[Música] bem-vindos alunos do curso de neurociências nós vamos dar continuidade então ao módulo básico eh de neurofisiologia o tema da aula é fisiologia sensorial do com enfoque em vias neurais do sistema somestésico eh os tópicos então abordados são eh circuitos neurais envolvidos na transmissão né os tpicos anteriores já foram abordados em sistema somestésico um Então a gente vai discutir eh os circuitos a viia dor lateral dor e sistema Antero lateral e o córtex somestésico primário bom eh recordando que a gente viu no sistema somestésico um então nós nós avaliamos a função né da da do
sistema sensorial em detectar informações do ambiente através de receptores existentes na pele né ou em órgãos mais Fundos como vísceras eh musculatura articulações eh no sentido de proteger o organismo gerar respostas homeostáticas eh para manter a integridade e a sua função tá a gente também viu que no sistema somestésico eh existe uma morfologia bastante característica do da da célula receptora eh que ela tem uma morfologia pseud onip poar Aonde a sua porção é em contato com o o sistema eh com o tecido alvo né Eh nesse caso aqui a pele eh tem a função de
receber a informação e a sua porção eh em contato com o sistema nervoso central ela vai então Eh promover a toda a codificação do processo e a e o e o que a gente chama de transdução dessa informação eh aqui tá mostrando então exatamente a sequência de etapas né com um exemplo de um de um receptor eh presente eh na no na musculatura Então o que a gente tem aqui é que a intensidade do estímulo vai gerar um potencial gerador nesta célula que vai ser depois codificado em frequências de potenciais de ação e isso Vai
resultar eh na liberação de uma quantidade x de neurotransmissor no sistema nervoso central a dep de todas essas características anteriores tá então para para garantir né que a transdução aconteça a ideia agora eh nesse nesse momento é discutir a partir né Eh dessa célula sensorial de que forma e onde o processamento acontece então uma vez que o estímulo foi detectado foi ampliado como eu dou processo sequencial para que a condição de codificação acontece Então essas vias que levam informação ao sistema nervoso central são chamados de vias aferentes né ela tem um caminho específico então a
questão é qual é o caminho que esse neurônio que codifica inicialmente o processo eh atinge no sistema nervoso Então esse neurônio é chamado de neurônio primário né o primeiro neurônio de uma rede que leva informação ao sistema nervoso central como se estabelece o processamento O que que é uma via efetivamente rotulada e a outra função é discutir como essas vias elas podem ser moduladas se é que elas podem ser moduladas de que forma que o sistema nervoso se encarrega de eh organizar esse processo tá então a gente vai vai avaliar que eh essa entrada ela
pode acontecer no sistema na medula espinal ou no tronco encefálico o neurônio então que que recebe informação é chamado de neurônio de segunda ordem eh eles Obrigatoriamente vão fazer uma sinapse no tálamo né com exceção de uma modalidade sensorial especial que nós vamos estudar eh na modalidade três E aí esse neurônio do tálamo que faz faz uma sinapse no córtex somestésico é chamado de neurônio terciário então no mínimo eu tenho que ter esses três neurônios eh além né do neurônio do córtex hesto para que essa informação seja codificada de forma adequada e que eu tenha
a percepção da informação que a gente viu que é um ato consciente tá então a figura posterior mostra Exatamente isso então se a gente considerar né Que o receptor tá em contato com o músculo pele e ou qualquer outro órgão do sistema prepo eh a desse potencial receptor e a condução dessa informação que vai acontecer no tronco ou na medula espinal que vai fazer com que essa informação seja então perdão reprocessada né Gere um novo potencial de ação no sistema nervoso central para que uma nova eh resposta ou uma resposta efetiva aquela condição aconteça então
o o a função Nossa agora é discutir esta aferente né como isso tudo acontece em outro momento esses circuitos vão ser discutidos bom considerando que a informação ela vai trafegar por um nervo espinal né então eu tenho uma organização bem característica a gente eh tem 31 pares de nervos espinais esses nervos eles têm o que a gente chama de uma raiz então aqui a gente tem um um corte né né de um nervo espinal esse nervo ele é formado muito próximo né à medula espinal ele se divide em duas Raizes uma raiz é chamada de
raiz sensorial que é o que nos interessa hoje e a outra raiz é chamada raiz motora essa raiz sensorial ela e adentra né ess essa informação sensorial pela região posterior da medula espinal e a questão é uma vez que essa informação chega na medula que caminho ela assume tá então aqui um corte histológico só para vocês lembrarem né exatamente a organização da medula então toda essa parte aqui a gente consegue ver né a entrada da informação sensorial no corno posterior da medula é exatamente nesse eh nessa região do H medular que as as primeiras sinapses
quando elas acontecem a gente vai entender isso ao longo da aula eh se estabelecem tá E essas vias eh externas ao H são as vias aferentes ou eferentes que a gente vai discutir posteriormente Então o que nos interessa agora é primeiro entender né e eh lembrar o que a gente já viu de receptor sensorial e entender que existe uma célula né E um corpo que tá no ganglio sensorial eh discutir ainda que essa eh informação sensorial ela acende por uma via rot lada e que a gente vai discutir bastante essa via aqui que é substância
