[Música] [Música] olá olá para você que tá chegando seja muito bem-vindo muito bem-vinda eu sou o Gabriel tripod podão e está começando mais um New podcast aí para você ao meu lado aqui Camilo manfred tudo bem tripode certinho bo boa tarde como é que você tá bo T Tudo ótimo graças a Deus mais um hein mais uma edição terceira temporada chegando com tudo a gente tá demais hein Estamos demais né Como sempre antes de falar da nossa convidada de hoje pedir gentilmente aquela força né você que tá nos assistindo ou nos ouvindo aí por qualquer
stream de áudio por favor deixe aí a sua colaboração a sua curtida o seu comentário seu feedback é muito importante perguntas manda pergunta pra gente é muito important vai repassar pro pros entrevistados Com certeza né Compartilhar o link também desse vídeo aí no grupo do WhatsApp do telegram meu Onde tiver gente manda o link lá que com certeza vale muito a pena não é verdade é isso aí bom dito isso então dado esse recado para você não se esquecer essa esse puxão de orelha por favor Camilo incentivo né incentivo exato incentivo no bom sentido né
É isso aí é por favor fale um pouco da nossa convidada vamos lá vamos lá ela é executiva de relações públicas com especialização no gerenciamento da comunicação corporativa em empresas privadas com foco em comunica interna e externa projetos de posicionamento e gestão da reputação gerenciamento de crises de imagem relacionamento com a imprensa e definição e gestão da presença digital com passagens pela Alliance one Brasil Pr newswire Serasa Experian e Dia Brasil agora investe seu tempo na w futurismo como sócia e consultora de comunicação e tem novidade que eu vou deixar para ela falar ah que
legal sempre tem sempre tem novidade então eu parei numa etapa PR gente continuar né nada melhor do que ouvir da boca dela né perfeito então senhoras e senhores recebam aqui até capricha na pronúncia sei se vamos ver se tá certo com vocês J Janaína viig weigel Nossa acertei acertou a que maravilha Palmas Boa anain Muito obrigado pelo seu tempo tá É uma honra receber você aqui estamos muito felizes né terceira temporada iniciando com tudo Obrigada Eu que agradeço a oportunidade e tô aqui super à disposição para bater esse papo contar um pouquinho da vida da
carreira do histórico né do histórico dos Desafios É sempre bom Eu sempre gosto de começar com aquela pergunta que é tradicional quem já assiste e já acompanha sabe que é o encontro mesmo da comunicação na sua vida eu queria que você compartilhasse um pouquinho dessa experiência porque é uma trajetória Lindíssima né a gente vem acompanhando estudando né Camilo mas quando foi que teve esse encontro e você realmente deu pô é isso que eu quero aqui esse é o caminho n esse caminho Olha vou eu posso contar que eu que eu deixei de ser uma atleta
profissional do vôlei para ser uma comunicadora olha só aos 18 anos quando eu tava terminando o ensino médio na Oca já tava bem encaminhado já olha só já eu fui atleta amadora de vôlei durante uns 5 anos no Sul em Porto Alegre eu sou Gaúcha uhum adotada já pro São Paulo há 15 anos e passei a minha adolescência enfronhar no voleibol eh lá em Porto Alegre eh tive uma oportunidade de vir para São Paulo na época jogar no pinheiros mas eu decidi foi justamente no momento que eu decidi que a vida de atleta meio que
tinha se encerrado e que na verdade eu queria partir para outra jornada e nesse meio do caminho que me conectou com a área de relações públicas e de comunicação como um todo foram os eventos né normalmente tem uma associação bem forte aí de um RP com eventos que depois era uma coisa que me deixava inclusive bastante incomodada eh mas foi isso assim eu comecei eu vinha para São Paulo de férias e a minha irmã na época mais velha morava aqui trabalhava com eventos esportivos e eu comecei nas minhas férias a ajudar e quando eu vinha
para cá eu trabalhava na produção desses eventos bacana E aí desse estalo eu escolhi fazer relações públicas caramba sensacional E virei comunicadora pô e é interessante porque realmente você tem a estatura para ser uma joga Quanto quanto você tem de altura eu tenho 1,80 1,80 pô já imaginou Camila você também quase virou atleta né é eu tenho 1,88 é sen não você pode durar atleta né também você foi o que é o meu avô foi jogador de futebol né meu avô foi jog é verdade né fo goleiro do Palmeiras é e o Camilo também é
atleta né Ele é joga B amador né atleta amador já já falou que vai gravar ali um futebol dele bom vai que vai que a gente gera alguma coisa no esporte não é os comunicadores esportistas também e e falando de esporte e aí começou mesmo eh como é que foi essa essa essa virada porque realmente DCI dia decidi tranquilo né Eh acabou essa carreira aqui de de atleta E aí quando foi que ente aconteceu essas experiências E aí você trilhou esse caminho essas experiências com eventos começaram acho que no meu último ano de colégio e
E aí eu vim para São Paulo nas férias de verão nas férias de inverno e Participei de projetos que a minha irmã tava conduzindo eu vinha ficava 20 dias aqui eh e ali que começou a me dar o estalo e eu achei que eu queria trabalhar com isso então nesse último ano de escola eu realmente decidi parar de jogar pelo Clube que eu jog Ava mantive a escola tinha a bolsa de estudo em função do Esporte e lá no sul e aí eu decidi prestar vestibular dos 17 pros 18 para relações públicas e acabei fazendo
famecos lá em Porto Alegre entrei na PUC e passei na Federal na época também lá mas por uma questão de carga horária porque eu queria trabalhar logo e eu acabei optando pela PUC e mergulhei naquele universo lá se eu não me engano em janeiro de 98 ai meu Deus ai meu Deus e e e essa parte do mercado como que você e sentia isso porque Imagino que mudou muita coisa né nossa muito demais assim eu lembro que eu comecei estagiando em produtoras de evento lá em Porto Alegre Então na verdade eu entrei muito por causa
