Olá a todos sejam bem-vindos ao canal anatomo funcional eu sou o professor Rafael Miguel da Universidade Federal de Alagoas e hoje a gente vai começar a estudar as ciências morfonais hoje nós estamos dando início a primeira aula sobre as ciências morfológicas Nesta aula a gente vai estudar não só apenas os conteúdos de anatomia Mas também quando pertinente conteúdos de histologia embriologia e também de citologia afinal de contas todas essas três áreas integram as ciências morfológicas pois bem a palavra morfologia ela deriva do grego né morfe quer dizer forma e Logos quer dizer estudo então a
morfologia aquela ciência que vai se deter ao estudo da forma esse termofologia ele é relativamente recente a princípio existia apenas a anatomia humana então todas as demais áreas da morfologia são de fato Ramos da anatomia humana então com Advento do microscópio surgiu-se o estudo das células e dos tecidos então a histologia e a citologia estão dentro da anatomia microscópica embora esse termo não seja tão usual né de fato a histologia e biologia celular compreendem a anatomia microscópica da mesma forma que é parte da embriologia está dentro da anatomia do desenvolvimento então a histologia a biologia
celular e a embriologia que são Ramos da anatomia começaram a fazer parte de uma ciência maior designada como ciências morfológicas e essa parte da ciências morfológicas que nós iremos estudar ao longo deste módulo como eu acabei de mencionar nós temos alguns Ramos da anatomia anatomia microscópica como eu já comentei que é astrologia anatomia desenvolvimento que eu já comentei com vocês que a embriologia mas existem também outras temos anatomia macroscópica que a gente conhece basicamente como sendo anatomia a anatomia sistêmica que aquela anatomia descritiva que ela vai falar vai abordar a morfologia dos órgãos de um
determinado sistema independentemente de onde esses órgãos estejam distribuídos ao longo do nosso corpo a exemplo nós temos o sistema respiratório por exemplo que ele está localizado tanto na região da cabeça como no pescoço como no tórax então a gente não vai se limitar a estudar apenas um órgão que está no tórax o órgão que está no pescoço o órgão que está na cabeça mas sim todos aqueles sistemas que integram todos aqueles órgãos que integram aquele determinado sistema que nós estamos abordando Então isso é anatomia sistêmica temos anatomia topográfica que vai estudar aquela região do corpo
então se eu digo que eu vou ajudar a comida do pescoço e vou ver todos os órgãos do pescoço então a região de nossa laringe a região é das nossas glândulas para tireoide Nossa glândula tireoide os grandes vasos do pescoço vejo lá até a Carlota comum cargote da externa calota interna a parte da musculatura então Todas aquelas estruturas que estão localizadas no pescoço eu vou estudar e vou manter né vou realizar a comparação a relação que uma estrutura mantém com a outra isso é anatomia topográfica é anatomia daquela região por isso também é chamada de
anatomia regional tá ela também topográfica ela é muito importante especificamente para os profissionais da cirúrgica eles têm que conhecer bem a localização de cada órgão em relação que cada uma estrutura daquele segmento do corpo faz com a né daí a importância ave minha radiológica que anatomia por imagem né não apenas anatomia por radiografias hoje a gente também tem ressonância magnética tomografia computadorizada tudo isso permite que se Analise a forma de um segmento de uma região do nosso corpo sem precisar fazer nenhum tipo de secção Então isso é anatomia radiológica temos Anatomia de superfície que vai
estudar a morfologia dos órgãos e sistemas a partir dos relevos que se faz sobre a superfície do corpo esses relevos podem ser causados por vaso sanguíneo por nervos podem ser causados por músculo e também por Acidente isósceles temos anatomia artística que é quando se aplica ao conhecimento da anatomia Nas artes e anatomia comparada que é basicamente a O Carro Chefe da medicina veterinária das ciências biológicas também quando se estuda a relação dos órgãos e sistemas a partir da comparação um grupo para outro ou de um grupo com a espécie humana Então faz essa comparação né
daí anatomia comparada quando Nós pensamos no corpo humano a gente tem que entender néctar o como toda a matéria que existe no Universo são formadas por átomos Nós também somos formados por átomos então nós podemos analisar né o corpo Iniciando em um nível químico e partindo até o próprio organismo então no nível químico nós temos os átomos nós temos as moléculas que vão estar compondo é o nosso corpo essas essas moléculas vão ser agrupar formando Então a nossa célula que é o menor componente vivo dos seres vivos na menor componente funcional nós temos são as
nossas células essas células vão se agrupar formando tecidos cada um desses tecidos com algumas características específicas que veremos mais adiante os tecidos diferentes eles vão se unir formando órgãos que é o nosso nível orgânico esses órgãos se interligam compreendendo os nossos sistemas e os sistemas todos se agrupam formando o nosso organismo nós possuímos no nosso corpo de forma mais genérica 11 sistemas nós temos o sistema tegumentar formado pela pele e os seus anexos onde nesses anexos incluem as glândulas sebáceas glândulas pelos unhas cabelo tá temos o nosso sistema esquelético formado pelo sistema ósseo e pelo
