Olá, queridos irmãos, queridas irmãs. Meu nome é Ronaldo Lidório e eu gostaria de agradecer a oportunidade de ponderar com vocês sobre alguns importantes fundamentos bíblicos para a missão, sobretudo em um foco específico da missão, que é alcançar com o evangelho aqueles que pouco ou nada ouviram de Jesus Cristo, os não alcançados. E eu inicio a minha palavra com dois pressupostos que fundamentam as minhas considerações.
O primeiro é um pressuposto da natureza da missão. Eu entendo que é missão da igreja fazer Cristo conhecido entre todas as nações, comunicando o evangelho por meio de palavras e testemunho, fazendo discípulos que se agrupam em igrejas locais. Nós lemos em Gênesis capítulo 12 que Abraão é chamado pelo Senhor para ser uma bênção entre as nações, não apenas estando entre elas, mas fazendo Deus conhecido entre elas.
Da mesma forma, nós vemos lá em Atos capítulo 13, Paulo e Barnabé sendo enviados aos gentios pela igreja em Antioquia, não apenas para conhecer os gentios ou serem conhecidos por eles, mas para fazerem Cristo conhecido entre eles. Portanto, eu entendo que fazer Cristo conhecido entre todas as nações é um pressuposto fundamental para a missão. O segundo pressuposto é um pressuposto de responsabilidade da missão.
Nós sabemos que o autor da missão é o próprio Deus e que a missão foi dada em Cristo Jesus e no poder do Espírito Santo à igreja, mas não foi dada a uma parte da igreja, mas a toda a igreja. Assim podemos entender que todo crente em Cristo é chamado por Deus para cumprir a missão. Ou usando algumas analogias bíblicas para ser sal que salga, luz que brilha e árvore que frutifica, como lemos em Mateus capítulos 5 e 7.
E no meio de todos, Cristo também chama alguns para ministérios específicos, como lemos lá em Efésios, capítulo 4, versículo 11, em que alguns foram chamados para serem apóstolos, profetas, evangelistas e pastores mestres. Assim, Deus, ele chama toda a igreja para a missão e no meio de todos, ele chama alguns para funções específicas da missão. E tudo isso para que duas coisas possam acontecer.
A primeira, a igreja ser edificada, fortalecida e a segunda, o evangelho se espalhar por toda a terra. Com esses dois pressupostos em mente da natureza da missão e da responsabilidade da missão, eu gostaria de pensar com você sobre algumas verdades bíblicas a respeito do Evangelho, chegando especificamente entre os que pouco ou nada ouviram de Cristo os não alcançados. Em primeiro lugar, eu gostaria de destacar que a missão tem uma centralidade e nós perdemos o foco missionário quando nós perdemos de vista a centralidade do evangelho na missão, sobretudo quando o centro da missão se torna ou a igreja ou a sociedade.
Observe comigo. Quando a igreja passa a ser o centro da missão, a missão torna-se eclesiocêntrica, promovendo a própria igreja, seus líderes, seus programas, prioridades e não necessariamente o evangelho, criando assim um roteiro centrado no homem e não em Deus, nas prioridades humanas e não nas prioridades do nosso Senhor. Meus irmãos, eu estou convencido que nós precisamos falar menos sobre nós e mais sobre Cristo, menos sobre os nossos líderes e mais sobre o Senhor da igreja, menos sobre os nossos heróis e mais sobre o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Nós precisamos levantar menos a bandeira de pessoas, de igrejas, de organizações missionárias e precisamos levantar mais alto a bandeira de Cristo único Senhor. Portanto, quando a igreja se torna o centro da missão, a missão torna-se eclesiocêntrica. Mas, por outro lado, quando a sociedade se torna o centro da missão, essa missão se torna sociocêntrica.
E desta forma as necessidades, as agendas, as ideias, as propostas da sociedade ditam, eu repito aqui, ditam o comportamento e as prioridades da igreja em missão. E nessa medida, a igreja torna-se uma uma mera colaboradora da sociedade e não luz de Cristo no mundo. A centralidade da missão não é a igreja, não é a sociedade, é o evangelho, que é o próprio Senhor Jesus, quem ele é, a sua identidade e aquilo que ele fez, faz e fará, a sua missão.
Assim, comunicar o evangelho com nossas palavras, vidas e amorosas ações é comunicar Cristo ao mundo. Um texto bíblico que eu gostaria de considerar com vocês é na carta de Paulo aos Romanos, logo no capítulo primeiro e logo o versículo primeiro. Nessa introdução, o apóstolo inicia afirmando a sua a sua identidade, o seu ministério e a sua mensagem.
E ele diz assim no versículo primeiro: Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo e separado para o evangelho de Deus. A sua identidade é o seu relacionamento com Jesus. Ele diz que Jesus é o seu mestre e ele é servo de Jesus Cristo.
