Cada vez mais a gente vê o como a gente precisa se conhecer pra gente ter uma boa qualidade de vida, pra gente poder entender qual que é o nosso lugar no mundo, o que que a gente veio fazer aqui. >> Quando você entende o que que tá se passando, você se entende também. É muito mais de boa lidar com as angústias e com os sofrimentos, né? >> A gente consegue ampliar o nosso Repertório comportamental para sair desse lugar mais rápido, né? Porque os sentimentos eles existem, né? Mas o que que a gente faz com essa
ansiedade, né? organiza o conhecimento, respira, conversa com pessoas que a gente gosta, né? Se alimenta, dorme bem. Então, a gente usa o sentimento para poder dar pra gente um direcionamento do que que é melhor a gente fazer pra gente lidar melhor com aquilo, recalcular a rota e ficar bem para seguir adiante. E é muito Incrível como as pessoas hoje elas chegam sem saber muito delas, né? Assim, nem o que gostam, [música] às vezes ficam num desejo de querer ser como eu sou ou como alguém que ela vê ali, né? ou ter hábitos que algum que
algumas pessoas têm, mas que às vezes não cabem na vida delas, né? Só que a verdade é que você >> Estamos começando mais um Lutos Podcast, eu tenho a honra de receber Ana Paula Luk, muito obrigado. >> Sonho tá aqui com você. >> Eu vejo que você acompanha o Lut Podcast há bastante tempo, né? >> Muito tempo. Eu sou fã de carteirinha. Ai que maneiro. >> Deixa eu te falar que tá que você tava minha meta no meu quadro de sonhos de vir aqui esse ano. >> Cara. >> Aham. Meta master profissional. Tá aqui. >>
Que legal. Fico feliz demais com isso. Nossa, é muito legal quando eu eh trago Um profissional assim e eu vejo que você tem >> muito tempo de de de dando e fazendo psicologia. Você é muito estudiosa disso e vê que as vocês acompanham meu programa é uma facilidade muito grande, sabe? E é muito bom de ver o quanto que hoje a saúde mental tem esse espaço tão gigante, né, pra gente poder falar sobre eh acho muito incrível assim de ver eh o o quanto que a psicologia, esse conhecimento trouxe de amadurecimento Para você, né, para
o quanto que o conhecimento que a gente pode adquirir de forma gratuita hoje, ele melhora a vida de muita gente. >> Inclusive, ano que vem vou começar na psicologia. Ah, decidiu a tua faculdade. Eu vi que você tava com dúvida ali na na coisa da Lana, que você tinha visto um uma após que era que não era bem psicologia, né? Mas decidiu psicologia mesmo. >> Ai, que legal, que legal. Muito bom. >> Mas é um negócio muito transformador, né? >> Muito, muito. Eh, e, e cada vez mais a gente vê o como a gente precisa
se conhecer, né, pra gente ter uma boa qualidade de vida. Esse processo de autoconhecimento, ele não é mais visto como balela, né? a gente eh precisa investir nesse no nosso autoconhecimento pra gente aprender a lidar com as coisas da vida, com os desafios que a vida oferece, né? Pra gente poder entender Qual que é o nosso lugar no mundo, o que que a gente veio fazer aqui, né? Como que a gente se relaciona com as pessoas, com com às vezes com com as pessoas são mais próximas, às vezes com quem é um amigo, né? né,
com quem tá mais longe. E esse processo de você se perceber é, tem gente que vive muito no raso, no superficial, não aprofunda, né, e daí não consegue identificar eh essas questões internas, né, e >> e aí é angústia, o sofrimento fica muito Maior, né? Nunca vai deixar de existir, mas eh quando você tem um, quando você entende o que que tá se passando, você se entende também no teu lugar, no mundo, como você tava falando, é muito mais de boa lidar com as angústias e com os sofrimentos, né? a gente consegue ampliar o nosso
repertório comportamental para sair desse lugar mais rápido, né? Porque os sentimentos eles existem, né? Não dá pra gente, ai, não vou ficar angustiada, né? Igual tava Ansiosa para tá aqui, ai não, não fica ansiosa, não tem como, né? Uma coisa nova é realizar um sonho, né? Então, mas o que que a gente faz com essa ansiedade, né? Organiza o conhecimento, respira, conversa com pessoas que a gente gosta, né? Se alimenta, dorme bem. Então, a gente usa o sentimento eh para poder dar pra gente um direcionamento do que que é melhor a gente fazer pra gente
lidar melhor com aquilo, recalcular a rota e ficar bem para seguir adiante, Né? Então, quando a gente conhece, a gente tem capacidade para tomar decisões, né? >> Total. E e por que você escolheu psicologia? Como é que foi esse processo ali? Então, eu venho de uma família, eh, o meu pai é advogado e a minha mãe, ela é pedagoga, mas ela não exercia, né, a profissão. Ela trabalhava num banco. É, o meu irmão que é mais velho é advogado e chegou a hora de eu escolher, mas eu não curtia o direito, é, não achava Legal
assim, eu vi às vezes assim o quanto que dava margem para muitas interpretações e esse essa coisa de, né, o eles a gente vai tentando usar o nosso viés de confirmação para validar algumas coisas na lei, né? Eh, e eu fiquei muito entre jornalismo e psicologia, porque eu gostava muito de me comunicar e de de me relacionar com pessoas, né? E daí eu fiz um teste vocacional na época, né? E deu eh psicologia. E aí eu comecei a fazer e amei assim fazer o curso, apesar de no Curso ter uma um viés muito psicanalítico. Eu
vejo que os psicólogos vêm aqui e falam disso, né? Eh, então durante o curso mesmo eu olhei todas as abordagens, vários cursos assim de existencialismo, gestalt, todas as linhas assim e amei a sistêmica e a TCC. E daí eu fiz pós eh formação em sistêmica, depois fiz em TCC, eh, e segui fazendo psicologia. No meio da faculdade deu uma vontade de fazer jornalismo, mas eu tava na terapia e ela Falou: "Ó, depois você trabalha com a comunicação". Que eu queria comunicação mesmo, que era uma coisa que eu gostava, né? >> Mas por que te deu
essa vontade? você não tava gostando do curso? >> Eu tava, mas eu queria também eh falar sobre aquilo, escrever. E aí depois eu escrevi em jornal, eu eu tive blog, aí eu hoje eu falo muito no Inst, né? Eu faço esse trabalho que era, né, que eu gostava de >> e hoje isso é até necessário, né? >> Necessário fazer, né? Então, e no começo eu nem tirei tão de letra não, esse posicionamento, né? Essa minha amiga que eu conversei, a Mari, ela ainda falou para mim: "Ana, que orgulho que você vai lá". Lembra como você
tinha dificuldade de gravar e tal e você sempre vai nesse movimento de evoluir e olha onde que você tá hoje, né? Então acho que foi muito nessa coisa de querer impactar vidas e ser ponte no processo de Desenvolvimento das pessoas, né? Eu acho que o meu trabalho é muito esse, assim, eh eu não faço nada sozinha, não é só o meu conhecimento que muda e transforma a vida de ninguém, né? sempre na parceria e eu vou na mediação e na na ponte mesmo do processo de transformação. E aí a minha outra irmã que vem depois
de mim, ela fez direito também. Então sou uma família, eu sou a ovelha negra da família, vamos dizer assim, né? Eh, e hoje os meus pais meu, e eles nunca me Tolheram da minha da minha escolha, né? Sempre me apoiaram muito e hoje eles são bem orgulhosos assim de eu tá nessa área da psicologia. Car, muito porque você ter feito psicologia assim, hoje é um curso que tá muito em alta, né? >> Tipo, até aumentou muito a concorrência, aumentaram os preços nas particulares e tal, mas há um tempo atrás não era tanto assim. >> Ela
é segunda mais, né? Hoje nada. >> É, pois é, isso é muito legal, o espaço Que a psicologia tá tomando, sabe? Muito. >> Eu lembro que eu não fiz porque eu achava que, ah, não, vou vou passar fome. Eu nunca, eu não conhecia nenhum psicólogo, não sabia e como é que ia ser, sabe? Então, eh, e aí tinha, eu já tinha ouvido essas coisas, sabe, de, ah, não dá dinheiro e tal. Então isso me deixou, me deixou meio é recioso assim de escolher o curso e tal, mas aí hoje eu me arrependo porque poderia estar
Formado já, mas não tem problema, foi outros caminhos, né? Quem sabe nem teria o podcast. >> E sabe que tem um livro que é bem legal que você tá falando que quando alguém fala isso para mim, eu sempre falo desse livro, quase que foi que eu trouxe para você, que chama Biblioteca da Meia-Noite. Você já leu? >> Não, eu já vi falar. Eh, então esse livro fala o quê? Eh, que a gente usa o EC com a garantia de que a gente teria Sido bem-sucedido. Sempre a gente fala assim: "Ah, se eu tivesse, eu já
estaria formado e barará barará", né? Só que a verdade é que você não sabe. >> Sim, >> porque você poderia ter até morrido fazendo faculdade, não é, né? a podde acontecer tantas coisas e eu gosto muito de desse livro porque ele traz uma é uma moça que tem é um estado depressivo grave assim, né? Eh porque ela é insatisfeita com a vida dela e aí ela Fica nesse, se eu tivesse, se eu tivesse daí ela fica entre a vida e a morte, ela tenta se matar e ela eh revisita essas vidas que ela fala: "E
se eu tivesse, eu teria sido feliz. Se eu tivesse ficado com o carinha da escola e casado com ele, ela vai viver essa vida e essa vida é uma bosta. Sabe? Daí ela vai viver aquela vida lá e daí ela perde o pai, daí ela vai viver aquela outra vida e ela é atormentada. E ela sempre vai, a nossa vida sempre vai ter os altos e Baixos, né? Sempre vão ter os desafios. E quando a gente faz uma escolha, a gente faz uma escolha e abre mão de todas as outras que poderiam ser infinitas, né?
