continuando o tópico que trata sobre as concepções preliminares nós vamos da andamento aqui na discussão que trata sobre as questões referentes ao materialismo histórico e dialético o texto nos apresenta que a concepção Idealista dialética histórica retrocede para um idealismo ahistórico moralizante com o netismo que recicla valores revolucionários os mistificando de forma reacionária os autores querem que nós entendamos aqui que nós tínhamos uma concepção Idealista dialética da histórica e quem é o autor que nós vimos nas últimas aulas que traz essa dialética Idealista e histórica Isso mesmo o Hegel o Hegel ele traz toda essa concepção
Idealista dialética da história que foi um avanço até em então entretanto essa concepção que é trazida pelo Hegel ela acaba retrocedendo lembra que na segunda parte eh do momento histórico da burguesia nós temos uma forte decadência uma forte decadência dos ideais progressistas uma forte decadência das questões que envolvem a liberdade que envolvem a igualdade Pois é isso é trocado por uma outra concepção que o texto vai trazer que é uma concepção também Idealista só que Idealista a histórica ou seja enquanto Hegel trazia um idealismo dialético histórico esse netismo que passa a dar vez né ao
movimento burguês é um idealismo ahistórico Ou seja que não leva em consideração os aspectos da história e está sempre levando em consideração as questões Morais ou seja não leva em consideração nada em relação à própria realidade e esse neoc cantis smo ele recicla valores revolucionários lembra que a burguesia antes ela tinha todo um processo revolucionário nesse processo aí de transição do feudalismo para o modernismo né do feudalismo para essa ideia burguesa capitalista Pois é a aquilo que era revolucionário antes Deixa de ser revolucionário e passa a ser reacionário e os valores que então era um
revolucionário passam a ser meio que disfarçados mistificador reacionária o texto também nos apresenta que a compreensão de liberdade nessa mistificação reacionária além de depender de cada um Seria algo a ser realizado no plano abstrato da consciência e da política Isso significa que a liberdade em vez de ser considerada algo a ser conquistado de forma coletiva ela passa a ser algo que depende de cada um é aí que o neocontismo né Lembrando que é do Emanuel Kant vai trazer a ideia da Liberdade individual e isso vai contra aquela ideia da dialética do do do Hegel e
da dialética de Marx já que ambos defende uma ideia de liberdade qual a diferença da Liberdade do Hegel para Marx para Hegel a liberdade acontece na consciência e para Marx a liberdade acontece no plano material buscando continuar o então movimento científico revolucionário a partir dos dos avanços já alçados por Hegel o Marx ele realiza uma análise da teoria hegeliana na qual percebe que a compreensão da sociedade civil e suas manifestações não poderiam ser explicadas e muito menos transformadas a partir de estruturas abstratas como por exemplo a consciência aqui os autores deixam muito claro a diferença
do pensamento do Hegel e o pensamento de Marx o Marx ele vai fazer uma análise da teoria do Hegel e ele entende que o Hegel ele vai buscar entender as manifestações da sociedade a partir das estruturas abstratas a partir das estruturas do pensamento a partir das estruturas das ideias a partir da estrutura da consciência o Marx ele vai analisar essa teoria e ele vai chegar a uma outra conclusão que a manifestação da realidade ela não pode ser explicada e muito menos transformada se ficar apenas nesse plano abstrato nesse plano das ideias nesse plano da consciência
para Marx a ideia ela precisa ser mudada em uma outra direção que nós vamos abordar daqui a pouquinho o Marx ele vai dizer Exatamente isso né que ao contrário a consciência humana ela está condicionada às condições materiais da existência da humanidade ou seja nós temos uma condição material da existência nós temos uma realidade concreta uma realidade real e é a partir dessa realidade real dessa realidade concreta que nós vamos aí condicionar a nossa consciência é aí que diferencia do Hegel porque para o heg é o contrário Primeiro as ideias nascem na nossa consciência e aí
a realidade acontece para o Marx é o contrário primeiro nós vamos analisar a estrutura do para depois condicionar a nossa consciência Mas calma que nós vamos aprofundar mais sobre isso de acordo com o texto citação direto de Marx eu vou fazer a leitura e já vou explicando aqui para você entender também na produção social da própria existência os homens entram em relações determinadas necessárias e dependentes de sua vontade essas relações de produção correspondem a um grau determinado de desenvolvimento de suas forças produtivas materiais o que seriam essas forças produtivas materiais é exatamente o composto aí
