E aí E aí nós estamos começando mais maldade glitter olímpica do loja da história um e hoje a gente dá em início à reflexão sobre o texto vai discutir na íntegra o texto do Michel dissertou intitulado a operação historiográfica texto do certou tá disponível neste livro a escrita da história eu deixei a seguinte disponível para vocês em PDF no grupo e a reflexão gente vai continuar fazendo aqui hoje é basicamente A reflexão que já foi feita com base em York House com base em o hum Gustavo traz o texto do droysen lá no manual de
teoria da história e o texto do Iori rio sem parece função de uma teoria da história bom a reflexão que o senhor trouxe pretende a fazer é basicamente mesmo o mesmo desenrolar daquilo que tanto drogas enquanto kreuzen fizeram e a gente discutiu com isso o setor para iniciar esta reflexão tem que entender um pouquinho de almoço fazer Quem é esse historiador é e como ele se for o quarto formação dele e de onde para o lugar que social - a tornando anunciando aqui uma reflexão que pode ser tão faz seja para um lugar Social de
quem é Michel já consertou foi um misturador e Jesuíta francês 925 986 ele fez parte da terceira geração da escola dos annales e foi professor de algumas universidades na França dentre elas as fundamentais Universidade de Genebra EA Universidade de Paris o setor se transformou estudou teologia foi um padre Jesuíta se formou no seminário na década de 50 fez seu doutorado em Teologia em filosofia se formou como Historiador portanto é um historiador a venda eruditismo e traz para o centro do debate A reflexão sobre cultura e teoria da história são os principais Campos de pesquisa do
Sertão Sertão foi pesquisador de um grupo de pesquisa na França na terceira fase na terceira geração da escola dos annales e fez uma reflexão extremamente significativa no campo da história cultural tentando entender o cotidiano das pessoas essa reflexão de origem a um livro dois volumes interessantes muito bom chamado a invenção do cotidiano alguém que está traduzido para o português outra obra importante do setor que eu gostaria de mencionar é um livro chamado a cultura no plural outro livro interessantíssimo que toca na questão da Multi facetado da capacidade dos estudos históricos sobretudo dos culturais e entender
aspectos culturais da sociedade e um texto um livro importantíssimo sobre teoria e metodologia da história o modo os dragões trabalho em paz hein história é esse livro que a gente está nua no capítulo dele a escrita da história portanto para quem tinha noção para quem Para nós temos noção de quem é quem foi Michel acertou é um Historiador de mão cheia é misturador que eu particularmente gosto muito é um explorador que tá escrevendo na década de 70 tentando dar algumas respostas a um processo histórico de crise epistemológica do conhecimento tem que ser essa crise epistemológica
é os dois começam a debater a validade científica ou não do conheço os moradores começam a debater De que modo a história construída para dor de começa a ser colocados contra a parede por críticas ao modo pelo cobre história da construída e o setor é um daqueles que vai tentar dar uma resposta a esses questionamentos acertou é um Historiador fundamental portanto que escreve seus textos mais importantes na década de 60 e 70 e traz o centro do debate o conhecimento histórico a produção do conhecimento histórico o tanto É nesse sentido que a gente faz a
leitura da obra despertou eu sugeria esse texto porque é um texto que De algum modo é um texto que me marca pessoalmente enquanto profissional enquanto Historiador nós iniciamos a reflexão sobre o texto do setor quando ele discutir uma coisa interessante que tem que temos que ter noção e Temos que chamar para o centro do debate que é quando ele é o texto não tem tem um segredo ele questiona para a gente o que fabrica o historiador não faz história aquele mostrador trabalha que ele produz ou seja o que que essa profissão testador pais efetivamente para
quem ele produz essas obras naquele tá trabalhando aonde ele está vinculado a pesquisa dele tem algum sentido essas questões todos os setores traz para reflexão e quando ele intitula esse capítulo de A operação historiográfica Ele tá dizendo o seguinte Olha eu vou refletir sobre a produção do conhecimento histórico e eu chamo a produção do conhecimento histórico de operação historiográfica e o conhecimento histórico é produzido nos dá ideia de que ele tá chamando de operação 13 os aspectos fundamentais você dele dividir o conhecimento histórico numa Tríplice articulação ele vai dizer que o conhecimento histórico está vinculado
a um lugar e social vinculado a uma prática científica e vinculado a uma escrita ou seja o conhecimento histórico tem três aspectos fundamentais três processos fundamentais o lugar social no qual está inserido a prática de pesquisa na qual ele é construído e a narrativa histórica escrita da história por meio da qual ele se materializem quanto produtos Todos nós temos uma produção do conhecimento histórico mas ela nessas três desses presos às pernas e o setor mais 1000 sacada aspectos desse três ele vai entrar na reflexão sobre o lugar social dizendo que toda pesquisa historiográfica se articula