Portanto, Paulo servo de Jesus Cristo. Esta é a sua identidade, aquilo que define o seu ser. Já o seu ministério, ou como ele mesmo diz, o seu chamado é ser apóstolo.
E se pensarmos em Efésios, capítulo 4, versículo 11, nós vemos que ele entende que alguns são chamados para ministérios específicos. E o ministério dele, de Paulo, é o ministério apostólico. E por fim, ele fala sobre a sua mensagem, que é separado para o evangelho de Deus.
Sua mensagem é o evangelho. Não é a igreja, não é a sociedade, não são os apóstolos, não são as biografias missionárias. O centro da sua mensagem, da sua missão, é o evangelho.
Este é o centro do seu ministério. Este é o centro da sua missão. Este é o centro da sua pregação.
E nos versos seguintes, ele vai dizer que o evangelho é o próprio Senhor Jesus em duas dimensões, como eu já mencionei, quem Cristo é e o que Cristo faz, a sua natureza e a sua missão. E meus irmãos, meu ponto aqui é este, que o apóstolo Paulo, bem como os demais apóstolos, eles aprenderam com o próprio Senhor Jesus sobre a centralidade da missão. Há muita coisa no entorno da missão, coisas que são extremamente importantes, relevantes e devem fazer parte da nossa vida cristã, do nosso alvo cristão e da nossa missão, mas apenas um centro que é o evangelho.
E com isso posto, eu gostaria de afirmar que eu creio que há um forte crescente risco da força missionária se envolver com os não alcançados, mesmo com dedicação e sacrifício, mas sem alcançá-los, mesmo havendo amor, compromisso, ótimos projetos sociais, íntegros relacionamentos pessoais, se ao fim do dia nós não comunicamos Cristo e não fazemos discípulos de Cristo, a missão não é cumprida. O envolvimento missionário sem a comunicação do evangelho não cumpre a missão. Se eu falei que em primeiro lugar a missão tem uma centralidade, em segundo lugar eu gostaria de defender que a missão tem também uma prioridade, centralidade e prioridade.
Ao longo dos séculos, a discussão sobre a prioridade da missão tem ganhado atenção em diferentes setores da igreja e das organizações missionárias. E é natural que a prioridade que às vezes nós destacamos são aquelas que mais profundamente nos incomodam e saltam aos nossos olhos. Nestes anos de trabalho missionário, eu eu convivi com diferentes pessoas em diferentes situações.
E uma dessas situações foi o ambiente de sofrimento devido às enfermidades e ausência de assistência de saúde em uma região que atuamos no noroeste africano em Gana durante alguns anos. Minha esposa Rossana, que é uma missionária enfermeira, ela se dedicou durante 9 anos no cuidado com os com os enfermos, com aqueles que estavam eh doentes e também no treinamento de enfermeiros da própria região, o que foi uma grande bênção. E era natural que as enfermidades, os sofrimentos, as dores daquele povo nos afetassem e nos fizessem investir nessa área.
E eu louvo a Deus por isso. Eu reconheço também que o envolvimento com o sofrimento do povo foi tremendamente usado por Deus para que o evangelho fosse comunicado por meio de ações e muitas vezes abrindo portas para que ouvissem também com coração mais aberto a palavra do Senhor. Eu entendo, porém, que independente da nossa área de ação e influência no campo missionário, nós não podemos perder de vista a prioridade da missão, que é fazer o Senhor Jesus conhecido, amado, adorado, seguido entre todos os povos da terra.
E prioridade não significa que deixaremos outros clamores e outras necessidades de lado, não é isto? Prioridade significa que há algo que jamais podemos negligenciar. Algo que custe, o que custar mesmo a nossa própria vida, nós devemos apresentar, pois não há bem maior.
De fato, não há nada melhor que você possa fazer por alguém, esteja esta pessoa em qualquer situação, do que apresentar a ela quem é Jesus. Quem é Jesus? Eu creio que o apóstolo Paulo, ele destacou que há uma prioridade das prioridades da missão, que é comunicar a Cristo onde ele permanece desconhecido, como nós lemos em Romanos, no capítulo 15, no versículo 20.
Ali ele diz, esforçando-me deste modo por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio. No verso anterior, ele diz que pelo poder do Espírito Santo, ele se esforçou por pregar o evangelho de Cristo desde Jerusalém, circunvizinhanças até o ilírico. Paulo estava ali pintando o quadro mais amplo do seu ministério, seu ponto de partida, por assim dizer, em Jerusalém e os seus derredores até o distante lírico que se situa na atual região dos Balcans, incluindo a parte da Croácia, parte da Albânia, ou seja, é uma imensa região.
