e o que fazer com as estereotipias dos nossos pequenos quando a gente precisa intervir nos movimentos repetitivos ou naqueles naquelas salas repetitivas em função o Pires Pires são aqueles comportamentos repetitivos que muitas crianças com autismo apresentam principalmente depois dos dois anos didático então podem ser aqueles movimentos com os bracinhos pode ser correr de um lado para o outro pode ser procurar ângulos com os olhinhos perto da parede pode ser ficar pulando ficar em buscas sensoriais pode ser ficar repetindo coisas em função com a sem função de comunicação só com a função de autoestimulação vários comportamentos
repetitivos que às vezes são muito chamativos e que outras vezes podem ser dentro da cabecinha das crianças e que pode ser que a gente pouco perceba que elas estão fazendo as estereotipias tem como principal função autorregulação da criança muitas vezes por as crianças terem alterações sensoriais graves importantes ela e fazem uso de movimentos de repetições para se regularem pode ser que as estereotipias tem outras funções também algumas vezes quando a criança aprende que determinada ação por exemplo faz ela se esquivar de tarefas ela pode repetir com essa função e podem ter Outras funções que são
mais de mais raras de se ter e que o analista do comportamento um terapeuta comportamental vai saber identificar mas na grande maioria das vezes essas altas estimulações São por conta de alterações sensoriais então e quando essas estereotipias precisam de ajuda a precisão de intervenção quando elas trazem prejuízo para as pessoas que assistem ou para outras Por exemplo quando isso envolve agressão física quando ela se machucam ou machucam os outros por causa dessas necessidades sensorial ou quando traz uma alteração de atenção tão grande que a criança não consegue parar de fazer aquele movimento e ekele tem
outras necessidades mas não consegue parar de fazer aquilo Então como que a gente intervém qual é a conduta para ajudar nesses momentos e nessas situações é sempre tentar redirecionar para alguma outra atividade que traga Sensações parecidas mas que sejam mais funcionais E que sejam melhor para aquele indivíduo Por exemplo quando a criança se morde e muitas crianças têm calos nas mãos de tanto se morder que às vezes pode ser por uma questão sensorial existem mordedores que coloca num colar e que a gente pode redirecionar dizer eu entendi que você precisa morder Tá tudo bem mas
aqui não morde esse e a gente e redirecionar para o que é mais adequado em melhor para ela uma outra coisa também por exemplo uma criança que têm busca sensorial que precisa o tempo todo ter a necessidade de pular ou de perceber existe e ativas que as terapeutas ocupacionais e entendem como roupas de compressão algumas outras questões que ela usa pra ter as que aquela mesma sensação que não precisa de tanta busca de tanto sacrifício da própria pessoa ou da própria criança esse assunto é importante tem muitos outros aqui no canal já Aproveita e se
inscreve e dá um joinha nesse vídeo manda para alguém que você sabe que precisa ouvir isso e o que a gente precisa também fazer é uma análise e funcional desse comportamento precisamos Entender no ambiente se tem alguma coisa desregulando essa criança que ela precisa ficar tanto em busca ou se são questões neuroquímicas e também uma discussão em equipe multidisciplinar junto com um médico para ver se eventuais questões ele tem quais medicações podem ajudar mas sempre o nosso foco tem que ser na criança ou na pessoa que tem as estereotipias O que é bom para ela
e o que ela precisa e não do que nós achamos que ela tem que fazer o deixar de fazer é muito importante cuidar dos fatores que podem estar desorganizando estressando essa criança porque as estereotipias e as regulação EA necessidade de regulação vem muitas vezes porque elas estão no ambiente alterado e quando eu falo sobre ambiente cuidar do ambiente eu não tô falando sobre do ambiente físico só de cuidar de luzes sons alterações e quantidade de estímulos alterações e de estresse físico para criança também tô falando de demandas excesso de demandas de cuidado com como nós
falamos e o que nós estamos pedindo para essa criança se ela tá ficando irritada se ela tá ficando muito alterada como é que nós estamos conduzindo as terapias conduzindo dia a dia dela eu espero que te ajude com seu pequeno e lembra que o nosso foco tem que ser sempre como é que tá esse outro ser essa E ela tá bem ela tá sorrindo eu aparece tá feliz ela parece estar organizada o nosso foco é Nossa referência tem que ser o bem-estar dela então traz o seu olhar para este ser traz o seu olhar para
criança eu espero que esse vídeo te ajude a fazer isso beijo e até o próximo tchau tchau E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí