[Música] Muito boa noite. Bem-vindos a mais um debate para as legislativas de maio para apresentarem as suas propostas e diferentes visões para o país. Hoje recebemos na SIC Notícias Mariana Mortagua, coordenadora do Bloco de Esquerda e André Ventura, presidente do Chega.
Muito boa noite aos dois, bem-vindos. Eh, vamos começar com André Ventura e terminar com Mariana Mortágua. Foi isso que ditou o sorteio.
E vamos começar por uma nota inicial de cada um eh sobre a morte do Papa Francisco. O André Ventura eh hoje lembrou que nem sempre esteve de acordo com o Papa Francisco em matérias de natureza política. Estou a citá-lo, mas reconheceu uma grande perda para a igreja.
Sim. Boa noite. Boa noite a Mariana.
Boa noite Nelma. Boa noite aos nossos telespectadores. Eh, sim, como católico, profundo que sou, eh, e convicto, hoje acho que todos os católicos sentiram uma perda grande do líder da Igreja Católica e ter desaparecido.
Isso não quer dizer que tínhamos concordado em tudo. Quer dizer que há e no Papa Francisco um exemplo de humildade, de de determinação, eh, de fé, que acho que a todos nós nos envolve. Não, não concordamos em tudo e o Chega não concordou em tudo e eu não concordei em tudo com o Papa Francisco, mas também não concordei em tudo com João Paulo II, nem concordei em tudo com com os papas com com Bento X.
Portanto, é uma questão de liberdade. Cristianismo é liberdade. Eu sou cristão, sou livre.
Há coisas que não concordei, há outras que concordei. Mas acho que fica uma marca muito forte de humildade, de combate até à corrupção do parte do Papa Francisco. A Mariana Mortágua recordou o Papa Francisco como um homem que deu esperança a crentes e não crentes.
Sim, eu sempre a mesma opinião sobre o Papa Francisco. Boa noite, antes de mais, né? Boa noite, André.
Eh, sempre a mesma opinião, é uma figura maior do século XX, um sábio que abraçou a humanidade e e esse é o legado que nos deixa a crentes e a não crentes. Muito bem. Vamos e para o debate propriamente dito.
Vamos começar por salários e impostos. Os dois defendem o salário mínimo em 1000 € no próximo ano e os dois querem taxar os lucros excessivos da banca e das petrolíferas. Chega André Ventura tanto tem no seu programa mais impostos como estes que acabei de mencionar e que o Bloco e o Partido Comunista eh também defendem.
Como quer uma tabela de IRS com apenas duas taxas, como a iniciativa liberal, afinal o Chega é a favor de mais ou de menos estado na sociedade? Vamos por por partes. Antes de mais, nós temos que simir entre o estado que faz falta e o que não faz, que é a diferença do estado que o Bloco de Esquerda sempre quis, que é mais lugares políticos, mais nomeações, mais eh no fundo e engrossar as fileiras do estado de caros não interessam para nada.
Nós precisamos ter mais eh produtividade e mais eficiência na administração pública. Esse é o ponto um. Em relação ao salário, estamos de acordo.
Só quem não sabe, como é hoje eh de facto ridículo e e e pesaroso ver os salários em Portugal é que pode defender que o salário se mantenha como como está. Há uma diferença do Chega para o Bloco de Esquerda e para o PCP, aliás, é que o Chega, de facto, quer os salários em eh em 1000 € em 2026 e quer caminhar para um salário até 150 €. Porque nós sabemos que aos preços que tá a habitação, a energia, o cabaz alimentar, muito por força dos amigos da Mariana Morte e do Partido Socialista, nós não conseguimos ter as pessoas a ganhar o salário mínimo e a viver decentemente.
Por isso, sim, queremos aumentar. Qual é a nossa diferença? É que nós queremos aumentar, mas não é dizer aos empresários: "Ou aumentam ou fecham as portas".
Nós queremos aumentar, mas garantir que o tecido empresarial português, que os pequenos e médios empresários, que é quem paga os salários, não é o Estado, na verdade, é os pequenos e médios empresários que têm o grosso da atividade económica em Portugal. têm um fundo de apoio à subida desse salário mínimo. Isso é o que nos diferencia.
Concorda com com a proposta do Bloco de Esquerda de limitar salários para não haver tanto fosso entre o maior salário e o menor salário dentro da mesma empresa. A Maria Mortágua até é economista. Eu não sou, mas a Maria de Mortágua sabe que limitar salários é um disparato absoluto no setor privado.
Isso é um é um disparado absoluto. Não se faz em nenhum país e eh cuja economia seja desenvolvida. A Maria Mortágua sabe que isso é um disparato.
Agora o que eu gostava era que a Maria Mortágua explicasse como é que um vai dizer às empresas que ou sobem o salário mínimo ou encerram. E já agora também. Como é que a Mariana Morte Água quer subir o salário mínimo?
