Muito boa noite, imperfeitas. Espero que vocês estejam bem por aí. Eu falei hoje para vocês que eu preciso de 45 minutos para que eu possa eh falar com vocês sobre o filme Comer, Rezar e Amar, que eu pedi para vocês assistirem, os vazios existenciais, as feridas emocionais e como isso tudo acaba travando a vida de vocês. Então, só o pessoal do Instagram me fala se vocês estão me ouvindo, só para eu poder ficar olhando para cá, tá? vocês me me fala se vocês estão me ouvindo. E aqui no YouTube o que eu quero saber é
o seguinte, a gente vai começar aqui agora, eh, e eu quero saber quem assistiu o filme. Quem assistiu o filme já coloca aqui para mim nos comentários, porque eu quero entender, estão me ouvindo aqui? Quero entender se vocês assistiram o filme e se vocês estão preparadas para essa aula. Então, vamos lá. Essa aula ela tem um objetivo de preparar vocês para algo muito muito muito importante que vai acontecer dias 17 e 18 de maio. Eu vou contar daqui a pouco, tá? Mas é algo que eu fiz uma única vez, que foi muito bom e que
eu resolvi fazer essa vez agora para fazer o lançamento do Mulheres em Ação Constante. Mas depois eu vou contar para vocês. O que eu posso dizer é dia 17 e 18 de maio, sábado e domingo, vocês vão se conectar. Conectar com quem, Debs? Com vocês mesmas, com a potência de vocês. Vocês vão moldar a vida que vocês querem. E eu disse moldar. Por quê? Porque só vive o sobrenatural quem está no seu lugar. E aí eu já quero começar dando esta chinelada, né? Quem é que está no seu próprio lugar? Ou será que você não
está no seu lugar? Será que você não está na sua cadeira? Que diferença faz você tá no seu lugar quando a gente tá falando de olhar para as feridas emocionais, quando a gente tá falando de não procrastinar, quando a gente tá falando de cumprir os objetivos, de fazer aquilo que tem que ser feito, de est centrada, de est com controle emocional em dia. Então eu já quero começar essa aula com uma frase. Essa frase ela não é minha, essa frase é do Bert Hellinger, mas eu acho que ela traduz muito do que a gente vai
falar aqui hoje. E a frase é a seguinte: "Quem lamenta não quer agir. Quem lamenta procura aliados pra sua não ação". Eu amo essa frase porque ela fala muito sobre algo que eu vejo muito acontecer hoje em dia, que é: "Ah, eu não fiz porque não deu. Ah, porque meu marido. Ah, porque o governo, porque o dinheiro, porque não sei o quê". E vocês ficam nesse movimento de trava e trava e trava e trava e não consegue andar, não consegue caminhar, não consegue fazer aquilo que tem que fazer. Então a primeira coisa antes da gente
começar é a gente fazer os nossos combinados. Quero fazer os combinados com vocês para que a gente possa eh seguir a nossa aula e vai ser bem rapidinho, tá? Então, a primeira coisa que eu quero te dizer é: você vai ter vontade de sair dessa aula, você vai ter vontade de ir pegar uma água, de se coçar, não vai, não sai. Por quê? Porque a gente só cresce no desconforto, porque a gente só prospera no desconforto. A mudança só acontece no desconforto. Então eu tenho certeza que muitas chaves vão virar hoje. Chaves vão virar porque
a gente vai falar das feridas emocionais, a gente vai falar de vazio, a gente vai falar sobre como muitas vezes a gente tem uma vida que parece perfeita, mas a gente não consegue se encaixar nessa vida. Então, muitas chaves vão virar e é preciso coragem para poder olhar para isso. Então, a primeira coisa que eu quero que você escreva aqui nos comentários é: "Eu tenho coragem". Por quê? Quando vocês escrevem aqui, vocês estão falando pro cérebro de vocês o seguinte: "Beleza, eu tenho coragem, vou ouvir o que a Debs tem para falar e eu não
vou sair daqui". Então, a primeira coisa é: eu tenho coragem. Por quê? Porque quando você permitir que tudo que eu tenho para falar para você atravesse o seu peito e a sua mente, a sua vida ela não vai mais ser a mesma. Então, por isso que eu pedi 45 minutos da vida de vocês. Então, o primeiro combinado é: eu quero que vocês combinem com vocês mesmas, não é comigo, que vocês vão ficar aqui. Então, primeiro, eu vou ficar aqui. Segundo, vocês precisam me dar permissão. Por quê? Porque eu vou falar de assuntos que muitas vezes
tocam em feridas, porque a gente vai falar de feridas e vazios. Eu vou falar de assuntos que vão incomodar. Pode ser que eu bata aí na portinha do seu inconsciente e já tenha coisas querendo sair. Então você precisa me dar permissão. Permissão para quê? Para que eu possa entrar na sua casa, para que eu possa entrar no seu coração, para que eu possa entrar na sua mente. Então você já escreve aí, eu eu te dou permissão, tá? Beleza? Então, deixa entrar na sua casa, deixa entrar na sua vida, igual a música. Por quê? Porque ninguém
é obrigado a nada, né? Mas se vocês estão aqui no domingo, 8 horas da noite, 500 pessoas responderam o resam dessa transmissão. Quantas pessoas tem aqui? Então eu quero dar parabéns para quem tá aqui, porque para quem tá aqui realmente existe um compromisso, porque o que acontece hoje vocês vão entender porque que eu vou fazer o que eu vou fazer no dia 17 e 18 de maio. O que acontece muito hoje é assim: "Ai, vi um reals, nossa, travada, vou pegar o link da aula". Não vai na aula, não aparece, não tá nem aí. Então
assim, eu estou verdadeiramente cansada de trabalhar de graça para pessoas que não estão nem aí. Isso é muito real, gente. Então hoje e eu vou oferecer um negócio para vocês de um fim de semana por um preço ridículo, ridículo mesmo. Eu já vou até falar o preço, R$ 37. Mas por quê? Porque eu preciso que a pessoa tenha compromisso. Eu vejo muita gente que tá sempre nas lives, sempre comentando, sempre não sei o quê, não sei o quê. e não faz nada, tá sempre reclamando. Quem reclama busca aliados paraa sua não ação. E eu já
começo com essa chinelada, beleza? Ninguém aqui é obrigado a nada, mas se você não quiser se comprometer, tudo bem. Agora, se você quiser ter resultados a partir dessa aula, combine com você mesma e se comprometa. Então, primeiro, não sair. Segundo, você me dá permissão. Terceiro, você se comprometer. Porque você precisa entender que nada nessa vida é de graça, né? Então, o nosso tempo não é de graça. Quanto vale sua hora? Você sabe quanto vale sua hora? Então, eu eu sei quanto vale minha hora. Eu sei quanto vale minha hora. Então, por isso que eu falei
