vamos lá que essa aula de cant e é orçamento é é fogo né essa aula de cant é uma aula aqui para mim eu tenho muito prazer em falar dela tá assim bastante prazer mesmo tá e bom Kant não é um autor fácil Se alguém fala que o Kant é um autor tranquilo tá mentindo mas da questão canana a gente pode no teu vestibular considerar em três aspectos tá aspecto do conhecimento aspecto eh da arte aspecto da ética três aspectos se eu pudesse definir o cant numa palavra que meu aluno sabe que eu tenho feito
isso H um tempo Já a palavra que define cant bem como a característica que define o pensamento cantiano é universal universal universo universalidade universalismo tá porque tudo em cant remete a um aspecto de uma universalidade tudo fechou bom a primeira questão que pra gente conversar né o cant ele se propõe a fazer uma revolução do conhecimento que a gente chama de revolução copernicana do conhecimento essa definição que o cant dá paraa sua filosofia por que que dá esse nome porque a revolução do Copérnico lá no renascimento do eliocentrismo marca o novo mundo novo momento no
conhecimento da humanidade tá e o pretendeu fazer algo semelhante a isso também queria fazer uma revolução que marcasse um novo momento na realidade só que uma revolução do conhecimento teórico tá no sentido prático tal como foi por exemplo a teoria heliocêntrica do Cope E por que o se prop a fazer essa proposta era umor nacionalista imbuído pelas ideias da razão e ao ser imbuído pelas ideias da razão e ele invariavelmente tinha um olhar eh um tanto quanto pejorativo às experiências ou ao conhecimento baseado nos sentidos Então ele era dogmático como ele mesmo se definia até
que ele vai ler o David Hm que a gente conversou na nossa última aula de filosofia e o Kant vai dizer que o David h o despertou do Sono dogmático da razão então a revolução copernicana nada mais é do que o Kant fazer Olha que eu vou a expressão que eu vou falar a expressão que não é minha tá é uma expressão do professor Danilo Marcondes da PUC Rio de Janeiro o Kant vai fazer uma síntese fecunda entre racionalismo e empirismo ele vai juntar estas duas correntes tá E nessa revolução copernicana do conhecimento a a
gente vai chamar a teoria do cant de dois possíveis nomes primeiro nome um dos mais conhecidos é o criticismo tá Por quê Porque isso vem do seu texto famoso né que é o Crítica da Razão Pura né que é uma espécie de uma trilogia que ele faz a respeito do conhecimento da ética e do Belo Crítica da Razão prática critica do juizo de gosto então geralmente nome criticismo mas o outro nome que a gente dá para ele de idealismo transcendental eh Por que idealismo primeiro porque faz muito da nossa ideia do objeto então a gente
chama de idealismo transcendental porque nada mais é do que um foco no nosso conhecimento e o conhecimento que a gente tem do objeto ou dos objetos quando eu falo objeto eu não tô falando desse microfone que por acaso tem uma boa captação de áudio objeto mundo né do mundo material então do mundo real a qual a gente tá deparando aí o nosso cotidiano o nosso conhecimento é um objeto propriamente dito tá Ah um contro Mita em questão eu dei essa aula ontem pra turma do Paulo de matemática que vocês tiveram aula com ele de log
na terça-feira uma me perguntou se o Kant é Platônico e a resposta que eu dou para vocês o Kant também é Platônico também é por que também é porque ao mesmo tempo ele também dá dá e grau de veracidade de conhecimento pro mundo material se é mundo material é um pouco aristotélico tá então o Kant ele faz essa síntese mesmo não só da filosofia moderna de racionalistas e empiristas mas a filosofia mesmo entre Platão e Aristóteles tudo bem Ah E aí o Kant vai dizer que o conhecimento está atrelado a dois fatores então presta bem
atenção na expressão eu vou usar para vocês aqui tá geralmente aparece a relação do sujeito e do objeto em cante geralmente como que a relação sujeito e objeto é pensado em cant primeiro que quando aparece no seu vestibular teu vestibular quer saber se você acha que pro cant sujeito e objeto um é superior ao outro se um é contra o outro ou se eles se complementam resposta que eu já vou te dar eles se complementam tá ou seja o cant ele dá um grau de importância tanto ao sujeito quanto ao objeto Isso vai ser motivo
de crítica depois pelo reggel Mas isso é uma coisa que a gente fala lá lá na H de regg mas o cante vai dizer que o conhecimento ele se dá a partir dessa relação complementar ou é de diálogo tanto entre um sujeito que pensa que a gente chama de sujeito cognoscente ou cognoscivel o que seria o objeto cognoscivel é o objeto a ser conhecido traduzindo que o tá dizendo é que existe nós que pensamos ou que somos capazes de pensar e existe as coisas em si própria dou um exemplo o conhecimento que vocês terão na
