e veja bem as imagem Projetada pelo cientista cognitivo Roger Chapa nela nós vemos duas figuras humanoides E aparentemente uma tá correndo atrás da outra sendo que a figura do fundo é maior que a da frente na verdade ela apenas parece maior Os Dois seres de imagens são exatamente do mesmo tamanho pode me disse você quiser é claro que essa ilusão foi feita de forma proposital ao final chefe é considerado o pai das pesquisas em relações espaciais e nos presenteou o povo umas imagens bem interessante curiosamente mesmo quando sabemos que as duas figuras são do mesmo
tamanho não é possível mudar a nossa percepção de que há de trás parece maior agora deu uma olhada nessa outra imagem acredite ou não o quadrado marrom de cima e o laranja da frente são exatamente da mesma cor O que explicaria as ilusões de ótica o que acontece o nosso cérebro a ponto de ele é aparentemente se enganado que talvez mais importante se evolução nos Doutor com uma boa visão nós cometemos erros ao interpretar imagens então fica aí que a gente vai resolver tudo isso no episódio de hoje e caso você não me conheça eu
sou Alberto de liso e nesse canal a gente fala de filosofia neurociência e Psicologia baseada em evidências então se você gosta de assistir a vídeos como esse clica agora não gostei eu sei que é chato ficar mendigando likes mas é o único jeito de você mostrar para algoritmo no YouTube e esse conteúdo é relevante agora se além de clicar em Gostei você também quiser ajudar na manutenção nosso canal sim corremos o risco do canal acabar devido a problemas financeiros estão clica agora no link da descrição e veja as várias formas que você pode usar para
ajudar o nosso projeto para compreender o motivo de vivenciarmos as ilusões de ótica precisamos saber como que funciona a nossa visão na presença da Luz os objetos à nossa volta refletem ondas que serão captadas pelos nossos olhos na parte de trás nosso globo ocular nós temos a retina que é uma camada sensível à luz que é composta por 100 é de cones e bastonetes E são essas células que convertem a luz recebida em impulsos nervosos ou seja em sinais possíveis de serem interpretados pelo cérebro e a sinais chegam ao cérebro por meio de um fecho
chamado de nervo óptico e são processados numa região cerebral chamada de córtex visual que fica na parte a função do cérebro é transformar os sinais recebidos em uma imagem coerente ou seja Quais são os objetos observados do que eles são feitos e qual é a posição deles mas por que que a gente tem que entender disso para compreender como que as ilusões de ótica funciona simples porque é a partida esse conhecimento entendemos que a interpretação que a gente faz do mundo fora de nós é uma reconstrução não é uma impressão exata se aquilo que chega
nos nossos olhos são apenas ondas eletromagnéticas e significa que não existem rótulos do mundo que facilitem a identificação daquilo que a gente tá vendo e o cérebro é obrigado a unir essas ondas da maneira mais é impressionante o como complexo esse processo mas para as pessoas que enxergam nada parece mais natural do que ver nós não temos acesso a todo o trabalho que o nosso cérebro faz a cada segundo que ele recebe imagens do mundo exterior não é à toa que uma fração bem considerável da parte de trás do nosso cérebro é dedicada enxergar Mais
especificamente a região hospital e uma parte dos lobos temporal e parietal em pessoas cegas essas áreas normalmente assumir outras funções um processo que é conhecido como neuroplasticidade Aliás já explicamos isso num outro vídeo e Pode parecer que esse processo todo a perda de tempo que talvez fosse mais eficiente se tivéssemos um molde Guardado na nossa mente e que fosse usado como referência para identificar um objeto no futuro por exemplo você anotou um cachorro o que significa que essa uma das primeiras vezes que você tá vendo animal seu cérebro poderia simplesmente captar as primeiras imagens desde
que guardá-las para serem usados como referência no futuro assim a identificar seu cachorro sem precisar fazer toda essa interpretação de novo mas acontece que nós dificilmente vemos uma mesma cena da mesma forma seu cachorro vai ser sempre seu cachorro independentemente se ele tiver sobre as quatro patas você tiver em cima de duas patas você vai deitando rolando atrás da árvore enfim em qualquer situação que você pode ver por isso que o cérebro faz é interpretar de maneira ativa o que que está sendo visto e só para você ter uma ideia de como que essa identificação
é complexa mesmo com todo avanço assim está computação as inteligências artificiais tem muita dificuldade em distinguir formas distorcidas daquilo que elas conhecem algo que a gente faz uma fração de segundo use você já deve ter percebido que é justamente esse desafio que os sites usam para distinguir pessoas de robôs por exemplo chamados caption que por vezes aparecem como algoritmos modificados em outros momentos como diferentes paisagens que devem ter seus elementos parecidos identificar é claro e inteligência o saldo muito principalmente com o uso de dados do próprio desempenho mas ainda estão longe tem uma identificação tão
precisa e rápida como a nossa bom depois desse Panorama que demos sobre nosso cérebro vamos dar uma olhada no produto da percepção ou seja como uma cena é analisada e interpreta nesse ponto vamos dar uma olhada em alguns componentes daquilo que nos permite analisar uma cena Começando por aquilo que os psicólogos da Gestalt instituíram como leis para percepção o princípio fundamental é a lei de pregnancies que prevê que nossa assimilação do campo visual é sempre a mais simples possível e como vamos ver os princípios seguintes são ótimos exemplos desse Princípio Fundamental começando pelos princípios de
agrupamento o primeiro seria pela proximidade ou seja nós julgamos objetos de acordo com a distância entre eles análise por exemplo a imagem a seguir é muito provável que você interprete como três linhas compostas quatro circo é uma ao invés de interpretar 12 circunferência separadas o outro princípio ao da similaridade que prevê Que objetos similares serão agrupados nesta imagem por exemplo tendemos a interpretar as colunas de circunferências como separadas das de quadrados o terceiro princípio do agrupamento ao dá continuidade que prevê que elementos atravessados por linhas ou curvas não são interpretados como interrompidos nesta imagem por
