Estados Unidos realiza uma operação na Venezuela para resgatar refugiados aliados da Maria Corina Machado e embaixada da Argentina que estava sendo controlada pelo Brasil. Vai lembrar que o Brasil fala que não sabia nada dessa operação. Falar um pouquinho também sobre Estados Unidos e China que confirmam uma reunião que irá acontecer em Genebra, na Suíça, para tentar rediscutir a guerra comercial, a questão tarifária.
Enquanto isso, o Trump garante também que vai mudar o nome do golfo pérsico para golfo árabe, entendeu? exatamente, né? O motivo aí dessa mudança numa região tão importante do Oriente Médio e falar também sobre os 25 anos de governo Putin.
Sim, hoje completasse 25 anos e que o Putin assumiu a cadeira presidencial pela primeira vez. discutir um pouco do seu breve histórico como presidente do país. Falar um pouquinho também, galera, dos ataques que vem acontecendo mais uma vez, né, contra aeroportos e drones, causando filas, problemas e meias vésperas do dia da vitória pelo governo eh eh russo.
Enquanto temos também um ataque que foi feito pelo Paquistão contra a Cashimira Indiana depois que a Índia atacou ontem a caimira pakistanesa. discutir aí quais são as principais motivações e falar também sobre o poderio militar de cada um dos países e o eventual conflito. Lembrando que os dois têm armas nucleares.
Quem levaria vantagem, Índia ou Paquistão? Falar também sobre o posicionamento de alguns países mais importantes da geopolítica internacional, como por exemplo Estados Unidos e China. E finalizar falar um pouquinho também sobre uma polêmica envolvendo o Brasil, que fez uma reunião com os Estados Unidos e evitou colocar alguns grupos como grupos terror.
Tã. Por que será que isso aconteceu, hein? Se vocês querem entender um pouco mais sobre esses assuntos e muito mais também sobre geografia, geopolítica, atualidades, política, polêmicas, enfim, tudo para você se manter sempre bem atualizado, já se inscreve no canal, deixe seu like, compartilha esse vídeo que o professor Caro conto muito com a sua ajuda.
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Você não vai se arrepender. Bom, galera, então bora lá pro vídeo, ó. Ah, como eu falei para vocês na introdução, nós tivemos no final do ano passado, na verdade no ano passado, né, as eleições ali na Venezuela, que rolou toda aquele aquela polêmica, porque o Edmundo Gonzales foi o vencedor pela oposição, só que o Nicolas Maduro alega que ele e a própria Comissão Eleitoral do seu país alegam que na verdade não, pela contabilização dos votos deles, pelas atas eleitorais apresentadas que não foram divulgadas para ninguém, apesar das exigências da comunidade internacional, do Brasil, do México, da Colômbia, que o Nicolas Maduro era o Real Vencedor.
A gente sabe que hoje o Javier Miley, presidente de direita da Argentina, talvez seja a figura na América do Sul mais contrária às ações políticas de Nicolas Maduro. Então, a Argentina saiu da representação diplomática do seu corpo diplomático ali no na Venezuela. Só que você tem que deixar alguém responsável.
Inclusive, Brasilzão, é, nós nesse momento estamos sendo responsáveis pela administração do prédio da representação diplomática da Argentina na Venezuela. A questão é que uma série de lideranças políticas, aliados da Maria Corina Machado, que era a grande liderança política da oposição, junto com a Corina Yori, junto com Edmundo Gonzales, eh alguns dos seus partidários estavam sendo perseguidos pela procuradoria eh da Venezuela e eles se exilaram, né? Eles se eh tentaram ali, ficaram na embaixada da Argentina administrada pelo Brasil.
Eu venho trazendo para vocês que há denúncias que o exército venezuelano, as forças militares venezuelanas estão promovendo um cerco, cortam energia, cortam água numa tentativa de fazer com que as pessoas, né, saiam daquela embaixada, porque em tese a Venezuela não pode invadir uma representação diplomática dos argentinos, ainda mais que tá sendo administrada nesse momento pelo Brasil. Pois bem, galera, depois de muito tempo, muita negociação, sem grandes alardes, nós tivemos uma operação que ninguém sabe exatamente como aconteceu, nem mesmo o Brasil, mas com Marco Rúbio, que é o secretário de estado dos Estados Unidos, e o próprio Javier Miley, alegando que depois de uma operação, aliás, uma operação governamental dos Estados Unidos muito bem sucedida, todos os aliados políticos da Maria Corina Machado foram tirados pelo Estado americano no território da Venezuela e já estão aparentemente ente em solo estadunidense, professor, é verdade isso? De novo, são as informações que a Venezuela, aliás, perdão, que os Estados Unidos e que a Argentina colocam.