branca e é formada por dois dois duas vias aferentes que são chamados de facíl gráo e facíl cuneiforme né que levam toda a informação do nosso corpo eh aos outros relés né à outras áreas do sistema nervoso para reprocessar Então vamos começar a discutindo primeiro o que que a gente tem num gangli sensorial né né considerando a raiz sensorial que a gente acabou de ver no slide anterior então aqui eu tenho os axônios né que levam informação e os corpos do neurônio que estão presentes na raiz sensorial então a gente imagina que a gente tem
aqui diferentes neurônios que levam informações então a gente viu né fibras do tipo abeta e fibras do Tipo C que leva informação ou ou a Beta que leva informação ao sistema nervoso cada uma delas levando ou ou Tato ou pressão ou dor ou temperatura de uma mesma região né sempre isso é importante ficar claro a raiz sensorial Ela traz uma informação de uma região da pele ou de uma víscera que tá num numa estrutura que a gente chama dermátomo e que a gente vai ver posteriormente tá então aqui eu tenho né considerando os diferentes tipos
de fibra que compõe essa raiz sensorial aqui eu posso ter fibras do tipo por exemplo ou receptores do tipo um e dois que são os mecanoceptores ou receptores do tipo a Delta ou C que são os receptores de dor e temperatura e táa grosseiro Lógico eles tem uma uma uma entrada específica na medula eh espinal nesse caso a gente tá falando de nervos espinais e cada região vai receber uma informação diferente tá em cada cada eh região do corno posterior é subdividido em camadas então eu começo aqui já rotular de onde vem a informação e
para onde ela vai tá então mostrando né Eh algumas destas fibras como por exemplo ó a fibra do tipo os os neurônios os mecanoceptores do tipo um e dois eles chegam no corno posterior e Parte dessas desses axônios eles acendem direto sem fazer sinapse nenhuma isso é muito importante né pro processamento da informação arterial outros fazem sinapses e estabelecem essas sinapses aqui elas são muito importantes para modular a informação né para ou acentuar ou inibir a informação que tá chegando na medula eh espinal inclusive pela via da dor que a gente vai entender Esse aspecto
posteriormente ente então aqui tá mostrando né E logicamente aqui é um desenho esquemático mostrando eh de um lado a via ascendente do outro lado a via descendente mas a gente tem que imaginar que isso é eh bilateral tá então aqui a gente tem e na região da coluna posterior da medula espinal os tratos que eu falei para vocês né então Eh se se a gente observar que cada região inha dessa recebe uma informação que vem da medula espinal ou sacral e lumbar e formam um trato ou toráxica e cervical e que foram outro trato então
é essa coluna aqui é a via da coluna posterior também chamada né via eh do tato epicrítico ou colunar eh posterior tá ou via posterior eh por outro lado a gente também tem né Essa Via lateral que a gente vai ver que discute que participa da sensibilidade dolorosa então é um um outro tipo de informação que acende eh cruzado e as vias descendentes que não são o nosso alvo de estudo nesse momento mas é pra gente ter a a o conhecimento de que a medula espinal ela tem uma organização segmentar e ela representa de onde
vem essas informações eh no tronco eh a gente tem o mesmo tipo de organização se a gente for olhar perdão voltou o slide e no tronco a gente tem o mesmo tipo de organização segmentar né então a gente também tem eu coloquei aqui e destaquei as vias ascendentes eh todas elas circundadas por um quadrado azul e as vias descendentes por um vermelho só pra gente ter a ideia que no tronco a gente tem uma organização semelhante que a gente tem na medula espinal portanto a informação a aferente também chega né por nervos cranianos oriundos agora
eh da Face tá da da cabeça ou da Face então mostrando né essa organização eh que se concentram as vias ascendentes sensoriais eh nessa região posterior também tá eh aqui um um um corte né do do tronco encefálico mostrando eh a substância Negra uma via descendente importante e o a região aqui eh que faz parte né do do pedúnculo cerebral que também é uma via motora né então mostrando essa segmentação eh no slide eh posterior a gente consegue ver exatamente aquilo que eu falei para vocês a gente tem 31 pares de nervos espinais que enervam
Campos específicos né são chamados ou regiões específicas eh da pele do indivíduo e do órgão que tá abaixo dessa região da pele Então essas regiões elas são chamadas de dermátomos então cada cor aqui tá representado pela região da medula cervical toráxica lombar e sacral né então a pele dessa região é pela pelas pela subdivisão da raiz a gente tem né Eh 31 pares de nervos sendo oito cervicais 12 eh toráxico eh cinco sacral cinco lombar e um coccígeo então eh só para lembrar que cada uma destas subdivisões traz informação de região específica então isso também
auxilia naquela informação que nós vimos anteriormente de levar uma uma informação ao sistema nervoso eh de forma organizada né mapeada então a gente tem essa organização eh que é o que a gente chama de território de inervação de uma única raiz Tá novamente Lembrando que isso se estabelece também né para a região da face né e da cabeça então a a a região aqui do pescoço né e da nuca e são enervadas ainda pela pela medula cervical tá então só para para ficar claro né que que a gente tem essa representação aqui Aqui tá mostrando
chamou atenção só do nervo trigêmeo né um nervo que tem uma raiz também sensorial e que leva informações e de toda essa reg região da Face eh um exemplo muito claro dessa organização eh por dermátomos é a herpis Moster né então quando a gente vê essa representação aqui ou esse desenho eh que se forma eh de um indivíduo que tem o vírus da herpes né causando um processo de alteração funcional fica muito claro que isso aqui é uma região da Pele que é um dermátomo na qual uma determinada raiz né tem a sua alteração e
responde à presença do viro com essa resposta então o receptor né tá eh inflamado na pele logicamente que isso pode ser processado também na raiz sensorial e levar essa informação ao sistema nervoso central mas isso aqui é uma alteração do receptor na pele que que forma o dermátomo bom de que forma que eh a gente leva Então essas informações ao sistema nervoso central Então esse processo é chamado somatotopia porque a gente tá falando do sistema somestésico né E aí eh levando informações primeiro a gente vai falar do sistema de Tato pressão e posteriormente a gente
vai dar ênfase a dor e temperatura Então nesse momento as informações que são levadas de membros inferiores ou membros superiores membro e cabeça então eles vão trafegar pela medula espinal Como isso acontece Então vamos imaginar que eu tenho aqui uma raiz sensorial né que tá levando informações ó eh de membros né superiores porque tá entrando nesta região aqui essa região mais próxima a linha média ela tá trazendo informações ou fazendo sinapse do táa grosseiro ou trazendo informações de de segmentos ou de dermátomos mais inferiores né em relação a aos nervos espinais então o que que
a gente tem aqui uma entrada sensorial tá uma raiz sensorial cuja cujo receptor está lá na pele e a informação ela acende ao sistema nervoso sem fazer nenhuma sinapse Isso é isso é bem importante a primeira sinapse desta via de tato e pressão né Eh Tato fino e e pressão que a gente chama de de via epicrítica a primeira sinapse vai acontecer só no tronco encefálico né ela não acontece na medula então é um axônio que ele se prolonga e ele vai até o tronco encefálico tá aqui tá mostrando o detalhe então Eh o que
que chega exatamente na raiz né ou que forma o que que eh forma o que a gente chama de facíl grácio ou facíl coniforme então as informações provenientes de membros inferiores elas vão acendendo inicialmente próximo à linha média tá E aí posteriormente vai se incorporando axônios né provenientes de outras regiões cada vez em nível mais superior da medula espinal E aí eles vão formando um novo trato que é chamado de facíl cuneiforme e a gente viu anteriormente né na aula de somestésico um quando a gente acabou né a gente mostrou que eu tinha uma entrada
diferente aqui eh na informação sensorial então mostrando que já tem uma organização bem característica eh no desenho nesse desenho a gente consegue eh visualizar melhor essa essa conexão então vamos imaginar aqui né novamente o neurônio primário que tá lá em contato com o tecido periférico nesse caso sensível né especificamente sensível a tato e a pressão ele entra pela medula percebam que nesse momento aqui não tem nenhuma sinapse existe um prolongamento desse axônio e a primeira sinapse dele vai acontecer lá no núcleo ou do faíco ou do facímpia sinapse aconteceu aqui essa esse esse axônio que
sai do neurônio que vai compor o neurônio de segunda ordem ele cruza a linha média e ele passa por uma região chamada de lemnisco portanto essa essa linha também essa via perdão também é chamada de via lemniscal né Ela é coluna dorsal Exatamente porque ela chega na medula e acende pela região dorsal ou via lemniscal porque quando informação né chega no tronco encefálico faz a primeira sinapse ela cruza a linha média né E aí ela acende pelo lado cont contralateral de tal forma que até o bulbo a nossa informação de tato e pressão ela acende
ipsilateral o que que significa isso do mesmo lado de onde a informação partiu então informação sensorial de tato e pressão do lado direito direito elas acendem a até o buba pelo lado direito cruza a linha média né pelo que pelo que desenha tá respondendo e vão ser processado agora no tálamo esquerdo e no córtex somestésico esquerdo né por isso que a gente tem esse essa o a percepção do lado esquerdo sendo processada no córtex somestésico direito tá e vice-versa né tudo a gente tem que pensar que é bilateral no desenho eh posterior a gente consegue
ver agora né Eh a junção dessas informações considerando as informações mais inferiores que são provenientes por exemplo eh da ponta do dedo então né Eh do pé eh elas vão acender Então por uma fibra do tipo AB essa fibra caracteriza tato e pressão ela vai acender pelo meio mesmo lado até o tronco encefálico e ela vai fazer a primeira sinapse Então veja o neurônio que codifica a informação que vem lá da ponta do pé ele ele tá próximo à linha média formando que a gente chama de núcleo gráo já o neurônio sensorial que codifica uma
