Então, quando o povo montava e desmontava o tabernáculo lá, o templo, o lugar mais íntimo de Deus, ninguém podia suar com suor. Tá bom, já dava para parar aqui, né, empresário, com suor você nunca vai conhecer as coisas mais íntimas do verdadeiro propósito da sua vida. Então, as maiores os maiores muros da nossa vida não estão por fora.
Não é o o estado em que você está, é a forma como você pensa tudo que você pensa. As maiores fortalezas da nossa vida estão dentro. É tão forte isso que o apóstolo Paulo diz, que o evangelho não é uma arma poderosa para quebrar o muro que te seca.
O evangelho é uma arma poderosa para destruir as fortalezas que te aprisionam na sua mente. Então, maor desafio de uma pessoa é ser transformado na sua forma de pensar. E isso não é um holocausto.
Muitas vezes as pessoas pensam que Deus quer de você um sacrifício na forma de um holocausto, uma hora extra, uma dedicação. Não, Deus não tá pedindo aqui o sacrifício de ninguém. Ninguém aqui precisa fazer hora extra para encontrar o propósito de Deus na sua vida.
Aliás, é uma coisa curiosa lá do Velho Testamento, lá no Velho Testamento, que tudo na Bíblia, tudo na Bíblia não é litúrgico. Tudo que tá lá na Bíblia é pedagógico. E às vezes as pessoas leem a Bíblia de forma litúrgica, querendo encontrar formas, métodos e liturgia.
Não, tudo que está escrito é para instruir exatamente quanto a forma de pensamento. E lá, quando não havia ainda plena revelação, Deus deu uma figura pedagógica que era o templo. E o templo não era para marcar um endereço litúrgico.
O templo era montado e desmontado o tempo todo na viagem. Então é engraçado isso, né? É como se Deus tivesse dado um quebra-cabeça pro povo dele e de tempos em tempos eles tinham que desmontar aquilo e montar de novo.
Então era como se assim, vai repetindo esse esse rito até você entender o que ele significa e não até você ficar bom em montar e desmontar. E o nosso problema é esse. Se a gente a gente pega e Deus dá para nós uma atividade para abrir, iluminar o nosso entendimento e a gente fica bom na atividade e continua tão estúpido quanto antes de aí a gente é uma besta treinada e montar e desmontar e a gente nunca entendeu o sentido.
Então quando o povo montava e desmontava o tabernáculo lá, o templo, o lugar mais íntimo de Deus ninguém podia suar. com suor. Tá bom.
Já dava para parar aqui, né, empresário, com suor você nunca vai conhecer as coisas mais íntimas do verdadeiro propósito da sua vida. Sado, você não vai aprender nada. E qual um dos ditados mais populares que você ouve?
Eu conquistei tudo. >> Sabe quem conquista com suar? O escravo.
Sabe quem conquista com suar? O cavalo, a mula. Aquilo que verdadeiramente diz respeito a nós é o quem nós nos tornamos e não o que nós fazemos.
A maior realização do seu empreendimento é a pessoa que você se torna e não aquilo que você se realiza. Porque se fosse para realizar um cavalo fazendo o nosso serviço faria melhor. Então se aquilo que eu tô fazendo não transformar meu entendimento a respeito da pessoa e das relações, então eu tô fazendo um trabalho animal estúpido.
É só suor. Então, eh, o os fundamentos vão ajudar a gente a entender isso. Então, não adianta esse bloqueio na mente, eh, ele, ele tem que ser destruído para eu parar de pensar como um escravo pensa e, e, e, e que pensa, que tá focado no resultado.
A as maiores, eu convivo com gente muito próspera. O meu ambiente relacional é é com pessoas eh que que formam um grupo onde todo mundo queria chegar. E desfrutando a intimidade dessas pessoas, eu quase que saio da intimidade delas e assim: "Não vem para cá não, que é fria".
Porque a maioria deles não tá sabendo fazer eh o que fazer depois chegou lá. Nada é mais frustrante do que um quase lá. Um quase lá era melhor não ter começado.
Ou a gente alcanceça o verdadeiro propósito da nossa vida ou era melhor não ter começado. Sabe o que que significa um quase lá? Absolutamente nada.
Porque não é lá. Essa foi a grande frustração de Moisés. Porque ele viu uma terra que ele mesmo não >> entrou.
E você sabe por que Moisés não entrou na terra prometida? E ele, quem tirou o povo do Egito? >> Moisés.
Você sabe por que Moisés não entrou na terra prometida? Alguém sabe? Não.
Porque quando ele poderia ter falado, ele bateu. Então, muitas vezes aquilo que deveria ser a partir das nossas convicções, a gente pensa que vai ser a partir dos nossos >> esforços. E ninguém alcança o propósito da sua vida a partir dos seus esforços, mas a partir das suas convicções.
Um animal bruto alcança o seu propósito a partir dos seus esforços, mas não você. Por isso Paulo diz assim: "Sacrifica, não é se sacrifique, sacrifique a sua maneira de pensar para que você possa ser transformado no seu entendimento, a fim de que você possa experimentar o verdadeiro propósito da sua vida. Sem transformação do entendimento, você vai fazer um esforço embrutecido, emborrecido e vai ser um quase lá.