Então eu sempre gosto quando a pessoa diz para mim assim: "Ó, se eu tivesse", eu falo assim: "Não, você não sabe". >> Né? que até tem o filme lá do Shereque que sabe o terceiro que ele fala assim: "Você pode escolher uma coisa para você tirar da vida dele, não tem nada na Frente, né? Então a gente só é o que a gente é hoje. E você vai ser um super psicólogo hoje porque você é o Luds e construiu essa vida aqui e você só tem 26 anos, 25 anos, né? Muito novo, >> né? Então,
dá tempo de você ser um mega psicólogo e com toda essa base que você já tem, você vai como se você tivesse já saindo com impulso na frente de uma galera que vai começar. >> Pois é, mas é é muito louco isso, né? Esses pensamentos que vem de vez em Quando sobre e se uma fonte de sofrimento muito grande, né, pr muitas pessoas. >> Muito grande. Eu fiz um vídeo esses dias falando disso porque é muito as pessoas usam muito isso, né? E é de uma forma sempre achando que lá na frente é o sucesso,
né? Se eu tivesse me casado com o fulano, teria, quem disse, né? Se tivesse ficado mais um pouco, quem disse? Porque a gente não sabe de verdade se teria sido melhor ou não, né? A gente, o que a gente tem é o agora pra gente olhar, né? Se teria sido melhor ou não, mas você pode fazer hoje se você acha que que vai ser bom para você, né? E é impressionante como isso deve estar até mais atenuado, né? Não sei se você concorda com isso, mas por conta de rede social e comparações e coisas do
tipo, isso deve ficar ainda pior, porque você tem acesso a outras vidas lá de pessoas que talvez tomaram decisões diferentes. Isso deve aumentar ainda mais esse tipo De pensamento, sabe? >> Sim. De comparações, né? Ó, a fulana ficou lá e ela se deu bem, né? Eu saí e me dei mal, né? Olha onde que a fulana tá. >> E a gente tem que tentar usar a rede social como um impulso, né? Não, como ficar essa comparação, como a gente tava falando um pouco antes, né, de às vezes a gente usa e se compara e essa
comparação ela não é tão leal com a gente, porque quando a gente compara, a Gente compara o nosso bastidor ali, né, todo cheio de altos e baixos com aquilo que a pessoa seleciona para colocar no palco dela, né, eh, que a gente coloca o que a gente quer mostrar pro outro, né? né? E a gente que consome, eh, tanto a gente que posta quanto a gente que consome, a gente tem que ter sabedoria de olhar e ver que se você seleciona o que é melhor seu para colocar ali, é claro que o outro também faz
a melhor seleção, né? É óbvio, né? Então, a gente Tem que tentar olhar e ver esse recorte que cada um coloca é para mostrar essa parte boa, né? Tem gente fala assim: "Ah, mas por que que não bota um monte de desastre, um monte de coisa, né?" Porque a gente não precisa ficar olhando também um monte de desastre que também vai fazer mal pra gente, né? A questão é como a gente usa esse esse acesso pro pro nosso bem, né? >> Verdade. Verdade. É. E quem que vai querer ficar, tipo, eu quando eu tô Passando
por um momento difícil, eu não quero ficar mostrando paraas outras pessoas, eu quero viver aquilo, entender aquilo, no máximo falar pr as pessoas próximas, pra rede de apoio, mas eu não quero ficar compartilhando momento difícil, sabe? >> Uhum. Mas sabe que tem coisas eh que pensando na questão da vulnerabilidade que eu acho que às vezes ela conecta >> eh e nos torna humano também, sabe? que teve uma vez, não sei se eu se eu posso Falar, mas eu vou falar. Eh, qualquer coisa você corta, tá? Eh, teve uma vez que você fez um podcast que
você achei que você não tava bem. Eu fiquei com muita vontade de falar com você, sabia? Foi com a Karina que você gravou, né? Eu falei, cara, porque como eu sei a sua história, às vezes eu fico assim: "Ah, hoje agora ele tá numa vibe muito boa, né? Tá com uma energia ótima e tal, né?" É. E aí às vezes não, aquele dia pareceu, sabe que parecia que eu queria Que você fosse meu amigo e eu te mandar uma mensagem, ver se tava tudo bem. >> Quando que euorei no final, eu não lembro. >> Você
se emocionou no fim e aí eu fiquei, meu, eu até mandei uma mensagem pra Karina, mas como eu não conheço ela, daí depois eu apaguei, mas eu fiquei e como como é importante a gente ter essa rede, né? Porque na vulnerabilidade, eu acho que você até se abre bastante, né, quando você fala e e acho que isso Conecta porque isso te torna humano, né, que você teve vários perrengues na vida, que você teve questões para resolver, né, o quanto que você lidou com os desafios, com com as situações da família, né, o quanto que você
teve que ter impulso para ir buscar suas coisas, conquistar tudo isso. Foi isso que te tornou o homem que você é, né, eh, com altos e baixos. Eu acho que isso gera conexão também. Claro que quando a gente só fala da dor, >> né, aí a gente precisa olhar e ver o que que tá acontecendo, né? Mas acho que mostrar que a dor existe é importante, né? Existe na sua vida, existe na minha, né? Na de todo mundo. >> Se a gente pensar, né? Os artistas fazem muito isso, né? Quando escreve uma letra de uma
música, quando faz uma pintura e tal, ele tá pegando algo que tá dentro dele, às vezes, por exemplo, uma um momento muito difícil e tá colocando ali pras pessoas: "Olha isso aqui que eu tô Sentindo". Uhum. >> E as pessoas se conectam com isso, né? >> E cantam e gritam, né? E viram fã. Pois é. >> É. E é uma manifestação do sentimento, né? Que a gente que que é colocado, que pode ser em forma de carta, em forma de livro, né? Em forma de música, em forma de podcast, né? E a gente vai eh
essa coisa de poder falar e compartilhar ameniza muito a nossa dor, né? >> Desculpa interromper esse episódio, mas Uma novidade muito legal para vocês da Insider. Insider, imagino que todos vocês conhecem, mas para quem não conhece, é aquela camiseta, aquela roupa é que é mais tecnológica que o normal. Então, se você, sei lá, treinar ou suar muito com ela, você não vai ter eh problemas ali de odor, odor ruim e tudo mais. Ela não, você não precisa passar ela. Inclusive, esse final de semana eu tava viajando, joguei todas as minhas ins bolsa, sem pensar em
se ela ficaria Amassada ou não, porque daí é só colocar no corpo, espera 10, 15 minutinhos porque ela já desamassa sozinho. E para quem nunca comprou na insid, ou seja, para aquelas pessoas que ainda não testaram, ainda não tem nenhuma peça, é você com o nosso cupom somente hoje, né, no dia 12/1, no dia que esse episódio tá saindo, somente hoje você tem aí com o nosso cupom loots até 24% de desconto, beleza? utilizando cupom luts. Além disso, você tem para dar aí para todos Os clientes, até para quem já comprou, 20% de cashback. Então,
tá valendo muito a pena agora no finalzinho de ano aproveitar para começar a tua coleção ou presentear alguém e agora na nas festas, nas comemorações de fim de ano. Então, link tá na descrição do site da Insider. Cupom é Loots LUTZ, mas na teoria quando você clica no link, seja clicando aí na descrição ou lendo QR code, ele já aplica sozinho. Só confere se tá aplicado mesmo no final lá no carrinho. Beleza? Sabe é uma coisa que a gente tava conversando e off, eu acho que é legal da gente conversar aqui sobre e que tem
tudo a ver com isso, que é a ideia da gente se conhecer mais, se entender, entender nosso lugar no mundo e etc. Quando você tá lidando com os seus atendimentos e e com as pessoas que vem conversar com você, como que ela chega assim, como o quão perdida ela ela tá e por qual que tipo de de Dificuldades ela te traz em relação a essa questão da identidade dela, do [ __ ] não sei se eu gosto do emprego que eu tô, não sei se eu me conheço, quais são as frases que elas costumam usar
assim? >> Então, eu tenho uma demanda bem grande de relacionamento, né? Eh, a gente a a pesso, não são todos que chegam com essa demanda, mas eu tenho uma demanda grande que vem com isso e claro que quando a gente destrincha tem várias outras Coisas por trás, né? Então, às vezes uma insegurança, às vezes uma dificuldade, um ciúme enorme, né? Às vezes uma uma baixa autoestima. Eh, e aí a gente precisa trabalhar outras questões para que a relação melhore, né? ou para que a pessoa consiga se separar ou eu trabalho pro pra direção que a
pessoa quer, né? Eh, e às vezes também não. Às vezes é eu como como a gente não não decide pelo paciente, né? Às vezes ele vem querendo uma coisa e no processo ele decide Outra, né? Eh, que também é legítimo, né? Ele pode escolher. Então, essa construção da identidade, esse fortalecimento da autoestima, né? Esse autoconhecimento a gente faz no processo terapêutico. E é muito incrível como as pessoas hoje elas chegam sem saber muito delas, né? Assim, nem o que gostam, às vezes ficam num desejo de querer ser como eu sou ou como alguém que ela
vê ali, né? Ou ter hábitos que algum que algumas pessoas têm, mas que às vezes Não cabem na vida delas, né? Fiquei pensando aqui, se eu se eu quiser tocar a guitarra, né? Igual você toca, eu não tenho essa habilidade, né? Eu vou, talvez eu até consiga, mas vou demorar muito. Não é muito a minha praia, né? Amo ver. Eh, não gosto de tocar, né? Queria tocar violão, mas nunca me me aventurei. Mas de olhe assim, qual que é o desafio que você coloca? Qual que é o movimento que você faz? Onde você vai atrás
das coisas que Você gosta? Onde que você, porque às vezes, ah, mas eu não sei do que que eu gosto. Mas a gente só sabe se a gente vai atrás, se a gente experimenta. Ah, eu vou numa trilha com você, poxa, gostei, não gostei. Ah, eu vou passar o final de semana na casa de um monte de gente junto. Gosto ou não gosto, né? Ah, vou viajar com os amigos. Gosto com muito ou com pouca gente? Gosto de ler na praia. Tem gente que não gosta, né? Amo sair de casa, jogar frescoball. Às Vezes eu
saio de casa sozinha, vou na praia e jogo frescoball com a galera e vou embora, né? Mas as pessoas não precisam fazer o que eu gosto, tem que descobrir o que que elas gostam, né? E nesse processo a gente vai descobrindo um monte de coisa que às vezes não tem repertório para lidar com essa coisa de sair sozinha de casa, né? De: "Ai, mas você vai sozinha?" É, mas lá eu encontro a galera. >> Olha quantas coisas que vão surgindo Para liar. >> Muita, é uma ramificação de coisas, né? E daí tu vai olhando, tá?
Mas por que que será que não ia sozinha? Será que o pai não deixava? Não tinha autonomia, não desenvolveu repertório para isso, né? E aí a gente vai destrinchando, né? Tem um livro que é bem legal quando a gente trabalha em autoestima, que é um do Valter Riso, que chama Apaixone-se por si mesmo. >> E esse livro ele fala de quatro pilares Da autoestima. Você já ouviu falar? >> Então a gente tem quatro pilares que ele, ó, a Alexa tá [risadas] falando aqui. Eu nem queria deixar o celular aqui, mas paciência. O, e daí ele
fala de quatro pilares da autoestima que um, o primeiro é o autoconceito, é como você se denomina no mundo, né? O que que você sabe, não, não é o que eu sei de você, né? Se for você, vou perguntar para cinco pessoas o que que elas sabem de você, elas vão, elas vão falar coisas de Você que talvez não seja como você se percebe no mundo, né? Você pode falar de você coisas que não seja o que eu perceba de você, né? Ah, o Luts é super descolado. Ele eh é um autodidata, né? É um
cara que vendou aí o YouTube, né? E você pode achar que, poxa, tudo que eu faço não tem valor, né? Ai, nem acho que eu sou tudo isso. E você vai falando, vai, é, é o que você acha, não é o que eu acho, né? E daí na terapia a gente trabalha. Por que que tem essa Diferença? Por que que as pessoas acham uma coisa que é o conceito de se é um, né? E o que o outro acha de você é outro? Então esse é um pilar que a gente trabalha na terapia, né? >>
Como que chama mesmo? >> Esse é autoconceito. >> Autoconceito, >> né? O outro pilar é autoimagem. É como você se vê diante do espelho, né? Como que você você gosta do que você vê, né? E aí a gente tem muitas questões com Distorção de imagem, né? Tanto para quem quem emagrece e ainda se vê gordo, quem é magro e se vê gordo, né? Uma distorção grande do de imagem corporal. E eu sempre gosto de dizer assim que no processo terapêutico, quando a gente trabalha com a imagem, a gente você, eu não vou poder querer, ah,
eu quero, porque tem coisas que a gente pode trabalhar para melhorar, né, a nossa própria imagem, tá? Mas você não gosta do seu corpo e você pode malhar, você Pode emagrecer, você pode procurar uma boa alimentação, né, fazer um esforço, mas, ah, eu quero ter a perna da Gisele Binting. Você não vai ter, porque você não tem esse biotipo, né? Então, a gente tem que olhar e ver o que que é possível, o que que não é possível ir atrás daquilo que a gente pode fazer pra gente melhorar a nossa autoimagem, né? Então a gente
também trabalha isso na na terapia. O outro é autoeficácia, é a nossa capacidade de acreditar e confiar Naquilo que a gente faz, né? Então, ah, eu sou mega confiante nisso que eu faço. Ah, eu toco guitarra super bem, né? Eu posso ir lá e dar um show, igual a gente falou do da palestra antes, né, que você falou: "Ah, antes eu ia ia mega nervoso, né? Agora eu vou, eu tô mais confiante, eu posso olhar a palestra só mais na hora, né? Então você hoje você tem uma alta eficácia muito legal quando você olha pra
sua capacidade de dar palestras, né? Agora na tua capacidade De melhorar os canais de YouTube, né? Então hoje você tem uma autoeficácia boa em relação a isso. Se você se percebe como eu tô falando, né, que não sei se é se é exatamente desse jeito, né? Eh, e o outro e último pilar é o autoreforço, é a capacidade que a gente tem de se premiar pelas nossas conquistas, >> porque as pessoas também não fazem isso, né? Quando a gente vê assim, ah, é uma coisa que você conseguiu grande, né? Sempre quando eu consigo alguma coisa
Que eu quero muito, eu faço y eu passo pro meu cérebro uma mensagem de que eu alcancei um objetivo, né? Então eu tenho uma forma de trazer para ele. Olha, você fez, você conseguiu. E não é uma vez não, às vezes eu consigo uma coisa bem importante, mesmo dia, duas, três, né? Às vezes meus filhos no final do dia agradecem uma coisa que eu falo: "Meu Deus! Yes", né? Porque eu pantei isso aqui dentro deles, né? Essa esse olhar pras coisas simples da vida, as coisas Que são legais do dia a dia, né? Eh, então
a o autoreforço é essa capacidade que a gente tem de se autopremiar, né? Não precisa ser um comprar alguma coisa, ser uma coisa cara, né? É de você poder reconhecer mesmo que você fez um bom trabalho, né? Então, a gente tem esses quatro pilares que tem no livro, eh, Apaixone-se por si mesmo do Valter Riso. >> É impressionante, né? Como quando a gente olha assim para, por exemplo, vamos imaginar uma pessoa que não tem Nenhum desses pilares fortes assim, né? como ela vira, ela tá mais suscetível a cair em várias armadilhas, até mesmo armadilhas de
de marketing, assim, vamos te vender uma coisa, ela vai lá e cai. Ou armadilhas de eh de ficar se comparando e às vezes cair num num estado mais depressivo e tudo mais, né? Então é realmente >> nunca ser boa o suficiente, né? >> Verdade. Então é muito louco como isso tá na Base, né? Na base de tudo, assim, de todas as mudanças que a gente vai fazer. E eu acho importante trazer assim, né, que a gente trabalha a autoestima é como se ela fosse um músculo, né? Você trabalha ela, se você para de trabalhar, não
