Cara, eu lembro que 2018 no Brasil tava começando a surgir umas heresias sobre a veracidade da Bíblia. E eu lembro que aquilo gerou uma indignação dentro do meu coração, mas ao mesmo tempo eu ouvi uma pergunta do Espírito Santo assim: "Por que você crê no que você crê?" >> OK? >> E aí eu lembro que eu comecei a ler e eu comecei a ver que muita coisa que eu tava crendo tava errado, não tava em Acordo com a palavra. E foi assim, o final foi glorioso, mas foi muito difícil que eu fiquei assim, cara, fiquei
em crise. Opa, eu cria dessa forma e agora olha o que que a Bíblia tá falando. Meu Deus, como é que eu faço isso? >> Bernardo e a Tha e sua família mudaram paraa Bragança, né? Aceitaram esse desafio. E você nasceu em Niterói, né, cara? Como é que foi para vocês falar assim para isso? Fala galera, diascopas Gonçalves por aqui para mais umascop podcast. Nós estamos aqui toda segunda-feira 10 da manhã com episódio novo e que honra tá chegando até você pra gente bater esse papo. Na verdade, a a sensação que a gente quer que
você tenha é que você tá sentado nessa mesa aqui. Então, pega o seu café, pega uma água, pega umas bolachinhas aí e vamos juntos nessa conversa que eu tenho certeza que vai te abençoar muito. Ó, Antes de começar, deixa só eu te mostrar uma coisa importante. Eh, a gente tem uma missão aqui, ó, de fazer você ler e, lógico, ler boas literaturas. E um dos livros assim que mais impactou a gente e moldou muita coisa que a gente tá fazendo aqui no Desascope, na família Desascope, é Discipulado começa com contemplação. Livro do Samuel Whitefield. E
assim, de verdade, um dos melhores livros que eu já li discipulado, porque ele não é pragmático Do faça assim e assado, mas ele dá uma base, um fundamento pro discipulado que é transformador. Ele vai dizer que discipulado é formar Cristo em alguém. Dizas cop. Tudo a ver com o que a gente faz. Mas aí ele faz uma provocação. Como discipular alguém que não viu Jesus? Então o discipulado começa com eu auxiliando alguém a ter as escamas arrancada dos olhos para ver a beleza de Deus em Cristo Jesus. É uma pancada e eu quero compartilhar com
você. Então o Link tá aqui na descrição. Pede o seu, a gente entrega aí na sua casa. Beleza? Vamos embora. Preparados? Podcast de hoje. Então vamos lá. Bernardo Mota, >> Douglas Gonçalves. >> E aí, obrigado você tá aqui. >> Uma honra, cara. Um presente mesmo tá nessa mesa aqui que tem me abençoado tanto. >> Vim para cá assim hoje. Coração grato. Um presente tá aqui. Tenho sido muito Abençoado. De de coisas que a gente assiste. É tão abençoado e de repente o senhor nos coloca para participar e tal. Isso é muito doido. E para quem
não conhece, Bernardo, ele eh foi durante 8 anos, pastoreou eh a os jovens lá na igreja Novos Comerços em Niterói. Eh ele e sua esposa Tainá, seus filhos Estevan e Daniel. Eh, recentemente se mudaram pra Bragança, pra família do Zascópio para nos ajudar, para nos servir aqui ou Servir juntos com a gente aqui também na edificação da igreja na família deascópia. Nós estamos muito empolgados para esse tempo. Mas assim, gente, qual que é a grande alegria? É um sketista. >> Olha aí. >> E um barista. Um cara que gosta de café. Gente, você tem noção
o que eu tenho passado? Exato. >> O presbitério da família doascópio são quatro pessoas. Marcos, Fábio Coelho, Fábio Bravo e eu. Nenhum dos três toma Café. Não é tipo assim, pular essa galera do >> Não, cara. É assim, eu não sei. Eu não sei. >> Só Jesus pode fazer isso. >> É só Jesus mesmo, cara. Mas é para provar a gente, né? Mas finalmente agora um barista. >> Estamos aí, cara. Fazer bons cafés aí pra galera. Inclusive, estamos com nosso café aqui, ó, da Bruder. A O Bruder, ela não é que ela patrocina, ela abastece
>> o podcast e o Diasc. Gente, obrigado por você tá aqui. Eh, eu quero falar depois um pouco mais sobre essa transição, tal, >> mas eu queria começar te perguntando como é que foi a sua história com Cristo. Eh, você vem de uma família já e já de berço, você aprendeu o evangelho em casa? Como é que foi? >> Sim, cara, eu fui criado num contexto cristão, né? >> Uhum. Eh, minha família praticamente toda cristã, evangélica. Ã, >> nasceu em Niterói? >> É, eu nasci em Niterói. Minha família é toda do interior do estado do
Rio, né, Cardoso Moreira e Talva. E meus pais se mudam pro Rio, para Niterói, né, por conta de trabalho. E eu e meu irmão, a gente já nasce direto em Niterói, né? >> E a gente cresceu nesse contexto cristão, na igreja. Meu pai era uma pessoa super ativa dentro do ministério, liderava célula, minha mãe também. E aí Em 2006, ã, quando eu eu, meu irmão, a gente tinha 12 anos, o meu pai ele repentinamente aparece com um tumor, >> um câncer, e em questão assim de dias, eh, Deus recolheu ele, né? É mesmo. >> É,
foi uma coisa, >> mas assim de da descoberta a >> foi muito rápido porque começou com um apêndice e aí uma dor que não passava e aí ele foi até os médicos e os médicos assim não conseguiram esse diagnóstico Há tempo. Então foi uma coisa que rapidamente foi muito agressiva. E aí naquele contexto da partida do meu pai, por mais que a gente tivesse sido eh criado num contexto cristão com os princípios, tudo, eh eu eu não conhecia Jesus, né? não tinha nascido de novo. Então, eu fui criado no contexto da igreja, mas eu ainda
não tinha tido uma experiência real com Jesus de salvação, de novo nascimento. E eu lembro que e no velório do meu pai, que foi no interior, Foi muito impactante porque é, meu pai era meu herói, um baita homem assim, um marido exemplar, mesmo novo, eu conseguia perceber um homem sério, um homem reto, mas eu não tinha dimensão assim do que o meu pai poderia significar para as pessoas, né? E eu lembro que eu cheguei no interior aonde aconteceu o veló dele. Primeiro eu fiquei um pouco assim assustado com a quantidade de pessoas. Eu lembro que
eu entrei ali na igreja e As pessoas vinham, foi, foi na igreja, >> as pessoas vinham e elas começavam a testemunha, falar para mim e pro meu irmão: "Olha, foi através do seu pai que eu conheci Jesus, seu pai foi um canal de restauração da minha família". Por mais que a gente não entendesse muito aquilo, aquilo impactou a gente. Tipo, cara, nosso pai foi uma pessoa que abençoou outras pessoas, né? E aquilo ficou no meu coração assim, >> mas ele era um pastor, ele era >> ele, ele caminharia para esse lugar, >> mas por conta
do trabalho, das dinâmicas, mas ele liderava célula, pastoreava de alguma forma, participava ele do discipulado, mas ainda não tinha esse cargo assim, né? >> E aí eu lembro que aquilo ficou >> Aham. Mas a nossa família toda no interior, minha mãe, assim, muito guerreira, segurou essa bronca, entendeu que não era pra gente voltar pro Interior porque teve toda essa >> Uhum. >> pressão. >> Ela entendeu que o nosso lugar era em Niterói, então eh minha mãe sentiu muito a morte do meu pai. Pensa, eh dois filhos no início da adolescência, 12 anos, eh, praticamente sozinha
>> e irmãos gêmeos, né, pra galera. >> Gêmeas. Exatamente. E ela, cara, sustentou em todos os sentidos, mas ela sentiu muito a morte do meu pai, né? E Ela acabou aos poucos indo se distanciando um pouco do contexto da igreja, porque naquele momento ela não se sentiu abraçada, acolhida, né? Então, acabou que eu e meu irmão, a gente viveu uma adolescência assim, eh, como um adolescente vive, né? Uhum. >> Fora da igreja, sem essa revelação, só com alguns princípios. Então a gente vivia, tinha uma vida moral assim um pouco menos pior, né? >> Um pouco
de temor ali, né? >> É, exatamente. Mas nada assim de >> dia perdão antes de dormir. Jesus. >> E aí 7 anos depois, cara, eu tava numa festa eh é 19 anos. Tinha acontecido algo bem próximo disso, que eu e meu irmão num carnaval a gente sofreu um espancamento, é tinha uma torcida organizada. >> Sério? E meu irmão foi inventar de brigar, que era um cara qualcidade >> e aí é tipo isso a lógica, né? Tô zoando, tô brincando, gente. E aí meu Irmão foi inventar de brigar, o Caio que era um cara super pacífico,
zero briga, ele entrou numa loucura ali de brigar com o menino que tinha feito coisa de adolescente, né? >> E cara, a torcida organizada >> escolheu um lado como tava o Caio e eu contra uma pessoa, porque eu também eu era muito briguento, diferente do Caio. >> Sério? É, eu vi o Kai assim, >> cara, não parece, >> cara. Primeiro eu fiquei muito orgulhoso Do meu irmão quando eu vi ele dando um soco no moleque. Eu fiquei tipo assim, caraca, é isso. Tô brincando. E aí eu juntei ali, né? E aí a gente sofreu esse
espancamento. Foi sério, assim, um cara desse desse grupo, ele sacou uma arma. Então, foi literalmente assim uma experiência traumática, né? ali, eh, não foi um arrependimento, não foi nada, mas foi tipo um bom senso, tipo, cara, a gente podia estar morto. Então, aquilo abalou a gente, né? Fez a Gente de alguma forma começar a rever um pouco. E aí era engraçado porque sendo Gêmeos, a gente tinha a nossa individualidade, as nossas experiências, mas parece que era tudo na mesma estação. Então, nessa estação que eu tive o meu encontro com Jesus, eu tava numa festa. Eu
