por fim para terminar nossa aula eh último ponto que eu pensei em trazer pra gente antes de abrir para qualquer dúvida eu trouxe um caso Clínico para vocês verem e como a gente pode fazer um raciocínio em cima de um caso de um paciente com a informação da s então eu trouxe aí um caso de um paciente hipotético Leonardo da Silva tem 5 anos de idade diagnóstico médico de encefalopatia crônica não progressiva da infância Vogo paralisia cerebral com gmfcs de nível três faz uso de andador dentro do ambiente Clínico da Clínica e domiciliar em casa
Porém no ambiente escolar ele é transportado ele não usa o andador no ambiente da escola eh foi avaliado por meil da Sat que ele apresentou pra gente um nível funcional de controle torácico superior então quando eu vejo um caso desse quando eu pego um descritivo desse Quais são os pontos mais importantes que podem me trazer informação para eu montar um planejamento terapêutico legal então primeiro ponto eu avaliar a correlação entre a idade e o gmfcs então é importante eu ir lá no descritivo da gmfcs buscar o aniversário a idade e o nível dele v o
descritivo Então se a gente imaginar que uma criança como o Leonardo que tem 5 anos e tem nível de gmfcs nível TR que que é esperado motoramente né da função motora grossa dessa criança que ele senta-se em cadeira comum mas precisa de apoio eh e aí tem todo um descritivo depois vocês vocês podem ler com mais calma mas basicamente vocês vão ver aqui ó as crianças andam com um dispositivo manual de mobilidade em superfície plana e sobem escada com assistência de um adulo e frequentemente são transportadas quando percorrem longas distâncias e quando em espaços externos
com terrenos irregulares então eu vejo que pelo nível do gmfcs e a idade dele ele já tem aí previsto uma dificuldade de uma mobilidade com um dispositivo manual em superfície instáveis né terrenos regulares e longas distâncias então já é esperado que um ambiente como a escola ele tenha uma dificuldade de usar o andador já no ambiente mais controlado é esperado que ele consiga então o descritivo do caso do Leonardo tá bem dentro do que o gmfcs e diria que ele teria de funcionalidade motor ático ele tem controle torácico superior Ou seja quando eu avaliei aqui
nesse nível em que a minha mão estava em axila e foi feito foi feito a testagem do controle estático ativo e reativo ele estava presente Leonardo tinha controle de tronco Nessa altura e daqui para baixo não tinha mais então eu entendendo os grupos musculares que controlam o tronco eu sei que se o controle dele tá aqui os grupos musculares a ativação o controle de tronco daqui para baixo é o que tá deficitário E é onde provavelmente eu vou enfocar eu vou ter mais atenção na hora de montar as condutas e o meu o plano terapêutico
para atingir um objetivo profissonal e aí por fim o que que eu faço com tudo isso eu vou montar um plano terapêutico como que eu monto um plano terapêutico eu recorro de novo a cif então lembram que a gente falou da cif que ela é dividida em função estrutura corporal atividade participação fator ambiental e fator pessoal então pensando no caso do Leonardo com 5 anos gmfs nível 3 Aquele controle de stico que eu mostrei na imagem anterior pensando no componente da cif de função estrutura corpo com esse nível de controle de tronco ponar do tem
a gente pode inferir que é necessário um treinamento muscular específico de tronco Com certeza ele precisa de um treino muscular específico de tronco Então dentro do meu planejamento terapêutico eu vou tirar um tempo para treinar o tronco dele entendendo quais são os grupos musculares que estabilizam o tronco entendendo o nível dele de controle de tronco eu consigo traçar de forma bem específica quais os grupos eu preciso fortalecer Com certeza se eu sei que o controle dele tá mais prejudicado no reativo ou no ativo em determinado nível eu consigo correlacionar isso com os grupos musculares que
são os responsáveis por aquele controle então eu consigo fazer um treinamento específico individualizado pro caso do Leonard pensando agora em atividades e participação eu sei que ele faz uso do andador na clínica em casa mas na escola não então será que seria interessante eu realizar um treino de tronco mas com um enfoque funcional Na Marcha Com andador Com certeza se eu melhorar o controle de tronco do meu paciente É lógico que eu vou ter que treinar a marcha no ond dor também Vou Deixar de treinar isso mas treinar específico o tronco vai trazer muito provavelmente
uma resposta aí sobre a função de marcha com o andador então eu tô impactando diretamente na atividade e na participação por meio de um treino de controle de tronco Com base no que a avaliação me trouxe por fim fatores ambientais Será que não era interessante eu fazer uma Visit escolar desse paciente para identificar Quais são as barreiras ambientais que ele tem lá que junto com o déficit de tronco pode estar tornando ele Iná Então por que que ele não anda de andador na escola é por componentes dele do quadro dele ou é também por questões
ambientais desse ambiente que às vezes eu Posso sugerir uma adaptação para essa escola ou para essa família então eu posso eh dentro do meu plano terapeutico trazer condutas que vão alterar fatores ambientais para possibilitar a atividade do meu paciente e por último os fatores pessoais que também eu questiono será que não seria interessante a gente aplicar um teste de alcance ou um teste de função de membros inferiores para ver como tá o alcance e a funcionalidade de membro superior entendendo que alcance e funcionalidade são fatores pessoais do Leonardo e que impactam no uso do andador