A questão que se coloca, poxa, galera, convenhamos, querendo ou não, era o Brasil que estava administrando aquele prédio. O Brasil falou que não teve maiores informações, que não sabia que essa operação ia acontecer, nem exatamente como as pessoas saíram, já que a gente tem uma forte fiscalização no entorno daquela representação diplomática. Na minha concepção, poxa, de novo, né?
Sai, professor. Entra aqui, Ricardo na opinião. Se a Argentina ela pediu para o Brasil administrar, enquanto os argentinos não têm representação diplomática na Venezuela, creio que o mínimo era que avisasse o governo brasileiro.
Acho eu que talvez houvesse o medo da Argentina, dos Estados Unidos, que o Brasil pudesse compartilhar aquelas informações com o governo venezuelano de uma informação prévia, né, com o governo venezuelano. Mas o Itamarati ele sempre colocou que ele sempre buscou um salvo conduto para que todos fossem buscados na condição de asilados. Ou seja, o Brasil teoricamente não apoiaria, né, o governo Maduro contra esses perseguidos políticos, segundo o Brasil, Argentina e o próprio Estados Unidos, que estavam na embaixada Argentina controlada pelo Brasil.
E aí, pessoal, acha que foi mancada dos argentinos não compartilhar as informações com o Brasil? Deixa aí nos comentários. Enquanto isso, gera notícias importantes também, notícias muito positivas.
Finalmente, Estados Unidos e China confirmaram uma reunião. Sim, uma reunião que vai acontecer paraas renegociações das tarifas. Não que haverá algum tipo de solução ou coisa que valia, mas é um primeiro passo, um passo importante.
A gente sabe que na atual guerra comercial, entre as duas maiores potências econômicas do planeta, os chineses estão sofrendo com taxas que podem chegar até 245%, enquanto os americanos estão sofrendo com taxas com respostas da China que podem chegar na casa de 125%. E aí foi marcada uma reunião entre figuras importantes, o Scott Bessário do tesouro, e o vice-preiro ministro da China, que é o principal nome das políticas econômicas do país. Ou seja, não é uma reunião, né, entre os eh estagiários, né, dos ministérios, não.
São figuras importantes, imponentes. Os americanos, lembrando que eles já iriam pra Suíça para representações, para reuniões com membros da OMC, Organização Mundial do Comércio, e para reuniões com a própria Suíça também, alegando uma renegociação das tarifas, tal. A China também se prontificou, só que de novo, numa guerra comercial, numa guerra híbrida como a gente tem hoje, que a questão da propaganda diz muito.
Ser o primeiro país a ter se prontificado a fazer uma reunião, diz muito. Quem convidou primeiro? Quem sentiu mais necessidade de convidar?
Quem baixou a cabeça? A primeira falou: "Meu, pelo amor de Deus, vamos negociar. " Segundo, o Trump, ele sempre vem alegando que foi pedido da China, que o Xinjimpin está telefonando.
E a China mandou hoje uma nota oficial colocando que com base na plena consideração dos interesses e expectativas globais, dos interesses da China e dos apelos da indústria e dos consumidores dos Estados Unidos, retomaremos o diálogo com a China. Há um velho ditado na China que fala: "Ouça o que se diz, observe o que se faz. Se os Estados Unidos utilizarem essa conversa para coerão, jamais aceitaremos uma nova conversa".
Ou seja, a China deixou bem claro, ó, a sabendo que faz bem pra comunidade internacional e sabendo que existem grandes apelos do mercado consumidor americano, dos produtores industriais americanos, os produtores de soja dos Estados Unidos, há uma necessidade que esse encontro seja feito. Vá lembrar, galera, que o Brasil, ao mesmo tempo que torce para que essa guerra comercial cesse, porque uma guerra comercial não faz bem para nenhum país do mundo, tem um setor relativamente preocupado, porque assim, a China, possivelmente, caso tenha algum tipo de acordo, vai ter uma redução das tarifas, mas existe um déficit comercial entre China e Estados Unidos, que é muito grande por parte dos americanos. E talvez a negociação envolva algum tipo de obrigatoriedade dos chineses reduzirem o déficit comercial, dando preferência comercial para alguns produtos exportados pelos Estados Unidos.
