O livre arbítrio não existe. Eu não escolhi fazer esse vídeo. Desde o Big Bang estava determinado em todos os átomos do universo que eu estaria aqui em Londres gravando este vídeo sem ter, portanto, escolhido as minhas ações. É isso que o rapaz lá do Ciência todo dia quer que você acredite. Ah, boa noite, senhores. Hoje nós vamos assistir mais um materialista falando asneiras sobre Livre arbítrio. Nós vamos assistir um materialista cientificista mais uma vez discutindo filosofia, achando que está discutindo ciência moderna empírica, tá? Então, eh, a pedido de muitos, eu não tinha intenção de gravar
um vídeo hoje, eu gravei vários aí nos últimos dias, mas como eu ainda tinha cerveja na geladeira e é um tópico que me agrada, cá estamos gravando mais um vídeo. E também é sempre um prazer escutar materialistas falando as idiotícias de Sempre. Mas enfim, vamos lá, vamos escutar, porque quem sabe às vezes o Pedro ele é capaz de nos dizer algo que os outros que nós já reagimos, como o Paulo Jubilu lá e entre outros, não conseguiram fazer. Eu tenho aqui um experimento bem simples e você vai participar. Na minha frente eu tenho dois botões,
o botão A e o botão B. Você precisa escolher um dos dois para apertar. E por favor, digita nos comentários qual botão você apertaria Pra gente ver qual que ganha. 3 2 1. Se por um acaso você ainda não souber qual botão apertar, não tem problema, porque eu sei qual botão você vai apertar. Sim, mesmo sem ver nos comentários, eu sei qual botão você decidiu apertar, ou pelo menos eu saberia se estivesse observando as correntes elétricas no seu cérebro. Calma que eu explico. O ano é 1983 e o neurocientista Benjamim Libá convidou você para ser
uma das cubaias do seu novo experimento. Você aceita e é levado Para uma sala pouco iluminada com um monitor de tubo mostrando uma bolinha girando em algo que lembra um relógio. Você senta numa cadeira levemente reclinada e uma série de eletrodos são colocados na sua cabeça. Tudo o que você precisa fazer é acompanhar a bolinha se movendo na tela e quando você sentir vontade fazer um movimento abrupto com os seus dedos ao pulso. E só mais uma coisa, você vai precisar memorizar qual era a posição da bola na tela quando Você decidiu fazer o movimento.
A ideia desse experimento era registrar um momento em que o seu cérebro toma decisão e com isso estudar a evolução dos sinais elétricos antes de a decisão ser tomada. O experimento original foi feito com seis pessoas e os resultados são debatidos até hoje. Quando eles foram analisados, parecia existir um sinal indicando que a cobaia moveria os dedos antes de ela sentir que decidiu mover os dedos. Colocando isso de outra Forma, apenas olhando paraos sinais elétricos do cérebro do voluntário, os cientistas sabiam que ele moveria os dedos antes do próprio voluntário se dar conta disso. E
o mesmo era verdade, tanto pros voluntários que foram instruídos a planejarem o movimento, quanto pros voluntários instruídos a serem espontâneos. Ou seja, o experimento de Libat sugeria que uma ação, na verdade, tinha três momentos. Primeiro, a preparação inconsciente, em Que o voluntário, sem saber, já tinha decidido uma ação. Segundo, o momento em que a intenção aparecia na consciência, quando o voluntário se tornava consciente de que ele queria fazer ação. E, por fim, o terceiro e último momento em que a ação era realizada. O resultado, então, logo de cara, a gente já viu uma um monte
de erros, né? Primeiro o que ele acabou de falar aí, né? o voluntário já tinha decidido tomar uma ação. Aí ele só tem a consciência de Fazer a ação depois. Então, como que ele pode decidir sem consciência? Como você pode ter a intenção de agir sem ter a consciência da intenção? Então, isso aí já é uma contradição, OK? E também mesmo que você leve o experimento aí na interpretação que ele deu, o que ele falou lá no início não se segue, né? é um secor, ele não conseguiria adivinhar qual dos botões você apertaria, se seria
A ou B. Tecnicamente, ele seria capaz de prever se você ia apertar, né? Antes de você apertar, ele saberia ah que você está para apertar alguma coisa, mas não qual escolha você faria. Então é um non sector ali, né? Mas enfim, eh vamos lá, vamos ver se ele vai falar alguma coisa que presta. Mais impactante desse experimento era o de que mesmo antes de alguém tomar uma decisão, o cérebro de maneira inconsciente já tinha aquela decisão tomada entre 0,2 e 0,5 segundos Antes para ser preciso. O experimento de libat variações deles foram replicados inúmeras vezes
desde então com alguns até mais uma vez cérebros não tomam decisões, né? Mais uma falácia, pessoas tomam decisões. Eh, isso aí é é mais uma das loucuras que os materialistas fazem, né? E como ele já vai mudar para outros artigos, eh, eu acho importante mencionar o que eu já falei em outros vídeos, que esse pessoal Materialista, por ignorância ou por manipulação, eles nunca informam os ouvintes que o próprio Benjamin, né, o autor desse estudo, ele não aceitava a interpretação materialista que esse pessoal dá, tá? O Bendy fez estudos posteriores em que ele dá opção do,
né, do paciente de vetar a decisão que ele havia tomado. E quando eh é medido ali os impulsos elétricos no cérebro do paciente, quando ele faz o veto, não há esse pico, OK? E ele chama Inclusive esse tipo de esse resultado basicamente de free want. Ainda que hajam, vamos colocar dessa forma, impulsos ali inconscientes, movimentando alguém a uma certa direção, a pessoa é livre para decidir obedecer esses impulsos ou não. E uma vez que não há um pico de na no na nas ondas ali, né, neuronais, etc., né? Isso tende a sugerir, então, que não
é uma não é eh essa decisão de veto, ela não pode ser reduzida A sinápses, aos impulsos elétricos, etc e tal, tá? Ou seja, é uma conclusão completamente não materialista, tá? E você não precisa de um experimento tão complexo para chegar a uma conclusão como esta, que é bastante intuitiva, tá? Se eu chego na minha casa, vamos supor, a quaresma, foi há pouco tempo atrás, né? Nós somos convidados a fazer jejum na quaresma. Então, eh, se eu estivesse em um dia de jejum e chegasse na minha casa com fome e tivesse um bolo de Chocolate
ou um, sei lá, um um uma carne mal passada, uma picanha mal passada, que alguém tivesse acabado de cozinhar, eu teria naturalmente um impulso de desejar essa carne, né? Eu ia, sei lá, ficar com água na boca, talvez eu ia ter aquele primeiro impulso, nossa, de querer comer aquela carne. Mas eu posso deliberar sobre esses impulsos e chegar à conclusão que eu não posso comer aquela carne, porque eu me comprometi a fazer jejum naquele dia. O fato que eu Tive um impulso inicial de querer comer aquela carne, a minha boca salivar, não impede a minha
deliberação e o meu livre arbítrio de escolher comer a carne ou não, tá? Você não é um robô controlado pelos seus impulsos, apesar de que alguns materialistas o são, né? Eles vivem como animais, né? Nós discutimos isso num vídeo aí h alguns vídeos atrás daquele ateu que foi lá no podcast dizendo que basicamente nós somos iguais em animais e seguimos somente nossas Paixões. Algumas pessoas escolhem viver como animais e seguir as suas paixões de forma cega. Mas nós, que não somos animaisracionais, eh, nós podemos sim escolher agir ou não de acordo com nossos impulsos, tá?