e como lugar social ou seja nada mais claro específico do que isso toda pesquisa historiográfica se articula como lugar do céu lugar social é um misturador está inserido O que é esse lugar social que os produtores na inserido tem várias características e o certou como muito erudito que é mais meu sai essas características que muitas das vezes passam despercebidas por nós cuidadores muitas das vezes passam sem nem pensarmos nisso a primeira coisa que ele vai dizer olha no lugar social tem ou não dito e o que seria um dito por parte do Historiador não dito
por parte do explorador seria as filosofias individuais de cada Historiador mostra o coelho enxerga história eu costumo dizer que a que ele chama de não dito é concepção de história do explorador quer um exemplo básico é porque se o não dito no trabalho histórico não é dito especificamente mas espera narrativa Pelo modelo de história a gente compreende é isso que você quer dizer ou seja a as filosofias individuais de cada pesquisador que na na na verdade não são iguais mas tem uma concepção de história que ele compartilha com outros historiadores é aquele que ele não
diz mesmo é o não dito tá lá no lugar social dele por exemplo se eu faço parte do grupo de Estudos em História cultural eu vou fazer uma pesquisa histórica eu vou vincular a minha pesquisa mais aos aspectos culturais vão me pautar em alguns historiadores e alguns pensadores que trazem a história para o centro do debate a luz da história cultural E aí só que eu não tô dizendo isso transparente isso é perfeito perceptível no meu texto se eu faço parte de um grupo de pesquisa de Marxismo eu vou trazer essa concepção para minha pesquisa
eu não é a filosofia individual misturador a concepção de história do esperado basicamente essa reflexão sobre o nome dito a gente já viu elas refletida por lionni usem porque a gente não só permite tudinho não é bom lembrem lá quando ele traz por cima da reflexão o modo pelo qual os historiadores produzem o conhecimento histórico e vai trazer lá que os historiadores produzem conhecimento histórico a luz da Matriz disciplinar e dentro da Matriz disciplinar ele pode chamar atenção para o fato de que o conhecimento histórico é produzido a luz de uma concepção e essa concepção
de história acertou a traseira também izidora nós temos um lugar social aquilo que é não de mentir E aí e enfim vou dar um jeito da importante mas nós falam dito que presente no lugar social e o não dito se articula com outra coisa que articula como que o sertão vai chamar de a instituição histórica da instituição histórica é fundamental também ou seja eu estou na universidade você me toma o campo de pesquisa no lugar de estudo institucional esse lugar trás algumas marcas inclusive marcas do Maldito eu estou num lugar específico de alguma concepção de
história certamente a tendência é que eu siga essa concepção de história Portanto o setor vai trazer para reflexão a ideia de que olha nós temos também no lugar social instituição histórica EA instituição histórica é uma instituição do Saber esse Historiador está numa instituição no lugar institucional no lugar de um específico E aí o ser tô trazendo aqui especificamente A reflexão de historiadores profissionais nós não estamos falando de historiadores na amadores misturadores por hobby os jornalistas que fazem pesquisa história nós estamos falando de historiadores que estão na universidade pesquisa por exemplo vou dar um exemplo básico
aqui para vocês sobre historiografia brasileira para vocês terem uma noção do a instituição do saber e do modo pelo qual essa instituição do Saber influencia os historiadores a pesquisar ele determinado jeito vou fazer em pesquisas a luz de uma reflexão mais específica por exemplo na década de 80 na grave da década de 80 para 90 chegou o Brasil pela Unicamp tudo sobre o Marxismo britânico inglês chegando Unicamp automa chegam pela única e um dos machos os britânicos automaticamente a Unicamp vai se transforma Polo de pesquisa de da história do Brasil a luz do Marxismo britânico
inglês ao contrário da Universidade de São Paulo presa na década de 80 vai subir vai mais uma reflexão política e também Marcos mas não mates um britânico Olha que interessante eu tô deixando claro para vocês aqui que a instituição histórica se articula com o nome de ser titular com concepções de história tem uma certa identidade de pesquisa em determinado Campo da história de uma certa identidade de pesquisa e determinado modo pelo qual o conhecimento toca próximo à luz de uma concepção de história específica e É nesse sentido que mexer tô atrás para reflexão que ele
tá fazendo a ideia da instituição e naturalmente a instituição histórica está também em um lugar está também uma sociedade Olha só misturador tem uma filosofia individual na conversa social do Historiador não dito é uma filosofia individual a instituição histórica na qual o historiador está envolvido está inserido e o explorador relaciona-se com a sociedade a relação esperar com a sociedade é importantíssimo eu vou dar um exemplo de um furador que faço tal como Edward Palmer Thompson Acabei de deixar mais... Altos Então são um sujeito marxista britânico que se envolveu com Partido Comunista britânico é um sujeito
que De algum modo é um militante marxista é um sujeito que foi dar aula para crianças e pesquisador de mão cheia que dava aula para criança em alfabetização de adulto ou seja ele faz mais ou menos ele ele tem alguns aspectos similares como que que acontece no Brasil eu comprei um Oi tá boa é o pão já misturador Essa militância o leva relacionados com a sua primeira de um modo diferente a relação do espectador com a sociedade portanto é muito importante ela se articula Constituição do saber na costura foi transferido e se articula com o
