sabe ele sempre se isso você pode implementar manuais e procedimentos operacionais padrão documentos de suporte né e que eles estejam acessíveis seja fisicamente seja no sistema e avaliação de risco por
atividade então avaliação de risco ela deve ser sempre por atividade podemos embutir medidas preventivas básicas e fundamentais que envolvem tanto a questões de cabelos presos Barbas e petagem por automática né higienização das mãos procedimentos de limpeza estabelecidos procedimento de infecção de bancadas e equipamentos né descontaminação esterilização de resíduos higiene respiratório etiqueta possível se a precaução padrão né que a covid-19 nos ensinou a realidade H1N1 anos não circular com epi descarte correta de perfurocortantes então entre outros isso aqui são são pontos de atenção dentro dessa avaliação de risco né já com uma sugestão para o trabalho
em sua prática voltando se ainda ao procedimento que deve ser observar a gente falou lá nas características ao agente Então os agentes que se transmitem por aerossóis devem ser melhor observar em relação ao risco mas também é necessário saber que determinados procedimentos eles agregam mais risco porque porque eles são eles podem gerar essa erosão então o que que isso ingude o uso de alças agitação inoculação em placas de área pipetagem prepara despregados abertura de potes culturas tudo isso pode gerar o sol a própria centrifugação de pós flush de seringas né então são todos elementos que
geram era o sol já no risco de inoculação de Agentes biológicos né com o perfuro cortantes como foi demonstrado um exemplo tem que se ter muita atenção espera O importante são responsáveis por muita parte pela segunda depois do zero ações é a segunda É segunda forma de acidente mais importante envolvendo área Laboratorial então atenção no descarte depois que você termina o procedimento a o nível de atenção reduz não pode você só vai poder dar uma relaxado depois que finalizar o descarte final não desconectar manualmente agulha de seringa não recapara agulha desprezarem recipientes apropriados resistentes né
Aos perfurocortantes não preencher acima dois terços manter o recipiente em suporte específico embora a gente entenda que o recipiente rígido seja mais é o ideal né Ele é mais efetivo a Anvisa válida as caixas reforçadas né de papelão então não se pode dizer elas são Ilegais ela podem não ser as melhores mais adequadas mas são produtos para saúde produtos para a área Laboratorial que tem autorização para o seu comércio então aqui a gente podia fazer a mesma pergunta qual o risco de inoculação de agente biológico por Acidente durante um procedimento de obtenção de vísceras né
cérebro de animais infectados pelo vírus da raiva vírus da raiva então estamos aí podemos estar falando né de outro contexto né o vírus vírus desculpa primos também vinculadas Então São pontos de atenção que podem estar servindo para início de uma análise de avaliação de risco essa é a nossa abordagem essa é a nossa contribuição espero que vocês tenham aproveitado Fica aqui mais uma vez o modelo é um modelo sugestivo você tem várias outras estruturas que podem ser aplicadas né então aqui a gente trabalhou com proline Mary kanelesis é o PR a e espero que vocês
tenham bastante proveito com os demais módulos Muito obrigado ficamos por aqui que nossas referências