dos instrumentos das Ferramentas das máquinas da própria força humana no trabalho e as relações de produção é a maneira como se relacionam aqueles que detém o poder em torno da própria produção aqueles que detém o modo de produção e aqueles que trabalham então a relação de produção é entre aquele que produz e aquele que detém a própria o próprio sistema da produção e aqui o Marx quer nos dizer que nessa produção social da existência os homens e quando ele fala os homens é no sentido da humanidade entre em relações determinadas necessárias dependentes de sua vontade
porque não depende do ser humano enquanto trabalhador as relações que estão ali postas para ele ninguém escolheu nascer durante a época do feudalismo ninguém decidiu nascer durante a época do escravismo durante a época do capitalismo nós nascemos durante um período existem relações determinadas necessárias e Independentes da nossa vontade nós somos fruto do que nós é da época em que nós vivemos e essas relações de produção Ou seja no capitalismo nós vamos ter o capitalista e nós vamos ter o papel do Trabalhador essas relações de produção correspondem a um grau determinado de desenvolvimento de suas forças
produtivas materiais diferente lá do feudalismo onde as relações de produção era diferente lembra nós tínhamos um outro tipo de hierarquia nós tínhamos a pobreza o clero os servos os servos que estão ali como camponeses pequenos Comerciantes ou seja nós temos uma outra lógica de relacionamento dessa produção O que é que isso significa que quando nós vamos analisar nossa sociedade nós precisamos levar tudo isso em consideração e é por isso que o Marx traz o seguinte que a totalidade dessas relações de produção constitui a estrutura Econômica da sociedade a base real sobre a qual se eleva
uma superestrutura jurídica e política a qual correspondem formas sociais determinadas de consciência O que é que o Marx quer dizer aqui que para nós entendermos a verdade para nós entendermos a realidade nós precisamos entender a totalidade Ou seja a relação das difer parte do todo e Isso inclui Inclusive a própria estrutura Econômica da sociedade é preciso entender a questão da economia a questão da política a questão das relações de produção a questão da própria força produtiva de um determinado momento então quando ele traz que entender a totalidade dessas relações constitui a estrutura Econômica da sociedade
significa que em cada nós vamos encontrar uma estrutura Econômica específica E lembra que o Marx Ele está pesquisando analisando sobre o próprio capitalismo então ele vai buscar entender a estrutura Econômica da sociedade capitalista que é a base real é a base econômica que vai corresponder às formas sociais determinadas de consciência O que é que o Marx quer dizer aqui que quando nós olhamos a nossa sociedade quando nós olhamos a estrutura Econômica da nossa sociedade na forma de relação econômica o capitalismo por exemplo aí sim nós vamos ter uma condição das consciências começarem a ser influenciadas
nós temos uma base real que influencia a consciência e não o contrário a citação continua assim o modo de produção da vida material condiciona o processo de vida social política e intelectual até aqui Você concorda que o modo de produção da vida material ou seja se é um aspecto voltado ao feudalismo ao capitalismo ao escravismo a manufatura o modo de produção da vida material basicamente influencia tudo influencia a vida social se você tivesse nascido lá na Idade Média durante o feudalismo é possível que talvez você tenha nascido Um nobre talvez você tenha nascido alguém que
fizesse lá parte do clero ou você fosse um servo um camponês trabalhando lá na terra trabalhando na agricultura não é você que escolhe isso é isso que a citação Traz logo no início é independente da sua vontade você é fruto da época em que você nasceu e das condições que são dadas então o modo de produção da vida material acaba condicionando o processo da nossa vida da nossa vida social da nossa vida política da nossa vida intelectual Ou seja é a realidade concreta que vai influenciar a nossa consciência e aí a citação continua não é
a consciência dos homens que determina o seu ser ao contrário é o seu ser social que determina a sua consciência ou seja não é a sua consciência a minha consciência que vai determinar se eu sou um grande capitalista se eu sou um trabalhador se se eu sou um camponês de uma terra de um feudo de um senhor feudal de uma na idade média de um país da Europa Não não é a minha consciência que vai determinar o meu ser ao contrário é o ser social ou seja a maneira como eu me localizo na sociedade em