para vocês, bora 45 minutos papum para vocês terem o resultado que vocês querem e para eu falar para vocês o que vai acontecer dia 17, 18 de maio, beleza? Lembrem-se, gente, não tem almoço grátis. Não tem almoço grátis. Então, na vida nada é de graça. E hoje a gente vai falar sobre estar no seu lugar. Porque quando a gente fala sobre estar no nosso lugar, a gente tá falando sobre a gente aprender a lidar com os nossos vazios, a gente aprender a lidar com as nossas feridas, porque ninguém vai abolir da vida o vazio e
as feridas, né? Então, enquanto as pessoas acham que podem abolir o vazio e simplesmente descartar as feridas emocionais da vida, sabe o que vai acontecer? Continua no mesmo lugar. É simples assim. Beleza? E o último combinado é o seguinte: se sacudir alguma coisa aí dentro de você, você vai escrever: "Ainda bem que eu vi", porque aí eu sei que o que eu tô falando tá indo aí. E isso aí, gente, é combinado pra vida. Só esses combinados aqui já são uma aula de posicionamento. Por quê? Porque se você não, se você não for embora, se
você me der permissão, se você se compromete e se você bate alguma coisa e você fala: "Cara, ainda bem que eu vim". Você já tá dizendo pro seu cérebro o seguinte: "Não é que você merece sofrer, é que você merece, você merece ir para um outro degrau só tá posicionada quando você tá no seu lugar. Você só coloca limite quando você tá no seu lugar. E muitas vezes você dá coisas, você deseja metas, mas você nem sequer deixa claro seus combinados para as pessoas que convivem com você. Então, só esses combinados que a gente faz
aqui já são uma aula de posicionamento. Vocês fazem os combinados? Vocês fazem os combinados com vocês. Oi, Edileusa. Caiu de para-quedas. Fica aqui, fica aqui. Então, você deseja muitas coisas, mas você não deixa claro as coisas que você quer. Você não fala o que que você concorda, o que que você não concorda, o que que você quer, o que que você não quer. Aí você se frustra e aí você fica mais firme que prego na areia. Ah, porque todo mundo quer minhas coisas de graça, ninguém me valoriza. Aprenda você a se valorizar primeiro. Aprenda você
a cumprir os combinados com você. Aprenda você a falar quais são seus combinados, aquilo que te incomoda. Beleza? Por quê? Porque se você não fala, se você não cumpre seus combinados com você mesma, se você não estabelece limites, se você minimamente não consegue pedir pra pessoa aquilo que é bom para você, você não tá nem cumprindo um preceito bíblico, que é pedir recebez. Então, tudo precisa de equilíbrio de troca. Caso contrário, os relacionamentos morrem todos. Todos relacionamentos de trabalho, relacionamentos entre amigos, relacionamentos entre eh familiares, tudo precisa ter um equilíbrio de troca. Se você não
age numa via de mão dupla, esquece na sua vida prosperar. Então, gente, esquece. Beleza? Então, na hora que bater alguma coisa aí, aí da B que eu vim, não saia da aula, comprometa-se e me dá permissão. Fechado? Então, vamos embora. Hoje a gente vai falar, já vou responder a sua pergunta, Lu. Hoje a gente vai falar sobre a relação do filme que eu pedi para vocês assistirem, Comer, Rezar e Amar, Os vazios existenciais, as feridas emocionais e tudo isso junto e misturado. Como isso trava sua vida e como isso não deixa a sua potência ir
para fora. Por quê? Porque eu tenho certeza que vocês já ouviram. E aí vocês vão me dizer se vocês já ouviram isso aqui. Ai, nossa, Lucilene, você tem um potencial dentro de você, menina. Eu vejo um potencial em você para você voar. Nossa, mas eu vejo um potencial em você para você casar com uma pessoa maravilhosa. Ai, menina, mas eu vejo um potencial em você para você ser magra, bonita. E fica só no potencial. Fica só no potencial. Não deixa a potência ir para fora. Com quantas de vocês isso já aconteceu? Eu quero que vocês
contem aqui para mim nos comentários o que que vocês já ouviram na vida de vocês a respeito de ter potencial. Então, você tem potencial para ser uma atleta? Você tem potencial para casar? Você tem potencial para fazer uma transição de carreira? Você tem potencial para isso, para aquilo, mas no fim das contas você fica parada no mesmo lugar. Como disse deus aqui, eu sou especialista em não ser comprometida comigo mesma. Eu honro meus compromissos com os outros, mas não honro comigo. Ou seja, eu tenho uma potência dentro de mim, porque se eu honro meus compromissos
com outro, eu faço. Só que aqui eu tenho um potencial. Então, deixa eu já começar explicando a diferença para vocês entre potência e potencial. Potência é aquilo que faz você agir. Potência é o que faz você agir. Potencial é aquilo que fica no seu ram ram, sabe? Ai, nossa, não tem um potencial, menina para falar para tantas pessoas, mas ela não fala, né? E é horrível a gente ficar ouvindo o tempo inteiro que a gente tem potencial, porque a gente se sente frustrada, a gente se sente fracassada, porque a gente ouve que a gente tem
o potencial, mas a gente não consegue colocar a potência para fora e agir. Então, eu quero, mesmo que você não tenha assistido o filme, fica aqui e aí depois você assiste com esse olhar que eu vou te dar hoje, tá? Então, lá no filme Comer Resayamar, a Júlia Roberts, que é a personagem principal, ela vive um processo que na superfície parece uma busca por novos lugares, por viagens, por novas experiências. Só que não, só que não. Quando a gente olha numa leitura muito mais profunda, e aí como eu sou psicanalista, eu trago uma leitura mais
psicanalítica do filme, o que ela realmente vive é um encontro com o vazio existencial dela. Então, ela construiu na vida dela tudo que esperavam dela, casamento, estabilidade, sucesso. Ela construiu a vida certa, ela construiu a vida perfeita, ela construiu a vida que muitas vezes muitas de vocês constróem, que é: "Eu faço uma faculdade porque meus pais disseram que era para fazer essa faculdade. Eu assumi uma empresa familiar, mas eu não queria ter assumido, só que eu assumi porque não tinha ninguém para assumir. Eu sou a mãe que os meus pais esperam que eu seja. Eu