não dito para concepção de história dele a gente for pensar do ponto de vista da história da história tem vários curadores cujas origens EA sua relação com a sociedade influenciam diretamente moto pelo que eles constroem suas pesquisas se a gente for pegar o grupo companheiro do Karl Marx e engels é o filho de Deus triângulo vende frequentavam as fábricas do pai dele isso vai aparecer um módulo vai com a sua história vai questionar justamente aquela produção de riqueza que tava sendo feita da lona na nas fábricas do Pai olha que interessante por enquanto a relação
do explorador com a sociedade também é fundamental E aí o ser totais isso para reflexão dele que é muito importante E além disso nós temos essa relação misturador com a sociedade Traz uns dobramento traz um desdobramento para o seu torrent pular de o que permite e o que proíbe o lugar basicamente meus caros ele tá chamando atenção para o fato de que lugar social misturadores permite algumas pesquisas e proíbe outras querem Uma coisa básica elementar meus caros Watson Uma coisa básica a ideia de que não dá para estudar a fundo a história antiga daqui onde
nós estamos temos uma pessoa numa mesma no Cabedal de fontes bastante com os filhos não dá para estudar determinados aspectos dessa história antiga Onde nós estamos e não dá para fazer pesquisa sobre determinados assuntos de ontem de onde nós estamos nesse sentido do lugar social proíbe determinado as pesquisas não só nesse sentido na Alemanha nazista por exemplo não se podia construir e tentar entender a história alemã de um jeito que valorizava os judeus há uma censura de fato é isso que eu quero chamar atenção uma censura essa censura é importantíssimo aquele que o inverso só
proíbe é para dormir estar baixo para todos foram presos e se transformar em sujeitos normal vistos na sociedade brasileira por parte do Poder instituído na no processo da Revolução Russa e socorreu ocorreu também então nós temos essa proibição do lugar eo lugar social permite se ele polibromado ele é ou seja se você pode fazer pesquisa são autorizadas social opção privilegiadas você Pode fazer pesquisas questão é produtivas naquele lugar que social portanto essa reflexão dos Sertões muito interessa quando ele traz a questão de que lugar você influencia diretamente as pessoas da história porque ele permite que
ele foi a pesquisa estoque em validade é aquela que passa pelo primo torturadores mais experientes os pares daquele pesquisador entanto se o lugar social por favor quer fazer uma pessoa de um de um jeito aqui lugar social não permite automaticamente uma das permissões vai ser a vai ser acadêmica autor permissão vai ser social da um Acertou tá trazendo essa reflexão para a gente é extremamente significativa e importante a gente entender um pouco as articulações da pesquisa história seus comuns tem a mínima noção EA produção do conhecimento histórico de como conheci é produzido conhecimento partícula é
história influencia o modo pelo qual as pessoas vivem no presente as pessoas não tem muito sucesso com algum não tem muito essa noção disso bom e importante e o certou desvende essa noção para aqueles que pretendem ser profissionais da área e ele tá discutindo especificamente a história enquanto uma prática científica e conhecimentos e se sente e é por isso que ele entra na reflexão sobre práticas ou seja o trabalho histórico de acordo com ele é uma prática gente vai dizer o seguinte na primeira parada que é muito importante esse textinho se deixa um pneu e
diz o seguinte fazer história é uma prática eu vou ver se ângulo podemos passar por uma perspectiva mais pragmática ouvir os caminhos que se abrem sem se perder mais a situação epistemológica que até aqui foi desvendada pela sociologia da história ele fez óleos o trabalho histórico é uma prática científica e ele tem alguns aspectos importantes porque ele é uma prática científica ele inicia dizendo Olha o trabalho na prática científica ocorre num primeiro momento articulação natureza a história Era tinha uma característica sui generis que era transformar o tempo natural em tempo cronológico tempo cultural tempo da
natureza em tempo no homem e os Traz essa reflexão também articulação natureza tá chamando para gente chamando atenção da gente apenas falar especificamente o modo pelo qual o historiador lidando com o seu objeto de pesquisa específico que é o tempo ele vai transformar a natureza em particular porque ele articula ele perde o tempo natural e transforma em tempo Toy ele pega algo que já trancou trânsito eu e traz para o presente uma outra característica É nesse sentido que o setor vai dizer que o historiador tem o tempo como material de análise e esse tempo que
ele estuda é um tempo que antes era considerado natural agora quando ele faz a pesquisa é um tempo é um tempo cultural ele tá articulando do natureza e cultura e essa trazendo para sua reflexão dele a ideia de que na prática científica Ou seja no momento que você está pesquisando você está trazendo para reflexão articulação natureza nós temos também o item 2 e esse tem dois é importante porque ele traz para gente uma reflexão que é muito significativo que é o momento em que o instalador vai lidar com tu as fontes históricas nesse tem dois