Então, eh, o próprio autor estudo não concorda com os materialistas e o rapaz eh e todos os outros que a gente reagiu, que citam esse estudo, um estudo que parece ser o preferido deles, né? Eles nunca comentam isso, nunca. Estranho, né? estranho. Até chegando a ampliar a diferença de tempo entre a preparação inconsciente e o momento em que nos damos conta em até 10 segundos. Ou seja, os cientistas sabiam qual decisão o voluntário tomaria 10 segundos antes do próprio voluntário? Para alguns cientistas e filósofos, como É, mas de novo, né? Eh, se for pegar estudo,
esse aqui, por exemplo, foi publicado em quê? 2019 na Elife. Eles mostram que esse tipo de pico aí neuronal, ele só ocorre com decisões Arbitrárias. Mas quando eles tentaram fazer a mesma coisa com decisões que envolvem deliberação, por exemplo, escolher doar para uma caridade ou não, eles não encontraram esse padrão. Só para coisas que você pede assim, aperta qualquer coisa aí, ok? Então assim, os estudos contrários nunca são apresentados por essas pessoas, tá? Eh, porque o que que eles querem é fazer um vídeo sensacionalista. Esse cara, ele não acredita no que ele tá falando, né?
Ele acredita que ele fez uma escolha. Ele sabia. Vou fazer um vídeos contra o livre arbítrio, vou ganhar bastante visualização, vou causar aí bastante. Foi uma escolha, tá? Ninguém, nenhum desses negadores do livre arbítrio vivem sua vida como se o livre arbítrio não existisse, OK? É uma contradição ambulante. Eu já tive a minha fase quando eu era ateu, lá no meu segundo período da universidade, eu tive essa essa cheguei a essa conclusão assistindo Sam Harris e essa galera aí neoateia de que o livre arbítrio era uma ilusão e que vocês aí religiosos que acreditam nisso
são um bando de idiota e aí você segue a sua vida igualzinho. Você seguia antes, né? Se alguém te pergunta se você quer eh tomar uma cerveja ou um vinho, você escolhe um dos dois, né? E não acha que foi o universo que decidiu no seu lugar, né? Então assim, é uma coisa tão ridícula que somente a o mundo moderno com sua Completa eh esse esse amor à péssima filosofia e a insanidade que pode considerar uma coisa dessa, né? Mas enfim, eh, vamos continuar assistindo isso daqui. Psicólogo Daniel Wegner, o experimento de Libat mostra que
o livre arbítrio não existe e essa é uma afirmação extremamente pesada. O que isso quer dizer na prática? É que a voz na sua cabeça nunca decide nada. Você apenas se torna consciente das decisões que o seu cérebro fez por você de forma Inconsciente. Você não decide nada. é o seu cérebro que está no comando e ele não pede a sua opinião. Se isso for verdade, quando eu pedi para você escolher apertar um dos dois botões, tudo que aconteceu na sua mente foi uma ilusão. Em teoria, se eu repetisse o experimento, você faria sempre a
mesma escolha. Mas aqui as coisas começam a ficar mais complicadas. O experimento de Libat parece provar que livre arbitrio não existe, mas só parece, porque essa Não é a única conclusão possível do experimento. Nós ainda podemos preservar o livre arbítrio se assumirmos que a tomada de decisão e entender conscientemente que você tomou uma decisão são dois momentos diferentes. Durante o momento de preparação, antes mesmo que você se dê conta de que tomou uma decisão, a sua mente fez uma escolha livre que provavelmente foi moldada por uma identidade que você construiu. Sua mente fez uma escolha
livre antes de Você tomar a decisão. Então veja que ele está basicamente personificando o cérebro aqui. Ele chamou de mente. Então, eh a descrição que ele tá dizendo aí que resolve o problema do livre arbítrio, ela é tão escrava do materialismo quanto a anterior. Então, veja essas falácias aí de composição, falácia de identidade, achar que você é o seu cérebro ou que o seu cérebro é uma tem uma identidade própria que é Separada de você. Olha isso, cara, que as partes são maior do que o todo. Elas têm poder de escolha. Olha, você não precisa
ser bom em filosofia, você não precisa ter doutorado em ciência para ver as idiotices que esse pessoal fala, tá? Não se assustem só porque o vídeo tem efeitos e é bem feitinho e o cara bota um artigo na tela e cita um fulano de tal. Não abandone o seu senso comum por causa dessas estupidezes eh que vocês assistem aí na internet, OK? No decorrer da vida, essa interpretação também é consistente com o resultado do experimento, até porque ele não é universalmente aceito na ciência como o experimento que prova que o livre arbítrio não existe. O
que prova isso é todo o resto da ciência. O que eu quero apresentar? Ah! Oh! Livre arbítrio não é um tema que pode ser investigado pela Ciência. Não que a ciência moderna não possa jogar alguma luz no aspecto material do homem no que diz respeito à psicologia humana, etc. Mas a discussão do livre arbítrio, ela é uma discussão filosófica porque se trata da parte imaterial do homem. O livre arbítrio nada mais é do que a vontade, que é um eh é um dos poderes, por assim dizer, da alma. Em inglês é power. Eu sempre me
esqueço qual é o Tema. em português, né, a virtude da alma junto com o intelecto. Então, as discussões de livre arbítrio, ela não exige que o sujeito seja um neurocientista. Inclusive a neurociência ela só gerou confusão. Esse pessoal até hoje tá aí debatendo entre si se você existe ou não, se a consciência ela é acima da matéria ou não. Eles não fazem a menor ideia do que eles estão falando. Exatamente porque eles estão tentando ah Discutir e se utilizar de ferramentas empíricas para estudar algo que não admite esse tipo de estudo. A alma humana ela
é substancialmente material. A vontade, o intelecto são imateriais. Os atos da vontade, portanto, não são reduzíveis às ações ali cerebrais. OK? Como diz São Tomás Jaquino, o intelecto humano, ele não tem um órgão corpóreo. Isso não quer dizer, portanto, que nós somos, como Decart postula, um corpo e uma alma separados, que duas Substâncias. A alma tá ali flutuando dentro do corpo, não é isso, né? Nós somos um ser composto de forma, né? a alma e o corpo. Então, nós temos uma unidade, só que nós estamos meio que no meio caminho entre anjo e animal, né?