" E isso é muito forte. Isso é muito forte, porque eh se eu começar a fazer uma analogia aqui, eu acho que alguns de vocês vão ficar meio estarrecido, porque o tempo de escravidão no Brasil durou exatamente o tempo de escravidão que Israel ficou no Egito. O Brasil foi o país que mais comercializou escravos no tempo da escravatura.
E em nome de quem? Quem foi o maior comerciante de escravo no Brasil? Uma religião pagã.
Os cristãos foram nações cristãs em nome de Deus que fizeram o maior comércio de escravos que a humanidade já viu. Sabe quantos escravos foram tirados da África para serem trazidos pro Brasil? 50 milhões durante 400 anos.
Sabe quantos chegaram? menos de cinco. O restante foi julgado no mar para ser comida de peixe, porque as condições eram tão precárias que eles não conseguiam completar a viagem.
E isso é muito próximo da nossa história. Às vezes a gente não percebe isso. Vou te dar outro dado importante, empresário.
Coincidência ou não, o povo brasileiro é o único povo na parte da terra que se chama de uma atividade. Eiro não é identidade. Eiro é atividade.
Pedreiro, marcineiro, carpinteiro, faxineiro. Fala para mim, algum outro povo no mundo que chama si mesmo de uma atividade? >> O argentino trata a gente melhor do que a gente se trata, porque a gente, eles chamam a gente de brasilênio.
>> Brasían. Aham. Brasiliano.
>> Brasiliano. >> Só tem dois povos que chama a gente brasileiro, o português e o próprio brasileiro. >> Pró brasileiro.
>> Porque o brasileiro não chamava o povo brasileiro de brasileiro. Porque brasileiro não era um povo. Brasileiro era a atividade de alguém que saía de Portugal.
Nada parecido. Um cara que saia de Portugal para se dar bem numa terra longínqua >> e dando tudo certo, ele tinha sonhos de quem sabe voltar para casa mais bem-sucedido. esse pessoal delito.
>> Você não conhece ninguém assim, mas caso você conheça, caso você encontrar algum brasileiro por aí que pensa assim, ajuda ele a entender que ser brasileiro não é uma atividade, uma corrida pra gente, quem sabe dar certo e dando certo conquistar o estilo de vida que um dia a gente sonhou. Isso é uma maldição sobre o nosso país e nós vamos ficar livre do quê? Dessa maneira escrava de pensar.
Eu sei que isso pode parecer chocante para você, mas é a nossa história. >> Vem do pau Brasil. Quem trabalhava com >> quem trabalhava com pau Brasil ganhava dinheiro, fazia fortuna suficiente para poder depois viver o estilo de vida que achava que merecia.
chamava brasileiro. >> Por isso, quem trabalhava com pau Brasil, querendo ficar rico, para ter uma vida confortável no futuro, tinha o apelido >> de brasileiro. Isso era uma atividade, nunca foi uma identidade.
Vai ler depois um pouco sobre isso. Então, nós temos um grande desafio e maior do que esse desafio possa parecer para você, esse desafio ainda é maior pros seus filhos, porque isso vai virando o quê? uma cultura.
Então, talvez o seu maior desafio como empresário não seja ainda se dá bem empresarialmente, seja primeiro enfrentar os limites opressores escravidantes da sua cultura, a forma como você vê a a si mesmo na sua atividade profissional. E o que que você tá esperando? O que que você, o que que você projeta para aquilo que você tá chamando de empreendedorismo?
Se aquilo é uma alforria ou se aquilo é a tradução consciente e intencional das suas virtudes e da sua vocação e propósito na vida. Porque eu tenho conhecido muitos brasileiros ao redor do mundo que se tornaram escravos. de luxo.
Que que era um escravo de luxo? Era alguém que não morava mais lá na Senzala. Ele podia frequentar a casa grande e ele vestia luva branca e geralmente ele estava associado ao entretenimento da casa.
Então, alguns escravos de luva branca aprendiam música, aprendiam a cozinhar, aprendiam a pintar. Eles até aprendiam arte, sabe para quê? Para produzir o entretenimento.
Então ele ficava com a falsa sensação de que ele tinha o quê? Vez, porque agora ele não morava mais lá na censala, ele morava na casa grande. Só que ele realmente tinha vez.
O que que ele não tinha? >> Voz. Ele nunca era convidado para efetivamente participar dos processos.
Então, talvez seu maior desafio aqui não seja montar um negócio onde você tenha >> vez, mas finalmente deixar paraa sua família e paraos seus filhos um legado de quem tem >> voz, porque senão você vai prosperar e vai deixar pros seus filhos a opressão do silêncio. Eles vão comer bem, vão vestir bem, vão morar bem, mas nunca vão ter voz no processo. Serão alimentados, serão bem cuidados, mas nunca participarão das decisões.
Alguém aqui tá entendendo o que tô falando? Não. >> Você sobreviver, né, Paulo?
Não viver. >> É uma sobrevivência, é uma existência prolongada e qualificada. Então, o que que eu queria rapidamente dizer para vocês?
Como o nosso tempo aqui hoje é mais curto do que foi ontem, eu vou deixar um princípio, um princípio que Jesus entregou pros seus discípulos quando eles fossem entrar numa terra estrangeira. Então Jesus disse, quando você chegar lá na cidade para onde eu tô te mandando, então presta atenção. Quando você for para um lugar que eu te enviei, primeira coisa que você vai fazer quando chegar lá é encontrar um quem e não sair fazendo um quê.