Sistema articular o sistema muscular o sistema nervoso e sensorial temos o nosso sistema endócrino o nosso sistema vascular sanguíneo o nosso sistema vascular linfático o nosso sistema respiratório o digestório o sistema urinário e os sistemas reprodutores masculino e feminino Quando vamos realizar um estudo de uma ciência nós temos tegumento que cada ciência utiliza uma linguagem própria na anatomia essa linguagem está contida dentro da terminologia anatômica antigamente uma mesma estrutura tinha várias designações tinham vários nomes diferentes isso dificultava um pouco a questão de estudo porque às vezes uma estrutura que já foi descrita por um autor
era da escrita também por um outro ator que não sabia que essa essa parte essa estrutura já tinha sido descoberto já tinha sido descrita então na ciências da anatomia existe a tecnologia anatômica internacional que surgiu pagar padronizar todos os nomes de estruturas do nosso corpo dentro das regras que compreendem a tecnologia nós temos que cada estrutura vai ter apenas um único nome esse nome ele tem que ser dado em latim e cada país é livre para poder traduzir para sua língua de origem tá então nós utilizamos o nome dos órgãos e sistemas que é traduzido
do latim para o português também foi é determinada a extensão dos hopônimos O que são hipônimos são os nomes próprios então era comum um pesquisador descrever uma certa região e colocar o nome dele né então isso é poema então a partir de então foi excluído os epônimos cada estrutura anatômica ela tem que falar algo sobre ela né tem que falar sua localização tem que falar sua forma tem que falar sua função mas os termos anatômicos eles têm que ser Auto explicativos ele tem que dar algum sentido para que não fique é apenas limitado a pura
decoração tá E além disso nós temos também algumas abreviações previstas na tecnologia anatômica então quando a gente vai escrever abreviação de artéria nós podemos colocar um a com ponto de veia um Vê com ponto nervo um n e um ponto ramo um r e um ponto linfonodo o LN e um ponto Caso seja no plural se Dobra a última letra né então a artéria seria a a ponto veia VV ponto nervo nervos no plural nn. Ramos RR ponto e linfonodos LN ponto tá Então essas são algumas abreviações permitidas também pela terminologia anatômica internacional visto isso
né também Precisou se delimitar em qual posição o corpo Ele deveria ser estudado Olha se você está estudando o corpo humano com a palma da mão voltada para frente você vai ter uma certa descrição das estruturas se você vira a palma da mão para trás obviamente que as estruturas elas vão ser um pouco diferente então para evitar essas redundâncias determinou-se que todas as estruturas anatômicas deveriam ser descritas em uma determinada posição essa posição na qual todas as estruturas tem que ser descritas é conhecida como posição anatômica na posição anatômica os pés eles devem estar Unidos
os membros inferiores é esticados eretos e Unidos a coluna deve estar ereta com os membros superiores estendidos ao longo do corpo e as palmas das mãos voltadas para frente a cabeça também deve estar ereta com a face voltada para frente e o olhar dirigido para o horizonte então todas as estruturas do nosso corpo Quando nós vamos descrevê-las nós temos que levar em consideração que o corpo humano está seguindo estas características esta posição e como é que o nosso corpo ele é dividido é ao longo da nossa vida muitas vezes Nós aprendemos que o corpo humano
é formado por cabeça tronco e membros quando na verdade nós temos o pescoço também como segmento corporal né o pescoço ele seria parte da cabeça ou seja a parte do tronco nenhum nem outro pescoço é um segmento então nosso corpo se divide em quatro partes cabeça pescoço tronco e membros a cabeça por sua vez se subdivide em um viscerocrânio Esse vício era grande forma o esqueleto da nossa Face e um neurocrânio também chamado apenas de crânio onde esse crânio ele vai estar localizado na região superior e posterior da cabeça limitando as estruturas do nosso sistema
nervoso Então os nossos ossos frontal os nossos ossos parietais oxipital esse fenoide e etmoide que estão limitando a cavidade craniana dentro da qual está o nosso encéfalo pertencem ao neurocrânio Então os ossos do neurocrânio eles mantém uma relação Direta com o encéfalo e quanto que os ossos do vícios ossos da face não mantém essa relação direta temos o pescoço também como segmento e no tronco nós podemos observar cinco componentes o tórax o abdômen a pelve o Perine e o idoso o tórax é a região superior do tronco essa região ela é separada do abdômen por
uma musculatura pelo músculo diafragma que forma um limite físico separando tórax do abdômen no tórax nós vamos encontrar os nossos pulmões brônquios traqueia o nosso coração dentro de outros órgãos como tímulo esôfago então tórax é o segmento superior do nosso do nosso tronco quer dizer o abdômen é o segmento que se localiza inferiormente autórax e se continua com a pelve não existe um limite físico que separe a pelve do abdômen Como existe um limite entre o abdômen e o tórax então por isso que é muito comum chamar a cavidade de cavidade e abdomino pélvica Porque
de fato é uma cavidade contínua Não Existe limite que separe o que é pelve do que é abdômen o peguinha é região inferior que reveste nosso osso do quadro inferiormente É nesse período que nós vamos estar encontrando a genitália externa E também o orifício anal né então Peguei toda aquela região que está fechando inferiormente a nossa pelve tá e a região posterior do nosso corpo que é o doce Então essas são as cinco partes do nosso tronco e os membros se subdividem por sua vez em membros superiores e membro inferiores tantos membros superiores como os