Então, nós temos esse aspecto imaterial, mas diferente dos anjos, nós para conhecer alguma coisa, tudo que chega ao intelecto, tem que primeiro passar pelos sentidos. Então, é óbvio que uma pessoa que tem um cérebro completamente Danificado ah na sua infância, ela não adquirá adquirirá um conhecimento, porque o cérebro dela está danificado. Ela não será capaz de exercer a potência que ela possui de raciocínio, tá? Mas ela tem aquele poder, só que ele está comprometido por causa de um defeito na matéria. OK? Então, eh, materialistas discutindo esses aspectos filosóficos, tentando se utilizar simplesmente da ciência empírica,
né, é uma é um erro grotesco, né, e mostra que eh todo Cientista deveria ser forçado, ser amarrado numa cadeira eh e assistir aulas de filosofia antes de falar as asneiras que falam, né? senão nós não teríamos, se isso fosse feito, nós não teríamos livros, por exemplo, como do Lawrence Cross, que eu sempre cito nesse canal, ah, que tem como título um universo que saiu do nada, né? Se não me engano, é isso, universe from nothingness. Ah, e o nothingness dele não é um nothingness, é um quantum Nothingness. Então, é um nada que não é
nada, entendendo? Ah, e é um livro de ciência. Mesma coisa com esse sujeito aí, discutindo livre arbítrio, achando que é um é uma discussão científica quando na verdade é uma discussão filosófica. Agora é baseado na tese do neurocientista Robert Sapovski no seu livro Determined, que infelizmente ainda não tem versão brasileira. A ideia é que se nós olharmos para nosso conhecimento atual de biologia e de neurociência, a Ideia de livre arbítrio não parece ser uma ideia tão boa. A posição cientificamente consistente é de que livre arbítrio não existe e são os defensores da ideia de livre
arbítrio que tem a responsabilidade de explicar como o livre arbítrio conseguiria existir, dado que nós sabemos hoje sobre a mente e o cérebro. E só para deixar claro, é isso aí é uma uma bobagem, né? dizer que a maioria aceita que o livre Arbítrio não existe e que é quem acredita em livre arbítrio que tem que provar que o livre arbítrio, oh a man. Ah, então alguém fala uma coisa completamente patentemente absurda, que ele mesmo não acredita, que é não existe livre arbítrio. E o cara que acredita no livre arbítrio, no senso comum, ele que
tem que te provar que o livre arbítrio existe, né? Aí se você Pergunta pro sujeito lá que tá demandando a prova, você pergunta assim: "Você escolheu me perguntar isso ou quê? Eu vou escolher te responder ou eh e se eu escolher não responder, a culpa também não é minha, né? Porque eu fui determinado desde o Big Bang para não te responder. Não tem nada a ver com isso, né? Inclusive, e o todo o sistema judiciário, toda a responsabilidade de qualquer ação humana, ela cai por terra, porque você é prédeterminado, né? Não há Não há livre
arbítrio, né? Então assim, é de uma insanidade e que esse tipo de coisa levada a sério mostra o nível que nós já chegamos, né? O o a decadência da academia, tá? Mas enfim, mas é óbvio que ele também está representando a academia de forma errada, né? dizer que a maioria não acredita em nível arbítrio. Isso é uma toliice. Uma toliice. Alguns eh acadêmicos, né, nas seus trabalhos teóricos escrevendo lá, né, e eles falam essas idiotes, mas como eu disse, eles Mesmos não acreditam nisso aí. Claro, o que o Sapski defende no livro não é que
o livre arbítrio foi desaprovado. É só que dado que nós sabemos hoje, a hipótese de que o livre arbítrio não existe é a mais provável. Mas o que que levou um dos maiores neurocientistas da nossa geração a não acreditar no livre arbítrio? Nós podemos responder isso voltando ao começo do vídeo e descrevendo em detalhes neurológicos porque você escolheu o botão A ou botão B. Você foi apresentado a uma possível escolha através de uma série de estímulos auditivos e visuais. Essas informações foram processadas pelos seus órgãos sensoriais e transformadas em sinais elétricos transmitidos pro seu cérebro.
E esses sinais elétricos novos alteraram o estado do seu cérebro ou quais neurônios estão ou não sendo disparados. O estímulo gerado pelo vídeo muda o estado da sua mente, gerando um efeito em cascata de neurônios acionando Outros neurônios até que um conjunto de sinais geração. Eu vou comentar que eu decidi apertar o botão B e me inscrever no canal. Essa decisão final foi um resultado do estímulo do vídeo mais o estado prévio do seu cérebro. Então, se o livre arbítrio existe, em algum ponto desse processo, você deve ter feito uma escolha livre. Mas a física
e a biologia determinam precisamente como o vídeo vai ser transformado em sinais elétricos e como esses sinais elétricos vão afetar o Seu cérebro. E todo esse processo é, pelo menos em teoria, perfeitamente determiní o seu vídeo. Vamos lá. Essa essa afirmação, o seu vídeo é a coisa mais estúpida que eu já assisti na minha vida. Quais são os sinais nervosos que representam essa sentença? Reduza a minha sentença aos meus impulsos neurológicos. Por Favor, quando eu abstraio o universal cachorro, quais são os circuitos neuronais que representam esse cachorro? Quando eu faço um silogismo, quando eu coloco
conceitos um do lado do outro e derivo conclusões ali das minhas das minhas premissas, quais são os impulsos neurológicos que representam esse silogismo? Então, veja como que esse cara tá reduzindo uma discussão que até entre os Ateus, os os materialistas, o panques é uma discussão ainda viva. Eh, mesmo essa galera que quer reduzir tudo ao cérebro, eles têm extrema dificuldade de encontrar uma forma de fazê-lo, né? Tem várias e várias teorias. teoria do a o modelo lá do token, né, que tudo ali não sei o que lá representa um token lá no cérebro, blá blá
blá blá, tem várias e várias hipóteses. E esse cara ele fala como se fosse uma coisa unânime, né? Já sabemos A maioria dos neurocientistas X e ponto final. Então é uma completa má representação da da comunidade científica, né, totalmente enviezada e pendendo para o absurdo, né, porque como eu falei, ninguém sã consciência acredita nessa estupidez, néico. Mas o que significa ser perfeitamente determinístico? Imagine que toda a história do universo fosse que nem uma trilha de dominós, um caindo depois do outro. Toda escolha, decisão Ou evento acontece exatamente como nós esperamos. Um dominó caindo faz o
próximo ser derrubado e não tem como fugir disso. Nós nunca vamos ver o próximo dominó sair voando ou desviar da trilha. Todo efeito tem uma causa e tudo tá interligado. E mais, se você soubesse tudo sobre cada átomo do universo nesse exato instante, você seria capaz de prever tudo que vai acontecer. Ou seja, se o livre arbítrio existe, a sua escolha livre não aconteceu no processo De receber o estímulo quando o dominó caiu sobre você. Se o livre arbítrio existe, essa liberdade está em quem nós somos antes de receber um estímulo. O estímulo só provoca