é muito interessante porque ele vai dizer Olha tudo começa toda pesquisa histórica começa com um gesto de separar aquilo que a gente discutir no procedimento heurístico da pesquisa é aquilo que nós já discutimos com base e de honra dos padrões em com base e homem ryzen é tudo que nós não discutimos no procedimento que o sol está se separando a lidando com a documentação tá organizando das suas fontes de pesquisa ele tá fazendo ele tá usando um gesto o gesto de se separar aquilo que interessa para ele ou não o base nas questões que ele
coloca poder lá o base no modo pelo qual ele pretende construir na sua pesquisa nesse procedimento ele tá estabelecendo as suas contas ele tá redistribuindo o espaço da história ele para redistribuir o espaço do campo histórico que ele quer pesquisar ele tá separado aquele que interessa para pesquisa dele ele tá pegando um tempo vamos ver se o nosso coração primeiro item articulação natureza e cultura ele tá pegando no tempo natural que tá trabalhando esse tempo ao uso da ideia de que isso vai ser culto não vai ser história e não se o procedimento que articulado
ele está estabelecendo que vai ser fonte de pesquisa para ele ou não ele ao mesmo tempo tá tentando pensar o espaço histórico no olho verde e É nesse sentido que a ideia aqui o trabalho histórico e assim na realidade é consiste nesse nesse procedimento estabelecimento de Pontes é produzido documentação é produzida aumentar são próprias e outra o outro nível de reflexão que o setor vai é o item 3 da do lugar social que ele diz que o trabalho histórico faz surgir diferenças do modelo ao desvio simplesmente meu gato Ele tá dizendo o seguinte na prática
de pesquisa e o explorador constrói objetos de pesquisa algo que tava lá naturalmente dado o sabor escolhe como fundamental para pesquisa dele ele tá ele tá perdendo modelos básicos estabelecendo pesquisas sobre determinados temas sobre determinados assuntos onde ele tá dizendo que a gente faz surgir modelos é do modelo aos Rio É porque por exemplo alguns trabalhos todos partem das mesmas perspectivas teóricas mas as escolhas dos moradores fazem com que os trabalhos desde vir sabe saiam com trabalhos diferentes nós podemos pegar dois exploradores com a mesma concepção de história escolhendo o mesmo tema de pesquisa respondendo
o mesmo recorte de tempo os trabalhos históricos gerentes você tem um modelo de história mas não desvio é feito na prática da p uma das escolhas que são individuais do Oráculo e isso ser do tarde mandei muito precisa e maneira muito clara que você tem referenciais teóricos específicos do seu o seu colega de pesquisa referencial teórico iguais você a partir das questões que você coloca você desvia o modelo você sai do modelo e promovem um desvio É nesse sentido que o senhor por trás essa questão de fazer surgir diferenças é do modelo osi e entramos
no trabalho do Historiador sobre o limite de acordo com o Michel Temer e o trabalho dos tratou sobre Beach e é muito importante porque aí um certo pé tá tocando na questão teórica o trabalho do Historiador tem limites ele tá deixando bem claro isso e a gente se lembra que tanto e o hum Gustavo dose quanto Michel consertou também quando eu Nilse também Brasil para reflexão ideia de que o trabalho inspirador é limitado o trabalho do Historiador Tem Limites esse Fi trabalho do Historiador tem uma tem expectativas e tem capacidades que são limitadas até certo
ponto nós temos os limites da nossa pesquisa e o trabalho inspirador sempre é o trabalho do senador sempre traz a ideia de que hora nós vamos fazer uma pesquisa sobre determinados aspectos sobre determinado tempo histórico sobre determinado é super terminado o fato histórico com mais determinadas Fontes só que a gente tem que entender que essas Fontes são limitadas nós temos que entender aqui aquilo que passado é limitado por uma fonte específico elas vão ter acesso a esse passado e ao mesmo tempo nós temos limites teóricos nós temos limite da nossa própria da nossa própria ciência
a história é sobre em cima sorrisos sempre pautada em cima do limite a nossa capacidade de pesquisa daqui já foi produzido pela história é por isso com base nessa ideia de que o trabalho histórico é sempre vinculado é sempre sobre o limite é que o trabalho históricos um trabalho históricos sempre gera outro trabalho sem gerar outros trabalhos os trabalham conhecimento histórico nunca é tava histórico nunca é e completo também só que sempre vai ter lacunas devem ser preenchidas por devolvo os trabalhos todas Então meus caros quando você pode escrever alguma coisa fazer uma pesquisa você
não está dando resposta definitiva para nada você Está contribuindo com a produção do conhecimento histórico acerca de determinado aspecto do passado e por fim O Quinto Elemento do lugar social como traz o Michel do setor é a crítica histórica ele vai chamar de crítica e história o trabalho histórico é basicamente o de crítica e interpretação das fontes o trabalho histórico tem que fazer questionamento o papel fundamental de Trattoria polese por isso nós estamos aqui é para crítica é para sermos críticos para sermos críticos socialmente e críticos com relação ao passado que se transformou em presente