sou a esposa que meu marido espera que eu seja. Mas e eu? E eu? Será que eu tô vivendo a vida que eu quero viver? Ou será que eu tô vivendo a vida que esperam que eu viva? E toda vez que eu tô vivendo a vida que eu que esperam que eu viva, assim como ela tava vivendo lá no filme, começa a me dar um buraco por dentro, porque eu não tô vivendo aquilo que é o meu desejo. Eu só consigo viver ardentemente e suportar os problemas que vêm ali na minha vida quando eu tô
muito conectada com o meu desejo. Quando eu tô muito conectada com o meu desejo. Por quê? O desejo ele move. O desejo ele faz a gente suportar todos os problemas que aparecem no processo. Agora, se eu estou vivendo uma vida que esperam de mim, como é que eu vou ter desejo? Como é que eu vou ter tesão de viver essa vida? Como é que eu vou ter libido para viver essa vida? Como é que quando os problemas aparecerem eu vou olhar pro problema e falar assim: "Tá bom, beleza, eu vou encarar isso aqui de frente
porque isso é o meu desejo, não é o que esperam de mim, é o que eu quero fazer na minha vida". Então a Júlia Roberts no filme ela constrói essa vida perfeita, perfeita, perfeita pro outro. Então ela tinha tudo isso. Só que aí o que que acontece? O que sempre acontece com quem está vivendo a vida que não é aquela vida desejada por si mesma. Ela entra em colapso interno. Por quê? Porque não adianta eu ter uma vida montada externamente se por dentro as minhas feridas seguem abertas. Então, é como se quando eu tô vivendo
uma vida que esperam de mim, as minhas feridas fossem como aftas. Eu sou dentista de formação, né, gente, para quem não sabe. Então, o que que acontece? Por que que a afa demora tanto para cicatrizar? Porque a afta ela fica no molhado, né? Ela fica na boca. Então, é muito difícil você eh a aficar, ela demora para cicatrizar. Por quê? Porque não tem aqui o ar para poder ajudar a formar uma casquinha. E quando a gente tá numa vida montada externamente para para aquilo que esperam da gente e eu não olho paraas minhas feridas, as
minhas feridas elas ficam como se fossem aftas, elas não cicatrizam, elas seguem abertas. E todos esses buracos, todas essas feridas que ficaram lá na infância, o buraco do abandono, o buraco da rejeição, o buraco da insegurança, o buraco da humilhação, tudo isso nunca foi visto, nunca foi acolhido e, principalmente, nunca foi integrado. Então, se eu pego as minhas feridas e eu fico só olhando pelo retrovisor para elas na infância, ah, porque na minha infância aconteceu isso? Porque eu fui rejeitada, porque eu fui abandonada, porque eu fui humilhada, porque as pessoas prometiam, as coisas para mim
não cumpriam, porque meu pai se separou da minha mãe e ele falava que ele ia me buscar na minha casa e ele não buscava. E daí agora eu tenho minha ferida de traição. Se eu só olho para trás e eu não isso aqui, se eu não isso aqui, as feridas não cicatrizam. Então, o vazio que a personagem sente no filme é o vazio da criança. Presta atenção nisso que eu vou falar. é o vazio da criança que nunca poôde ser quem ela gostaria de ter sido. É o vazio da criança que aprendeu que desde cedo
ela precisava ocupar um papel, o papel da filha perfeita, da esposa perfeita, da profissional bem-sucedida, mas ela nunca aprendeu a simplesmente ser. Ela nunca aprendeu a ser. Então, quando a vida adulta chega, quando chegam as exigências, quando chegam os papéis, esse personagem que muitas vezes a gente monta para agradar o mundo começa a desmoronar. E aí quando começa a desmoronar, eu não sei mais quem eu sou, eu não sei mais do que eu gosto, eu me sinto perdida, eu me sinto desconectada do meu corpo, eu me sinto desconectada da minha alma e daí nada faz
sentido. Isso acontece o tempo inteiro, acontece com as alunas que entram nos meus cursos, acontece com as pacientes que eu atendo em terapia, eu simplesmente me desconecto. O que que é integrar uma dor? é eu permitir que essa dor atravesse o meu peito. Então, tá bom, beleza, aconteceu isso aqui na infância, deixa eu olhar para isso, porque muitas vezes o que acontece é vocês guardam numa caixinha, vocês não querem mais olhar. E aí eu fico só falando assim: "Ah, mas a culpa é daqui de trás, que meu pai me abandonou, que minha mãe fez isso,
que meu pai fez aquilo". Gente, as coisas elas aconteceram no passado, mas vocês se tornaram adultas. e como adultas precisam aprender a lidar com isso. E a grande virada desse filme e que eu acho que conecta muito com vocês é não é a falta de amor externo que colocou ela em colapso, que trava a vida dela. É a falta de reconexão interna. É eu saber quem eu sou, é eu saber do que eu gosto, é eu saber quais são os meus limites, é eu poder estabelecer esses limites. Só que se o tempo todo eu não
eu não as minhas feridas comigo e falo: "Tá bom, beleza, essa rejeição faz parte de mim, esse abandono faz parte da minha vida. Então, vou falar do abandono, vou dar um exemplo. A minha irmã mais nova, ela é adotada, obviamente, ela tem uma ferida de abandono e rejeição fortíssima. Durante muito tempo, ela vivia dissociada disso. Então, ela falava: "Ah, porque minha mãe me abandonou, porque meu pai me abandonou, porque isso, porque aquilo até que um dia eu falei, viu?" Falei: "Calma aí". Eu falei: "Eu não sei como é que você se sente, mas olha a
chance que você teve aqui. Uma família que te acolheu, que adotou você, que te deu tudo. Você tem uma família, então deixa essa dor desse abandono atravessar, sabe? Chora mesmo quando você pensar na sua mãe que te abandonou. Mas caramba, agora você tem essa família que tá a serviço da sua outra família. Então, quem é você? Quem é você com essa ferida do abandono? Quem é você sabendo que você é adotada? Quem é você sendo grata pela família que te trouxe? Quem é você tendo raiva da sua mãe porque ela te abandonou? Porque gente, não
é ser positivo e ficar abraçando árvore, mas eu preciso integrar as minhas dores para que eu possa seguir em frente. Então quando ela tá com a vida ali travada no filme, é uma falta de reconexão interna, é o vazio deixado pelas feridas emocionais lá de trás que não foram vistas e que não foram tratadas. Então, por que eu tive essa ferida, eu simplesmente não quero mais olhar e daí eu sigo a minha vida. E talvez com vocês esteja acontecendo o mesmo que aconteceu com a personagem do filme. Talvez você tenha feito tudo certinho até aqui.
