Você se lembra daquelas pilhas de processos distribuídas nos balcões dos fóruns e um passado não tão distante procurar processos em prateleiras furar papéis para juntar petições e numerar diversas páginas fazia parte da rotina de diversos servidores isso tudo mudou para acompanhar o ritmo do seu tempo investimentos em tecnologia da informação foram fundamentais o Tribunal Regional Federal da terceira região e a justiça federal dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul digitalizaram seus processos e passaram a usar diversos sistemas para ampliar o atendimento à população o pioneirismo foi do Juizado Especial Federal em São
Paulo que começou suas atividades no ano 2000 já Sem Papel utilizando um sistema construído pelos próprios servidores o siss Jeff Na década seguinte nasceu o sistema processo judicial eletrônico o pje que dispõe de ferramentas modernas e funcionalidades adaptadas a diversas classes processuais em 2020 todos os processos do juizados migraram para o pje assim como praticamente todos os processos da Justiça Federal da Terceira Região hoje já é possível consultar o andamento de qualquer processo sem sair de casa todos ganham celeridade e eficiência os processos virtuais também possibilitaram que a justiça federal da Terceira Região passasse por
uma pandemia sem parar os trabalhos Além disso muitas atividades manuais foram extintas ou automatizadas e os processos andam cada vez mais rápido pois as melhorias são constantes e colaborativas foi nesse espírito que o laboratório de Inteligência Artificial aplicada da Justiça Federal da Terceira Região criou Sigma um sistema que lê as peças processuais dentro do pje e sugere a partir de pesquisas e análises em enorme velocidade um ranking com modelos de minutas judiciais a ferramenta traz enormes grandes de produtividade e permite aos servidores e magistrados que se dediquem a tarefas intelectuais o Sigma recebeu o prêmio
Inovar em 2021 e hoje faz parte do Banco Nacional de boas práticas do Conselho Nacional de justiça assim como Sigma diversos outros projetos foram elaborados na terceira região por meio de seus laboratórios de inovação criado em 2017 o laboratório de inovação da Justiça Federal em São Paulo foi o pioneiro do Brasil e junto com o laboratório de inovação do trf-3 vem auxiliando outros tribunais a implantar em seus próprios Laboratórios possibilitando a criação de projetos multidisciplinares de forma horizontal e com foco nos usuários contribuindo para a modernização dos serviços foi a partir da experiência do juspilab
que o Conselho Nacional de Justiça criou aliotes o laboratório de inovação inteligência e objetivos de desenvolvimento sustentável que trabalha em cooperação com todos os tribunais para consolidação da agenda 2030 da Organização das Nações Unidas no poder judiciário além desses diversos projetos tecnológicos estão em andamento na terceira região o balcão virtual foi uma iniciativa que surgiu durante a pandemia da covid-19 e permite o atendimento de partes e advogados por vídeo conferência por todas as unidades judiciárias o juízo 100% digital é um programa que virtualiza todos os atos judiciais inclusive atendimento audiências e sessões de julgamento a
escolha por esse sistema é facultativo e a parte escolhe na distribuição do processo os núcleos da Justiça 4.0 permitem esforços concentrados para o processamento de ações judiciais e matérias específicas de forma remota e digital um exemplo foi o núcleo criado para auxiliar os juizados especiais federais de Campinas Sorocaba e Jundiaí para superar grandes demandas por benefícios previdenciários de incapacidade com investimentos em inovação e tecnologia o trf3 participa do programa Justiça 4.0 e da plataforma digital do Poder Judiciário iniciativas do Conselho Nacional de Justiça para impulsionar a transformação digital do Poder Judiciário integrar sistemas e desenvolver
projetos de forma colaborativa assim de forma sustentável e com foco não cidadãos a justiça federal da Terceira Região não para de crescer e olhar no futuro