universidade ele já existe então ele é cognoscivel só que para que ele faça sentido para você você precisa acessá-lo porque senão ele é existente mas não é manifesto em você Em outras palavras o Kant tá dizendo que a experiência nos faz chegar na razão tá a experiência de um sujeito cognoscente e de um objeto a ser conhecido porque se ele é conhecido ele é universal entender me entenderam 01 quanto vocês estão entendendo pelo jeito entendeu Pedro 10 Nicole 10 Maria Vitória 10 legal Quem mais quem mais alguém não entendeu 10 kine 10 legal repetir Claro
sem problema Pedro a ideia do sujeito sente o sujeito capaz de pensar objeto cogn objeto a ser conhecido Ou seja a gente acessa as questões da racionalidade que é universal a partir do nosso conhecimento empírico tá a experiência é começo de algo para nós que nos faz conhecer algo já existente gente se é algo já existente a gente sabe que essa coisa existe de forma Universal né a gente já falou um pouquinho sobre ide do que é universal tudo bem Pedro consegui end querido conseguiu me entender Pedro Legal boa vamos lá e aí vem uma
questão muito importante tá que é a questão do fenômeno e do nômeno A grande preocupação do kante é representar a seguinte questão onde que está a esse debate entre sujeito e objeto onde é possível conhe né A Maria Vitória perguntou assim tem a ver com res cogito e resistencia não porque res cogito e res exena é uma questão puramente cartesiana e se é cartesiana é puramente racionalista má nesse caso não e o Kant não é essa figura ele era essa figura ele deixou de ser essa figura tá ligado mas Encante essa relação sujeito e objeto
é uma relação própria do nosso mundo o nosso mundo ele chama de mundo do fenômeno né bom lá na nossa aula um de filosofia eu falei os as possíveis ideias de fenômeno que a gente trata né fenômeno objeto mundo material internalidade em realidade whatever tá então a relação sujeito e objeto é algo que se manifesta dentro do mundo fenomênico que que é o mundo fenomênico é o mundo que a gente conhece e o mundo fenomênico é em oposição ao mundo nomico vamos pensar um pouquinho em etimologia nômeno nomini quer dizer lei ou regra o fato
social quando escreveu e ele falava muito de Nomine regra própria então o que que é o mundo nomico o mundo nomico é o mundo fora daqui o mundo nomico é o mundo fora da nossa compreensão o mundo Domênico é o mundo fora da nossa realidade então o mundo Domênico é aquilo que a filosofia não é capaz de explicar filosofia trata das coisas fenomênicas não das coisas nomic então debate sujeito objeto só é possível dentro de uma perspectiva fenomênica Eu poderia até inverter essa aula dizer olha gente a cant distingo e mund n Domênico do mundo
fenomênico onde no mundo fenomênico existe a relação entre sujeito e objeto posso inverter assim também que a ideia acaba sendo a mesma inclusive é dentro dessa análise de mundo fenomênico que existe encant debate sobre espaço e tempo tá onde espaço e tempo são elementos da nossa intuição a gente faz essa intuição de espaço e tempo a partir de fatores externos e fatores internos isso caiu na prova da Unioeste de fevereiro de 2023 inclusive tá bom Ok até aqui de boa tranquilo posso avançar cant é difícil eu só vou avançar como vocês me aval posso avançar
posso Ok legal nessa ideia da revolução copernicana do conhecimento o Kant vai dizer que é possível a gente conhecer as coisas tanto pela razão quanto pela experiência tá como que a gente conhece as coisas pela razão o conhecimento pela razão é um conhecimento a priori a gente falou o que quia dizer a priori né a priori ou seja existe independentemente de nós já o conhecimento pela experiência o conhecimento a posterior ou seja precisei experimentar isso prer vivenciar isso tá então para ele é possível as duas formas de conhecimento acontece que cada forma de conhecimento tem
uma forma de juízo que que é um juízo juízo é um entendimento interno de um conhecimento de novo juízo é um entendimento interno de um conhecimento tá exemplos simples pros senhores e paraas senhoras tá o conhecimento a priori produz o juízo analítico tá o que é o juízo analítico o juízo analítico é um juízo matemático por quê Porque analítico é tudo aquilo que é universal a matemática é universal tá a gente pode colocar também como um juízo do campo das exatas sim eu posso colocar também como eh trocar matemático por números sim também tá então