já tava sensibilizado por esse ocorrido do espancamento e já com aquele vazio assim, tipo, cara, não é possível que é só isso. Acorda, bebe, é mulher, briga, Não é possível, né? Aquele vazio assim consumindo. E aí eu lembro que numa festa eu tava muito embriagado e foi uma festa ruim assim, eh, muita coisa suja, muita coisa ruim assim, né? E eu lembro que eu tava lá, como eu sempre estive, em todas as outras, bebendo, fazendo tudo. E cara, de repente meus olhos se abriram assim de uma maneira sobrenatural. E uma coisa é você ter um
assim: "Ah, cara, eu não deveria estar fazendo isso, Sabe? Aquele remorço. >> Uhum. Uhum. Mas naquele dia foi diferente assim, porque os meus olhos se abriram de uma forma sobrenatural e eu comecei a me arrepender profundamente daquilo ali. E enquanto eh os meus olhos se abriam, eu senti a presença de Deus assim como se ele literalmente estivesse ali, né? E não só a presença dele, mas uma tristeza de estar vivendo uma vida que estava entristecendo a ele. >> Ah, hum. >> Uma coisa que eu nunca tinha assim >> no lugar, >> naquele lugar. Foi até
engraçado porque as pessoas eh depois da morte do meu pai, eu acabei entrando numa casca de uma pessoa violenta, agressiva, mas tudo uma casca assim, né? >> Uhum. >> Então, dificilmente alguém me veria chorando, alguma coisa do tipo. E naquele dia, enquanto isso estava acontecendo, eu não saí meio que ali do Meio assim, né? eu tava próximo ali das pessoas e tal e eu comecei a chorar copiosamente e viha um um desespero assim, que é que eu tô fazendo da minha vida em uma presença de Deus, uma coisa assim sobrenatural. E naquele momento tudo muito
novo, né, a gente vai entendendo depois que acontece. >> Mas veio uma voz dentro de mim assim, >> depois a gente dá nome as coisas. >> É que hoje eu sei que era o Espírito Santo, Deus ele falando e ele falou assim: "A partir de hoje você vai viver o que seu pai viveu". E aquilo ali foi uma coisa assim sobrenatural, né? Então aquilo me impactou muito, foi realmente um divisor ali. Eh, eu realmente acredito que eu nasci de novo naquele momento, por mais que eu ainda tava meio assim, o que que eu faço com
isso? Logo depois eu acabei me Conectando com a igreja local. >> Minha mãe falou: "Olha, tem uma igreja chegando aqui em Niterói, ela veio lá de Belo Horizon." Exatamente. Se eu não me engano, essa experiência que eu tive foi em 2013, foi praticamente no mesmo ano que começou lá o trabalho em Niterói. >> E aí eu já tava com aquele sentimento: "O que que eu faço com isso?" Sabendo que alguma coisa tinha acontecido. Minha mãe falou: "Olha, vamos lá nessa igreja e tal". Eu fui. E aí foi quando eu ouvi O evangelho assim diferente de
como eu tinha escutado ao longo da minha vida, né? >> Aquilo ali entrou. Eu falei: "Uau, é isso, eu preciso eh moldar a minha vida para viver isso aqui." E, cara, foi esse processo assim, é, entrando. >> E como eu já tava muito tempo assim >> nessa vida muito perdida e pecaminosa e insatisfeito com isso, não era uma coisa tipo, nossa, eu realmente falei, eu lembro que eu meu irmão teve a Experiência dele com Deus, mas lembro que foi é parecida, >> foi tipo assim, talvez a janela de um mês um do outro. É. E
num outro contexto, >> outro contexto, meu irmão, depressão e Deus pegou ele pela mão e levantou ele da cama, tipo sobrenatural. >> Meu Deus. >> É. E aí eu lembro que a gente foi na igreja lá, né? E a gente chegou um pro outro e falou assim: "Ó, se é para ser Crente, cara, a gente vai ser crente de verdade." >> É mesmo? >> É porque a gente já tava nesse lugar de >> bom que é dois, né, mano? >> Era era incrível assim, essa parceria era muito preciosa. >> Então ali foi meio que o
nosso início da caminhada com Jesus. E cara, Deus foi fazendo pela graça, misericórdia dele. >> Que demais, que demais, cara. Isso, isso É muito lindo, né? Hoje eu tava falando na no Talmidin, né? Hoje pela manhã, nossa live de manhã, é a diferença, né, de toda a estrutura do da idolatria, né? >> E e até a Bíblia faz esse paralelo, né, de Babel e Sião, né? Ela faz esse paralelo, Babel e Jerusalém, né? Eh, então o capítulo 11 você tem ali Babel e 12 já é chamado de Abraão para ir para essa terra, tal, né?
Então você vê que a Bíblia inteira termina, né, com a grande Babilônia e com a Nova Jerusalém. Então, E é doido porque é isso, Babel é os caras construindo um negócio para alcançar Deus, né? >> E Jerusalém é Deus descendo e alcançando a gente, né? Então essa é a diferença do evangelho, né? E é legal ouvir esses testemunhos, né? Porque é exatamente isso, é o Senhor veio >> e me alcançou >> soberanamente, soberanamente. Assim, eu não, eu não fiz uma campanha, eu não tava no jejum, eu não tava o Senhor, Soberanamente, num dia marcado por
ele, ele veio e ele me achou no meio do lamaçal, me transportou pro reino do seu filho, filho do seu amor. Eh, e por isso que a sequência da vida tem que ser a partir disso, porque é o fim do mérito, né? >> Aham. Você não pode estar aqui no podcast batendo no peito, falando: "Então, deixa eu te falar como é que eu achei Deus". Tem, não tem como. >> É como ele me achou, né? >> É, isso traz a gente para esse lugar de humildade, né? E é uma coisa que eu tento sempre me
lembrar assim, como Deus foi soberano, gracioso, misericordioso, como ele tem sido todos os dias, né? A gente tá nessa estação agora e >> é tão gratos ao Senhor por isso tudo. Então, acho que isso, no bom sentido, humilha a gente, né? E você sabe que uma coisa que a gente precisa treinar, fazer, é contar o testemunho. >> Aham. >> Para todo mundo tá aqui ouvindo a gente. Eh, eu queria te encorajar isso, você treinar e fazer mais vezes, contar o seu testemunho, sabe? Você sentar com as pessoas, falar: "Deixa eu te falar como é que
Jesus me me alcançou". poderos >> e você contar isso. Porque quando você lê a Bíblia, você vê o apóstolo Paulo super maduro lá na frente, >> cara, >> contando. Eu era assim, eu tava no caminho de Damasco e aí uma luz veio e Era Jesus. Sei então ele, cara, o cara que escreveu Efésios, >> toda glória >> cara que escreveu Romano, >> sim, >> ele tava sentado falando, mas deixa eu te falar. >> É isso, >> entendeu? Quem eu era, >> nossa >> que que Jesus e como Jesus entrou na minha vida e quem eu
me tornei depois. Então eu acho que a gente precisa eh fazer mais isso, sabe? E é o que você falou, e lembrar, né? >> Ficar lembrando, né? Toda vez que vier algum alguma pontinha de orgulho a gente lembrar, né? >> É tipo isso, >> cara. E aí você, seu irmão começa a se envolver. Eu lembro eh da do nascimento assim da Laganonha Niterói, né? Eu já estive várias vezes com o Felipe, ele contando que foi para lá para ajudar na Restauração dos pais dele e tal, para servir os pais dele. De repente começa ali um
uma célula, né? Aquelas pegadinhas de Deus e tudo que aconteceu e agora novos começos, né? E e eu lembro de ir uma vez lá ministrar eh em um evento de criatividade. Foi uma vez eu fui um evento de criatividade e aí vocês dois estavam lá, né, servindo. Como é que foi essa convicção de começar a servir? E vocês dois serviam na mesma na e eh na época ele ele liderava toda a Parte de criatividade assim da igreja, né? >> Então ele já ia mais para esse lado das mídias sociais, da edição e tudo isso. >>
Aham. Eh, mas a gente a gente foi muito abraçado pela igreja desde o início, né? E uma igreja que eh realmente traz as pessoas para participarem. >> Que legal. >> Então isso é extremamente evangelista, né? >> Exatamente. É. E eu lembro que eu Chegava aí, daqui a pouco o pastor Felipe mandava as mensagens, eu percebi uma intencionalidade e as pessoas abraçando. Então não foi nenhuma coisa tipo assim, nossa, deixa eu pensar. Quando a gente viu, a gente tava ali, né? É tipo, caraca, estamos aí, estamos participando e tal. O Caio tinha mais essa ênfase da
criatividade. Eu já completamente limitado, sabia editar um vídeo nem nada. Então a gente começou liderando célula também depois de um Processo, né? >> E aí foi desenvolvendo assim no meio dessa liderança das células, a gente foi entendendo um encargo, né? Eu fui entendendo que eh tinha um encargo pastoral, vinha um zelo da pregação do evangelho, da palavra, coisas que não eram nem um pouco é nem um pouco assim, >> eh não fariam sentido pro Bernardo, porque o cara >> péssimo aluno, >> escola, >> a vida inteira, repetido, sei lá, umas quatro vezes. Eh, não é
que eu não é que eu eu era desprovido de inteligência, eu era desprovido de interesse, né? Então, como eu não tinha interesse em absolutamente nada, só surfar e andar de skate. >> É mesmo. >> É. Minha vida era essa todos os dias. Então, quando eu tava ali na igreja, eu percebi aquele desejo de estudar, um zelo pela pregação do evangelho. >> Pela primeira vez, né, >> cara? Um desejo de cuidar de pessoas. Era completamente o oposto do que eu tava me tornando no pecado, sabe? >> Eu percebi que aquilo era uma coisa de Deus, assim.