Então, se você quiser encontrar um princípio na vida, Deus sempre trabalha o seguinte princípio: onde, quem e o quê. Então, se você quer trabalhar no empreendimento bem-sucedido, tenha certeza de que esse aqui é o seu ônibus. Você não tá aqui por necessidade.
Você não tá aqui por interesse. Você não tá aqui porque aqui existem as melhores oportunidades, porque senão você não vai ter a determinação, a constância e o empenho para vencer os desafios desse lugar. Uma das primeiras perguntas que as pessoas vão fazer quando tudo aparentemente começar a dar errado é o quê?
O que é que eu estou fazendo aqui? E aí, ou você vai ter saudade de onde você saiu, ou você vai ficar numa situação ainda pior, na expectativa de que se você for para outro lugar vai ficar melhor. >> Então, quando Deus quis libertar um povo, qual foi a primeira coisa que ele garantiu?
O lugar. Nunca comece coisa alguma sem antes ter certeza de que esse é o lugar. Porque assim começa um fundamento.
Se eu quero fundamentar bem, esse é o lugar. Então agora eu vou furar buraco aqui até achar o quê? >> Rocha.
>> Eu morro furando o buraco até achar o quê? Rocha. E se eu não conseguir colocar um tijolo em cima do outro, o que que eu deixei pra próxima geração?
O fundamento. Vou te falar uma coisa sobre construção, certo? Fundamento é a única parte da conção que você nunca perde.
Quem já trabalhou com conção aqui? Você vai lá e faz um fundamento e por alguma eventualidade você para. Perdeu?
Não. Agora passa do ponto do fundamento. Você não sabe explicar porquê.
Se você não ficar lá mantendo e cuidando, aquilo deteriora assim, não é? Tijolo derrete, tinta acaba. rebocai, janela apudrece.
Então, quando você passa da fase do fundamento, isso já exige você alguma manutenção. Então, não comece a construir nada se você não completou os seus fundamentos, porque senão você vai est começando a acumular custo de manutenção quando você ainda nem completou. o seu custo de sustentação e tudo que você gastar na sustentabilidade dos seus processos, você não perdeu.
Se você não conseguir colocar um tijolo em cima, tem não, deixa aqui lá pros seus filhos, pros seus netos, pros seus tataranetos e eles vão chegar lá e vão encontrar o quê? Fundamento. >> Um fundamento, mas não tenha pressa de sair da área do funcionamento e deixar meia parede levantada, porque em menos de um ano quem vier depois de você não encontra ela lá mais.
Alguém aqui tá entendendo o que eu tô falando? Não. >> Com a falsa ilusão de que o cara herdou alguma coisa.
Tem gente que não tá deixando herança, tá deixando uma dívida, uma culpa de manutenção. Você não deixou um ativo, você deixou um passivo, porque você deixou para trás alguma coisa que a pessoa já vai ter que começar no prejuízo de ter que manter porque aquilo não se sustenta. Alguém aqui tá entendendo o que eu tô falando ou não?
>> Então não deixe um ônus, deixa uma referência. E não é de só de casa que você tá falando, >> não, rapaz. É de tudo.
Por isso eu tô dizendo para você o seguinte: tenha convicção absoluta do seu onde. Enquanto você não tiver convicção de que isso aqui é o seu onde, faz nada, não. Vai viver de chuva.
>> Eu te garanto que de fome e de sede você não morre. Mas tem gente que pode morrer de frustração. Te garanto, Deus vai levantar alguém para fazer caridade para vocês.
Vamos te internar numa clínica, vão te hospedar. É preferível ser mendigo do que perdido. É mais fácil de achar.
Tá bom? >> Tá. >> Primeira coisa, você tem que ter certeza então do quê?
Do onde Jesus disse, quando você chegar no onde eu te enviei, segunda coisa, encontra lá o seu quem. Por que que muita gente não tá encontrando o seu quem do seu onde? Porque ele já chega fazendo.
Aí ele tá tão ocupado, envolvido no seu quê, que ele nunca teve sensibilidade para encontrar o seu quem? Quem? >> Ele mandou você vir para cá começar um quê?
Que já tá todo mundo doido aqui tentando fazer. Você vai ser mais um doido fazendo um que acreditando que é o que que você faz, que vai dar certo. Parece nós não estamos vendo as pessoas que estão na nossa frente que parar a vida delas com quê?
1 milhão de suicídios no Brasil por ano. Mais de 70% jovens menos de 30 anos. E quase a totalidade deles, gente, de classe média, média alta.
O que esse povo não achou um quê? Que que eles não acharam? Um onde e um quem.
Então vai atrás do seu quem. E aí tem um segredo. E muita gente fala: "Ah, então tudo que eu tô precisando é de um quem?
" Não tem um quem precisando de você. Quando Jesus colocou quem como o princípio, é o seguinte: "Acham quem de honra, uma pessoa de honra, digna, a quem você possa ajudar? " Você quer começar um negócio próspero aqui nesse país?
Encontre alguém a quem você possa ajudar. Mas não venha para cá abrir um prostígulo. >> Abrir um negócio para resolver o seu problema é prostío.
>> E como tem prostíulo vendendo filho aqui? Os filhos estão à venda. >> À venda.
A venda. Abrir um negócio para fazer um quê? Dá um nome.
Abrir um negócio para fazer um quê? Para alcançar minhas cobiças, meus sonhos. Dá um nome.