G analítica Universal matemático ele é do campo das exatas é do Campo dos números ele é lógico E aí tem uma informação muito importante para vocês que também é muito comum nos vestibulares E aí se você tá usando isso no caneta no tablet marca circula essa parte no juízo analítico o predicado tá dentro do sujeito que que é o predicado predicado é o que categoriza algo é o que informa sobre algo tá então exemplo tá quando eu falo triângulo a gente sabe que um triângulo tem três lados por isso que eu coloquei para vocês aí
Triângulo com três lados ninguém fica falar assim ó você viu aquele triângulo de três lados ali não a gente fala triângulo e a gente já sabe aqu elele tem três lados ou seja três lados é a característica do sujeito triângulo tudo bem fechou o juízo sintético remete ao conhecimento a posteriore o nome sintético é auto explicativo é uma síntese né que é uma síntese síntese é um resumo Tá ora nesse juízo sintético ah o a forma de conhecimento é mais o campo das humanas se é das humanas é algo particular a aí a pergunta do
Pedro vamos lá essa relação matemática é do racionalismo Car Biro só vou responder se você responder aqui comigo o juizz analítico ele tá vinculado ao conhecimento a priori ou a posteriori a priori se a priori é racional ou é empírico ser é racional é cartesiano ou é baconiano se é racional é decart ou bacon pronto então isso é a pedagogia do Paulo Freire gente você viu ele respondeu perfeito mandei o Paulo Freire agora perfeito tá então no juízo sintético que é do campo das humanas e é particular tá vinculado a um conhecimento a posteriore no
juízo sintético o predicado eu vou usar a expressão Push mas alguns vestibulares usam outras expressões tá ah a gente vai chamar ao invés de puxa de antecede tá o predicado Ou puxa ou antecede o sujeito então exemplo eu vou trazer a informação para fora então se antes eu dizia Só triângulo Agora eu preciso categorizar esse triângulo um exemplo Ah um triângulo laranja ah um triângulo escaleno ah embora escaleno também é uma forma universal de triângulo escaleno enfim mas eu trago uma informação tá bom tudo bem até aí então revolução copernicana entendimento do mundo do fenômeno
sobre o sujeito e objeto quer definir o que é o conhecimento sendo a priori a posteriore cada forma de conhecimento tem uma forma de juízo analítico ou sintético o que que ele quer fazer a síntese tudo bem tem aqui tudo bem me deixem continuar sim ou não tudo bem não ok de 0 a 10 quanto vamos lá me respondam ok ok legal legal qual que é a proposta do Kant então proposta do Kant é fazer isso aqui ó ele cria um novo juízo ele cria um juízo sintético a priori Opa percebe ele pegou um pouco
de cada sintético é empírico a priori é racional lembra que eu disse para vocês que eu AC é sua razão pela experiência ó ó a experiência como elemento importante aqui em cant E aí eu Biro tenho falado uma frase há um tempo já sobre isso como que a gente Define um juízo sintético a priori juízo sintético a priori escreve aí é um conhecimento particular observação geral universal de novo é um conhecimento particular com observação geral Universal Biro dá uma explicação melhor sem sombra de dúvidas juízo sintético priori é quando a experiência é o começo de
tudo mas não é origem de todas as coisas beleza Biro entendi bonitinho mas me explica melhor claro a experiência é do sujeito ou é do objeto a experiência do sujeito então qu eu falo a experiência começ de tudo para quem pro sujeito mas Mas as coisas são originadas no objeto bir Não entendi ainda T Bom vamos lá ah quem que pode usar o microfone para falar comigo aqui que é de fora deixa eu deixa eu conversar com alguém aqui de fora aqui eh Thiago Batista pode usar o microfone ou não pode usar o microfone Thiago
Batista tô na salinha ué tá em Lodrina engraçado eh alguém posa microfone falar comigo ou não não ah Yasmin vamos lá Yasmin tô zoando Tiagão Oi Yasmin Oi querida De onde você é yasmina com BBA duplica Du lemb eu já dei aula em lemba com Borba já dei aula em 2013 se não me engando ela para professores Então tá Ah eu tinha 7 anos não oi eu tinha 7 anos infelizmente eu não pude participar é seria estranho né de verdade é você com 7 anos você and lá com professor você fal você não é um
prodígio yasm você Você acredita em alguma coisa sim sim você é religiosa católica Sou Sou Católica po tólica Romana Ok bem firme né Legal ias eh uma pergunta muito pessoal não se sinta obrigada a responder tá bem eh em tese você já teve uma experiência Divina que você atribui ter sido à presença de Deus já então ah é porque depende muito né se na minha visão sim ok Não de boa Fi em paz aqui é é sobre a sua visão Quantos anos você tinha foi ano passado tinha 17 anos foi a sua primeira experiência religiosa