um determinado tempo em determinada relação de produção que acaba determinando a minha consciência tá nesse sentido se opondo ao idealismo então em voga o Marx vai explicar o seguinte Olha aí lembrando o Marx ele vai se opor ao idealismo o idealismo é de quem do Hegel o Hegel que é uma é um que traz a dialética Idealista para o Hegel Tudo começa na consciência depois vai para o plano material para o Marx que se opõe ele vai dizer o seguinte Meu método dialético em seus fundamentos não é apenas diferente do método hegeliano mas exatamente o
seu oposto Olha aí o Marx estuda o Hegel aprofunda uma análise a partir da dialética do Hegel e ele vai dizer olha a minha dialética ela não é apenas do Hegel ela na verdade é o oposto e ele continua para Hegel o processo de pensamento que ele sob o nome de ideia chega mesmo a transformar num sujeito autônomo é o demiurgo do processo efetivo o qual constitui apenas a manifestação externa do primeiro calma Sei que Sei que ficou confuso vamos lá para he o processo de tá E esse processo de pensamento é o que ele
vai chamar de qu de ideia e para o Hegel esse pensamento essa ideia é como se fosse algo autônomo e dependente E aí o Marx vai dizer que é o demiurgo ou seja o criador do processo efetivo lembrando para o He parte-se da ideia para ir para o processo efetivo primeiro na ideia para depois ir para ação primeiro na consciência para depois ir para o plano da base material para o Marx ele vai dizer né para mim ao contrário o ideal ou seja a ideia o pensamento não é mais do que o material transposto e
traduzido na cabeça do homem para o Marx o ideal o pensamento é apenas uma tradução da base material Ou seja a base material já existe ela já está aqui o concreto já está dado depois que eu vou enxergar essa situação e aí sim eu traduzo eu transponho para minha cabeça em forma de consciência Esse é o pensamento do Marx desta forma os avanços hegelianos sobre uma concepção de realidade social que é histórica são apropriados tá porém não a partir do desenvolvimento das ideias mas de um movimento real do mundo concreto aqui os autores fazem um
adendo para que você entenda que os avanços hegelianos que trazem toda a questão da dialética a questão do MOV a questão da dinamicidade da contradição da superação esses avanços hegelianos sobre uma concepção de realidade social que é histórica é concordada aí por Marx o Marx vai se apropriar disso só que a partir do momento que o Hegel fala que tudo isso acontece a partir do desenvolvimento das ideias o Marx diz não pera aí não é assim a das ideias na verdade é a partir de um movimento do Real a partir de um movimento do mundo
concreto Essa é a grande diferença do Hegel para o Marx e aí o wiels tá que vai muito na direção do próprio Marx até porque eles tinham uma parceria nesses estudos traz a seguinte informação que o Hegel libertara da metafísica a concepção da história tornando-a dialética a metafísica diferente da dialética ela considerava que a realidade era imutável que a realidade era eterna que havia questões Sobrenaturais envolvidas questões místicas a metafísica ela trazia muitas explicações de uma ordem Sobrenatural para questões que poderiam ser explicadas por meio da razão então o Hegel ele rompe com a metafísica
nessa concepção da história a história para de ser explicada por meio das questões místicas Sobrenaturais divinas e transcendentais E aí ele torna essa metafísica em dialética em vez de enxergar a sociedade como algo imutável como algo fixo petrificado eterno agora nós temos uma mudança de pensamento agora nós vamos entender a concepção da história como algo em movimento que sim que pode mudar porque tem contradições contradições que permitem a superação agora o idealismo fora despejado do seu último reduto a concepção da história e aqui eles só reforçam né que o idealismo e ele passa a entrar
o Hegel ele liberta da metafísica e chega com uma ideia do idealismo só que agora o Marx chega e joga fora o idealismo e traz uma outra concepção uma concepção de uma história a partir do materialismo histórico e dialético que é uma concepção materialista da história com o que se abria o caminho para explicar a consciência do homem por sua existência e não esta por sua consciência que era até então tradicional o que era o tradicional era aquilo que o Hegel tinha trazido de forma revolucionária uma ideia de uma história dialética mas Idealista uma ideia
