E aí, as narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar vendo Márcio Alexandre Alberti, agora no bloco 3. O Márcio vai compartilhar agora um pouco sobre os momentos em que ele viveu as experiências fora do Brasil, tá saindo atrás da questão da uva, do azeite. Vamos falar do azeite que agora também é muito produzido no Brasil com excelência.
Hum, temos azeites muito bons por aqui também, vindo também da região do Vale do São Francisco, né? Então, mexe, vai contar um pouco para nós dessa experiência dele, inclusive na África do Sul. Com você, Márcio, a sua história.
Bem, vou tentar ser objetivo, né? Não é a minha primeira experiência; uma das uvas, domingo, foi na França, né? E a região pode ser uma das regiões bem cheias de excelência.
Não é uma das regiões de muita produção, é de muita história. Então, eu fui morar em Bordeaux, fui lá, e me engajei na escola. Eu já tinha feito um tempão de francês com uma francesa que morava na Holambra, então a gente se encontrava sempre para ter aulas de inglês e francês.
Então, eu já fui me virando lá, né? Para ir, ao fim, continuar os estudos na Aliança Francesa lá de Bordeaux. E eu morei com uma senhora fantástica, uma senhora que conhecia muito do Brasil, né?
E não conhecia nada, mas o grupo francês é muito inteligente. Ele tem uma proximidade com essa alma do Brasil, né? Eu descobri também que, quando o brasileiro está lá fora, o passaporte abre os mundos.
Quando você fala que é brasileiro, pronto! Mudou, já abriu as portas e toda a diferença. E lá na escola, fui estudar francês, e aí tinha sempre aquele algo mais, né?
Tinha aquela atividade extra-classe, saúde a fazer um teatro. Foi meu Deus! Então, vamos embora, né?
Vamos ao teatro! Eu adoro teatro, comigo mesmo! E aí tinha estudantes lá, tinha a polonesa, tinha o Herlander e todo mundo estudando francês lá; tinha uma dinamarquesa, tinha várias nacionalidades, né?
E eu, de brasileiro. Então, eu era um pouco mais velho já; eu tinha uns 40 anos na época, e a molecada tinha 25 anos. E aí, pô, eram.
. . Eu não, eu não treinei uma comédia.
Era um texto bem leve, bem sutil, mas era para ser engraçado, né? E aí, a professora, muito exigente, uma costura, clima mentalmente exigente, muito Caxias, muito brava. Assim, corrigindo todo mundo, nada além da perfeição, nada, né?
Exigente! Começou a ensaiar e logo me colocou lá no papel. Peguei o papel porque eu sou o mais velho da turma, porque, é, o brasileiro, então vai colocar eu no papel principal.
E aí, tudo bem, né? E aí, no ensaio, eu fico decorando um texto, mas eu estava meio relax. Eu havia meio solto assim, né?
Negócio de Victor assim, palavra por palavra, eu era implicado. Isso porque eu sou ariano, sou meio caótico, né? É uma coisa meio caótica, né?
Não se ajusta. Aquela coisa que a libriana me falou, né? Ela é toda certinha, é tudo mitótico.
Ela não tem essa coisa, é ótima, ela é cientista porque segue tudo a risca. Eu sou caótico, então, caramba! E a professora queria aquilo reta.
No próprio mercado, cada ensaio eu fazia uma coisa diferente. Eu fui nervoso; a professora dizia: "Mais um marcha! Você tem que.
. . assim que coração!
" A professora dizia: "Teatro é preciso ir embora online para avisar. " Não, ela falava a palavra "improvisação". Na cabeça fria, não faz outra hora, A gente improvisa, né?
Nossa vida é improvisação. Se encaixa ali, não, meu bicho! Para você improvisar, você tem que conhecer muito.
Reprisar, eu não consigo. Mas você não conhece, você não pode estar porque você não sabe. Mas eu não, professora.
Mas não é calma? Coisa calma, né, negão? É assim.
E ela, professora brigando o tempo todo comigo. Chegou a noite da apresentação, estava meio frio um acontecimento. Então, a sociedade de Bordeaux ali, o dono da escola, aluno da Aliança Francesa, bem alto, virou gente para caramba, me encher meu celular grande, bem estruturada.
Encheu aquela coisa, estava vazando. Eu vi a professora de teatro como ela era profissional. Ela trouxe toda a trupe dela, junto com alunos da escola de teatro.
Tomou uma proporção que era rindo, que estava em meu Deus do céu! Hoje que eu entrei, meu Deus! Não tem que não fui.