Eu vou abrir um Q que vai me dar aquilo que eu sonho. Dá um nome para isso. Dá um nome para isso.
Honesto. Quem fazia isso? Dois documentos.
Quem vendia benefícios para sobreviver? Quem arrendava a família para se dar bem? Dá um nome para isso.
Dá um nome para isso. Agora, se quer começar um empreendimento primeiro, aqui é o seu ônibus. Porque se aqui não for o seu ô, sabe o que que vai acontecer na primeira dificuldade de você enfrentar?
Você vai ter saudade da ração que você comia no lugar de onde você saiu. Está na Bíblia. O povo ficou 400 anos escravo no Egito.
Viram os filhos deles serem comercializados e tirados de casa por preço. Quando o propósito de Deus começou a ficar difícil na vida deles, eles falam assim: "Moisés, Deus nos enganou. Isso aqui não é nosso lugar.
Tá muito difícil. vão voltar pro Egito. Ele fal assim: "Mas lá vocês eram escravos".
Falou: "Pelo menos a gente comia cebola". Eles tinham saudade da lavagem que eles comiam. Então as pessoas não percebem.
Se não tiver uma convicção de onde elas vão começar a negociar. Vai para casa hoje, mergulhe interior e faça essa pergunta. É aqui?
Então é aqui. E para você não ter dúvida, vai lá e compra uma vaga no cemitério. Se o seu problema é casa própria.
Se você tá preocupado onde é que você vai morar no futuro, preocupa não. Vai compra uma vaguinha ou uma urna. Pesqueimar você.
T ter certeza onde é que as cinza vão ficar. Mas já vai escolhendo a árvore onde você quer que ela seja depositada. >> Alguém aqui tá entendendo o que eu tô falando ou não?
>> Você só pode descobrir outro onde quando você tiver certeza do seu onde e não dúvida. Quando você tem certeza do seu onde, você vai de onde para onde. >> Uhum.
Mas quando você não tem certeza do seu voltar pro seu corpo para típica às vezes de pressa. Você vai só vai de um para outro onde quando você tem certeza do seu ônib. >> Você sempre volta.
>> Pode ser que o Brasil seja o lugar para onde você vai. >> Uhum. Mas nunca deveria serum >> o lugar para onde você volta.
>> Se alguém te perguntar assim: "Você tá pensando em voltar pro Brasil? " Você fala assim: "Nunca, porque eu não quero encontrar a pessoa que eu era >> ontem". Agora se você me perguntar se eu posso ir pro Brasil, >> sim, >> pode ser, porque eu vou encontrar a pessoa >> na frente.
Eu vou me encontrar à frente, mas não vou me encontrar atrás. >> Então, que o Brasil não seja o lugar para onde você pensa em voltar. Mas pode até ser que o Brasil continue o seu lugar para onde você pode ir.
>> E se você é a pessoa que se tornou aquele que vai, então você vai sempre encontrar o seu onde. E encontrando o seu onde, você vai encontrar o seu >> quem? seu quem de honra, porque a sua ocupação vai ser sempre onde eu cheguei, a quem eu vou abençoar e socorrer.
Aí seu negócio vai prosperar, >> porque ele nunca será o negócio de um cachorro que tá com fome, mas de uma pessoa que tem um propósito. Sabe porque muita gente faz muita coisa e depois de ter tido sucessos, ele se sente infeliz e frustrado porque ele nunca fez isso em favor de um >> quem? >> Quem ele sempre fez isso em favor de um >> qu >> que ele não percebe que ele mesmo se tornou o seu pior que porque não fazendo por um quem, ele mesmo nunca foi um quem >> quem.
Então, não seja um que fazendo um que para se sentir um que melhor, mas seja um quem disposto a fazer qualquer que na certeza de que isso expressa a convicção que você tem de quem você é. Você é tão real aqui, Paulo, porque eu vou chamar isso de cultura de zumbi, porque nós temos mortos vivos por causa disso. >> Exatamente.
>> Pessoas completamente vivas, mas já morreram há muito tempo. >> Exato. >> Porque não encontraram quem, né?
E estão vivendo a partir do que >> e se tornaram o que que é um morto vivo? É um quê. Um que existe.
Ele é um que existe. Às vezes ele é um que bem vestido, um que bem alimentado, um q bem perfumado, mas é um q. Qual é a única coisa que você não vai precisar saber quando você descobre o seu onde e o seu quem?
O qu não interessa. Porque esse que pode mudar dependendo do onde do quem? Porque agora você aprendeu a ser o quem que encontra outro.
Então, se você ainda não encontrou a convicção do seu ô, isso é fundamental para que você possa queimar os seus barcos. É isso que os os conquistadores nórdicos faziam. Quando eles chegavam num lugar, sabe o que que eles faziam?
Queimava os barcos. Quando veio o avivamento espiritual na Irlanda, eu vou concluir aqui, quando veio o avivamento espiritual na Irlanda, isso era tão forte, tão forte na vida deles, que eles entravam dentro do navio e saava a vela e quebrava o leme, porque eles só queriam começar alguma coisa no lugar onde Deus os levasse. Aleluia.
que eu tinha certeza que qualquer lugar que ele chegasse >> e não tinha condições nem de voltar. >> Acabou, rapaz. Nem por ui.
Beleza. >> Aleluia. >> E aí, o que que você veio fazer nesse?
Um quê? Não, você veio encontrar um >> quem? >> Quem?