membros inferiores estão fixados no nosso tronco os elementos que fixam o membro no tronco é chamado de raiz também conhecido como símbolo então a raiz do membro superior é o ombro e a raiz do membro inferior é o quadril a raiz do membro superior é formada pelo osso clavícula e pelo osso escápula enquanto que a raiz do membro inferior é formado pelo osso do quadril antigamente também conhecido como bacia Tá mas o nome dele é de fato é osso do quadril nosso corpo ele ainda vai apresentar algumas cavidades nós vamos ter a cavidade do crânio
onde essa cavidade do crânio vai conter o nosso encéfalo encéfalo é o nome que se dá a toda porção do nosso sistema nervoso central que está localizado dentro da cavidade craniana então o encéfalo é formado pelo cérebro tronco encefálico e pelo nosso cerebelo tudo que está dentro do crânio da cavidade craniana é o nosso encéfalo temos também o canal vertebral que nós vamos encontrar a nossa medula espinal E também o início dos nossos nervos espinais a cavidade torácica nós podemos observar que nela vão existir a cavidade pleural que é par tem uma cavidade pleural direita
e uma cavidade pleural esquerda onde Dentro desta cavidade vai estar localizada o nosso os nossos pulmões né estão localizados dentro da cavidade pleural e essa região que está entre os pulmões posteriormente é o nosso osso externo e na frente das nossas vértebras é uma cavidade chamada mediastino tá então medestina é uma cavidade central do nosso tórax e dentro do mediastino na porção central do medicina nós vamos encontrar a cavidade perica e essa cavidade predica vai ser formada por membranas que vão estar envolvendo o nosso coração por fim temos a cavidade de abdominopédica como eu acabei
de mencionar no slide anterior não existe um limite físico entre cavidade abdominal e cavidade pélvica tá de forma geral a carta de abdominal vai estar localizada vai estar contendo os nossos órgãos do sistema digestório enquanto que a vida de pélvica vai estar Contendo a posição final dos intestinos e também os órgãos do nosso aparelho urogenital nesta outra imagem nós conseguimos observar aqui no tórax as cavidades pleurais né a direita e a cavidade plural esquerda aqui no centro nós temos uma destino e na porção média do mediastino nós encontramos a cavidade pelica que vai estar contendo
o nosso coração quando a gente tá falando de morfologia nós precisamos ter alguns conceitos em nossa mente tá como a gente vai ver ao longo deste módulo o conjunto formado pelo epitélio de revestimento juntamente com o tecido conjuntivo que está coladinho nele nós chamamos de membrana então quando a gente tá falando de membrana e morfologia nós estamos falando de um epitélio de revestimento juntamente com seu tecido conjuntivo que está adjacente os dois tipos principais de membranas que nós vamos ter no nosso corpo são as membranas mucosas e a membranas serosas a mucosa ela vai revestir
aquelas cavidades cujo a luz nessa região central dessa cavidade vai ter uma comunicação com meio externo exemplo o nosso canal alimentar né nosso tubo digestório vai da boca até o ânus o conteúdo que passa pelo interior da boca ele tem uma comunicação nesse conteúdo ele consegue seguir até o meio externo Então as mucosas vão estar formando estes órgãos cujo a luz cuja região interna pode manter comunicação com a região externa então nós encontramos isso no canal nas vias respiratórias e nas vias urinárias principalmente Essas mucosas são formadas então também por esse epitélio de revestimento como
eu já mencionei para você e o tecido conjuntivo que está subjacente a esse epitélio afinal de contas é uma membrana ao tecido conjuntivo que está subjacente a epitélio das mucosas chama-se lâmina própria então nome na própria o nome dado ao tecido conjuntivo que está subjacente ao epitélio da mucosa já esclerosas que vão estar revestindo a cavidade peritoneal pega e cárdica e pleural elas vão delimitar cavidades fechadas do nosso corpo então por exemplo a cavidade deve dominar pélvica é recoberta pela acerola que é o peritônio Então pega e tônico que está revestindo a cavidade abdomino pélvica
ele tem um epitélio de revestimento e vai ter também um tecido conjuntivo subjacente porque ele é uma selosa tá da mesma forma que aqui na cavidade nós temos as pleuras que também são acerosa e o pericardio que também é uma serosa tá a esclerosas elas sempre vão possuir dois folhetos duas de lâminas uma que está coladinha no órgão que vai ser o folheto visceral e uma que vai estar revestindo a região daquela cavidade na parede daquela cavidade que vai ser o folheto parental bem visto isso vamos dar seguimento com outros conceitos primeiro o conceito de
normal então para anatomia O que vem a ser normal o normal é aquilo que é mais frequente é aquilo que é saudável tá então por exemplo nessa imagem é normal o pulmão direito ter três lobos um dois três e o esquerdo ter dois lobos isso é normal só que nós podemos ter ainda variações anatômicas O que vem a ser uma variação anatômica é uma alteração na forma uma alteração morfológica porém que não acarreta em alterações funcionais nesse caso daqui nós temos por exemplo um pulmão direito e esquerdo ambos com três lobos isso vai alterar a
função do pulmão não então alterações na forma que não prejudicam a função são conhecidas como variações anatômicas existem alguns fatores que podem favorecer a presença de variações anatômicas por exemplo a idade uma criança Ela tem mais ossos do que um adulto com o passar do tempo o que eram três ossos na criança por exemplo vão se funcionar formando um osso único na criança a bexiga está mais superior penetrando penetrando dentro da cavidade abdominal no adulto a bexiga ela limita-se na carta de pélvica acendendo pro abdômen Apenas quando ela está cheia Então são algumas variações de