uma decisão livre tomada por quem nós somos. Uma decisão livre. Pera aí. Você é determinista como que a sua decisão é livre, filho? E aí o cara, nossa, aí ele cai agora no Laplace. tá voltando lá pro pro Laplace dizer que Nós podemos calcular todas as moléculas lá envolvidas no Big Bang. É como eu falei lá no início do vídeo, a gente saberia o que o Home está para dizer agora. Ninguém leva essa porcaria de deterministo, de determinismo fisicalista a sério hoje em dia. Pelo menos a vasta maioria das pessoas, a não ser youtubers e
sensacionalistas basicamente, né? e nego que gosta de escrever livro, tipo S Harris. Mas enfim, eu tô pausando esse vídeo demais. Vamos lá. Mas é é muito ruim, né? Decisão livre no determinismo. Então você tem um estado mental prévio, seu cérebro te determina o que que você vai fazer, mas a sua decisão por alguma, de alguma forma ela é livre, né? Que é o nosso estado mental prévio e pronto, aqui tudo foi pro ralo de vez. O que determina o seu estado mental atual? Estímulos passados. Nós temos evidências de que não Entendemos de verdade porque que
nós pensamos como pensamos. Muitas das coisas que afetam as decisões que nós tomamos nem sequer passam pela nossa consciência. Por exemplo, juízes que passam um ano e sendo treinados para serem objetivos e imparciais dão penas mais severas se eles estiverem com fome. Pessoas religiosas quando passam na frente de uma igreja tendem a agir de forma mais caridosa com pessoas da mesma religião, sem nem notar de forma Consciente que estão fazendo isso. Até conversas desconexas que nós temos no dia a dia podem influenciar as nossas decisões. Em um estudo, um grupo de voluntários americanos foi questionado
sobre marcas de sabão e pó. Quando os voluntários, antes da pergunta ouviam um som de água ou tinham uma conversa sobre mar e oceano, um número maior lembrava da marca Tide, que em inglês significa maré. E mais, eles simplesmente não conseguiam conectar a conversa sobre Oceano ao resultado deles terem pensado na marca que tem um nome conectado ao oceano. Ou seja, quando psicólogos conseguem controlar variáveis, eles são muito bons em induzir reações específicas a estímulos específicos. É possível induzir escolhas específicas simplesmente preparando cuidadosamente o estado mental dos voluntários. E os voluntários nem sequer notam que
a indução aconteceu. E nós podemos aplicar essa lógica pra sua vida inteira. Você Escolheu o Então por que alguém é capaz de me manipular? Quer dizer, então que eu sou continuamente manipulado, né? Então você veja aí mais uma falácia, né? Então, porque algo ocorre em circunstâncias específicas, eu posso generalizar para absolutamente tudo. Quando tem um homem, alguma pessoa deliberadamente me manipulando a tomar uma decisão errada, né? O que a própria ação, ela já Pressupõe que as pessoas geralmente fazem escolhas, eu estou querendo afetar a decisão delas, né? Mas de repente então isso aí pode ser
aplicado para todo o resto. E de novo, é uma uma caracterização errônea de livre arbítrio. Ninguém na área de filosofia, se você lê o que que São Tomás Jaquino fala, que que Aristóteles fala, eu imagino que até o pessoal aí moderno fala. Ninguém está Dizendo que livre arbítrio eh eh implica uma decisão exnilo em que nada no seu passado vai influenciar a sua tomada de decisão. Ninguém que defende livre arbíto, né, um dualista. A sua alma, ela não é afetada de forma nenhuma pelo pelo corpo. Você é um fantasma, basicamente. Não, não há influência. O
cheiro da carne lá não vai afetar minha decisão de querer comer ou não. Quem que fala isso, cara? Livre arbítrio se trata da potência, da capacidade do homem de deliberar e escolher entre um e outro. Isso não quer dizer que a todo momento o homem está utilizando da sua capacidade deliberativa de escolha. Tem diversas coisas que ocorrem comigo que estão fora do meu controle. Se a minha barriga está roncando de fome, eu não deliberei sobre isso. Eu estou com fome. Então, se eu for lá comer porque eu estou com fome, isso Quer dizer, então, que
eu não tenho livre arbítrio? Não, porque em qualquer momento eu poderia ter decidido não ir comer apesar da minha fome. É óbvio que as nossas os nossos ah nossa vida, os hábitos construídos, eles vão afetar a nossa decisão. É uma pessoa que se viciou em cocaína terá dificuldade de escolher não se utilizar de cocaína, porque ela criou um hábito. Isso não invalida o livre arbítrio, Senão não existiriam pessoas que venceram o vício. Em algum momento elas tomaram a decisão de não utilizar mais a droga. E ainda que elas tenham caído diversas vezes, foram subjulgadas pelos
seus desejos, não conseguiram resisti-los, elas muitas vezes conseguem pelo exercício da sua vontade, pela força de vontade, não consumir a droga e vencer aquela disposição física, por assim dizer, construída pelo mau Hábito. Então, ninguém está negando as influências. Nós somos animais sociais, nós somos animais sensitivos. O indivíduo pode estar correntado em uma prisão de segurança máxima, ele ainda tem o seu livre arbítrio. Ter livre arbítrio não quer dizer que você não é influenciado, não quer dizer que você tem capacidade de atualizar o seu arbítrio todos os momentos. Esse homem ali acorrentado, ele pode ter o
livre arbítrio de querer Decidir, por exemplo, não reclamar de estar preso e dizer: "Poxa, eu mereci estar aqui". Ele tem um livre arbítrio de não, sei lá, eh, de ler um livro que tá ali à disposição dele na cela ou não ler o livro. O fato da liberdade dele ter sido a liberdade física, né? liberdade ali do seu das suas capac das suas opções de escolha ter sido limitada não elimina o livre arbítrio, livre arbítrio que é uma potência da alma, né? é uma potência ali Da vontade. O fato dele querer sair da prisão, mas
não poder fazê-lo, não quer dizer que ele não tem livre arbítrio. Significa que ele não é livre para sair da prisão. São duas coisas diferentes. Então essa galera, eles têm uma noção de livre arbítrio. Eu tenho certeza que eles nunca leram um tratado sobre livre arbítrio na vida. Eles nunca pegaram a suma ou a que seja um filósofo analítico Moderno. Nunca. Es caras lêem artigo de neurociência, se é que lê, né? E acha que putz, sei tudo sobre livre arbitri agora. Uma discussão filosófica que existe lá desde a Grécia antiga. É de é de te
entristecer, viu? Sinceramente, o botão A em parte porque você almoçou mal, em parte porque ano passado você comprou um carro vermelho. E em parte porque os seus pais não eram bons em escolher presentes de Natal quando você era criança. E em parte por Todo o resto da história da sua vida. O seu estado mental antes da escolha parece perfeitamente determinado pelos estímulos prévios que você teve no decorrer de toda a vida. Estímulo. Quais foram os estímulos prévios anteriores que te fizeram gravar esse péssimo vídeo? Deve ter sido, sei lá, seu pai te batia quando era
criança, porque eh talvez tenha sido isso, né? Os quais você não tinha nenhum controle direto. Então, como o livre arbítrio pode ser Livre se ele depende de variáveis que estão fora do nosso controle? Inclusive, só deixa eu fazer uma rápida pausa nessas costumas, se ele depende de estímulos dos quais você não tinha nenhum controle direto. Então, como o livre arbítrio pode ser livre se ele depende de variáveis que estão fora do nosso controle? Inclusive não, ele não depende, filho, que o ato da decisão ele não dep. Isso aí é de novo, é um reducionismo. Os