exemplo nós entendemos como duas linhas um atravessando a outra ao invés de quatro linhas se encontrando no Ponto Central e último princípio de agrupamento é a lei do fechamento que prever que nós completaremos partes faltantes de uma figura por exemplo nós temos a tendência de perceber essa imagem como uma circunferência ainda que um pedaço a circunferência não esteja lá essas leis não são apenas curiosidades na verdade elas estão por trás de praticamente todas as nossas experiências perceptuais é porque é por meio delas que conseguimos perceber os objetos e as suas partes compreendidos Esse princípio vamos
passar para um outro que é ainda mais importante para os nossos objetivos que é a discriminação da figura fundo ou seja parte de uma imagem é percebida com o objeto bem delimitado que estamos observando o resto é tratado como um conteúdo sem forma isso quer dizer que os dois elementos são qualitativamente diferentes um tem forma de limitada e o outro não tem além disso a figura é percebida na frente do campo visual e o fundo é percebido como cenário em que a figura se localiza algumas das ilusões de ótica mais famosa exploram isso por exemplo
dá uma olhada nessa imagem se encaramos a parte branca como sendo a figura então vemos um cálice em frente a um fundo escuro porém se encaramos a parte preta como sendo da figura então vemos Duas Faces se encontram à frente de um fundo branco TAM há uma percepção é muito difícil ou mesmo impossível ver a outra simultaneamente outro princípio que explica algumas percepções distorcidas é o dia ilusão de contornos que ocorre quando algumas figuras parecem estar presentes no imagem mesmo não estamos fisicamente lá elas aparecem porque nosso cérebro assim série por exemplo a imagem a
seguir ao invés de interpretarmos como três p503 ângulos aleatórios nós percebemos como se houvesse três círculos próximos a cada lado de um triângulo mas toda essa imagem Foi sobreposta por um triângulo branco e como você pode ver não existe triângulo Branco nenhum Neymar ainda que seu cérebro esteja fazendo esforço interpretar o meio da figura como sendo ainda mais claro que o fundo de forma a destacar o triângulo que tá sendo completado mentalmente E mais uma vez o cérebro ele tá dando a interpretação mais simples para imagem que visto passando por um próximo fenômeno que acontece
com a gente e para Constância de tamanho quando os objetos estão afastados de nós eles tem de aparecer menores contudo o cérebro é capaz de usar pistas do ambiente para perceber a profundidade na qual o objeto está localizado e por meio disso ele realiza uma espécie de cálculo que permite Socorro tamanho real do objeto é esse fenômeno aliás que faz com que aquela imagem lá do início de impressão que são duas figuras de tamanhos diferentes nós localizamos o primeiro indivíduo no início da Imagem e onde as coisas que o torna um pequeno é a altura
relativa dele com o teto porém a imagem consiste em um túnel no com altura composição passa a impressão de ser um túnel profundo Ao vermos o ser lá de trás quase encostando no teto a impressão que temos é de que ele é tão alto que alcança o topo do túnel que além disso toma o mesmo espaço na figura que o personagem da frente e agora vamos ao último tópico que a Constância da cor na hora de identificar a cor de um objeto e levamos em conta dois aspectos a iluminação que incide sobre a superfície dele
e acorda qual ele é feito é fácil perceber que a luminosidade refletida por um amarelo que você vê em um ambiente escuro é diferente da luminosidade refletida no ambiente Claro mas você não tem dificuldade alguma para identificar que é o mesmo Amarelo isso porque seu cérebro consegue levar em conta a luminosidade ao redor para perceber uma cor isso é ele consegue considerar que objetos Claros refletem pouca luz quando há pouca luminosidade e objetos escuros refletem muita luz quando o contexto é reluzente em outras palavras um carvão no sol reflete tanta luz quanto uma bola de
neve na sombra e o Cérebro não consegue calibrar a luminosidade e as cores cada um desses ambientes desde se Invista conseguimos compreender As Ilusões que envolvem cores naquela imagem dos cubos nós interpretamos os quadrados como diferentes entre si porque a sombra na frente nos leva a água a velocidade distinta nos dois contextos logo o quadrado de cima é interpretado como mais escuro por causa de uma espécie de compensação pela luminosidade que atinge o topo do a mesma coisa acontece essa próxima imagem os quadrados A e B são da mesma cor apesar de não parecer porque
tá acontecendo é justamente o cérebro compensando aparente diferença de luminosidade que é causada pela presença do cilindro o que a gente pode concluir ao contrário do que pode parecer as ilusões de ótica não provam nenhum erro do sério na verdade elas utilizam de artifícios justamente vai mexer com o cálculo que o nosso cérebro faz o tempo todo é justamente o processo cerebral detalhado que permite que As Ilusões ocorram se não houvesse compensação de cor de tamanho que não interpretar se uns corretamente as partes que compõem os objetos teríamos muito mais dificuldade para compreender o que
a gente no fim as E aí Ótica não são imagens que alteram a maneira como nossos olhos percebe ambiente pelo contrário na verdade elas brincam com a interpretação que o cérebro faz do mundo a nossa avó e você também achava que Asus hoje Ótica seriam um bug do cérebro para que mostrasse alguma deficiência na nossa capacidade de ver no que tem alguma sugestão de tema pode deixar nos comentários e lembre-se se você quiser assistir mais vídeos como esse já se inscreve no canal e já tive o Sininho Porque toda semana Tem vídeo novo por aqui
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