acordo com a idade obviamente Nós também temos variações de acordo com o sexo no formato do quadril a largura dos ombros as mamas Então são algumas características que diferem dos Sexos entre os sexos a etnia né também predispõe o tipo de variação atômica ou outra se vai ter um olho mais puxadinho isso vai ter o olho mais aberto se vai ter o nariz mais elevado você vai ter as narinas mais dilatadas então só características étnicas tá e o biótico nesse aquele indivíduo ele é longe linho ou seja tem as proporções do corpo mais alongadas se
ele é breve linho se ele tem as proporções do corpo mais encurtadas ou se ele é médiolinho que é aquela pessoa que tem as proporções medianas não são nem tão alongadas e nem então encurtadas ficam no meio termo então isso tudo são fatores que podem predispor a existência de variações anatômicas E essas variações anatômicas elas são importantes Porque a partir do momento que se conhece os fatores de variação a gente consegue imaginar como é que vai estar as disposições dos órgãos no interior do corpo tá anomalia anomalia já é quando alteração morfológica ela promove algum
dano algum prejuízo na função né então aqui no caso por exemplo nós estamos vendo um caso de polidactilia o indivíduo tem mais de cinco dedos em cada membro então isso Altera a função se altera a função é uma anomalia outro exemplo de anomalia a fenda lábio palatina que antes era conhecido também como lablepolino nessa nessa condição o palato ele se encontra aberto então há uma comunicação e da cavidade oral e a cavidade nasal tem prejuízo funcional então é uma anomalia e se por alguma casa essa alteração morfológica ela foi intensa de formatar o que ela
se torna incompatível com a vida nós vamos ter uma monstruosidade então monstruosidade do conceito seria uma alteração psicológica que em condições naturais é incompatível com a vida e condições naturais porque muitas das condições que antes eram conhecidas como monstruosidades hoje nós conseguimos fazer procedimentos cirúrgicos que revertem essa incompatibilidade com a vida é o caso por exemplo de hidrocefalia congênita Então os bebezinhos que nascem antigamente com educefalia eles não conseguiam alcançar nem a segunda fase da infância nariz morriam antes então como procedimento cirúrgico essa criança ela consegue viver e ter uma vida relativamente é saudável tá
então alguns quadros de monstruosidade hoje em dia com cirurgia consegue se reverter essa incompatibilidade com a vida bem quando a gente vai estudar então o corpo humano a gente já viu que tem que ter uma posição anatômica né já vimos com a importância dessa posição anatômica e precisamos também ter o conhecimento sobre os planos de delimitação O que é o plano de alimentação não basta saber apenas que o corpo tem que estar ereto com os braços estendidos ao lado ao lado do corpo os pés Unidos eu também tenho que dizer o que é anterior e
o que é posterior O que é superior e o que é inferior então isso parece algo simples que de fato é simples mas é básico tá então Imagine que o corpo ele está dentro de um caixão um paralelepípedo como tem na imagem Então tudo aquilo que passa na frente eu chamo de plano anterior plano de delimitação anterior o que está atrás eu chamo de plano de alimentação posterior dos lados eu tenho o plano de delimitação lateral direito e esquerdo plano de delimitação inferior e plano de delimitação superior tá isso vai ser importante porque se eu
tô comparando por exemplo duas estruturas eu vou dizer que uma estrutura a ela vai ser anterior a estrutura B que a estrutura B vai ser posterior a estrutura a Então a gente tem que ter em mente esses planos de delimitação que a gente vai utilizá-los quando formos fazer a comparação de um elemento corporal com outro elemento corporal além de ter os planos delimitação Nós também temos os eixos do corpo humano os eixos são linhas imaginárias que vão passar de um plano de delimitação até o seu oposto tá então você vai ter um eixo que vai
partir do plano anterior o plano posterior um plano lateral direito para o plano lateral esquerdo e uma vez que vai passar do plano superior para o plano inferior e vice-versa tá esse eixo que passa de cima para baixo no nosso corpo é o nosso eixo longe tudo não o eixo que passa da região anterior para é o nosso eixo sala digital e o eixo que passa de um lado ao outro é o eixo transversal esses eixos eles vão ser importantes Porque a partir do momento que eu vou é unir né dois desses eixos eu vou
poder cortar o meu corpo em um certo sentido que são os nossos planos de secção então por exemplo se eu pego o eixo longe tudo e Now que é este eixo daqui e pego o eixo sagital unindo esses dois eixos eu vou dar o corte no meu corpo separando as metades direita e esquerda então este plano que separa as metades direita e esquerda que é formado pelos eixos sagital e pelo eixo longe tudo e não é o plano de secção sagital se esse plano de secção sagital Passa bem aqui no meio do nosso corpo eu
digo que ele é o plano sagital mediano Ok e se ele não passa no meio passa um pouco mais para o lado eu digo que ele é um plano para sagital Tá mas todos eles são planos de secção sagitais quando eu pego o eixo transversal e Uno com o eixo longe tudo e Now eu vou separar o meu corpo em Duas Metades uma anterior e uma posterior esse plano de secção que separa as metades anterior e posterior do nosso corpo ele é chamado de plano de secção frontal tá então plano de secção frontal formado pelo
eixo no institucional e pelo eixo transversal separa a metade anteriores metade posteriores se esse plano de secção frontal Passa bem aqui na região do nosso crânio em que o nosso osso frontal se comunica com os nossos ossos parietais esse plano de secção ele é chamado de plano de secção coronal de coroa tá então por que coluna porque a sutura na articulação que vai existir entre o nosso osso frontal e os nossos ossos parietais é chamada de sutura coronal tá então de todos os planos frontais existe um plano coronal que passa pela sutura coronária de todos