informação que vem de tato e pressão também é uma fibra do tipo AB não faz sinapse na medula ela Acende e vai fazer uma sinapse aonde no núcleo cuneiforme né então formando aqui o o facíl cuneiforme tá e outro dado importante é que as informações que são provenientes da face elas também né chegam no tronco encefálico Nesta mesma região só que elas vão fazer uma sinapse no núcleo do nervo trigêmio nesse caso né Eh então também são formação de tato e pressão todas elas cruzam a linha média e continuam tendo a mesmo tipo de organização
só que agora do de forma invertida né aquilo que tava mais próximo à linha média agora vai mais pra região lateral e o que tava mais afastado da linha média é processado no tlum mais Medial né então é um processo de inversão em função do cruzamento da linha média que aconteceu aqui a partir do né para que a gente realmente tenha consciência e a precisão e a localização de de dessas informações essa informação vai ser processada no cex somestésico que a gente chama ctex somestésico primário e aí lógico né a informação proveniente do pé vai
processar na área do Cortex somestésico relacionado ao pé a informação relacionada à mão na área da mão da mão e a da face na área da Face então cada uma delas leva uma informação precisa Que tipo de informação eles levam informação de vibração ou Bali estesia sentido de posição são próprios receptores e de discriminação tátil né com Todas aquelas propriedades que a gente falou eh direção discriminação grafestesia esterognosia e Dupla estimulação mecânica ou divergência ou convergência bom o que acontece eh no tronco e no tálamo em relação a essa informação então aqui um desenho mostrando
e de que forma Lógico é um desenho representativo mas que ele eh nos dá uma ideia bastante Clara e precisa de quantos neurônios naquela região estão envolvidos com o processamento daquela informação então a gente viu no primeiro momento da da da aula que a a sensibilidade somestésica ela é maior em regiões cujo Campo o receptor é menor e esse neurônio vai processar a informação numa área específica no tronco e no tálamo nesse caso né o neurônio secundário no tronco e eh o terciário no tálamo então no tronco a gente ainda tem a subdivisão porque as
informações eh dos membros inferiores entram e são processadas no núcleo grácio dos superiores né e do tronco noc uniforme e da face no núcleo principal do nervo trigêmeo tá então aqui dá para para ver que os pés e as mãos são áreas de maior sensibilidade né então Eh que são representada aqui pelo número de neurônios envolvidos nessa região e a Face tem um grande número de neurônios a ver né Eh a gente consegue perceber aqui pela representação da quantidade de neurônios do núcleo trigêmeo levando informação de tato e pressão n essa região essa informação agora
vai ser processada no tálamo né e eu falei para vocês que lá era invertida a posição então a gente consegue ver aqui que o mclo que é um desenho que representa a Face tá nessa posição e a E a e aí a gente já tem um múc íntegro né o tálamo a gente já consegue ter essa organização Por que que tudo isso é importante porque a depender de onde pode acontecer uma alteração a percepção do corpo em relação ao espaço e eh do corpo em relação à cabeça ou a cabeça né Eh em relação ao
espaço elas podem sofrer um processo de separação né caso uma alteração aconteça por exemplo no tronco encefálico Então isso é muito importante a gente saber por que que isso acontece exatamente né porque por essa separação ainda do processamento no tumo a gente já tem uma integração mais precisa essa essa ideia de representação de número de células ela se mantém no Corttex somestésico primário então é a área que processa informações onde a gente tem a consciência efetiva né da informação sensorial e novamente esse esse desenho aqui representa quantos neurônios do córtex somestésicos estão envolvidos por processar
informações provenientes da mão e da face que são as áreas cujo Campo receptor é menor portanto eu tenho maior sensibilidade né então isso Exige uma somatotopia uma representação nessas áreas então o muncul aqui tá me dizendo olha Quais são as áreas de maior sensibilidade Face dentre Face a boca e as mãos né retomando né aquela ideia de que o campo do receptor ele é mantido essa representação ela é mantida no sistema nervoso central tá bom bom aqui a gente tem só para para mostrar você eh uma análise comparativa eh mostrando que eh nos animais eh
basicamente o encéfalo tem uma uma grande proporção de áreas que processam informações sensoriais né isso isso seria no rato no gato mas no homem a gente tem só o Cortex somestésico eh que processa a informação Inicial né Sem falar das informações associativas todas as demais áreas a grande eh parte eh funcionam ou como sensorial no caso do auditivo visual e motor e todas as demais aqui são áreas associativas então a área sensorial primária é essa área né que fica eh no giro pós Central tá então as áreas de maior sensibilidade novamente enfatizando aqui são as
áreas da ponta da língua dos lábios e da ponta dos dedos que é o que que o nosso mclo demonstra tá então aqui mostrando a somatotopia né então a gente viu que tem uma organização somatotópica cada dermátomo leva informação por uma raiz sensorial essa raiz sensorial ela se junta E vai formar um trato ou do facíl grácio ou do coniforme ou do trigêmeo isso acende até o talmo no lado contralateral e faz área no córtex hesto primário Então isso é o que a gente chama de somatotopia a representação de cada dermátomo em cada ponto aonde