Então, como como eu tava bem eh desejoso em agradar a Deus, aquele Deus que me encontrou no meio daquele lamaçal, realmente eu tava assim, Deus, eu tô aqui para fazer a sua vontade assim. E aí foi nessa nesse processo, né, liderando céula. E aí eu Lembro que o Caio tinha mais essa na criatividade, mas também assim pastoreio muito precioso, um discipulado, um cara com coração muito pastoral. E a gente foi liderando a célula na época. O André também trouxe a gente muito para perto. E aí eu lembro que, né, resumindo muito, teve um momento que
ele iria transicionar, ele falou: "Ó, quero que você lidere os jovens". Falei: "Você tá louco, cara? Lidera jovens e tal". Então assim, o o que eu acho que é legal eh Desse processo é que e eu não tava muito focado nessas coisas, sabe? Eu sei que obviamente aquele que almeja o psicopado, boa coisa almeja. >> Às vezes eu fico um pouco preocupado quando eu vejo as pessoas almejando demais as coisas, >> montando muito plano de carreira, né? >> É, porque, tipo assim, uma coisa é você almejar o episcopado, outra coisa é você almejar o benefício
do episcopado, né? Eu esses dias, cara, se eu não me Engano, foi o Aroldo que falou pra gente, >> nunca tinha reparado porque é aquele que almeja o episcopado. Então vamos usar linguagem simples para nós, né? Aquele que almeja a liderança, tá? Tá assim, ó, uma grande obra almeja. E muitas vezes é lindo assim, aquele que almeja psicopato, um grande cargo, um grande título almeja. Ah, >> então ele tá dizendo, aquele que é o meio de psicopato tem um desejo de como Que eu poderia servir mais >> e mais >> e mais, né? Então é
é isso que você tá falando, né? Eu acho que a gente tem que mirar o servir. É tipo, Deus >> bota eu para servir mais. Eu até tava para Val, né? Que aquela parábola dos talentos, né? Deus pega e dá uma responsabilidade, ó, multiplica para mim esse talento, né? O Senhor entrega, faz a viagem, aí ele volta, >> aí ele fala: "Deixa eu ver o que que Você fez." É, >> aí o cara lá tá com el, né? Ele falou, cara, servo bom e fiel. Aí você fala, >> tá aqui uma viagem pro resort. Não,
você vai liderar 10 cidades agora. Tipo, o prêmio de ser responsável é mais >> mais responsabilidade. É tipo isso. É, exatamente. Exatamente. Cara, >> o vencedor vai ter mais estabilidade e não férias, né? >> Então, não um bônus. Então, é isso. É, É. almejo servir mais ainda. Como é que eu posso servir mais, né? >> É. E aí quando a gente, cara, quando a gente estava vendo as coisas estavam acontecendo e aí acabou que na época eu com a Tai já, a Tai também, tipo, é muito comprometida com Jesus, teve um testemunho muito radical também
de conversão sobrenatural, >> que não dá nem para contar nesse podcast, assim, teria que ser um podcast 2 horas para ela contar, porque é muito Sobrenatural e uma menina muito entregue assim, né? >> Você conheceu ela na igreja lá? Então, a gente estudou junto na escola, >> só que ela me odiava porque eu era o cara briguento, chato >> e feio, né? Então assim, é o combo perfeito para você morrer sozinho, >> praticamente, >> graças a Jesus Cristo. E aí a gente tinha um grupo de amizade em comum, mas não tinha relacionamento assim, né? Então
a gente tinha amigos em comum, mas nada eu e ela assim, né? E aí depois de vários anos, ela apareceu na igreja. Eu tinha visto poucas semanas antes, por meio de uma amiga em comum. que me mandou, cara, a Tai converteu. Olha o posto dela contando testemunho. Eu fiquei impactado, cara, quando eu li, eu falei assim: "Meu Deus, >> radical mesmo. >> Que a Tainá também amo demais amor da minha vida. Ela era muito louca também, Muito, muito pior que eu." >> Mas em que sentido? Assim, mais de >> ah de droga. É, >> eu
como eu criei, fui criado no meio dos princípios, eu tinha meio que um limite, né? Tipo assim, cara, isso aqui eu não vou entrar não. >> Ela não foi criada nesse contexto de princípios assim cristãos, né? >> Então a gente tava ali, a gente nem era casado ainda, namorando e tal, noivando. E cara, quando a gente viu, teve uma Transição. >> Então, quando aconteceu isso, vocês estavam noivando, >> a gente nem tinha noivado ainda, né? A gente estava planejando noivado, >> o que obviamente é não é um padrão, né? Não tô contando isso aqui para
ser um padrão, mas Deus é um Deus que tem momentos que fazem, que faz de uma maneira que a gente não espera. >> E a gente tava namorando e rolou a transição da época do André Fernandes. E Eu já meio que e tava ali com um braço direito, né? Então já era o cara que quando ele tava viajando pregava, já participava ali, tipo, discipulando a galera, tudo isso, já tinha uma na época supervisão das células e tal. Então, quando ele transicionou, o Felipe chamou a gente, falou: "Cara, eu creio que tem que ser vocês" e
tal. Sempre encorajou muita gente desde o início. E a gente, cara, eh, Deus falou com a gente, porque a gente sempre teve isso também, >> não é? Porque algo é maravilhoso, que é bonito, que é um privilégio, que a gente vai sair entrando em tudo. >> E aí no meio de um momento de oração, assim, de um processo, Deus falou com a gente, a gente começou a liderar, cara. E a gente tá aí até hoje, né? Lideramos lá 8 anos, >> cara. É louco. Você falou assim, né, quando ele falou, acho que é vocês você
fala: "Você tá louco?" >> É. >> É. Eu acho que essa é a resposta. >> Aham. >> Porque você vê que a resposta de Moisés >> Uhum. >> É a resposta de Gideão. Eh, eu acho que se alguém falar assim, é, faz sentido, >> chegou minha hora. Aí não chegou mesmo. >> É perigoso. Eh, e porque e uma outra coisa que eu tenho sido muito encorajado é isso, né? Eh, de certa maneira a pessoa nunca tá pronta. >> Aham. Porque é o servir e o se envolver Que nos deixa pronto, né? É quando fala: "Vá
pronto para ser pai, cara, tem que nascer. >> Posso ler um livro, ver alguma coisa, mas cara, ninguém tá pronto para ser pai. Tem que nascer o primeiro filho e tal." >> Então, eh, >> e, e o Paulo Borges, ele sempre me ensinou isso, né? De quando Deus fala assim para Davi, né? Olha, eu a o templo que vai ser construído é uma obra muito Grande, >> entendeu? Muito importante. Então vai ser seu filho que é jovem inexperiente que vai fazer. >> Parece uma piada, né? >> É, mas é esse paradoxo, né? >> É, é
>> tipo assim, não pera uma obra grande, importante, então vamos pegar o melhor. Não vai ser seu filho que é. Mas é porque Deus sempre quer deixar claro, sou eu que vou fazer. >> É dependência total dele, né? Isso. Não quero ninguém levando a glória. Sou eu que vou fazer. Isso. >> Isso é muito bom. Então, que nossa resposta seja essa. Você tá louco, mas no fim, eis-me aqui, né? >> É. Tom aí, Deus. Se você tá falando, a gente tá aí disposto. >> Ex. E aí você liderando os jovens, seu irmão tava liderando o
a parte de criatividade da mídia, né? >> Isso aí. >> E aí você vive essa grande tempestade e agora ouvindo sua história de novo, né? >> Como é que foi eh esse processo com o seu irmão? >> É, eh foi um processo muito desafiador. Assim, eu lembro que tem três anos em alguns meses, né? Eh, o Caio repentinamente um cara jovem, feliz, alegre, comprometido. Daqui a pouco o Caio começa com uma tristeza, eh, um desengajamento. Eu fiquei preocupado porque assim, o Testemunho do Caio foi de ter sido restaurado de uma depressão, né? Então eu comecei
a pensar, cara, será que o Caio pode est eh voltando para esse lugar da depressão? Será que isso tá acontecendo com ele? E ao mesmo tempo, né, ele na época um psicólogo eh indicou ele para ir para um psiquiatra, ele começou a tomar uns remédios, tarja preta e um incômodo dentro de mim assim como se não fosse isso. >> Então eu lembro dele tomando ali os remédios, ele começou a ficar muito debilitado de saúde. Eh, começou a realmente assim parecer que ele tava dopado e não era pelo remédio, era realmente ele tava assim eh sei
lá, cara, desengajado. alguma coisa tava errado, né? >> Parecia um pouco emocional, mas eu com esse incômodo, cara, acho que não é isso, acho que não é isso, acho que não é isso. >> E como irmão gêmeo, né, conhece de forma muito poucos. >> Exatamente. E eu preocupada assim com ele e ele assim completamente tipo alheio da vida, assim, descompromissado agora, não tava mais desejoso em fazer nada. E eu assim, meu Deus, que que tá acontecendo? >> E nisso você já casado? já casado. E ele morava, é, ele morava na casa dele, mas ele ficou