Agora que caiu a ficha, meu Deus do céu! E aí, eu acho que eu já. .
. aí, bem, aí foi, né? E aí eu sou.
. . eu sabia.
Coisa também como é que era. Aí eu fui lá fazendo o meu jeito, né? Tipo, do meu jeito.
Aí, olha aqui, para avisar, eu fui fazer. Meu, a gente já tem uma. .
. tava gostando porque eu tava lá, então me escutando. Não é bem isso que eu tô aqui, né?
O crânio tá. . .
vou fazendo mil. Eu pensei que eu tava gostando. Tu não tava gostando?
Tava dando risada, engraçada coisa! Eles entendiam, meu francês não era bom. Claro, eu tinha aquele tempo, é aquela rica, mas estão gostando!
É, caramba! Eu sou pessoa de fora, né? Muito obrigado!
Sabia, tô aprendendo na escola, né? O bolo, né? Mas um bom prefeito pode errar.
Mas eu fui fazendo, foi desenvolvido. Novinha, terminou. Professor, o teatro veio abaixo!
Trava! Vamos ficar ou fingir? Profissional, fazendo bem para conversar com você aí e vê lá.
. . fui dar um jeito na hora.
Não vi a palavra, fazer de outro jeito, não fiz aquilo. Mas tem uma. .
. pneu maneiras de fazer uma coisa. Nem dormiu.
Aí, conforme o dia, que eu. . .
não é à toa assim. Você já tomei assim, cada dia, se você for vir a mesma peça Brasil. Cara, tava faz um jeito, né?
E às vezes no cartão tá bem, mas como era? Acaba dando certo, né? Uma coisa assim, mas não colocaram uma cadeira para mim.
Não explica. Aí colocaram toda a criançada falar, "Vocês vão ter uma aula, mas eu vou poder perguntar! " Tomar para outro: "Mais como é que ele faz?
Qualquer técnica que ele usa? " Não é assim, uma coisa fantástica. Sabe de uma coisa?
Que a professora que eu tava tremendo que ia dar tudo errado não. . .
ficou tudo bonito, tudo certo! Ficou muito bom, mas para mais, Professor, verdade? Não tome!
Então eu não tô mentindo, não fique surpreso da data de dimensão. E eu, pessoal, vamos sim! Mas o macho fala aí, eu falei: "Não, gente!
Eu sou brasileiro, dizendo: 'O Brasil é isso, o 14 é o Brasil! '" É isso, a gente vive assim. No finalzinho, é cada um tem os davam risadas do mundo.
Não, não acreditava! Não é possível, não consigo mais. Então, mas ele é mais aqui, Professor.
Também, se a vida toda a gente viu eu treinamento, né? Então, treinamento! Isso aí a gente vai angariando, mas fica, vai incorporando a gente, a gente não percebe.
Não é? Acho que não percebe como eu fui no tio. Para mim, é como no comércio.
Comércio vive, é um teatro. O comércio, feirante ali, o coco, o cara que comercializa hot fruit, ali ele é um artista. Cada um artista.
Eu pensei que o pessoal fazia a cada um. . .
ou o que vem comprar, aquela cara de tristeza: "Ai, tô ferrado! Eu toquei errado, tudo errado! Me ajuda, me ajuda!
" O outro, cara de teatro, que ele tá errado! Não é tudo? Acredite na ação para você comprar e poder vender!
É um trato, né? Eu usei muito do teatro. É iniciada, verdade!
Eu comecei a em cima, né? Eu quero fazer ferrado, né? Ferrado é um barato e ganha dinheiro.
Mas não fala que ganha, né? Ai, não tô ferrado, me ajuda! Chorando, né?
Até hoje tem meus amigos, piadas. Então, tudo ruim! Tudo que você vai perguntar para o cara desse asa: "Como é que tá a situação?
" Péssimo! Tá perto, perto horrível. Daqui a pouco ele passa a caminhonete 0, mas só pensa em comer: "Só como!
A mãe tá ruim, tá ruim, tá ruim! " Aquele que acho, né? É um.
. . me ajudou muito.
Então, assistência de poodle foi muito legal. E depois eu fui, continuei pesquisando, trabalhando com vinhos. Aí, me tornei comprador de vinho.
Eu dizia, o personagem do comprador de vinho foi uma coisa, uma experiência, assim! Então, acredito que eu cumpra o que é o mundo dos vinhos! Quando você faz isso aqui para comprar seu vinho.