estímulos eles podem te Mover, mas a escolha final do que fazer, ela é sua. Ela é um ato da vontade. A deliberação ela é intelectual. Às vezes você age de forma impulsiva. Você tá lá, ah, você, sua mãe tá sendo agredida ali, você nem pensa, já mete um soco de reflexo na cara do cara que vai agredir sua mãe. Não houve uma deliberação, você agiu ali por impulso. Mas não, a maioria das nossas ações não são assim. Você Não fazer o vídeo, gravar essa bobagem. Os átomos me impulsionaram. Ai ai, cara. Enfim, inclusive, só deixa
eu fazer uma rápida pausa nessas discussão muito pesada, só para dizer que essas camisetas que camisetas que se vocês quisar no nosso site assustador ACE, as siglas sucedidas em estudar a correlação entre comportamentos antisociais com violência é a nota ACE, a sigla em inglês para experiências adversas na Infância. A nota CE vai de zero a 10, com um ponto adicionado para cada uma de 10 possíveis adversidades consideradas pela tabela de risco. E para cada um ponto que você tiver na sua nota ACE, a chances de você desenvolver comportamentos antissociais aumentam em 35%. Ou seja, se
dois gêmeos idênticos foram separados no nascimento e um deles crescer em um lar com nota A C0 e o outro enfrentar todas as dificuldades possíveis com nota CE 10, o segundo Gêmeo tem 20 vezes mais chances de desenvolver comportamentos antissociais. E isso é o resultado das condições enfrentadas durante a infância. E são coisas que uma criança não tem controle de jeito nenhum. Tanto o nosso estado mental quanto a nossa identidade parecem extremamente influenciadas por fatores que não controlamos e na maior parte das vezes nós nem percebemos. Isso vai mais para trás ainda. Talvez não de
maneira tão importante quanto os estímulos Pessoais da sua vida, mas o seu estado mental é, pelo menos em parte, determinado pelo seu DNA, que por sua vez é determinado pela história evolutiva da sua árvore familiar desde o surgimento da vida na Terra. O seu Oh! Ah! Ah! Ah, DNA é parte do Katmolda e ele foi selecionado por bilhões de anos de evolução para incentivar alguns comportamentos e reprimir outros, porque No fim o objetivo da vida é continuar viva. Basicamente toda a ciência que nós conhecemos parece que agora já f Niet agora, né? Então você é
um fruto da evolução e os seus comportamentos foram prédeterminados pela sua história evolutiva, né? Eh, qual aspecto da história evolutiva, dos bilhões de anos aí de evolução determinaram que um homem escolheria o celibato e se tornaria padre e rezaria missas ah para dar maior glória a Deus, Prestar sacrifício a Deus e servir a uma comunidade sem, portanto, no processo, uma vez que ele é celibatário, em aumentar o seu sucesso reprodutivo, né? Ah, ai, ai. Eu acho que eu não vou me repetir, né? Acho que já ficou claro você ter influenci passadas, você ter eh uma
vida de sofrimento, de abuso, é óbvio que isso vai gerar traumas, vai gerar eh hábitos ruins, vai gerar vários problemas. E e é óbvio que essa pessoa, de certa forma, ela é menos livre, mas o livre arbítrio não quer dizer, como eu já falei mais de uma vez nesse vídeo, ter a ser capaz de atualizar essa esse potencial de escolha a todo momento, tá? É óbvio que um indivíduo que está, como eu citei anteriormente, cego pelo vício, um indivíduo que está tão traumatizado que afeta, que a sua psiquê foi afetada, esse indivíduo, ele está com
a sua capacidade de escolha Enfraquecida, mas ela está lá, tá? E muitas das pessoas superam esses traumas. O fato de haver um enfraquecimento, um impedimento por causa de diversas coisas, simplesmente confirma que aquela coisa existe, né? Se todo mundo fosse eh se robôs existissem, então você não estaria nem deliberando sobre essa questão do trauma, porque uma pessoa traumatizada e uma pessoa eh normal não Haveria diferença. Ambas são simplesmente movidas por qualquer coisa ali influenciada, né? Mas o fato que a gente geralmente se utiliza de exemplos de extremos, né? ou os materialistas se utilizam de mod
sempre de eventos extremos. Quando a gente reagiu aquele outro neurocientista lá, o Eula, não é o nome dele, o cara só dava exemplo. Ah, se você, ah, se se o cara tirar na sua mãe, tá lá pegando fogo, aí você vê não sei o quê, o cara estuprando sua filha, Aí você vai reagir, vai dar o tiro no cara, só dava os exemplos mais grotescos possíveis, né? E não o dia a dia de você decidir se vai pegar o trem ou o ônibus para o trabalho, né? esse tipo de coisa. Mas enfim, então, eh, livre
arbítrio não é eh não é igual a liberdade, não quer dizer que você não tem influências anteriores, ok? E que isso não vai afetar sua tomada de decisão. Vou pegar uma água ali, dá licença. Então, enfim, né? Para resumir, essa galera Confunde influência com a determinação, né? Ah, e com de falácia, né? falasse da composição. Os caras acham que porque uma ação ela é primeira no no tempo, ela necessariamente tem prioridade na sequência de causal, né? Não não respeita uma ordem ontológica de prioridade entre a alma e os impulsos cerebrais. Então assim, é uma coisa
de louco mesmo. Ah, terminística explica efeitos que seguem causas com regras determinadas. Então, por que que nós pensamos que a nossa mente é diferente? Talvez toda a escolha que você pense que fez já estava perfeitamente determinada pelo conjunto de eventos do seu passado e do passado da vida na Terra. Se o livre arbítrio não existe nos estímulos presentes, então como que ele pode surgir do acúmulo de estímulos passados? É porque aquele Lego ali, ele existia lá em alguma forma no passado e o moleque escolheu o Lego ali. Ah. Ah. E pelo menos na visão do
Sapsk, essa é a pergunta que alguém que quer provar que livre abdro existe precisa responder satisfatoriamente. Onde exatamente que a nossa mente quebra a cadeia de causa e efeito? Qual o fenômeno natural que nos dá liberdade? Existem três respostas populares baseadas em ciência sobre a origem do livre arbítrio. Eu vou começar pela pior. E baseadas em ciência. Tá vendo? Veja. Nunca vai onde a resposta deve ser Encontrada aqui na filosofia. E para melhor, a primeira é o livre arbítrio quântico. Ela é a ideia de que algum efeito desconhecido permite que o nosso cérebro quebre a
cadeia de causa e efeito usando probabilidades que tem como origem a mecânica quântica. E sim, é verdade que no mundo quântico fenômenos naturais são probabilísticos ou em outras palavras não são precisamente determinados. Por exemplo, se você jogar um elétron em direção a Duas fendas, tem 50% de chance de ele passar por cada fenda e você não consegue prever com total certeza qual vai ser o caminho do elétron. Mas usa isso para defender o livro é uma ideia bem ruim. Primeiro, a mecânica quântica costuma só funcionar nas menores escalas da natureza e é muito improvável que
