bom você percebe que o objetivo desde o início da sessão é quebrar a homeostase com essa quebra da homeostase você percebeu pelos quadros que foram apresentados que o corpo ele tenta de todas as formas agora adaptar e estar numa melhor condição do Estado Inicial legal então o que quebra homeostase fator estressor dentre esses fatores estressores nós podemos pensar no físico que é o ato de treinar mas Lembrando que o ato de treinar também gera reações bioquímicas que são moduladas talvez por hormônios enzimas e outras propriedades fisiológicas e bioquímicas nos mecanismos diante do stress aplicado ao
treinamento Lembrando que Esse aspecto bioquímico também envolve hidratação café medicamentos drogas todos esses pormenores també vai trazer um impacto sobre uma quebra do equilíbrio e obviamente vai desencadear fatores bioquímicos que vão afetar também a carga externa de Treinamento sobre a carga interna que é o que o sujeito gera de adaptação explica melhor Léo bom é aquele sujeito que ele sempre tem um controle da frequência cardíaca de repouso que você o faz que é uma variabilidade importante dos processos adaptativos que tá sempre num quadro de normalidade no entanto se o sujeito tomar café e depois um
energético e mais um termogênico o que vai acontecer vai ocorrer uma modulação muito mais participativa do sistema nervoso simpático e aí o que vai ocorrer maior liberação de adrenalina e consequentemente aumenta a tua frequência cardíaca e se você não entender disso toma-se um cuidado enorme por quê Porque o coração mesmo já no estado de repouso ele já está numa condição de maior esforço Então isso é um ponto bioquímico fator mental também é um fator estressor muito impactante sobre a quebra da homeostase o que isso tem a ver com o treino Nossa muita coisa o fator
mental que entenda também fator psicológico emocional meu ele envolve muitas variáveis por exemplo se você tá me ouvindo agora como é que foi teu dia hoje como é que foi as tuas relações humanas no âmbito profissional como é que foi a relação humana no âmbito afetivo e como é que foi os seus pormenores financeiros nesse dia ou nos dias anteriores a essa aula tudo isso vai gerar uma que também da homeostase que muitas vezes não tem nada a ver nem com treino e nem a ver também com aspectos bioquímicos atrelados como foi dado aí termogênico
Red Bull ou café e o teu coração às vezes ele tem uma modulação também completamente diferente sem nenhuma variável do treino bioquímico no sentido externo mas acaba tendo um lado muito mais voltado emocional que a gente precisa também identificar Então essa soma de fatores estressores é o que também você como personal não pode deixar de estar controlando avaliando e pensando por isso que você tem questionários Chaves aí no processo questionários por exemplo de angústia questionários de ansiedade questionários de qualidade de vida no qual atinge várias dimensões do sujeito diante da vida tudo isso são controladores
também de carga de Treinamento por fim baseado nesses controladores do stress há necessidade da dose dose do quê do estímulo Qual é a dose uma dose débil uma dose moderada uma dose forte ou uma dose extremamente forte baseado nessa dose é o que vai trazer o que a gente chama do quê síndrome de adaptação geral síndrome de adaptação geral nada mais é do que a aplicação desse esses estímulos na dose ideal para que a quebra da homeostase ocorra e Gere agora uma adaptação positiva e que não tem adaptação levada para dano que pode ser até
permanente esse dano então a síndrome de adaptação geral ela tem basicamente três possibilidades que envolvem um componente da síndrome de adaptação geral primeiro deles reação de citação que é que provoca uma reação de alarme que é quando você pensa em treinar é quando você inicia o trabalho é quando o Personal ele manda por exemplo uma mensagem pela manhã e o teu treino vai ser na hora do almoço ou ele manda uma mensagem à tarde e o teu treino vai ser na hora das 18 horas ou 19 horas da noite ou seja é uma reação de
alarme o teu corpo literalmente ele fica mais ativo de Ant do que vai ocorrer mas uma segundo momento vem a fase de resistência que é o que vai gerar de fato dessa reação de alarme a própria palavra já diz uma resistência sobre essa reação de alarme no qual vai gerar as adaptações em outras palavras a fase de resistência é o treinamento é aonde tem as variáveis do treinamento as cargas de Treinamento os métodos de Treinamento sistemas de treinamento o meio para que possa gerar agora as adaptações e na última a gente pensa na fase de
exaustão a fase de exaustão de fato é o que provoca um dano temporário ou permanente esse dano temporário não significa que ele é negativo por um só até porque treinamento treinamento físico ela envolve uma agressão e se envolve uma agressão há uma perturbação uma perturbação metabólica orgânica fisiológica no qual o corpo vai tentar se ajustar e e tentar nessa fase de quê da curva J que é a fase da supercompensação gerar maior capacidade de suportar trabalho pensando nisso qual é o problema o problema é quando você não tem controle aí essa fase de exaustão pode
levar o que foi apontado agora a pouco um overreach não funcional um overuse E caminhando para o overtrain bom dessas adaptações o que Dev est bem claro é que nós temos uma adaptação imediata uma adaptação posterior e uma adaptação cumulativa adaptação imediata o nome já diz que é o que acontece naquele exato momento que antecede até o treinamento prático que é a expectativa que o sujeito tem de começar uma sessão de personal com você essa expectativa eu acho de suma importância você gerar motivação prazer e desejo dele treinar então a adaptação imediata ela se dá
até antes da obviamente que na sessão também gera as adaptações imediatas sobre os moduladores e mecanismos fisiológicos e bioquímicos diante do stress ocasionado pelo treino físico pois bem após o treinamento aí sim a gente tem a fase posterior chamada de adaptação posterior treinou quando de novo eu posso treinar para que essa curva jot realmente seja adequada para um novo estímulo para um nova sessão de trabalho e por enfim adaptação cumulativa que nada mais é do efeito crônico de vários processos de adaptação imediatas vários processos V de adaptação posterior que leva um resultado final que geralmente
calha com o dia da avaliação física seja no esporte seja no rendimento ou seja voltado à saúde