. . meu, pessoal, este tapete vermelho!
Mas o tapete, tapete italiano, tapete francês! Olá, meus caros! Não se vai lá na minha.
. . você vai me visitar na minha vinícola.
Eu fui visitar vinícolas dos caras, fiquei com os caras lá. Entendeu? Ele acreditava que foi o pão, um outro mundo!
Tem que ouvir. Não deu certo, né? Porque tem no mercado, muito difícil por causa do câmbio.
O governo ganha muito dinheiro, o governo. . .
o risco é todo seu. E o governo ganha tudo, o imposto, né? Então, como é o mercado?
Extremamente difícil! Não é para principiantes! Eu percebi isso: que eu ia enfiar numa.
. . aluno, uma coisa assim.
. . que ia.
. . é o que eu estava com 40 anos.
Eu tenho que começar uma outra vida! Eu já não tava sem pouco ali. Pouco!
Eu tenho que me dedicar a isso, né? Jurídica! E eu já tava, já tava naquela coisa, por uma família.
Mas formar a família, aí continuar trabalhando desesperadamente não ia dar certo. Entendeu? Não ia dar certo!
Eu pedi com a família porque com o trabalho em pro vinho dá certo. E até aqui, indicada de corpo e alma! Eu ia gastar mais 20 e 30 anos da minha vida ali!
Eu tava para. . .
prata no chão, negócio, né? Não é uma coisa alinhar! Vou entrar para o esporte.
Não dá! Você tem que ser indicado! Calma, né?
De alma mesmo! Qualquer coisa! Né?
Mas a comer ainda mais! Isso começa! Imagina!
Aí, eu pensei que não ia dar. Ju, eu pensei que. .
. embora o. .
. é aquele mundo de glamour, um glamour. .
. a palavra certa é grande, é clamoroso! É glamourosa a coisa, entendeu?
É lindo, maravilhoso! Aí, mas me ajudou muito essa coisa. Tem atraso, tem facilidade!
Me ajudou muito lá! A cozida anos, o que acho que tá. .
. Vendo a raça, né? Ela tem a genética nessa coisa.
Essa coisa genética também, né? Eu vou com genética, né? O italiano é dramático, na publicar.
Ele é dramático o dia. Ai amiga, sei lá, muito facilmente. Lá, e aí eu, para finalizar a história, ainda tenho que.
. . A experiência da África do Sul, né?
Ela fica. . .
Eu tenho 5 minutinhos. Sim, tem sim. Ar, vou rápido.
E que mudar a idade. A partir da, fica no forno. Agora estudem, agora um pouco de inglês, porque ele falta.
Aí eu comecei a. . .
pelo francês. Mas o importante mesmo é que, em inglês, do mundo começa em inglês. Então preciso aprender inglês, ou em inglês.
E um lugar que ele é igual, vai aprender inglês, ele África do Sul, porque o Canadá é muito frio. Para escuta, vou ficar no meio da neve. Lá, não gosto de frio.
Então, a África do Sul para. . .
igreja ou para. . .
ficando. Aí eu queria ficar um período. Falei: "Não, tem que ficar um período maior que três meses.
Não é nada, não, não adianta. Tem que ficar um período longo lá na África do Sul". E eu comecei a contactá-los.
Então, quanto está a escola diretamente lá? E, tipo, ah, comecei a contactar. Falei que estava interessado em ficar um período longo.
Eles disseram assim: "Você está interessado em um período longo? Então, o seguinte: a gente está precisando de um estagiário aqui na escola por um período longo para trabalhar aqui". Eu falei: "Roupa, sou!
Eu tô, eu tô, tô nessa". "Oi morena, tudo isso como qualquer serviço, eu faço tranquilo. Vou aí, você estagiário de escola, tipo, vou varrer.
Eu vou varrer a sala, bullying para o banheiro. Vou apagar, vou fazer qualquer coisa. Serviço, eu vou fazer.
Serviço de escritório, vou fazer serviço de faxina, porque coisa eu faço tranquilo. Vou aí. Interesse morar aí, tá bom".
Aí cheguei lá, segui na escola. Os dois, o patrão, o dono da escola, ele era um cara descolado. O inglês, o inglês de chocolate, difícil, tua para inglês.
É muito inteligente, igual judeu, exigentes ao extremo. O cara descoladíssimo. Cara, ele era uma ex-marine, ele era bom, ainda usa boina verde.
Já tinha. . .
Ele é burro e não verde! Cara, claro que um! Era de uma capacidade, ele monta mais uma escola de inglês em.