Jesus disse assim: "Quando você chegar na cidade, encontre o homem de honra dessa cidade e hospeda na casa dele e resolve todos os problemas dele. Sabe o que que ele vai te fazer? Ele vai te apresentar pra cidade, pra família, pros parentes.
Você arrumou seu agente de marketing com credibilidade. >> Isso aí >> sabe o que que vai acontecer na sua vida? Você não vai ter que falar de você mesmo.
>> Tá bom. Alguém do lugar, com autoridade do lugar, vai dizer coisas a seu respeito que ficam muito melhor sendo ditas por outro do que por você mesmo. >> Porque a verdade não se estabelece na eloquência de quem a proclama, mas no testemunho de quem a experimentou.
>> Aleluias. >> Você não tá precisando gritar mais alto. Você só tá precisando de alguém do lugar.
que diga que o que você tá falando é >> verdade. >> Verdade. Aí a sua verdade se estabelece, >> porque você chegou no seu onde e encontrou o seu >> quem?
>> Quem? >> É isso. Acabou.
É o que eu tinha para compartilhar com vocês. Se alguém tem alguma pergunta, pode parecer meio filosófico assim, mas não é não. >> Tá bom.
Você sabe que não é. >> A, acho que tem uma coisa muito importante. >> Pega o microfone que a gravação, tá?
Tem um aí atrás. >> Eu acho que é legal a gente falar um pouquinho sobre a questão de nós sermos seres integrais, tanto pessoa física quanto jurídica. Por isso que isso faz muito sentido eh esse fundamento na nossa vida que ela reflete na nossa empresa por muito tempo.
Eh, para mim isso é muito dividido e tem um tempo que eu já entendi que, na verdade, a Érica e a mesma pessoa. Acho que é legal a gente falar um pouquinho sobre isso para fazer essa integração de tudo que você falou hoje. >> É.
E e quando a gente fala dessa pessoa física e jurídica, é exatamente para eliminar da nossa cabeça essa ideia de estrangeirismo. >> Ninguém aqui é estrangeiro. Ou então aqui não é seu lugar.
Então você é um saqueador. >> E às vezes as pessoas não percebem que os locais entendem isso. >> Já tá tão difícil para todo mundo.
Custou tanto para chegar aqui. Aí vem um bando de oportunista pensando em ficar rico aqui. através do pau brasiles para depois desfrutar essa riqueza no outro lugar sem nenhum compromisso com os desafios e as realidades aqui.
Só pode ser um >> brasileiro. Por isso que eu usei o pau Brasil para ver se você tava ligado. Meu Deus.
Que que é isso? Sem compromisso com quem? Nenhum.
>> Com quem? Nenhum. Compromisso zero com quem?
>> Uhum. >> As pessoas estão observando isso. >> É que é >> elas não estão interessadas na sua capacidade.
Aham. >> Elas estão observando a sua intenção. Assim.
>> Então, se elas perceberem que você não tem compromisso com nenhum quem >> Uhum. Então você é um pirata, é um saqueador. Pode falar.
>> É que assim, a gente aqui, né, que convive aqui, acho que todo mundo já passou por isso, né? A gente permite que eles tratam a gente dessa forma e a gente toma pra gente, que é aquilo que você falou, né? A gente nunca procura quem, né?
Mas a gente permite que eles tratam a gente assim. Então a gente acaba colocando a nossa cabeça. >> Mas por que que eles tratam a gente assim?
>> Porque a gente se trata assim, ué. É assim que a gente tá se apresentando. >> Não são eles, >> somos >> nós >> nós.
Eu e Paulo estávamos conversando sobre a cultura japonesa ser uma cultura que respeita aquele que faz o que faz com excelência. Então ela se submete à aquele que entrega >> ou no mesmo nível ou ao superior. >> E eu sei disso porque eu sou americano, gente.
Eu já de cara já entro com respeito para isso. Sabe por quê? Os Estados Unidos revela essa excelência para eles e eles se sentem menor por esse por essa questão.
>> Agora veja, eles conseguem fazer isso com o americano. >> É, >> presta atenção no que eu vou falar para vocês, porque tem muita injustiça sendo cometida aqui. Me fala em qual lugar do mundo você encontra uma colônia americana.
Existe base militar, mas não tem colônia nem aqui, >> certo? Em todos os outros países você vai encontrar colônias de outras nações. E o japonês que foi lá pro Brasil formou lá o quê?
>> Colônia. Então eles não têm dificuldade de conviver com quem de outro lugar. >> Hum.
>> É uma injustiça. Porque nós não estamos tratando os japonês do jeito que eles nos trataram. Não é justo.
Não é justo. Milhares, milhões foram para lá e se estabeleceram, formaram família. Tanto é que boa parte que tá aqui é Sanssei, Nicei.
Ora, então eles foram para lá para fazer um quê? Não, eles tiveram coragem de encontrar um quente e deram a vida por isso e se identificaram conosco e formaram família >> e assumiram esse risco. Não foram lá fazer uma base militar.
Então não é justo. Então tem um bloqueio escravo aqui na nossa cabeça que precisa ser removido, porque não é um negócio bem sucedido, é a vida. Tem muita gente aqui com 40 e poucos anos de idade que ainda pensa ser bem-sucedido para depois viver isso em outro lugar.
Ele não tá percebendo que o filho dele de 12 ou três não tá pensando assim, por mais difícil que seja. E por que não? Porque o seu filho encontrou aqui um qu?