dos eventos obviamente quando você tem ali no primeiro semestre ser primeiro segundo semestre você não tem muito a pegada real do que que do que que é aquilo ali então eu tava muito focada em trabalhar com eventos era uma coisa que eu gostava e era uma das coisas que muitas vezes não exigia muita experiência era realmente o pessoal pegava a gente jovem inexperiente ainda mais para essa parte de produção de evento que é pesado e exige muita mão de obra então eu foquei naquilo ali e ali eu comecei E aí realmente eu entrei em produtoras
de Event comecei a ajudar na parte de produção dos eventos depois fui para uma parte mais de atendimento e planejamento e dali eu fui entendendo que eu queria achar outros caminhos já não estão Associados a eventos obviamente já tinha entendido um pouquinho mais da profissão de relações públicas e do papel que relações públicas pode ter além desta deste segmento eh e aquilo ele foi me encantando e eu entrei muito Pro universo da comunicação corporativa assim desde desde cedo então a minha preocupação era trabalhar então eu passei toda a minha faculdade trabalhando muito perfeito porque eu
realmente queria ir a Campo assim eu achei que é eu achei que era a prática que realmente ia ser a minha grande escola prática Uhum E foi foi muito eh tive meu primeiro Burnout também com 20 anos trabalhando com eventos e foi quando eu entendi também que eu queria que era saí um pouquinho e naquela época a gente não falava disso né É não falava não era uma sequência de coisas assim trabalhar com produção de eventos é incrível mas realmente é muito pesado tem um ritmo Frenético e é super estressante e na minha época que
eu já sou vintage né assim e a gente não tinha essas leis do do do estágio como a a gente tem hoje Então na verdade as empresas acabavam fazendo uso do estagiário como um funcionário Full Time e uma mão deobra barata então uma soma de coisas ali entre o contexto de mercado daquele momento o seguimento e obviamente a minha maturidade também então sim eu lembro que com 20 anos eu tive um Crash assim que a gente não chamava de Burnout obviamente na época não uhum olhava mais para uma para uma história da ansiedade o que
foi uma escola incrível para mim também dolorida obviamente sim você passou a se conhecer melhor né você para realmente para olhar várias coisas e os limites e tudo mais tudo mais exatamente E aí a partir disso eu também decidi que eu gostava muito de trabalhar com eventos Mas eu precisava além de talvez não ser mais eh um segmento que me fazia Bem tão bem Full Time eu precisava conhecer outras coisas e eu comecei a tentar outras abordagens e foi primeiro por uma agência de publicidade uhum perfeito naquela época lá no Sul em Porto Alegre uhum
e e na agência de publicidade eu acabei tendo uma oportunidade de começar a trabalhar com comunicação interna ah né eles estavam buscando gente para trabalhar comunicação interna da agência era uma agência Grande hoje nem existe mais depois ela foi comprada por outros grupos mas tinha clientes muito bacanas tinha grupo Azaleia que é característico lá do Sul tinha o grupo Tramontina Foi numa época que estavam lançando a Claro lá há muito tempo então tinha clientes muito interessantes e eu fazia a parte de comunicação interna e fazia ainda algumas coisas de hoje a gente chama de ativação
Mas algumas ações promocionais assim então foi uma boa escola também não sensacional e assim é claro que eh todo esse portfólio ajuda muito na nossa carreira no crescimento né eh e aí a minha pergunta é como que foi acompanhar essa evolução do mercado de de tendências eh de de tudo acontecendo ao seu redor de tecnologia e também vendo a área se se moldar área de RP também se moldando e mudando ali então como é que foi esse esse essa virada esse Impacto também né Eu acho que a a a primeira o o primeiro momento que
eu percebi porque às vezes quando você tá mergulhado eh você segue um pouco o fluxo e você não tem essa sensação tão Clara né vão chegando coisas vão aparecendo novidades em alguns projetos a coisa não vem de uma única vez e eu ainda tinha bastante relação com o universo acadêmico também então eh a gente eu ia entendendo os dois lados e obviamente o universo prático as coisas tinham uma velocidade muito maior então eu percebi as coisas Muitas vezes acontecer sendo Não exatamente num escopo muito definido com uma nomenclatura muito definida na prática e algum tempo
depois isso vinha na academia com com algum contexto mais teórico e mais mais processual e eu acho que assim o grande momento que eu percebi algumas viradas importantes no no jeito de fazer as coisas ainda de uma forma muito manual mas já com algumas preocupações de dados nos formatos que a gente conseguia ter naquela época né muita planilha muita coisa muito na unha e é claro que eu sou da época que o clipping a gente fazer recorte de jornal né e a gente montava e tirava cheiro a gente imprimia um para cada membro do board
todos os dias de manhã eu sou dessa época isso eh e foi quando eu entrei eh eu voltei paraa minha cidade natal lá no Sul que é no interior a 150 km de Porto Alegre chama Santa Cruz do Sul é uma região de tabaco de produção de tabaco e a indústria do tabaco naquela região é muito forte e naquele contexto Eu me formei Decidi voltar paraa minha cidade e Surgiu uma oportunidade de trabalhar com comunicação corporativa eh de fato assim sem ap pecha de marketing Porque até então Eh vinha muito essa coisa não você vai
fazer a comunicação interna mas teu cargo é marketing é analista de marketing né você vai cuidar das coisas aqui de comunicação E sim fazer algumas coisas mas teu cargo é coordenadora de marketing então a gente vivia muito na sombra do marketing É verdade tem áreas de comunicação dentro do da estrutura de marketing até hoje tem e assim eu acho que não existe a fórmula ideal eu acho que hoje Existe uma grande tendência da gente ter uma área de comunicação mais independente e obviamente trabalhando integrada Claro mas tem modelos formatos empresas onde isso realmente faz um