os planos sagitais um deles é sagitar o mediano Tá e por fim se você pega o eixo sagital e o eixo transverso você vai cortar o corpo em metade superiores e inferiores esse é o nosso plano de secção transverso tá então planos de secção sagital transverso e frontal são os três planos de cortes e esses planos de corte são formados a partir dos nossos três eixos então nessa imagem nós temos o eixo lembrando né que a região anterior do corpo aqui a região posterior do corpo né aqui a região glútea Então esse corte foi um
plano de secção sagital mediano ele cortou o corpo na metade separando a metade direita na metade esquerda tá especificamente uma pelve feminina que tá outra com os ovários e com as tubas tá vagina Então esse é um corte sagital mediano este outro plano de corte é o plano de secção frontal né ele cortou a região do nosso tórax pulmões e coração separando a região posterior de uma região anterior aqui está o nosso eixo longe tudo e Now e o nosso eixo transversal formando então o plano de secção frontal E para finalizar que nós temos uma
região anterior do nosso corpo né nariz e olho e aqui tá região posterior quando pegamos o eixo sagitar O que é o eixo mantelo posterior e o eixo transversal nós vamos ter o plano de secção transverso temos ainda os conceitos básicos de Utopia esqueletopia sintopia O que vem a ser esses conceitos holotopia é quando a gente está comparando né está localizando uma determinada estrutura do corpo em relação ao corpo como todo exemplo eu digo para vocês que o coração está no tórax isso é utopia do coração eu digo para vocês que a bexiga urinária está
na cavidade pélvica isso é a Utopia eu estou dizendo onde aquele órgão está em relação ao corpo como tudo tá aí esqueletopia quando eu faço essa relação com a parte 2 com partes do esqueleto exemplo o coração ele está posteriormente ao nosso osso externo e anteriormente as vértebras torácicas Então estou localizando o coração a partir de elementos do esqueleto isso é esqueletopia a sintopia ela vai ser quando você compara onde se relaciona na verdade aquele órgão com as estruturas que estão circunvizinhas a ele exemplo o coração está entre os pulmões está inferiormente ao nosso time
superiormente é o músculo diafragma anteriormente ao esôfago Então eu estou falando a relação do coração de acordo com a sua vizinhança isso é sintopia E aí de Utopia quando você vai estar comparando relacionando a parte do órgão com outra parte Daquele mesmo órgão exemplo eu digo que o coração ele tem um ápice e tem uma base eu digo que esse Ápice é anterior e a base é posterior então eu tô comparando o ápice com a base que são partes do mesmo órgão eu digo que o coração ele tem quatro câmeras tem dois atos e dois
ventrículos os átrios são superiores e os ventrículos são inferiores então eu tô comparando partes de um mesmo órgão isso é e de Utopia tá sempre que a gente vai fazer uma descrição anatômica né Se fosse cair uma questão de dissertativa Descreva a morfologia de tal órgão é recomendado que a gente Siga essa ordem primeiro fala elotopia depois esqueletopia sintopia e de Utopia tava Então vai começar nessa mesma hora o coração está localizado no tórax em uma cavidade chamada mediastino como a gente já viu né é o coração ele está posteriormente é o osso externo anteriormente
as vertebras torácicas superiormente o músculo diafragma começamos a falar da sintonia nesse ponto entre os pulmões e por fim você vai falar a comparação das partes do órgão com ele mesmo tá Então essa é a ordem que se deve fazer questões dissertativas sobre anatomia os nossos órgãos eles vão possuir formas uma forma específica né então por exemplo eu posso falar para você que o rim ele tem um formato de feijão por exemplo posso falar que o ovário ele tem formato de uma amêndoa por exemplo que o pulmão tem o formato cônico então a gente tende
a comparar primeiramente o órgão com alguma forma tá nem todos os órgãos vão ter uma forma para a gente poder comparar mas de forma geral de modo geral nós vamos ter uma forma que a gente vai descrever aquele órgão existem Faces Faces As Faces de Um órgão são aquelas superfícies planas então o órgão por exemplo ele tem uma Face anterior e uma Face posterior no caso do rim que estaria aqui por trás tá ele vai apresentar margens O que são margens margens são formadas pela união de faces então a face anterior lá atrás tem a
face posterior entre a face anterior aqui ó nós vamos ter margem tá então órgãos eles apresentam Faces margens e extremidades também chamadas de polos nesse caso do rim um polo superior e um polo inferior uma margem Medial que veremos daqui a pouquinho porque esse nome Medial e uma margem lateral tá então todos os órgãos quando a gente vai descrevê-los é como a gente falar de forma Faces margens e polos como eu acabei de mencionar nós temos específicos para realizar essas comparações primeiramente é o mediano a gente já viu né quando a gente falou de plano
site está mediano que é aquela estrutura que vai estar passando no centro do nosso corpo entre as poções direita e esquerda mas tem também temos outros termos para comparar o termo superior inferior né que muitas vezes também podem ser chamadas de cranial e caudal o termo médio o termo lateral o termo Medial o termo intermédio superficial e profundo então esses alguns termos que nós podemos utilizar para comparar estruturas que a gente vai começar a ver agora Então primeiramente mediano como eu já falei é tudo aquilo que está sobre a linha mediana tá então quem é