Talvez você tenha estudado, talvez você tenha trabalhado, talvez você tenha construído uma família. Talvez você tenha sido muito forte, muito guerreira, quando o mundo desabou, quando o mundo desabou na sua frente. Talvez a vida inteira você tenha que ter colocado uma armadura para você aguentar tudo que a vida te colocou. Só que por dentro, a ferida da rejeição faz você ter medo de se expor. A ferida do abandono faz você se agarrar a qualquer aprovação externa, a qualquer tipo de relacionamento. A ferida da humilhação faz você sentir que você nunca é boa o suficiente e
aí você fica completamente travada porque você acha que aquilo que você faz nunca vai ser bom. A ferida de traição te impede de confiar e não te impede de confiar só nos outros, ela te impede de confiar em você mesmo. Então, quando essas feridas elas não são vistas, elas constróem um personagem. Então, muitas vezes, e eu tô cansada de ver isso, mulheres muito bem-sucedidas profissionalmente, fortes, isso e aquilo, e quando chega na terapia, mortas por dentro, feridas por dentro. Um personagem que vive o externo, mas não consegue se conectar com o interno. Então, é um
personagem que funciona, que entrega, que produz, que tá lá sempre a postos, mas que não sente pertencimento, que não tem vida pulsando dentro de si mesma e que vive sempre na lógica do cumprir e não do existir. Eu preciso existir. E quando eu vivo nessa lógica dessa necessidade de aprovação e de fazer e de acontecer, esse vazio cresce, a sua potência que tá aqui dentro congela e a alma adoece. Então, muitas vezes quando você diz: "Eu sou exausta", não é você que tá exausta, é a sua alma que tá exausta, é a sua alma que
tá cansada, é sua potência que tá congelada, é o vazio que tá cada vez maior de uma vida que você olha lá na frente, que você gostaria de viver, mas que por você não olha para aquilo que você deveria estar olhando e absor vendo e trabalhando e elaborando, você não consegue chegar nela, entende? Então, o filme, O Comer, Rezar e Amar, é a história de uma mulher que precisou perder tudo para se reencontrar. Mas o meu convite para você hoje é diferente. Você não precisa esperar desmoronar para você despertar. Por que que toda vez as
pessoas esperam tudo ruim para poder despertar? Por que que eu espero me separar para poder me cuidar, para poder ir pra academia, para poder, sei lá, pintar o cabelo? Eu tenho uma história boa para contar disso. Uma vez um casal de amigos nossos se separou e a ex-mulher dele tava, gente, ela tava assim muito largada, sabe? E às vezes eu encontrava com ela na porta da escola e eu pensava: "Gente, ela é tão bonita, por que que ela tá, né, os fios tudo branco, tudo desgrenhado?" Falei: "Por que ela não pinta o cabelo, cara? Por
que que beleza". Aí eles se separaram e aí o Fábio um dia foi buscar a Duda na escola dele e falou assim: "Nossa, encontrei a fulana hoje na porta da escola". Falou: "Meu, você não sabe, tá bonitona, sabe? Loira, emagreceu e tal". Aí eu falei, gente, por que que as pessoas esperam desmoronar tudo para despertar? Por que que as mulheres esperam separar para se cuidar? Por que que os homens esperam o relacionamento acabará para eles poderem se cuidar? Então, a gente precisa eh dar o passo de descongelar antes que as coisas desmoronem. ou se é
para desmoronar, como aconteceu, e nem foi desmoronar, tá? Mas como aconteceu com uma aluna da última turma do Mulheres em Ação Constante, que ela entrou para olhar pra carreira, ela começou um movimento de reconexão com ela mesma, ela tava no casamento que para ela não fazia mais sentido e ela pediu separação no meio do curso. E aí ela falou: "Está sendo difícil, mas é o que tinha que ser. esse relacionamento não era mais para mim. Então, é preciso coragem, sabe, pra gente poder olhar pra gente mesma e muitas vezes olhar para um casamento e falar:
"Putz, não é mais isso, então eu preciso sair". Então, o direcionamento da nossa aula de hoje é como se fosse uma escada, tá? Então, sintomas, que eu já falei vários aqui, e todos esses sintomas que eu falei são sintomas de quem não está no seu próprio lugar. Segundo, compreensão. De onde vem esse movimento de sair do meu lugar o tempo inteiro. Aceitação. O que que eu preciso aceitar para est no meu lugar? Porque quando vocês me perguntam assim: "Ah, mas o que que é integrar?" Integrar é eu aceitar. aceitar quem eu sou, aceitar a minha
história, aceitar meus perrengues, aceitar as coisas das quais eu preciso eh me libertar, trabalhar, perdoar e por fim, como é que eu volto pro meu lugar? E aqui é a ação. Não adianta você ficar esperando que Deus faça as coisas por você, porque amada, ele faz muita coisa, mas a sua parte ele não faz. Ele tem um plano perfeito paraa sua vida, mas muitas vezes é a gente que trava o processo do homem lá em cima com todos esses sintomas, sabe? Então, ai meu Deus, eu não vou falar porque as pessoas podem ter inveja de
mim. Ai, socorro, eu não vou falar porque eu tenho medo de me posicionar. Insegura. Comparação. Ai, eu sempre acho que a fulana é melhor que eu. Eu sempre preciso de mais alguma coisa. A mania de perfeição. Eu eu eu fico esperando as coisas ficarem perfeitas para poder fazer. Medo de brilhar, medo de ter dinheiro, medo do que o outro vai pensar, sempre procurando a opinião do outro. Por quê? Por quê? Como uma de vocês falou aqui, nossa, eu sou especialista em não me comprometer comigo e me comprometer com o outro. É lindo a gente se
comprometer com outro, mas a gente só pode transbordar aquilo do que o nosso copo tá cheio. Se o meu copo tá assim como esse, como que eu vou transbordar, gente? Como que eu vou transbordar amor se eu não me amo? Como eu vou doar dinheiro se eu não tenho dinheiro? Entende? O meu copo, ele precisa tá cheio. Aí eu posso transbordar. Como que eu vou transbordar cuidado se eu mesma não cuido de mim? Como eu vou transbordar alegria se eu mesma não tô alegre, satisfeita, com, sabe, com tesão na minha própria vida? Não tem como.