sentido então de uma certa forma eh eu não sou contra não critico eu acho que cada negócio tem o seu modelo e aí as caixinhas precisam ser organizadas da melhor forma para que aquilo ali funcione então na época eu acabei recebendo uma proposta de trabalho que foi a minha primeira Grande Escola corporativa numa empresa do segmento de tabaco não não era uma manufatureira ou seja não fazia o produto final era uma empresa do meio da cadeia b2b que é a Alliance One que você leu aí no currículo sim eh e aí foi a primeira oportunidade
assim de poder cuidar tanto de comunicação interna quanto comunicação externa sobre um um mesmo guarda-chuva e e implantar essa área ass Então para mim área criei Eu tenho um pouco essa acho que se a gente olhar o meu histórico Eu tenho um pouco essa pegada assim eu acho que é eu entrei eu me especializei um pouco e talvez né tenha essa pegada de implantação de estruturação e muito de planejamento Então dentro do universo da comunicação e das relações públicas eu me descobri Eu acredito muito nisso dentro da profissão de públicas perfeito como uma grande administradora
da da comunicação então eu consegui sair um pouco dessa peixa de não relações públicas é aquele cara que faz evento exato ou que é promoter que é uma coisa que me deixa me deixava mais Furiosa hoje já é mais tranquilo para uma atividade muito mais multidisciplinar e transversal em toda a organização que tem planejamento que tem ações que tem acompanhamento que exatamente e que consegue ter uma visão muito macro né de muitas de muitas frentes justamente para entregar integrar diferentes estruturas e fazer com que aquilo saia de uma forma mais ordenada e consistente perfeito então
e depois disso Em algum momento você voltou né voltou para Voltei pra minha cidade exato ficou um tempo e veio para São Paulo exatamente vim para não vim direto para São Paulo nessa minha grande escola na indústria do tabaco eh eu acabei tendo meu ciclo aqui no Brasil e a operação brasileira foi muito Pioneira nesse sentido de implantar uma área de comunicação eh e aí a gente entra em algumas particularidades da indústria do tabaco que hoje e eu já peguei uma época muito mais crítica não er não tinham acabado as possibilidades de patrocínios de grandes
campanhas publicitárias isso tudo tava morrendo na época que eu entrei e e tava entrando muito forte a parte de responsabilidade social né que hoje já se ampliou aí pro esg mas na naquela época a gente falava muito de responsabilidade social eh e gestão de crise né assim muito forte especialmente da Imprensa aqui do sudeste a gente essa essa dinâmica eu realmente me aprofundei muito nesse momento mas eu acabei completando meu ciclo na operação brasileira e fiquei 6 anos lá entre começar alguma coisa estruturar e chegar num num momento de carreira que a empresa entendia que
dali Por enquanto não existia mais possibilidade eu não poderia ser uma diretora de comunicação na estrutura que a empresa tinha e acreditava naquele momento perfeito e aí uma saída e era uma coisa que eu queria muito é ter uma experiência internacional tá então naquele momento eh a a matriz da empresa estava na Carolina do Norte nos Estados Unidos e obviamente tem operações no mundo todo em sua maioria por característica do negócio países subdesenvolvidos então eu consegui orquestrar uma missão de eh ter uma transferência temporária pra matriz da compania na Carolina do Norte Olha que bacana
ficando encarregada por fazer um grande trabalho de mapeamento e diagnóstico de como seria implantar uma área de comunicação corporativa Global nos moldes do que a gente criou no Brasil o Brasil virou uma referência uhum eh e a empresa globalmente não trabalhava com esse modelo de comunicação corporativa eh o RH fazia algumas coisinhas área comercial fazia umas coisinhas mas não tinha essa função espalhado na empresa Né tava e obviamente cada vez mais o as transformaç do mundo as necessidades de mercado de clientes da sociedade demandavam esse tipo de de estrutura eh e aí eu fui pros
Estados Unidos com essa missão de fazer um trabalho durante um tempo e entender o que que a gente precisaria de recurso como que seria essa dinâmica qual que seria o Budget enfim fui fazer um trabalho um pouquinho de de Diagnóstico para com a ideia de implantar uma área e se tudo desse certo provavelmente eu assumiria a cadeira dessa área eh como Red de comunicação global e mas essa foi a parte boa e aí para complementar a parte boa veio a parte mais desafiadora que era em paralelo a isso sim eu deveria trabalhar em algumas operações
da empresa na África justamente eh que eram tinham muita similaridade com o Brasil para ajudá-los eh também a criarem alguns núcleos de comunica ação eh a trabalhar algumas questões que estavam bem latentes com imprensa na época e também com entidades governamentais perfeito e aí nesse período eu fiquei um ano e dois meses mais ou menos morando na mala viajando fazendo uma ponte aérea entre e a África na Tanzânia no malaui no Quênia eram três países eu cheguei a ficar três meses direto assim a primeira vez que eu fui eh e indo e voltando também pros
Estados Unidos então durante um ano e quro meses eu triangule assim nossa eh eu não tinha mais a minha função no Brasil Isso foi um acordo mas obviamente que eu ainda vinha para algumas coisas e eu fiquei baseada nos Estados Unidos indo e voltando pra África e aí foi realmente um período super rico certeza Total conhecimento [Música] Cultura né foi foi muito bacana foi uma forma que eu encontrei também de consolidar o meu inglês na época Claro sim pô na prática né pôr em prática e de uma forma assim dentro de um negócio ainda então
não é que você consegue improvisar muito e aí foi muito legal porque a África tem uma colonização britânica Então você tem contato com um tipo de cultura e um tipo de inglês os Estados Unidos é então é outro e realmente foi uma experiência super super rica eu acho que foi a melhor decisão que eu tomei na minha vida naquele momento eu tinha 30 anos eh mas enfim cumpria o objetivo daquele período e depois acabei tendo algumas situações aqui com a minha família com a minha mãe na época e eu entendi que cumpriu o papel que