então eu sou católica de berço né mas fal presença de Deus tipo assim Nossa senti um negocinho que eu acho que é Deus sim ah foi a primeira vez correto foi você tinha 18 anos de idade 17 17 anos de idade perdão Então tá mas você sempre tinha ouvido falar sobre Deus correto correto Então olha só gente Yasmim sempre ouviu falar sobre Deus com o conhecimento dela sobre Deus era um conhecimento racional sobre Deus a priori Yasmim com 17 anos afirmou ter tido uma experiência religiosa com Deus Opa aquilo que era a priori que ela
só conhecia de forma teórica conforme a fala da jasm o relato dela que a gente respeita passou a ser uma forma de contato dela conhecer efetivamente Deus então voltando na frase a experiência é começo de tudo mas não de todas as coisas a experiência de jasm com Deus com 17 anos é o começo de tudo paraa Yasmin mas não é a origem de Deus é só um exemplo Gi é só um exemplo eu posso trocar a questão é só um exemplo a gente entender na prática como seria isso entendeu não que o cant seja favorável
a experiências religiosas porque experiências religiosas é metafísica nomica né mas só só pra gente entender a ideia do que seria algo no sentido a experiência começar em mim mas a coisa já existia eu sempre comparo com um guarda-chuva com um com paralista de carro conhecimento é esse aqui ó né limpando o carro numa chuva aí as gotas que ca eu vou chamar de Deus vou chamar de arte vou chamar de política vou interpretar de cada um de uma forma diferente tá ligado então eu acesso a esse parabrisa que não para a partir de uma perspectiva
única e aí eu começo a entender e eu começo a circular Essa realidade então a experiência começa de tudo para quem pro sujeito de algo que já existia porque o sujeito é que ossível algo que já existia era cogn ô sujeito é cognoscente algo que já existia era cognoscivel tá a mesma coisa falar isso sobre amor e sobre sofrer por amor falar isso sobre gravidade falar isso sobre conhecimento matemático e assim vai sucessivamente entenderam juízo analítico é inato não é nenhuma forma de juízo é inato em cant né o conhecimento a priori para ser racional
é o conhecimento possível pela razão mas não é não existe um inatismo na Perspectiva canana os juízos são aprendidos pela intuição ou pela razão ou pela experiência tá entendeu yasm entendeu a ideia do exemplo entendi aham de 0 a 10 quanto Ah eu acho que 10 aham Ah legal mas alguém que entendeu 10 Felipe Pedro Mayara Mendes Vocês estão muito bandidinhos mentirosos para mim hoje hein bom Fechou os dois últimos pontos aqui agora também bem denso Belo arte estética tá primeiro a noção de estética eh Encante bebe bastante de um cara chamado Alexander barten pessoal
que faz a prova da UFO de Uberlândia pessoal que faz a prova da Way tá isso cai muito nessas provas muito mesmo então não existe estética no mundo grego Cuidado hein estética é a ciência do Belo ou a ciência da arte como um todo fechou Qual a principal obra do Kant sobre isso crítica da faculdade do juízos que é uma obra assim muito fundamental pra gente entender essa relação prática do campo do conhecimento então a arte em cant é um campo prático tá não é teórico aliás tudo em cant é prático o conhecimento tem que
ser prático a ética tem que ser prática a arte tem que ser prática e aí qual é o ponto né O que que é o belo em cante a mesma explicação que eu trabalhei agora para vocês para falar de juízo sintético a priori é a mesma explicação para falar do Belo e Kant é a mesmo gente por isso que eu começo a aula pelo juízo sintético a priori porque se você entende isso mano is tire ajuda em quase todas as provas de vestibular Assim quase não vou dizer todas que às vezes cai um texto do
cant tipo quase Perpétuo que caiu na PK que fala sobre ono entre aspas né então assim quase todos os textos vai te ajudar a resolver uma questão Tá então vamos lá bem bem basicamente juízo sintético a priori o conhecimento tá lá produz os juízos etc tudo bem Beleza agora o que seria o juízo sintético a priori nobo em Kant como isso primeiro o Kant vai dizer que o belo ou as formas de jogar o belo parte de um juízo de gosto de prazer e é subjetivo respondam para mim prazer subjetivo é algo sintético ou é
algo a priori rapidão é algo sintético ou é algo a priori ó algo subjetivo de gosto é sintético perfeito perfeito tá mas se o campo do Belo é um juízo de gosto de prazer onde que o a priori vai se manifestar simples quando eu e você a gente entra em contato com algo existente esse algo existente é a priori e se esse algo existente é a priori e me causa prazer e eu tive Prazer por esse julgamento de algo que já é manifesto eu vou achar que a Minha experiência é universal então eu eu vou