tão debilitado que teve uma época que ele foi lá para casa >> que a gente tava preocupado dele ficar sozinho assim, né? E aí ele começou a ter uns episódios passar mal, muito vômito, dor de cabeça muito forte. Só que assim, cara, é, você vai para um hospital falando que você tá enjoado com dor de cabeça. Então, ele teve idas e vindas pro hospital. Teve um dia que ele foi no hospital no início da manhã, só que quando ele saiu e nessa de mais um episódio Passando Mal, ele convulsionou E aí foi um, opa, opa,
uma parada mais, >> tem alguma coisa acontecendo. >> E aí, como ele entrou agora, dessa vez no hospital com esse histórico da convulsão, já foi feita toda uma bateria de exame, né? E aí quando teve toda essa bateria de exame, eh, viram que o Caio tava com um tumor no cérebro. E era exatamente num lugar muito central ali da cabeça que tava trazendo todas essas outras debilidades, limitações, mexendo com tudo, né? >> Mexendo tudo os botão. >> E foi assim assustador. Obviamente ninguém espera, né? Um jovem na época, sei lá, >> 29 >> 26, 27,
não, >> é 28, mais ou menos. >> Uhum. jovem, saudável, cuidava muito bem da saúde, daqui a pouco debilitado com tumor no cérebro, assim, foi uma coisa assustadora. Mas aí eu vejo muito assim como Deus de alguma forma foi eh preparando a gente para isso, porque praticamente um ano antes disso acontecer, Deus só falava comigo sobre Hebreus 11, sermos peregrinos, eh ansiarmos a eternidade, a vinda dele, a restauração de todas as coisas, muito, muito, muito. E eu tentava sair um pouco disso, pensar em outras coisas, pregar sobre outras coisas e só ficava isso, peregrinos, tal,
tal. E eu tive uma Experiência muito louca também, assim, que eu tava na minha casa dormindo e eu comecei a sentir como se um instrumento tivesse abrindo a minha cabeça. E aí na época eu fiquei assim, cara, será que vai acontecer alguma coisa comigo? Será que Deus tá me preparando para morrer? Será que ele tá me preparando para ser martirizado? Porque vinha realmente como se fosse um instrumento assim abrindo a minha cabeça E vinha um incômodo e era como se eu sentisse a dor. E isso aconteceu assim várias vezes. E aí, cara, quando o Caio
teve o tumor e toda essa situação, a primeira cirurgia foi exatamente um corte como aquele que eu tava sentindo, vendo. Exatamente assim. Então a gente viu muito como que Deus de alguma forma soberana ele foi, óbvio que a gente nunca tá preparado, mas ele foi preparando um caminho, né? E cara, foi uma coisa também muito rápida. Ele ficou, então >> ele chegou a fazer uma cirurgia, >> ele fez uma cirurgia, foi super bem sucedida a cirurgia, >> removeu, >> ele removeu quase que completamente o tumor. Os médicos estavam super otimistas, >> que talvez com uma
radioterapia conseguiria tirar o restante ali, mas a questão do Caio não foi nem o tumor em si, mas foram as infecções hospitalares, Né? mesmo. >> Eu e foi essa foi uma das partes mais difíceis, porque eh no meio disso tudo a Tainá tava, a gente tava esperando o Estevão, nosso primeiro filho. >> Então pensa, Douglas, metade do meu dia era, eu tava em casa olhando a barriga da minha esposa, >> curtindo e >> meu Deus, nosso filho vai nascer. Uau! >> E a outra metade eu tava indo para um hospital vendo meu irmão definhar numa
Cama. Ao mesmo tempo, eu parei e falei assim: "Deus, eu sei que o Estevão poderia estar vindo em qualquer estação". Uhum. >> E você escolheu trazer ele agora e você sabe disso tudo. Você é soberano sobre tudo. E Deus começou assim a marcar muito a nossa vida com esse paradoxo, né? Então o apóstolo Paulo vai falar lá em Segunda Coríntios, capítulo 6, como entristecidos, mas sempre alegres. >> Porque a gente tá a gente tá programado Para pensar, ou é alegria ou é a tristeza. Uhum. >> Mas entristecidos, mas sempre alegres, como se nada tendo, mas
possuindo tudo. Então, foi muito paradoxal, né? >> E aí eu lembro essa expectativa com a chegada do Estevão e o Caio definhando. E aí algumas vezes eu presenciei quase uma cena de morte do Caio por essas bactérias. deram algo mu >> e ele fez a cirurgia e ele fica internado e nessa internação já >> ele não pode sair, ele não pode sair porque as bactérias, tipo assim, ele vencia uma e entrava outra e ele não poderia sair do hospital por conta delas, né? E aí eu lembro de ter presenciado algumas vezes assim de tipo eh
aqueles aparelhos lá ficava apitando, as paradas quase zeravam tudo e daqui a pouco caio volta. Falei: "Meu Deus do céu, achei que ele ia partir agora". E aí teve um dia, né, depois de alguns meses nesse processo das bactérias, eu Tava em casa e aí chega a notícia que o Caio partiu, né? E aí, eh, eu lembro que eu peguei minhas coisas, fui em direção ao hospital e eu tinha dentro de mim um desejo assim, cara, como eu não tava lá no momento que ele partiu, eu quero ir, eu quero orar por ele, porque eu
creio que Deus ressuscita mortos. Eu creio. Esse é o meu papel. se vai acontecer, se não vai acontecer. >> E aí eu lembro que eu cheguei lá no Hospital e eu fiquei aguardando o momento da liberação que eu poderia entrar, né? Tinha um processo, um protocolo dentro do hospital que algum parente tinha que reconhecer, alguma coisa desse tipo. E eu falei que eu queria fazer isso porque eu queria orar por ele. Mas eu confesso, cara, que eu fiquei na porta daquela sala temeroso assim, sem saber o que esperar. Assim, cara, eu vou ver o Caio,
meu irmão gêmeo, meu melhor amigo, meu Parceiro de vida, morto. Caraca, que será que vai acontecer? Será que eu vou cair aqui desesperado? Será que eu vou ter um choro aqui? Será que eu vou desmaiar? Será que que que pode acontecer? Eu lembro que eu fiquei com um amigo Ian e aí rolou assim a hora de entrar e eu lembro que eu cheguei no Caio e aí eu olhei para ele e aí eu fechei os olhos e fui orar. E quando eu fui orar, cara, uma presença de Deus encheu aquela sala. E aí eu lembro
daquela voz vindo no meu coração falando assim: "Você realmente quer tirar o Caio da onde ele tá agora? E aquilo foi tão forte, cara, que eu simplesmente fechei os meus olhos agradecer a Jesus porque ele venceu a morte. Agradecer a Jesus pelo privilégio de ter vivido 28 anos com Caio, um cara que impactou a minha vida de uma maneira que eu não tenho como dimensionar. E aquele sentimento de eternidade, a presença de Deus. E é como se viesse aquela imagem, né, cara? O Caio tá contemplando uma beleza incomparável. Agora eu fechei os meus olhos, eu
nem consegui orar, cara. Eu falei assim: "Jesus, obrigado, obrigado, obrigado, porque eu sei onde o Caio tá agora. Obrigado porque eu não tenho nem ideia da beleza. Eu tenho só um vislumbre daquilo que o Caio tá contemplando agora. Então, acho que é graças a Jesus A gente tem uma bendita esperança. >> É, >> graças a Jesus a gente pode viver uma vida real que a gente literalmente, cara, a gente não sabe o que vai acontecer amanhã, mas a gente sabe de uma coisa, cara. O que vier acontecer amanhã, eh, Jesus tem a última palavra e
a gente vai estar com ele independente de qualquer coisa. >> Sim. Nossa esperança toda não está aqui, né? >> Não tá, cara. >> Não tá aqui. >> Não tá. Eu eu eu foi muito marcado essa eh essa semana eu tava tava eh na rede social e um pastor chamado Paul Trip, sabe? >> Ele eu vi um cortezinho assim, aí ele falava assim: >> "Nós podemos, tem dois, duas formas de viver a vida. Uma é buscar um paraíso aqui." >> Uhum. >> E aí ele começou a descrever isso, né? Você pode desejar um trabalho paraíso. >>
Uhum. >> Aí você pode ir atrás de um casamento paraíso. >> Aham. Aí você quer ter filhos paraíso, aí você quer ter, entendeu, umas finanças paraíso, aí você quer ter saúde paraíso, né? E ele e ele descrevendo isso, né? E esse ele falou assim: "E esse é o estilo de vida de profundas frustrações." >> Au! >> Porque seus filhos não serão paraíso, seu casamento não vai ser paraíso, >> seu trabalho não vai ser paraíso, sua saúde não vai ser paraíso. >> Essas coisas acontecem. >> É >> de fato. Eclesiástico tá ali para falar, ó, você