e no qual nós vivemos trabalhos trator básico a fazer crítica aos procedimentos históricos passados e presente trabalho se instalar na pesquisa histórica tem toda articulação com o 14 que o tempo atrás dentro da articulação natureza cultura da articulação fortalecimento das ações e Retribuição do espaço e do fazer surgir diferenças do modelo ao desvio do trabalho sobre o limite todo também tem o procedimento de crítica EA crítica as fontes é muito importante você tem que entender essa fonte e aquele básico tá que colocado o básico que é lá do século 19 EA crítica interna EA crítica
externa nas pontas isso é muito importante ou em outros termos a crítica das fontes você critica a interpretação interpretando o este Olhando Porque das respostas a fonte de algum modo tem que trazer aquele passado mas não passado atualmente assim o sexo tentando compreender as suas questões dicas que estabelece questões de pesquisa no início ela geralmente já está trazendo para reflexão uma crítica das fontes fazer por entender essas Fontes a luz das suas dos seus questionamentos despertou trás isso de forma formidável mostrador mostrador tenta criticar tenta fazer crítica ao conhecimento histórico A partir de uma prática
científica traz muito bem a prática é muito importante o sertão não tá gente não responde pergunta os jogos foram responde questionamentos que ele mesmo coloca estão questionamento de algum modo parciais são feitos por ele ao mesmo tempo você não vai ter resposta trabalho histórico sempre gera outra para escola se você não tem uma resposta definitiva mas você tem um caminho que você tem uma noção do passado outra coisa a gente não tem acesso a realidade história de não ter acesso a realidade do passado mas não conseguimos entrar na máquina do tempo passava ver o que
aconteceu e retorna nós temos fonte de pesquisa são indícios aquele passado são representações daquele passa e aí nós se faltar para construir as passado histórico reconstituir as passas a luz dessas representações à luz daquilo e determinados sujeitos históricos quiseram deixar com a gente como objeto de pesquisa às vezes não quiseram Mas eles fizeram documentar alguma coisa naquele nós vamos plantar com essa documentação ou seja se a gente for procurar objetividade do conhecimento histórico esquece conhecimento histórico não é física nem a física nem a Biologia hoje em dívida pela ciência já é considerado é especificamente o
base na construção objetivo o conhecimento histórico é pautado na realidade histórica que é uma convenção de paz vai lá faz a pesquisa sobre o passado aquela documentação tá disposição na sua realidade para o erro do passado a história não é mano o que a gente estuda na escola Ensino Fundamental ensino médio depois você entra na universidade nós temos tem potência aqui a história não é um produto de geração espontânea é construção de sujeitos históricos EA construção de pessoas que nós entendemos como passado então uma história é uma construção que nós fizemos ao longo do tempo
nós tem qualidades conta que é muito mais Ampla aquele tem que se tem documentado de passado histórico G1 é um trilhão de parte daquilo que ocorreu né então nós temos um Record e os blocos de soja faz um recorte Quando você vai começar a fazer pesquisa é provavelmente orientá-lo já falou para os olhos tem que organizar o seu Repórter E aí você tem que aguentar suas fotos você não vai dar resposta definitiva para nada você tá perguntando contribuir com conhecimento histórico acerca de determinado tema esse conhecimento está pautado há uma nova reflexão e essa convenção
de Paris é muito precisa o Michel Foucault toca nisso especificamente no livro a arqueologia do saber quando ele traz para o seu da reconexão a ideia de que a ciência é muita conversa temos uma convenção gente fica Ah mas então tá errado não não necessariamente se você tem pesquisa feita se você tem um caráter que te aproxima mais da realidade é aquilo que vai te aproximar ou eu prefiro mil vezes um trabalho história que foi feito foi pesquisado e eu que tenho desse outro aspecto do passado do que opinião de alguém que nunca eu sobre
o passar dos homens nunca pensei Ou seja você tem ali níveis de O que passar na verdade histórica não é assistido é dado passado nós nunca vamos ter acesso a ela efetivamente costurar ele tem compromisso com a realidade história Então vai em busca daquilo mais próximo sempre pode chegar e esse pau na documentação história responde histórias e Acertou tá trazendo isso que nós temos amigos nós temos limites que são bem preciso arrumar não estamos aqui é advogando para subjetividade Total conhecimento histórico nós estamos usando o seguinte a luz no certou conhecimento histórico é pautado numa
realidade histórica que é inacessível nós temos indícios descrição você não pode olhar o conhecimento histórico o base uma ideia de polarização o bem eo mal o ruim e o bom é o certo e o errado a verdade EA mentira não é por aí para gente vai conhecer e estudar a história a gente vai estudar história a partir da ideia de que a história é construída com base em uma documentação e essa documentação é aquilo mais próximos temos aquela realidade a história um recorte específico determinado tempo histórico tem uma dose de subjetividade mas passa por um