eu não queria ficar morando lá e que eu queria retornar e aí eu decidi ficar baseada em São Paulo e aí já não fazia mais muito sentido voltar lá pra minha cidade eh em termos de mercado de comunicação Ai desculpa Claro e depois eh que você sente o gostinho do mundo né É difícil você voltar e não querer mais ter esse acesso exatamente sem explorando E aí eu voltei em março de 2010 e decidi ficar em São Paulo tá E aí começou a minha história na piar News we Hum bacana É nesse é uma história
engraçada até Marco Franca na época eh a gente se conheceu num voo eh e a gente começou a conversar e a gente descobriu que os dois trabalhavam com comunicação e na época a empresa que eu trabalhava usava a pi News Wi internacionalmente para distribuir os comunicados de de resultados eh E ali a gente criou uma conexão foi conversando e quando eu decidi voltar pro Brasil eu conversei com ele eh era bem aqu aquela época que a gente estava na promessa do Brasil estourar Então teve aquela capa né da gente decolando e ele realmente me falou
Olha se você quiser voltar esse é o melhor momento e acabou que no fim ele tava reestruturando algumas coisas na pi newswire e eu vim fiquei baseada em São Paulo e fiquei responsável junto com ele pela pela parte de relações com a mídia base de dados de jornalista acordos de distribuição de conteúdo bacana na América Latina E aí mudava um muda mudava um pouco o teu Job né Porque até então você né tinha foco total na empresa e fazer com que o negócio da empresa funcionasse as a comunicação entre países acontecesse da melhor forma possível
e aí você entra numa empresa que presta serviço para várias empresas né exatamente aí eu saí de novo do papel de cliente eh e de uma Indústria b2b enfim e Fui para uma prestadora de serviço perfeito e de novo com uma missão aí de implantar eh Área Enfim então a gente a gente recriou essa área a gente precisava criar uma área aqui que fosse similar ao que a companhia tinha nos Estados Unidos a pianos aerem americana sim né Então tinha a matriz em Nova York fazia parte de um grupo britânico mas a matriz da pianis
era em Nova York e a gente precisava replicar eles estavam Foi numa época que que a a empresa americana tava comprando a a unidade brasileira que até então era uma join venture com Sócio local então a empresa tava fazendo essa compra assumindo com a intenção de trazer todo o seu portfólio de produtos e soluções aqui pro Brasil e pra América Latina então era um momento assim que a gente tava tendo que espelhar um pouco que acontecia nos Estados Unidos eh aqui na América Latina E aí foi um desafio de novo de replicar e montar uma
estrutura que fosse parecida com o que eles tinham lá obviamente uma proporção menor a empresa que era bem menor Claro eh e criar as frentes do negócio assim então foi um período bem bacana de novo num outro modelo num outro formato que levou 7 anos e foi muito legal novamente aquele momento de criação né ou seja er aquele momento de estruturação de implantação de criação exatamente muito legal você ficou S anos lá na pi fiquei S anos lá na P bastante coisa bastante coisa eu comecei em abril de 2010 e eu saí em abril de
2017 aí num outro momento de empresa enfim num outro momento da minha vida Claro eh e aquele ciclo tinha se cumprido E aí eu fui para um período um pouco a ideia era um período sabático vou descansar um pouco minha filha era pequena e eu queria realmente passar um Per que eu pudesse ficar um pouquinho mais com ela eu viajava bastante e eu queria abrir a cabeça para outras coisas aí e aí a minha ideia era trabalhar por projeto né e e começar talvez se eu sempre tive esse perfil um pouquinho consultivo então fazer algumas
tentativas aí de consultoria e aí eu naveguei nesse universo em alguns meses e aí quando surgiu Serasa na minha vida e na época foi um convite bacana de uma proposta de reestruturação também da equipe interna que eles tinham E aí eu caí na tentação e Voltei pro mundo corporativo não cumpri o sabático lá como eu queria durou um tempo mas foi aí eu fui pro Serasa e foi outra experiência completamente diferente imagino bem mais focada na parte de imprensa em relacionamento e assessoria de imprensa né né e saraza tinha uma equipe interna muito eh forte
e uma relação com com a mídia uma produção incrível de de conteúdos e muitos conteúdos relevantes muita coisa baseada em dados dúv eh e aí eu fui para esse desafio lá bacana a gente tem uma uma relação muito boa com com a Serasa né com Ricardo né o Ricardo até esteve aqui com a gente o stefaner teve aqui com a gente na segunda temporada Sim sim e a gente acompanha eles no desafio né de mudança um pouco de imagem né da percepção da imagem sair de uma empresa de cobrança e para passar ser uma empresa
né de acolhedora né é de educação financeira né então ao invés de você ser né visto como uma empresa de cobrança que tá tá naquela questão negativa né Para que você é para que você seja percebido como uma empresa que tá ajudando as pessoas a terem uma educação financeira cada vez melhor né Para que elas possam usar seus recursos é sair de posicionamento ou de momentos negativos né É exatamente a gente a a minha época no Serasa pegou bem esse início foi em 2018 bem o início dessa fase de de transição e quando eles realmente
lançaram e a unidade de negócios b2c perfeito né que eh que não era eh começou a trabalhar até como uma unidade independente porque Cerasa tradicionalmente tem muitos produtos b2b uhum sim né E era o forte enfim mas a empresa criou essa unidade de negócios b2c justamente para trabalhar com com desbancarizados e começar essa a levar essa questão do score de crédito do cadastro positivo da educação financeira eh foi um período que começou a se discutir lgpd no Brasil também então a gente acompanhou toda a época que tava discussão no Congresso isso ia ser votado para