Não tem como. Então, todos esses todos esses sintomas, eles levam a gente para um lugar que é estar fora da sua própria cadeira, está fora da sua própria cadeira. Mas que história de cadeira é essa? Imagina, eu já quem é minha aluna já conhece essa história, mas eu vou contar aqui que eu já vi que tem gente que tá vindo a primeira vez. Imagina que essa essa meu escritório aqui é uma sala e essa sala tem um monte de cadeira aí. Tem a cadeira do pai, da mãe, do avô, da avó, dos irmãos, etc. E
tem a sua cadeira. E na nossa cadeira, gente, a gente tem muita força, sabe? Quando a gente cola o bumbu na nossa cadeira e a gente não levanta dessa cadeira para nada, a gente é capaz de cuidar, a gente é capaz de amar, a gente é capaz de trabalhar, a gente é capaz de fazer todas as coisas que a gente precisa fazer, desde que a gente esteja no nosso lugar. Aqui a gente tem muita força. Agora, quando eu resolvo sentar na cadeira da minha mãe e ser mulher do meu pai, quando eu resolvo sentar na
cadeira da minha avó e ser mãe da minha mãe, quando eu resolvo sentar na cadeira da minha filha e ser irmã da minha outra filha, por exemplo, eu tô completamente fora de lugar. Eu estou saindo da minha cadeira e eu tô deixando a minha cadeira vazia para que outra pessoa possa sentar e aí a coisa fica emaranhada. Então, de onde vem esse movimento de você sair do seu lugar o tempo inteiro? vem lá da infância, vem de uma ferida emocional interna. Só que eu preciso olhar para essas feridas. Às vezes as pessoas falam assim: "Nossa,
fico besta, como que essas pessoas nos cursos tanto resultado? O que que você faz que as pessoas viram do avesso?" Gente, eu não faço nada. A grande questão é: eu trago consciência e as pessoas precisam estar dispostas para olhar para essas próprias feridas. As minhas alunas elas deixam de ser aquelas que sabe, ai amiga, você tem um potencial e nunca decola para ser aquela que vive. Então ou eu assumo um posicionamento na minha vida, ou eu sento na minha cadeira e não levanto mais, ou as coisas não vão acontecer. Aqui eu tenho força, no lugar
da minha avó eu não tenho força. Em outros lugares eu não tenho força, entende? Então, todo santo dia eu preciso olhar um pouquinho para alguma ferida minha. Deixa eu falar um negócio para vocês. Quando Isso vale só, isso vale só para quem é cristão, tá? Mas as pessoas falam assim: "Ai, nossa, acredito no evangelho, meu Deus, é maravilhoso". Gente, você acreditar no evangelho e você é ser cristão é a coisa mais difícil do mundo, porque não é fácil. Não é fácil. Assim como olhar para as nossas feridas também não é fácil. Só que a gente,
quem é cristão não vive o evangelho todo santo dia, não vive como Jesus todo, tenta pelo menos viver como Jesus todo santo dia. Pois sim. Quando eu quero me curar, quando eu quero evoluir, quando eu quero fazer as coisas na minha vida, eu preciso olhar pras minhas feridas e eu preciso elaborar cada uma delas todo santo dia, sabe? Todo santo dia. Então, bora lá. Primeira ferida, rejeição. Ai meu Deus, porque se eu me posicionar eu vou ser rejeitada? Porque se eu falar alguma coisa, a pessoa vai me rejeitar. Porque se eu falar com meu marido
o que eu penso, ele vai querer se separar. Gente, rejeição quando ela é sistematizada, ou seja, quando eu vivo a rejeição todo dia, todo dia, todo dia sem elaborar, ela vira insegurança. Então, se você, e, e eu vou falar uma coisa para vocês, na lista de espera do lado mulheres em constante, o que mais apareceu foi falta de confiança em mim e travada. Foram as duas palavras que mais mais apareceram. E de onde vem essa falta de confiança em você mesma? Muitas vezes essa rejeição que ela é sistematizada, que você vive ela o tempo inteiro,
que você deixa de agir por causa dela, ela vira uma insegurança na sua vida. Então, se eu me guio por medos, medo de rejeição, medo do abandono, medo da traição, medo disso, medo daquilo, eu não consigo agir. Porque o medo ele é uma emoção que ou paralisa, ou você foge, ou você enfrenta. Só que via de regra, para eu enfrentar, ou eu já paralisei ou eu já fugi. Então, olha que vida que fica atravancada. Então, eu paraliso ou eu fujo? paraliso, eu fujo aí, ah, não aguento mais, aí eu enfrento. Então, por que que eu
preciso entrar nesse lugar do, ah, não aguento mais? Qual foi o momento que você se lembra lá atrás na sua infância que você foi rejeitada e que talvez essa dor tenha te marcado tanto que hoje você fica travada todas as vezes quando você tá na iminência de que você acha que vai ser rejeitado? Porque o que acontece muitas vezes é a pessoa nem foi rejeitada ainda. Ela nem foi, ela tá na eminência de ser rejeitada. Ela acha que ela vai ser rejeitada e ela trava. Aí ela não age ou ela fica raivosa. Então eu tive
uma cliente que ela era louca para casar e aí ela falou uma vez assim para mim, ela falou assim: "Cara, se eu continuar do jeito que eu sou, quando eu eh me guio pela rejeição, eu nunca vou conseguir casar, porque eu fico muito raivosa e eu afasto as pessoas de mim. Sabe? Então, quando eu reconheço aquilo que eu faço, quando eu tô me guiando pela minha ferida que ainda está aberta, aí sim eu consigo começar um processo de mudança. Não tem dica, passo a passo, não tem. O que eu posso dizer para vocês é quando