mediano sempre é mediano mediano não termo de comparação ao termo de localização então o CEP do nariz que essa porção daqui é mediano o tubérculo do lábio superior que essa porção do lábio é mediana o queixa mediano nosso osso esterno ele é mediano Então quem é mediano sempre vai ser mediana não é um termo de comparação tá um termo de localização quando eu estou comparando estruturas ao longo do nosso eixo longitudinal eu vou ter estruturas que são superiores inferiores e médias um exemplo bem grotesco tá são para a gente poder compreender se eu pego a
sobrancelha que é o nosso supercílio o nosso olho e o nosso osso zigomático né Então nesse tempo bem comparativo bem simplifique bem simplista eu vou ter que a sobrancelha que nosso arco super ciliar ele é superior o nosso olho ele é médio e o nosso osso zigomático que encontra nessa região seria inferior tá então supermed inferior São temos de comparação que a gente faz quando está relacionando estruturas em torno do nosso eixo longe tudo e não mas se fosse em torno do eixo sagital como é que seria pois bem Aqui nós temos uma imagem do
nosso tórax né Nós temos o coração nós temos o esôfago arterial horta vértebrastocásticas e o nosso urso externo esse é o nosso eixo sagital se eu estou comparando a estruturas em torno do eixo sagital eu vou ter algumas que vão estar mais próximas do plano de limitação anterior e outras vão estar mais próximas do plano de delimitação posterior exemplo se eu comparo o nosso coração com o nosso esôfago e a nossa artéria horta A partir dessa imagem tá vamos ser bem simplistas nos exemplos Então vou dizer que o coração ele é anterior e o esôfago
ele é médio tá então esses são os termos nós utilizamos mas veja o coração nem sempre vai ser anterior agora Se eu comparasse por exemplo o externo o coração e o esôfago o coração seria médio então anterior posterior médio são termos de comparação tá nós vamos utilizar esses termos igual aquele termo superior médio e inferior comparando estruturas quando nós vemos o corpo em camadas Então aqui tem um corte transversal do nosso tórax eu vou ter camadas que são superficiais camadas que são Profundas e camadas que são médias mas lembrando superficial mede profunda quando você compara
uma estrutura com a outra nos nossos membros superiores e inferiores né quando comparamos uma estrutura com a outra em torno do eixo longitudinal nós não utilizamos o termo superior médio e inferior nós utilizamos o termo próxima proximal médio e distal próximo em relação ao que em relação à raiz então a raiz do membro superior é um ombro então se eu digo que o úmero em relação a nossa una é proximal a una em relação a una em relação ao úmero é distal se eu comparo a mão o antebraço e o braço eu digo que o
braço aproximal a mão é distal e o antebraço é médio já quando eu comparo estruturas em torno do eixo látero lateral né que o nosso eixo transversal eu tenho estruturas que são laterais estruturas que são mediais e estruturas que são intermédias tá então aqui na mão por exemplo Lembrando que na posição anatômica o Polegar está mais próximo do plano lateral logo o dedo mínimo está mais próximo da linha mediana então se eu comparo o dedo mínimo com o Polegar e o dedo médio obviamente o dedo médio ele vai estar entre uma estrutura Medial e uma
estrutura lateral então ele vai ser uma estrutura intermédia tá não confunda o nome dele por ser dedo médio que ele vai ser médio o nome dele é dedo médio nessa comparação ele é intermédio tá se eu comparar se o dedo médio com o dedo anular e o dedo mínimo o médio seria lateral o dedo mínimo seria Medial e o dedo anular seria intermédio então lateral Medial intermédio são o nome que nós damos quando nós comparamos estruturas em torno do eixo lateral tá isso é importante por exemplo no nosso pé nós temos três ossinhos coladinhos um
no outro que nossos ossos do Tarso os três ossos são chamados de cuneiformes e eles fazem relação no sentido lá até o lateral em sentido transverso né então nós vamos ter o coneiforme lateral ou cuneiforme Medial e o cuneiforme intermédio da mesma forma com exceção do polegar os outros dedos das mãos apresentam três falanges como a gente já viu quando nosso comparamos estruturas dos membros nós relacionamos elas como próxima média distal em relação a raiz então você vai ter uma Falange distal uma Falange proximal e uma Falange média para cada dedo podemos compreender o nosso
corpo como sendo formado por duas metades uma metade direita e uma metade esquerda que se unem na linha mediana Esse é o princípio da antimeria tá E no princípio da Timemania quem separa o corpo nessas duas metades é o plano de secção sagital mediano quando nós não sabemos o corpo formado por duas partes uma anterior e uma posterior ou uma cavidade visceral em uma cavidade neural que contém o nosso sistema nervoso nós vamos estar falando do princípio da paquimeia e o plano de secção que separa os paquímeros ventrais e dorsais é o plano de secção
frontal e podemos conceber também o nosso corpo como sendo formado por metade superiores e inferiores que se unem Então esse é o princípio da metameria e o plano de secção que forma esse Esse princípio é o plano é de secção transverso na gente né Em Nós seres humanos a metameria ela é prestigial tá então nós podemos observar resquícios da metameria no nosso tórax por exemplo as costelas elas exibem um resquício de metameria nosso metamego perfeito durante o período embrionário em seguida esse metamor ele já se torna imperfeito temos ainda o princípio da extratigrafia que ele
