Durante toda a história da humanidade, nós trabalhamos. Passamos anos na rotina de 9 a 6 horas da tarde, voltando cansados, ganhando pouco e mantendo tempo para aproveitar um belo dia de sol com os amigos. Agora tudo mudou.
O Maxbot Ultra Autonomous Humanoid Mark 2 é especialista em executar qualquer uma das suas tarefas melhor do que qualquer ser humano no trabalho, em casa e até [música] debaixo das cobertas. Deixe o Maxbot ser o seu provedor, amigo e parceiro, enquanto você aproveita a vida. Essa não é uma propaganda real de um robô que vai ser comercializado em 20 anos, mas poderia ser e provavelmente até antes disso.
[música] [música] Com a quantidade de novidades que estão surgindo, a nossa visão começa a clarear sobre o tipo de futuro que a nossa espécie vai ter. E eu preciso dizer, ele é mais parecido com uma história de ficção científica do que a realidade que a gente conhece. A boa notícia é que trabalho como necessidade.
Isso daí vai acabar. A má notícia é que talvez a gente possa acabar junto, talvez. Em 1965, um dos fundadores da Intel, Gordon Moore, previu que nos próximos 10 anos a quantidade de transistores dentro de um chip iria dobrar a cada ano e a partir disso ia continuar dobrando a cada 2 anos e ele acertou por 60 anos.
Transistores são como neurônios digitais. Eles armazenam e processam qualquer tipo de informação e são o que as nossas televisões, computadores, videogames usam para funcionar. Então, quanto mais transistores existem no mesmo espaço, mais poderoso é o chip.
Em 1969, o computador que levou o homem pra lua, o Apollo Guidance Computer, tinha um total de 70. 000 1000 transistores. Hoje esse iPhone que eu tô segurando tem 20 bilhões.
E diferente do computador que levou o Homem pra Lua, ele não custou 15 milhão de dólares. Isso não é louco? O celular que provavelmente você tá usando para assistir esse vídeo é em torno de 300.
000 vezes mais poderoso que o melhor computador do mundo 50 anos. E o chip dentro do seu celular custa menos que um jantar num restaurante qualquer. Então o custo por transistor cai drasticamente a cada ano.
E quando algo fica exponencialmente mais barato, isso passa a ser acessível. E aí quando algo fica acessível a gente começa a usar isso para produzir mais. E aí é jogar a gasolina no fogo.
Mais poder computacional gera mais produção, que gera mais oferta. Mais ofertas gera menos custos, isso gera mais acessibilidade e mais acessibilidade traz mais inovação e mais inovação, volta ao início do ciclo, traz mais poder computacional. Esse parece um bom ciclo.
Afinal, mais pessoas estão tendo acesso à informação e a possibilidade de ter uma qualidade de vida melhor. E a gente viu isso. A pobreza vem diminuindo consistentemente em todo o mundo nos últimos 200 anos e a qualidade de vida média do ser humano vem aumentando.
E isso não significa que todo mundo se deu bem com todas essas transformações. Imagina um ferreiro que aprendeu e desenvolveu sua arte durante toda a sua vida e de repente surge uma máquina capaz de fazer o mesmo trabalho que ele, só que mais rápido, de forma mais confiável e mais barata. A maior parte das pessoas vai ser beneficiada por isso, porque pela lei da oferta e da procura, o aumento da oferta de talheres, itens de cozinha, por exemplo, vai tornar esses itens mais acessíveis para milhões de pessoas.
Os ferreiros, por outro lado, vão ser totalmente marginalizados e, se forem mais velhos, vão ter uma dificuldade gigantesca de se reinserirem no mercado de trabalho. O mesmo aconteceu com os coxeiros, quando os carros substituíram os cavalos e também com os escribas, os acendedores de Lampião e as operadoras telefônicas. No surgimento de cada inovação tecnológica, alguém saiu perdendo.
Mas o problema não tá na criação de uma nova tecnologia. A gente não pode simplesmente parar o progresso e sinceramente a gente nem quer. A nossa vida é muito melhor hoje com o livro impresso, com a eletricidade, com lentes de óculos, com antibiótico, carros, aviões, eletrodomésticos, internet, smartphone e inteligência artificial.