Ele está dizendo que neste vasto território, ele priorizou os que pouco ou nada haviam ouvido de Jesus Cristo. Ele estava sempre à procura de lugares e grupos não alcançados pelo evangelho. E para embasar a sua teologia da missão, Paulo ele cita no versículo e no versículo seguinte, ele cita em Isaías capítulo 52, versículo 15, uma profecia messiânica afirmando que aqueles que não ouviram as boas novas iriam ouvir.
Não apenas ouvir, mas também compreender. O pensamento do apóstolo Paulo é claro. A prioridade das prioridades da missão é fazer Jesus Cristo conhecido, amado e adorado.
Ele também demonstrou que alcançar uma região é fazer ali discípulos que se agrupam em igrejas locais, como lemos sobre suas ações a partir de Atos capítulo 16. Portanto, nós podemos pensar que fazer discípulos e plantar igrejas são alvos primordiais no alcance dos não alcançados. E sobre este assunto, permitam-me defender que há razões teológicas, mistiológicas e estratégicas para o plantil de igrejas, considerando também os não alcançados.
Razão teológica, pois é desejo de Deus que o seu povo se junte em igrejas locais ao redor de Jesus, com foco na palavra, na comunhão, na oração, na adoração e na missão. Não apenas razão teológica, mas também razão missiológica. é da natureza do povo de Deus viver junto, viver em comunhão ao redor de Cristo.
Pois é em igreja que nós somos amadurecidos no Senhor, tendo sido criados para viver e florescer como família. Mas há uma razão também estratégica, pois o plantil de igrejas é a forma mais eficaz de assegurar que o evangelho se enraíze em um bairro, uma vila, uma família, uma cidade, um território, um povo, uma língua por mais de uma geração. Vastas áreas evangelizadas, mas sem igrejas plantadas, elas voltaram a ser não alcançadas nas gerações seguintes.
Por outro lado, uma igreja plantada, uma igreja bíblica e viva transmite os valores de Cristo por muitas e muitas gerações. É preciso focar nos não alcançados, naqueles que pouco ou nada ouviram do evangelho do Senhor Jesus. Porém, é preciso que este foco seja continuado, eh, para nós não pararmos na na evangelização, que é importantíssima e é insubstituível, mas seguirmos no discipulado e no plantil de igrejas.
Isso requer alvos, requer projetos de longo prazo, com missionários de curto e longo prazo e um compromisso perseverante de igrejas e agências missionárias. Eu falei um pouco sobre a centralidade da missão e a prioridade da missão. Permitam-me agora concluir partilhando sobre a linguagem da missão.
Se observarmos o Senhor Jesus, nosso Senhor e Redentor, e também nosso modelo a ser seguido, nós veremos que a linguagem da missão, ela é composta por várias expressões, onde há verbos, substantivos, adjetivos, uma verdadeira linguagem usada por Cristo na missão. E podemos afirmar que são estas expressões não apenas verbais, mas expressões vividas, expressões demonstradas. Permitam-me falar sobre três delas rapidamente.
A primeira é a palavra compaixão, a segunda proclamação. E a terceira arrependimento. Compreendam que eu não estou usando essas expressões de forma analógica ou explicativa, mas sim apresentando que elas, juntamente com muitas outras usadas pelo Senhor Jesus, formam o que eu chamo de a linguagem da missão.
Ou seja, aquilo que não pode faltar quando nos lançamos em missão. A primeira compaixão. Em Mateus, capítulo 9, versículo 35, nós lemos: "E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.
" O verso seguinte nos diz: "Vendo ele as multidões, ele se compadeceu delas, porque estavam aflitas e exaustas, como ovelhas que não t pastor. " Observe que o verso 35 ele nos fala o que Jesus fazia. Ele percorria cidades e povoados ensinando, pregando e curando.
E o verso 36 nos fala por Jesus fazia. Vendo Jesus as multidões, ele se compadeceu delas. Jesus era movido pela compaixão.
E neste caso, nós vemos que ele se compadecia das multidões porque estavam aflitas, exaustas e sem rumo. A linguagem da missão nos ensina que não basta saber o que fazer, é preciso saber por fazemos o que fazemos. Não para cumprir uma tarefa, escrever um belo relatório ou chegar aonde outros ainda não chegaram, mas por compaixão.
Há multidões, milhares e milhares de povos em toda parte que estão exaustos, estão aflitos e estão sem rumos. E por isso precisamos, como Jesus, percorrer todas as cidades e povoados, apresentando aquele que dá descanso aos exaustos, retira a angústia dos aflitos e é o pastor que mostra o caminho aos perdidos. Isso nos ensina, meus irmãos e irmãs, que na missão nós precisamos ter corações compassivos.
É preciso não apenas estar entre os não alcançados, mas nos compadecermos deles. Outra expressão que compõe a linguagem da missão é proclamação. E se olharmos para Mateus capítulo 24, Jesus fala sobre o fim.