na escola com certeza seria interessante Então só com esse descritivo do Leonardo fazendo um raciocínio Clínico com tudo isso que a gente passou durante a aula a gente já consegue traçar vários objetivos a gente consegue traçar condutas a gente consegue fazer visita escolar a gente consegue eh ir para outras áreas como por exemplo a to avaliar a função de membros superiores então às vezes uma coisa que parece ser pequena é a ponta de um novelo que a gente vai puxando puxando e desenrolando e que isso só acontece se a gente tiver um racioc clínico adequado
tá e é isso gente Então esse foi o vou fechar a apresentação para eu abrir aqui a câmera esse foi o o tema principal da aula o que eu pensei em em trazer para vocês pra gente discutir um pouquinho e a partir disso a gente conseguir fazer raciocínio Clínico porque de nada adianta a gente saber aplicar stico e a gente não ter um raciocínio Clínico por trás então a ideia principal da aula era essa se alguém tiver alguma dúvida alguma coisa eu tô à disposição e depois também eu posso compartilhar todos esses documentos esses arquivos
aí da stic os estudos científicos o que vocês quiserem eu mando para vocês ô Gabriel De quanto em quanto tempo dá para reaplicar então ela não ela não traz muito padronizado isso então ela não cita especificamente na na escala de quanto e quanto tempo é preciso reavaliar na nossa prática aqui a gente usa o nosso padrão de reavaliação semestral até porque como eu vou ter que trabalhar diversos componentes para as vezes ter uma melhora do controle de tronco normalmente não compensa avaliar muito antes porque a criança vai ter aquele mesmo controle de tronco durante um
tempo extenso Então o semestral que já é o nosso padrão é um tempo bem razoável pra gente reaplicar ela e ver se teve alguma evolução Olha a Carol perguntou se utiliza essa avaliação com te dá dá para utilizar eh até quando eu fui montar a aula eu fui revisar para ver se eles tinham algum eh alguma recomendação de uso específico para alguma população para algum diagnóstico não tema é uma avaliação liberada para toda criança que a gente quiser avaliar controle de tronco até criança típica eh tranquilo de ser utilizado E aí é lógico que para
cada criança a gente às vezes vai ter uma dificuldade maior ou menor então às vezes uma criança de terra que a gente vai ter por exemplo uma agitação psicomotora muito grande Às vezes o fato dela ficar sentada no banco en fachada vai ser um pouquinho o dificultador não impede de ser feita Mas vai ser o dificultador que a gente vai ter então às vezes precisa pegar alguém que já tem uma experiência para fazer rápido ali os testes ativo reativo porque a criança não vai conseguir ficar ali muito tempo Fix Mas pode fazer com qualquer diagnóstico
a gente tem estudos da site com PC com Down com T Não me recordo que eu não cheguei a pesquisar mas não tem nenhum impeditivo de usar não e quanto tempo mais ou menos dura essa avaliação é a aviação Ela depende muito eh o tempo dela Ela depende muito da experiência do profissional porque ela é uma uma avaliação relativamente simples e rápida D pra gente fazer essa avaliação ali em por exemplo 15 minutos meia hora se tiver uma experiência com isso porque se eu já deixar o meu setting terapêutico montado é chegar a posicionar a
criança colocar a faixa eu já posiciono a minha mão e já começo a fazer os testes né ativo e estático ativo e reativo vou baixando a mão e testando ele Terminei eu já posso tirar a criança e depois eu vou e pontuando ou se eu tiver até uma pessoa que vai ao meu lado pontuando o assistente de repente se ele não precisar intervir muito com a criança eu vou falando a pontuação e ele vai descrevendo entãoa é uma coisa bem simples e rápida no começo é um pouquinho mais difícil que a gente fica olhando na
ficha para lembrar qual é o nível de apoio da mão aonde eu tenho que dar esse apoio e aí eu fico demorando de mais mas se eu já tenho na cabeça os níveis e eu sei que eu vou testar o controle estático é o da cabeça e reativo empurrando dando empurrãozinho lá naqueles lugares é bem bem rápido de de fazer não é uma uma coisa que demora pres uma hora uma sessão inteira ou mais que isso para fazer não uma sessão dá E sobra com muita folga para fazer legal eu deixei aqui também já o
QR Code com a lista de presença para quem tiver participado também tem o link aqui no chat Então quem participou para poder a gente conseguir fazer a emissão do certificado de participação também tá bom os do Gabriel então tem o Instagram também da Clínica azul terapy e o Instagram dele para quem tiver alguma dúvida também quiser seguir o trabalho deles lá na clínica dá para acompanhar bastante coisa de como eles fazem todo esse acompanhamento dos pacientes A Carol perguntou se a gente tem o banco não aqui a gente adapta Carol a gente não comprou o
banco não até porque a gente acabou conhecendo e o banco lá na New Adapt depois de um tempo que a gente já usava Atico com os pacientes então a gente adapta com aqueles bancos convencionais a gente tem aquele joguinho que a maioria das Clínicas tem de banco de várias alturas então a gente põe um banco que fique na altura adequada para ficar em 90º e o pé apoiar no chão e aí a gente adapta com essas faixas para para fixação aí dá para usar com faixas que tem aqui é lógico que se a gente for
partir para um Rigor técnico grande no sentido de publicar alguma coisa aí o mais próximo do do perfeito e do ideal ótimo agora se for um teste mais pra gente elaborar relatório para nortear a conduta a gente consegue adaptar com coisas que a gente tem às vezes na própria clínica então vamos só tirar uma foto pra gente finalizar vamos deu beleza obrigado gente pela conversar com vocês EA muito boa viu Obrigado gente precisando de mais alguma coisa quiserem que eu compartilhe mais algum conhecimento alguma coisa eu tô sempre a à disposição para vocês tá bom
[Música]