Eu gostava mesmo de ouvir isso da parte de uma economista como a Mariana Mortegua, como é que o salário mínimo vai subir e ao mesmo tempo tem um programa de nacionalizações de 10. 000 Objetivamente não me respondeu à minha pergunta se se o Chega é a favor de mais ou menos estado na na sociedade. Mais ou menos dis menos menos.
Nós defendemos um programa de reestruturação em relação a institutos, fundações, associações, tudo o que seja nomeações políticas. Agora não me faça dizer que num país em que os salários em que os os funcionários públicos ganham miseravelmente em que são eles os culpados da crise, não são isso. Dois para inível liberalquerda.
A Mariana Mortágua, além dos lucros excessivos, defende também taxar grandes fortunas, empresas digitais e que os salários mais altos sejam limitados. O nome deste capítulo no seu manifesto chama-se ETACAR os ricos. É essa a solução do bloco para tudo.
Bom, h, em primeiro lugar, eu acho que há um há um imposto que nós temos que discutir, que é um imposto escondido que André Ventura defende e que ainda não disse ao país. André Ventura é o único político português que defende o ataque de Donald Trump às empresas portuguesas, à economia portuguesa com tarifas. também não explicou para as empresas portuguesas pequenas e médias que dependem das exportações para os Estados Unidos, como é que vão pagar o salário mínimo depois de levarem com as importações de Trump, com as tarifas de Trump.
Mas André Ventura vai mais longe que isso e diz que quer fazer igual a Trump, quer imitar o chefe da extrema direireita, quer pôr e tarifas às importações que vêm eh para Portugal, para a Europa, ninguém percebeu muito bem qual é a proposta. Aquilo que André Vetura não disse e acho que era importante dissesse às pessoas lá em casa e que as pessoas lá em casa soubessem qual é a sua proposta, é que uma tarifa sobre importações, como propõe teria como efeito imediato aumentar o preço dos combustíveis. uma tarifa de 20% sobre importações e os combustíveis são a terceira maior importação em Portugal teria como efeito imediato mais 20% no preço dos combustíveis, da gasolina, do gasóleo.
Acho que era muito importante, era muito importante que explicasse às pessoas lá em casa porque é que quer aumentar o preço da gasolina e do gasóleo em 20%. Também não percebo o resto da sua proposta sobre tarifas. Eh, não sei se se não sabe que 75% das importações eh das exportações portuguesas vão para importações portuguesas vem da União Europeia e, portanto, não sei se quer sair da união doaneira, o que é que pretende fazer.
Era importante, era importante que explicasse ao país, era importante que explicasse ao país o que é que pretende com essas tarifas, porque até ver na sua pressa para imitar Donald Trump, a única coisa que está a propor é um imposto escondido sobre gasolina e gasóleo ou mais sobre outra coisa. Diga-nos, por favor, onde é que quer cobrar impostos polític? Não, não, eu nem vou responder muito, vou só dizer o seguinte.
Andal bocadinho, quando eu acabei a minha resposta disse assim, não respondeu ao que eu lhe perguntei. Ora, perguntou à Mariana Mortag Mortalga era a favor daquilo que eu tinha acabado de dizer, o aumento do salário mínimo. E eu tinha acabado de dizer que o programa do bloco para as nacionalizações, tá-me a ouvir bem?
Nacionalizações, nacionalizações, EDP, Galp, REN, ANA, CTT, TAP, uma loucura, uma irresponsabilidade, uma imaturidade que nem uma economia, nem Maria Mortagilo que diz, 10. 000 1 milhões e a Mariana Mortaga falou livremente do Donald Trump das tarifas e a Nalma não interrompeu a dizer assim: "Ó Mariana Mortaga não me está a responder à pergunta desculpe lá é só só reforça à minha convicção de que estamos sempre num debate inclinado em quando eu não respondo uma coisa pergun está com mais do minutos que que não respondeu nada do que perguntou então vamos lá isso é isso que eu estou à espera sobre salário mínimo e sobre os fundos das marent Aga também é política. Eu sei que só tá com 2% nas sondagens, mas tem que responder à mesma.
Eh, vamos ao tachar os ricos Mariana Mortágua, que é o nome do do capítulo do seu manifesto e e a pergunta que lhe fiz é se é a solução para tudo do Bloco de Esquerda ou para uma grande parte dos problemas do país, se é a taxar quem e mais tem património em Portugal. Achar os ricos é uma solução de justiça fiscal e é porque queremos justiça fiscal, queremos tributar um pouco mais quem tem mais para poder aliviar a maioria. E é também por isso que André Vetura tem o dever de explicar ao país a proposta de tarifas que fez, as tarifas às importações.