a informação vai ser recodificar reprocessada né é o que a gente chama de via rotulada e ela eh acontece tanto para os receptores da Pele que a gente tá dando ênfase aqui mas que são os esteros receptores mas também pros interceptores que são as vísceras dos órgãos que estão abaixo da pele Então o que a gente tem aqui né são as vias do tato epicrítico aonde o processamento da informação acontece de forma organizada integrada então aqui eu tenho o sistema propioceptivo e o sistema Estero captivos e a gente consegue ver né que a informação ela
chega na medula espinal acende né Essa parte consciente ela acende até o o tronco encefálico no bulbo faz a primeira sinapse então isso aqui ainda é o neurônio sensorial primário que vem lá da Periferia cruza a linha média o neurônio secundário de segunda ordem faz uma sinapse no tumo Esse é o neurônio de de terceira ordem e faz uma sinapse no Cortex somestésico que é o neurônio de quarta ordem tá então isso vale tanto para o sistema né propioceptivo quanto para o o o Estero ceptivo tá então aqui só mostrando vias Diferentes né lados diferentes
essa outra informação aqui a gente vai discutir depois e mostrar que é uma via eh PR percepção inconsciente é uma informação que vai pro cerebelo para fazer todas as correções necessárias né E para gerar respostas motoras inconscientes tá então mostrando aqui né que essa via acende vai pro pro cerebelo para fazer cor rápidas e ajustes rápidos da sensibilidade e da motricidade e que são eh vias importantes então o cerebelo também recebe informações propioceptivas especificamente além né do sistema vestibular que a gente não tá discutindo aqui tá e elas são inconscientes o que eu quero falar
um pouquinho ainda para vocês é sobre dor né e da dor e da via da dor então a dor é uma percepção de sensações então a dor é algo consciente por isso é uma percepção e ela pode ser causada por vários fatores e de várias naturezas por um estímulo Irritante nauseante A gente classifica a dor né do tipo pulsante que causa ardência ou ciação ou dor de temperaturas extremas ou calor extremo ou frio extremo que eu já citei anteriormente e como é que a gente pode classificar dor tá então a gente classifica a dor pela
sua duração então uma dor ela pode acontecer de forma aguda ou crônica e normalmente a crônica ela tá relacionado com uma alteração no sistema funcional comum eh a indivíduos que tem uma um processo inflamatório interno decorrente de uma patologia que pode ser mais variada pode ser originar do Câncer ou uma dor episódica né de um de um de um processo inflamatório que se instalou naquele determinado movimento momento ela pode ser eh classificada de acordo com a localização então de onde vem com a intensidade se ela é moderada Severa ou Leve e com a etiologia né
Se ela é nos stiva se ela envolve o receptor propriamente dito ou se ela neuropática que ela tem uma origem eh no sistema nervoso central ou na fibra aferente não envolvendo o receptor aqui um um exemplo de como a dor acontece né então como como a gente pode processar dor então o que que é uma dor aguda O que que é uma dor crônica então nessa situação aqui Digamos que a gente tem uma lesão num determinado tecido e essa lesão né resultou na liberação de substâncias da própria membrana que foi lesionada e abriu o canal
canais eh aqui a gente tem a terminação do receptor sensorial da fibra aberta não sei se vocês conseguem ver aqui essa fibra aberta essa fibra tá Envolvida com a percepção da dor aguda tá então o que que a gente tem aqui essa fibra ela leva informações eh muito rápidas da dor né ou se você pisou em alguma coisa eh que machucou rapidamente você se protege Então essa fibra é uma fibra mielinizada e ela é processada né então ela já já tem a primeira sinapse na medula espinal diferente do que a gente viu para tato e
pressão e ela cruza a linha média já na medula espinal e acende até o tálamo a gente vai ver que ela vai direto ao tálamo sem fazer conexão com o Boo tá por outro lado aqui a gente tem uma fibra C que é uma fibra que se essa se esse corte aqui por exemplo resultar numa desorganização do tecido e num processo Esso inflamatório eu vou ter ativação de células importantes como mastócito né E que vão liberar substância eh perdão no mastócito que vão liberar estamina né além de tudo a gente vai ter a própria fibra
e se liberando né substância P aqui ativando mastos para aumentar a resposta de dor Então se instalou um processo inflamatório nessa região do tecido E aí essa informação se torna crônica né E ela vai ser transmitida pela fibra do Tipo C O Caminho tanto da fibra a quanto da fibra c é né e pela mesma via aqui pela via que a gente chama anterolateral por quê Porque ela entra na medula cruza a linha média e acende pela Via lateral cruza vai até a região anterior e acende pela Via lateral aqui tá só mostrando para você
vocês né então de onde pode vir os os receptores tanto dos nossos receptores da Pele que é uma terminação nervosa livre né como ela pode ser proveniente de um de um órgão que tá abaixo daquela pele e aí eles vão entrar pela mesma raiz sensorial tá aqui tá mostrando um detalhe do que que é a dor neuropática e dor nociceptiva a dor nociceptiva é quando o receptor tá alterado pelo exemplo que anterior né Por Um por uma alteração de detecção do receptor o que que é dor neuropática é um processo que se inicia na fibra