tem garantia de que vai continuar do mesmo lugar que você parou, porque a vida ela continua, né? Então a gente sempre precisa alimentar a nossa autoestima, né? de olhar pra gente com esse com com o movimento de reconhecer Na gente as nossas potencialidades, o que que a gente tem feito, o que que a gente pode fazer para melhorar, né, que às vezes a gente precisa fazer movimento pra gente evoluir e melhorar, né? >> Quando a gente pensa, né, nesses quatro pilares, na autoestima e nessa segurança, eh, o que que costuma funcionar assim, que que o
que que realmente muda, o que melhora as pessoas nesse sentido? >> A ação, né? Eu sempre falo que eh de Nada, ah, eu falei para você ler o livro, mas se você não colocar nada em prática não adianta, né? Então a prática é o que traz pra gente esse fortalecimento, a gente identificar, né? Você falou eh também num podcast que você foi que você fazia um monte do exercício lá do registro de pensamentos, né? Eh, esse é um exercício que ele é muito eh importante no processo terapêutico, mas a gente leva calote dos pacientes direto,
né? Cara, mas eu fiz Tanto isso que começou a virou automático na minha cabeça. >> Não fica automático. >> É como se eu ouvisse uma voz fazendo o exercício. Né? O que que você pensou? E aí? Aí você se comportava como? Agora você se comporta de que jeito? É porque quando a gente faz diferente, a gente sente diferente, a gente tem um retorno diferente, a gente se sente diferente. Pode ser que não num primeiro momento, mas a gente vai conseguir promover uma Mudança fazendo, né? Parado é que a gente não vai. Então não adianta fazer
um curso aí, você não colocar em prática, não adianta ser o melhor se ninguém vê que você é, né? Então você tem que praticar para poder eh fazer valer o seu investimento, né, de tempo na terapia, de tempo para ler um livro, de tempo para fazer um curso, é fazendo, são nas ações mesmo. >> Desculpa interromper esse episódio, mas eu tenho um recado muito legal para Vocês, que assim como eu, estão buscando uma vida mais saudável, uma vida com maior longevidade, uma disposição maior. Então, tem algum tempo que eu comecei a suplementar o ômega31 da
Vita. Eh, já tem mais ou menos uns dois, três meses que eu tô suplementando todos os dias. O ômega-3 em 1 é uma fórmula única no mercado que não só vem a quantidade ideal de ômega-3 que você tem que tomar todos os dias, que é uma um é um uma vitamina ali que a gente não eh não Costuma ter no nosso dia a dia, na nossa alimentação, teria que comer peixe todos os dias. É uma quantidade absurda. Então e e tá totalmente ligado à nossa disposição, a nossa eh cognição também. E aí você tem uma
quantidade ideal que você precisa tomar pro dia. E aqui no ômega31 você já tem essa quantidade já calculada aqui. Mas além disso tem co enzima que é 10 também, vitamina D e vitamina E. Eu tava pesquisando vitamina D hoje no Brasil e 50% das pessoas têm Algum tipo de deficiência com vitamina D, tá? E aí isso pode tá, isso vai trazer para você sintomas como cansaço, irritabilidade, eh, disposição baixa e até libido baixo. Então, eh, às vezes você tá fazendo tudo certinho, se exercitando, se alimentando e tudo mais, mas você tá com alguma falta de
alguma vitamina, algum mineral, algum nutriente específico que você não tá recebendo na alimentação. Então, no site da Vita, que tá na descrição, é, que é vhitaa.com.br, BR, você vai encontrar não só o ômega-31, mas uma série de outros suplementos importantes também, eh, creatina mesmo, eh, as vitaminas do complexo B, que também muitas pessoas têm deficiência e estão totalmente ligada a vários sintomas aí. Eh, e naí na descrição vocês podem olhar lá e ver o que que faz mais sentido para vocês. Eu, pessoalmente acho que assim, olhando para todas as fórmulas que tem lá, só para
escolher uma para tomar todos os Dias, eu iria com ômega 3 em um. Beleza? Então, tá na descrição o link, carcode na tela aparecendo ali também. E o nosso cupom é loots 10 para 10% de desconto em todo o site. Então tudo que você colocar lá no teu carrinho, você vai ter 10% de desconto. Fechado. O que acontece na vida da da de algumas, porque assim, tem pessoas que parece que elas nasceram com uma confiança enorme, com uma segurança, com uma com uma eh com entendimento de si, com uma uma facilidade em se Expressar assim,
que é impressionante assim, que parece que eu olho parece que veio um brilho assim e me cega. Tem pessoas que são assim, o que que às vezes acontece na vida de alguém para ela ir para as vezes ela ir perdendo esse brilho, sabe? Porque eu percebo pelo menos na minha vida e vida de outras pessoas que às vezes na infância ele a gente até tem uma confiança um pouco maior, isso vai piorando com o passar do Tempo, né? Então o que que foi acontecendo até, por exemplo, vamos dar o exemplo aqui de uma mulher ter
chegado numa situação onde ela tá com um, sei lá, um marido que é um escroto ou alguma coisa do tipo, né? Que deve ser uma coisa que você lida lá no na terapia. Acho que tem a ver com os nos que a gente vai recebendo, julgamento ao longo da vida, né? E quando a gente não tem uma boa autoestima ou até em casa, né? Um relacionamento que eh A questão do apego, né? Como a gente desenvolve esse apego dentro de casa, como que as pessoas que cuidam da gente passam essa segurança pra gente. Então não
é uma causa e efeito, né? Ah, isso determina isso, né? são multifatores que determinam como que a gente vai se constituindo como ser humano, né? Então, tem pessoas que se sentem mega seguras, mas que nem sempre t conhecimento e e capacidade cognitiva de transmitir alguma coisa. Às vezes ele só tem a Segurança de falar, mas eles não fala tudo que você gostaria de ouvir, né? E tem pessoas que às vezes são tem um pouco de a ver, eu não sei tanto dali do Big Five, mas tem um pouco de a ver com a nossa com
as nossas questões de personalidade mesmo. Às vezes é mais aberto para algumas coisas, mais fechado para outras e isso vai te constituindo. Só que eu acho que quando as pessoas vão te tolhendo, que eu posso de novo usar o teu exemplo, né, eh, de vida, as pessoas Foram te tirando a a tuas te te eh julgando a tua sensibilidade, né, que não podia ou que chorava ou que isso vai te e você vai fazendo o que com isso? Porque a gente tem, ser, nós seres humanos, a gente tem uma necessidade de se sentir aceito, amado
e importante desde que a gente nasce. E a gente faz movimentos o tempo inteiro pra gente se sentir desse jeito, né? Porque a gente é bonitinho, é queridinho, é se a gente tá dentro de um quadrado que a gente que as Pessoas vão elogiando, se você estuda, você tira a nota 10, é muito legal, se você tira nota baixa, já não é tão legal assim, né? Eh, eu tenho um histórico no colégio, eh, eu não era uma ótima aluna, eu achava um saco ir pra escola estudar, né? E um monte de química, física, essas matérias
que eu fico, meu Deus, para que que a gente, eu não tirava sempre boas notas, eu pregava prova. né? E eu tive pais que sempre me apoiaram, mas eu eles pegavam no meu pé que eu tirava nota Baixa, né? O meu irmão e a minha irmã nunca nunca passaram perrengue, né? Eu passava. Eh, mas na faculdade, que era o que eu gostava de estudar, até a estatística eu ia bem, que nem era uma coisa que eu gostava, né? Mas eu tinha uma motivação grande que era a faculdade e tudo mais. Então, acho que o ambiente
determina eh se a gente o ambiente que a gente tá pra gente poder florescer, né? né? E e ir em busca daquilo que a gente quer, Daquilo que faz sentido, né? E prestar atenção no como que as pessoas vão tolhendo a gente, até nesse meio que a gente vive, né? Às vezes a gente grava um vídeo, vem alguém e fala alguma coisa. Se você não tem eh um um critério na hora de avaliar o que você vai postar ou não, se você só posta por postar, talvez uma crítica que venha negativa traga para você alguns
prejuízos. Façam você refletir. Agora, se você tem certeza do que que você tá falando, por Que você tá dizendo aquilo, por que você se posicionou daquele jeito, uma crítica negativa não vai fazer você eh ficar incomodado, né? É só mais uma pessoa ali escondida atrás de um telefone que tem coragem de falar aquilo ali para você e tirar conclusões precipitadas que às vezes nem são coerentes com o material que você postou, né? que a pessoa não tem nem capacidade de julgar, eh, de fazer uma crítica construtiva, né? É um julgamento único, exclusivo, porque ela Acho
que ela tem o direito de ali falar para você sobre isso, né? Então acho que a gente esse quando a gente pensa na questão da evolução, eu acho que são as coisas que a gente vai escutando e se elas entram para você, né, com um forte impacto emocional, aquela crítica, eh, né, tem até, acho que na, eu tô fazendo pós em neurociências, eu ainda não sei tanto assim, mas tem uma frase que falam, né, neurônios que disparam juntos, se ativam juntos e da e e o Trauma ele é formado desse jeito, né? Então, quando você
tem uma ganha uma crítica muito forte e ela faz um sentido para você ou você passa vergonha na frente das pessoas, isso te constrange, pode gerar em você um desconforto e isso vir acompanhando você ao longo da vida. >> Meu Deus, >> não sei se faz sentido. Faz, >> faz muito sentido. Faz muito sentido. >> Uhum. E acho que tem um pouco do teu processo aí, né? Quando a gente fala de >> quando eu olho pra minha vida e é só isso que aconteceu. >> É. E eu sa e sabe o que eu acho muito
legal? Que quando eh as pessoas vão ter que assistir o episódio para poder entender o outro, né, também. Mas eu acho legal como que esse processo de autoconhecimento traz pra gente a possibilidade de a gente se aproximar da nossa melhor versão. E quando eu falo melhor versão, não é desse jeito que as pessoas ai seja a sua melhor versão Assim tão raso, né? É de a gente poder aceitar quem que a gente é o pacote inteiro, sabe? Porque por que que você não pode ser bom profissional, sensível, né? É acolhedor, carinhoso, né? Eh, gosta de
lutar, um monte de coisa diferente numa salada, né? Isso é muito bom essa essa mistura ser muito boa, né? Porque a gente fal não, você é homem tem que ser assim, não pode fazer assado, né? E aí >> e a gente fica, meu Deus, gente, que Planeta é esse, né? Que a pessoa não pode ser o pacote que ela é. Sabe que eu tenho? Eu acho legal de trazer assim, eu tenho filhos gêmeos, dois meninos de 10 anos. >> Caramba. >> E quando as pessoas perguntam para mim, eles são gêmeos, eles nasceram juntos no mesmo
dia e eles vivem praticamente junto comigo, né? Eles com a minha mesa é sempre a mesma, né? E eu tenho dois seres humanos completamente diferentes Dentro de casa. Por quê? Porque eles são pessoas diferentes mesmo, porque eles são irmãos, né? Eles não são uma mesma pessoa, né? E esse e eu acho que esse desenvolvimento deles aconteceu desse jeito, porque eu sempre tratei eles como muito diferentes mesmo, porque eu vi a necessidade de um eh diferente da necessidade do outro. Não, um exemplo assim, >> pensar assim, o quando eu penso na questão das linguagens de amor,
né, na Forma de amar, assim, o Gustavo gosta muito de tempo de qualidade, né? Ele quer que eu fique lá, que eu jogue bola, que eu faça, bota a bola para ele e faça gol e não sei o que e mergulhe, né? O Antônio, ele gosta de de toque, de carinho, né? É, é uma outra pegada, sabe? Eh, não é ele é mais sensível, né? Aí o Gustavo já não gosta tanto de beijo de abraço. Antônio gosta de beijo de abraço. Então quando a gente um um gosto de comer de tudo, se tu vai num
Restaurante nem quer saber se vai ter algum. Antônio, já fica preocupado que que vai ter no restaurante, porque ele não gosta de tudo, né? E às vezes >> e às vezes ele fica, ai mãe que e que as pessoas falam a que ele é chato para comer. Ele falou: "Não, você só come coisas". Porque quando eu era pequena, eu era chata para comer. E é tão ruim a gente escutar isso. >> É >> que a gente é chato para comer, que a Gente é, ai, por que que não come o que tem? É, eu não
gosto disso. Eu >> fiz um teste genético recentemente >> sobre isso. >> Eu fiz, é sobre várias questões de saúde mental até. E tem e tinha algumas coisas lá que eu sempre percebi que, por exemplo, tomate para mim é um gosto muito forte, tipo, quase que eu não consigo colocar na minha boca assim direito e no teste deu uma sensibilidade grande para gostos ácidos assim. Olha só >> um gene lá que ele então tem gente que às vezes não é por frescura, por maldade ou por alguma coisa do tipo, é só que ela é mais
sensível para algum algumas coisas, sabe? >> Olha que legal. Daí o paladar é diferente, né? Às vezes fala assim: "Experimenta é muito bom, mas teu paladar é diferente do meu, né?" E isso também tem muito a ver com a questão da introdução alimentar, né? Que que hoje as crianças eh >> o ideal é que coma doce depois dos do anos, né? Porque isso interfere na questão do paladar, né? Mas igual eu fiz os dois igual não comeram doce até os dois anos e eles têm uma questão com paladar diferente. Então eu sempre tento, eles não
usam roupa igual, eles não, o Gustavo gosta de viver bem mulambento de de time de futebol assim, bem molecão mesmo, né? O Antônio gosta mais de calça de moletom de camiseta, não curte tanto a camiseta do futebol, Né? Um gosta de fazer futebol, um faz handebol, um gosta de colorir, o outro não. E eles são diferentes. E eu acho legal isso porque quando a gente pensa na nossa essência, né, tem coisas que eu me identifico muito no Gu, tem coisas que eu me identifico no Antônio e nós ainda assim somos diferentes, né? Até com relação
ao Guto, que é o pai deles. Tem vezes que eu olho pro Antônio andando e falo assim: "Meu Deus, gente, como pode andar igual ao pai? Como que pode, né?" Eh, o Gustavo quando ele fica assim meio incomodado, ele faz um negócio com a boca igual ao pai. Fico meu, como que pode? A genética é muito doida, né? Ele falou assim: "Não, G, tu tá fazendo igual teu pai, filho, como é que pode, né?" Então, assim, é um monte de coisa junto, né? Que faz a gente ser a única pessoa nesse mundo. E tão bom
quando a gente pode ser a gente, não precisar ficar cabendo nos lugares, né? E eu acho que isso acontece pensando lá Na tua pergunta do que que as pessoas chegam, né? Eh, muitos conflitos de relacionamento se dão porque as pessoas tentam se moldar na vida dos outros, né? E esse tentar caber para agradar, principalmente de começo, de relação, né? Eh, muitas vezes vira um problema paraa frente, porque você não consegue sustentar eh viver dentro de valores que não são seus. Você não consegue a longo prazo sustentar isso, né? Ai, eh, não vou jogar nunca mais
futebol porque ela Não gosta, né? Aí você não consegue, você consegue dois meses fugir do futebol, mas depois você quer o futebol e aí depois vira um problema porque antes você não ia, agora você vai, né? E isso é só um exemplo que é real, que acontece no consultório, né? Não, não saiam com as amigas. Daqui a pouco é sair com as amigas, opa, mas você sempre com as amigas. Porque que um período ficou sem, daí ele achava que você não saía, agora você quer sair, né? Então Essa coisa de a gente se distanciar, né?