Eu vi o André falar sobre isso. Eu mas eu vou falar sobre isso, mas só mostra que não tem soluções para o país. É isso que mostra que não tem soluções nenhumas.
O tema das tarifas não não está de facto em cima da vi. Vi André Ventura a defender num debate, mais que um debate, tarifas, tarifas para proteger os temas aqui moric agora que não sabia explique às pessoas lá em casa o que é que significa às tarifas que querem e quero que l explique que o preço da gasolina e do gasóleo vai aumentar. Diga se é 10% vai aumentar 10, se é 20 vai aumentar 20.
Mas tem de dizer às pessoas que o preço vai então se permitir interrompê-lo, fazemos um acordo. Eu digo-lhe isso tudo e a Mariana Mortagel diz-me se é verdade ou não que quer nacionalizar a Galp, a EDP, a REN, a ANA, os CTT e a TAP num custo de 10. 000 milhões de euros.
Se a Mariana Mort, deixa-me só dizer isto, se a Mariana Mortágua me responder a dizer que isto é verdade. Apesar do orçamento da justiça em Portugal ser 2000 milhões, quer obrigar a economia a pagar 10. 000 milhões numa absoluta imaturidade, eu seguir falhe tarifas.
Mas primeiro diga-me se isto é verdade ou é mentira. Mariana responda agora para para avançar. Temos definos os dois.
Ventur vai ter que responder porque é que quer aumentar o preço da gasolina e do gasol. Mas eu já agora respondo. A Dr André Ventura, não sei se leu o Razi, que é o relatório sobre segurança interna, é um tema bastante caro.
Ao Chega o Razi fala e tem e na verdade um parágrafo em que fala sobre eh os perigos que é setores estratégicos e cruciais para a soberania e defesas portuguesas como a energia estarem nas mãos de Estados estrangeiros. CT. Eu sei, eu sei.
André Ventura. Andre Aventura falava em nome dos acionistas do CTT na Assembleia da República, quando chega recebia dinheiro dos acionistas do CTT e nunca declarou um conflito de interesses. Vamos falar sobre a EDP, que é empresa de energia que produz energia em Portugal e a REN que detém toda a infraestrutura elétrica e que neste momento são detidas por um estado estrangeiro, neste caso o Partido Comunista Chinês.
Na altura, na altura quando o PSD privatizou e quando Passos Coelho e Paulo Portas foram apertar a mão ao estado chinês e ao Partido Comunista Chinês, ninguém ouviu um piu de André Ventura que era do PSD era dirigentes do PS. Ninguém ouviu um pi quando estamos a falar quando estamos a falar quando estamos a falar de segurança, vive muito bem com o facto de termos a eletricidade nas mãos do Partido Comunista Chinês. Mas enche a boca para falar de segurança, eu digo-lhe outra coisa.
uma participação, uma participação eh maioritária, ou seja, a maior participação na EDP se fosse comprada a preços de mercado hoje, valia 2 anos de benefício fiscal estrangeiros ricos que o Dr André Ventura defende. 2 anos. Dois anos.
E por por isso sim é possível pagar. Aliás, essas empresas, perguntou-me agora vai ouvir. Essas empresas deram em lucros, deram em lucros e pagaram em dividendos tudo aquilo que Portugal teve quando as vendeu.
Privatizar empresas estratégicas é contra o interesse nacional. E eu só posso lamentar que não queira recuperar empresas estratégicas para o intercional. Agora, por favor, responda-me sobre sobre as tarifas.
Primeiro, eu eu eh o Chega recebe eh donativos de vários partidos, nunca teve como Robles a receber da segurança social e a vender casas. Isso eu deixo para a Mariana Mortágua nem da Global Medíia. Isso eu também deixo para a Mariana Mortágua receber três salários e e ficar a receber no parlamento um salário em exclusividade.
Mas isso eu deixo para a Maria Mortágua para para esclarecer agora. Ó Maria Mortágua, desculpe lá, desculpe lá Maria, não, não, não, desculpe lá. A Mariana Morte vem aqui a um debate.
Não, desculpe lá, mas a gente pode avançar, mas nós temos um candidato à primeiro-ministro. Eu sei que ninguém leva a ser a candidatura à primeira-ministra, mas mas nós temos uma candidata à primeira-ministra que diz que a economia pode pagar 10. 000 milhões de euros a comprar empresas.
Desculpe lá, isto não é, ó, eu vou já responder, ó Maria Mortag, isto é irresponsabilidade, isto é não perceber patavina de economia, desculpe lá dizer-lhe um jurista ou uma economista, mas é o que é verdade. E é mais é de um socialismo cego que é não saber como é que funciona a economia em portuguesa. Eu voulhe dizer uma coisa.