de uma consciência que determina o mundo e o Marx Vai dizer que não olha na verdade é a consciência que vai ser influenciada pelas bases materiais é o mundo concreto que vai influenciar a consciência e é esse o grande rompimento do Marx em relação ao Hegel e essa perspectiva materialista do método significa que se parte de uma compreensão concreta do objeto pesquisado lembra nós vamos observar o objeto concreto a realidade material as formas do modo de produção as relações de produção e tudo isso acontece em oposição à concepção abstrata e a citação de Marx e
engels vai explicar Exatamente Essa Ideia dessa concepção abstrata versus a concepção materialista tá bom o Marx e o engels falam a concepção abstrata a qual desce do céu à terra a sobe-se da Terra ao céu o que eles querem dizer que a concepção abstrata Ou seja a concepção Idealista do desce do céu a terra ou seja desce do céu que seria o plano das ideias o plano abstrato o plano do pensamento e desce a a terra que é a realidade concreta Essa é a ideia Idealista do Hegel só que o Marx complementa aqui no caso
aqui na nossa concepção materialista sobe-se da Terra ao céu ou seja nós vamos observar a terra o concreto a realidade as relações de produção o modo de produção e a partir do que nós vemos na Terra sobe-se ao céu ao plano das ideias ao plano do pensamento ao plano de uma questão mais intelectual Isto é não se parte daquilo que os homens dizem imaginam ou representam e também não dos homens narrados pensados imaginados representados para daí chegar aos homens em carne osso e aqui ele reforça aquela ideia que nós estamos já conversando não se parte
das ideias do pensamento de uma ideia do que eu acho uma ideia do que deveria ser uma ideia que eu imagino uma representação de homem para depois chegar no concreto no homem de carne e osso não para o Marx parte-se dos homens realmente ativos ou seja dos homens de carne e osso da vida real que estão vivendo naquele dado momento histórico e Com base no seu processo real de vida apresenta-se também o desenvolvimento dos reflexos e ecos ideológicos desse processo de vida Marx e engels reforçam aqui que primeiro nós vamos enxergar a humanidade dos dias
de hoje realmente ativos observando o processo real da vida e a partir disso nós vamos entender os reflexos os ecos ideológicos os pensos a consciência mas primeiro levando em consideração o plano real deu entender Até aqui o texto está batendo na mesma tecla a todo momento o Hegel er Idealista e vai da consciência para o real para o Marx é o contrário nós vamos do real para a consciência e É nesse sentido que podemos afirmar que para Marx e para seu método de pesquisa toda a realidade é essencialmente material Toda a realidade na sua essência
na sua raiz ela é material a realidade ela não parte do plano abstrato a realidade parte do plano material assim como o mundo natural que nos rodeia nós existimos a priori emente da nossa consciência pois a realidade é objetiva é concreta e não o resultado do que podemos ou não pensar sobre ela independente se você ou eu ache ou pense sobre algo o algo existe se você pensa ou não sobre a economia a economia existe se você pensa ou não sobre a miséria de um determinado país do Sudeste Asiático se você conhece ou não se
você tem uma opinião ou não se você tem uma reflexão sobre o assunto ou não independente disso Independente da sua consciência sobre algo está acontecendo porque a realidade é objetiva a realidade in concreta e não depende do nosso pensamento da nossa reflexão do nosso achismo a realidade é objetiva ela é concreta ela existe saibamos nós sobre ela ou não é a partir desse pressuposto material que este método de pesquisa estabelece o princípio da Verdade o princípio da Verdade vai entender o quê que existe uma concretude no mundo se existe uma concretude no mundo então é
possível conhecer este mundo existe uma estrutura existe uma existência independente do ser independente do pensamento lembra que eu acabei de te falar Independente se você sabe da existência de um problema independente do seu pensamento sobre algo a realidade ela continua existindo por quê Porque existe um princípio da verdade existe uma concretude no mundo e a partir dessa concretude é possível que nós possamos conhecer sobre essa concretude é isso O que é defendido aí pelo materialismo históri e dialético e nesse sentido é possível tá não apenas conhecer o princípio da verdade não é possível apenas conhecer