pode obedecer tudo de provérbios e pode acontecer todas essas coisas eclesiásticas, né? E aí ele fala assim: "Mas tem uma Segunda forma de viver, é entender que isso aqui não é o paraíso, >> mas que existe uma esperança bendita nos aguardando". >> E que aqui é a nossa forma de testemunhar que em meio a esse caos nós vamos viver aguardando a bendita esperança, né? >> E e como sem perceber a gente vai vivendo essa heresia, né? Aham. >> Essa mentira de tipo, não tinha que ter Dado tudo certo aqui, >> né? Porque vamos ser sincero
e olhar de forma muito muito até fria. >> Aham. >> O seu irmão morreu com eh 28 anos, 29 anos. >> 28 anos. E aí você poderia, por que, senhor? >> Aham. >> Ele iria morrer. >> É isso. >> Com 60, 70, 80, 90 ele iria morrer e eu E você vamos morrer. Então assim, de certa maneira, todos nós somos terminais, né? Exatamente. >> Nós todo mundo tá caminhando para um dia da sua morte. Então alguns vai demorar 30 anos e outros uma semana, mas todos nós vamos morrendo, né? >> É. E não nutrir, é
nutrir essa consciência, >> eu acho também que é muito perigoso. Além de ser frustrante, eu acho que é muito perigoso, porque eu penso assim, Douglas, >> Jesus disse que muitas pessoas vão encontrar nele no fim motivos de escândalo. >> Hum. Cara, se a gente tem uma teologia que não tem espaço para uma ação soberana de Deus, diferente daquilo que a gente esperava, >> se dentro daquilo que a gente crê não existe espaço para uma tragédia, para algo que inesperado, para algo Doloroso, e se não existe beleza no meio disso tudo, >> Uhum. >> Eu acredito
que isso é um prato feito para ofensa, cara. Porque no momento que o Caio tava lá no hospital, eu fiquei muito grato a Jesus por essa mensagem ter me alcançado, porque eu falei assim: "Senhor, >> se essa mensagem não tivesse me alcançado, >> é >> meu coração ia estar muito ofendido." Se essa se essa mensagem do evangelho paradoxal de um Deus soberano que sim revelou a sua vontade para nós, mas que mesmo assim continua sendo soberano e pode fazer o que ele bem quiser, que >> ele bem entender. >> E ele continua sendo santo, bom,
misericordioso, maravilhoso. Se não existe espaço para essa realidade na nossa vida, quando a vida real, quando a Gente tiver um encontro com a vida real, cara, o que que vai gerar no nosso coração? Ofensa, >> ofensa, >> amargura. >> E eu lembrei, Eu lembrei de você falando de ofensa do da cena que é até estranha, né? Que é a cena dos discípulos de João Batista vindo falar com Jesus, né? >> Aham. >> E eles vêm falar com Jesus, provavelmente eles tinham acabado de ter Uma conversa com João Batista preso. >> Aham. >> Então Joista tá
preso. Eles devem ter conseguido ter um encontro ali com ele. E eles falam assim, ó, João pediu pra gente vir aqui perguntar: "É o Senhor mesmo ou a gente deve esperar outro?" >> Uau, cara. Até João Batista passou, >> porque cara, ele tava preso, ele falava assim: "Pera aí, se ele é o rei dos reis, senhor dos senhores, o Messias, o Cristo, o Krius, o, >> né, >> Aham. >> Ele vai me libertar aqui da prisão, né? >> Pode entrar aqui a qualquer momento. >> Jesus já sabia que não ia fazer, né? >> Au! >>
Aí ele fala assim, ó: "Fala para ele, os cegos estão vendo, os mudos estão falando, né? Os mortos estão resultados, os pobres estão vindo o evangelho, tal". Que era uma forma de dizer assim, fala para eles que é o Messias mesmo, que Eram profecias, né? E aí ele termina assim: "Bema é aquele que não se ofende". >> Meu Deus, >> quase que dizendo assim: "Cara, >> caramba, >> eu sou soberano e eu não vou fazer o que vocês estão achando que eu vou fazer. Eu não vou fazer da forma que vocês estão achando que eu
vou fazer, >> entendeu?" E aí ele é decaptado, né? >> É. >> E ele já é era já uma forma de preparar os próprios discípulos de João Batista, né? >> Não se ofenda. >> Sim. Isso aí, cara, >> que eu vou fazer. Tem uma cena do agora dessa última temporada do The Chosen que eles vão ali, né, lógico, romantizando e e aumentando a história pra gente ter um seriado, né? >> E aí uma hora tem uma conversa de Judas com Jesus, né? E aí Judas ele fala Assim: "Puxa, mas por que que o Senhor não
pega e faz assim, assim assado tal, né?" Aí Jesus olha para ele e fala assim, de uma forma muito calma, né? Ele fala assim: "Eu não pedi sua opinião". É isso. >> Eu acho que às vezes Deus tem que falar isso para nós, né? Eu não pedi sua opinião. >> Não tenta me ajudar, senão você vai atrapalhar. >> Onde estava você? >> É, exatamente, exatamente, >> Jó. Onde estava você quando eu coloquei os firmamentos? >> É isso. >> Esse é o nosso desafio, né? >> É um baita desafio. >> Confiar e é fácil, né? Confiar
quando tá dando certo, né? É difícil confiar quando não é o que a gente queria, né? >> Exatamente. Exatamente, cara. E é, eu acho que não é só tá disposto a isso, mas é encontrar beleza no meio disso. >> É um passo além ainda, né, >> cara? Você pensa em Jesus, ele é aquele que foi ungido com óleo de alegria como nenhum outro, mas ele é o servo sofredor. >> Paradoxo, >> sabe? Então, não é só tipo, tá bom, Deus, eu sei que eh um dia podem acontecer várias coisas na minha vida, mas tipo assim,
Deus, me ajuda a encontrar beleza no meio disso. >> É, >> me ajuda a ver que isso é uma oportunidade para me parecer com você, para ter o seu coração. Me ajuda para que essa dor seja pedagógica para me lembrar da vida eterna. me ajuda não só a não me ofender, mas a me gloriar no meio das fraquezas, no meio daquilo que, né, leva a gente aos pés de Jesus. Acho que esse é a par. >> E uma e uma outra coisa assim também é a gente entender o qual a perspectiva de sucesso na Bíblia,
né? Porque aquele tem Aquele texto que quando a gente ouve uma história como essa, tanto lá do seu pai quanto do seu irmão, eh, ele até parece mentiroso se você não tem a perspectiva certa, né, que é tudo coopera >> exatamente >> para o bem daqueles que amam >> ao Senhor e foram chamados segundo o seu propósito. >> Aí você fala: "Meu, pera aí, pera aí, de que maneira tudo coopera? Não deu certo. >> Como assim? Coopera pro quê? >> É que bem. E aí a pergunta pro texto é: o que que é estar bem,
né? Se tudo coopera para o bem, então o que que é estar bem? Aí é o próximo versículo, né? Porque ele nos eh nos predestinou para sermos >> semelhantes ao seu primogênito para que ele fosse o primeiro entre muitos irmãos. >> Exatamente. >> Então ele tá dizendo, estar bem não é finanças, não é saúde, não é um Casamento dos sonhos. Estar bem é parecer com Jesus. tudo >> coopera >> conjuntamente para ele formar Cristo em nós. >> Se a gente olhar nessa perspectiva, a gente vai abraçar a tribulação, né? >> Dizendo, "Senhor, é OK, forma
Cristo em mim, né?" >> Isso é, a gente precisa, cara. >> E como é que eh foram esses últimos dias do seu irmão assim? >> Eh, como é que foi você podendo estar com ele ali? Como é que era para ele isso? Assim, >> cara, como ele tava muito, né? Depois que ele entrou no hospital e fez a cirurgia, as bactérias eram muito agressivas, então realmente >> tava mais dopado ali. >> É. É. E aos poucos ele não conseguia interagir muito, né? Ficou bem debilitado. Mas eu percebia nele assim sempre um Semblante de paz e
era muito louco assim, porque no início eh ele demonstrava um zelo com os médicos, >> um desejo de pregar. E eu ficava assim, cara, esse cara tá com câncer aqui no hospital, ele tá preocupado com os outros, ele quer servir os outros, ele quer testemunhar e tal. E aos poucos ele foi ficando debilitado, mas em todo momento assim eu via no semblante dele paz, a paz que excede o entendimento, sabe? Tá, >> obviamente foi uma luta assim para mim, porque é o diabo tentou jogar muito isso para mim, que o meu irmão sofreu demais, que
ele deve ter ficado muito triste no meio disso tudo, preocupado. Mas eu creio que foi uma mentira mesmo, porque eu sempre testemunhei assim o Caio em paz, né? Os pequenas as pequenas expressões que ele conseguia dar de interação, por exemplo, como o Stevão nasceu >> Hum, >> eh e ele tava no hospital. Ah, então nasceu antes dear. >> É, eu lembro um dia que a minha mãe pegou o telefone e fez uma vi de chamada e ele viu o Estevão >> e aí caiu uma lágrima, ele deu um sorrisinho assim. >> Então assim, cara, eu