regulamentação nessa época começou também as questões aí de venda de de dados via Facebook é então a gente teve vários momentos aí importantes de crise com relação a isso que foi quando realmente começou a se questionar o uso desses dados de forma comercial uhum eh então a gente tinha uma batalha bem interessante nesse sentido e foi um início de virada de jogo aí de posicionamento da empresa e essa parte de gestão de crise muito importante a gente discute isso aqui né Camilo bastante eh e aí eu queria te perguntar surge bastante essa dúvida porque eh
pô com certeza você já deve ter passado por diversos cenários diferentes e E aí eu queria que você falasse um pouquinho sobre a evolução de como é visto hoje uma crise e até a forma como também é gerida isso porque mudou muito e aí sempre tem muitas dúvidas as pessoas às vezes se fecham para esses assuntos outras já muito pelo contrário são muito abertas né então elas gostam de discutir gostam de de colocar em prática e eu queria que você falasse um pouquinho sobre essa evolução e os desafios ainda mais com o mundo de hoje
né com muita informação com fluxo super rápido Então como que você enxerga isso para uma empresa ou para alguém que queira gerir eh essas crises tudo mais essas informações eh e também se é possível eh prevenir ou se é possível trabalhar para tentar prevenir ou tentar Minimizar né os impactos que aquilo pode acontecer pode gerar vamos lá eu acho que quando eu eu comecei um pouco nessa escola e lidar com a parte de gestão de crises as empresas ainda tinham muito a opção de não querer lidar com isso ou ou ou fingir que isso não
era importante e realmente a gente as coisas ficavam bem mais associadas aos veículos de mídia tradicional Claro eh então muitas vezes as empresas se simplesmente se negavam a entrar na conversa e Especialmente quando você olhava um pouco pro cenário b2b isso tinha um certo Impacto mas a conversa morria rápido e acabava eh os clientes também não cobravam tanto né então a cadeia toda eh não entendia e não realmente Talvez o impacto nos negócios de uma forma geral não era tão forte Então você ainda podia se esquivar de alguma de alguma forma e essa eu acho
que era a prática da maioria né né então deixa tratar ali com o jurídico quando precisar e a gente realmente só vai falar disso se tiver um grande escândalo com a imprensa que a gente imprensa tradicional que a gente não consegui não consegue controlar e com o passar do tempo a evolução eh da internet do do do perfil das pessoas hoje cada pessoa é um canal de É verdade de comunicação eh você ainda tem um papel super importante da mídia tradicional você tem alguns veículos ali que muitas vezes dão a chancela da credibilidade da história
mas você hoje tem um ecossistema eh gigante então Aos aos à medida que que esse ecossistema foi se compondo essa opção de se esquivar foi sendo nula né assim quase que nula você ainda pode fazer isso mas você vai ter um impacto imenso e as as pessoas da organização inclusive eh vão cobrar e a gente tinha uma época que que os colaboradores internos eles não eles não eram tão ativos nesse sentido e depois Isso mudou então hoje ninguém quer ficar numa empresa que não presta conta ou que não se posiciona né porque você tem um
choque de valores e de cultura que hoje pass passou a ser muito importante na escolha das pessoas né isso isso evoluiu muito uhum eh Então eu acho que eu vi um pouco dessa escola onde existia a opção e onde tudo tava muito associado a aos veículos de mídia tradicional então efetivamente você só considerava uma crise quando uma folha de São Paulo entrasse quando um Estadão entrasse o resto era meio que assim Ok vamos administrar e com a evolução do ecossistema aí da da internet do digital das redes sociais e e a própria força que que
os colaboradores internos passaram a exercer obviamente Isso mudou e as empresas eh foram meio que obrigadas a achar formas de lidar com isso publicamente eh então tem algumas mais abertas algumas ainda mais fechadas algumas que realmente entenderam que isso é parte da sua cultura um posicionamento mais transparente de prestação de contas eh e outras que ainda T uma cultura mais fechada que tão com uma resposta ainda muito baseada só lá no jurídico então né você não é que eu não respondo eu respondo mas eu respondo comprendo tabela só aquele pro forma que não quer dizer
nada mas não eu não eu não me liguei a responder exato É obviamente que isso cada vez mais vem perdendo força Acho que pela própria evolução da sociedade como um todo e a evolução da força de trabal interna né então hoje o teu colaborador Ele também é um canal na rede social e ele não aceita mais qualquer coisa ele é um super influenciador ou ele é teu melhor influenciador ou ele é o teu pior influenciador exato e essa visão evoluiu em termos de de negócio e com isso as estruturas tecnológicas também foram se aprimorando então
o monitoramento das redes sociais hoje Obviamente você não vai você ainda tem a imprensa como um grande gatilho de crise tá ainda é né mas hoje você tem um comportamento ali no Social e um comportamento dentro de casa que também são fatores muito importantes para você monitorar perito e então obviamente no social você tem ali o 8 e o 80 e tem muito buz e muita coisa que que se você não tiver bem focado e você não tiver um Se você colar só no emocional você vai entrar numa onda que às vezes você nem precisa
entrar sem dúvida né porque não é simplesmente que todo mundo tá falando que aquilo ali tem é então você tem muito essa coisa das bolhas na parte do Social tem que est muito atento a isso senão você gasta toda a sua energia em bolha exato É e aí você fica entrando numa conversa que muitas vezes você não precisa então tem que tem que ter um calor medir um calor constante ali entender a curva que aquilo ali vai tomando para ver quando você entra se você entra e como você entra e para isso a gente tem