Levanta a mão. Quem gostaria de trocar a vida que tem pela vida de uma pessoa média 500 anos atrás? No longo prazo, até hoje, as inovações tecnológicas sempre geraram mais empregos do que a pagaram e beneficiaram mais pessoas do que prejudicaram.
O problema tá na transição e agora não vai ser diferente. >> Eu acho que o 2026, 2027 vai ser sangrento pra pessoa entre 30 e 50 anos de idade que achava que tinha um trabalho super estável, onde ela vai ser mandada embora por causa de inteligência artificial. Casos de demissão em massa já tão acontecendo e o culpado inteligência artificial.
E se isso não aconteceu com você, é natural pensar: "Ah, faz parte, a gente tem que se adaptar mesmo. O progresso sempre vem dando um passo para trás e dois pra frente. A gente não pode conter o avanço da tecnologia, porque no final o saldo líquido de empregos vai ser maior.
" E você tem um ponto, historicamente essa foi a forma mais assertiva de olhar pra inovação, porque foi o que aconteceu mesmo. Agora, essa inovação, essa em específico que a gente tá vivendo, é diferente de todas as outras e ela vai acontecer em fases e em cada fase pessoas diferentes serão afetadas. Fase um, automação do trabalho inteligente.
Vamos voltar para 1961. Imagina que você é um soldador trabalhando numa montadora importante da época. O seu trabalho é repetitivo, cansativo e, no seu ver, mal pago.
Mas é o que você tem. Um dia, seu chefe decide trazer uma máquina recém-lançada chamada Unimate, que faz soldas 24 horas por dia, sem pausas, sem se machucar e com uma precisão que você jamais conseguiria manter o dia todo. Depois de um mês, o seu chefe te chama na sua sala para conversar e diz: "Olha, obrigado pela sua contribuição com a nossa empresa durante todos esses anos, mas essa é uma conversa de demissão.
" Essa história que eu acabei de te contar, ela aconteceu e aconteceu milhares de vezes em muitos momentos nos últimos séculos, mas o ponto em comum em todos esses momentos foi que a inovação tecnológica sempre veio para automatizar os nossos músculos. O Tar substituiu as mãos, o trator substituiu a força, o carro substituiu as pernas, mas a revolução que a gente está vivendo não veio pros nossos músculos. Esse trabalho que é pesado, que ele requer muita habilidade manual, ele requer muito tempo investido manualmente, ele tá numa posição melhor agora.
o encanador, o eletricista, a empregada doméstica, marceneiro, piscineiro, o trabalhador do campo, que dependem mais do trabalho manual, eles não são o alvo. As pessoas mais ameaçadas dessa rodada são toda e qualquer pessoa que fazem trabalhos intelectuais, principalmente aqueles que fazem trabalhos na frente do computador, programadores, funcionários de suporte e atendimento do cliente, gestores de tráfego, analistas financeiros, animadores, roteiristas. Basicamente qualquer trabalho que requer raciocínio lógico, análise de dados ou criatividade tá ameaçado.
E dá para entender esse vídeo que você tá vendo agora na tela tem a qualidade de um estúdio de animação de CDI contratado por Hollywood por milhões de dólares para produzir esses mesmos efeitos para filmes. Esse trecho de música novo nova >> é um trecho de música do meu programa educacional de empreendedorismo, educação financeira e inteligência emocional para escolas que e também não teve nenhum toque humano. E essa influenciadora que você também tá vendo, >> não era para ser nada demais, >> ela simplesmente não existe.
>> Eu [música] entendo, a gente parece real mesmo, né? Olha isso aqui. >> E pode até ser que você olhe para essas coisas e diga: "Dá para ver que é IA".
E também diga que o toque humano é insubstituível. Mas se você levar em consideração que em 2022 o Will Smith comendo espaguetti era assim e 4 anos depois ele tava assim, pode ser que para algumas coisas e ainda não seja tão boa quanto humanos, mas é claramente só questão de tempo. Não é mais questão de si, mais questão de quando, não vai ter mais absolutamente nenhuma tarefa criativa ou intelectual que a não consiga fazer melhor, mais rápido e mais barato do que qualquer ser humano [música] vivo.