eu creio que e o Espírito Santo guardou ele mesmo assim. E o Caio carregava muito essa mensagem. Por exemplo, eu lembro quando eu fui casar, meu avô veio e me deu uma quantia De dinheiro e falou assim: "Olha, pro seu casamento". Aí ele chegou pro Caio e falou: "Caio, você ainda é solteiro, mas eu vou te dar agora essa mesma quantia". E aí passou tipo um mês, dois meses, o cai me procurou e falou assim: "Cara, sabe aquele dinheiro que vou deu? Acabou". Aí eu fiquei: "Você tá louco, cara? O que que você fez com
isso?" Aí ele: "Cara, eu ofertei não sei quantos mil para ciclano, eu comprei um móvel para não sei quem. Ele literalmente Pegou uma quantia significativa de dinheiro e abençoou os outros." >> Que legal. Aí, por exemplo, casamento, eu falando sobre o meu casamento, ele vinha para mim e falava assim: "Cara, você acredita que eu acho que eu não vou casar?" Então ele viveu uma vida >> Entendi. >> Parecia que de alguma forma ele sabia, né? >> É doido, né? >> É. E aí o quando tudo acontece, você olha para trás e fala assim: "Cara, >>
você começa a ler, né?" >> Opa. Então, eh, ele tinha isso em vista. talvez não como foi, do jeito que foi, mas ele tinha com certeza um desejo ardente por estar com Jesus. Ele cansava de falar isso pra gente. >> Você relatou até assim, né? Você usou essa frase, né? Se essa mensagem não tivesse me alcançado, eu não sei se eu >> Hum. >> e e eu percebo na minha vida assim, eh, até brinco assim como se fosse várias conversões, né? >> Aham. E e teve um processo muito interessante na minha vida que foi um
encontro com o evangelho da graça. >> E aí eu lembro que foi ali Paul Washer, John Piper, próprio Francis Channy compreender, >> cara, o evangelho da graça, né? O próprio Tin Keller. >> Sim. >> Aí depois eu eu eu um um encontro com o evangelho do reino. >> Uhum. >> né? E compreender o reino de Deus e esse plano de Deus e e de Gênesis Apocalipse e tal, o rei, né? o governo de Deus de forma muito mais ampla. Deus não veio só para curar minha dor de cabeça, ele veio para curar nações e tal.
>> E aí por último agora o evangelho escatológico, evangélio eterno, né? E Compreender a consumação de tudo e o que vai acontecer. Então eu percebo que foram conversões assim, né? >> Eh, como é que foi isso na sua vida? Quando é que essa mensagem entra assim? >> Cara, eu lembro que 2018 eh, no Brasil tava começando a surgir umas heresias sobre a veracidade da Bíblia. Eu lembro que aquilo gerou uma indignação dentro do meu coração, mas ao mesmo tempo eu ouvi uma pergunta do Espírito Santo assim: "Por que você Crê no que você crê?" >>
OK? >> E naquele momento eu precisei ser sincero, que a maioria das coisas eu cria porque eu ouvi alguém me ensinando, >> OK? >> Eu não tinha visto na Bíblia, eu não tinha lido na palavra de Deus. E a partir da minha leitura, desenvolvido essa crença. E eu senti um convite mesmo de rever toda a minha fé. E aí com esse zelo pela palavra eu precisei tipo assim, cara, eu também preciso zelar e preciso ler. Então se eu tô zeloso porque o cara tá falando que a Bíblia não é a palavra de Deus, mas ué,
eu tô crendo em coisas, >> só fica só bravo com o post, mas você mesmo não tem, >> entendeu? Tipo, de alguma forma, né? Não que eu estivesse fazendo aquilo, mas também tinha um descompromisso, um descaso com a palavra. E aí eu lembro que eu comecei a ler e eu comecei a ver que muita coisa que eu tava crendo tava errado. >> Hum. >> Não tava em acordo com a palavra. E foi um processo de realmente desconstrução, assim muito forte. E foi assim, o final foi glorioso, mas foi muito difícil, porque eu fiquei assim, cara,
fiquei em crise. Opa, eu cria dessa forma e agora olha o que que a Bíblia tá falando. Meu Deus, como é Que eu faço isso? E agora como que eu posso ir na contramão se talvez as pessoas que me ensinaram estão crendo de uma forma, eu tô crendo de outra. E eu tinha muito no meu coração desejo de não usar isso pra carne, igual muita gente usa, sabe? Ah, agora eu creio certo, então vou levantar uma guerra aqui. Ah, divisão, não sei quê. É, sim. >> Eu fiquei, cara, o que que eu faço com isso?
E aí, junto com isso, Deus foi me apresentando mensageiros assim, né? Eu Lembro que um amigo falou: "Cara, eu tô fazendo uma mentoria de escatologia com Vittor Vieira". Aí eu, nossa, que legal. Mas eu não tinha, não sabia quem era o Víor. Ele falou: "Olha, vai ter uma aula aberta, entra aí e vê". Aí eu entrei Samuel Wfield falando sobre a mensagem do amigo do noivo. >> É. E foi muito louco, porque na época ele falou assim: "Por que não fazer do Rio de Janeiro um deserto?" E eu: >> E aquilo entrando assim e aí
foi Acrescentando pessoas, mensageiros e de alguma forma isso foi >> e até o Víor Viro falava, né, de de um ecossistema. Exatamente. >> Assim, existe um ecossistema de Deus ali de pessoas que vão derramar na sua vida. >> É, eu fui fruto disso. E aí foi, eu lembro que um amigo meu numa época, ele falou: "Olha, preciso ir na sua casa que eu preciso falar com você". sobre o plano de Deus pra nação de Israel. Aí eu >> quando que você tem um amigo, ó, precisa Ir na sua casa, prepara um café. >> E ele
tipo, sério, não, eu preciso ir. Quando que eu posso ir? Falei: "Ah, vem aqui então depois de amanhã. Sério? Venha, >> cara." Ele entrou, >> ele ficou umas 7 horas falando sobre o plano de Deus pra nação de Israel. E a maioria daquelas coisas, tudo, tudo palavra, não era? Tipo assim, aí eu ouvi ciclano, tipo assim, >> olha isso aqui, cara. Olha Isaías 62, Olha Romanos capítulo 11, olha isso aqui. E a maioria daquelas coisas que eu tava ouvindo, eu não tinha um conhecimento sobre aquilo, eu era ignorante sobre aquilo. Mas enquanto eu ouvia, vinha
um zelo, tipo, você não pode ser ignorante a respeito disso. >> Tanto é que acabou aquela conversa, tipo, literalmente o dia inteiro. Eu falei tipo assim, cara, quais livros eu tenho que ler? Quero me aprofundar nisso aqui. Me fala. Então, de alguma forma, Eh, essa mensagem me alcançou mesmo. Deus, em algumas maneiras, de algumas formas, soberanamente, ele e eu, mas a maioria, mensageiros, amigos, pessoas que foram sendo acrescentadas. E essa mensagem foi ganhando forma. E, tipo assim, cara, essa mensagem feriu meu coração e falei: "Meu irmão, é isso aqui. A gente tem que viver aguardando
o retorno de Jesus. Tudo isso aqui vai passar. A gente precisa engajar a nossa vida com a restauração da nação de Israel. A gente precisa, a gente precisa, se a gente quer que Jesus volte, a gente precisa engajar com o cumprimento da grande comissão, pregar o evangelho a toda criatura, discipulado, tal. Então, foi uma foi um realmente assim um antes e depois, literalmente assim, >> isso é muito isso é muito forte, né? >> Sim. >> Você tem que responder agora >> é >> aquilo que foi a quem muito foi dado, muito será cobrado, né? >>
Não tem mais a desculpa do não sei. Esse amigo acabou com a sua vida nessas 7 horas. >> Acabou com caraca. Obrigado Bruno Miguez, cara, você acabou com a minha vida >> pra glória de Deus. Exato. Tem cara que usa essa expressão, né? O cara me estragou, né? Me estragou porque é isso, cara. Depois que você viu, não dá mais Para desver, >> não dá. >> E é cobrar de nós uma resposta, né? >> É isso aí. >> Eu lembro que a gente plantou aqui a família de Zosascóp e aconteceu um fato muito interessante, assim,
tudo Deus fazendo, né? Eh, quando a gente foi enviado para para essa plantação para começar, eu lembro que era tipo assim junho, maio, sei lá, >> e a minha agenda do ano tava fechada, eu Ministrava em algumas igrejas, tal. Então, a maioria dos finais de semana eu ia estar ministrando em algum lugar, então eu não tava aqui no domingo. >> E aí, tipo, pô, a gente precisa começar, mas eu não tô no domingo. Aí que a gente fez, ó, vamos ter culto de terça. >> Aham. >> E domingo a gente vai fazer nas casas. Então,
a gente inverte. pequeno grupo a gente faz de domingo >> e aí terço a gente faz o culto público, Né? >> E beleza, começamos assim, fizemos então uns seis, se meses assim até que a gente conseguiu alugar o lugar e e aí falou: "Ah, então beleza, vamos fazer de domingo lá, tal". E aí começamos um, dois, três anos. Aí eu lembro, cara, que sei lá, terceiro, quarto ano, a gente recebe um puxão de orelha de Deus, mesmo assim, sabe? Puxa, eu tava entregando para vocês algo específico, entendeu? >> Uhum. E vocês eh Devagar foram indo