Se nós comprássemos estas empresas todas que diz Gal, PDP, Ren, Ana, CTT, sabe o que acontecia? entrávamos em colapso, nem os seus amigos recebiam salários. Agora vamos às tarifas.
Sabe o que é que acontece? É isto. É que hoje nós temos os seus amigos da China, da Índia, do Bangladés, da Tailândia e de outros a produzir em massa e invadir os mercados da União Europeia.
Aqueles agricultores que a Maria Mortágua não quer saber. Aquele setor automóvel que a Maria Mortágua não quer saber, aquele setor têxtil que a Maria se calhar veste, mas não quer saber. são os membros que estão a ser penalizados por esta invasão de produtos baratos de mão deobra escrava, quase tão escrava como a do Bloco de Esquerda, que depois despediu as grávidas e agora está aqui na Europa a fazer preços baratos.
Nós dizemos não. E nós, eu vou-lhe dizer uma coisa, Mariana Mortágua, que tem que mover olhos nos olhos. Nós não vamos decidir quem é o próximo presidente dos Estados Unidos, mas vamos decidir quem é o próximo primeiro-ministro português.
E se eu for primeiro-ministro português, e isso pode acontecer, a Mariaga, duvido que venha a ser algum dia primeira ministra. Há uma coisa que lhe digo. Não, deixa-me só dizer isto porque eu quero responder à Mariana com clareza.
Se vou ser protecionista de algumas coisas, vou vou proteger a indústria portuguesa, a agricultura portuguesa, a indústria txtil portuguesa, vou protegê-la até onde não conseguir mais. André Ventura não consegue pôr a sua bancada em ordem e diz que é pôr o país em ordem ser primeiro. Eu sabia que me ia dizer isso porque eu trouxe-lhe aqui o Dr Ventura não quer saber de factos e fala sobre as importações da Índia e do Banglad Paquistão e da China que invadem a economia portuguesa e desafia-me, aliás, a falar sobre economia.
Eu quero falar sobre economia. Eu trouxe para factos visuais. Isto são as importações, o resultado chega nação, vêm da União Europeia, 75%, 75% das importações em Portugal vêm da União Europeia.
Isto que aqui está, que é invasão chinesa, isto que aqui está são 5%. Isto que aqui está é o Brasil. E não é graças ao Mercosul, como disse no outro debate, o acordo do Mercosul nem sequer está em vigor.
Ao contrário do que disse, aliás, o senhor eurodeputado apoiou esse acordo. Brasil não apoiou importações. Tenho aqui a citação, se quiser.
Isto são as importações dos Estados Unidos da América, país onde o seu amigo Donald Trump é presidente. Mas isso é o que a Marina usa em casa para isto aqui que a invasão dos indianos são as importações da Índia. Estou falar da Europa, eu falei da Europe das importações portuguesas.
Deixa-me acabar, por favor. Isto aqui que é tão pequeninho que quase nem se vê são as importações do Paquistão, 0,2%. Vocês sabem sobre isso do Paquistão?
Aqui são as importações do Banglad 0,2%. Se o Dr Ventura qu fizesse mais política com factos e menos com preconceitos, percebia um bocadinho mais sobre o que é que se faz a política portuguesa, a economia portuguesa e dizia às pessoas lá em casa que a sua proposta para tarifas é um imposto sobre os combustíveis que são das maiores importações responder isto. Eu percebo que a Mariana Mortágua tenha vindo brincar aos legos, já que não vai ganhar nada, vem brincar aos legos.
Agora a Mariana Mortágua a a economia chinesa não é uma brincadeira. Eu sei que vocês gostam de a apoiar. A economia chinesa produzos mais navios.
mercantes, mais têxtil, mais indústria económica, maior parte que a maior parte que a maior parte que a maior parte da indústria europeia e vocês apoiam isso. Nós não, nós vamos proteger os a indústria europeia, nós vamos proteger a agricultura europeia, nós vamos proteger os produtores europeus. Sabe porque é que não quer proteger esses?
Porque a Mariana Mortágua, tal como achava que até 2020 podia apoiar o Partido Socialista, com quem não havia exigir a renacionalização da EDP, nem da REN. E, portanto, o que nós temos hoje no fim deste debate é assim: o André Ventura disse que vem, vai proteger os produtos portugueses, vai, vai proteger, vai exigir na Europa a proteção dos produtos europeus, vai. A Mariana Morteagon não me explicou onde é que vai buscar 10.
000 milhões de euros para comprar empresas. Porquê? Porque eu posso ganhar.
A Mariana tá a brincar à polícia do anos de benefício fiscal da habitação ao bloco do anos fiscal estrangeiros ricos. Mas quer comprar a galpa, EDP Rizício fiscal que que defende para estrangeiros ricos compram a participação maior martt rena, desculpe lá não pode ser candidato à primeira ministra e estar a mentir assim vai ficar os 10 milhões de euros estes ter eletricidade já não preocup continua a ser uma das principais preocupações do país, eh, sobretudo entre os jovens. Eh, vou começar por si.