né? Não, não bebe, bebe quando tá socialmente para agradar ou não gosta de determinado show e vai toda hora, daqui a pouco não aguenta mais ir, né? Então esse distanciamento daquilo que nos abastece, no que importa pra gente, né? Até a gente falou antes que eu acho que pode complementar aí tem um teste eh muito legal. Quero saber, >> tem um teste da psicologia positiva. Eh, eu não vou aprofundar no assunto porque Eu não nunca estudei muito a fundo, né? Mas o Martin Sellman, que é o fundador aí da psicologia positiva, ele fez um teste
junto com o Peterson, é Christian, Christopher Peterson, acho o nome. Eh, e eles desenvolveram um teste que é feito mundial numa plataforma única, né? Se você procurar no Google, você vai encontrar o teste da felicidade, das forças de caráter. Eh, e esse teste ele mostra que a gente tem 24 virtudes, eh, 20 24 forças de caráter, né? Aí tá Separado em seis virtudes. Daí cada uma delas tem várias várias forças dentro. Eh, e esse e esse teste ele traz pra gente como se fosse um raio X seu, de quem que você é. O que que
é mais latente em você dessas forças? O que que forças que você tem aí, né? Eu vou dar o exemplo como o meu assim, né? Ele fala assim: "Você tem que olhar as cinco, seis primeiras, que são as que você tem aí dentro de você, que regem mais a sua vida." você tem todas as outras, mas as Outras ficam mais para baixo, né? Então, a minha primeira integridade, a integridade é uma coisa que é muito importante para mim, eh, de a gente ser honesto e falar a verdade, ser íntegro, né, com aquilo que a gente
se comprometeu, eh, o que a gente prometeu, né? Até eu tava vindo para cá com o senhor, né, que comenei que ele vinha me trazer. Daí eu falei: "Ah, eles do podcast até me ofereceram um para vir me buscar no aeroporto, né?" Eu falei: "Não, eu já contratei o seu pessoa para me ajudar e tal, já tinha combinado lá atrás dele assim, é palavra é palavra", né? E é muito a ver comigo, sabe? É muito a questão do critério, assim, eu sou muito criteriosa para escolher as minhas coisas. Eu não vou em qualquer lugar, eu
não faço qualquer coisa porque todo mundo faz. Eu nunca vou fazer aquilo que não tem a ver com que me faz bem. E muitas vezes isso determina com quem você se relaciona, né? Porque às Vezes as pessoas acham chato esse jeito de ah, não vou porque é barulhento. Ah, não vou porque não quero ficar numa casa cheia de gente e eu não vou mesmo porque eu não gosto, né? E tá tudo certo, é o meu jeito, né? É o outro é vitalidade, que eu acho que eu tenho essa coisa da vida, de me movimentar, de
Eu sou muito antes de vir aqui, hoje eu saí de Floripa de casa 6:40 da manhã, mas eu fui na academia antes, porque eu amo fazer atividade física, né? A atividade Física ela traz para mim um movimento na vida, assim, parece que para eu funcionar bem, para eu ter um bom desempenho, a condição era eu me exercitar antes, né? Então me organizei, desci, fiz os meus 40 minutos de bike e vim, fui, me arrumei, fui para aeroporto, né? Então >> eu sinto muito isso também. Pouco você chegar eu tava treinando, >> não é? Parece que
ele dá um, parece que se principal tem dia que ontem eu atendi Nove pessoas, se eu não faço atividade física, eu não aguento atender nove pessoas. É muito louco isso, >> né? E essa vitalidade, essa coisa, eu imprimo na minha vida. Eu acho que isso as pessoas vem is como você dá conta, como que você E não é porque eu faço muita coisa, não, acho que eu sou organizada. Eh, eu já faço isso há muito tempo. Então, aquilo que a gente fala de hábito, né, quando a gente vai empilhando, a gente vai ficando mais Expert,
vamos dizer assim, né, em fazer as coisas mais na sequência. Então, eu tenho uma rotina bem organizada. Eu me planejo muito para poder caber as coisas que eu gosto e quero de fazer, quero fazer, né? Não é só o trabalho que tem na minha vida. Na minha vida tem os meus amigos, tenho meus filhos, tem a minha família, né? Saídas, o meu tempo só comigo, né? Então, a vitalidade é uma coisa que é muito presente. O outro é o amor ao aprendizado, que é assim, e tem Gente que fala: "Meu Deus, tu viaja e tu
leva um livro assim". Gente, pra mim é ótimo eu sentar numa beira da praia e ler um livro, eu amo, mas você não precisa gostar disso, você pode gostar de outra coisa, né? Por isso que é tão legal o teste, porque você vê assim, meu, >> quanto tempo demora para fazer esse teste? >> Eu acho que uns 15 minutos que você demora para fazer e aí lá você vai Dizer: "Poxa, o teu de certo vai est lá, criatividade, né? O amor também de certo vai est presente no seu, nos no começo, né? Ali nos primeiros,
né? Você vai ter todos também. Mas acho que tem é muito é muito gostoso de a gente poder olhar e se identificar e às vezes entender algumas coisas, né? Essa minha amiga Mari que que foi com ela até que eu conheci o teste porque ela fez essa essa especialização. Eh, ela tem um ai, qual que é a força dela que ela é a Apreciação do belo, né? É uma porta, né, dela. E eu vejo isso muito no meu filho Antônio, assim, às vezes a gente tá andando na rua, >> a minha esposa é assim também,
>> e ele vê uma formiga na calçada. Mãe, olha esse bicho aqui que tá aqui na calçada. Ontem o mês não aconteceu, mãe. Olha ali, tem dois bichos, parece uma formiga. Ele vê os detalhes das coisas assim, muito mais que eu. Eu vejo também, né? uma borboleta que vem num Cenário que tá ali no eu consigo identificar o passarinho que chegou, mas ele é muito sensível e a Mari tem essa força bem grande, né? Ela fala: "Cara, daí quando eu identifiquei, entendi porque que a minha mãe falava: "Anda, anda". E eu tava ali olhando uma
coisa que para mim era importante, né? E aí quando a gente falou daquele outro assunto que você falou, por que acontece isso ao longo da vida, muitas vezes ela parecia que ela era lerda, mas não era Que ela tava apreciando coisas que as pessoas não vêm, né, mas que abastecem ela como ser humano. Então é muito legal quando a gente olha, né, e aí você pode ir lá e olhar e ler tudo aquilo, né? E se você ficar com dúvida, >> eu tô com muita vontade de fazer. [risadas] >> Aham. Muito legal, >> pessoal. Desculpa
interromper esse episódio, mas olha que legal isso aqui que eu descobri. durante o Luto Podcast, Uma das entrevistas que eu tava fazendo. Então, vou pegar um tema que a gente conversou nesse podcast com a Ana, meu cachorro tá aqui querendo, pedindo carinho e vou fazer uma pergunta aqui para eita, né? Mandar um áudio aqui para esse contato no WhatsApp. Eita! Eh, eu me pego pensando muitas vezes eh se eu tivesse, e se eu não tivesse focado em fazer o podcast? E se eu tivesse buscado uma outra profissão, fazer uma faculdade que eu também não Fiz,
sei lá, virar músico ou fazer qualquer outra coisa. E eu penso muito sobre essas possíveis decisões que eu não que eu deixei de tomar na minha vida. Esses me consomem muito. O que que você pode me dizer sobre isso? Então, a Eita, para quem não conhece, ela é um contato no WhatsApp de uma mentora virtual. Você pode imaginar como se fosse uma melhor amiga, que você pode perguntar, tirar dúvidas, principalmente sobre questões de saúde mental, de Comportamento, de mudança comportamental, de questões existenciais que às vezes você pode ter. A ideia é que a Ita não
eh não substitua um bom psicólogo, uma boa terapeuta, mas ela sirva justamente como um amigo que por acaso tem muito conhecimento sobre esses assuntos de psicologia, de saúde mental, de comportamento que a gente estava falando. Então ela é treinada com um método da Ana Cláudia que já vi aqui no podcast, Ana Cláudia Zani, já vi aqui Duas vezes. Depois se vocês quiserem assistam o episódio com ela que vocês vão perceber uma série de de coisas interessantes sobre o método dela. E aqui dentro do da ea no contato no WhatsApp ela tá é ela tá treinada
com todo esse com todo esse método, com todo esse conhecimento. Então olha aqui que massa, >> Luts. Esses se cois são trampas clássicas do cérebro, viu? Ele tenta achar um caminho perfeito analisando o Passado, mas na real isso só consome energia e cria ansiedade porque o passado não tem como ser mudado. Nosso cérebro é programado para buscar segurança e fica ruminando possibilidades para tentar evitar erros futuros. Mas isso te prende num ciclo infinito. Uma dica prática. Toda vez que surgir um si, tenta trazer pro agora e se pergunta o que que eu posso fazer hoje
com o que eu tenho agora. E isso já muda a energia e faz você resgatar o Controle para agir no presente. Quer compartilhar um desses esses que anda voltando com força pra gente desatar esse nó juntos? >> Então, muito legal. E para quem quiser experimentar e mandar um áudio para ela ou mandar uma mensagem para ela, você pode aí no link da descrição ou no Qcode sair na tela. Assim que você clicar no link ou ler o Qcode, você já vai direto chamar ela no WhatsApp e aí você tem um dia inteiro de de teste
grátis, 24 horas Para poder testar e conversar com ela sobre o que você quiser, com trazer qualquer questão que você tenha ultimamente, tá bom? Então o link tá na descrição que é recode aí na tela. Eu sou muito fã de tudo que envolve essa teste de personalidade, mesmo que tem uns que são tem mais evidências do que outros e tal, mas sempre que eu faço eu para mim funciona como um espelho do de do indivíduo assim, sabe? você não faz dia a dia, então é legal Responder essas coisas, sabe? Você entende mais sobre si mesmo.