E aí penso que o milho, a soja podem ser produtos importantes nessa pauta, nessas negociações. Sabe quem sairia perdendo com isso? o Brasil, que é o principal concorrente do mercado americano, pelo menos em alguns produtos, como eu citei para vocês.
Então, o Brasil espera que a coisa se resolva, mas que não haja pré-condições como compra de cotas, de soja e de milho que podem prejudicar o agronegócio brasileiro. Tivemos também, pessoal, notícias importantes sobre o Trump, mais uma vez querendo mudar nomes de espaços geográficos internacionais. já mudou o nome de monte no Alasca, retirando o nome eh de homenagem a povos originários da região.
Mudou também o nome do Golfo do México, alegando que agora é o Golfo das Américas. E mudou o nome agora do Golfo Pérsico. Na verdade não é oficial, mas Associated Press, que é uma mídia bem relevante dos Estados Unidos.
E outras mídias locais apresentaram que é consenso e que o Trump vai fazer essa proposta de mudar o nome do Golfo Pérsico para golfo arábico quando tiver em visita. oficial Oriente Médio, coisa que vai acontecer aí no máximo aí duas semanas. Vai passar pela Arábia Saudita, vai passar por Israel, aliás, a gente até vem trazendo, né?
Israel voltou a fazer operações militares significativas na faixa de Gaza e muito possivelmente quer avançar e deslocar palestinos de maneira mais intensa até chegar à visita do Trump. Por isso, dezenas de milhares de reservistas foram convocados e mudanças sensíveis foram feitas num passado recente. Mas agora, pessoal, para essa reunião, o que estima-se é que esse nome ou essa mudança de nome tem a ver com uma tentativa de agradar a Arábia Saudita.
A gente sabe que Golfo Pérsico se remete, claro, né, aos Persas, que hoje é a principal etnia do Irã. O Irã, inclusive, o território iraniano já foi chamado de antiga Pérsia. Então, o Golfo Pérsico faz uma releitura, vai, ou dá uma importância maior pros pra etnia hoje, que comanda, né, ou que tá presente no território iraniano, que é um inimigo geopolítico.
Então, talvez numa tentativa de aproximação com alguns países árabes, principalmente com a Arábia Saudita, a mudança desse nome, será que pega, pessoal? Lembrando de novo, né, que os Estados Unidos não são o dono do mundo. Então os americanos podem mudar sua denominação e beleza, galera, questões regionais, locais deles, mas em cartas náuticas internacionais, em mapas internacionais, muito possivelmente vai continuar como Golfo Pérsico.
Enquanto isso, garantivemos também hoje o dia que marca os 25 anos da ascensão do Putin como presidente da Rússia. Vai lembrar que a primeira vez que ele assumiu a cadeira de presidente, a gente tá falando de um contexto da década de 90. E eu sempre trago assim, né, breve resuminho aqui.
a gente tinha o império soviético durante a Guerra Fria, uma bipolaridade Estados Unidos, União Soviética e na década de 80, por uma série de questões simbólicas, como acidente em Chernobyl, acidente, né, em Chernobyl, como a derrota dos soviéticos no a a Afeganistão, mas também questões mais estruturais como alta burocracia, a casos de corrupção, altos gastos com a Guerra Fria que tiraram talvez investimentos setores mais essenciais pro estado soviético. entrou-se numa crise. Gorbachov, Mikai Gorbachov fez planos de tentativa de uma reforma como a perestro e a Glasnti que acabaram fracassando e culminando com o fim da União Soviética e ascensão de uma nova liderança que era o Boris Elsin.
O Boris Eleltz talvez tenha representado pra década de 90 é o símbolo da decadência russa. Ele já não, por mais que ele fosse, né, o senhor todo simpático ali, tal, sorridente, ele tinha alguns problemas com, enfim, né, aparecia um pouco alterado, alcoolizado, tal, não é uma coisa muito bom para um chefe de estado. E também foi um momento muito ruim econômico da da Rússia.