vai dizer que o corpo é formado por camadas então tem a camada de pele tela subcutânea Face muscular músculos e ossos né então Esse princípio que o corpo é formado por camadas comum a cebola é o princípio da estratigrafia E também temos o princípio da segmentação dentro do qual o órgão é formado por vários segmentos funcionalmente Independentes então por exemplo o nosso fígado ele é formado por oito segmentos cada um desses segmentos recebe um ramo vascular um ramo nervoso emite um ramo biliar então cada segmento é como se fosse um único fígado é como se
nós tivéssemos oito fígado juntos em uma grande estrutura Então se o indivíduo dele tá por exemplo com uma lesão em um dos segmentos eu posso remover esse segmento sem que os demais sejam prejudicados Então muitos órgãos do nosso corpo eles são segmentados os rins são segmentados o fígado segmentado a própria glândula Trial de também apresentou uma certa segmentação então o princípio da segmentação diz que os órgãos são formados por segmentos que atuam isoladamente dos demais tá tudo isso que a gente vê até agora a gente dizem respeito aos conceitos básicos da anatomia na questão da
histologia nós vamos ter alguns termos que são específicos dela para que a gente possa analisar a histologia para que a gente possa observar a microscopia anatomia microscópica eu não posso simplesmente pegar uma amostra do tecido e colocar no microscópio essa amostra ela pode se degenerar ela pode ser perdida ela pode estragar pode entrar em necrose então é necessário primeiro realizar um preparo da minha amostra para que em seguida eu possa realizar as observações no microscópio tá para cada tipo de microscopia nós temos microscopia óptica que é o microscópio de luz normal que é usado o
roteaneiramente nós temos microscopia eletrônica de transmissão de varredura temos microscópios confocais nós temos vários tipos microscopia no módulo nós iremos estudar microscopia óptica então na microscopia óptica se prepara o material biológico normalmente através de impregnação em parafina tá E vão se realizar cortes no microtomo para que a gente possa observar a lâmina então o método que ele descrever agora para vocês é o método de preparação histológica para microscopia óptica tá neste método nós vamos ter primeiramente uma fixação do ó que nem está aqui nesse esquema né como é que seria essa fixação a partir do
momento que eu coleto o material vamos supor colete um pedaço da pele Tá eu vou ter que fixar esse material em uma solução fixadora por exemplo formol Então coloca esse material no Formol para que para que as enzimas daquele daquela elas sejam inativadas para que os microrganismos eles também sejam destruídos então primeira etapa fixação essa etapa normalmente ela costuma durar cerca de dois dias 48 horas de 24 a 48 horas e deve-se levar em consideração sempre a o tamanho da amostra então o ideal é que se pega um pedaço pequeno da amostra quando menor é
o tamanho maior é a superfície de contato tá então pegar amostras pequenas para colocar no Formol após a fixação iniciasse a retirada da água daquela amostra isso se faz através de utilização de álcool em concentrações crescentes então a gente pega amostra coloque em algo 70% em seguida 80% 90%, 100% e depois 100% novo para garantir que toda aquela água saiu tá de forma geral a amostra Ela vai ficar em um recipiente desse daqui com álcool desidratando cerca de uma hora tá em cada solução dessa de acordo com o método que você vai utilizar mas de
forma geral é uma hora houve a desidratação a próxima etapa é a retirada do álcool e a inclusão do xilol o xilol ele vai remover as gorduras não é por isso que essa etapa também é chamada de clareamento a dianização também é chamada de clareamento porque apartamento você Remove a gordura do tecido ele fica translúcido então realiza-se ali a finalização colocando também primeiramente uma hora no xilol e depois mais uma hora na outra solução com xilol tá com isso o álcool ele sai da amostra e o chilar o substitui ele tá feito isso colocamos amostra
agora na parafina também são 12 banhos de parafina tá apagar a final tem que estar na estufa obviamente né No mínimo 60 graus que quando apaga a fila ela derrete e quando a gente faz isso daqui quando a gente coloca amostra na parte fina o xilol ia para Fini eles têm afinidade então o xilol apaga fina vai entrar na célula e vai substituir o xilol e nós fazemos o segundo banho também para garantir que toda a amostra Ela foi impregnada com parafina depois da impregnação nós precisamos colocar essa amostra esse órgão em um molde de
parafina praticamente possa cortá-lo então a gente realiza a inclusão em parafina então nós temos forminhas tá nós colocamos o órgão bem no centro da forma e jogamos então a parafina por cima dessa forma de forma que a gente vai ter o órgão bem aqui no centro dessa forma e esse bloco histológico eu irei fixá-lo em um micrótomo como a gente consegue observar aqui ó fixamos o bloco no microtomo e agora o microtomo nós iremos realizar os cortes das lâminas histológicas como a gente pode visualizar aqui então o micrótomo ele tem um regulador nós regulamos em
quais espessura de corte nós queremos para microscopia óptica normalmente nós utilizamos cinco mil quilômetros e vamos cortando sempre que esse bloco desce Passa bem aqui por cima onde há uma lâmina muito amolada muito fina e essa lâmina ela vai tirando pedaço da do bloco contendo o órgão em seu interior tá então nós coletamos essa amostra esse órgão colocamos numa lâmina histológica e em seguida nós podemos partir para etapa da coloração existe uma diversidade de técnicas para colocação de lâminas tem as técnicas de rotina que diferenciam estruturas ácidas de básica tem as estas técnicas que diferenciam