efeitos quânticos sejam significativos no funcionamento do nosso cérebro. E apesar de a mecânica quântica ter elementos probabilísticos, isso não quer Dizer que o mundo quântico não tenha regras rígidas e bem estabelecidas. Tanto que pode ou não pode, quanto as probabilidades de acontecer são perfeitamente determinadas pelas leis da física. Se o seu cérebro for quântico, isso não faz ele ter livre arbítrio. Só gera um determinismo condicional. Voltando paraos exemplos dos botões do Ah! Ah, começo do vídeo, vamos supor que existia 30% de chance de você escolher o Botão A e 70% de chance de você escolher
o botão B. E isso novamente baseado no comportamento quântico do seu cérebro. Qual botão você escolheu foi determinado por um colapso aleatório das probabilidades quânticas, que é um evento perfeitamente aleatório sobre o qual você não tem controle nenhum. Colapso aleatório das probabilidades quânticas. Tá bom? Eu desafio esse cara a expandir o que que ele quis dizer realmente com essa frase. Eu tenho Certeza que ele não faz a menor ideia do que ele tá falando. O Stuart, o Stuart Koffman, ele discute essa questão da da quântica. Ah, eu acho que é o Stuart Koffman, mas enfim,
eu nem vou me aventurar a discutir física quântica, porque eu vou falar mais bobagem que ele. Sim, a sua escolha pode não estar perfeitamente determinada, mas ainda assim você não estava no volante da sua mente fazendo essa escolha. Então, além De você não ter escolha, a sua identidade é o resultado de acontecimentos quânticos aleatórios, ao invés de ser o resultado da sua história particular. Nesse caso, a sua identidade seria tão aleatória quanto uma mega cena com trilhões de números. E isso explica muitas pessoas que eu conheço. E é para evitar essa identidade aleatória que alguns
defensores do livre arbítrio quântico apelam pra ideia de que talvez animais tenham algum mecanismo para Manipular a probabilidade quântica. E honestamente, isso é um pensamento mágico. É desprovido de qualquer base científica. Ah, eu agora sou quântico. O que nos leva a uma segunda tentativa de resgatar o livre arbítrio? Apelar. Mas você vê que eh se eu perguntar para esse cara como que a consciência humana surgiu, ele vai dizer que emergiu, eu imagino, né? Baseado nas coisas que ele tá falando, ele vai dizer que a consciência humana Emergiu do cérebro em algum momento na história evolutiva,
porque o cérebro aumentou em complexidade e ele não vai considerar essa emergência da consciência um processo mágico, uma postulação mágica. Tá? Pra teoria do caos. A teoria do caos parece conter a leatoriedade que nós precisamos para recuperar o livre arbítrio. A base dela é que em sistemas suficientemente complicados é impossível de prever como esse sistema vai evoluir No futuro a partir das condições iniciais. Então, como a nossa mente é complexa e está em um estado de caos, o resultado de novos estímulos não está perfeitamente determinado. E é aqui que você tem a oportunidade de fazer
uma escolha livre. O problema é que tudo que eu acabei de falar é uma interpretação errada da teoria do caos. Mas resumindo, o caos só é imprevisível na prática, porque a teoria do caos é uma teoria perfeitamente determinística, que é Exatamente do que nós queremos fugir. Se você quer saber mais, eu tenho um vídeo só sobre o caos. E por fim, a terceira e última tentativa de recuperar o livre arbítrio desse vídeo é através da emergência. E não, não no sentido de alerta. A ideia de emergência é que quando coisas simples se somam, elas podem
dar origem a fenômenos novos que não parecem conectados com os componentes básicos do sistema. Ou seja, o resultado final é maior do que a soma Das partes. Ele emerge da soma de tudo. Talvez um dos jeitos mais fáceis de enxergar essa ideia é pensar em um cartume. Imagine que você saiba tudo que é possível sobre um único peixe. Você sabe o que ele gosta de comer, come ele nada. E como ele reage a ser atacado por um tubarão que provavelmente é fugindo o mais rápido possível. Mas mesmo sabendo de tudo, ainda seria impossível de prever
como um cardume com centenas de peixes se comportaria ao ver um tubarão. E de fato, na vida real, o jeito que um cardume se comporta não parece ser o resultado direto da soma do comportamento de cada peixe. Algo novo surge. E esse algo novo surge por causa da relação complicada entre cada peixe, mas só quando eles estão juntos. E aplicando essa ideia pro nosso cérebro, por mais que cada componente deles seja perfeitamente determinístico, talvez é quando nós somamos todas as partes que surge algo que rompa com o determinismo E nos dê algum tipo de liberdade
verdadeira. Como exatamente isso acontece? É algo que os defensores dessa possibilidade não são muito bons em responder, mas como eu falei, se nós estamos em busca de uma ideia razoável para recuperar o livre arbítrio, provavelmente é essa. E mesmo assim ela não é perfeita. Mesmo sabendo que eu sei de É o que eu falei, né? Eu nem esperava que o a emergência ia aparecer. Ah, e ele rejeita a emergência do livre Arbítrio, mas eu me pergunto se ele rejeita a emergência da consciência, né? que é basicamente a mesma argumentação. Agora, que o todo é maior
do que as partes, isso é óbvio, né? O as partes existem para o funcionamento do todo. Isso chama-se teleologia, se chama forma substancial, organizando a matéria. E a matéria existe para a forma e não o contrário, tá? Então você nunca vai compreender o que é um humano estudando Somente as partes do homem. Você tem que estudar humano qu humano. E você só faz sentido das partes quando você faz referência ao todo. Se você tentar descrever materialmente o que é um coração sem fazer referência ao que o coração faz para o todo, você não vai chegar
muito longe. você vai poder ser capaz de descrever os aspectos celulares do coração. Eh, você vai poder discutir talvez os mecanismos ali de impulsos Nervosos responsáveis pelo batimento cardíaco. Você vai poder descrever o número de cavidades, etc. Mas você nunca será capaz de definir o que é o coração sem referência ao resto, tá? Não haverá total inteligibilidade, porque você está se esquecendo da causa formal e da causa final, que é o problema da ciência moderna. Eles só trabalham com causas eficientes e causas materiais, que é o que esse cara faz, né? Então você nunca vai
compreender o Cérebro tratando o cérebro como algo separado, que é o que ele fez. aliás, o seu cérebro toma decisões e você segue, só obedece o seu cérebro, né? Nesse caso é pior porque ele tá dando uma um estato ontológico pro cérebro, como se você, né, o todo fosse na verdade o invculo, você fosse simplesmente o robô. E o cérebro é o verdadeiro eu, né? Um eu que não é consciente, assim. Então, é um é uma falácia, é um erro filosófico atrás do outro, né? O materialismo, Principalmente esse materialismo dele aí, reducionista, cientificista, ele leva