hoje em dia tecnologia Claro coisa que antigamente a gente não tinha a gente fazia muita coisa na unha ali na rede social e por isso também o gatilho tava muito associado com imprensa Então hoje acho que a gente tem vários gatilhos e várias formas de monitorar esses gatilhos e uma necessidade de uma cultura interna que abrace isso e que queira lidar com isso Uhum você acredita que esse talvez seja o maior desafio sim uma empresa hoje queira começar nesse assunto S sim Acho que sim Acho que sim porque eh isso a gente estava falando você
me perguntou aqui como eh mitigar ou se preparar para essa crise então é é assim e se preparar é você realmente tá bem estruturado como empresa nessa questão de est olhando para essas diferentes frentes e e usar as plataformas que a gente tem disponível hoje para parametrizar pro seu negócio pro seu formato para aquilo que faz sentido para você não tem uma receita de bolo você precisa realmente formatar alhe a sua receitinha para fazer esse monitoramento e e aquilo refletir o que faz sentido para você pro seu negócio e você precisa ter uma gestão da
empresa realmente aberta é consciente a fim de lidar com isso como parte da Estratégia do negócio perfeito eh porque não não adianta você ter uma área de comunicação eh equipada e com as coisas no lugar se quando acontece alguma coisa você tem uma gestão ainda negacionista ou uma gestão que se apoia muito só no jurídico eh e uma gestão que que se preocupa mais em contestar o que os outros estão falando do que puxar a responsabilidade para perfeito e isso faz parte da gestão da reputação né exatamente e assim tudo que você trabalha em termos
de reputação é o que vai te dar um colchãozinho nesses momentos ruins né então esse colchãozinho pode ser bem consistente eh e muito baseado em ações e no que você faz na prática hoje também só teoria não cola mais né espuma hoje não se sustenta mu isso vai te dar um colchão melhor para quando você tiver problemas porque é simplesmente uma questão de quando e como não adianta você pensar que não vai ter você vai ter você vai ter isso é inerente ao ser humano em primeiro lugar né Não adianta pensar que você não vai
errar você vai errar questão é o quão rápido você vai olhar para isso e o que que você vai fazer para ajustar uhum esse é o nosso mundo hoje né então eu acho que é um pouco disso sim você ter um ferramental no lugar você você ter realmente os executivos e a toda a gestão da empresa é muito com um drive nesse sentido eh de tá disposto a tratar disso e tratar disso de uma forma coerente transparente consistente eh e você no paralelo ir trabalhando todas as ações que vão te gerar Esse colchão reputacional para
que quando você cair né esse tombo seja mais suave você levante mais rápido Uhum E tenha menos prejuízo ah completamente que tem espaço né espaço para falar espaço para se expressar espaço para realmente esclarecer e de maneira verdadeira e honesta explicar o que aconteceu o que que tá sendo feito o que que vai ser feito para corrigir e assumir a responsabilidade né Assim como executiva de comunicação acho que as minhas maiores lutas sempre foram de para de querer justificar ou de de achar outros pados assume a bronca exato assume a primeira cois você faz não
tá bom Realmente assim não interessa se foi você se foi seu fornecedor se foi o cara que que tem o licenciamento da sua marca se foi enfim a sua franquia né você é responsável Então essa questão da responsabilidade e da corresponsabilidade é muito importante perfeito e e eu acho que graças a Deus isso vem evoluindo um pouco na na consciência executiva como um to porque não adianta você assume a bronca pega para você e vamos resolver uhum verdade Jana uma pergunta como que você tá vendo essa questão da gestão de reputação dentro das áreas de
comunicação porque a gente tinha comunicação era comunicação externa Assessoria o trabalho com a imprensa e tal aí depois a questão da comunicação interna e a comunicação começou a ganhar mais responsabilidades então né O que a comunicação interna tava dividida e distribuida dentro da empresa na área de RH nas outras áreas começou a centralizar ali então comunicação externa comunicação interna e hoje se fala muito dentro da estrutura de comunicação a questão de gestão de reputação envolvimento dos Autos executivos do Conselho de administração a participação do pessoal de comunicação na definição da Estratégia realmente levando números levando
ações levando planos como que você tá vendo essa nova reorganização da estrutura de comunica e essa nova força da estrutura de comunicação na participação estratégica das companhias Ah eu eu acho que isso não não posso acho que não em todas ainda mas em muitos negócios e os negócios que nasceram mais recentemente que tem até um DNA mais digital digamos assim isso isso tem muita força realmente essa questão do do contexto do conceito de reputação ganhou uma importância e as áreas de comunicação costumam ser os grandes Guardiões desse tema então eu vejo sim ganhando força eu
vejo isso as empresas tentando construir inclusive algum tipo de formato algum tipo de índice não só um kpi mas algum tipo de índice baseado em todas as ferramentas que vá criar alguma mensuração da sua reputação porque essa é a parte mais difícil não existe uma fórmula para medir a reputação e cada negócio tem uma realidade diferente e cada negócio tem componentes diferentes para trabalhar a reputação Claro eh e essa é a parte mais complexa da coisa e ela também exige esforço e investimento então nas empresas que que tão eh trazendo a comunicação externa e interna
como realmente parte da Estratégia do negócio eu acho que elas estão criando núcleos dentro dessas áreas para começar a a conciliar esse ferramental que é multidisciplinar e transversal na organização no meu ponto de vista ele não é vertical Eli não a reputação não tem um dono a reputação começa no Board da empresa no Conselho da empresa no CEO da empresa e se ela não começar ali esquece uhum eh mas não é a área assim eh eu acho que hoje isso vem evoluindo né há pouco tempo atrás os executivos adoravam terceirizar a responsabilidade da da da