>> Além de você pegar o resultado, você fez várias reflexões para você dar as respostas, né? Às vezes coisas que você não tava ali acostumado a ouvir, a se perceber, né? E às vezes são detalhes para você parar e olhar e ver se faz sentido, né? Depois você fizer, você me mostra o o o teu resultado. Acho que criatividade vai ter. O meu também depois é o amor, que acho que é uma Coisa que eu imprimo muito na minha vida, nas minhas relações, né? Eu demonstro amor de várias formas. Às vezes é ouvindo, às vezes
é eh dando um presente, às vezes é falando alguma coisa, né? Organizando um jantar paraas minhas amigas, recebendo alguém em casa, recebendo amigas. E e a gente ter clareza que a gente demonstra amor assim é tão tão importante, né? e a gente poder olhar e ver que o outro recebe eh o nosso amor também, né? Eh eh que fica Impressa. Eu lembro que na pandemia eh tem uma uma menina que eu conheci que ela trabalha com educação parental, que é a Mariana Lacerda. Não sei se você conhece ela. >> Hum, não me estranho esse nome.
>> Ela é bem ela é bem grande no Instagram. Assim, eu fiz um curso de quando eu tava grávida assim, né? Eu fui estudar disciplina positiva porque era o jeito que eu queria educar meus filhos. E aí eu conheci a Mari, hoje ela é uma grande Amiga minha. >> Legal. >> E e na pandemia ela tinha decidido que ela ia morar em Floripa naquele ano e ela ficou muito sozinha em Floripa e porque ela veio e começou a pandemia e ela não conseguiu voltar, ela tinha um plano de ficar aqui e tal, né? E eu
lembro que eu levei uma cesta para ela, que ela morava no Campest assim, daí eu levei uma cesta com pães, com mel, com um monte de coisa para ela, né? E daí Ela falou assim: "Nossa, eu recebi comida em forma de amor". Eh, porque eu faço de uma forma tão genuína, mas no fim é é isso que eu dou, o meu amor mesmo, né? Acho que é uma uma marca registrada minha, né? Igual vim aqui, eu quis trazer para você a granola, né? Que é uma coisa que essa minha amiga Mari pede, daí as minhas
amigas pedem, eu faço, não faço para vender, né? Eu não tenho tempo de fazer para vender, mas quando eu faço uma receita para mim, eu Divido um pouco porque dá muito, né? >> Nossa, muito legal. >> E aí as pessoas gostam e aí querem, né? né? Então, ah, eu vou levar pro Lutuma coisa que eu fiz, porque é uma forma de demonstrar a minha gratidão de estar aqui nesse espaço, né? E acho que quando a gente entende porque a gente faz algumas coisas, a gente faz sem ficar esperando um troca, que não é por causa,
né? Às vezes as pessoas, ah, mas eu faço ele não faz, eu faço. Não, você tem que Fazer porque é a sua marca registrada. Não é ficar esperando, ah, eu dei bom dia, mas ele não deu, tá? Que ele é mal educado, você não é, né? Então, a gente pode tentar olhar e ver como que a gente vai fazendo as coisas, imprimindo a nossa marca, sem ficar esperando dos outros o tempo inteiro, né? Um reconhecimento, uma validação, né? Você tá em paz com você, né? >> Pois é. Isso do amor assim, tipo, eu vejo que
às vezes muitas pessoas pessoas Que eu conheço assim são assim também, mas foram deixando de ser por não ou não é nem por não receber o o que ela tava esperando do outro assim, mas é mais por eh medo assim, sabe? De >> que que os outros vão achar. Você >> é de de talvez se expor assim a uma, [ __ ] será que o outro vai gostar do que eu tô fazendo? esse medo de de se expor ou medo do outro nãoar de volta com tanta com tanta força assim, sabe? Mas aí a mensagem
Acho que fica é cara, isso não importa tanto, né? O que importa é se aquilo tá eh servindo para você, né? Se aquilo faz sentido para você, >> para quem você é, né? >> É. E eu e eu pensei assim, eu vou levar a granola. Ele pode não gostar. Eu acho, eu já eu já tinha [risadas] >> não. E eu já tinha visto, acho você falar, eu vi que você gosta de baralho, né? E eu fui atrás de um baralho, só que eu não encontrei, mas uma próxima vez eu Vou trazer um baralho. Eh, e
aí eu fiquei pensando, não, se ele não gostar, ele tem, >> nossa, tem uns hiperfocos malucos, né? Agora você foi falando, meu Deus, por que que eu gosto de baralho, né? Vão achar que eu sou um louco. >> Não, mas você faz coleção. Coleção é assim, né? A gente faz coleção e não não tem muito um porquê, né? A gente gostou de tem alguma memória de alguma coisa e você gosta, né? Eh, e aí, né? É, e é Isso que você tá falando. Você fez essa pergunta porque você tem esse pensamento, né? Será que o
outro vai achar, né? O que que o outro vai, o que que o outro vai achar é um problema do outro, né? Você faz coleção, tem gente faz de relógio, tem gente que faz de bolsa, tem gente que faz, né? E a gente tem zilhões de tipo de a gente faz de quando às vezes quando tu começa a Copa, aparece umas pessoas que têm coleção de copa das antigas, né? De engradadinho, Que nem é da tua época, eu acho, né? que você perdeu. >> Não, mas eu lembro disso. >> Tu lembra do engradadinho >> de
de Coca-Cola >> que tinha assim uns mini engradadinhos, daí tinha umas garrafinhas prateada, douradinha. Ah, então >> então não faz tanto tempo assim. Eh, então essas coisas acontecem. A gente tem que, eu acho que a gente, quando a gente pensa nessa coisa do que que o Outro vai achar, isso é um problema do outro, né? E eu podia trazer e você, poxa, eu não posso comer granola, tô com alergia, né? Tá, mas tem a tua esposa, né? Tem os meninos que trabalham com você, fora não vai, né? Eh, e aí você sabe que eu fiz
esse gesto porque era o que eu queria fazer de forma genuína. E isso a gente pode imprimir em vários. Eu faço isso, às vezes às vezes aconteceu vejo um paciente precisa de uma, manda um livro, né? Eu a outro dia uma Paciente mora em Dubai dela, ai aqui não tem as agendas, não sei o quê. Mandei uma agenda para ela, que ela queria uma agenda X que não tinha lá. Então a gente vai, eu vou fazendo, imprimindo a minha marca, né, que às vezes foge um pouco do protocolo mais tradicional. Mas é uma forma de
a gente reforçar o nosso vínculo com o paciente, né, de mostrar que tá atento, né, a >> e exercitar quem você é, >> exercitar quem que eu sou. É, eu sou uma Psicóloga, eu sou essa psicóloga. Tem gente que vai se identificar e tem gente que não e tá tudo certo, né? Eu tenho um paciente eh que num quadro de depressão bem grave assim que eu mando mensagem para ele quase todo dia porque eu tenho um receio do que que pode acontecer. É uma preocupação genuína mesmo, né? É. E até eu vi uma uma psicóloga
outro dia, Andreia, não sei se você já trouxe ela aqui, a Andreia, uma que uma assim, ó, eu não sei o nome, o sobrenome, ela me Deu um nome, um branco agora, mas ela é muito legal assim. E ela falou: "Eu não sou essa psicóloga, consigo cortar o paciente, mandar embora, não. Eh, não dá para as vezes a gente reprimir uma demanda. A gente tem que às vezes passar um pouco do horário, né, e não ser tão rigoroso, porque a gente tá lidando com o ser humano, né? Claro que coloca um limite e tudo mais,
mas essa coisa da entrega, de a gente se preocupar, né, de tá aberto, eu sempre falo para meus Pacientes, eu sou sua rede, você começou o trabalho comigo, eu sou sua rede, não importa a hora. Se eu vou responder na hora que você mandou, pode ser que às vezes eu não consiga, né? Tô atendendo e tal. Daí você tem que cuidar que não ficar interpretando nada, né? É simplesmente eu não consegui. Quando eu conseguir eu vou responder, né? Então, porque às vezes o paciente não tem rede para poder contar, né? E e o psicólogo ser
a rede é Importante, >> porque a gente tá ali num ambiente, uma pessoa tá ali num ambiente seguro, né? Não é para criar uma dependência, é para ser rede de relacionamento, né? Um apoio numa situação adversa. É com a gente que ele pode contar às vezes, né? Então eu tento ter esse vínculo bem forte assim com meus pacientes, que eu acho que o vínculo no processo terapêutico é praticamente tudo, né? >> É, não só o vínculo no processo Terapêutico, mas parece que, por exemplo, eu faço aula de guitarra lá, eu tive outros professores assim, mas
o último que eu tive é outra coisa quando você cria um vínculo com a pessoa, entende? >> Sim. Poder passar do horário, poder, tem dias assim que, cara, não eh >> tão afim, né? É, então para mim eh, a gente ficou, a gente ficou sério demais, sabe? As relações assim, principalmente quando envolve dinheiro e Tal, ficou muito distante. Uhum. >> E para mim, quando eu encontro uma pessoa que é que tá a fim de fazer uma relação humana, mesmo que envolve uma troca monetária ali, porque, enfim, você tá pagando pela hora da pessoa, mas você
criar uma relação com aquela pessoa, uma amizade, uma coisa que vai durar ano, sabe? Você poder lembrar daquela pessoa de uma forma positiva, que nem sempre é como as pessoas lembram de um psicólogo, de alguma coisa assim, sabe? É muito Legal isso que tu tá dizendo. Eu nunca tinha pensado por esse lado assim, mas como é importante a gente eh criar esse vínculo que tu tá falando, né? E que às vezes a pessoa se surpreende em você ser assim, né? Parece que que é uma coisa muito ET assim, você Mas como assim posso mandar uma
mensagem, né? E as pessoas parece que não é que não pode, né? Mas pode. Eu falo, não pode. Se você precisar, você pode, né? Não é para trocar, botar conversa fora, né? Atualizar a semana, não. Mas se você precisa de uma coisa, você pode contar comigo, né? E acho que dar essa abertura cria um vínculo mesmo, né? E aí quando a pessoa vai vendo que não é só da boca para fora, que isso acontece mesmo, né? E que isso é um recurso que ela pode usar mesmo, isso passa para ela muito mais segurança, né? de
poder contar comigo, né? >> Total. Mas assim, eu eu acho que é exceção isso, né? Tipo, acho que a Maioria, não sei na real, >> de psicólogos, você vai ter que tipo de psicólogo, você acha? >> Ah, não sei. É, não sei. >> Será que você vai atender? Você você quer atender? >> Talvez eu atenda, sim, mas eu não vai ser meu foco, sabe? Eu tô fazendo porque >> eu não quero morrer sem ter feito uma faculdade, tipo antes, entendeu? Não quero viver a vida sem ter feito. E aí, >> eh, dentro dos de todos
os assuntos que Eu já pesquisei, psicologia, o que me interessa muito. >> Uhum. E aí eu gostaria de me aprofundar e estudar algumas coisas mais específicas depois, talvez fazer mestrado, não sei, >> pós e coisa do tipo, sabe? >> Mas eu entendi que a psicologia é algo que engloba muitas e muitas coisas que eu gosto e aí por isso que eu vou fazer e aí se eu vou atender talvez, não sei ainda, sabe? Não sei se vai ser minha Principal, uma das coisas principais que eu faço, mas por exemplo, eu tenho um amigo hoje que
ele trabalha comigo inclusive aqui na empresa. Ele além de trabalhar comigo na empresa com coisas que não tem nada a ver com psicologia, ele atende. Ele tem uma clínica e ele atende, só que não é todo dia, não é não é não são vários pacientes, mas ele atende porque ele gosta. >> Uhum. >> Então pode ser que eu atenda. Não sei. Se talvez eu não seja um bom. >> Não sei. Talvez >> vai ser um bom. [risadas] Uhum. Vai ser. >> Talvez eu não seja um bom. sabe que tem um livro, você tem pessoas que
eu, por exemplo, você eu vejo assim, fala: "Caramba, esse esse amor pelas pessoas assim, sabe? Não é que eu não tenha, eu gosto das pessoas, mas eu tal, eu não consigo, eu tenho Dificuldade às vezes em sentir muita empatia assim por alguém, sabe? >> Do tu diz ter o acesso à pessoa. >> É, então talvez eu não seja um bom psicólogo por conta disso. >> Acho que você vai, acho que você tem, será que você não tem empatia? Você tem >> acho que você tem pati. Acho que aquele período ali você não tinha. Não é
que você não tinha, ela você tava se protegendo dela, eu acho. >> É verdade. >> Da sua empatia. Sabe que tem um livro bem, >> que deixa muito vulnerável, né? Você ser muito empático e amoroso. Era o que eu sentia. >> Eu acho, sabe que eu acho que eh a gente não precisa ser empático com tudo, porque tem gente que fala assim: "Ai, como você não você não é empática, né?" né? Eu lembro uma vez numa terapia de casal que eu fui com o meu ex-marido, né? Daí ele falou assim: "Mas você não Tá não
tá sendo empática comigo?" Deus, mas eu não quero ser empática com esse assunto com você. Tem coisas que a gente não vai ter empatia e tá tudo certo, né? Tem pessoas, por exemplo, eu não, eu não gosto de atender eh eu tenho dificuldade de atender gente eh sei lá, que cometeu um crime, sabe? eu encaminho porque eu não consigo eh me aprofundar muito, né? E não tem problema você ter essa dificuldade, você assumir isso, né? Ou você eh não dá conta, é muito mais Responsável você passar para alguém que trabalha com isso especificamente e que
vai poder ajudar muito bem aquela pessoa, porque ela tem condições de trabalhar, se ela tá chegando no processo terapêutico, com alguém que vai ter habilidade para lidar com ela, né? né? Então essa coisa de ah, a gente tem que ter sempre empatia não precisa, né? A gente pode tem alguns casos e outros não, né? E quando você fala da faculdade, sabe que Eu lembrei? Tem um você sabe a aquele livro, A bailarina de Auschiv, >> não? >> Que é de uma sobrevivente do Holocausto? >> Não. >> O nome dela é Edit Eder. Eh, eu li