Mariana Mortágua já tem vindo a explicar em vários debates a intenção de estabelecer tetos às rendas. A fórmula e que quer usar é a mesma. Eh, pergunto-lhe eh a que é usada para calcular o valor patrimonial tributário, o coeficiente de afetação, de localização, dezez, de qualidade, de conforto.
Quais é que vão ser os critérios? não tem que ser os mesmos critérios que o imi. Eh, o que é certo é que os preços em Portugal têm subido estratosfericamente.
A habitação tornou-se quase impossível para a maioria das pessoas. E só há duas posições em relação a este problema. Uma é a posição do bloco, que propõe tetos que são a única medida que pode eh ter um teto máximo, um valor máximo para as rendas, de acordo com vários critérios.
Alguns desses estão já no emi, tem a ver com a qualidade das casas, com a sua localização, outros não estão. O modelo da da Holanda é um bom modelo de de comparação, mas há depois a outra posição sobre a habitação, que é aquela que o Chega aqui representa, defende o alojamento local descontrolado, os vistos gold, os benefícios, os tais benefícios fiscais para estrangeiros ricos eh para comprarem casas em em Portugal, defende a especulação imobiliária, no fundo, defende o sistema, defende a elite e os preços da diretamente ao André Ventura, se concorda com esta sua medida de lim limitar as rendas se com se acha André Ventura que é uma forma de tornar o imobiliário menos atrativo, menos lucrativo para os proprietários e dessa forma aliviar. Eu concordaria se tivéssemos em Cuba nos anos 50 ou na União Soviética nos anos 70.
Concordaria que é o país que que a Dr. Maria de Mortalga gosta de viver e onde se identifica. Eh eh o mundo mudou, Dr.
Maria Mortaga. O muro caiu, deixa-me dizer-lhe isto assim. O muro caiu, nós vemos no mundo das redes sociais, da economia de mercado, é a vida.
Habitu-so, é como dizia António Costa, habitu deixar a D. Ma morta sair deste debate sem isto da habitação. É que o bloco de esquerda, por trás desta história de que anda a defender os ricos e os pobres, todos sabemos que o bloco de esquerda é dos mais ricos que temos na política.
São do bloco de esquerda, não são? Certamente os que vivem como eu, numa casa de 30 m². Há de ser dos casas onde o bloco vive com 100, 200 e 300 m².
Olha, a minha tem 30 m². Portanto, estou estou à vontade. Não é trucos, é mesmo verdade, a minha casa tem 30 m².
Mas o bloco de esquerda tem que responder é por isto. É que o Bloco de Esquerda tem-se escondido por trás disto. Na verdade está a apoiar a ocupação ilegal de casas, que é isso que tem agora vindo a público muito recentemente.
E o Bloco de Esquerda quer escapar. Sim, Dr. Mariana Mortag, a sua irmã, sua irmã, que é deputada também, um pouco uma história um pouco difícil, mas a sua irmã defendeu em 2018 que a invasão de propriedade era legítima na Câmara de Almada.
Era legítima porque as pessoas não têm casa. O ano passado na Câmara de Lisboa o bloco defendeu que ocupar casas era lícito porque as pessoas precisam de habitação. Ó Dr.
Marina Mortágua, olhos nos olhos, deixe-se de tretas. Os senhores defendem a invasão de propriedade privada. Os senhores defendem que as pessoas esforçaram a vida toda para andar a pagar impostos, para sustentar o sistema político, para sustentar o sistema em que a Mariana Mortágua também vive.
Mas o Bloco de Esquerda chega ao fim do dia, diz-lhes assim: "Se tiver uma casa e nós a pudermos ocupar, nós ocupamos. Mais só para terminar, o Bloco de Esquerda defendeu que não devia ser crime ocupar uma habitação, uma habitação de outra pessoa. E portanto eu respondo-lhe a isso quando a Mariana Mortaga me disser que olhos nos olhos, nós estamos contra estes ocupas do país todo que estão a ocupar a habitação.
Era isto que devia responder e não os truques que vem para aqui habitual do das pessoas que os preços isto e aquilo e os ricos era isto. Os ricos do Bloco de Esquerda estão a olhar para isto e perguntam o que é que o Bloco de Esquerda defende para quem ocupa a propriedade privada. Acabou o TikTok.
Não acabou o TikTok. É. É.
Então agora podemos falar sobre verdade o sei que tem pou quando a cha tiver terminado o TikTok nós nós falamos sobre habitação. Então vamos falar sobre ocupas. Eu quero casas legais para toda a gente, tetos e paredes para toda a gente.