aferente sem necessariamente envolver o tecido né ou do próprio sistema nervoso né pela liberação de substâncias que podem levar ao aumento dessa transmissão da Via ao sistema nervoso central uma outra coisa muito importante e que eu citei anteriormente eh na primeira etapa dessa eh quando a gente discutiu somestesia é que os receptores da dor sobretudo eles não se adaptam né exatamente pela importância que é a sensibilidade dolorosa então ela vai permitir que o indivíduo indivíduo constantemente ele seja informado de que algo não está adequado então se a dor for persistente eh o tecido tá lesionado
e na maior parte das vezes eh a gente pode ter um processo que a gente chama de hiperalgesia secundária os tecidos próximos ao tecido lesionado começam também a responder a essa condição por exemplo o que a gente mostra aqui né nesse tecido Então se a gente tem uma condição por exemplo de lesão tecidual aqui né O que vai acontecer é que essa informação ela acende ao sistema nervoso pela fibra do Tipo C faz a primeira sinapse ao sistema nervoso e acende a hiperalgesia secundária seria que essas regiões próximas a esse tecido com outros receptores sensoriais
também podem começar a eh e informar o sistema nervoso que tem um processo lesivo então por exemplo né uma região aqui ó então aqui eu tenho uma região que tá eh lesionada com o receptor de dor percebendo essa informação aqui também tem um receptor de tato e uma região próxima ela que não estava lesionada mas que eu tenho receptores aqui então o que que pode acontecer eh quando esse tecido quando esse processo inflamatório ou essa alteração se espalha ao redor do tecido um leve toque que antes não causava dor passa a ser sinalizado como dor
né O que a gente chama de eh hiperalgesia secundária Por que que isso acontece exatamente por esse por essa quantidade enorme né de substâncias que eh as células vão liberar como macrófagos plaquetas né as próprias células do tecido eh vão liberar uma quantidade enorme de substâncias que vão sinalizar esse receptor sensorial aqui através ou do sistema stamino ou serotoninérgico aqui do lado eh ou ainda adenosina então são vários os ne os receptores que podem estar presente nesse receptor e se tornar sensíveis né a ao produto da liberação das plaquetas macrófagos ou do próprio tecido eh
danificado um detalhe importante que tem sido bastante estudado é que se a gente observar aqui novamente né um receptor sensorial da dor ele pode ter lá nos seus prolongamentos vários tipos de receptores e foi recentemente recentemente na ciência né é alguns anos eh a existência de um receptor que a gente chama de ele é transitoriamente sensível né um receptor transitório a dor e eles são normalmente canais iônicos e são de de de várias modalidades Tem vários tipos eh os mais conhecidos eles são classificados em cinco subtipos que são esses os receptores né de vanilina aqui
que são os trps aqui então eles são sensíveis a por exemplo temperatura excessiva ao mesmo tempo eles podem responder eh porque aqui eu vou ter uma substância química que que pode lesionar o tecido e ser liberada no tecido que foi queimado eles podem eh responder a substâncias ácidas e alguns outros né a uma deformação mecânica muito intensa que leva dor eh então Eh esse esses receptores eles são produzidos no tecido e o nosso receptor pode responder a essa variabilidade de receptores não se conhece muito bem a o aspecto fisiológico desses receptores Mas eles estão sendo
bastante estudado eh em função eh da modulação então aqui mostra a natureza desses receptores né que eles são chamados polimodais porque eles podem receber diferentes modalidades térmica química mecânica em excesso aqui só mostrando que esses receptores também se localizam né Eh nos órgãos internos né eles estão não estão só na pele eles têm os vários subtipos aqui existentes nas regiões e a informação também trafega pela medula ou pelo tronco insisto depende né de onde tá o órgão e qual é a a raiz sensorial que leva essa informação aqui tá mostrando então Eh qual a importân
ância esses receptores estão sendo bastante estudados eh para modular a dor bastante e do tipo neuropática por exemplo né então eh uma forma de modular esses receptores é reduzir o processamento central da dor eh com relação à fibra aferente então Eh da fibra C né ela vai acender ela faz a primeira sinapse na coluna dorsal e acende então eh de que forma que essa informação é processada né pela fibra C ou pela fibra ah a Eta então aqui a gente tem a fibra a Beta que é uma dor prim a Delta perdão que é uma
uma dor primária aguda e a fibra C então não mirin então só pra gente perceber que essa dor né crônica ela pode ser causada por várias condições artrite o próprio Alzheimer que é uma doença inflamatória o câncer doenças neurológicas as doenças cardiovasculares diabetes Então essa dor ela é persistente né Eh com relação e à dor Essa Via é chamada de via protopática né porque ela leva informação de dor tato e tato grosseiro e térmica ela tem um baixo poder discriminativo eh exatamente né porque a maior parte delas acontecem nos órgãos internos onde o corpo o
campo do receptor é amplo e ela tem uma via de condução bastante lenta então aqui mostrando né Eh que essa informação a partir da primeira sinapse que acontece na na medula espinal ela vai acender até o tálamo agora já pelo lado contralateral onde ela vai fazer a segunda sinapse né diferente do que a gente viu pra via de tato e pressão e do talum ela novamente vai pro córtex somestésico né então ela tem uma via diferente da Via an anterior que nós vimos PR tato e pressão então o sistema protopático também né obedece essa mesmo