eu reconheço como eu fico, quando eu vou, sei lá, tô na eminência de ser rejeitada, abandonada, aí eu consigo começar um processo de mudança. E isso passa por, tá bom? Quando foi a primeira vez que eu senti essa rejeição? Ah, então aqui, ó, aos 2 anos de idade, com a chegada do meu irmão. Isso é normal? Se você é filha, chegou um irmão, bebê, você com 2 anos de idade, claro, todas as, né, tá tudo voltado pro outro irmão, é um bebê que precisa, 100% da mãe, etc. Como que eu, adulta, posso olhar para essa
história e dar uma nova roupa para essa história para que eu não fique o tempo inteiro sofrendo com isso? Percebe? Medo do abandono. Medo do abandono, gente, é uma das feridas que assim mais aparecem, sabe? As pessoas hoje elas estão sozinhas porque elas têm medo de ser abandonadas. E sabe quando normalmente isso aparece? Quando os pais não podem ou não querem assumir o papel de figura protetora. Então essa falta de atenção, essa falta da companhia deixa marca profunda. Deixa marca profunda. E aí muitas vezes, e a gente tá vivendo uma epidemia de solidão hoje em
dia, as pessoas estão sozinhas e aí quando eles vão fazer as pesquisas, muito vem disso. Ah, porque eu já sofri muito. Ah, porque eu não quero saber de ninguém. Ah, porque eu tô melhor sozinha. Ah, porque eu prefiro ficar conversando virtualmente e não conhecer as pessoas. Hoje a gente tá assim. Então, como eu chego na minha fase adulta quando eu tenho uma ferida de abandono, uma pessoa insegura e absolutamente dependente emocionalmente, ou eu parto pra solidão, epidemia que estamos vivendo hoje? Beleza? Então, quando eu olho para abandono e rejeição, beleza? Se eu tenho uma dessas
e eu posso ter as duas, como eu me comporto? Porque aqui é a consciência. Dia 17, 18 de maio, a gente vai olhar pro resto. Aí a gente tem a injustiça. Que que é a injustiça? Pensa que a infância, gente, é uma fase de aprendizado. Então, lá na infância a gente começa a construir o nosso senso de justiça. Aí eu vou pegar até o exemplo da Helen. Por quê? Porque aquela história do favoritismo entre irmãos, das diferenças de tratamento em casa, na escola, naquelas situações que muitas vezes alimentam uma ideia fantasiosa de que a criança,
né, a criança não se sente merecedora de atenção. Então, como é que ela cresce? Ela cresce insegura, ela cresce pessimista, ela cresce inconscientemente o tempo inteiro, esperando ser destratada por todo mundo. E aí fica muito difícil construir um relacionamento duradouro partindo de uma visão de mundo que é essa, né? Então, se o tempo todo eu ajo como se eu fosse ser distratada por todo mundo, fica difícil eu estabelecer relações. Vocês estão quietinhos aí, hein? Tá batendo aí ou não? E aí a gente tem a ferida da humilhação. Então, ferida da humilhação, passei lá na minha
infância por situações de bullying, por um ambiente familiar nocivo, uma criança que cresce o tempo todo, eh, sendo submetida a esse tipo de coisa. Então, por exemplo, eh sei lá, às vezes não é nem com pai, com mãe, pode ser na escola, né? Na escola, levanta a mão para fazer uma pergunta, a professora fala: "Sei lá, você estudou para fazer essa pergunta?" Pronto. Humilhação de uma figura. de autoridade. Então, esse trauma, e não existe trauma pequeno, médio ou grande, existe trauma. Esse trauma, ele faz o quê com a sua potência? Congela. Congela. Então, pode ser
que você fosse aquela pessoa que ia amar falar em público, mas você tinha uma professora que toda vez que você levantava a mão, ela pau em você, pau em você, pau em você. Que que isso faz? O trauma congela a sua potência e isso impacta na sua autoestima. Isso impacta em como você vai colocar sua voz no mundo. Neste exemplo, por exemplo, isso impacta na sua ansiedade. E aí, como adulta, eu me fecho justamente porque como a minha potência congelou, eu não confio nisso que tá aqui, porque cada vez que eu ia colocar minha potência
para fora, alguém falava alguma coisa, entende? Então, por que que a nossa potência congela via de regra? Porque lá atrás a gente passou por um trauma e daí a gente fica naquela coisa meio sem ar, eu não vou pôr para fora. E aí eu guardo lá atrás. E aí a gente tem a traição. A traição, gente, como ferida emocional, ela não é ai, alguém me traiu no sentido de homem e mulher, mas é de repente o exemplo que eu dei no começo da aula, seus pais se separaram e seu pai falava: "Eu vou te ver,
minha filha. Eu vou te ver, minha filha, eu vou te ver". E aí ele nunca aparecia. traição, alguma coisa besta. Se você fizer lição, te leva no parque. Ou se você raspar o prato, você pode pedir o que você quiser. E aí, na hora que você pediu o que você quis você queria, não, mas isso não. Traição. Então, na infância, quando não era cumprido aquilo que era prometido, a expectativa da criança é frustrada e ela olha para aquilo como traição. É um golpe, um golpe a confiança que ela depositava nas pessoas que ela mais confiava,
por exemplo, pais, responsáveis, que na cabeça dela era o quê? Infalíveis. Então eu cresço pensando, cara, não posso confiar em ninguém. Não é seguro acreditar em ninguém. Então, se eu não confio, em tese, eu evito sofrimento, porque daí ninguém vai fazer isso com a minha confiança. Beleza? Então, o que que eu preciso fazer para aceitar estar no meu lugar? Guarda isso que eu vou falar, tá? Quando você persiste no aceitar a sua história, as suas feridas, você sofre. E qual a diferença entre dor e sofrimento? A dor ela é viva. A dor ela atravessa o