. . Que tal?
E aí, na cidade, a cidade do Cabo. Fui morar na cidade do Cabo, que é, tipo, uma Europa. É um pedacinho da Europa na África, tem tudo.
Aquela história da Companhia das Índias Holandesas. O meu pai arruma um lugar que já foi português, um lugar que já foi holandês, depois um lugar que tem inglês, e depois tem o pessoal da França, que para economizar lá, fugiu da perseguição protestante. Forma a capital com a loucura.
É uma cidade linda, maravilhosa. É um Rio de Janeiro sem favelas. Retângulo, ficando lá, e faz tudo bem.
Duas ou mais, eu tô aqui para trabalhar. Cadê a vassoura? Cadê o apagador da lousa?
Vamos lá, quando eu. . .
Copa banheiro para limpar. Calma, cara! Calma, calma!
Não é nada disso, cara! Aí você, o teu trabalho aqui, você, o seguinte: você sabe trabalhar com o Facebook? Vai ser.
. . Então, o seu trabalho vai ser alimentar as mídias sociais.
Você vai levar a turma nas festas, em toda a criatividade. Vai ver baleia, vai fazer snowboard, vai fazer lá, descer nas dunas de areia. Você vai fazer aula de surf, você vai para cá, turma, e você vai só fotografar gente linda e feliz.
Bom, e você vai alimentar 24 horas por dia o Facebook da escola. É esse teu trampo. Não, não, não, não!
Olha isso! Entendeu? É isso.
A vida traz avenidas quando você. . .
É quando você disse, você quando, você delegado assumirá se das coisas, entendeu? Vem assim, a minha caiu isso no meu colo. Professor, virei promoter.
Não era mais uma procura, foi uma loucura. Só gente linda, vim a. .
. gente num lugar do mundo, muito brasileiro, do país inteiro, gente linda. Falei, vai festa segunda-feira, numa festa terça-feira ou quarta, quinta, sexta.
. . Quando não, os pacientes lá para ver baleia, para visitar as praias, para fazer aula de surf, para fazer um diabo quatro naquela capital, para tirar foto de alguma coisa que eu sempre fiz na minha vida.
Que hora? Faculdade era chamado de Jorge Tadeu, porque você estava com a maquininha, falou: "gravando", e uma época que ninguém gostava de foto, e eu já fazia a foto. Agora todo mundo faz, né?
Mas eu não vou ter tempo para fazer. Colocava o pneu, link, Olimpo, wagno. Vou fazer um monte de poder.
O Jorge Tadeu, Euro chato, né? É um chato, aqui, fotografava tudo. E eu continuei fazendo isso na África do Sul.
Fiquei sete meses lá, acabei ficando em. . .
ficou um ponto! Aqui, minha faz. .
. não mate, acabou. Mas o que não caiu na vida não volta mais.
Ninguém acreditava que nem o pessoal, os donos, me adoravam. Os patrões, eu acho que se eu pudesse trabalhar de Deus, me deram um salário, um dinheiro lá, pode colocar isso, topar. Os caras, eu tava bem integrado, viu.
Não sou. . .
eu resolvi o problema de tudo. Falando, é porque eu esqueci minha. .
. muito algum lugar de Portugal. Então, dê perdão de Moçambique e Angola, esquisito.
Muito aluno e dava muito problema, tipo de um dia. A moça vem estudar lá, tinha amante, amante lá. O cara, eu tinha que resolver problema, diamante lá, porque eu falava português.
Tinha que resolver lá problema, eu resolvi tudo! Tudo eu levo, eu faço toda a escola. Toda aquela problema, resolvi!
Aí eu fui. . .
é isso, mas aí eu tava caindo aqui, mas, escuta, tava nervosa comigo, mas tá com 40 e poucos. Anos, você tá na sua vida, aí você vai ver aquele velho veículo em um posto. Aí ficamos desesperados, pois não, não tem que voltar, que geralmente vídeo volta para o Brasil, tem que pegar minha vida, fazer uma vida nova.
E aí eu já tô nesse objetivo de fazer uma vida nova, de assentar, né? Pra sentar no parque agora, de realmente começar uma vida nova, uma família. Aí eu encontrei uma moça que tava com os mesmos propósitos, e ela morava no Rio, era professora aqui no Rio de Janeiro, tinha passado no concurso, e a gente vai lá, vamos tá afim de fazer uma família, ter filhos, vamos embora.