Porque o seu filho já encontrou um >> quem? Agora tira ele desse quem? >> Por conta do seu >> quê?
>> Quê? tira o seu filho dos ques dele por conta do seu quê. Fica nessa andação aí por conta de um que melhor.
É isso. Tá vendo como é que é um princípio? Simples assim.
E às vezes a gente como brasileiro não entende a graça que Deus nos deu. O único país do mundo onde existe uma sociedade sírio libanesa sai do Brasil e tenta criar uma sociedade sírio em qualquer lugar do planeta. E para colocar a coisa mais difícil, lá no Brasil, a gente pega um sírio libanês, um sírio e um libanês, monta hospital com eles, monta clube, monta tudo e no fim do dia chama eles de turco, pega um sírio, um libanês, fora do Brasil e chama ele de Turquim.
Isso acontece onde? Aproveite melhor o que Deus te deu. Não temos essa graça.
>> Quer ver uma coisa interessante que chamou minha atenção? É que essa, vamos chamar isso de atitude está levando nossos filhos à depressão, que é um uma ficar aderiva na sua identidade. E aí nós estamos gastando o que com terapeutas para poder resolver uma questão de identidade que nós causamos em nos quem?
>> Uhum. >> Então se a gente voltar lá, então é o seu? Então é o seu ô >> isso.
>> E se talvez não for o seu ô onde, é o ódi dos seus filhos. Então qual é a primeira coisa que você vai ter que encontrar de forma intencional e bem resolvida? Os seus quis.
Aí a gente resolve o quê? Aí qualquer que será bem sucedido. Sabe quem inverteu essa ordem?
E aí de novo eu vou citar a Bíblia, não de forma religiosa. O capeta. capítulo chegou para hom e falou assim: "No dia que você fizer o quê, você se tornará o quem?
E isso vai fazer você chegar no onde? " Hoje até a igreja prega que o céu é o lugar de onde você veio ou lugar para onde você vai. >> É.
>> Então você é um quem celestial ou você é um quem infernal tentando ir pro céu? Então, seu onde tá no fim ou tá no princípio? >> Princípio.
>> Então, onde tinha que ser onde todas as coisas começam? Porque a partir do onde eu tenho clareza do >> quem? E tendo clareza do quem?
Que venha a qualquer >> quê? >> E um detalhe Paulo, quando Jesus envia, que nem você disse, ele disse assim: "Não leva nada, >> não leva nada, >> vai tá provisão lá. Pronto, rapaz.
O José do Egito. Quem lembra da história do José do Egito? >> Aham.
>> Quem queria José no Egito? Deus. >> O capeta.
Não, o Egito era o onde do José. O José era o quem de Deus naquele onde para libertar. Para fazer um quê?
Não, para libertar os quem. Mas José foi preso, deu ruim. Não, ele continua sendo o quem?
Não sei onde. >> Exatamente. >> Sabeonde o Zé começou a empresa dele?
>> Sabe onde aconteceu o primeiro empreendimento bem-sucedido de José? Fala para mim onde foi. Na cadeia.
>> Cadeia. Sonhos. Então não interessa quando você encontrou o seu e você está na plena de tudo o seu quem transformando a vida dos ques você foi lá encontrar, acabou preso, impedido de saber o que você faz, você vai ser bem-sucedido, roubado, você vai ser bem cedido.
E esse bomando a história lá da Bíblia, todos os homens foram bem cedidos porque eles foram lá por onde encontrar o seu >> quem? O Paulo teve uma vez na vida dele lá em Atos 27 para encontrar, chegar no onde ele tinha que chegar para encontrar o seu quem, o barco onde ele tava naufragou, não ficou um nada, julgaram a mercadoria fora, chegou todo mundo no onde garrado em caixa e tábua. E o Paulo falou assim: "O Deus de quem eu sou, o Deus de quem eu sou e a quem eu sirvo, não vai deixar ninguém aqui se perder.
Não interessa o que aconteça. " E chegou todo mundo lá agarrado em caixa, tábua, mas nenhum quem se perdeu. Todos chegaram ao seu.
Onde? A partir de uma coisa que deu certo, não. A partir de um tudo errado.
Não tem certos ou errados quando você encontrou o seu >> onde e está no propósito do seu? Quem? >> Quero testemunhar isso porque há 16 anos atrás eu e André descobrimos o nosso ó.
Vivemos aqui sem um centavo no bolso. Abrimos mão de tudo, entregamos tudo e encontramos o nosso e a única coisa que estava no nosso coração era os quam aqui. >> Pronto.
>> E no meio desses 16 anos nunca nunca faltou o quê? Nunca faltou o qu? Na verdade teve que a mais.
Às vezes tive que passar o meu que para outro para ter outro ten o qu. Pronto. Você >> tá entendendo que tá sendo falado aqui?
Porque senão a gente é zumbi, gente. E a gente tá gastando vida que é dádiva, é presente, isso é desprezo. E o que é pior e que está acontecendo no Brasil?
Estamos formando filhos escravos de luva branca. Você acha que eu tô exagerando? Então vou te falar o que que tá acontecendo no Brasil.
Te falar o que que tá acontecendo no Brasil. Tem muita gente até aqui que faz parte disso. A gente vai lá numa favela, pega um jovem daquele lá e sem conversar nada com ele, monta lá uma escola de computação, uma academia de esporte e uma aula de música.