reputação pra área de comunicação eh e na verdade ela é uma uma questão multidisciplinar e transversal Então ela tá desde da pessoa que tá na porta eh desde o chatbot do ce da empresa ela ela toca todos os pontos de contato e aí O Grande Desafio das áreas que tão mais das empresas que colocaram as áreas de comunicação mais realmente com uma força estratégica eu acho que tá sendo criar núcleos dentro dessas áreas para simplesmente conseguir criar a sua própria receita de bolo que vai de alguma forma gerar aí alguma algum tipo de métrica palpável
pro índice de reputação que passa quase que se é um NPS aí do uhum mas um índice de reputação mesmo assim acho que é meio que o sonho de consumo de toda a área de comunicação tem um índice de reputação que vai ser composto eh de acordo com cada negócio e que vai incluir vários elementos então é alguma coisa da operação é alguma coisa do financeiro é alguma coisa do jurídico é alguma coisa do marketing alguma coisa de vendas é alguma coisa de né É É um pouco de cada ponta que vai se juntar dentro
de um bolo para tentar criar algum índice e inclusive talvez quem sabe acho que seria o mais lindo de tudo influenciar na bonificação por exemplo verdade verdade fosse um variável né da dos profissionais né É como parte de um variável porque aí realmente você tem isso via né espalhado e todo mundo é responsável né então a área de comunicação por por DNA e por por era de escopo e por processo sim é um grande Guardião eh mas é uma disciplina que é transversal e e e atravessa tudo não tem jeito uhum Em que momento Jana
entrou a parte de consultoria na tua na tua trajetória porque ela ela começou lá atrás você falou né num num momento entre empresas você falou Putz agora acho que é a hora né de ser mais consultiva de usar tua experiência e tal ela começou lá no final do meu ciclo na na pi newswire depois obviamente deu a gente nunca se sente pronta né e a gente sempre tem a síndrome do impostor de alguma maneira né Você nunca tá pronto você nunca tem experiência suficiente você nunca tem a formação suficiente ninguém nunca tá pronto né ninguém
nunca tá pronto né mas enfim aí depois você rodar e um pouco você começa a achar não talvez assim para essa coisinha aqui eu possa est pronto e e isso realmente começou a surgir com meu desejo de de Encerrar meu ciclo naquela época na pian newswire e nessa época eu também decidi me associar à empresa a w futurismo que na verdade é uma empresa da minha família eh junto com a minha irmã mais velha Eh que que trabalha trabalhou como Coach muito tempo e depois se formou como futurista isso foi lá em 2017 bana coisa
que tá saindo um pouco do mapa agora e entrou nessa linha muito eh de planej ente estratégico em outros formatos que não tão o da escola da administração né existem outras técnicas e outras escolas para fazer um planejamento estratégico mais moderno uhum eh e nessa época eu embarquei um pouco com ela nisso eh não tava envolvida na operação ela que tocava mas ela começou a atender alguns clientes eh e sempre existia uma dor ali da comunicação tem dúvida né interna externa do relacionamento com a imprensa de como se posicionar de gestão de crise sim eh
então brotou um pouco dali assim surgiram alguns projetos que ela me chamou e disse ó eu tô atendendo eu tô trabalhando com esse cliente nesse projeto e tem uma dor aqui eles precisam de uma de uma ajuda de alguém que esteja com uma visão de fora se não cai lá eh e aí começou a surgir assim esses trabalhos pontuais com Consultoria e com mentoria tá de estratégia de comunicação mesmo de estratégia às vezes comunicação interna e externa às vezes só alguma coisa externa às vezes só alguma coisa interna e muitas vezes com relação à gestão
de crise sim como ajudar muitas vezes a criar uma estrutura mínima ali e a criar conhecimento Abrir cabeça de executivo Claro tem um trabalho a ser feito ali entender um pouco de ferramental que essas equipes poderiam usar isso deveria estar alocado enfim uhum nesse sentido e aí eu essa brincadeira foi indo então é uma coisa que eu mantenho no paralelo um pouco ainda às vezes mais às vezes menos E aí vai depender da onde eu vou eu vou circulando então depois do Serasa eu acabei indo pro Dia Brasil tá na época isso foi em 2019
no início de 2019 pré-pandemia ainda nossa se a gente olhar hoje parece que faz muito tempo é pois é o Brasil é uma bandeira do da é uma empresa matriz na Espanha tá eh eu acho que um dia eh O Dia Brasil já foi carrefur ah é verdade é isso que tava eu acho que ele nasceu depois ele foi Carrefour Depois ele voltou a ser independente na verdade a matriz da empresa é em madria na Espanha é uma empresa de Capital aberto na Espanha que tem uma longa história aqui no Brasil na época que eu
entrei no dia eram 20 anos aí de trajetória aqui no Brasil com um modelo de loja diferente eh um outro modelo de negócio eh com franquias também eh e tava num processo de reestruturação grande aí teve muitos problemas de de gestão que impactou muito na parte de reputação eh e aí teve uma em 2019 Teve uma grande grande troca do board Global a empresa foi comprada por um outro fundo de investimentos então teve foram vindo trocas e trocas e trocas e a operação brasileira foi na época toda reformulada veio um CEO alemão aqui pro Brasil
Olha que curios E aí foi um período de tentativa de reformatar esse negócio de começar a sanar algumas questões e de criar outros modelos de loja e E aí eu fiquei praticamente do anos lá uma experiência diferente e aí foi varejo verdade completamente diferente e aí sim muito mergulhado em gestão de crise de novo Eh também com uma característica de implantar uma área de comunicação corporativa lá que não existia existia uma área de comunicação é aqui no Brasil ligada com a matriz na Espanha exatamente então de novo veio um processo aí de estruturação de implantação