Então, aí vem o pneu pronto. Aí conheci uma outra história, que a panela tinha lá, Bambina Tam, um ótimo. E aí você faz essa questão que, para doutorado nesse mundo acadêmico, eu comecei a frequentar a universidade.
Eu não tinha nada, eu ia com ela à universidade, ficava lá, comecei a procurar para fazer, conseguir entrar no mestrado. O pessoal da engenharia, sua esposa sendo da universidade, acabou se aproximar, me confiou, ela acabou me influenciando no meu. Eu comecei a frequentar os objetos.
O aniversário, aí ela me ajudou, recortei aquilo que eu tinha feito na Esalq, né, que eu era Boquita lá. Já tinha esse treinamento, consegui entrar no mestrado. E aí a gente sente que a universidade é uma coisa assim que, o senhor não ganha, mas se diverte, a universidade abre para o mundo, né?
Ela tem muita conexão, se você escrever o nome da universidade e todo mundo te acolhe. E aí eu fazia, você tá aí, vamos fazer um período na Itália? Eu não conhecia, ou não aprendi a te conhecer.
Aí a gente estudava azeite, eu e eu, mas essa parte de telhados verdes, né, de costura verde. A gente tinha a universidade lá no sul da Itália, que trabalhava bem com azeite, parte dela, e trabalhava também com o mundo. Veja, em mim, a parte, a gente escreveu, pessoal, claro, pode vir aqui mesmo para o estágio.
Ficamos três meses em bares no sul da Itália, lá no calcanhar da bota, a gente amou aquilo, a gente apaixonou, eu e ela, apaixonamos. Aqui, pequenininha, deu tudo certo. Em três meses, a gente fez as conexões e fazer, posso voltar aqui, eu quero fazer doutorado.
Police of pode voltar, não tinha bolsa, né? Não tinha bolsa, mas desde que você fala que não precisa de bolsa, só para orientar, você abre as portas da universidade. Vocês vêm, a Lilian, como aliviar, tinha período para tirar na faculdade dela lá, ela pediu um ano de afastamento para o pós-doutorado na Itália, e o outro departamento liberou.
A pequenininha ficou com dois anos CPI, acompanhar com a gente por causa do idoso, tomou um ano e meio da Itália, e eu entrei no doutorado lá. Então, eu sou um aluno da Itália. E aí eu entrei num acordo, foi uma da gente, eu não ficar muito pesado para mim, vou fazer o seguinte, eu faço metade do curso aqui e metade no Rio de Janeiro.
Como o italiano é muito igual, a gente vai trazendo, pega rápido as coisas, italiano é muito ligeiro, vão dar um tempo de entender mais. Entendeu? Faz metade do curso aqui pra gente e metade no Brasil.
Maravilha! Eu teria que voltar agora, não sei quando, eu não sei se eu vou ter que voltar lá, ou eu vou defender a tese online, não sei, provavelmente online. Mas é isso, vai indo aqui.
E quando não têm oportunidade, a gente cria oportunidades, a gente faz oportunidades, né? Mas a educação, né, a educação lá que dá essa. .
. a educação liberta, a educação liberta, a educação liberta. Vai você, e essa facilidade com as coisas facilita, a gente faz aparecer oportunidades.
Hahaha, muito bom, Márcia, delícia tá na sua história. A gente sabe que se começar a puxar algumas coisas, aí vai dar bastante coisa mais, né? Mas ao tempo, hoje, fazer o que, né?
Mas sempre, a gente aí chega o momento e precisa dizer tchau, né? Bem, no italiano, algumas coisas são gostosas. Então, eu queria que você agora falasse o que você acha que faltou dizer, né?
Alguma coisa para nós fecharmos. Daí, o que você acha? Se gostaria ainda de falar nesse contexto como um todo?
Olha, professor, eu vou contar uma coisa que eu já contei para muitos amigos meus. Cada um tem um dom na vida. Tem gente que sabe dançar, tem gente que sabe desenhar muito bem, tem gente que tem facilidade com línguas, não é meu caso, tenho super dificuldade.
Tem facilidade, entendeu? A gente sabe cantar. Em fim, o meu dom, o meu dom pessoal, é atrair gente boa.
E eu tenho um dom, mas um dom para atrair gente boa do meu lado. Ele acreditava, eu não tenho experiência com gente ruim, eu não tenho. .
. eu não falo, mas eu tenho várias experiências na minha vida. Não, eu não tenho, eu não tenho esse dom de atrair gente boa do meu lado, é inacreditável.