esse livro sem saber que ela tava viva ainda, né? Eh, um livro que ficou badalado ali perto da pandemia, tal. Eu li, quando terminou o livro, eu fui correndo ver se essa mulher ela existia ainda. E ela é Uma senhorinha de 94 anos, que na pandemia ela fez live com a Brenebral, ela é psicóloga de ela é doutor, doutora em estress pós trauma e ela atende hoje ainda em hotéis quando ela viaja, né? Eh, e no livro dela tem uma coisa que me marcou. Eu já eu já mudei algumas vidas por causa dessa frase, desse
livro, porque as pessoas ficam assim: "Ah, não sei se eu faço, já tenho tantos anos, será que eu faço a faculdade, né? Ai, será que vai ser perda de tempo?" E aí No livro tem uma frase que ela encontra, né? Ela tem um mentor lá que é o Víor Frank, que também é um sobrevivente do holocausto, né? Ele é mentor dela. E aí ela fala para ele assim: "Poxa, Víor, eu já tô com quase 50 anos terminando o meu mestrado, né? Será que vale a pena eu fazer doutorado?" Aí ele pega e fala para ela
assim: "Se você não morrer, os anos vão passar. Você quer ter ou não esse título? E a nossa vida não pode ser Impactada com esse será que dá tempo? Porque a gente nunca sabe se vai dar tempo ou não. A questão é começa, porque os anos vão passar e se você começar daqui a pouco você terminou de fazer, né? E a minha vida sempre foi assim, porque eu sempre fiz um monte de curso, sabe, de às vezes de reciclagem. Ah, mas os anos vão passar, se você não fizer, né? Eu tô queria fazer o de
neurociências, né? Assim, vou começar a fazer porque eu Quero. Comecei a estudar. A neurociência traz pro paciente tantos benefícios quando a gente vai fazer psicoeducação com ele, quando a gente ensina para ele o que que acontece no cérebro, porque que a medicação é importante, o que que acontece no corpo, né, da parte fisiológica, entender que às vezes não é porque você não quer, é que fisiologicamente não é possível, né, em trazer essa compreensão com informação, com a ciência pro paciente. Então, vou Fazer porque fiquei com vontade porque os anos vão passar e daqui a pouco
eu tenho esse título, né? Se eu não morrer, eu vou ter o título, né? >> Então, eu gosto muito dessa dessa de isso ser um incentivador, das pessoas irem atrás daquilo que elas querem, né? A minha manicúa eu perdi no salão porque eu fiz essa essa pergunta para ela. [risadas] Aham. Porque ela falava assim: "Ai, Anin, eu queria tanto eh sem fazer Enfermagem, não sei o que." Mas por que você não faz? Já tenho 40 e poucos anos. E que vou fazer enfermagem agora? Eu falei para ela do livro, né, da frase, hoje ela é
enfermeira. >> Que maneiro, >> n? E ela tá aí bombando, né? Foi contratada, passou em concurso, tá? Nem faz tantos anos assim, acho que faz dois, três anos que ela é enfermeira, né? >> Então a gente, eu, eu brinco, né? Às Vezes eu vou fazer a unha e eu sou psicóloga no salão, né? Mas quando a gente pode promover essa mudança, né, na vida das pessoas que não é faz a faculdade, é fazer ela refletir, né? Porque eu não sei se é melhor para ela fazer a unha ou ser enfermeira, né? Pode ser que ela
ela que vai ter que decidir. Mas quando você coloca uma pulga atrás da orelha da vida do outro, né? Poxa, eu posso fazer, né? Porque os anos vão passar e ela foi por Um bom período da estudando enfermagem, ela foi manicure porque ela conseguia pagar a faculdade >> fazendo a unha, né? >> Então a gente fica no será que eu faço? Faz porque vai passar rapidinho faculdade, né? >> Pois é. E p isso já aconteceu várias vezes com várias outras coisas da minha vida e às vezes é só começar mesmo que eu dou um jeito
e encontro o tempo, a Energia para isso, sabe? O problema à vezes é só começar, né? a gente fica com muita dúvida sobre como é que vai ser, mas no final a gente resolve, a gente dá um jeito, né? A gente tem essa capacidade, >> sim, de se reorganizar, né? >> Se reorganizar. >> Sabe que tem um eh um termo na tem um termo científico, assim, fala, né, do da da homeostase e da alostase. Você conhece esse do que eu acho que é Legal, né, que é isso que você tá falando, né? a gente, nosso
corpo ele encontra um equilíbrio que é a homeostase. Quando a gente vai dando um passo pra frente, ele vai se desafiando, né? E aí a gente chama isso de alostase, essa essa esse desconforto que a gente traz, né, de forma saudável. E isso serve para tudo. Esse esse ajuste pra gente poder evoluir, ele é necessário. E se você presta atenção nisso, coloca energia, daqui a pouco aquilo que é Alostase se torna homeostase, né? Porque encontrou um equilíbrio de novo, né? E aí a gente vai vivendo a vida, fazendo esses movimentos o tempo inteiro. >> Isso
se traduz em tudo, né? Tipo na vida, no aprender o instrumento, no gilgits também. Uhum. >> Por exemplo, >> na corrida. >> Na corrida, verdade. >> Na musculação, qualquer coisa é assim, né? O instrumento, por exemplo, se eu Ficar só fazendo a mesma coisa que eu já estou confortável em fazer todos os dias, já faz >> vou até evoluir, mas é, vou até evoluir, mas assim, chega um ponto que você vai não evoluir nada, vai evoluir muito pouco e tal. e qualquer coisa nova que você queira trazer e aquilo começa a enjoar, você ficar fazendo
a mesma coisa sempre e até outra coisa. E aí quando você quer fazer uma coisa diferente, tá sempre desconfortável, nunca é fácil. Por mais que é muito louco, por mais que eu toque às vezes coisas mais difíceis do que o que eu tô querendo aprender, mesmo assim é difícil ainda, sabe? Existe um desconforto, sabe? Então, e é meio que você ir colocando esses essas coisas pontuais assim de desconforto na no instrumento, na vida, que eu acho que faz a gente dando passo mais passos mais longos, sabe? entendendo mais sobre a gente, sobre o mundo. >>
Uhum. É muito isso. Eu sempre gosto de Falar assim, dando o exemplo do que você tá falando da guitarra, eh, que o nosso cérebro ele, tudo que a gente vai fazendo, ele vai automatizando, né? Eu eu falo até no meu Instagram que ele é um folgado, ele gosta de tudo que caminho mais fácil, né? Eu gosto de fazer uma analogia com a trilha. Eh, quando a gente vai fazer uma trilha, a gente vai por qual caminho? Caminho que já tá pronto, né? Não vai. Ah, vou lá na Lagoinha do Leste, vou fazer um caminho Novo,
me desbravar lá naquela aquele mundo de mato que tem lá, né? Não, eu vou na trilha que já existe, né? Que é a mais fácil. Dá para fazer outra? Dá, mas ela demora para ser feita, né? Então, talvez você vá num dia, daí vai ter uma graminha ali que até tem. Às vezes a gente vai na trilha, tem um matinho que alguém já andou com pele, mas ela não é uma trilha ainda, né? E o caminho neural, ele se dá do mesmo jeito. Quando a gente tem um caminho já estabelecido, Ele já é automático. Se
você para tudo, né, a gente vai, vou rezar. Se você quiser rezar no automático, você faz uma reza. Se você quiser rezar de verdade, você faz outra, porque no automático você vai, às vezes você até dorme, né? Eh, porque não já tá estabelecido aquele Pai Nosso, que a gente reza, né? Mas quando a gente agradece, a gente tá ali com atenção, a gente faz um outro caminho neural, né? E esse outro caminho neural a gente precisa de colocar Esforço, a gente precisa de atenção, que hoje é muito difícil de a gente ter, né? A nossa
atenção ela é muito dividida, né? Até tô lendo o livro ali, Geração Ansiosa. E aí quando eu tava lá embaixo, eu fiquei pensando, meu celular não pode estar na mesa? que eu tinha visto ali no livro, apesar de eu não tô conectada com ele, né, mas eu vi ali no livro, tem um estudo que fala que eles fizeram um estudo com adolescentes que falava assim: "Eles eram divididos. Eh, uns Adolescentes tinham que deixar a mochila com o celular na entrada, outros poderiam colocar no bolso >> e outros poderiam deixar na mesa, >> né? Eh, qual
você acha que teve melhor desempenho?" >> Que deixou >> na entrada, né? Porque quem deixou na entrada não tem a pretensão de ficar achando que pode olhar o celular, né? Quem tá no bolso ainda tem um caminho mais difícil, né? Mas quem tá na mesa eh Fica com o com a atenção dividida, né? E quando a gente pensa na questão da atenção, hoje a nossa atenção ela é dividida com muitas coisas. Então, quando você vai fazer um tocar guitarra, por exemplo, se você não se tranca num lugar, aí alguém já chama, daí o barulho desperto,
daí chega uma mensagem, daí ele usa até, ele fala até do celular como eh se chegasse toda hora um uma propaganda assim que a gente com uma luz que a gente é chamada atenção, né? E Hoje é muito isso, a nossa atenção, ela é muito disputada. Então, pra gente poder aprender qualquer coisa, qualquer, se a gente não coloca a atenção, a gente não aprende. E esse caminho neural, ele não é estabelecido, esse novo, porque ele só é se você coloca atenção. >> Para mim, esse negócio do celular assim do das notificações e tal, parece que
é toda hora vem alguém tocar uma campainha em casa. Aí é você ir lá parar o que você tá fazendo, ir lá e a pessoa Conversa com você por, sei lá, 15 minutos, porque daí é o tempo que você passa às vezes só de olhar uma coisinha. E daí depois você volta, aí você fica 5 minutinhos, daqui a pouco é outra, entendeu? Então para mim e eu tô de saco cheio de celular já. Eu acho que é tem é uma ferramenta legal, é um mini computador, né? Seria muito melhor se a gente só tivesse o
computador mesmo, eu acho. Aess >> é que é difícil a educação para ele, né? Eh, você tem esse, o teu relógio, ele treme? >> Eu eu não deixo notificação ligada nunca >> no teu relógio? >> Não, no relógio, >> porque outro dia eu ganhei o Apple Watch, né, cara? Não, sem condições alguma >> de eu ficar com um relógio desse no braço, né? Tirei fora. Porque eh não tenho ah para treinar. Porque para treinar, gente, eu vou, eu corro, eu Marco na calçadinha da Beiraamar quantos quilômetros que eu fiz. Eh, eu marco no relógio que
tá pendurado ou no celular, porque toda hora que eu tiver ele avisar um km, não sei o quê, levante, você tem que ficar em pé ou não sei o quê ou tipo ou ele vai ficar mudo e daí ser um relógio qualquer que eu não, eu nem gosto muito de usar relógio, né? Eu falei assim, não, essa coisa tremendo, porque é isso, ele tira a nossa atenção, né? E às vezes total isso e tudo a Notificação, né? E aí eles vão a essa coisa é o computador tira atenção, daí o celular tira atenção, daí o
relógio tira atenção. E aí a gente vai ficando com a nossa atenção cada vez mais fragmentada, né? Então esse essa consciência que a gente tem que ter de que de fato isso atrapalha, né? Imagina os adolescentes, né? As crianças e e eu não sou contraela, não, tá? Eu acho que a gente eh com moderação, com a gente, porque não dá pra gente eh eu acho que tem que Ter um período que a que a criança não muito pequena, claro, né, mas usar com sabedoria. Tem um monte de aplicativo legal que dá para eles usarem. O
duo para aprender língua, meus filhos usam. Tem o Cognifit, que é legal que dá para eles treinarem o cérebro. Tem um aplicativo do Elon Musk que é muito legal de matemática, que meus filhos usam. Então, >> cara, eu acho que até jogar é melhor do que ele tá escrando de >> Sim, sim. porque desenvolve ainda alguma alguma habilidade mais no livro ali do Geração Ansiosa, ele fala um pouco eh como que a gente vai perdendo a nossa porque ele traz um, eu achei muito legal assim, ele faz uma analogia com as árvores, assim, quando a
árvore ela ela, a gente planta uma árvore, para ela crescer, ela passa por várias tempestades, vamos dizer assim, né? E quanto mais severas são as tempestades de chuva, de vento, mais a raiz ela Gruda, ela se ramifica no solo, né? Então, quando a árvore vai crescendo e essas coisas vão acontecendo, a raiz vai se destrinchando lá embaixo com muito mais força, porque para ela ser grande, ela se manter em pé, a raiz tem que ser muito forte, né? E ele faz uma analogia com hoje a gente perde isso com as crianças, porque se a gente
não expõe eles as situações que antes a gente, eu era exposta, né, e a sua geração não não viveu isso, né? Eu tenho 46 anos, então A minha geração viveu eh sem a tecnologia. Eu meus pais me achavam sem celular, minhas amigas me encontravam sem celular, né? Tô saindo de casa, sabe se lá como que a gente se encontrava, né? Eu morei na Califórnia, eu andava pela Califórnia de mapa grande dentro do carro, né? Então tudo isso te traz um um desenvolvimento cerebral cognitivo que é necessário pro amadurecimento do do cérebro. Esse tipo de vivência,
né, de eu fui numa numa palestra, não é um Standup do Renato Albani, eh, e ele faz uma analogia a hoje o standup dele agora é sobre isso, né? Ele faz, cara, a gente levava fora das meninas na cara dura porque a gente tinha que chegar nela. Não é um oi no Instagram, não é um oi no aplicativo que se você não gosta muito, você só tira o coraçãozinho, não dá mais match ou não fala mais. Não é ali na frente de todo mundo, eu não quero, né? Do oi, é só mandar um emoji, né?