para esse lugar automático do que vocês já sabem fazer, né? >> Meu Deus, >> eu quero vocês aqui. >> Vamos. >> Eu quero uma igreja eh que a base dela é nas casas, na comunhão verdadeira. Deus, como que faz isso? Tem mil e poucas pessoas lá. Se vira, né? Não, eu quero uma expressão da casa de oração. A igreja nessa natureza casa de oração é Deus, entendeu? E aí você e e era muito louco porque quando ele nos pediu, por exemplo, nós não sabíamos, cara. >> Aham. >> Nós na raça lá fazendo sala de oração
e sem saber fazer chato, ruim, entendeu? E todo mundo olhando um pro outro falando: "Nossa, é isso aqui, nós vamos fazer e tal." >> Será que Deus está aqui? >> Exato. E aí o Senhor começa a mandar pessoas falando, não é isso que já Sabiam, experiente, os bravos chegaram com, né, eh, uma década de experiência fazendo isso e tal. falou: "Pa, entendi, mas ele deixa um tempão você fazer 100, >> né? E aí eh igreja caseira aprendendo a fazer e tal". Então você vê assim, é isso, tipo, é é uma cobrança, tipo, você precisa dar
uma resposta ao que você viu. >> É isso. Não dá para não fazer nada, né? >> Não dá para não fazer nada, né? E aí na grande comissão a mesma coisa, tipo, eu Quero uma igreja envolvida nas missões e tal, tá beleza, vamos só ofertar? Não, >> preparar pessoas. 100 pessoas estão vindo morar em Bragança por um ano. Só que é incrível, mas é uma loucura. >> Loucura, né? Só um milagre. >> Loucura. Tipo assim, vem morar sem pessoas em Bragança, >> entendeu? Então, eh, mas é, você tem que falar assim, você tem que responder.
>> É isso. >> Você tem que responder. Então, você que tá aqui com a gente, você tá vendo vídeos, você tá ouvindo as pregações, você tá aqui, o próprio desoscópio, você precisa dar uma resposta àilo que o senhor tá falando, né? >> É, cara. dar essa resposta. E aí eu queria até te perguntar, como é que foi para vocês eh dizer sim para essa transição, né? >> Então, como eu disse no início, Bernardo e a Tá e sua família tão e mudaram pra Bragança, né? Aceitaram esse desafio e você nasceu em Niterói, né, cara? Como
é que foi para vocês falar assim para isso? >> Cara, foi um processo, né? Eh, Deus foi muito cuidadoso e em todo momento quando a gente começou a ter uma ideia de que isso poderia acontecer, a gente eh teve um combinado de ser muito calmo e sóbrio. Então, a gente sabe quão complexo é uma transição, né? Não dá pra gente ficar Romantizando. É, é complexo, mas é glorioso. É, >> então quando a gente começou primeiro a gente teve uma transição interna, mas vê aquele sentimento de que seria uma transição completa. Só que em todo momento
a gente ouvi o Espírito Santo falando assim: "Deixa eu fazer". >> Uhum. Deixa eu conduzir, não tenta fazer por você mesmo, não tenta tomar a rédia, Não. E óbvio que foi um um uma coisa que precisou ser gerada dentro da gente, né? A gente nasceu naquela cidade. Eu nunca congreguei em outra igreja. >> Sim, >> eu converti lá e congreguei lá a minha vida toda, né? Mas esse senso de missão de que, cara, Jesus está contando com a gente para algo, >> hã, >> né? Eu acho que isso supera qualquer Custo. >> É, >> sabe?
O custo é muito grande, cara. Tipo, >> é a rede de apoio, a nossa família tá lá, é mãe, sogra, sogro, é a segurança, é nossos amigos, é a nossa história. É, não, segurança assim, com certeza foi um baita livramento. >> Eu fico olhando pra Bragança, fal, >> desculpa aos meus amigos carioca. Só que, cara, quando você bota numa Balança tudo isso diante da do privilégio de você participar de algo que Jesus tá fazendo e que de alguma forma ele tá contando com você, >> hum, >> cara, isso pesa muito mais do que qualquer outra
coisa. Então, eh, a gente sempre tentou viver uma vida desenvolvendo esse senso de missão. >> Eu lembro >> que eu tava no decente de 2020. >> Aham. E teve aquela ministração do Rand Clark sobre as nações e tal. Olha, eh, fecha os seus olhos, Deus vai mostrar uma nação, uma cidade e tal. E glória a Deus, foi maravilhoso. Eu fecho meus olhos, não via nada, nada. E eu fiquei assim, cara, será que eu tô desconectado com isso aqui, Deus? Eh, que que tá acontecendo comigo? E tal. Fiquei mal. Falei: "Cara, acho que eu tô de
coração fechado. Será que tá acontecendo alguma coisa?" Falei: "Nem o Brasil, Deus. >> Não vi nem o Brasil, >> caramba." nem o nem a minha terra. E eu lembro que naquele momento eu tava assim: "Deus tem alguma coisa de errado comigo?" Ele falou assim: "Isso é uma experiência minha, tá? Não quer dizer que quem teve uma visão de uma pai, não é nada disso, mas naquele momento foi muito pedagógico >> que Deus falou para mim assim: "Ó, o seu coração não é de nenhuma nação, O seu coração não é de nenhuma cidade, o seu coração
é meu." >> Uhum. >> "E aonde eu mandar você vai". Então, eh, isso nutriu muito também essa transição nossa. A gente é apaixonado pelo Rio de Janeiro. A gente ama o Rio de Janeiro, apesar dos problemas. É literalmente a cidade maravilhosa. >> Mario é é o povo que mais ama a sua. >> Mas tipo assim, cara, a gente a gente quer participar do que Jesus tá fazendo. E algo que me chama muito a atenção dos heróis da fé é quando o escrito aos Hebreus vai dizer que eles não se lembravam da cidade que eles estavam
saindo. >> Hum. Porque eles estavam em busca de uma pátria superior. Você não se lembrar do lugar que você tá saindo de tão eh de tão focado que você tá nessa nova Jerusalém que vai descer. >> Então acho que de alguma forma, Obviamente é muito precioso Rio de Janeiro, Bragança, mas não tem a ver com Rio de Janeiro, Bragança, Brasil, na óbvio, isso faz parte do plano de Deus, mas tem a ver com uma cidade que Deus preparou, que vai descer, cara. Então assim, a gente precisa viver olhando para essa realidade >> e o nosso
trabalho é preparar um povo para morar nela, né? >> É isso. >> E e é isso. Eu acho que essa palavra, Infelizmente, ela foi meio abusada assim nessas últimas temporadas, foi propósito, né? >> Mas é uma palavra bíblica, né? E Deus tem um propósito para nós e é esse, né, cara? Eh, e sabe um versículo que eh tem queimado meu coração nessa última temporada, assim, a gente tem visto falar muito de ansiedade e tal. E nesses textos sobre ansiedade, um deles Jesus fala assim no cão da montanha: "Basta cada dia o seu mal". E é
um chamado para Viver hoje. >> É isso. >> Então, tipo assim, hoje que que tá na sua mão, sabe? É isso. >> É. E é um chamado a não ficar olhando tanto para trás e nem um pouco pra frente. >> É exatamente. >> É hoje. Hoje você tá no podcast gravando, a gente tá testemunhando aqui. >> Hoje, >> entendeu? E aí daqui a pouco vai Acontecer um outro negócio. Então é tipo, qual é o mal de hoje? Qual é o desafio de hoje? Qual o trabalho de hoje? Qual é a alegria de hoje? >> Hoje
hoje tem com esse café aqui. Eu vou curtir esse café aqui hoje, porque é só o que a gente tem. Agora é isso. >> É só o que a gente tem. >> É isso, >> né? E eu lembro que eu fui muito eh teve um dia que eu tava com com o Paulo Bores aqui, ele veio pregar >> no aniversário da igreja, né? E e ele tava lá no no na no lounge, tal, tomando um café. Aí um dos líderes entrou e fez aquela brincadeira que a gente faz de forma honrosa, né? Falou assim: "Ô
Paulo, pô, você aqui, pô, Paulo, você podia vir morar em Bragança, né, cara? Você podia vir morar em Bragança, tal?" E aí o o Paulo falou assim: "Mas eu tô morando". Aí o cara é, olhou para ele, tipo, é, eu tô, eu, eu tô morando aqui e vou morar Dois dias aqui, meu endereço é de falou, tipo, endereço do hotel, entendeu? E aí, só que foi uma lição para mim. >> Uhum. >> De assim, eu não visito lugar nenhum. >> É. Au, >> eu tô aqui hoje. >> É isso. >> E eu tô inteiro aqui
hoje. Eu não tô esperando a hora de ir embora, >> entendeu? Se for 48 horas, eu moro 48 horas aqui, entendeu? E e cara, aquilo Foi para mim tipo um, pera aí, isso é incrível, né? >> E tem uma fala que eu não sei se é da pessoa mesmo, porque essas coisas vira folclore, né? >> Mas colocaram na boca do >> Barack Obama, né, >> que ele tava numa entrevista, né, com a com a repórter e aí a repórter falou para ele, perguntou assim para ele: "Quem é a pessoa mais importante no mundo para você?"