a cada absurdidade, né, que uma um estudo relativamente curto de filosofia clássica resolveria, né, essas confusões dele aí. um peixe individual, eu não consigo prever como que um cardume vai se comportar ou ser atacado por um tubarão. Mas eu posso prever coisas que o cardume não vai fazer quando for atacado por um Tubarão, que é jogar truco ou sair voando e disparar raio laser pelos olhos. Pode parecer um exemplo bobo, mas isso tem um significado profundo. Por mais que as partes não determinem o todo, elas de alguma forma limitam o todo. Então, se o livre
arbítrio surge da comp Não. Ah, ah, sim. De certa forma, sim. Só que na verdade é a Forma que limita e não a matéria. A matéria ela é indeterminada. Até no seu materialismo, Pedro, tudo pode ser reduzível a átomos. Então, o que que é que faz o peixe do seu cardume ser um peixe e o tubarão lá? eh ser um outro tipo de peixe, ser um tubarão e não o o clown fish, sei lá qual que é o nome desse peixe aí em português. O que que Determina o meu cachorro lá atrás? Não é os
átomos dele. Os átomos dele são os mesmos do peixe. Então o que que faz o meu cachorro ser um cachorro e o peixe ser um peixe? Não é a matéria, não são as partes. É o quê? A forma substancial de cachorro que delimita. é como esses átomos estão organizados, tá? Então, meu amigo materialista, a sua posição ela colapsa. Nada na natureza dos impulsos Elétricos, né, da eletricidade, nada. Se você estudar a eletricidade, qual a eletricidade? Nada ali implica a ponta para uma utilização, um funcionamento dessa eletricidade para impulso nervoso na capacidade de formar, sei lá,
memória no homem. O homem se utiliza dos poderes elétricos, por assim dizer, da matéria para gerar tal e tal ação dentro de si. A matéria, inclusive, né, essas essas substâncias, no caso não Eletricidade, mas sei lá, por exemplo, essas substâncias químicas, o cálcio, o que quer que seja, elas ganham uma perfeição maior quando elas fazem parte de uma substância mais elevada, né? Aristóteles já dizia, né? As partes, os elementos existem para o composto, né? Então, ah, eh, eu fico muito, muito triste quando essa galera que fala de ciência não estuda o básico e a cabeça
delas ia Ficar tão menos confusa se elas estudassem um pouquinho de filosofia, que foi o que eu fiz. Eu não tenho um conhecimento profundo de filosofia, quem sou eu, mas só um pouco do básico já nos liberta e faz a ciência ficar muito mais inteligível. Porque o discurso desse cara, ele é contraditório. Ele fala essas bobagens aí, faz o vídeo dele, mas como eu falei, ele não acredita nisso que ele fala, tá? Ele tá contando uma narrativa, mas ele não vive com fome Essa narrativa, tá? É, ai ai aiidade, assim como o comportamento de um
cardume surge através da soma dos comportamentos individuais de cada peixe, ele surge de forma limitada. E aí nós temos uma nova pergunta para responder. O quão? Ah, é, só para concluir. E então, eh, é a forma que limita os componentes, sen não o componente limita a forma, tá? Senão Átomos, o que que eles seriam? O que que está eh constraining? limitando o os átomos de forma a encapsulá-los ali na minha cachorra, né? Então, eh, uma forma de entender isso, é, se você a que a matéria ela existe para a forma, é você pensar em artefatos
humanos. Se você quer construir, né, uma faca, você vai escolher os materiais que servem à função da faca, que é o Todo. Não são os materiais que vão delimitar a sua faca no sentido de que o material faz a faca. É a sua escolha de fazer uma faca que vai delimitar os materiais a serem utilizados. Você não vai fazer uma faca de gelo. Você não vai fazer uma faca de um material não cortante. Você não vai fazer uma faca de um material extremamente frágil. Você vai fazer uma faca de aço, sei lá. Então o material
ele serve ao todo, Ele serve para a função, que nesse caso a faca seria a forma. Então, os materiais existem para o meu cachorro, né? Tudo que tá ali dentro do meu cachorro está ali a serviço do meu cachorro e até de um, como eu falei, com poderes, né, com causalidades que estão acima dos componentes quando eles estão separados. O cálciulo, ele não tem dentro de si a tendência natural de formar ossos, mas o meu, a alma do meu cachorro, né, a forma substancial do meu Cachorro consegue mobilizar o a causalidade do cálcio, né, a
forma do cálcio para servi-lo e forma então os ossos limitado. é o nosso livre arbítrio. A verdade é que não existe nenhum refúgio científico para uma ideia de um livre arbítrio completo. Ao que parece, ou nós abrimos mão de um mundo determinístico, ou nós não temos livre arbítrio. O problema é que ninguém quer pensar assim. Mesmo dentro de espaços de ciência e filosofia, a posição mais Comum é acreditar que sim, a ciência é determinística, mas que de alguma forma o livre arbítrio existe mesmo em um mundo determinístico. Nossa posição é conhe. Então, pera aí. Você
tá meio que se contradizendo, né? Pera aí. Vamos escutar o que ele falou de novo aqui, porque parece que o pessoal, porque lá no início do vídeo ele falou que todos os neurocientistas não acreditavam em livre arbítrio. Agora ele mostra um gráfico que diz que só 10.58% dos indivíduos rejeitam o livre arbítrio. Então, como é que funciona isso daí? Qual é o é o Pedro do início do vídeo que tá falando a verdade ou é o Pedro agora do final do vídeo? Como é que funciona isso? é determinística, mas que de alguma forma o livre
arbítrio existe mesmo em um mundo determinístico. Essa posição é conhecida como compatibilismo. E em resumo, ela defende que a ciência determinística é de alguma forma Compatível com sermos indivíduos realmente livres. Mas o compatibilismo não é uma posição fácil de defender. Provavelmente ela é a forma de pensar mais desafiadora nesse debate, porque ela aponta para uma questão crucial. Nós, enquanto seres humanos, queremos nos sentir livres. Nós queremos acreditar em livre arbítrio porque a alternativa é assustadora. Nós não queremos não, velho. [Música] Ninguém. Meu Deus, velho. Meu Deus. Meu Deus. Nossa, realmente 99% dos humanos acordam numa
manhã de domingo e pensam: "Nossa, eu queria ter livre arbítrio porque a alternativa de não ter livre arbítrio é assustadora". É esse o modo de pensar da maioria das pessoas, né? O default é exatamente não aceitar o livre arbítrio. Cara, isso é uma piada. São só as pessoas que têm muito Tempo para estudar coisas inúteis, para interpretar dados de forma errônea, de abraçar causas completamente contrárias ao senso comum. só aquela nata intelectual, se eu posso chamá-las dessa forma, que passa tempo discutindo uma idiotice dessa. As outras pessoas estão vivendo sabendo que tem livre arbítrio e
a prova delas é todos os todas as ou não todas, mas a praticamente todas as ações dela durante o dia, sabe? Ela não precisa ler um Artigo de neurociência para chegar a uma conclusão tão óbvia. Sabe, mas eu imagino que nos comentários lá do vídeo do do rapaz vão ter vários que vão dizer: "É, não, eu sempre soube, mas eu sou tão corajoso que eu, apesar de rejeitar o livre arbítrio, eu não entro em pânico, cara. Ai, velho, vocês me perdoem, ridículo, mas é uma coisa, eu não consigo levar esse tipo de assunto a sério.