E aí o quê? A gente vai voltar a trabalhar nas minas de carvão, a gente vai voltar a trabalhar nos campos conertando piscinas. A verdade é que nem isso tá seguro.
Você lembra daquele ciclo do começo do vídeo? mais poder computacional, mais produção, mais oferta, menos custo, mais acessibilidade, mais inovação e, por fim, de volta mais poder computacional. A velocidade do avanço da tecnologia é exponencial, porque cada nova descoberta, cada nova invenção gera uma gama de várias outras descobertas que, por si só, influenciam elas em outras muitas mais descobertas.
Isso cria uma árvore que cresce com uma velocidade imparável de avanço. >> Demorou 40, 50 anos para você ter uma ideia, pra gente chegar ao ponto onde o você tem uma máquina que conseguisse processar o mesmo número de informações que o nosso cérebro. Impressionante que isso foi previsto há mais ou menos 40, 50 anos atrás.
E assim, no ano certo a gente chegou. >> É, então a previsão é que em 5 anos a gente possa ter [música] o equivalente a 1000 cérebros. E onde a gente vai enfiar esse processamento de 1000 cérebros?
Em robôs? >> Porque a robótica ela tem certos obstáculos que ainda vão demorar mais ou menos uma década, 15 anos para serem resolvidos. Por exemplo, quando eu vou te dar um abraço, eu vou apertar sua mão, por exemplo, o meu cérebro já tá já fez todos os cálculos para chegar a distância certa de você, a força que eu tenho que usar para apertar sua mão.
A gente não tem esses dados paraa robótica. Então, o alívio pros trabalhadores braçais é temporário. Hoje nós só não temos ainda dados suficientes para que um robô alimentado por mear simplesmente consiga alcançar um nível humano de destreza, de delicadeza no toque e cuidado para consertar um cano furado ou manipular louças de cerâmica.
Mas esses dados já tão sendo gerados rápido. Fase dois, a substituição do trabalho. [música] Você deve ter visto o lançamento do NO, o robô da OneX Robotics.
Por. Você poderia reservar um robô que faria todas as tarefas de casa para você. Passar roupa, limpar casa, lavar louça, exceto que não é um robô que faz a maior parte dessas coisas.
Parece que é ele, mas na verdade é um operador remoto em algum lugar do mundo que tem acesso ao robô e o controla para realizar as tarefas. É claro que a reação do público foi dividida. Afinal isso significa deixar um estranho entrar na sua casa, estudar seu ambiente, conhecer seus filhos, ouvir conversas privadas e muito mais.
A boa notícia é que os operadores remotos são só temporários. O que a Onex Robotics quer é depender de alguns early adopters, então pessoas dispostas a pagar $. 000 dólares, deixar um humano controlar um robô dentro da própria casa por um tempo e a Onex Robotics gerar com isso a maior quantidade de dados possível para alimentar uma inteligência artificial com que ela precisa para aí sim essa Iar rodar no robô e fazer esse robô conseguir executar as tarefas domésticas por si próprio com alto grau de confiança.
Essa empresa, a Onex Robotics, foi incubada pela empresa do Alex, que eu tô entrevistando ao longo desse vídeo. A empresa do Alex se chama Circuit Launch e eu tive o privilégio de conhecer a operação dele pessoalmente lá no Vale do Silício em janeiro de 2026, quando eu viajei com os alunos vencedores do desafio Lider. Se você quiser conhecer mais pra sua escola, link do programa tá aqui na descrição.
E ainda que a Oneex Robotics seja uma das principais hoje na fronteira da tecnologia de robôs domésticos, os chineses estão além. Essa foi uma apresentação coreografada de kung fu no festival de primavera da China em 2026, utilizando humanos e robôs da empresa Unite. Detalhe, 100% autônomos.
Cara, para mim o mais bizarro disse que além deles fazerem acrobacias movimentos absolutamente precisos, o mais surpreendente são como eles parecem humanos. Cada robô tem movimentos um pouco diferente uns dos outros. Repara bem, alguns deles tropeçam, eles conseguem recuperar o equilíbrio.