E é por isso que quero que os preços baixem e é por isso que proponho um teto às rendas. E o que aqui digo é que o Chega que defende alojamento local ilimitado, benefícios fiscais, benefícios fiscais para estrangeiros ricos compararem casa quando nem sequer vivem em Portugal que defendeu os vistos gold. os vistos gold para cidadãos, olhe, os chineses que estão a invadir a indústria, mas que são donos da EDP, poderem comprar, poderem comprar prédios e subir o preço, que defende a especulação, que defende todas as medidas que fizeram subir o preço da casa, todas as medidas que não quer saber da habitação.
Então, casun, eu quero que toda a gente tenha uma habitação legal ocupar casas dos outros. Eu quero, claro que toda a gente tem que ter uma habitação legal. É isso que eu quero.
Casas. Vivemos um país, dent, eu sei, eu sei que, eu sei que nada o comove. Eu sei que nada o comove e que a sua política é de crueldade e do medo.
A mim comove-me, a mim comove-me ver pessoas em tendas, ver pessoas na rua, ver pessoas a viver sem condições, a trabalhar e sem conseguir pagar uma casa. E é por isso, e é por isso que eu defendo teto nas rendas para que toda a gente possa ter uma casa legal. Toda a gente possa ter uma casa legal.
O Dr Ventura não é capaz de me dar uma política para baixar o preço das casas. A única coisa que defende a única coisa que defende para além do ódio, para além do ódio é a especulação, os vistos gol, os benefícios fiscais e o lujamento. Ó Nelma, eu tenho que dizer isto, senão isto está a ser um debate.
Parece que é um debate em que só eu que tenho que responder. A Maria Mortágua eu fiz-lhe uma pergunta, defende ou não a ocupação ilegal de habitações? É isso que eu lhe estou a perguntar.
Toda a gente tenha uma casa legal. Eu não lhe perguntei isso. Eu perguntei-lhe se a sua irmã o que disse foi: "Não há problema em ocupar casas ilegalmente que as pessoas precisam de casa.
Isto foi 2018, Joana Morte invente 2018, Joana Mortegua, invasão de propriedade na Câmara de Almada disse a sua irmã deputada que é legítimo invadir propriedade para ter casa. Eu só lhe é OK. Olhe lá para casa, olhe para as pessoas para quem fala nos debates e diga às pessoas que prefere fazer política cruel e baixa a resolver-lhes o problema da habitação, porque as pessoas ganham 800 € 1000 € e não conseguem pagar uma renda.
Digi, eu sei, eu percebo. Digo, só uma coisa, ó Maria Mart não estava a responder ainda. Eu estava a responder ainda a leva bastante mais tempo.
Leva mais um minuto também, não é? É que sabe o que é que se mostra este debate? É que a marina não tem resposta para nada.
A qualquer coisa inventa um novo tema. Quer falar das tarifas, fala das tarifas. Não quer falar de ocupação ilegal, não fala de ocupação ilegal.
Ó, ó Maria Mortágua. Eu acho muita graça dizer assim e isto ficou claro. Eu acho que o país hoje vai saber que o bloco defende a invasão de casas de pessoas que têm propriedade legítima.
Isto é gravíssimo. Eu não queria deixar de lhe dizer isto. Isto é gravíssimo.
Eu vou só terminar isto. A Maria Mortágua diz que não quer que estrangeiros venham comprar casas a Portugal, mas o Bloco defende que devemos dar direito de voto a 1,6 milhões de pessoas que estão em Portugal ou Mariana Mortágua. Isto não é de um político sério, é de alguém que quer comprar votos com os imigrantes.
A Mariana Mortágua não tá preocupada com as rendas nem com a habitação. A Mariana Mortalheira em Portugal pode começar por confirmar esse direito de voto. Vamos passar agora para a imigração e a quem reside em Portugal.
Estávamos a mudar tema muito rapidamente. Coisa que a Marina responder. Mudou para bandheira muito rapidamente.
Então, mas responda lá agora sobre o direito de voto. Também posso responder responder alguma coisa. Ventura.
Aliás, esteve numa comissão que quis rever a constituição. Exatamente. E e conhece com certeza o projeto do Bloco de Esquerda de Revisão da Constituição, artigo 15, que fala do direito de voto.
Está aqui, está aqui a proposta do Bloco de Esquerda. E o que a proposta do Bloco de Esquerda diz é que as pessoas que residam em Portugal há pelo menos 4 anos podem eleger e ser eleitas para a Assembleia da República, para as assembleias eh regionais e para as autarquias. E agora vai-me perguntar porquê.
Eu vou-lhe dizer porquê. Porque que eu acho que os imigrantes são bons para pagar impostos e se pagam impostos que são suficientes para pagar 455. 000 1 pensões em Portugal, porque é isso que equivale as contribuições dos imigrantes.