Tendo estado lá nesse grupinho dele, eu não me Levava a sério naquela época, quanto mais agora, né, vou levar esse povo a sério. Temos ser apenas robôs biológicos reagindo a estímulos de acordo com regras bem determinadas, sendo apenas passageiros de um filme que mente pra gente a todo momento, nos fazendo acreditar que nós estamos no controle. Nós gostamos de pensar que nós somos capazes de escolher a direção que a nossa vida vai tomar. Tanto é que alguns dos defensores mais ferrenhos do Livre arbítrio têm um argumento moral para defender a ideia. Se o livre arbítrio
não existe, então não faz sentido responsabilizar pessoas pelas suas ações. E isso vale tanto para punições ou recompensas que nós damos para indivíduos na nossa sociedade. O que determina se alguém é rico, pobre, criminoso ou bondoso é puramente sorte. Um assassino em série nunca pôde escolher não cometer assassinatos. Então, seguindo a lógica, não faria Sentido prender ele. Ou seja, a ideia de livre arbítrio ser ilusório é tão assustadora que algumas pessoas apelam para argumentos morais, tentando levantar medo contra as consequências de pensar que livre arbítrio não existe, atacando não a ideia e sim as implicações
dela. Mas essas tentativas de defender o Ah, porque é possível não abraçar as implicações das suas ideias, meu amigo? Que que que é isso que você tá querendo dizer aqui? E de novo, olha Como que ele olha como que ele coloca o negócio, né? Então ele coloca como prioridade causal. Então o pessoal que que defende livre arbítrio defende para evitar as implicações do livre arbítrio, da falta de livre arbítrio e que se utilizam do medo para como se, né, a vasta maioria das pessoas que estão por aí pensam como ele, como se as pessoas precisassem
de convencimento, né? Quem que são esses pessoas que ele tá Falando, cara? Os acadêmicos lá, o a a nata de ciências, neurociências e e filosofia, o 0.001% da população lá que tá debatendo dentro sala e que não tem poder de decisão nenhum, não estão eh dentro da do sistema judiciário, não tem lá, ninguém lê os artigos dessa galera. E aí? E e por alguma razão o pessoal do liv, o pessoal do livre arbítrio está manipulando todo mundo a ter medo, Cara. Ah, velho, não, não, não. E veja o que ele fala aqui, né? Que livre
arbítrio não existe, atacando não a ideia e sim as implicações dela. Mas essas Então eu não posso atacar as implicações da ideia. Não, não, não faz parte do conjunto, né? As conclusões que se seguem da da da das premissas, não posso, não posso, né? Então, se o sujeito fala: "Olha, eu quero salvar lá a África, tá? Mas para Salvar lá o pessoal da África e acabar com toda a fome, eu vou ter que matar metade da população." Aí você não pode criticar esse aspecto, essa implicação da ideia do cara. tem que se ater ao fato
que ele vai resolver o problema da África, tá? Quem quem é você para questionar as implicações da ideia do cara, né? Tentativas de defender o livre arbítrio com moral não são bons argumentos. Se você pegar uma doença Infecciosa grave, você ainda vai ser isolado no hospital em nome do bem-estar dos outros pacientes. Da mesma forma, mesmo que livreiosa grave, você aiva de defender o livre arbítrio com moral não são bons argumentos. Se você pegar uma doença infecciosa grave, você ainda vai ser isolado no hospital em nome do bem-estar dos outros pacientes. Da mesma forma, mesmo
que livre arbítrio não exista, ainda faz sentido prender um assassino em série para evitar mais Assassinatos, mesmo que o assassino não tenha escolha sobre as suas ações. A defesa moral do livre arbítrio aponta para uma coisa crucial. Nós temos medo de não sermos livres. Se o livre arbítrio não existe, o nosso orgulho pelas nossas conquistas é injustificável. E a raiva que nós temos daqueles que nos machucam também é uma ilusão. Por outro lado, é muito difícil de pensar dessa forma. A nossa sociedade de biologia nos condicionam a Classificar pessoas e julgar as ações. Vejam que
no fundo esse pessoal, eh, de novo falo com por experiência, eles são os mais orgulhosos, né? Eles acham que o cara que tá que abraça livre arbítrio orgulhoso, ele não quer deixar de achar que ele tem controle, etc. Mas essa galera, o o orgulho que eles têm de falar isso, né? Você vê, ah, vocês aí não conseguem aceitar o fato de que o universo é determinístico e que não há mérito em nada, que o sujeito Lá, ele não tem culpa de ser um pedófilo em série e um assassino em série. E não tem, não. Ah,
a gente prende assim mesmo, porque eh baseado em qual critério ele não vai nos dizer, né? Mas enfim, eh, mas eu sou intelectual. Eu li um artigo de neurociência que mostra que isso é uma ilusão. E eu não tenho medo. Vocês têm medo? Eu faço vídeo no YouTube sobre isso. Ten medo das consequências. Veja o ego inflado dessa Galera. É o mesmo ego lá do ateu. Você religioso abraça o a religiosidade porque é uma muleta. Você não quer enfrentar o mundo tal qual ele é. Esse mundo de esse universo indiferente, como diz o Richard Dawkins,
né? Que tá nem aí para você. Você não é especial, você é só mais um, macaco evoluído, você vai virar pó. Mas eu eu aceito isso. Eu consigo lidar com o fato que eu virarei pó. Eu não preciso dessa muleta. Você é um patético. Você Acredita em liv arbítrio? Eu não acredito em liv arbítrio. Você quer um chocolate ou café? Ô, eu quero café. Mas pera aí que você tá tá me interrompendo aqui. Você não acredita que não existe escolha de café ou chocolate? A decisão ocorreu nos impulsos neuronais, porque o meu pai quando ele
me batia, ele tomava chocolate ao mesmo tempo e eu fui determinado a não gostar de chocolate. Então a minha escolha, ela foi determinada pelas ações de meu pai e do trauma que hoje tenho. Quando escuto a palavra chocolate, já começo a chorar. Mas ainda assim eu sou um indivíduo que não tenho medo, não tenho medo de aceitar aciência, os resultados. Eu sou o guru que vai te ensinar a não ter medo. Abandone essas ideias. Abrace a ciência. Sorry, não dei conta. Oss e dos outros. E ao que tudo indica, nós não conseguimos fugir desses comportamentos.
Existe um medo de que a ausência do livre arbítrio abra o precedente para uma sociedade sem qualquer tipo de moral ou responsabilidade. Nosso sistema jurídico é baseado na ideia de que pessoas são responsáveis pelas suas ações. Mas se livre arbítrio não existe, punir por qualquer razão é errado, porque no fim ninguém é tão responsável assim pelas Suas ações. Questionar o livre arbítrio gera uma série de debates bem complicados sobre moral, individualidade, dever social, crime e castigo. Mas eu espero que esse vídeo tenha guiado a nossa discussão um pouco mais. Você vê que o cara se
contradiz, né, falando graças a Deus que acabou essa porcaria, né? Mas você vê que a pouco, 5 minutos antes, ele tava falando que o argumento moral era ruim, que não havia problema nenhum em se prender o Indivíduo, ainda que ele não tenha culpa necessariamente. Imagina esse cara sendo o juiz lá das Imagine todo juiz pensasse como esse sujeito aí, né? Mas aí no final ele já fala que não, não é bem assim, né? Eh, há uma vários nuances e é uma discussão difícil, né? Uma discussão que envolve muitas coisas. Então, se decide, meu filho, a
solução é fácil, a a os argumentos morais são ruins ou não é bem assim? Então, olha a prepotência, né? Então, senhores, eu acho que dos dos vídeos de livre arbítrio que a gente assistiu, esse foi o pior. Esse foi o pior. E eu perdi uma hora da minha vida, mas eu escolhi perder essa hora. Ah, assim como esse rapaz escolheu gastar esses 20 minutos da vida dele, falando as diotícias que ele acabou de de falar, né? Mas é isso, né? Basta você Colocar, fazer uma boa edição do seu vídeo, mostrar alguns artigos na na tela
e as pessoas vão te levar a sério. Passa você colocar na cabeça delas que elas são especiais por abraçar uma ideia insana, que nem um camponês simples que vive lá no mundo percebe que é insana. né? Que até uma criança de 12 anos percebe que é insana, mas ele vai te convencer que não. Você abraçar uma Ideia insana que você não aplica na sua vida, é, te faz inteligente, tá? Então é isso, galera. Eu espero que os senhores tenham gostado desse vídeo. Eh, por gentileza, se inscrevam no canal, se quiserem ajudar, para que eu continue
gastando, escolhendo, né, gastar uma hora da minha vida todo dia fazendo essas coisas. por favor, eh, considerem aí fazer uma doação, se inscreverem, eh, se tornarem membros para bater papo comigo lá no Grupo do Telegram, com valor bem irrisório. E é isso aí, tenha uma boa noite e até a próxima. Yeah.