e podemos começar sobre Da onde saiu essa jornada do Herói foi o Joseph Camp começou isso eu ia falar jof jofrey Camp foi ele começou e já ex essa ideia da Jornal do Herói é é um é um mito antigo quem quer começar a falar sobre isso aí vamos lá e no básico né vê se vê se os nossos queridos Mestres em resumo em um tweet eu diria que a jornada do Herói é uma arquitetura narrativa que o Joseph cbell enxergou como um quase padrão um monomito é o que ele chama de monomito exato É
um um quase padrão de Passos né dentro dessa arquitetura de narrativa que as grandes histórias parecem ter em comum serve como um tweet essa explicação rápida podemos expandir claro eu acho que o que você falou é muito válido que ele observou né e inclusive o é o Christopher vogler que daí desenvolveu um pouco depois o o tema ele fala que essa é uma estrutura observada e não criada ou seja ele estudou as principais histórias objetivo de Joseph cbell não era dar instruções para escritor ou para cineasta não é um manual não quando ele fez isso
era um livro acadêmico que ele tava falando sobre as pesquisas dele onde ele estudou várias mitologias de várias regiões culturas diferentes do mundo e ele chegou à conclusão de que todas essas mitologias tinham características semelhantes então o grande acerto de kbell foi encontrar as semelhanças em diferentes histórias lendas mitológicas ao redor do mundo e colocar isso através de etapas que não são necessariamente seguidas a risca em todas essas mitologias mas que servem como um guia para aquilo que seria o padrão ideal do que é a jornada do Herói E aí ele vai colocar isso como
sendo uma estrutura básica para se contar história como a gente conhece hoje o Guilherme Tem uma parte aí também de moral daquele negócio de moral da história de ensinar essas histórias antigas de Guig essas mesmo a Bíblia essas histórias tinham fundo moral também sim o cbell ele entende Jal como uma estrutura simbólica e uma estrutura simbólica né O que que é um símbolo ele sempre é alguma coisa que contém uma uma pluralidade de significados dentro daquilo e o a moral o que que é moral moral é o estudo dos Mel há dos hábitos que elevam
os homens Então quando você tem todos os homens são capazes de hábitos né É próprio dos homens porque os animais na visão aristotélica eles são movidos pelas suas paixões então basicamente os animais determinados pel paixões os homens podem deliberar sobre as suas paixões dado que eles podem ser senhores das suas paixões os homens são capazes de hábitos que elevam eles Ou pioram eles hábitos que eleva os homens são virtudes hábitos que pioram os homens são vícios sempre ait ura e tem eh desde o início ela tem exemplos de vida então Aristóteles por exemplo classificava a
literatura de acordo com o nível da discussão eh esse nível da discussão tem a ver com a ascensão do homem ou a queda do homem então tudo que é ascensão o termo clássico é comédia por isso que você fala por exemplo que A Divina Comédia é uma comédia não Porque é engraçado mas porque o personagem termina melhor do que ele começou ele passa do inferno e vai subindo a tragédia tem o vetor oposto que é você começa lá em cima e vai descendo n então ele termina pi pior do que ele começou e aí ele
só separa entre o épico que é aquele que trata dos Deuses então aquilo que mostra o exemplo dos Deuses então a eliada por exemplo é o épico porque os deuses estão atuando na eliada Depois tem o heroico que é a história dos Grandes Homens A aí Claro tem esses dram de ascensão e queda que é o drama intermediário dos homens e o mais baixo dos gêneros PR Aristóteles é a ironia a farça é a ironia mais baixa é o que a gente faz basicamente a ironia mais baixa não porque a ironia seja totalmente Desprovida de
a sátira a ironia mas porque ela simplesmente tá abaixo né então você tá sempre abaixo da situação sim o que gera o efeito cômico na verdade da ironia que é cara tudo tá meio absurdo tudo tá meio ridículo E tá lá nessas histórias todas e sejam os deuses ou Ascensão do homem ou a queda você pode aprender por meio da literatura exemplos de virtudes exemplos de vícios Então até o própria expressão dos vícios pode ter um significado eh moral no sentido que você aprende com a queda daquele personagem você vê que ele se deu mal
você vê o efeito da daqueles daqueles males o efeito das escolhas dele das escolhas dele ou você também pode ver no oo contrário você vê um personagem que se elevou que cresceu e você aprende desse modo Então as lições Morais da literatura elas podem extrapolar Inclusive a vontade do autor Como assim porque as pessoas acham às vezes que o autor faz tudo como um código secreto né como se el tivesse de todos os significados possíveis se ele tivesse consciente de todos os significados mas por definição a a literatura ou as histórias tem uma multiplicidade de
significados e então o autor não é que ele faz um código secreto é que você consegue extrair uma série de leituras do que ele fez Claro ele tem a experiência de vida dele ele tem você consegue sentir em muitos autores uma intenção e do que ele quis passar a vida dele Impact um tema que ele quer trabalhar mas você pode às vezes derivar o significado oposto do que eh o autor quis um exemplo os no filme Matrix que é famosíssimo a pílula vermelha do Matrix original mente né tinha uma conotação seguinte bom o mundo é
controlado por máquinas tem o sistema tinha azul e a vermelha a azul e a vermelha a azul é você ficar preso na ilusão você ficar você tá preso nesse mundo controlado não desperta a vermelha é você descobrir a realidade desconfortável quando fizeram o filme Matrix a cabeça deles era oferecer pro baldr ilar que eles tinham muita influência baldar que era um filósofo pós moderno que falava que as categorias estavam se dissolvendo aí o baldr ilar olhou pro Matrix e falou esse filme filme não dá o filme é de direita o filme tá direitista demais oos
cara falou pô por que que o filme tá direitista porque vocês fizeram uma separação entre o falso e o verdadeiro e toda a minha obra para falar que as categorias não se eh se misturam e e claro essa metáfora da da pila azul e vermelha lembra a caverna do Platão que você sai do mundo das aparências e vai pro mundo da realidade Então embora e tem gente que escolhe inclusive como cipher né escolhe ficar no mundo da ilusão ficar no mundo da ilusão como os caras que tão acorrentado querem ficar naquele mundo mesmo vendo as
sombras bif aquele f gostos é eu também ficaria tentado com aquele então a intenção ele que que ele F desculpa Guilherme ele só fala assim me faz rico e eu não quero lembrar de nada como que é ele é alguma coisa assim né notoriamente Fala ignorância é uma benção é ignorância eu sei que esse bife não é real mas bota na boca aqueles sucos Então esse exemplo do Matrix é bom porque a intenção da criação dele é foi interpretado como exatamente o oposto imediatamente depois da in fal que quando uma obra é lançada ela deixa
de você deixa de de ter domínio e ela vai criar um significado aut é porque ela vai ter uma multipar de significados porque ela tem objetivamente um significado que tá lá e que você vai conseguir extrair Então o que o Campbell tá fazendo Claro o camp é um pouco entre aspas pretensioso porque tá falando que esse é o único mito que existe essa monomito implica que é todas as histórias voltam para isso que até a crítica do Token é campel é falar cara campel exagerou aqui não é que essa estrutura não existe mas tem outras
estruturas que não são apenas essa mas de qualquer maneira essa estrutura do Cell ajuda muito a entender eh o que acontece em várias obras de são grandes histórias e tal certa maneira um descortinar né de é meio que você mostrar o código da Matriz por trás de grandes histórias e não deixa de ser um você fala tá tô entendendo porque que a gente se identifica tanto com esses personagens Y