é por aí eh e funcionou bem por um tempo mas depois o negócio foi mudando o board na Espanha foi tomando outros direcionamentos e aí em setembro outubro de 2020 eu acabei saindo eu e outras pessoas que tinham entrado naquela leva E aí de novo eu voltei um pouco mais pra pegada da Consultoria perfeito e assim as coisas foram indo então depois de um tempo também acho que para mim Eh começou a fazer muito sentido poder ter uma atuação um pouco mais versátil assim e e fazer várias coisas ao mesmo tempo e eu acho que
hoje essa é uma tendência e é e é um perfil que todo mundo vai ter que desenvolver né e a gente vira meio polímata mesmo com muitas formações e você atua em várias frentes ao mesmo tempo total nessa parte de consultoria Teve alguma dor específica que por parte das empresas que era mais aclamada ali ou era dividido tinha uma uma empresa tinha uma dor a outra tinha uma outra necessidade ou era incomum nessa questão de de gestão de im gestão de crise acho que gestão de crise sempre foi uma dor bem grande e durante eh
muito tempo ou pelo menos até geralmente Até que a empresa sofra realmente algum problema que impacte financeiramente e muitas vez ela ela não decide investir e numa numa estrutura eh para lidar com isso E aí uma vez que teve a dor a gente a empresa tenta se estruturar um pouquinho em relação a isso eh Então as dores eram muito voltado assim a gestão de crise a a como tentar mitigar ou se preparar para não sofrer desse jeito ou Que tipo de estrutura básica ten eu tenho que ter para lidar com isso uhum muito nesse sentido
eh muita dor em relação à estruturas de comunicação interna né Eh acho que a gente já evoluiu muito Tem empresas mais evoluídas outras menos mas a maioria muito baseada na comunicação interna igual a comunicados Claro é pois é né Eh mas muita gente ainda acha fazer comunicação interna está baseado em fazer comunicados Uhum eh e muita muita dor nesse sentido por uma cobrança das próprias equipes internas mesmo que sentem falta de realmente estarem envolvidas e saberem da Estratégia do negócio que é um grande que é o grande desafio né então você faz lá a estratégia
na diretoria bonitinho e isso nunca desce como tem que descer Pois é para lugar nenhum Mas você quer continuar fazendo só comunicado eh então muita dor nesse sentido e algumas Dores em termos de comunicação corporativa mesmo assessoria de imprensa enfim que o pessoal também associa a comunicação corporativa bastante ao Pilar de assessoria de imprensa né não não olha tanto hoje você tem uma camada incrível no digital aí para trabalhar sim eh então tem muitas facetas mas acho que as dores mais fortes eram com relação à crise e comunicação interna pô sensacional e infelizmente a gente
tá chegando aqui no tempo né Camilo é a gente conversaria mais 3 horas aqui o papo foi né o tempo voa Então mas primeiramente que a gente queria agradecer a sua presença aqui por ter aceito o convite tá aqui é sempre muito bom né Camilo para nós é uma aula e é muito bom compartilhar dessas histórias né dizer que a porta do New in podcast tá sempre aberta então quando quiser voltar Pode ficar à vontade e a gente deixa esse espaço aqui para você deixar uma mensagem final eh pode ser dica com conselhos tendências também
para para esse ano de 2024 exatamente Nossa audiência é muito Ampla né Camila então assim a gente tem pessoas que estão se formando pessoas que já já estão na área eh gestores n gestores então assim de de vários níveis né então é um momento seu que a gente abre aqui deixa para você ficar à vontade para realmente passar essa mensagem final pra gente fechar com chave de our vamos lá bom acho que em resumo mente aberta e coração tranquilo é se eu pudesse falar um pouco pra Janaína de 20 anos atrás e pra galera que
tá iniciando hoje e até pra galera da mais das antigas Acho que invistam em autoconhecimento Esse é fundamental eu acho que no mundo que a gente tem hoje você precisa se conhecer para fazer as melhores escolhas e Hoje realmente só faz sentido você tá num ambiente corpor ou consultivo eh se a cultura daquele lugar fizer sentido para você e para para você entender isso você precisa se conhecer verdade né e uma vez que você realmente se conhece e entende e o que que funciona para você o que que tá conectado com a tua essência e
é óbvio que isso tudo vai sendo construído ao longo da jornada eh tudo funciona muito melhor e E aí tem a cabeça aberta para aprender sempre jeito par não parar eh e para aceitar que você vai errar você vai errar e que você precisa normal é normalizar o erro né Acho que especialmente a minha geração veio de uma escola de onde era muito feio errar e a gente se cobrava demais e e a gente inclusive trabalhava no muito nesse molde de fazer as coisas para não errar né e e Graças a Deus eu acho que
isso mudou muito e e hoje as empresas inclusive entenderam que que precisam estimular uma proposta diferente que faz parte né E que é Rai bom senão você também não aprende que tem o erro dentro da Inovação né inovação sem sem tentativ exatamente E aí eu acho que né Quanto mais você se conhece você se entende você se associa a diferentes formas de organização e de trabalho que vão valor na tua vida e que você vai agregar valor e E aí tudo vai fluir mais fácil sensacional incrível dorme com essa aí bonita Pois é bom então
agradecer mais uma vez muito obrigado agradecer a nosso cam que é isso sensa essa cadeira aqui é um presente que isso para com isso presente é a sua companhia e agradecer também você que ficou na audiência aí Muito obrigado você que nos Acompanhar até o final então deixa aí a sua sua mensagem a cidade onde você está nos ouvindo nos acompanhando o seu feedback a sua pergunta Compartilhe o link aí mais uma vez lá no grupo do WhatsApp né aquele grupo de família Manda o bom dia e o link Esse é é o padrão né
com certeza vai ajudar muita gente as trajetórias profissionais são muito ricas sensacional isso aqui é é uma aula né Camil para quem entrar no caminho isso aqui é sensacional é ouro é ouro são dicas e experiências que valem ouro né então mais uma vez muito obrigado e nos vemos num próximo episódio sendo assim um forte abraço e até mais tchau tchau tchau tchau h