perigo científico ninguém vai autorizar aí aceita Quando a publicação de um artigo ou aceitar a defesa de uma dissertação de Mestrado última teste doutorado e traçar mentiras Espírita sabe que não tão coisas que não estão com problemas empiricamente com mais a documentação histórica agora a boca ambientação histórica o objetivo meu carro não vai encontrar o dia de documentação histórica objetivo específico determinado acontecimento com acontecia tudo não dá para reconstruir a totalidade do conhecimento histórico está no limite é parcial e está no limite só que nós temos uma convenção por pais e acrescente livro que a
gente tem que olhar para o conhecimento histórico para a gente vai com ele vai saber por exemplo vai para o senhor ficou muito pergunta O que você acha que ela história que você acha que a história as pessoas vão olhar ele hora história é o passado nem pensar parece ficar em baixo lá sempre passavam o presente agora nós como profissionais temos que entender que a história tem limites tem inúmeras possibilidades mas não é relativo e a história não é uma discussão de Boteco a história não é uma um artigo de opinião no Instagram no Facebook
história pesquisa séria com base em normas com base em ética com base em você reconhecer a subjetividade Sul reconheceu os seus pontos de vista mas os argumentos a Língua Portuguesa no país e qualquer um que o misturador de qualquer outra linho Ou seja você tem que usar argumentos convincentes a luz e uma documentação eu não posso chegar aqui fazer um texto fazer uma pesquisa sobre é já que eu já toquei nesse assunto eu posso chegar aqui nos é uma pesquisa sobre o local e dizer que não houve o local que a gente já tem o
documentação histórica que comprova que ou agora eu posso chegar aqui e tentar entender o modo como ocorreu determinado procedimento de tortura é de morte de separação de pessoas exceto E aí eu tenho que ir atrás de uma documentação que me bem disso E aí com base esses indícios eu tenho que utilizar uma coisa que o Ruben Jorge kollywood diz não ter chamado a imaginação histórica ou seja com base nos indícios que eu tenho eu tenho que tentar reconstituir isso é um método que o Carlos games não chama de método indiciário é o método de analisar
os mínimos detalhes a reconstituir aquilo como se fosse um chama como se fosse um detetive investigador eu tenho que conste É nesse sentido que o senhor tá fazendo conhecimento história nós nós temos o passado nós conseguimos chegar até aqui e aqui é a fonte histórica que é uma representação do passado já foi escrito por alguém eu indício lá do que passado e aí a gente vai lá e tá fazendo uma interpretação Já estamos no terceiro nível não tava fazendo interpretação sobre a sua frente vamos fazendo questionar mesmo depois a gente vai escrever eu chego aí
passar essa realidade é se quando nós estamos dizendo agora a história tem um grau de subjetividade Mas nós vamos ter acesso a realidade mas sim algo próximo a realidade a gente tem a realidade da documentação que é um recorte da tem que é bem mais amplo que a experiência histórica quer um exemplo mas é básico aqui para vocês agora nós vamos ter essa aula aqui gravada vou terminar vou ensinar a gravação quando a gente nós teremos essa aula aqui gravata eu vou encerrar essa gravação porque nós terminarmos é só para dar um exemplo para vocês
como realidade social é recortada pela documentação um retrato social dessa aula devolve o resultado de todos vocês a experiência social de todos vocês nas suas residências na frente dos computadores ou dos celulares retrato social engloba eu desse lado daqui é da social engloba tudo tem volta aqui eu da minha do meu escritório Renato Sérgio Borba tudo tem volta de você sair só que o que que vai entrar e vai se transformar em documentação histórica dessa aula o vídeo gravado que eu recortar ei o que eu editar e depois tirando umas então percebendo como é que
é o trabalho do Historiador o base da documentação a documentação de Justiça possui uma história que daqui a algum tempo alguém vai encontrar e vai se faltarem documento o historiador que está pesquisando isso lá no futuro vai ter acesso ao que há o vídeo O que é documentação da eu não vai ter acesso a tudo que envolve isso ele vai ter acesso a esse livro então vai ter acesso a porta de acesso ao livro ele não vai ter acesso a outras coisas que eu tenho aqui eu não vai ter acesso ao que vocês estão aí
na recepção de vocês tenham o conhecimento histórico não é objetivo está muito mais que discutir da batido o conhecimento histórico não é algo que você pode fazer uma polarização de certo ou errado e conhecimento histórico é uma construção e uma construção com base numa documentação que lhe permite chegar mais próximo possível da experiência histórica do passado agora se a pessoa quer dizer que história infecção aí tem que ter argumento para dizer que a história são conhecimento histórico é subjetivo Apesar que você sente eu tô dizendo que o conhecimento histórico não é verdade não necessariamente e
brancos conhecimento histórico não vale nada é para o presente não necessariamente aquilo que vale presente não necessariamente É objetivo eu acho que é importante debater isso ou seja aquilo que tem sentido à nossa vida prática Não nessa geralmente têm que ser ao objetivo representação do passado é uma construção Só que essa construção e pautada em uma uma metodologia que é científica em regras de pesquisa e documentação histórica que se aproxima lá daquela realidade Então por que não entenderia como passar nessa porção bom entanto a reflexão do acertou sobre a escrita da escrita da pano para