Privatizações feitas a baixíssimos preços, escândalos de corrupção vindo à tona, a Rússia declarando moratória, que é o calote. Não consigo arcar, né, com as responsabilidades relacionadas à minha dívida. É um momento em que a Rússia começa a perder a sua influência até no Leste Europeu, em que países se iniciam um processo de transição, seja para OTAN, seja paraa União Europeia, e a Rússia vai minguando, vai reduzindo o seu poderio geopolítico até a região da Xexia conseguiu vencer o conflito com os russos e colocar ali a sua própria autodeterminação, né, a separação frente ao estado russo.
Em 99, nós temos a renúncia do Boris Yeltin. E aí na naquele momento um ex-agente da KGB e o primeiro ministro do país assume de maneira provisória. É muito bem sucedido em suas primeiras ações nos anos 2000.
Também vai lembrar, né, que a Rússia conta com uma explosão do preço das commodities, gás, petróleo disparam de preço no mercado internacional. Ele faz algumas ações bastante nacionalistas, como a reconquista do espaço da Xênia. Ele começa a fazer aquele esquema putin de poder, né, que a mídia chama dos oligarcas russos, ou seja, em troca do apoio de grandes empresários, seja empresários do ramo da alimentação, como Prigogimin, do campo da energia, do ramo da comunicação.
Ele faz parcerias público-privadas e faz com que os maiores empresários do país o apoiem. E ancorado pelo aumento do preço dos produtos que a Rússia exportava e por um contexto que beneficiava muitos países emergentes, a exemplo da Rússia, a Rússia volta a crescer economicamente, tanto que ele fica por dois mandatos consecutivos. Depois entre o Medvedev, que era o seu primeiro ministro, ele vira o primeiro ministro, né?
Ou seja, praticamente uma continuidade do governo Putin. E aí no governo Medvedev e no segundo governo Putin, a Rússia deixa de ficar só nessa recuperação econômica e passa a se consolidar novamente com uma grande potência geopolítica, seja com intervenções na Síria, antes mesmo das intervenções americanas, seja com a questão, por exemplo, da Crimeia, que não tô discutindo está certo e errado, mas era de fato foi uma com confronto, né, com o ocidente, uma coisa que o Ocidente não queria, era uma retaliação, uma tentativa de aproximação da Ucrânia com a própria União Europeia. Então a Rússia volta a se consolidar com uma grande potência geopolítica.
É fato, gará em 99 ninguém esperasse que o Putin fosse ficar 25 anos no poder com prerrogativa de ficar até 2036 agora. De fato, quer você goste, quer você não, é uma liderança super importante pra geopolítica internacional. E aí, pessoal, acha que o Putin tá fazendo uma boa liderança?
Deixa aí nos comentários. E lembrando que ele ainda gosta de bastante popularidade, principalmente da população que viu que foi o final da década de 80, a década de 90 e o recomeço vai da Rússia nos anos 2000. Claro que existem questões sensíveis de falta de liberdadeão e perseguição contra minorias.
E aí, Putin faz um bom governo? Deixa aí nos comentários. Enquanto isso, gara, notícias importantes também sobre o ataque que foi feito pela Índia contra o Paquistão.
Eu já tinha aqui trazido para vocês que o território da Cashimira, que é disputado pelo por Índia e Paquistão, que o conflito histórico, pelo menos desde 1947, momento de independência da Índia, só que a Índia naquele momento era a Índia e Paquistão ocidental e Paquistão oriental, que hoje é o território de Bangladeste, e começa a se fragmentar, principalmente utilizando o critério religioso, em que Paquistão ficaria de maioria islâmica, a Índia de maioria hindu. Fato é que os territórios foram parcialmente divididos, só que o território da Cashimira, até pela importância estratégica, nascente do rio Indo, da bacia do Ganges Bamaputra, torce uma região um pouco mais plana de ter ali rotas comerciais, a Índia não queria ceder o território para o Paquistão. Só que o Paquistão alegava: "Poxa, o seu critério é religioso, a Casimirra é uma região de Maria Islâmica".
No final das contas, foi feito um acordo em que a maior parte da cachimira ficaria pra Índia, uma parte menor para o Paquistão e a China ainda teria um pequeno espaço da Cashimira. Vários conflitos, várias guerras, até que nós tivemos na semana passada um atentado, um ataque que aconteceu que matou 26 pessoas na cachimira indiana. E isso foi feito por células que a Índia considera como terror, tranã, que estavam no território paquistanês.