Então, diferente de um algoritmo que ia inevitavelmente sempre fazer a mesma coisa, né? A máquina é sempre executar o mesmo movimento, sem qualquer tipo de variação, esses robôs operados pela própria inteligência são capazes de ajustar seus movimentos em tempo real, dependendo da circunstância. Por exemplo, olha essa parte aqui em que os humanos interagem diretamente com o robô segurando essa barra.
Cara, tem um moleque que ele pula, ó. E e aí ele bate no bastão, ele erra. Você vê isso porque nenhum dos outros fez isso.
Só que o robô se recupera e nenhum robô automatizado por algoritmo faria isso, porque diferentes forças de diferentes pessoas poderiam fazer com que os robôs se movimentassem só um pouquinho e acabassem errando totalmente a sua posição no palco até o final e até cair no meio do processo. Agora, como esses robôs têm inteligência, eles calibram seus movimentos para se adequar às inconsistências dos humanos. com quem eles estão coreografando.
E o mais bizarro, esses robôs custam $900 ou então R$ 30. 000. E o modelo mais avançado, ele custa só 16.
000, o que ainda assim dá em torno de R$ 83. 000. É claro que se a gente considerar que a gente vai importar isso, tem a taxa de importação que poderia dobrar o preço, no caso da gente trazer esse robô para cá, mas cara, mesmo se ele custar 160.
000, É um preço de um carro zero popular hoje. Não é nada absurdo. E é só o primeiro ano em que tem um desses robôs realmente é uma possibilidade.
Os preços, como você sabe, vão cair muito. E aí sim o trabalho da doméstica, do encanador, do piscineiro, do eletricista, do jardineiro e do pedreiro vão ser eliminados. Mas não só deles.
Já existem robôs que estão chegando perto da perfeição em relação ao que é copiar um rosto humano. Você tá vendo onde eu tô chegando? Dentro dos próximos 15 anos, é possível que chegue um momento em que um robô e um ser humano vão ser tão parecidos que a gente pode não saber.
E se a gente não consegue dizer a diferença, que diferença faz? Pensa bem, a gente costumava dizer que profissões como advocacia, medicina, psicologia vão existir para sempre por conta do componente humano, da troca, da conexão, da empatia. E faz sentido, humanos se identificam com humanos e e ninguém ia gostar de ser atendido por uma lata de metal que não tem sentimentos.
A questão é que robôs não precisam ter sentimentos, eles só precisam agir como se tivessem pra gente gostar deles. Eles podem ter autonomia, eles podem ser educados, eles podem simular empatia ou tristeza. Eles podem fazer isso tão bem a ponto da gente realmente não ver a diferença.
E é isso que muda tudo. Porque a partir do momento em que robôs são tão bons em serem humanos, melhores inclusive do que a maior parte dos seres humanos, a gente deixa de ter qualquer incentivo para querer ser atendido por um médico que às vezes teve um dia ruim e que tá com pressa para ir embora e ver a família e que tem chances maiores de errarem o diagnóstico e acabarem dando tratamento errado. É possível que pelo grau de confiança de IA e robótica, a gente prefira que eles acabem exercendo funções que são de alta responsabilidade pra nossa vida, de tão alta responsabilidade que pode ser até que algumas pessoas prefiram ter relacionamentos com robôs, porque pensa, você vai poder pagar por um robô que vai conseguir ainda assim parecer um ser humano.
vai ter um sentimento de conexão tão profunda com você que pode ser que dificilmente você encontre outro ser humano que seja capaz de replicar. A verdade é que nós, seres humanos, a gente não precisa de muito para ter uma conexão com alguém ou algo. A gente só precisa sentir que esse alguém realmente se importe, que sabe o nosso nome, que lembre das nossas histórias, que nos trate bem, que nos ajude a processar momentos difíceis, que ria, que chore, que seja companheiro, que pareça uma entidade autônoma e por fim que responda por um nome e que possa se relacionar.
E robôs vão ser tudo isso em breve. A inteligência artificial já é melhor em lidar com interações sociais do que a maior parte dos seres humanos. Existe uma série de pesquisas críveis com metodologia científica mostrando exatamente isso.
Eu vou deixar o link delas aqui na descrição. E parece que não são melhores só nisso até, mas aparentemente melhores do que um estagiário que ganha R$ 3. 000 por mês.