lá e vejo um quadro nunca vi esse quadro antes mas esse quadro já existia antes de eu vê-lo então ele é a priori que ele é universal ele existe independentemente de mim Universal tem todas as os atributos de ser Universal eu vi esse quadro b f assim meu Deus que quadro mais lindo fala esse quadro É possível para todo mundo ver mas eu achei ele lindo então invariavelmente eu vou achar que todo mundo que eu conheço Pode adorar esse quadro então chegar na yasm fal assim yasm olha esse quadro que coisa mais linda Ana P
Olha esse quadro que sensacional eu ouço uma música Espetacular lá sei lá de uma banda da Tunísia falou assim meu Deus do céu que sou maravilhoso vou mandar lá PR pr pra Júlia bianquini ouvir porque se eu adorei os não existente impossível a Júlia não gostar impossível ou Nossa que pessoa mais linda nossa que pessoa linda vou mandar a foto dessa pessoa pro meu amigo pra minha amiga assim olha que pessoa linda ou seja o c tá dizendo que o nosso juízo de gosto ele é subjetivo e ó ó ó ó pode ser Universal e
se pode ser Universal a priori ele não tá dizendo que será Universal dizendo que pode ser uma pergunta que você pode me fazer que pode cair na prova da unest que para mim é a pior do Paraná Biro isso pode cair na análise de simetria de Platão resposta sim sim a questão da proporcionalidade da simetria da é manifesto nesse juízo de Gosto sim tá bom antes que eu avance Opa tem uma pergunta aqui Universal seria todos ou mais indivíduo não a ideia de Universal é a ideia de todos tá de todos a ideia de ser
eh homogêneo na sua recepção entende a recepção é homogênea a criação é a priori Então tem que ser algo sei lá quase instintivo não não eh vamos lá a o Universal aqui tem em duas ideias tá no objeto tá tá no caso aqui na arte tá na recepção só que a arte ela não é universal pela sua recepção a arte ela é universal porque ela independe de mim então a música ó quantas músicas existem agora que a gente não conhece e e existe independentemente da gente iso é a prova delação Universal Entendeu agora o que
sou eu gostar disso e dizer que você Júlia também vai gostar eu tô dizendo que a minha experiência de receber essa arte é a mesma experiência que você vai ter então é aqui uma recepção Universal Dessa arte e desse belo entendeu Pode ser Ana volta no finalzinho sim entendeu Júlia então juízo de gozo de prazer subjetivo que pode ser Universal não quer dizer que será entendeu falando do juo de gosto não tô falando da arte aqui falando da minha relação com isso sacou entendeu mesmo de 0 10 quanto querida 01 boa gosto disso gosto disso
só que aí tem um ponto importante que é o ponto do Sublime Sublime é Encante isso é muito mais comum no ENEM tá muito mais comum na prova do Enem eh quando eu falo quando eu falo de sublime gente Eh vamos pensar aqui alguém aqui já esteve em alto mar assim em alto mar assim alto mar seja em Cruzeiro seja em alguém já esteve em alto mar ou não pro jeito não né pobres Alguém já esteve nas Cataratas do Iguaçu Eu já estive a Nicole já Maria j já também Gabi Rossa também e olha quantas
pobres tem aqui a Didi também já esteve no Rio Guaíba Vale ah vale é louco vale muito ainda mais o que aconteceu recentemente Ok eh alguém na floresta amazônica no Pantanal vale a do Vale Igapó Ah tá de brincadeira né do Igapó a gente joga Tipo burquinha na na água assim né Alguém já estb um Pantanal Pantanal Caroline que inveja mano nossa eu tenho muita vade de conhecer o Pantanal muita muita muito ó Chalana sem querer T esquece a minha dor Nossa é lindo demais e chorando assim se foi que demais velho olha só eh
não sei vocês mas todas as vezes que eu tive em lugares como Cataratas Iguaçu eh que dois lugares que me despertaram muito muita sensação de impotência assim medo a três na verdade né patatas Iguaçu eh quando eu fui no Marrocos Eu fui para um deserto e o cara que levou da cidade pro deserto tá ligado aquelas estradas do TIP tipo estradas perigosas tipo aquelas tá ligado que tipo se o cara pipocar um pouquinho você cai tipo assim não vão achar teu corpo e quando eu atravessei o Caribe de carro eu fui da do Extremo Sul
de Miami pro Extremo Sul da Flórida tá ligado uma cade chamada Aqui West que já aparece em filmes e tem uma estrada que tem 42 Pontes no meio do mar e uma das pontes tem sete caes minto 7 Milhas tá ligado que dá 10 kms essa estrada do e mano e eu tenho media altura gente e essa estada tipo ao mesmo tempo ela ela tipo ela é muito alta quando eu era criança eu quando passava embaixo de túnel eu baixava a cabeça hoje quando a gente quando eu passo embaixo de quando eu passo em Ponte
sozinho eu abro os vidros Porque se o carro sair PR usa no morro afogado dá para eu nadar um pouquinho tá ligado mas enfim eu tenho muito medo disso mas ao mesmo tempo nesses lugares todas as vezes que eu estive eu tive uma sensação então eu começo aí Sublime para Kant É uma sensação começa aqui agora o que é essa sensação k vai dizer que o Sublime é a sensação de admiração da natureza e de espanto eu admiro falo meu Deus que lindo mas alum tempo falo meu Deus do céu isso aqui me destrói milionésimos