>> É. Ou bloqueia, né? Ou tira, ou Desconecta, porque hoje as pessoas ainda são ainda fazem assim, desse jeito, né? Eh, então, eh, todas essas nos que você recebe, a frustração, a coragem de tomar iniciativa, né, de os brinquedos no parquinho, que até isso, né, quando a gente vai nos parquinhos hoje, eh, os brinquedos não são aqueles brinquedos que a gente se pendurava, que tinha altura, hoje é tudo muito contido para minimizar os riscos, né, e isso tem impacto no desenvolvimento cognitivo das Crianças. Então, a gente que é adulto, a gente tem que ter esse
conhecimento para poder expor os nossos filhos a situações de risco calculado, vamos dizer assim, de permitir que eles façam, né? Eles andam de bicicleta e façam ski e façam patin e ando de Meus filhos andam de, o meu ex-marido ama esses esportes, né? A Jéssica que é a mulher dele também. Então, para mim é ótimo que eles fazem esse tipo de aventura, né? Eu faço outras mais controladas, né? Mas a gente Dá essa interação para eles porque é muito importante pro desenvolvimento cognitivo. >> E não pode falar, >> pode falar, pode perguntar. >> É, é,
se eu não me engano, é nesse livro, não lembro que fala sobre a gente, eh, toma muito cuidado agora. Tudo é protegido, o parquinho é tudo com brinquedo de plástico, a gente toma cuidado com tudo isso, mas no celular assim, a gente não toma cuidado, né, >> com o que as o que as crianas estão olhando, vendo e tudo mais, >> porque no fim das contas o parece tem na na ele fala isso no livro e na série adolescência abordou um pouco essa coisa, essa coisa de ver no quarto e não saber o que que
o filho tá assistindo, né? Então, a gente ter esse controle do que que eles consomem, porque ele ele eles ele faz uma analogia, eh, eu vi, né, uma analogia com com relação ao livro falando assim: "Você o dá o Celular para ele, é como se você tivesse colocado o seu filho lá no na rodoviária do Rio de Janeiro e deixado ele lá de noite sozinho. >> Sim, >> porque ele pode acontecer tudo com ele lá, né? E com celular na mão, eh, se a gente não orienta, né? Eu acho que a gente tem que fazer
uma orientação e ir treinando eles de forma gradativa para entender como que eles vão usar isso, né? Qual que é o qual que qual que é o Limite daquilo ali, o que que pode, o que que não pode. E é muito desafiador, né? Tem coisas que eu não sei o que que é certo e o que que é errado ainda, né? Nesse nesse universo. Vou te dar um exemplo do meu filho que aconteceu essa semana. chegou em casa e falou assim: "Mãe, eh, o fulano, eh, quis comprar um boneco do meu jogo que era hobing
brain hot, uma coisa assim, um jogo que ele tava jogando." Daí ele quis comprar R$ 350 o boneco, né? Disse: "Mas esse boneco vende?" Não sabia como que era, né? Porque eu não jogo, não jogo, né? Eu, o tudo que é de jogo, meu ex-marido que controla, que não pode falar, que não pode, ele bloqueia tudo e não sei o quê. Tudo mega controlado ali, o que que eles podem e o que que eles não podem, né? Mas como esse jogo é de roubar, eles jogam entre eles e eles podem roubar se o outro quer
ou não. Azar, né? É de Roubar. Mas aí o Gustavo tinha ganho um boneco muito bom, ganhou jogando lá, né, com pontuação e tal. E esse amigo dele quis R$ 350 comprar e meu filho topou, né? Daí ele chegou em casa e disse: "Mãe, ele vai me levar o dinheiro na no na aula de handebal com Antônio". Daí eu falei: "Filho, mas será que isso pode?" Porque eu não sei se pode, entendeu? Eu não sei qual que é o jeito certo de resolver isso, porque envolve dinheiro e não é pouco dinheiro, é muito dinheiro, Né?
Paraa criança de 10 anos é, né? E daí eu fiquei, meu, o que que eu vou fazer, né? Daí eu conversei com uma amiga, daí ela falou assim: "Ah, não, acho que que envolve dinheiro era bom tu conversar com a mãe dele, né, do menino, né, porque o dinheiro vai sair da casa dele." Uhum. E e aí eu conversei primeiro com o menino. Daí eu falei: "A tua mãe sabe desse negócio do dinheiro? Que a tia ficou com dúvida. Acho que não é muito legal ficar gastando dinheiro Com isso e tal. E aí ele ele
desconversou assim e a mãe dele chegou e aí eu falei: "Depois eu converso contigo". Que não quis expor ele né? Daí eu conversei com ela e a gente achou que não era certo eh essa questão juntas, né? Eh que eles tinham feito um negócio, mas que esse negócio não é legal. eh nesse valor, né? Mas eles negociaram. >> Sim. >> E daí como que você desconstrói o que foi negociado? Porque foi negociado, né? E aí eu falei para ela, encontra um jeito dele aí conversar com com conversa aí com ele, vê, né? Eu falei: "Não,
ele to ele a gente conversou tal, então então vamos". Eu falei que se quisesse que devolvesse tava tudo certo, né? E tal. Daí ele foi devolver, eles foram na casa do amigo tal, ele levou o dinheiro, mas o amigo não quis devolver o boneco. E aí ele não quis devolver o dinheiro [risadas] porque não era justo, né? Então assim, Eu acho legal essa negociação, porque quando a gente pensa, né, eu eu falei, eu não me meto em jogo de robô, robô, azar, né, mas envolveu uma situação que eu acho que eu adulta tenho que trazer
uma referência, né, um que não é legal, que eu não queria que da minha casa assumisse dinheiro assim, né? Eles têm dinheiro em casa, mas não quero que pegue eh desse jeito, né, para comprar um boneco sem que eu saiba. E aí eu sempre gosto, quando a gente pensa na Disciplina positiva, de pensar, de usar uma situação dessa como um aprendizado enorme, né? Então, um aprendizado para todo mundo, para eu que não sabia, pra mãe do outro, pro menino, né? E a gente resolveu. Aí eles não devolveram nada ainda, mas eles vão devolver. Mas a
gente não sabe ainda como a mãe, eu, né, o meu filho, ele, ela falou, ele tá muito apegado ao boneco e ele não quer devolver. Mas são situações tão novas que tu fica assim, eh, qual que é o Eu Tento. E eu falei: "Filho, a mãe não sabe e eu não acho nenhum problema eu dizer que eu não sei, porque eu não sei qual que é o melhor jeito mesmo, mas eu tento resolver de um jeito que eu eh que genuinamente é o meu jeito, sabe, de conversar, de trazer para ele, né, os pós e
o contra de fazer esse tipo de negociação. Eu acho legal ele negociar porque eles chegaram num consenso ali, né? Ele entregou, ele ganhou dinheiro, né? Eh, agora como que isso pra frente Reverbera, né? Se a gente não organiza algumas coisas, mas a questão da negociação, eles estão bom, né? Eles fizeram, né? E aí tu vai vend que isso vai se destrinchando pensando na questão, é porque pode envolver outras coisas pra frente, né? Hoje foi um boneco, mas depois pode ser alguma outra coisa grave, né? E se você não pontua que essas outras coisas podem vir
a acontecer, eh, fica parecendo que não é importante falar disso. E é, né? Então, Na minha casa, eu conversei sobre todas essas coisas que envolvem eh compra desse jeito, né? Que hoje é o hoje é o boneco ali, daqui a pouco são as bets, daqui a pouco é droga, daqui a pouco é e a gente tem que cuidar e orientar, né? Porque é tudo muito novo, né? >> Sim. O primeiros dinheiros que eu fiz na minha vida foi assim. >> Foi assim. Ó, é, >> foi vendendo boneco em jogo, assim, vendendo conta, né? Ah, que
legal. É bom Saber porque é um universo que é novo mesmo, né? Então, como eu não estudo isso especificamente, eh, os jogos e como que isso >> até até hoje, assim, quando eu vou jogar um jogo, maior parte das vezes eu eu prefiro comprar uma conta já do que criar uma do zero e subir o nível dela do zero. >> Ah, uma conta de alguém que já usou, tipo, se tu quiser comprar conta do Gustavo, tu pode. Isso. >> Ah, entendi. >> Porque daí, por exemplo, eu tenho, eu tenho pouco tempo, mas eu quero meu
boneco forte, entendeu? Mas eu tenho dinheiro. Aí eu vou lá e compro. >> Ah, que legal. [risadas] Vou falar pro Gustavo isso. Que legal. É, >> eu não sabia disso que dá para comprar conta também. Ah, é. Ó, então, então eles estão então eles estão certas no mercado, né? Estão negociando. E sabe uma coisa que eu acho legal que você Falou que desde os 13 anos você trabalhava para conseguir o teu próprio dinheiro, né, e conseguir tuas coisas. E acho que isso >> até antes, 11, 12, é essa época que >> Qual era a primeira
coisa que você falou que você foi comprar que você que você comprou, que precisava comprar com o teu dinheiro que teu pai não ia te dar? Não lembro se foi a guitarra, >> acho que era um instrumento, >> foi alguma coisa do tipo. É, acho que Foi um instrumento. Quando você me pergunta isso, acho que a primeira memória é isso, instrumento. >> Então, assim, eh, eu acho que é essas negociações que você foi fazendo foi te permitindo hoje ter autonomia financeira, né, tão jovem. E acho que isso é um fator importante, né, que é o
que ele fala ali no livro, esse tipo de estress de negociar, de conversar, de ele se faz necessário, né? Eh, o Caio Carneiro, por exemplo, ele sabe o Caio Carneiro, o Caio Carneiro quando tava no colégio, ele comprava as fichas do lanche e vendia um pouco mais caro para poder as pessoas não pegarem fila no colégio. Ele fazia dinheiro vendendo ficha, depois ele foi chamado na escola porque ele não podia fazer isso. Mas é uma estratégia que ele encontrou dele ganhar o dinheiro dele no colégio, né? Então, às vezes não tem uma questão de certo
errado, tem uma orientação que a gente dá de de olhar pros riscos que Isso traz, né? Mas que isso pode desencadear se a gente não tiver atento, né? Mas eu acho que é interessante de olhar e ver que são habilidades também que eles vão precisar desenvolver, né? >> Total >> na vida. >> Verdade, >> né? Tem ali a ver com alostase e homeostase, né? O nível disso traz, né? E quando você posso fazer uma pergunta do jogo que você tá falando? >> Eh, quando você que você jogava bastante, né? Você sentia que você ficava estressado
jogando muito? >> Muito. Ele sabe. >> Ah, [risadas] >> nossa, eu já quebrei coisas. >> Ah, é >> sim. >> Não tenho orgulho disso. Já xinguei muito. Eu já, eu já perdi conta em jogo. >> Ah, comecei a me estressar assim com uns 14, 15. >> Hum. >> Mais novo. Eu jogava jogos mais tranquilos assim, que não me estressava. Tanto >> mas esse que estressava era qual? >> É jogos que envolv mais competitivos assim, sabe? Então acho que esse aí que ele joga é envolve competição e tal estressa. Eu já perdi conta por xingar pessoas
em jogos. >> Hum. >> De ser banido assim. >> Ah, de dá para ser banido também. >> Dá. >> Uhum. >> Sim. Se você eh ferir alguma das regras lá da comunidade, a diretriz, alguém pode te denunciar e aí você perde a conta. >> Ah, e como que você se acalmava? >> Não me acalmava. Não acamava. Ah, entendi. Ah, e você ainda joga? >> Jogo, >> mas hoje não pressa mais. Mas qual que Foi a habilidade que você desenvolveu para você hoje ter um autocontrole maior, apesar de o jogo continuar ali, né? Joga outras coisas