Então, podem ter uma palavra a dizer: "Minha política é para todos, é humanismo, a sua é ódio, é crueldade, é tirar às pessoas, é ganhar no egoísmo. " Temos visões diferentes. Visões diferentes.
É, hoje, hoje ficamos a saber ao menos este debate valeu por isto, sabe? Porque ficamos a saber que o bloco defende a ocupação de casas e isso é uma coisa importante. E ó Maria, ficou claríssimo, ficou clarísimo, mas agora ficou claro ainda mais uma coisa que eu já suspeitava.
O bloco, de facto, quer votos para toda quer direito de voto para toda a gente. As pessoas chegaram cá, o bloco defende que as pessoas podem votar desde que estejam com a autorização de residência. Ou seja, podem nem falar português e votam para este país.
Mas a Maria tá a brincar com quem? Mas quer fazer deste país uma bandeira igual aos países em que gosta de viver? Mas que julga que pode chegar aqui a Portugal, um cidadão qualquer que não sabe dizer olá, nem bom dia, nem boa noite, e que vai votar?
Ó Marina Mortalga, eu sei que querem votinhos a cair nos votos do Bloco de Esquerda, porque em Portugal já cá ninguém vota. Mas eu vou-lhe dizer uma coisa. Por mim não passarão pelo Chega.
Se quiserem dar direito de voto a esta gente toda que acaba de chegar, alguns deles vêm cá ter filhos, outros vem cá só beneficiar da nossa segurança social, eu vou-lhe dizer uma coisa, há um muro intransponível dos 21% do Chega para os 2% do bloco. Não passarão, não tornarão este país uma bandalheira, que é o que vocês querem fazer. sobre a proposta do Chega e sobre a pré-seleção de de imigrantes de acordo com as necessidades do mercado de trabalho.
Essa proposta do Chega eh já disse que considera que vai diminuir o número de imigrantes legais para aumentar o número de imigrantes clandestinos e explorados de todas as formas. Porque é que acha isso? Bom, em primeiro lugar, as cotas de imigrantes, quem paga impostos em Portugal há 4 anos deve poder tomar decisões.
Se é bom para pagar, pagar impostos, também pode decidir. Eles nem voltam país o que é estranho é que o Dr André Ventura tenha defendido dar vistos gold a pessoas que por comprar uma casa com 500. 000 € ficavam com a autorização de residência, nunca quis perguntar se falavam português ou se não falavam português.
Nunca quis saber o problema. Nunca quis saber. Nunca quis saber.
Quando é previstos go, pode vir a corrupção, a especulação imobiliária, podem não falar português, podem falar chinês, podem falar americano, não importa, não importa. São vistos gold, é dinheiro a entrar, é o setor imári, tá a ver? 30 m² sobre imigração.
Há uma diferença entre a política do Chega e a política do Bloco de Esquerda? Isso há é quer bandalhar ou aparentemente é moda na política atacar os imigrantes. Eu não sei da matéria de direitos humanos, eu não sei da matéria de humanismo.
E a diferença é esta. Os imigrantes vêm para a economia porque são chamados pela economia, porque vêm desempenhar funções essenciais na economia. Estão a trabalhar nos restaurantes, estão a trabalhar na agricultura, estão a trabalhar nos serviços.
E se vem para a economia, nós temos duas escolhas. Uma, regularizamos quem está em Portugal e, portanto, combatemos a imigração clandestina e, portanto, integramos as pessoas. E esta é política humanista.
Esta é política humanista. A outra alternativa é é cumprir a lei. Regulariza chama-se cumprir a lei.
E como não se regulariza, basicamente o que se está a dizer é queremos mais imigração clandestina e queremos mais máfias da imigração. Porque as pessoas que vêm que não têm como se regularizarão de interesses. Eu sou a favor de formas de regularização com uma manifestação de interesse, porque é a única forma de nós garantirmos que as pessoas que vêm a Portugal estão regularizadas e isso é o princípio da integração.
E depois ter serviços públicos, ensino da língua, ter serviços para as pessoas poderem estar em Portugal, porque a economia precisa delas. A economia precisa delas. O que nos diferencia é que o André Ventura tem uma única política, uma única, que é o racismo.
E eu tenho uma política para todos, para todos na saúde, para todos na habitação, para todos nos direitos sociais, para todos no voto, porque contribuem. Dig uma coisa, diga às pessoas lá em casa que quase meio milhão de pensões são pagos com as contribuições dos imigrantes. Ventura maltrata.
Vai ser sobre imigração, vai ser sobre as cotas, é uma medida sua. Um estudo recente feito pelo mesmo autor que o André Ventura cita muitas vezes sobre os valores da economia paralela, estima que Portugal precisa de mais 140. 000 imigrantes por ano para pôr a economia a crescer 3% ao ano.