raciocínio Então ela sobe aqui pela Via agora não mais pelo pelo linco mas ela sobe pela coluna anterior né do tato o mesmo acontece com a via da dor e do tato grosseiro da face faz uma sinapse nut trigêmio cruza pro lado lateral e acende pela região anter lateral então aqui um um resumo dessas dessas vias que a gente viu né da via da dor em especial aqui mostrando que a gente tem eh um receptor sensorial que é sensível a algo nocio ele leva a informação até a medula onde tem a primeira ou no tronco
né aonde tem a primeira sinapse a partir daqui a segunda sinapse é neurônio de segunda ordem Está no tál e córtex somestésico eh de terceira ordem perdão tá nalam o que a gente o que eu gostaria de enfatizar é que essa informação também faz eh ela deixa uma ramificação importante na formação reticular e no hipotálamo então isso também tem a ver com o processamento emocional da dor né De que forma que a gente responde eh a essa condição e também com as vias modulatórios né eferentes da dor Então a gente vai falar um pouco agora
da via de modulação né então a gente tem tanto uma modulação aferente quanto uma modulação eferente da dor então Eh Lembrando que uma raiz dorsal tem os vários tipos de informação né a Beta a delta e c e que aqui portanto por que que isso aqui é importante enfatizar porque esta fibra de tátu e pressão ela pode ajudar a modular a percepção dolorosa na sua ascendência na sua chegada ao s sistema nervoso central tá então eh nesse desenho lateral se a gente imaginar né que eu tenho um estímulo eh doloroso chegando ao sistema nervoso central
eh um dos locais de se modular a informação centralmente é nessa sinapse aqui né então eu vou impedir com que isso seja retransmitido até o tálamo e do tálamo ao córtex somestésico então eu vou modular eh Essa Via outra forma é através da dessensibilização do receptor né Eh Ou da da eh da Gênese do potencial então eu posso modular perifericamente dessensibilizando o receptor com opioides ou com outros tipos de substâncias que vão interferir né no na Gênese do potencial de ação e consequentemente na chegada dessa informação ao sistema nervoso central esta modulação que eu falei
já no sistema nervosocentral ela é Eh chamada de modulação ou teoria do portão que seria a analgesia endógena né que seria a via aferente quando a informação chega ao sistema nervoso eh como que ela pode ser modulada então Eh um aspecto importante é eu enfatizei anteriormente que a fibra AB Beta teria uma uma participação efetiva nessa região então a gente sempre tem que considerar que a região dolorida né Eh tem um dermátomo importante E logicamente essa aqui é a raiz sensorial que Abarca as fibras a Beta e c então o que que pode acontecer Por
exemplo quando você tem uma lesão numa determinada região da pele a massagem ou h a estimulação desta fibra a delta a a Beta perdão ela pode simplesmente eh modular aquela sinaps lembra que eu falei anteriormente quando a fibra a Beta chega ela acende sem fazer sinapse sinapse para o tronco mas ao mesmo tempo ela emite um colateral para modular a via referente Então esse colateral que ela emite aqui é para estimular um interneurônio que dos eh substâncias opioides que vão modular essa via né da dor no sentido de impedir com que a informação que vem
das da fibra C seja reprocessada então esta fibra aqui ela favorece ela intensifica uma inibição já na entrada da medula eh reduzindo né o papel da fibra C Então essa esse tipo é um tipo de modulação chamado de modulação ou eh teoria do portão né que é a porta de entrada da dor no sistema nervoso central através da modulação da fibra aferente a informação Nem chega né n nas outras regiões eh por outro lado aqui a gente tem a fibra acendendo em direção ao tálamo e do tálamo pro ctex somestésico só que olha o que
acontece a formação ela se espalha ao sistema nervoso né além do Tao lá vai pro córtex Insular pro complexo amidal Loide córtex préfrontal para uma série de outras funções Mas o que eu quero chamar atenção é essa via aqui ó para a matéria cinzenta periaquedutal que vai ter um fator importantíssimo na modulação eferente da dor agora porque quando eu ativo a matéria cinzenta pel perid toal e por uma determinada condição junto com o complexo amidal Loide por um fator emocional eu posso agora impedir que a dor seja reprocessada né então são fatores e de memória
ou fatores emocionais que podem auxiliar nesse processo Então como é que isso acontece então a matéria cinzenta periaquedutal está aqui que eu destaquei para vocês no slide anterior e ela produz e modula né neurônios no bulbo e naquele portão de entrada da medula espinal aqui que é aquele neurônio inibitório né que também modula a aferência no sentido de de intensificar esse portão então quando isso pode acontecer por exemplo numa situação aonde o indivíduo tá machucado mas ele ou o indivíduo homem ou animal ele tá machucado mas ele tem que lutar fugir ou então né terminar