de segundo Só que essa sensação causada em mim de admiração espanto frente à natureza Eu tenho ela a partir de um lugar de segurança tô aqui na proteção das cataratas tô aqui no meio da ponte porque está nos limites da ponte é muito ruim tô aqui eh nesse prédio protegido então novamente o Sublime É uma sensação de admiração barra espanto da natureza a partir de um lugar seguro tem um ponto essa sensação de segurança causa em mim uma ideia de que eu estou vencendo da natureza então a sensação de segurança causa em mim uma noção
de superioridade frente natureza tipo assim aqu ela não vem não vai acabar comigo tá ligado E essa ideia do domínio da superioridade caiu em alguns vestibulares do ano passado do ano retrasado não me recordo sal Eng B fez essa pergunta no cursinho Não entendi por não sei se fo ou se foi a Maria elía não sei as duas são muito semelhantes Então essa ideia do sublim é uma concepção que o traz atir de uma perspectiva ional nossa né ela escapa a nossa vai na nossa razão mas escapa a nossa racionalidade tem um pouco a ver
com o nosso campo da intuição intuição tá todos entenderam concepção de sublime Encante todos entenderam de 0 10 quanto tô acabando a aula já tá paraa alegria de quem tá vendo gravado e sabe de quem é a culpa né a culpa é dos mesmos que eu pontuei fofinhos vocês hein Legal alguém aqui nunca tinha ouvido falar sobre o Sublime Encante nunca tinha ouvido falar sobre o Sublime cantiano a Maria Vitória não a Maria Vitória é a Zago Yasmin não não lembrava ah ok Ah legal ma bem-vinda querido muito feliz de estar aqui com a gente
tá bom Ai não a pulei esse ai perdão gente eu tirei sem querer pera pera de forma bem Rasa Karine viu e agora também nos Rasa não então tá deixa eu ah gente fiz besteira aqui Putz não deveria ter feito isso eu tirei o o o slide não tem problema eu vou fazer com vocês eh sem slide mesmo só para não ter fundo aqui deixa só bonitinho aqui que bom eh porque eu se eu sinto porque é intuo não tinha que ser empírico ok Porque tem a ver com essa relação entre espaço e tempo e
a Ah não foi que eu não sabia entendi tem a ver com a relação de espaço e tempo entende e como tem a ver com uma relação entre espaço e tempo é a minha intuição ultrapassando a racionalidade porque Vai Além da Razão Ou seja a razão não é capaz de mensurar essa essa condição acaba sendo algo de caráter intuitivo e não só intuitivo também de caráter abstrato barra subjetivo em mim entendeu cara ó me deem 30 segundos que eu preciso eu não quero ficar sem slide com vocês eu preciso colocar aqui gente Ah mano eu
deletei aqui por alguma besteira mas eu sei que Eu encaixo aqui nas minhas nas nos meus achados fiquem aí fiquem aí tá E aí cadê cadê deixa eu achar aqui aqui achei Pronto já achei já achei o que eu queria Pronto agora vocês não vão ficar sem mim Ah adb que eu fiz desse jeito aqui para vocês ó olha olha o que que o papai Biro preparou para vocês né olha que que birinho ô Jesus Cristo Ah vai ser assim mesmo tá bom olha o que o birinho preparou para vocês aqui bem fofinho nessa ideia
aqui ó o ano passado aqui o ano passado eu trabalhei com essa tabela tabela gente pedido que eu faço para vocês peguem aí a anotação de vocês coloquem em tabela mesmo bonitinho tipo nessas três linhas tá eh e aí você coloca tudo como tá dever autonomia imperativo categórico em n inclinação tronomia imperativo hipotético gente isso aqui ó é uma mão na roda para vocês isso aqui você vai achar que é nada mas meu querido minha querida na tua resolução de questão ISO vai te salvar ficar mais fácil antes que eu entre na teoria enc tudo
que é visto como um dever assegura autonomia autonomia quer dizer emancipação quer dizer Liberdade esse dever que fomenta uma autonomia se manifesta aquilo que o cân chama de um imperativo categórico e já vou explicar o que é bonitinho por outro lado que é inclinação inclinação é tudo aquilo que a gente age por coisa própria Nossa que a gente age como se fosse se por um prazer exclusivamente nosso inclinação física inclinação biológica tá essa inclinação que a gente faz por coisas nossas não nos dá liberdade pelo contrário nos dá uma condição de uma heteronomia a heteronomia
é um aprisionamento tá Ah é só a gente pensar o que que é hétero hétero é aquilo que é diferente né diferente da Idea do homo então eu trato o diferente com uma condição inferior e isso perdão é o que o canti chama de imperativo hipotético mas eu já vou explicar o que é categórico e hipotético mas assim faça essa tabela bem bonita comecem aí né tabela tá Ah no ano retrasado uma boa Luna que eu não me lembro agora qual o nome lembrei quem que ela é uma boa aluna mano hoje ela tá fazendo