Ó, esse cara ele montou um setup usando o OpenClaw, que é um agente que acabou de ser lançado de totalmente autônomo, que tem e-mail próprio, tem conta no WhatsApp própria, que responde como um ser humano que pode fazer ligação. Ele literalmente faz qualquer tarefa no computador que você quiser. E o melhor, 24 horas por dia.
Contratei uma funcionária por ela nunca vai dormir. Essa é a mesa dela aqui no escritório. falado da minha Mac Mini próprio, conta própria, e-mail próprio, tudo separado do meu, como qualquer funcionário.
E o legal é que para fazer tarefas no computador, para fazer ligações, reunião, basicamente tudo que for digital, não tem nenhuma necessidade desse agente ter um corpo. Enquanto eu tava fazendo a pesquisa desse vídeo, eu vi um comentário num real de ya, é de um post na gringa e o comentário era assim: "Eu tenho uma pergunta. Se todo mundo vai ser substituído por IA, como as pessoas vão ganhar dinheiro?
Se eu tenho um emprego, eu posso comprar coisas, mas se eu perco um emprego, eu não posso comprar nada. E se pessoas perdem um emprego e não compram nada, como as grandes empresas já vão ganhar dinheiro? E aí ele termina falando: "É tudo um ciclo, sem empregos, sem dinheiro, sem economia".
Bom, meu amigo internauta da gringa, é aí que a gente entra na fase três. Fase três, substituição do ser humano. A gente acredita que essa revolução, ela não precisa ser feita pelo ser humano.
Ela não tem necessidade nenhuma de ser feita pela gente. >> A verdade é que é preciso que haja trabalho para alguém ganhar dinheiro. Só não é preciso que sejamos nós que fazemos o trabalho.
Entende o seguinte? Se uma I em breve vai conseguir fazer qualquer tarefa de músculo ou cérebro, não é que o trabalho por si vai acabar, é que o ser humano, enquanto ferramenta de trabalho vai acabar. E é claro que isso não vai acontecer da noite pro dia, não é como se deu 15 anos e pronto, não existe mais gente trabalhando.
Mas quanto mais o tempo passar, mais isso vai ser realidade. E faz sentido. A gente é extremamente ineficiente.
A gente cansa, a gente toma decisões emocionais, a gente se distrai, a gente erra. Por outro lado, se você delegar o seu trabalho para uma máquina, cara, o seu potencial de geração de renda é ilimitado, porque de repente essa máquina que tem acesso instantâneo a todo conhecimento do mundo, que pode se locomover se você quiser, que é incrível interagir com seres humanos, que é igual a um ser humano, acaba sendo simplesmente a melhor escolha para fazer o que você faz e muito mais. Então, é claro, a gente ainda vai precisar da função engenheiro, da função advogado, da função médico, função motorista, função secretária, função empresário, função youtuber.
Mas todos esses trabalhos podem ser feitos por inteligência artificial num computador ou por um carro autônomo ou por um robô que parece um humano. E eu sei que a gente costuma pensar que, ah, mas tem muita coisa que os humanos estão fazendo melhor. Eu concordo com você.
Ainda tá longe para ir a realmente conseguir substituir algumas coisas. Esse roteiro não teve um pingo de inteligência artificial, zero, nada. E eu tenho muita dificuldade em assumir que Ia conseguiria fazer isso assim, ainda mais se levar em consideração trabalho de editar o vídeo, colocar os efeitos sonoros, de fazer os cortes, até fazer a entrevista com outra pessoa, parece algo muito difícil de conceber.
Mas se a gente já chegou até aqui, qual que é o limite? Eu sinceramente acho que a gente não deveria se surpreender [música] se todas as coisas que hoje eu acho que fazem do Breno, o Breno acabem sendo muito melhores feitas por um robô. E e pode ser que tenha um ponto positivo.
Todas essas funções que eu mencionei há pouco, elas vão ser feitas com praticamente nenhuma margem para eles, porque vão ser entidades que vão poder produzir 24 horas por dia sem cansar e ainda vão ganhar dinheiro pra gente. Então pode ser como justamente se você tivesse um time de gênios à sua disposição que você pode usar pro benefício próprio ou caso você queira alugar para outras pessoas usarem para benefício próprio. Agora o ponto mais importante é e pras pessoas que tm pouco ou nenhum dinheiro?