E ele falou: "Você". >> Uau! >> Né? Por quê? Porque agora nessa uma hora é você. >> Caramba. Quando terminar aqui, com certeza vai ser lá minha esposa, minhas filhas e tal, mas nessa uma hora tô de frente com você, né? E você percebe muito isso em Jesus, sabe? Essa capacidade de viver hoje. >> E eu comecei a entender que isso é eternidade, né? Eternidade não é tipo assim, a gente fica sempre pensando em 1 Milhão, um bilhão, um trilhão de anos, >> mas eternidade é um dia que não tem fim, né? >> Viver plenamente,
né? >> Chama hoje. >> Uau. >> Um dia chamado hoje. >> Muito bom, >> né? E como é que a gente vive hoje? É. >> E aí essa esse tiro de vida peregrino, né, cara? >> Total, total com as mãos leves, com Tudo, sabe? Eu eu tenho aprendido a >> a a não ser o pecado, né, essas coisas, mas para todo o resto não usar a palavra nunca sempre, né? >> Nunca sai de Bragança. Não, eu sempre vou não sei o quê. Fica imaginando Deus assim. Opa, >> opa, notei. Nunca falou um nunca, meu amigo.
>> Opa, olha aí, Miguel, >> pastor. Eu nunca zerei pastor. Aí ele já, opa, aqui o novo pastor. >> Algo que algo que me impacta muito é quando o escritor, os hebreus também vai falar que Abraão peregrinou na terra da promessa, né? É muito doido, >> porque não é só você assim, ah, vou peregrinar até isso se cumprir. Ah, vou viver aqui. Aí quando eu chegar naquele lugar, >> cara, ele tava na terra da promessa peregrinando, >> peregrinando, >> sabe? Então é é realmente olhar. Foi Engraçado porque eh no último aniversário que eu passei com
Caio, um texto que veio no nosso coração foi tipo assim: Deus nos ajuda a contar os nossos dias e ninguém tinha ideia do que que ia acontecer, sabe? Então, é viver a luz dessa verdade. Cara, a gente tá aqui e literalmente a gente não sabe onde a gente vai estar amanhã. >> Sim, >> mas a gente sabe que a gente tem uma bendita esperança. A gente sabe que a Gente vai estar com ele para sempre. E se a gente tá aqui, cara, vamos participar daquilo que ele tá fazendo. Uma vez eu fiquei assim, por que
que a Bíblia diz que Deus é o socorro bem presente? >> É, é. >> É porque ele tá ali por inteiro, né? >> Então, Deus ajuda a gente a viver dessa forma. viveu agora aqui por inteiro. Se eu tô nessa mesa, eu tô nessa mesa. Se eu tô >> com essa galera aqui, eu tô com essa galera. O que você tá falando? É como se ele tivesse assim, eh, eu tô eternamente em Bragança. >> Aham. >> Porque eu tô aqui hoje, >> né? Então, tipo, a gente vai derramar tudo, a gente vai pensar tudo. É
isso. >> Porque essa é a grande estratégia satânica desse tempo, né? É tipo, eh, remorço da do ontem e essa ansiedade pelo amanhã te roubando de hoje, né? >> Tipo, poxa, né? E se o meu irmão acontecer, e se meu filho acontecer alguma coisa com ele, só que ele tá aí do seu lado. >> É isso. >> E você não tá curtindo ele hoje pensando no que é amanhã. >> Pode acontecer. É, então é nos trazer para hoje e de forma muito intensa e dizendo, "Senhor, pertenu aquele texto, né, bíblico que fala eh não sei
se eu não me engano, Thago que fala, você diz: "Amanhã eu vou, amanhã eu vou fazer aquilo". Não é se Deus quiser. >> A Bíblia fala que isso é uma pretensão arrogante, né? >> Pretensão arrogante. >> E é o nosso nossa vida o tempo inteiro, né? Amanhã >> a gente precisa restaurar isso, né, Caro? Se Deus quiser, porque acho que o momento ficou até estranho falar isso, né? >> É, ficou até meio jargão, né? É, >> mas é real, né? >> É, se deixa, tinha uma tinha uma senhora que abençoou muito, né, irmã Marlene. Até
ela veio no podcast, ela tinha 80 e poucos anos, cara. Os caras fizeram pro Instagram, os netos dela fizeram Instagram para ela com 80 e poucos anos. >> Ela explodiu no Instagram, cara. Ela tinha, tipo assim, >> sei lá, acho que ela devia ter uns 2 milhões assim quando ela faleceu, né, no ano passado. >> Caraca. >> E ela veio no podcast, ela foi uma pessoa muito presente na nossa vida. >> E aí era muito da hora porque ela falava de forma meio literal, né? Você fala assim, por exemplo, vamos no podcast. Ela, ó, se
eu tiver viva no mês que vem, pode marcar assim. >> Caraca. >> E cara, de certo, todos nós deveríamos viver assim, né? >> É, é total, cara. Se Deus quiser, cara, Deus tem uma vontade, a gente precisa estar comprometido com ela, né? >> E e isso é glorioso, cara. Cara, obrigado quiser. >> Obrigado por esse tempo aqui. Foi muito abençoado testemunho e assim tô muito eh muito encorajado em perceber aquilo que o Senhor vai fazer nesse tempo agora. Obrigado pelo sim de vocês. >> Dizer assim em nome do Desascópio da família Desascópio que é um
privilégio ter vocês por perto aí. Agradecer demais Ao pastor Felipe, né? e toda a liderança da Novos Comços por eh nos dar esse tesouro, nos liberar aí esse tesouro. Tenho certeza que muito do que você recebeu lá e você aprendeu em todo esse processo, você vai poder servir essa galera aqui >> e vai ser uma troca bem interessante. >> Certeza para cima. É, nós estamos junto. >> Deus abençoe eh essa nova etapa aí e conta com a gente. Obrigado você que tá aí e ouvindo a gente, assistindo. Eu Queria te fazer um pedido, cara. Eu
acho que esse podcast precisa chegar no coração, nos ouvidos de várias pessoas que talvez estão passando processos muito parecidos e e podem ser encorajados firmar a fé através desses testemunhos que a gente ouviu aqui. Então, pega esse link, manda para uma galera aí que veio no seu coração enquanto você ouvia, assistia, eh, talvez uns grupos de WhatsApp aí que você lembrou também. Se inscreve aqui no Canal e deixa um comentário, você ajuda a fazer esse vídeo chegar mais longe. Deus abençoe você e não se esqueça, você é uma cópia de Jesus. Valeu. >> A conferência
Talmedim é um chamado de volta ao discipulado saudável, ao evangelho vivido e a formação que gera Cristo em nós. Se você não quer apenas saber sobre Jesus, mas se parecer com ele, então esse chamado é para você. Inscreva-se agora. Tô aqui para agradecer você que tá Sempre aqui com a gente no podcast Disascope. Eu espero que você tenha sido abençoado pelo nosso canal. E eu queria te fazer um pedido. Será que você poderia se inscrever aqui no canal? A gente pega às vezes as estatísticas, a gente sempre vê que tem um grupo muito grande de
pessoas que assiste, mas não é inscrito. Quando você se inscreve, é uma forma gratuita de você dizer: "Ó, isso aqui é relevante e nos ajudar a alcançar mais pessoas". É uma forma maravilhosa De agradecer se você é abençoado pelo movimento Desascop. Agora tem mais uma forma de você poder abençoar tudo que tá acontecendo aqui. É se tornando um membro aqui do canal Disascópia. se tornando um disascops, né? E você pode então eh ser membro, você vai estar contribuindo financeiramente para toda a equipe que tá por trás aqui trabalhando, produzindo conteúdo para mais pessoas se parecerem
com Jesus. Então, se você pode fazer isso, vai est abençoando muito o Movimento então tá aqui, é só você clicar e se tornar um membro do nosso canal Disascof. Deus abençoe você.