Ele adverte que a igreja será perseguida. Aliás, ele diz que a igreja será odiada em todas as nações por causa do seu nome. Que fortes palavras.
E no verso 14 do capítulo 24, Jesus afirma que o evangelho do reino será pregado ou proclamado em todo o mundo para testemunho a todas as nações e então virá o fim. A raiz da expressão usada do texto para a proclamação, como sabemos, é querigma, que significa falar de forma audível, de forma compreensível, de forma enfática sobre alguma coisa. Não há missão sem a proclamação.
Não há missão sem irmos pelo mundo dizendo quem é Jesus. Quem é Jesus? Gisbertos Vútios, teólogo holandês do século X7, reconhecido como o primeiro misiólogo protestante, ele conceituava a missão como sendo missodei trinitates, ou seja, a missão do deus triuno, afirmando assim que a missão do pai é amar os seus filhos e enviar o filho Jesus Cristo para salvá-los.
A missão do filho é derramar o seu sangue para a salvação daqueles que foram chamados pelo Pai. E a missão do Espírito Santo é celaro de Deus, guardando a sua fé até o fim. E alguém perguntou: "E a missão da igreja?
Qual é? " ao que ele respondeu. A missão da igreja é ir por todo mundo proclamando: "Olhem esta maravilha, o que o Pai, o Filho e o Espírito Santo estão fazendo.
" A linguagem da missão envolve expressões como compaixão e proclamação. E uma outra palavra que não poderia faltar é arrependimento. Este ponto é importantíssimo, pois a proclamação do Evangelho, ela envolve não apenas falar sobre a natureza de Deus e o pecado humano com todos os seus efeitos, suas implicações e resultados, mas também deve chamar pecadores ao arrependimento.
Nós lemos em Mateus, capítulo 4, versículo 17, lemos assim que desde aquele tempo Jesus começou a pregar, arrependam-se porque o reino dos céus está próximo. Em Lucas, no capítulo capítulo 5, versículo 32, nós lemos ele dizendo: "Eu fim, eu vim não para chamar justos, mas pecadores ao arrependimento. " E em Lucas, capítulo 13, versículo 3, ele diz: "Se vocês não se arrependerem, todos vocês também perecerão.
" Nós não podemos falar sobre a graça sem falar sobre o pecado. Nós não podemos falar sobre o perdão sem falar sobre a ofensa. Nós não podemos falar sobre o céu sem falarmos sobre o inferno.
Na missão, nós precisamos usar a linguagem da missão, que envolve diversas expressões, mas dentre elas compaixão, proclamação e arrependimento. E eu concluo com uma figura que sempre me vem à mente quando eu penso na ação missionária entre os não alcançados. Os chamados icebreakers são barcos usados nos mares congelados do norte.
São barcos geralmente pequenos, com motores potentes e a proa construída com aço com espessura dobrada e afiada, que funciona como um machado que bate e racha a superfície congelada à medida que o barco avança. Olhando para os icebreers de longe, tem-se a impressão de que eles estão parados em meio a enormes blocos de gelo, mar congelado e sem nenhum movimento aparente. Mas observando mais de perto, nota-se que o gelo tem sido quebrado.
Isto metro a metro. E os pequenos barcos se movem à frente vagarosamente, realizando tão pesado trabalho. E após tais barcos realizarem o seu trabalho, quebrando o gelo, chegam os grandes navios de transporte e os navios turísticos que seguem para conhecer aquela linda e exótica região.
E neste momento o clima é de festa, de deslumbramento. Porém quebrar o gelo não foi tarefa fácil e nem foi tarefa rápida. O trabalho missionário entre os povos não alcançados é semelhante a um icebre que avança lentamente, vagarosamente, enfrentando oposições aparentemente insuperáveis.
Metro a metro. O evangelho é espalhado debaixo de muita pressão, opressão e também perseguição. O trabalho seria impossível se não fosse a graça de Deus, mas por sua graça o gelo ele vai se partindo.
O evangelho avança, pessoas são redimidas, igrejas são plantadas e florescem. Após o caminho aberto, muitos outros virão e haverá grande alegria. É imperativo, porém, abrir primeiro caminho.
Irmãos e irmãs, perseverem lançando todas as sementes em todas as terras com todas as forças que Deus dá. Não sabemos qual germinará, se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas. Mas ouçam do Senhor a voz que diz em sua palavra que ele está com cada um de nós, os seus filhos, todos os dias.
E não ouçam aqueles que dizem que o povo é duro, o missionário é limitado, o lugar é impossível e a obra não será feita, porque estes sabem que o cordeiro de Deus é também o leão da tribo de Judá. Portanto, perseverem até que o último povo seja alcançado pelo evangelho de Jesus Cristo. Deus os abençoe.