manga para esta reflexão porque porque o Michel consertou está debatendo a escrita da história como resposta ao Hayden White e a dor o norte-americano estadunidense que escreve uma obra importantíssima antes do do Michel do setor O a intitulada meta-história a imaginação histórica do século 19 em que ele vai estudar vários historiadores do século 19 e vai tentar entender a narrativa desse explorador e o modo pelo qual os historiadores usam de ficção nos seus textos isso é obra do canal arte e o sertão vai ter o seguinte primeiro prazo na reflexão que ele faz sobre uma
escrita que é o terceiro aqui é o que fecha aprende lugar social prática científica Tríade do que ele chama de operações programa ele começa com uma frase clássica a representação ou seja dizem literária não é histórica senão quando articulada como lugar social de operação científica e quando institucionalmente e Tecnicamente ligado a uma prática de desvio com relação aos modelos culturais o teórico contemporâneo e a narrativa histórica o produto produzido aquilo que é produzido pelo Historiador O que que a gente tem acesso é um texto e isso é história se estiver ligado a um lugar social
se estiver dá uma prática social e se tiver passado por uma prática ciente É nesse sentido que o sertão tá dizendo olha a narrativa histórica e não está articulada a um lugar social específico da pesquisa e que não passou por uma prática científica não pode ser considerado história aí Nós entramos aquela essa é uma Mais uma especulação do que uma pesquisa profissional É nesse sentido que o senhor pô entra na primeira do primeiro aspecto que ele discutir sobre a narrativa que ele vai chamar de a inversão escrituraria e essa inversão escrituraria é extremamente interessante porque
tem três aspectos dentro dela e demonstram como no processo de metro de escrita você de algum modo mexe naquele dia foi pesquisado já foi analisado nas pontas já foi criticado primeiro dele ele vai dizer que e nós geralmente nos pautamos com base na temporalidade histórica e aquele tempo no momento você tá lá fazendo a crítica das fontes tentando entender o procedimento processo histórico aquilo tá cronológico Ou seja você já está no procedimento de pesquisa você já está organizando alguma coisa de modo cronológico ou não se você coloca numa cronológico você transformando natureza um tempo cultural
se você coloca inverte essa cronologia você tá desconstruindo algo que tá lá na fonte data é nesse tipo chamado de inversão escrituraria uma segundo o segundo aspecto dessa inversão escrituraria e você coloca um fim no seu texto encerra sua história sendo contada só que a pesquisa não ter você ainda tem várias coisas representa você tem que tá ouvindo a sua pesquisa tem que dar um ambiente na sua pesquisa você tem que finalizar o seu texto eu tenho que escrever as suas considerações finais e lá na introdução e aí organizá-la escrever ela usa quilo já tá
escrito nós todos sabemos aqui que a gente faz autoportante faz é introdução porque você já fez a pesquisa já tem o rascunho de Deus só porque aí você vai lá e faz a pesquisa e depois ler a sua pesquisa e na introdução você vai lá dizer o que que você fez na pesquisa e prometer que vai fazer e bolando uma narrativa como se não tivesse feito ainda entendam isso meu a gente falar essa pesquisa para já vamos lá vou pegar um livro de quatro vou pegar o livro de três capítulos E aí você vai lá
faz Capítulo 23 Então faz os três primeiros depois 12 independente você fez os capítulos escreveu consideração final e aí você volta para introdução ele lá na introdução dos e narrativamente vai simular você aquilo que tivesse escrito ainda fiz essa prometendo leitor que vai falar sobre isso vai falar sobre aqui para falar sobre aquilo outro tô percebendo que do procedimento de narrativo da nativo Vocês estão usando aspectos literários você está construindo a história para o chão leitor mesmo que seja uma história no procedimento da pesquisa É nesse sentido que o senhor tá dizendo que a pesquisa
interminável porque o texto tem que ter um Oi e o terceiro aspectos aqui determinadas lacunas são preenchidas ou namoradas você realça determinado acontecimento é ressalta outros determinado as lacunas você esconde ou você era elas com outros assuntos você passa por cima outra você complementa com narrativa histórica o exemplo claro vamos dizer que Júlio César é chegou que determinado lugar lugar de Roma por meio é com a sua tropa em determinado momento da história tá tem um rio que tinha que ser passado ali mas o têm documentação nenhuma que comprova que ele passou por esse rio
mas tem o documentação que comprova que ele chegou em determinado lugar automaticamente o historiador constrói a imaginação histórica que leva a ideia de que horas você saiu do culto a chegou Albert um rio é porque já não têm documentação sobre isso mas a lógica histórica mais relação histórica nos levam a entender que ele E aí você pode construir sua narrativa desse jeito nós temos aí uma reflexão de que há uma inversão escrituraria e isso traz o sendo debate E aí mais adiante e ele traz aquilo que agente tava debatendo ele traz aqui e o discurso