a realidade concreta Mas é possível também teorizar sobre Esse princípio da Verdade é possível teorizar sobre essa realidade mas não a partir apenas do que se poderia construir na mente mas sim buscando reproduzir na reflexão teórica o seu próprio movimento concreto ou seja não é algo que fica apenas na nossa consciência na nossa ideia na nossa mente não quando nós podemos teorizar sobre algo concreto significa que nós vamos reproduzir na reflexão teórica algo que existe no real eu tenho algo real e eu consigo reproduzir na minha reflexão teórica esse movimento concreto eu vejo a realidade
e dessa realidade eu trago para minha concepção de reflexão e a partir disso eu posso entender mais sobre essa realidade trazendo ao mundo concreto a sua preexistência sobre as ideias o materialismo histórico e dialético se contrapõe à compreensão de verdade relativista subjetiva e ao mesmo tempo a ideia de uma verdade absoluta e transcendental que é importante que você guarde essas informações porque elas podem ser utilizadas na hora da elaboração da questão da prova por quê vamos lá o materialismo histórico e dialético ele se contrapõe ao relativismo e ao subjetivismo ou seja para o materialismo histórico
e dialético nós precisamos entender a totalidade as diferentes partes de um Todo Nós precisamos entender a conexão entre as diferentes partes por isso vai se contrapor a uma verdade relativista o que é a verdade relativista eu penso de um jeito então eu acredito que a verdade é de um jeito você acredita sobre algo de um outro jeito e aí para você a verdade é de um outro jeito Essa é a verdade relativista que acaba sendo muito relativizada de acordo com quem fala de acordo com quem está e na situação um exemplo tá só para ficar
um pouco mais claro para você o que seria uma verdade relativista e subjetiva vamos imaginar que nós tenhamos duas pessoas uma é filho herdeiro de um grande e conglomerado bilionário capitalista americano e de outro lado eu tenho o trabalhador que recebe o salário mínimo e que mora no interior de uma determinada cidade com dificuldades para estudar para se alimentar para locomover você percebe que a verdade para esse herdeiro capitalista ela é diferente porque a verdade que ele vive as crenças que ele vive os princípios os valores as condições materiais são diferentes e para ele a
verdade é de um jeito para esse outro essa outra pessoa a verdade é de um outro jeito o cenário em que ele vive é outro as condições são outras só que para cada um a verdade é diferente só que você percebe que isso é uma verdade relativista e subjetiva é subjetiva porque depende do sujeito e no materialismo histórico e dialético nós não vamos entender a verdade relativista e subjetiva Porque existe uma verdade Universal e isso é baseado na realidade concreta que seria o quê a própria desigualdade social só que ao mesmo tempo o materialismo histórico
ele vai entender que não existe uma verdade absoluta a verdade ela vai se movendo porque a sociedade ela vai se movendo ela vai se movimentando as dinâmicas vão se alterando a partir das contradições superações vão acontecendo retrocessos também vão acontecendo ou seja não existe uma verdade absoluta e muito menos transcendental por isso no materialismo histórico admite portanto ser possível alcançar uma verdade objetiva embora essa verdade objetiva ela seja mutável e relativa à história porque lembra a história está em movimento existe uma dinâmica de contradições uma dinâmica de diferentes etapas do próprio capitalismo no próprio capitalismo
já tivemos várias etapas tivemos o capitalismo capitalismo industrial e isso vai mudando novas crises vão aparecendo soluções vão aparecendo reformas contradições superações Ou seja a verdade objetiva é dada pela materialidade do real e sobre essa materialidade do real sobre essa realidade objetiva é que nós vamos buscar entender só não pode ser de uma maneira relativista e etiva tá bom gente muito conteúdo né tô entendendo aqui que essa parte do materialismo histórico e dialético tá aprofundando eu sei que está exigindo um pouco mais de compreensão da sua parte mas à medida que nós vamos avançando aqui
nas aulas nós vamos conseguindo compreender cada vez mais a diferença da dialética hegeliana para uma dialética marxista Qual é de fato a defesa do materialismo histórico e dialético e assim nós vamos entendendo aí o que de fato os autores querem nos transmitir por meio da escrita deste artigo E como que isso vai influenciar né nos próximos capítulos que falam sobre os procedimentos metodológicos que utilizam aí o materialismo histórico e dialético na próxima aula nós teremos aí a última parte sobre as concepções preliminares a respeito do materialismo histórico e dialético e te encontro aí na nossa
pra maola at là