E pr aquelas que ficaram sem emprego e não tem robôs ou computadores controlados por IA para gerar renda para elas. Como que essas pessoas vão conseguir competir uma sociedade de robôs perfeitos? Essa é a questão.
Não vão. Quem tiver dinheiro vai conseguir pagar por IA e comprar robôs movidos por IA para aumentarem a sua produção e ganharem mais dinheiro. Quem for pobre e não teve excesso à educação, vai tá tão atrás que vai ser praticamente impossível de alcançar.
Então, a produção vai crescer, mas a desigualdade isso vai explodir pelo menos até entrar o governo. Todo mundo já cansou de depositar a salvação da pátria no governo. Isso não ter acontecido muitas vezes, mas me ouve.
E a e robôs vão aumentar a capacidade produtiva da humanidade exponencialmente. E aí é aquela curva que eu já falei toda de novo, mais produção, mais acessibilidade, mais inovação, mais produção e por aí vai. E o governo vai ter uma parcela disso.
Afinal, como dizia o meu avô, o governo é sócio de todas as pessoas e todas as empresas do nosso país. E é, ele ganha em cima de tudo que todo mundo produz. Então, ainda que a parcela produtiva da sociedade vai ficar restrita a quem realmente tem acesso a essa tecnologia, como um todo, a produção vai ser inimaginavelmente maior.
E se a produção é maior, a arrecadação também é. E isso, por si, em tese, permitiria que o governo tivesse recursos para um instrumento de redistribuição de riqueza chamado de renda básica universal. A renda básica universal é como um salário que todo mundo legível iria receber para ter uma vida digna sem precisar trabalhar.
E como a oferta da produção vai ser tão grande, é muito provável que todo mundo tenha uma vida muito decente, porque tudo é muito barato. Mas e aí? Ninguém realmente precisa trabalhar, ninguém tem o que fazer.
É esse o futuro que aguarda a gente? Será que isso não gera um problema? >> Uma boa parte de quem eu sou e talvez de quem você é o trabalho que eu fiz até hoje.
É onde eu eu passei, onde eu me esforcei para fazer a maior parte do tempo. É onde eu me dediquei aquelas horas e toda uma parte da minha vida intentando transformar o trabalho que eu tenho ou que eu tinha interesse em algum valor. Se você retira isso de mim ou retira isso de você, quem é você?
Quem que é o Breno? Quem que é o Alex? Essas perguntas a gente não sabe porque a gente não aprendeu viver num mundo assim.
A gente não aprendeu viver num mundo onde a eu tô eu não tenho, não estou anexada ao que eu faço. >> Então, no começo do vídeo, eu disse que a má notícia era que a gente iria acabar junto. Não é que a gente vai morrer, é que o que nós entendemos como nós, isso vai.
Se você não precisasse mais trabalhar, o que que você seria? Sério, tenta se descrever agora sem mencionar o que você faz profissionalmente ou o que você faz na faculdade. Pausa esse vídeo e tenta em uma frase.
Difícil, né? Ainda assim, pra geração beta, essa que começou agora em 2025, e pras gerações a partir dessa, alguém dizer que trabalha vai ser tão estranho quanto um vizinho seu dizer que precisa acordar cedo para acender os lampiões da rua. Mas provavelmente essa renda básica universal vai demorar, talvez bem mais do que quando a gente precisar dividir a faixa de pedestre com vários robôs que estão realizando tarefas pros seus donos.
É por isso que você lembra, é a transição que é o problema. O que que eu posso fazer, irmão? Será que eu sou totalmente incompetente agora?
Eu não consigo fazer absolutamente nada? Ou pelo menos tem algo que ela possa justificar, tomar um pouco mais de tempo e trabalho? para pelo menos mitigar um pouco a parte das consequências negativas que vão surgir.
>> Se adaptar com a velocidade dessa tecnologia é o problema. Então, para todo mundo que tá escutando, o que eu gostaria de dizer é o seguinte: isso não é o futuro, isso já aconteceu. Essas coisas que nós estamos falando aqui já são mais inteligentes do que a gente é.