E aquele jovem passa a fazer música, esporte, >> hum, >> e computação, porque aquilo traduz seu quem? para ser >> aceito. >> Entretenimento na casa.
>> E ele vai fazer isso bem. Muito bem, porque nós temos talento. >> Só que você formou um cidadão, não.
Você formou uma prostituta sofisticada. Boa parte dos nossos jovens hoje estão indo jogar futebol para quê? Querem cantar num palco para quê?
Querem ser empresários para quê? Para revelar quem eles são? ou para comer o que quer, vestir o que quer e morar onde quer.
Isso é trabalho escravo. >> Lembrei de uma frase >> isso resolve, mas não liberta. >> Lembrei de uma frase do Edmundo jogador de futebol.
Não dis assim, eles me ensinaram a jogar futebol, mas não me ensinaram a ser homem. >> A ser homem? É isso.
É cruel que a gente tá fazendo. Ir lá e achar que eu abri uma escola de computação na favela e eu resolvi o problema. Talvez eu tenha piorado ele porque agora eu qualifiquei o escravo e não libertei a sua >> mente da escravidão.
>> E às vezes ele vai ter a ser o melhor aluno de computação, como aquele cachorrinho do circo antigamente, que a gente quase acreditava que era gente, só porque no final ele ganhava um torrão de açúcar. As universidades brasileiras hoje não estão qualificando pessoas, estão adestrando pessoas. Tem gente pagando caro pro seu filho ser adestrado, para se tornar bom num qen consciência de um >> quem?
>> Quem? acreditando piamente que se ele acertar no quem ele pode se tornar, se ele acertar num que ele pode se tornar um tem para finalmente chegar no seu É só isso. Essa conversa é longa.
Se tiver alguém mais uma pergunta aí, não sei quanto tempo vocês tm. Crianças lá em Goiânia com crianças lá em Goiânia com 8 anos, filhos de milionários com quatro professores, quatro especialistas para treiná-la, porque o pai colocou no coração que aquela criança de 8 anos tinha que ser um jogador de futebol. >> É isso aí.
>> Então não é o pobre, não é o horizão. >> É uma patologia, é uma doença. Gente, quando a escravatura começou na África, ela foi imposta.
Nos primeiros anos, ela foi imposta. Por que que a África é um continente quase irrecuperável? Porque falta recurso natural?
Não. Por quê? Porque ela foi sequestrada nos seus príncipes.
Os filhos, os príncipes foram sendo o quê? Levados. No começo a força, depois negociada, por último vendidas.
Sabe por que o mercado negreiro se tornou forte? Porque depois ele se tornou o negócio dos pais que vendiam os filhos para ter uma qualidade de vida melhor. No começo os filhos foram roubados, depois eles foram negociados e por último eles foram >> vendidos >> vendidos, ofertados no mercado.
Nada parecido com o Brasil. Nós estamos muito longe dessa realidade. Isso nem passa perto do nosso país.
Cuidado. Nós estamos corrompendo os nossos ques na ambição dos nossos >> ques. Avalia isso, interioriza isso, conversa sem culpa.
Essa conversa aqui não é para ser pesada. Tem gente fal que conversa pesado. Não, pesado é sem essa conversa.
Essa conversa aqui é para ficar leve. Essa conversa aqui não é para você ficar pesada. Essa conversa é para você voltar para casa igual uma pluma levim.
Ô, gente, graças a Deus tiraram uma tonelada das minhas costas. >> E talvez a pergunta pro seu filho quando chegar em casa não é o que você quer ser. É quem você é.
É >> porque eu lembro minha mãe falando, tem que ser advogado, tem que ser médico, tem que ser isso, pai, >> ser alguém na vida. >> Tem que ser alguém na vida. >> É, >> tem que estudar para ser alguém na vida.
Eu escutei sabia inteiro, >> né? É tão comum isso no Brasil quando se pergunta: "E você, quem que você é? " Aí a pessoa responde com o que ela faz.
>> Não tem sentido. Ela não perguntou o que que você faz, ela perguntou quem que você é. >> Porque nós estamos impregnado um erro.
Tem hora que eu tenho vontade até de se é o que eu falo Brasília. Brasile, eu acho que eu vou adotar brasile, >> brasilino. >> Que que você é?
Sou brasilino. >> Brasil? Não, tô com vontade.
Começar essa moda lá. Acho >> não é >> começar uma onda lá. >> Você é brasileiro?
Não sou brasilino. >> Sou brasileis. Porque é assim que eles nos chamam?
Como é que o americano chama nós? >> Brasían. >> Brasílian.
>> Traduz Brasílian. Brasil não é brasileiro. >> Fica a dica.
>> Alguma pergunta mais pra gente? Alguém gostaria? Acho que ficou bem.
Beleza. >> É para é para digerir, né? Pessoas pergunta >> qual o jeito mais fácil, rápido.
>> Pergunta no microfone de novo. D só por causa da gravação prática. >> Qual a forma mais rápida para que eh >> Não, você falou outra palavra aí para falar, pode repetir ela rápida aí.
>> Fácil, >> fácil, prática. É >> para que encontremos o nosso >> onde? >> O onde e o quem >> é?
>> Eu acho que primeiro é quem, né? Primeira coisa, não espere que seja rápido e fácil, >> porque tudo vai depender do seu onde. >> Tem lugar que a pedra tá rasa, tem lugar que ela tá funda.