uma determinada tarefa motivada por um objetivo um maratonista um jogador de futebol qualquer outra função que faz com que ele não sinta a dor naquele determinado momento porque se ele sentir a dor ele não vai conseguir finalizar o processo então isso acontece exatamente né por essa participação da matéria cinzenta perec tutal que modula essa via esse portão de entrada então esse slide eh representa isso né e e resume de forma importante como a formação reticular e o bobo são modulados pela matéria cinzenta não deixando essa informação seguir para as vias superiores e ao mesmo tempo
intensificando né a liberação de opioides nos neurônios inibitórios e substância P reduzindo então a liberação de substância P que sinalizaria a dor né então é um fator importante então isso aqui deixa de acontecer nessa linha pontilhada tá dizendo Olha a informação não acende mais pro sistema nervoso central para o Tame medula espinal Então isso é importante e e agora só citando alguns opioides importantes né então logicamente essas substâncias elas fazem efeitos no sistema nervoso porque a gente produz essas substâncias ou produz substâncias semelhantes a elas no organismo e tem então a gente tem as endorfinas
e as encefalinas né que são liberadas num exemplo que eu dei por exemplo quando o indivíduo tá lesionado ou os opioides Beta endorfina e metal encefalina que podem ser usado inclusive para tratamento né E também são produzidas no sistema nervoso central em áreas específicas hipotálamo hipófise tronco medulo espinal né na nessas vias modulatórios e a dor referida é uma coisa que eu gostaria de de rapidamente falar né O que que é dor referida isso mostra aquela ideia do dermátomo né e da re sensorial Então por que que o indivíduo quando tem por exemplo uma isquemia
cardíaca sente dor na região regão e do tronco superior ou no braço esquerdo Exatamente porque essa região corresponde ao dermátomo né que leva informação tanto do do coração como da Pele que tá sobre essa determinada região levando essa informação ao sistema nervoso tá aqui tá mostrando né a região isquêmica a região da pele Então essa região que o indivíduo pode sentir dor e tá né Eh como se fosse dor no no braço ou no tronco mas na verdade pode ser algo que esteja relacionado a função cardíaca e aqui são mapa de todas as regiões né
Eh que poderiam representar dor no esôfago eh dor no estômago então quando alguma coisa pode perdão dor nessa região quando alguma coisa pode est relacionada ao víscera imediatamente abaixo da da região da pele tá então eh como por exemplo rim e pele e um outro detalhe que eu queria chamar atenção é que eh existe um relato e uma uma discussão na literatura que a dor também tem sido associado ao gênero Então as mulheres sentem mais dores né Eh que os homens principalmente né relacionado a ao trabalho então tem uma questão hormonal importante nesse processo né
Eh os homens sofrem de enchaqueca menos do que a mulher então só mostrando para vocês que tem uma parte hormonal bastante importante né E que se altera na mulher em relação ao homem levando essa essa diferença na na probabilidade de dor e por fim né dizendo que a dor ela tem um caráter multidimensional ela tem a a a parte do receptor sensorial mas ela também tem uma interferência emocional importante então o indivíduo deprimido o indivíduo que tem uma patologia sim pode sentir mais dor então tem relacionar ao contexto eh tá relacionado com o gênero tem
relacionado com a idade o idoso né em relação ao indivíduo e é um processo de aprendizagem formação de memória então serve nesse processo tem uma relação com a etnia importante então é um é uma característica multidimensional que deve ser levado em consideração sobretudo né quem trabalha com esses indivíduos em resumo então eu gostaria de de dizer a vocês que eh eu destaquei aqui a via da dor então mostrando né que a via da dor ela eh faz sinapses eu não vou nem destacar e o que isso pode representar em termos motores né mas tenho em
mente que sim que o sistema a dor ela pode gerar uma resposta motora importante o nosso aspecto aqui essa essa constelação de sinapse que acontece na Via eh na medula espinal que podem ser modulados tanto né pela Via aferente quanto pela via eferente e a partir daqui eu tenho o tato grosseiro a dor né Eh atingindo o sistema nervoso pela Via eh dorsolateral tá Resumindo Então a gente tem o sistema protopático e epicrítico o protopático tá relacionado com dor temperatura e trato grosseiro o sistema epicrítico tá relacionado com o tato fino né Eh importante o
neurônio primário o neurônio de primeira ordem né ele difere de acordo com a via então o neurônio primário é o receptor o neurônio secundário Ele tá em locais diferentes em relação ao tato epicrítico e o tato protopático Então nesse caso a primeira sinapse da dor acontece na medula a primeira sinapse eh do tato e pressão acontece no tronco encefálico né então os neurônios eles os neurônios de segunda ordem eles vão se modificando em função disso O de terceira ordem sempre vai ser o neurônio que faz o processamento tanto da dor quanto tá pressão no tlum
e o neurônio de de terceira ordem está no córtex H somestésico E aqui mostrando então que existem várias substâncias que podem modular a função desse desse nosso receptor né e que e tecidos inflamados ou não podem acentuar esse processo tá eh e aí a gente tem o processamento também né Eh no córtex eh Insular aqui que tem tá relacionado com o aspecto emocional Mas a nossa ênfase é no tál e no ctex somestésico tá aqui algumas referências e eu agradeço a atenção e Peço pela desculpa né do do de ter me prolongado aqui [Música]