Então, a gente vai começar a ter que aprender agora se adaptar o mais rápido possível a trabalhar o nosso ego para entender que tudo que a gente se esforçou para fazer aqui agora, até agora, vai poder ser feito melhor para uma máquina com inteligência social, melhor do que a gente pode. Então, acho que a melhor coisa que a gente pode fazer agora é aceitar o processo. Então, por exemplo, se você trabalha numa empresa agora que tá com medo de automação, você seja a pessoa que tá automatizando, você seja a pessoa que tá lá estudando a EAI e ensinando para o seu patrão de como usar e replicar o seu próprio trabalho.
Outra coisa é que para quem sai da universidade agora, tenta empreender. Para mim, a gente tem dois caminhos agora para poder continuar esse processo. A encontrar um trabalho, não importa qual trabalho que você tem, não importa qual posição que você tenha, ela vai ser provavelmente temporária e ela tá a perigo.
Não importa qual posição que seja. Se você conseguir empreender, e eu sei que não é uma coisa para todo mundo fazer, porque nem todo mundo vai ter que aguentar a pressão do que é você empreender, das dificultades, né, da de lidar com todos os problemas que você empreendedorizo, mas é uma habilidade extremamente importante para você poder fazer só você, porque se você aceitar o fato que a é mais inteligente do que a gente, se você conseguir se adaptar, pelo menos aprender a usar algumas ferramentas, [música] você vai entender que você pode criar um mundo inteiro, uma empresa inteira com algumas pessoas ou só com você, com um grupo de de pessoas que vão poder trabalhar para você, que são os agentes nesse caso, que só vão ficar melhor. >> Eu sei que isso é assustador.
Na verdade, as empresas entendem a importância de se reposicionar rápido frente ao mundo movido por inteligência artificial e elas estão literalmente pagando um prêmio salarial para pessoas que mostram dominar diferentes ferramentas de a em diferentes áreas de negócios. Por exemplo, um engenheiro de A hoje que sabe machine learning tá ganhando R$ 27. 100 R$ 100 por mês.
Uma pessoa capaz de criar agentes de A com diferentes aplicações, R$ 20. 000 por mês. Um cientista de dados ganha R$ 21.
000 por mês e um gestor de marketing com foco inteligência artificial R$ 35. 000 por mês. Ou seja, isso é uma oportunidade para você se capacitar e aumentar o seu valor de mercado, dado que o mercado tá pagando e pagando bem quem tem essas habilidades.
E por isso eu queria falar da patrocinadora desse vídeo, a Triple 10. A Triple 10 foi eleita a melhor escola de tecnologia dos Estados Unidos e acabou de lançar o MBA em ciência de dados e inteligência artificial. Eles focam em preparar os alunos pro mercado real.
Por isso que saindo do Triple 10, os alunos têm uma taxa de empregabilidade de 93%. Com esse MBA, você vai garantir as habilidades em A para atuar nas profissões mais requisitadas e mais bem pagas no mercado global. Porque esse MBA que é reconhecido pelo MEC, mas também reconhecido no exterior.
O que significa que essa formação abre portas para empregos que podem te pagar em dólar ou até euro. São 10 meses de estudo 100% online e com a mentoria de carreira que só a Triple 10 oferece. Então tô deixando o link aqui embaixo para você agendar sua reunião com a Triple 10.
E se lembra de usar o meu cupom jovens de negócios para você ter 5% de desconto. Agora, voltando pro futuro do trabalho, o trabalho não vai desaparecer de um dia pro outro, mas a necessidade de humanos para produzir valor econômico a cada ano vai virar exceção. Então, a pergunta não é se a IA vai tirar empregos, é quem vai ficar com valor que a IA cria?
Deixa o like nesse vídeo, se inscreve no canal se você quer continuar recebendo outros conteúdos assim. Eu tô comprometido em melhorar a produção e a pesquisa dos vídeos cada vez melhor para trazer conteúdo que seja factível, bem embasado e confiável. Então você assistindo ajuda isso ainda mais a acontecer.
Comenta aqui embaixo qual dessas previsões para você é a mais absurda de todas. Eu vou adorar conversar pra gente debater o que que disso pode ou não se concretizar e o que que vai acontecer que não foi falado. Bom, sem mais, meu nome é Breno Perrucho e seus jovens de negócios.