olá bem-vindos ao doxa e episteme hoje temos mais um episódio do bloco filosofando em casa como resumo da obra introdução as lições de estética rei eu vi a sua própria aparência arte nos faz entrever alguma coisa que ultrapassa a aparência o pensamento referências publicadas a título póstumo em 1832 as lições de estética retoma os cursos grátis por Raquel 1770 na 1831 na universidade de Berlim de 1818 a 1829 nesta introdução o autor defende projeto de uma filosofia da arte modos de manifestação particular do Espírito a arte deve ser objeto de um estudo racional capaz de
restituir o significado de enchimento do século 18 a estética suscita inúmeros de Max que tratam da definição do seu objeto o problema é saber se o Belo tem fundamento objetivo nesse e a estética Pode terminá-lo racionalmente Um fundamento subjetivo nesse caso a estética se torna análise do sentimento de prazer ou do julgamento do gosto jeito o rompe com seus predecessores e definindo a estética como a ciência do Belo compreendendo belo como a obra do Espírito se dá de forma sensível a revelar-se a si mesmo trata-se de reconciliar a sensibilidade com a razão a subjetividade como
a objetividade problemática o qual é a essência da arte Qual é a sua finalidade Qual é a sua relação com a verdade para responder essas questões trata-se de pensar a arte no quadro de uma filosofia do Espírito criticando as opiniões filosóficas ou comuns já deu redefinir os conceitos de Belo e de aparência para mostrar que a arte não se subordina a natureza mais espinha vida do Espírito deve essencial e a superioridade do Belo artístico sobre o pelo natural por Belo criado pela arte está acima do Belo produzido pela natureza na medida em que ela é
obra do espírito e que tudo que vem do espírito é superior a natureza o belo natural só existe pelo e para o espírito humano de um contempla-se um objeto natural suscita Nossa admiração é porque nosso espírito Capitão nele o seu próprio reflexo o belo artístico é o resultado do trabalho da meditação pelo qual o espírito toma consciência de si mesmo exteriorizando-se em suas obras ele tem portanto mais realidade do que o belo natural que um simples estado imediato que não tem consciência de si mesmo a não tem por finalidade imitar A Natureza Contra a tradição
proveniente da poética de Aristóteles além do senso comum filho rejeita a tese segundo a qual a arte tem recurso finalidade a imitação é da natureza arte não consiste em reproduzir habilmente a realidade ele copiar se aumente o modelo natural preexistente ela representa não objetos exteriores produzidos pela natureza mas objetos interiores as ideias produzidas pelo pensamento portanto a arte não é o espelho do mundo natural mas o reflexo do Espírito não é uma ilusão a metafísica platônica que o põe aparência sensível à realidade inteligível desvaloriza arte imitação de um objeto sensível O que é simplesmente uma
cópia integrada da ideia a arte é apenas uma aparência de uma aparência um impede o acesso a verdadeira realidade cheio vai inverter essa crítica mostrando que aparência criada pela arte não poderia reduzir-se a uma ilusão enganadora ela é necessária A Essência que para ser deve aparecer longe ocultar verdade a obra de arte Assis obras EA revela sobre uma forma sensível só que sete definição decisório que vai ser pior ainda é Preciso com seu mais alto destino é algo do passado mas o espírito não pode realizar-se e reconhecer-se plenamente nessas manifestações sensíveis que seguidas de si
mesmo que são Afinal as obras de arte o absoluto deve manifestar-se nas normas culturais mais altas que são por essência e conservadas do sensível que no caso são a religião EA filosofia no momento em que a filosofia aprendeu de novo a verdade da arte o espírito que chega a plena consciência de si não tem mais necessidade de imagem sensíveis para representar se a si mesmo e nesse caso arte está o passada afinal ela perdeu o sentido que tinha para o espírito conceitos Belo manifestação sensível da verdade não se reduzindo a uma forma ideia abstrata Platão
nem a um efeito do julgamento do gosto Kant o belo é segundo reino um conceito inseparável da sua realização concreta nas obras de arte aparecer movimento pelo qual uma essência tão uma forma sensível é preciso diferenciar aparência própria arte onde a realidade sensível é transformada para manifestar um conteúdo espiritual da simples aparência onde a realidade sensível imediata retomada ilusoriamente pela realidade verdadeira estética do grego as teses sensação a palavra aparecer baugarte em 1750 e designa o conhecimento sensível e depois a reflexão sobre o belo em reino a estética é análise conceitual do Belo artístico e
o estudo histórico das diferentes formas artísticas onde desenvolve Ok por hoje é só até o nosso próximo vídeo foi casos têm gostado do vídeo tem um like a assine E compartilhe com os amigos todo comentário é bem-vindo forte abraço e Vitória sempre um oi mamãe mamãe mamãe Pig