faculdade inclusive ela viio F assim Biro do céu cara por que que eu não consegui fazer essa questão de cante eu entendo tudo Fi assim fulano de tal você meteu a tabela aí mete a tabela faz a tabela ela olhou assim fi assim ah ela resolveu a questão 1 minuto e meio assim entendi agora qual que é a ideia Tá mas antes de F essa tabela como que a gente pensa na ética canana o que que é a ética canana primeiro que eh a ética Kantiana ela é uma ética prática ignora um pouco o data
show para com esse negócio de ficar copiando tá ligado a ética canana é uma ética prática Qual é a palavra que define cant que eu comecei a nossa aula de hoje qual é a palavra que define cante que eu comecei hoje mesmo com vocês que palavra define Universal perfeito perfeito então a ética canana é uma ética prática Universal traduzindo ela é para todos e ela existe independentemente da gente como uma lei Ah então a gente chama a ética canana de uma ética que não é do ser é uma ética do dever ser que a gente
chama Teoricamente de deontologia pessoal que vai fazer a prova da Federal do Paraná isso cai lá na sua prova tá que que é a ética da deontologia é a ética do dever é a ética do dever prático essa ética da deontologia do dever prático é uma ética de uma legislação universal de uma máxima universal O que que é uma máxima Universal aí o cante vai dizer aja conforme a sua máxima a sua lei ou a lei seja uma lei universal E por quê Porque para o cant uma ética de verdade ela trata o outro não
como meio mas como fim em si mesmo que é uma ética que trata o outro como fim em si mesmo em cant existe uma ideia de que a vida social deve pautar o outro como prioridade porque o outro é universal eu sou outro de vocês vocês são o outro de mim então Encante a nossa relação não é enquanto meio é enquanto fim nós não nós não temos as nossas relações e a gente não se usa pra gente alcançar um bem utilitarista nosso muito pelo contrário a nossa relação para com o outro é pensar o outro
na finalidade da sua existência por isso que é uma máxima Universal essa ética do cant a gente chama do uso público da razão é é a ética Iluminista que que é uso público da razão meu querido minha querida o uso público da razão tem duas nuâncias uso público da razão é o uso de todos Ou seja é uma razão para todos e o uso público da razão é anunciar isso para todos eu anuncio esse bem eu anuncio essa razão prática ela não é teórica a declamação ela é prática ela é universal ela é de dever
E aí Encante ao fazer essa prática algo Universal que trata o outro com o fim essa ética ela é incondicional mano não importa se o outro não faz não importa a gente não coloca condições para que ela seja feita não existe o si ela é Incondicional Ou seja a gente faz o que é correto independentemente do que o outro não faz o que é correto só que a gente faz o que é correto e olha aqui ó a gente mede as consequências dessa ação então não basta apenas eu fazer o que é correto e não
medir as consequências desse ato entende isso ah um exemplo lá em 2020 2 A Uen cobrou como redação política de cancelamento eh não política de cancelamento a cultura do cancelamento a cultura do cancelamento Ela é bem intencionada né Porque existe uma intenção de ser um morador de Justiça mas ao mesmo tempo que ela é bem intencionada o seu efeito não é benéfico e sim maléfico então a cultura do cancelamento ela não é incondicional ela é condicional porque a gente acredita piamente que isso vai eh municiar uma correção pra sociedade e o que não é o
que acaba acontecendo Então o Kant vai dizer que a ética de uma forma deontológica que deve ser Universal racional pública prática onde a gente coloca o outro como prioridade onde o outro ele é fim em si mesmo a gente deve medir as consequências desta ação boas intenções o inferno tá cheio detalhe tá essa ética não é passional ela é racional Por que Biro porque se for passional eu só vou agir corretamente quando for próximo de mim do tipo nossa mano não vou fazer esse bagulho aí imagina se fosse com minha mãe Nossa imagina se fosse
com o meu irmão fosse com meu pai é absurdo isso e um tempo também não vou fazer por recompensa o Kant critica isso caiu na prova da PC paná no ano retrasado do ano passado o Kant critica uma ação caritativa a ética religiosa é completamente passional completamente passional porque ela Visa uma Bene uma salvação né uma absolvição um galardão né então a a ética canana ela é exclusivamente o uso da racionalidade que a ética religiosa a tem um Apego da caridade entende tudo aquilo que é caritativo é passional entenderam gente entenderam de 0 a 10