peito. A dor é aquela coisa que a gente termina o namoro e fala assim: "Meu Deus, eu vou morrer". Mas se eu me permito viver essa dor, ela passa. A dor tem vida. O sofrimento ele é carregado de energia de morte. Por quê? Porque é algo que paralisou você lá atrás e que te congelou. Então, será que você não tá em sofrimento? Quando você nega a sua vida, quando você nega suas dores, quando você tá fazendo de tudo para você não mergulhar na sua história, pode vir da adolescência essa ferida, com certeza. Quando você faz
de tudo para não mergulhar na sua história, em vez de se abrir para ela, você entra no sofrimento. Então, é como se você quisesse que a sua vontade estabelea, desculpa, prevalecesse sobre a vontade da vida. Então você nega a realidade. Então, precisa abraçar a dor. Isso é integrar. Isso é integrar. E eu quero dizer para vocês uma coisa. Quando vocês estão em sofrimento, quando vocês estão negando, vocês estão se esforçando para negar, porque gente, a dor ela é feita para ser atravessada no peito, pra gente, sabe? Deixa sofrer. Então, sofrendo, se sofrer não é o
sofrimento, mas deixa doer. Deixa doer, porque quando a dor passa, você sobe. Se você fica no sofrimento, é angústia, é luto, é depressão, é ansiedade, entende? Então, eu preciso assentir, eu preciso concordar com a minha realidade humildemente. Eu preciso me render a essa história. Sim, eu tive essa história. Sim, eu tive esses pais. Sim, isso aconteceu. Eu integro a minha vida. Eu integro a minha realidade assim como ela é. Eu paro de negar a minha vida. Isso é um profundo movimento de arrogância. É como se eu tivesse olhando paraa minha vida e falando: "Sou maior
que você, eu mando em você e isso não aconteceu". Eu entro em movimento de negação da realidade. Então, tudo aquilo que você não inclui no seu coração não pode ser processado e vira um fantasma e te aprisiona. E eu não estou dizendo que você tem que aceitar, eu estou dizendo que você tem que assentir. Beleza? É, são duas coisas completamente diferentes. Aceitar é baixar a cabeça, falar: "Ai, tá bom". a sentir é. Tá bom, essa é a minha realidade, vai doer, vai doer, deixa eu olhar para ela, deixa eu aborar e bora. Então, o que
eu quero que vocês eh saibam é que, primeiro eu preciso olhar para essas feridas, eu preciso reconhecer de onde vem, vem da adolescência, vem da minha infância, quem eram as figuras envolvidas. Bom, beleza, tá bom, isso aqui aconteceu. Agora eu preciso integrar isso da minha realidade, tá bom? E se eu chorar, vai chorar. E se doer, vai doer. Mas é a partir do reconhecimento de que eu sou assim e que eu me guio por essas determinadas feridas, que elas são cicatrizadas quando eu aprendo a lidar com elas. Então, como eu entro no meu lugar, Debs?
Primeiro, primeiro posicionamento. Eu preciso me posicionar. Eu preciso falar aquilo que eu quero. Eu preciso deixar claro o que eu tenho para dar e que o outro vai ter que me dar em troca. Então é é como eu dizer assim para vocês: "Olha, gente, eu vou fazer o lançamento de maio do Mulheres em Ação Constante e para fazer o lançamento de maio, eu não vou dar uma aula gratuita. Eu não vou dar uma aula no YouTube, eu vou fazer um fim de semana de imersão eh sábado e domingo que vai custar R$ 37. Nossa, que
piada! R$ 37. Exato. Por quê? Porque quem estiver no Zoom que pagou R$ 37, minimamente está comprometido com a mudança. Então vocês conseguem entender aqui eu me posiciono enquanto todo mundo e eu também fazia live gratuita, vamos fazer lançamento. Eu falei: "Cara, cansei". Então, se a pessoa, ela pode não querer comprar meu curso e ela já sabe que ela vai para aquela aula sabendo que eu vou abrir as inscrições pro curso, mas ela também vai ter dois dias para poder se transformar. O que que eu tô fazendo aqui? Eu tô me posicionando, eu tô deixando
claro o que eu vou dar. E eu tô deixando claro o que você tem que me dar em troca. O quê? R$ 37. Fim. Se eu quero me sentir valorizada, eu preciso me valorizar. Se eu quero me sentir amada, eu preciso me amar. Se eu quero ser respeitada, eu preciso me respeitar. Se você não se posicionar, alguém vai fazer isso por você. Como diz a minha mentora maravilhosa, Amanda Rose, se você não se posiciona, você vai ser posicionada. Então, ou você muda a imagem que você tem de você mesma, ou você fica se desmoralizando o
tempo inteiro. O tempo inteiro. E aí quando você entra no lugar que uma de vocês aqui falou, né, que é: "Ah, eu me eu sou super comprometida em não fazer as coisas por mim". Sabe o que acontece? Você perde a moral com Deus e o mundo. Você vira tentante. Você vira inventora de histórias. E não é só com outro, é com você mesma. Você perde a moral com você mesma. Porque você sempre diz: "Ah, mas eu sempre tento: "Ah, mas eu sempre tento. Mas eu sempre tento". Essas histórias são construídas na sua cabeça. Então, ou