Independente se o Paquistão ajudou ou não, a Índia considera que o Paquistão pelo menos agiu de maneira complacente. Deixou que movimentos se organizassem e pleiteasse algum tipo de ataque no território indiano. Por conta disso, a Índia planejava uma resposta.
Ameaça cortar o fornecimento das águas do rio Indo. Houve um cancelamento das relações diplomáticas comerciais depois de uma série de conflitos. E finalmente a Índia fez o ataque ontem.
E aí as informações elas divergem demais. A gente teve informações que foram nove pontos que foram atacados e a Índia considera que os ataques aconteceram somente somente em pontos não militares do Paquistão e não civis do Paquistão, atingindo apenas pontos sensíveis do território desses terror tanã que estavam instalados no Paquistão. A própria Índia alega que, segundo eles, né, o que aconteceu foi que a operação Sindor, que foi esse ataque que foi realizado, foi uma operação precisa, comedida e que ainda foi não escalatória por pela sua própria natureza.
Eles alegam que toda a inteligência e monitoramento de células terror, tranão, Paquistão indicaram que os ataques serem iminentes. Ou seja, o que a Índia fez foi uma espécie de ataque preventivo, só que, claro, sem anuência, sem autorização do Paquistão. Então, talvez se fosse o ataque coordenado contra as células terror tanã da índia do Paquistão no território do Paquistão, poderia ser mais bem aceito pelo Paquistão.
Só que não acho também que o Paquistão aceitaria, né, um ataque da Índia contra o seu próprio território. Então, Paquistão ele respondeu esses ataques da Índia. Segundo os Paquistão, tá?
Ele revidou o ataque causando 26 mortes e 46 feridos. E houve até derrubada de caças, por exemplo. Não sabe se o número oficial é um caça rafale ou se foram três ou cinco, como parte da mídia pakistanesa coloca.
Mas fato é que parte da Força Aérea da Índia que foi destacada para os ataques na cachimira pakistanesa foi derrubada pelo governo do Paquistão. E aí já mora algumas questões indiretas, né? A Índia durante quase toda a Guerra Fria, ela foi uma grande aliada da União Soviética e até hoje é uma aliada dos russos, tá?
Não tem nenhum tipo de problema. Grande parte dos equipamentos militares comprados pela Índia são equipamentos russos. Quando começou as sanções contra a Rússia, a Índia não aplicou sanções contra a Rússia.
A Rússia aumentou até a importação de gás natural e petróleo dos russos porque tava, entre aspas, em promoção. Só que a Índia ela vem se aproximando também do Ocidente, principalmente pós década de 90, seja dos Estados Unidos com alianças militares, seja com os franceses, com a Europa como um todo, né? A Índia vem se aproximando do ocidente.
Já o Paquistão, a gente tem imagens que foram destacadas de ataques, os ataques contra a Índia, que utilizaram equipamentos chineses. Hoje, os principais aliados do Paquistão, a gente pode pensar na China, que tem rivalidades com a Índia, também na região do Tibé, podemos pensar na Turquia e também no Azerbaijão. Talvez sejam os principais aliados regionais ã dos paquistaneses.
Professor, mas os dois países eles têm armas nucleares, não tem? Pois é, tem. E se a gente vê uma guerra entre os dois, quem vence?
Então, se eu for destacar com vocês uma espécie de comparativo, não tem muita comparação. A índia ela é muito mais poderosa. A gente fala hoje da Índia, que é um país que tem 1.
45 milhões de militares ativos, tem o sexto maior orçamento militar de defesa do planeta com 74 bilhões de dólares. É um país que conta com modernizações recentes, seja, né, pessoal, de equipamentos russos, americanos, franceses. a Índia constantemente nova, até porque tem um conflito, não é exatamente um conflito direto, né?
Mas tem que se armar pelo seu outro país que faz fronteira, que são chineses, as relações não são amistosas e é um país que conta com a sexta maior quantidade de ogivas nucleares do planeta, 180 ogivas. Já os paquistaneses, a gente fala de um exército, né, de 660. 000 militares ativos, quase 1/3 da Índia, apenas 10 bilhões de dólares em orçamento militar.