quanto legal eu sempre cito um exemplo cara de uma aluna me escapa agando essa garota ela teve uma aula comigo de cant numa quinta-feira prova da ufk dela foi domingo ela foi aluna de cursinho por 4 anos era o quinto ano era no cursinho e ela nunca tinha ouvido a expressão deontologia para falar da ética em cant E aí essa menina foi fazer prova da ufk e a redação dela o título era por uma nova deontologia essa menina tirou o maior nota de redação da ufk e na ufis redação é um peso e meio pois
ela entrou em medicina na UFSC por causa da redação onde a redação dela foi inteiramente minha aula só um detalhe quando Kant fala sobre essa ética do uso público da razão de ser Incondicional de ser Universal e etc ele também traz pro outro lado do conhecimento e aí tem um texto do cant chamado o que é o esclarecimento em alemão o esclarecimento é al ficarro gente eu tô com vocês faz 3 horas mano 3 horas vai fazer não 3 horas me0 na verdade hum é muito tempo de aula v e quando ele fala do esclarecimento
ele vai dizer ele vai responder uma pergunta de jornal né O que é o esclarecimento e ele vai dizer o esclarecimento é a fuga é a saída da minoridade para a maioridade é a saída da inclinação para o dever da ignorância pro conhecimento então o esclarecimento é autonomia é a emancipação e o cante vai dizer num dado do momento que assim ó no texto dele se eu posso ler um livro peço para alguém ler para mim se eu posso fazer uma dieta peço pro médico fazer para mim que gente fala eu sou culpado por isso
o esclarecimento é quando eu saio dessa condição que eu sou culpado traduzindo esclarecimento é quando eu faço o exercício da razão para me libertar para assegurar autonomia E aí quando eu me liberto e quando tenho autonomia eu vou fazer as coisas por dever aí você fala assim Biro se é dever Por que que é autonomia é porque eu estou me libertando da minha inclinação biológica da preguiça do comodismo da maldade então a razão me liberta dessa condição por isso que a gente volta para cá pra tabela então abaixo de dever de autonomia de imperativo categórico
você pode colocar maioridade abaixo de inclinação de heteronomia de imperativo hipotético você pode colocar menoridade tem que colocar em ignorância tá E aí tem um detalhe muito importante tá essa ética canana é a ética do iluminismo e a ética que baliza a nossa vida em sociedade até os dias de hoje nós somos iluministas Só que essa mesma ética fracassou né aconteceu a Primeira Guerra Mundial aconteceu a Segunda Guerra Mundial o imperialismo Então muitos autores vão chamar essa ética do cant de um formalismo ético inclusive o niet niet critica a teoria crítica né do ador do
Marqui e do horkheim que fazem críticas ao iluminismo fazem críticas ao texto do cant que qual é o texto dos caras dialética do esclarecimento porque o esclarecimento é essa autonomia deontológica canana senhores me entenderam queridos e queridas de 0 10 Quanto ah perdão gente to 9 me Júlia odeio 9 me Biro esse outro como fim não é felicidade do outro né sim pensar o outro enquanto fim é pensar no bem do outro Mavi tá pensar o outro não enquanto meio porque se eu penso o outro enquanto meio eu tô usando o outro para garantir a
minha felicidade pensar o outro como um fim é bom me perguntam n se é parecido com Aristóteles e no caso tem uma diferença com Aristóteles né no Aristóteles existe o a maximização né em Kant existe a universalização então é a mais de Aristóteles tá A Júlia perguntou assim o esclarecimento é a saída da menoridade para a maioridade Sim é isso mesmo tá isso mesmo Júlia esclarecimento é a saída da minoridade para a maioridade da ignorância Para conhecimento da Autonomia para autonomia tá da inclinação para o dever é isso mesmo tá bom Ana Júlia Costa Cruz
e o que que é o mundo do fenômeno eh não é do utilitarismo Gabi a questão do Bond é do utilitarismo tá bom ah que o Kant critica inclusive o utilitarismo eh Ana Júlia o mundo do fenômeno é o mundo da nossa realidade é o mundo que a filosofia é capaz de explicar o mundo do nômeno é o mundo fora da nossa realidade com regras e leis próprias então o debate sujeito objeto Encante ou a preocupação da filosofia Encante é sobre as questões do mundo fenomênico seja da do nosso mundo específico daquilo que é possível
de ser conhecido e não do mundo nomico que é o mundo com regras próprias que as regras da filosofia não se encaixam porque seria uma outra dimensão de uma outra realidade com regras específicas e com leis específicas tá bom essa distinção do que é fenomênico do que anomico tá deixa parar a gravação aqui para me despedir de vocês com mais calma pessoal que viio gravado Um beijo grande em você