determinados componentes moleculares presentes naquela célula e também tem a imunohistoquímica que seria o mais o mais perfeito o Raimundo histoquímica nós utilizamos anticorpos para marcar especificamente aquela estrutura que nós queremos e justamente por utilizar e anticorpos ela se torna muito cara para ser realizada então de forma geral nós utilizamos antes de rotina os principais fontes que nós utilizamos é hematoxina e a eosina nestas imagens nós temos mostrando como é que ficariam a imagem né histológica coradas Por estas técnicas a hematoxilina dessa primeira imagem ela é um corante básico por relação da célula que são ácidos
na Como por exemplo o núcleo da célula Tá então é uma toxina que coloca nessa cor azul ela tem uma alta afinidade pelas estruturas ácidas da célula por quê Porque é uma toxina é um corante básico então se eu tenho o meu núcleo celular cheio de ácidos nucleicos por isso que ele é ácido Então esse núcleo celular por ser ácido ele tem afinidade por corantes básicos então eu digo que o núcleo ele é basófilo o núcleo por ser ácido ele tem afinidade por base logo o núcleo ele é basófilo então é uma toxicilina vai orar
as estruturas basófilas tá já eosina ela é ácida e por isso ela tem afinidade para coragem de estruturas que são básicas então citoplasma você básico eu digo que ele é assidófilo ele tem afinidade por ácido então é Usina ela vai curar estruturas acidófilas onde a principal estrutura é o citoplasma da célula então nessa segunda imagem nós vemos uma coloração uma lâmina colocada apenas com eosina e essa primeira Cocada em azul puxando o botão de roxo corada apenas com hematoxilina então o colega de rotina ele usa ajuda os dois corantes a hematoxilina e a usina quando
nós colocamos hematoxilina e elzina nos observamos essa imagem tá que a gente chama de corte por Hi hematoxilina h e Usina Então isso é a coloração de rotina e também devemos ter em mente que uma mesma estrutura anatômica ela pode ser visualizada de várias formas distintas a depender do corte que eu vou dar então por exemplo mais clássico que nós temos uma laranja Se eu der um corte nesse sentido observar essa imagem Se eu der um corte nesse sentido Mas neste nível observar esta imagem no mesmo sentido em outro nível outra imagem você dá um
corte bem na metade da laranja eu vou Observar isso você dá um corte oblíquo vou Observar isso então a partir do tipo de corte que eu vou dar naquela estrutura eu posso ter imagens diferentes então é comum você observar uma mesma estrutura né histológica com formato diferente e esse formato vai ser diferente de acordo com o tipo de corte que foi dado da mesma forma que o órgão macroscopicamente se você pega por exemplo um intestino dá um corte oblíquo na lâmina você observa um formato se o corte ele é praticamente perpendicular ao eixo vai ter
um outro formato se você pega nessa curvatura maior vai ter um outro formato na lâmina e assim sucessivamente de acordo com o nível de corte macroscópico eu vou observar algo da mesma forma de acordo com o corte microscópico eu também vou observar outra coisa então cada um desses daqui que eu tô mostrando nessa imagem é um glomérulo é um elemento do rim só que o mesmo glomérulo ele pode ter formas diferentes a depender do tipo do corte que foi dado nesse tá visto isso precisamos compreender também quais são os nossos tecidos embora o corpo humano
tenha uma complexidade muito grande existem apenas quatro tipos básicos de tecidos que são tecido epitelial conjuntivo muscular e nervoso as características que nós utilizamos para classificar o tecido epitelial conjuntivo são puramente características morfológicas então tecido epitelial ele vai ter células coladinhas uma nas outras células justaposta com pouca quantidade de Matriz extracelular que é aquela substância que vai ficar entre uma célula e outra isso é uma característica morfológica as células são justaposta com pouca Matriz já no conjuntinho acontece o inverso você vai ter uma diversidade muito grande de células porém células elas estão muito afastadas uma
das outras e esse espaço que fica entre uma célula e outra é completamente preenchido por Matriz tá então a diferença entre ter sido epiteliar e conjuntivo nós utilizamos como critério é características morfológicas quando a gente está passando pela o tecido muscular e nervoso obviamente nós temos também características morfológicas mas a principal delas é funcional porque o tecido muscular ele vai ser especializado em contração então nós temos células que são contrateis enquanto tecido nervoso vai ser especializado em gerar e transmitir correntes elétricas obviamente eu tenho formas de células do sistema nervoso tem formas de célula do
tecido muscular Mas a principal característica para separar os tecidos muscular e nervoso são voltadas ao seu critério funcional e quanto para o epitelial conjuntivo são voltadas para o seu para suas características morfológicas tá Esses são os quatro tecidos básicos do nosso corpo e que nós iremos ver ao longo dos módulos de práticas ampliadas bem gente Essa foi a nossa aula de hoje de introdução as ciências morfológicas aqui estão algumas das referências que eu utilizei para aula de hoje anatomia sistêmica e segmentar do Dangelo e fatine princípios da anatomia e fisiologia tortoga o Tratado de histologia
em cores do garfner o histologia básica do João Kléber Carneiro o Ross de histologia e países principalmente o só bota e o Nether então só bota o netenção utilizei as imagens e quanto desses livros utilizei principalmente os conteúdos e também algumas ilustrações para colocar na aula que acabei de mostrar para vocês espero que vocês tenham compreendido e até a próxima aula