Com o fim da manifestação e de interesse, já se cobrou 60% eh o número de entradas em Portugal. Por isso, pergunto-lhe se ainda acha que há necessidade de estabelecer cotas para controlar a imigração. Acho porque é a melhor forma de garantir que a economia tem a recetividade que precisa nos números de imigrantes que recebemos.
Não podemos sentir falta de imigrantes. Exato. E por isso as cotas são importantes para garantir que entra quem a economia precisa, mas também quem cumpra a lei.
Não é como fez o governo que foi apoiado pela Mariana Morta Água, que entraram centenas de milhares sem sequer ser visto o registro criminal. E agora não, não é mentira. E agora?
E agora não matar pessoas. E agora não matar pessoas. O que o bloco de esquerda defende é a atribuição automática.
Eu tenho aqui do título de residência ao fim de 12 meses de descontos. Dr. Maria Mortágua.
12 meses de descontos. Autorização automática de residência. Mas mais é preciso não deixar o bloco fugir como os outros partidos deixam.
Eu não sou assim. O bloco defendeu a extinção do CF. O bloco quis acabar com a única polícia que nos controlava as fronteiras.
Agora, sabe o que é que devia fazer? devia olhar olhos nos olhos famílias como aquela do Manuel que morreram em Braga há uma semana atrás, assassinados por gangs brasileiros que vocês deixaram entrar neste país porque se tornou um descontrole absoluto. Deviam olhar-lhes olhos nos olhos e dizer assim: "Sabe, nós defendemos um país humanista, nós não somos racistas e deviam olhar para o que está a acontecer no país todo e dizer-lhes assim: "Desculpem, porque vocês atacaram a polícia no Martim Meniz.
O relatório da Inspeção Geral foi muito claro, a polícia atua bem. Vocês quiseram acabar com o CF, o país está quase nos 2 milhões de imigrantes. Os senhores querem acabar com a economia e o país está como está.
Mariana Mortágua pode enganar muita gente. A mim não me engano. Vocês são uma fraude política e nem imigração.
Não me venha com racismo, nem com o humanismo. Os senhores querem um país em que não haja nem regras, nem controle, nem segurança. Não contarão comigo para isso.
Contarão com a minha oposição para isso. Eu tenho a impressão que a taxa de criminalidade da bancada do Chega é superior à taxa de criminalidade entre os imigrantes. Mas independentemente disso, todos os dados estatísticos, o diretor da PJ e o coordador da Polícia Judiciária disseram: "Não há uma ligação entre imigração e crime".
Manenta, dig à família do Manu. Desrespeita desrespeita as polícias quando não aceita os dados que a polícia tres polícias sempre que contraria os dados está a desrespeitar. Até o carro da sua irmã foi assaltado no Martim Menz.
Até o carro da sua irmã foi assaltado no Martim. Eu percebo a sua chamou chamou Batman. Não chamou polícia.
Não foi. Perce a sua preocupação, mas posso dizer que não está confirmado que tenha sido um deputado do Chega. Portanto, a mala da minha irmã não apareceu, mas não está confirmado.
Tenha sido chega. Perceba a sua preocupação. Mas foi à polícia, não foi?
Não chamou o Batman. Nem o superhomem nem o superem nem nem o Mortágua. Isso é que ele desrespeitou 30 segundos para entre criminalidade e imigração.
Dr Ventura não quer saber, não quer saber da segurança. O crime mais mata é a violência doméstica. Quer saber do racismo que é sua política única?
Só tem uma política. Olha, as violações aumentaram 10% em Portugal. O que é que vocês fizeram?
Viraram a cara às mulheres. O Dr Ventura 10. Meteu-se no avião para ir a Washington ajoelhar-se na tomada de posse de um agressor sexual condenado.
Nós agora saímos daqui e falamos disso. Nós agora saímos daqui e eu convido-a e nós vamos falar de Donald Trump e de XPinho e de Pedro Sanchez o tempo que quiser. Agora convido-me para isso depois do debate.
Não vamos estar chatead sorteio porque a última palavra tem que ser da Mariana de acordo com as regras. não quer saber de mulher ou mar, tem uma política única que é o racismo. Eu tenho uma política que é o humanismo.
Somos diferentes. Por isso, que eu peço a todas as pessoas e o apelo que faço a todo o povo de esquerda, a todo o povo que tem orgulho na liberdade e que tem orgulho num país humanista e que rejeita a crueldade, é que saiam à rua no 25 de abril para mostrar esse orgulho na liberdade, a grande maioria do nosso país. Mariana Morta Andre Ventura, obrigada aos dois por este debate.
O próximo encontro na SIC e SIC Notícias acontece na quinta-feira entre Luís Montenegro da AD e André Ventura do Chega. Será às 9 da noite moderado pela Clara de Sousa. Desejo uma boa semana.
Até amanhã.