ou também joga jogos competitivos. Eu gosto, eu gosto de jogos competitivos. Eu só não acho que vale a pena se estressar por aquilo, sabe? >> Me ligando. Aí eu falando, falei do relógio. [risadas] [ __ ] né? É, >> mas por que que Mas por que que você hoje não, o jogo competitivo não não é mais do jeito que era antes? Que que mudou em você? Você acha >> a minha relação com aquilo, sabe? Eu gosto de jogar jogos, eu gosto de ser competitivo, eu gosto de ser bom naquele jogo, eu gosto de melhorar, mas
por exemplo, maior parte desses jogos você tá jogando com a com pessoas no seu time. >> Uhum. >> E aí eu me estresso, não é comigo, porque quando eu faço uma coisa errada, eu falo: "Puta, eu sou muito ruim nisso aqui". Mas eu me estesso com os outros. Me estressava com os outros, sabe? Ah, >> jogando comigo. Uhum. >> E aí eu xingava essas pessoas, não xingava o meu inimigo ou xingava eu mesmo, sabe? >> E aí hoje eu entendo que, cara, eu não tenho controle sobre o que aquela pessoa vai fazer. Às vezes o
cara eh, eu tenho Tempo de ficar várias horas jogando, dependendo do da época assim, sabe? Às vezes o cara acabou de chegar do trabalho dele CLT, todo cansado, só quer se divertir. Só quer se divertir, sabe? Eu vou lá e fico xingando ele. A minha relação com o jogo mudou hoje para mim é uma, por exemplo, quando eu quero perder tempo, entre aspas, eu prefiro muito mais jogar do que ficar em rede social, sabe? >> Para mim é minha calma, pelo contrário, Agora é minha calma, sabe? >> Uhum. Ó, então você conseguiu >> e me
deixa num estado. É. E me deixa num estado. Às vezes tô com muita coisa na cabeça e não é que eu não, eu poderia até escrever e tentar me acalmar por esseo, mas às vezes eu só quero, cara, eu quero distrair um pouco. Uhum. E aí o jogo para mim é muito melhor. Eu gosto muito mais de jogar do que ver um filme ou qualquer outra coisa assim, sabe? >> Uhum. >> É uma coisa mais ativa. >> Então é bem consciente essa escolha, né, do aí eu vou jogar porque agora eu quero perder meu tempo
aqui nesse jogo, né? >> Sim. Hoje em dia mais consciente. >> Mais consciente. >> Mas já tive problema assim de não conseguir me controlar e ter que passar horas e horas jogando. >> É que é um vício, né? >> É um vício. Eles fazem de tudo para te viciar. >> Tudo para viciar e para ficar ali cada vez mais. Eu acho que essa é a maior dificuldade assim, >> mas aí foi com o tempo mesmo assim que eu fui percebendo que, cara, talvez se eu eu não quero gastar muitas horas da minha vida nisso aqui,
entendeu? >> Uhum. >> Eu aí eu até a escolha dos jogos muda, né? Eu quero jogos que não me punam por jogar menos, que tem muito. >> Ah, tem uns que você tem que ficar toda Hora para gamificar, para para buscar prêmio, né? Às vezes eles falam: "Mãe, posso pegar agora o não sei o que que vai?" Não, acabou o tempo, não pode, né? Mais um evento, mãe. >> Mais um evento, meu. Esses eventos [risadas] Jesus. Tem horas que fica assim, mãe, vai ter evento não. No final, >> eu já faltei na escola para ir
fazer jogar evento >> para fazer evento. Eles não vão poder Escutar esse podcast, meus filhos. [risadas] >> Corta essa paz. >> Ai, mas eu acho muito legal essa identificação, né? Eh, e pensando nos nos ensinamentos, né, que esse tipo de de vida hoje que a tecnologia trouxe eh para mim com nesse lugar de mãe que é um super desafio, né? Eh, eu sempre penso na educação das crianças como uma metáfora do rio, assim, porque não gosto De ficar falando não, não, não, não, não, não, porque eu acho que quando a gente a gente precisa ser
pros nossos filhos margem de rio. Eu gosto muito, eu uso muito isso assim até nas relações, sabe, de a gente ser margem, porque quando a gente é margem, a gente deixa a pessoa ser quem que ela é, né? E se você fica ali, não, não, não, não, não, o rio seca, deixa de ser rio, que é aquilo que a gente falou no começo do podcast, né? Pessoa vai perdendo essência, Espontaneidade e aí fica ali sem ser rio, né? Você fecha e se você deixa, deixa, deixa, pode, pode, pode, pode, ele vira mar e aí não
é mais rio, né? Então eu gosto sempre de ponderar isso, por isso que eu gosto da conversa, da troca, de buscar informação, né? Nesse negócio do jogo, eu fui perguntar pro Guto o que que ele achava, né? Porque a gente tem uma relação que a gente preza pelo cuidado dos nossos filhos, né? E acho que isso é muito importante quando A gente tem que tomar uma decisão em conjunto. Pode ou não pode, é ou não é, né? Você fala ou eu falo, quem que vai fazer? Porque essa coisa de às vezes a gente ser mais
duro, que é a firmeza e a gentileza da disciplina positiva, que a gente fala muito, é pra gente poder ser margem, né? né? Às vezes a gente vai ser firme e gentil, firme e gentil, mas se a gente é só firme, né? A pessoa deixa de ser ela. É muito ruim, né? Eh, e o outro também, porque no fim das contas o que a Gente quer mesmo é limite, amor, né? Você receber ali a informação de que você é importante, que a gente se importa com você, mas tem um uma flexibilidade ali para ainda assim
você dar uma negociada, né? É, eu às vezes dou uma uma direção e às vezes a a o argumento deles é muito bom. Eh, e eu mudo, >> né? E até teve um episódio no colégio esse ano do Antônio, >> eh, que ele nas Olimpíadas a professora Sugeriu umas, eles sugeriram umas músicas nas Olimpíadas para entrar, que eles fazem uma dança, tal. E aí o Antônio falou que queria que fossem duas músicas, que não fosse uma só, que ele fazia um remix delas, né? E daí a professora falou que não, que isso dava muito trabalho
e que não sei o qu, que ia ser uma música só que tinha sido a votação, mas a turma muito queria que fossem as duas, né? Daí ele falou para ela assim: "E se eu trouxer ela pronta Para você?" E ele tem 10 anos, ele foi, ele ele negociou com ela, né? E aí ela disse: "Se você trouxer, eu vejo se ficou bom". E aí ele levou para ela a música. Ele que fez, ele que editou, ele que fez tudo, né? Sozinho, me pediu um pen drive. O Guto que estava lá na casa dele, o
Guto deu o pen drive, ele botou e levou pra professora. E eu até coloquei no meu Instagram assim, porque na hora da abertura das Olimpíadas todo mundo passou, dançou, mas a hora da Apresentação dele que começou essa música que ele queria que colocasse, o ginásio inteiro levantou. >> Que legal. foi assim uma emoção gigante na plateia, porque era uma música de algum jogo ali do acho que era de um do no jogo que eles jogam e todos todas as crianças sabiam, né? E depois a professora veio agradecer ele e eu falei no Instagram, porque isso
acontece porque dentro de casa eles podem argumentar, né? com, eu sempre falo com Respeito por si, respeito pelo outro e responsabilidade, que aprendi isso com uma paciente uma vez, que o pai dela falava para ela. E eu sempre falo pros meus filhos isso, né? Você pode argumentar e falar muitas coisas com respeito, né? E ele conseguiu mudar a aquilo que a professora tinha dito para ele, né? Eh, e foi super bem-sucedido. Isso é muito legal porque essa é uma validação, uma para caramba de na hora que todo mundo levantou, deu para ver a Felicidade da
turma toda, eh, por eles terem conseguido apresentar do jeito que eles queriam, né? E isso é uma forma, quando eu falo ali que neurônias eh disparam juntos, isso acontece tanto porque é negativo quanto pro que é positivo, né? Então, numa situação assim, onde ele tem um reforço positivo de que aquela atitude dele eh foi bem-sucedida, ele tem coragem para fazer de novo, né? E é isso que vai fazendo com que a gente desenvolva eh a nossa Capacidade de de argumentar, de conversar, né, e e de se posicionar em algumas situações, porque você vai tendo evidências
ao longo do caminho e validações se você pode ou não continuar naquele naquela direção, né? Tem no meu no meu Instagram esse vídeo, depois depois eu te mando para você olhar. É muito legal de ver. Assim, eu fiquei bem feliz porque eu sempre falo que a disciplina positiva, ela é uma coisa que a gente faz e a Gente não colhe na hora. A gente colhe depois, né, os nossos ensinamentos, né, muito depois, né, porque você fala, mas não é sempre que tem o resultado, né? Da aquilo que eu falei que às vezes eles agradecem uma
coisa aleatória. Ah, eu fiquei muito feliz que hoje na minha casa a gente sempre agradece antes de dormir três coisas, né? Porque tem estudos que mostram quando você faz esse agradecimento com atenção, não aleatório, automático, ararã, né? Com Atenção, você consegue fazer um review do seu dia, de tudo que você fez para você selecionar as coisas boas. E teve uma vez que a gente foi comer um açaí, eh, que o Gustavo falou assim: "Hoje eu sou o primeiro a agradecer". Porque ele já tava naquela hora ali do evento achando aquilo muito bom, entende? E eu
acho muito legal essa contemplação do do momento mesmo, né? Então, às vezes a gente tá ali agradecendo. Ai, eu achei muito legal Que fulano foi junto com a gente não sei aonde. Uma coisa que eu nem pensei que era tão importante, né? E quando a gente vai imprimindo isso de olhar para essas coisas, né? >> Não, mais na cidade, depois ele vai crescer ali, isso vai ser automático para ele. >> Sim, né? É muito >> essa vontade de agradecer, né? de de e de reconhecer nas pequenas coisas do dia o valor que elas têm, né?
Porque hoje a Gente também tem essa discrepância dos valores, né? De parece que a gente tem que ser texudo muito macro, muito megalomaníacoo para ser feliz. >> E a felicidade ela muitas vezes tá aqui na numa conversa, numa troca, numa água gelada, num, né? Você tá com vontade de fazer xixi no xixi que a gente faz, >> né? É, então tem muitas formas de a gente se sentir e feliz, não só no macro, né? >> Concordo, Ana. Muito obrigado. >> Adorei. Adorei. Já fica um convite para um segundo round, por favor, venha mais vezes. >>
Adorei. Vem, vem. Vou trazer o baralho para você daí. Vou ver da onde que eu vou achar um baralho que você não tenha, né? Mas Luts, obrigada pela oportunidade, obrigada pelo convite, pelo carinho. Eu quero te dizer que eu te admiro muito e eu quero que você olhe para você, queria que você pudesse sentir a minha admiração de verdade Assim e imprimisse ela na tua vida. É um cara muito massa, assim, eh, eu me senti tão à vontade aqui que toda a minha ansiedade ela foi embora assim com com teu jeito de ser. Obrigada por
me acolher também. >> Feliz por isso. Obrigada pelas palavras. Você que me acompanha, você sabe que eu tenho dificuldade com isso. É, sei mesmo. E muito, é muito gostoso de você, você faz isso tão bem, as pessoas amam tá aqui com você e muito, foi muito Gostoso, muito bom na sua conversa. Obrigada também. >> Obrigada. E como é que a galera pode fazer para acompanhar mais o teu trabalho? Quais são as melhores fontes? >> Eu ten Eu tenho TikTok, mas eu não uso, não consigo alimentar mais de uma rede social. Eu tenho o meu Instagram
que é PC_line Ana Luk é Ana e L U C H I. Eh, e lá eu posto todo dia. Eu sou uma pessoa bem acessível, né? Tenho meus contatos lá e as pessoas podem me encontrar lá. >> Legal. Então, vou deixar todos os links aí na descrição. Vão lá, acompanhe ela. E é isso. Obrigado pela sua atenção. Até a próxima e tchau tchau.