histórico se situa fora da experiência histórica discursos toca narrativa tava experiência histórica em si nós temos acesso a essa experiência de modo integral nós temos acesso documento que é um resquício daquela experiência história real é atingir o passado será de acordo com o céu certo ficcionalizado esse passado vai ter uma história que você vai contar com baú e é você que está construindo dessa história do contato que é só copiar no documento construiu mas isso é muito interessante isso é muito significativo para a gente bom Nós entramos no segundo aspectos aspectos da escrita da história
que é a ideia da cronologia você tá vai chamar de cronologia ou Lei mascarada eu acabei de me chamar de um pouco da cronologia o trabalho histórico tem uma cronologia Ah tá mas sempre vai ter mais você vai construí-la bom e é esse processo da narrativa que você constrói essa prova hoje eu não preciso contar necessariamente a história de algo pelo começo se é por assim dizer o tempo correto é um explorador se perderam isso mais próprio faz uma crítica ferrenha do livro Apologia da história ao chamado mitos das origens dos Campos comprando origem de
tudo buscar nas origens do passado determinada coisa no futuro tô tentando buscar é uma relação de causa e efeito ou seja sujeito tem algo o jeito fez algo logo isso aconteceu lá na frente essa tentativa negócio água das perderem daquele que o Marco Box chama de um mito das origens ou seja todo trabalho histórico tempo para hoje em outros termos o trabalho histórico tem boca longe e isso é muito importante para entendermos que essa cronologia olha nos é dada pela documentação ou nós com base na nossa pesquisa ele nós construímos uma dentro de uma narrativa
pertinente a gente o terceiro terceiro aspecto que eu tô com será que é muito importante para narrativa na escrita da história que vai chamar de a construção de dobrada em outros termos você tem é um conteúdo por exemplo você pega na documentação histórica conteúdo que tá contado ABC acontecimentos a b c d e f só que você pode mexer desde que os seus argumentos e isso de uma lógica você constrói você mestre o conteúdo do verdadeiro com uma sucessão temporal você constrói algo o base da documentação com base na sua Native base nas suas perguntas
o mas na sua capacidade de textual algo que é importante para os pesquisadores você constrói uma pesquisa uma narrativa a luz das suas questões daquilo que você precisa pesquisar que você quer colocar É nesse sentido que o senhor vai chamar esse procedimento esses dois aspectos trabalho histórico de narrativização e ser uma utilização e de acordo com ele os curadores passa daquele conteúdo da história a sua expansão você constrói um com Deus da Luz de uma cronologia é um construir essa cronologia você dar você dá sentido à ela você semantizar de língua portuguesa você constrói uma
narrativa histórica cronologia essa cronologia você passa para uma semantização significava e você constrói essa e o trabalho histórico assim tem efeito de real é o terro do Michel do Sertão o trabalho histórico tem prazo para o centro do debate que a narrativa tem um efeito de realidade trás e ser feito a realidade é um efeito de real e acertou vai dizer olha e eu trabalho histórico de algum é mais efeito de álcool não tá narrando matizando com base nas citações você recorre a um conhecimento já produzido já passou pelos pares você você é recorre a
Agu já considerado ciência já considerado resultados da credibilidade trabalho para mostrar que a gente não tá inventando nada de nada nós estamos pautados numa ciência nós estamos fazendo nós temos uma das Convenções a situação é uma delas quarto para as pedras O que é lugar do motor e o lugar do leitor isso é muito significativo ele vai dizer o seguinte Olha o quarto aspectos da escrita da história a escrita da história da um lugar para os mortos e ao mesmo tempo respeita dá um lugar para o leitor a escrita da história separa marca o que
é passado com base na narrativa sobre os mortos e o que é presente o base naqueles leitores que leem sobre o espaço O passado é fundamental sentido leitor de acordo com o setor tem um acordo Tácito o acordo velado com Historiador instalador tem a a tarefa do Historiador tem a busca a ideia de buscar o mais possível o mais próximo possível aquela é verdade o leitor tem essa visão da história todo leitor de história vai buscar o texto histórico algo que ele considera a verdade história a realidade história e estragou tem que respeitar buscando isso
para documentação mesmo que ele saiba que a realidade histórica e se a experiência da realidade histórica em nascer se você tem acesso a vez do passado é nesse sentido tá trazendo para o debate essa reflexão com base nessa reflexão toda de lugar social de pesquisa de prática científica de narrativa que a história constrói o conhecimento híbrido O que é vinculado a lugar social tem sua prática científica que tem uma narrativa que é híbrida que mescla aspectos científicos uma ficcionalização com base na documentação nós usamos artifícios literários nossos textos dá para regar os campos a documentação
uma infelicidade nós buscamos por meio da situação as referências e nos colocamos no lugar de cientistas mas nós usamos também aspectos ficcionais Traz essa reflexão centro do debate e eu escrevo aqui a reflexão sobre o texto original do ser eu agradeço a presença de todos e me despeço por aqui é mais é a próxima aula um abraço