Então, professora, que eu tenho, na verdade, tenho muito a agradecer a sua gente boa que me ajudou tanto na vida. Todas as pessoas estão assim, eu sempre fui ajudado. Eu sempre fui ajudado.
Tem um teatro, tem um texto teatral lá, de um bonde chamado desejo, isso, e Noah é artista. Ela fala assim: eu sempre fui. .
. Aí no final da. .
. do que atrás, eu tenho uma fala assim, tipo, mais ou menos isso: eu sempre fui ajudada na vida. Eu sempre fui.
Ajudado na vida, e é isso. Entendeu? Eu sempre fui muito ajudado, eu sempre fui muito.
As pessoas sempre me ajudaram muito, muito, muito. Ênio, eu que tenho que agradecer, agradecer. Então, eu, todo mundo sabe, todo mundo que vai me ver em uma experiência boa comigo, eu sou devedor.
Eu agradeço, tenho profunda admiração por cada pessoa que passou na minha vida. Eu sempre tive momentos bons e é isso. Aperto, tô agora com essa coisinha que eu tô cuidando, né?
Que é tão parecida comigo, né? Todo mundo fala que ela é realmente, né? Devendo dentista essa semana, e ela tem os mesmos problemas, a minha mesma boca, os mesmos problemas na minha boca, igualzinho ao médico do meu dente.
E é isso, pessoal, sou muito agradecido, muito agradecido, viu? E o senhor tem, né? Você sabe disso, que você tem uma grande participação nisso.
Eu me inspirei desde que o senhor começou a contar a história, nossa, minha história. Lá da tia, fui para Pirapora. Eu fiz esse caminho que você fez, fui até Pirapora, em Minas Gerais, do Rio São Francisco.
O senhor me inspirou. O cercamô aí, eu fiquei coçando a cabeça. Eu fui lá e lembrei do senhor.
É muito interessante saber que o Tiago tinha feito tanta interferência na sua vida. Você se relacionou com o teatro, mesmo tendo sido proibido no início, né? Como você acabou mexendo?
Neves, contente, muito interessante. Então, se você falasse assim, qual a importância desse teatro para você no festival de teatro de Getúlio Vargas? Essas atividades todas, como você resumiria isso?
Escola, escola de vida. Escola de vida acrescenta, é uma maneira de aprender. Não é só fazendo, respondendo lá no papel.
É uma maneira de você aprender, de você crescer, e você desenvolver habilidades sociais. Porque nós somos seres sociais, nós somos iguais, nós não somos sozinhos. Nós dependemos um do outro e nós não devemos aproveitar viver sozinhos.
Nós somos seres sociais, a gente precisa aprender a lidar com o outro. A gente precisa aprender a diferença do outro e como fica isso tudo. E como fica isso tudo nesse momento da convite?
O João Picado é o pecado, a gente perde toda essa interação, né? Eu, apesar de que a gente descobriu ferramentas, obras. A gente acabou descobrindo a agenda, um homem muito inteligente, a nome da humanidade.
Inteligentes é, no meio dessa desgraça toda, apareceu tanta novidade na internet, né? Eu sou um, eu estava meio desanimado no começo, mas agora eu tô vendo tanta coisa aqui que acelerou. É como se fosse uma guerra, né?
Na guerra aceleram muitas coisas. Aprendi na necessidade, né? Igual a pandemia fez a gente se mexer, aprender muita coisa rápido, né?
Porque eu acho que, no fim, vai ser um salto. Ainda vai ser um salto. A gente vai remediar depois, a gente vai remediar.
A gente tenta ter capacidade, a gente vai tirar o atraso, a gente vai ajudar as crianças, que pareceram muito, os velhinhos. A gente vai dar a volta por cima, pensei que a gente ia na volta. Curou hoje um buraco nesse.
Muito obrigado, meu! Você mora no meu coração, tá? Deus abençoe você, é muito obrigado.
Obrigado por isso que você é e obrigado por estar conosco. Para ti, tá bom? Obrigado, viu?
Obrigado a quem teve paciência para ver os vídeos. Tamo aí, tome, tome. Sempre disponível.
Então, tem marcado o meu WhatsApp lá, sempre disponível. Muito obrigado, que Deus abençoe você. E obrigada a quem estiver nos acompanhando aqui, né?
Mais um instante de vida para todos nós. Deus abençoe, muito obrigado. Valeu, obrigado.
Tchau, um abraço, Márcio. Até breve, se Deus quiser. Brigadão, tchau!