Então, tá vendo? Então, começa a furar, ué. você vai ver sinais, começa a aprofundar, vai trabalhar seus conceitos, vai trabalhar suas convicções antes de trabalhar suas ansiedades.
Não queira responder suas ansiedades sem antes trabalhar suas convicções. Você tá numa terra onde o povo aqui pode dar aula de meditação, então aproveita, vai para uma praça, entendeu? sem problema nenhum.
Não é religião, não. Esquece a questão da religião, porque isso tá lá em todas, até no cristianismo, medita, medita, pensa uma vez mais e repetidamente vai batendo. Sabe o que que a gente faz em engenharia?
Você bate na cabeça de estaca até ela não ter mais recalque. Ela não tem mais recalque. Você bate mais umas três vezes até o tampo dela não prestar.
Você corta e joga fora que aqui não vai prestar mais nada. Então você tem que bater sobre a própria cabeça até o tampo da sua cabeça não se vi para mais nada, vira farinha de tanto bater. Aí você bate no mesmo ponto sobre você mesmo, até você perceber que para você mesmo você encontrou um lugar que você não cede.
Não espere que as pessoas tenham em você a convicção que você mesmo não tem de você. quer encontrar o seu então trabalha as suas convicções. Mas eu não sei direito quais são.
Começa, numera, escreve, elenca e insiste. Passe por ela várias vezes. Se ela não resistir o seu próprio exame, então joga fora e vai ficando só com aquelas que você tem o quê?
Certeza. Eu tenho algum tipo de certeza a respeito desse lugar ou só impressão e desejo? Então agora eu vou pensar sobre esse lugar até ter pelo menos uma certeza.
A respeito do seu quem? Eu vou assumir um risco grave. Eu vou te dar uma dica.
É porque existe um uma uma dica bíblica lá que é a seguinte: pelos frutos você conhece o quê? Árvore. >> Árvore.
Se você falar que um dia eu falei isso como uma metodologia, eu nego, porque não foi por esse espírito que eu conversei com vocês. Mas você pode fazer uma experiência, pega um pedaço de papel e faz uma lista de todos os verbos que as pessoas usam para falar de você. cuidar, servir, ouvir, ajudar, aconselhar.
Vai fazendo uma lista, carrega essa folha no bolso e vai fazendo uma lista. C. Depois você pega essa lista e tenta identificar quais daqueles verbos se parecem um com o outro, porque você vai perceber que se você chegar numa lista de 20, isso reduz para cinco ou seis, porque muitos são apenas uma forma diferente de falar a mesma coisa.
Depois você insiste em resumir e eu garanto para você que você não vai ficar mais do que com três ou quatro na lista. Você tá muito perto de descobrir quem você é. Porque as pessoas já têm falado isso a seu respeito, só que você não prestou atenção.
Porque a verdade não se estabelece a partir daquilo que eu mesmo digo de mim, mas a verdade se estabelece a partir daquilo que alguém disse de mim. Tá vendo como é que tem dica lá? E como Jesus se apresenta como o verbo que se fez carne, então procure identificar os verbos que falam de você.
Porque jabuticabeira não é um substantivo que que garante a jabuticaba. Jabuticabeira é só a encarnação do verbo jaboticabar. Jaboticabira é uma árvore que jaboticaba jaboticabas.
>> Então você não pode afirmar que você é uma jaboticabeira se você não jaboticaba, jaboticabas. Então o melhor do seu quem não é você dizer quem você é, é alguém ter percebido em você o verbo jaboticabar. Porque não adianta você achar que é uma goiabeira se você nunca goiabou goiabas.
Simples assim. Não queira substantivar sua identidade se alguém não é capaz de verbalizá-la a seu respeito. Então, quando alguém verbaliza alguma coisa sobre você, fica mais fácil de você substantivar aquilo que muitas vezes por crise de identidade você tá firmando sobre você mesmo.
E na verdade você nunca encarnou nada disso. Então você pode ser uma jaboticabeira com crise de identidade achando que você é uma goiabeira e tá todo mundo dizendo: "Hum, mas a sua jabuticaba é tão gostosa". Você fala: "Não, eu sou uma goiabeira".
Eu conheço um punhar de gente que você tá ali elogiando a jabuticaba dele e ele acha que é trenzinho pretinho, tão pequenininho, despresível que queria ser o quê? Um pé de melancia. vai morrer tentando.
Então, os verbos ajudam, porque às vezes todo mundo já falou a respeito do seu quem, mas você tava tão invocado num quem você não é, que você não prestou atenção. Ah, mas eu não dou conta de saber nada que alguém, nenhum verbo que alguém falou de mim. Então, pergunta, chega para um amigo seu, fala assim: "Como é que é mesmo seu nome?
Fernando, >> ô Fernando, quando você pensa sobre mim, vem algum verbo na sua cabeça, esteja preparado, porque às vezes vai vir uns aí que você não gosta, não. E se ele falar algum verbo que mais parece um xingamento, você insiste. Fala assim: "Mas é só esse ou tem mais alguma?
" >> Se você puxar pela memória, tem alguma coisa boa a meu respeito que você já experimentou >> e que você acha que me define? Você encontrou o seu? >> Quem?
Agora ficou fácil, porque você vai parar de ser um vendedor de goiabas convincente, sendo que na verdade já tinha um punhar de gente chupando as suas carro. Esse é seu negócio.