Galera, convenhamos que é 74 aí por 10, né? Sete vezes mais que a Índia tem, né? 7,5 aí, 7,4 vezes mais.
Ã, a, o Paquistão hoje tem uma aliança importante com os chineses e também tem 170 ogivas, sendo o sétimo país com maior número de ogivas nucleares. O Paquistão hoje tem a China como seu principal aliado eh militar, mas não acho também que a China compraria uma briga com a Índia, claro, né, pela possibilidade de disputa da Cashmira. Os dois países têm uma política, uma doutrina nuclear chamada de no use first, ou seja, a gente não ataca primeiro.
Na minha concepção, os dois países desenvolveram armas como elemento de dissuasão, justamente encontraram um ao outro em plena Guerra Fria. Não assinaram tratado de não proliferação de armas nucleares. Mas isso não quer dizer que eles estão dispostos a usar essas armas nucleares.
Não acho que seja isso que vá acontecer no momento. Embora as retóricas, as declarações sejam bem fortes. A gente teve, por exemplo, só o próprio ministro, né, da defesa do Paquistão colocando que eles estão preparados com a pra guerra total com a Índia.
Se a Índia não parar de atacar o território do Paquistão sem autorização do Paquistão, uma guerra total pode vir a acontecer. Professor, e como que os países se posicionam, né, em relação a isso? Então depende.
Por exemplo, que nem eu falei, a China ela é mais pró Paquistão, mas não acho que compraria um conflito. Você pega Israel, por exemplo, é um grande aliado do território indiano, até porque tem rivalidades com os pakistaneses. Benjaminaniarro já até declarou: "Narém da mod, você tem todo o meu apoio para fazer retaliações, porque os pakistaneses foram complacentes com células terror tanã no seu próprio território.
" Então, existe uma proxywar. Os Estados Unidos não querem se comprometer muito com ninguém porque historicamente tem uma relação importante com o Paquistão, mas como eu falei, a Índia vem se aproximando também do Ocidente, inclusive dos Estados Unidos. As palavras foram precisas do Trump: "Olha, eu me dou bem com os dois lados, conheço muito bem o Paquistão e a Índia e eu só quero que o conflito acabe, ou seja, daquele famoso em cima do muro, né?
E aí, pessoal, você acha que existe chance de escalar ainda mais o conflito na região? Deixa aí nos comentários. E para finalizar, pessoal, uma notícia polêmica que eu vou aqui trocar os nomes porque a nossa plataforma não gosta muito, né?
Não gosta nada, aliás, que eu fale alguns nomes. Por exemplo, existe um grupo instalado, né? Um grupo extremista, vamos colocar chamado de PC, enfim, né?
Primeiro comando, sabe o que eu tô falando, né? Enquanto nós temos também o CV, que seria o comando rubro, vai, vamos colocar assim, que são duas organizações que formam poderes paralelos aqui no Brasil. Quando a gente teve a comitiva americana chegando ao território brasileiro, a promessa era de combate a esses grupos organizados.
E o Brasil colocou que não vai considerar esses dois grupos como células terror. Tã. Professor, mas é um absurdo.
Eles são grupos que agem, poxa, formando estados paralelos com táticas que se assemelham ao terror. Tranã, né? Porque convemos que é muito parecido.
Qual foi a justificativa não oficial, né, mas extraoficial do governo brasileiro pela própria legislação brasileira, para ser considerado uma célula terror, tanã, tem que ter motivações por algum tipo de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor e etnia. Não é o caso dessas duas organizações. Ah, professor, mas tá errado.
Pô, eu concordo que tá errado, né? Poxa, terror. T não tá envolvido somente nisso.
Mas aí teria que mudar a legislação brasileira. Outro ponto importante também é que favorecendo esse grupo com organização terror, enfim, com apoio dos Estados Unidos, se os americanos também considerarem isso, permitiria talvez algum tipo de interferência externa dos Estados Unidos sem autorização do governo brasileiro. Vale lembrar também, galera, que há uma denúncia da oposição que talvez esses grupos tenham ligação com o governo.
E aí se investigações maiores forem feitas e descobrirem ligações, aí isso pode, claro, ameaçar o governo. Mas tudo isso aqui também de novo, né? É meio que assim, ilações, não há comprovações, pelo menos, claro, até o momento.
Por que será que o governo não reconheceu como células terrorã? Deixa aí nos comentários.