você muda a imagem que você tem de você, ou você fica sempre nesse mesmo lugar. Então o meu convite para vocês hoje é dias 17 e 18 de maio. Eu vou fazer a imersão Desperte Sua Potência. Nós vamos ficar dois dias juntas no Zoom. Não vai ser transmitido pro YouTube nem para o Instagram. Não vai ser transmitido. Por quê? Porque as pessoas precisam pagar o preço. Qual preço? R$ 37 por um fim de semana comigo. Em que nós vamos colocar a mão na massa, vai ter um caderno de exercícios. Eu vou pegar pessoas para fazer
exercícios. Vamos fazer constelação. Então, a gente vai ter sábado e domingo das 9:30 às 17:30 com o intervalo pro almoço no Zoom. Qual é o grande problema? O Zoom tem uma capacidade. Da última vez que eu fiz isso, foram 1000 pessoas e aí eu não consegui vender mais. Então, 1000 pessoas é a capacidade do Zoom, é o que eu consigo. Então, você pode pagar os R$ 37, estar comigo na imersão ou você pode continuar pendurada nas lives gratuitas, achando que isso vai mudar sua vida. Quem me conhece sabe, eu vou fazer um fim de semana
de imersão, é imersão, você vai ter o seu resultado e lá eu vou abrir as inscrições pra turma do Mulheres em ação constante. Beleza? Então, aqui fica o meu convite. Eu já abri paraas minhas alunas antes porque elas têm preferência. Hoje eu estou abrindo para vocês, tá? O link já está na biitar eh potência nos comentários que eu vou te mandar o link. Tem o link na bio também aqui no YouTube. O link tá aqui embaixo do vídeo. Quando completarem as 1000 pessoas, acabou, gente. É isso. Então, é o espaço que o Zoom tem, é
um fim de semana para que você possa efetivamente começar uma transformação na sua vida. 17 de maio, eu vou te dar a chance de você mudar antes de julho. Por quê? Porque vocês ficam escrevendo e dizendo: "Ai, meu Deus, porque já tá no meio do ano. Ai, porque socorro. Ai, porque eu não consigo". Então, mais uma chance para que você possa fazer essa mudança. Mais uma chance. Então, recapitulando, vai ser ao vivo pelo Zoom, um final de semana inteiro pra gente poder moldar juntas esse novo estado interno seu, para poder descongelar essa potência, para te
reconectar com quem você é de verdade e não com a mulher que fica tentando agradar todo mundo, se anulando, vivendo travada e querendo viver a expectativa da vida do outro e não seus próprios desejos. Então eu quero que você se conecte com a mulher que se posiciona, com a mulher que ocupa o seu espaço, que constrói a vida que você quer, que é honesta com você. Então já vou dizer uma coisa, o desperto de sua potência não é para quem quer mágica, tá? Não é para quem quer. Se você quer mágica, nem entra, nem paga
os R$ 37. Não é para quem espera que eu vá pegar na mão e fazer por você. Não vou fazer por você. Mas o que eu posso te dizer é, você vai ter um material incrível para que você possa fazer por você mesma. E não é para quem não está disposta a olhar para suas dores e encarar as verdades com coragem. Quer encarar a verdade com coragem, quer ter a possibilidade de fazer uma constelação lá dentro, quer fazer os exercícios, beleza, é para você. Então, se você não quer mais viver no automático, se você acha
que tem uma potência aí dentro que precisa ser descongelada, se você quer clareza do seu caminho, coragem e um plano prático para poder sair desse lugar que você tá e manter seu fogo aceso, o desperto de sua potência para você. Beleza? Então, gente, eh está feito o convite, fé, tá feito o convite. Nós vamos estar num espaço seguro, que é o Zoom, vai ter a gravação disponível para quem quiser comprar a gravação, tá? Porque R$ 37, né, gente? Pelo amor de Deus. E tudo isso é o valor simbólico, porque o meu objetivo aqui é dessa
vez alcançar sim o maior número de mulheres que eu puder, mas aquelas que estejam comprometidas, porque eu tô verdadeiramente cansada mesmo. E eu tô cansada mesmo, gente, eu falei isso paraas minhas alunas esses dias, de olhar pro que eu vi esse fim de semana. Então eu falei: "Bom, beleza, vamos dar o link aqui da aula de domingo com 600 comentários e a gente tá com, sei lá, 100 pessoas entre Instagram e YouTube." Então, de verdade, eu quero quem tá disposta. Quem não está disposta nem precisa vir. Beleza? Agora, se você sentiu que essa jornada é
para você, você vai clicar no link que tá aqui no YouTube, no link que tá aqui no Instagram, vai garantir sua vaga. E aí, gente, é despertar essa mulher que você nasceu para ser, porque a vida ela não vai esperar e a sua potência também não deveria esperar. Ela não deveria ficar aí congelada dentro de você, porque chega de ser a pessoa que só tem potencial, só tem potencial e não coloca nada para fora. Beleza? Então, nesse fim de semana, 17, 18, eu vou conduzir vocês. Eu conduzo. Vocês andam com as pernas de vocês e
a decisão é de vocês. A decisão não é minha, decisão é de vocês. Fechado? Então, vou deixar aqui o link até se esgotarem as vagas. Essa aula vai ficar salva. Vou deixar salva aqui no Instagram também. Lembrando, as vagas são limitadas pelo limite do Zoom, tá? Não vou abrir dois, três, qu zooms, é um computador, uma sala do Zoom para que eu realmente possa conectar com as pessoas que realmente querem promover uma mudança na vida. E lá no fim de semana eu abro as inscrições para mulheres em ação constante. Fechado, meu povo? Então, let's bora.
Eu espero vocês dia 17, 18 de maio por este preço piada que é menos do que um Starbucks, R$ 37 e vamos juntas, combinado, gente? Fechou? Beijo para vocês, fiquem bem. Até a próxima.