Prezadíssimos e queridíssimos alunos, sejam todos muito bem-vindos a mais uma aula de nossa assinatura, elencando mais uma vez, só que agora mais detidamente, o controle alimentar. Tem que ficar muito claro aqui algumas coisas interessantes e algumas coisas importantes. Eu tenho considerado muito importante que através de nossas aulas vocês têm demonstrado pelo altíssimo nível de argumentação e de debate, temos alunos muito cultos no nosso chat de alunos, que vocês converteram reificações em acusações de comportamento e passaram a entender melhor as coisas como comportamento. Isso com certeza aumentou o leque de interpretações e de recursos para vocês
moldarem ou domarem seus impulsos ou até intervirem nos seus filhos, nas crianças, em seus maridos, em suas mulheres, enfim, somente aprendendo reforço e punição. É verdade que Skinner não inventou nada disso. observou e deu um nome reforço e punição existe como possibilidade de ação no nosso organismo, eh, desde que Deus nos criou. E nós somos assim mesmo. Agora, nos próximos meses, de preferência, melhor dizendo, no próximo mês, nós voltaremos à nossa análise do comportamento para crianças, certo? É interessante para quem é mãe, pai, professor, psicólogo e é muito interessante para quem não tem contato nenhum
com criança também, porque não deixa de ser uma belíssima aula e reflexão de análise do comportamento. Muita coisa vai surgir daí. E em boa medida, a análise do comportamento para criança não é tão diferente do adulto assim. Uma aula de análise do comportamento para a criança servirá como análise de comportamento para você, para sua mulher. Com certeza. Ainda dizem que mulher é é a criança da relação? Se isso for verdade, melhor ainda para você aproveitar. Claro, tô zoando, tem homem que é bem mais criança do que isso. Mas enfim, isso é o interessante. O importante
é que para você ter um controle alimentar, que você consiga conhecer como foi feito e que você tenha o mais absoluto domínio dele, para início de conversa, você vai ter que metrificar exatamente o quanto você já está comendo. Se isso não for possível definir com exatidão, você vai precisar colocar uma média provável. Você vai pegar o papelzinho, traçar domingo, segunda, terça, quarta, quinta e sexta e os horários do lado. Eu duvido que pelo menos 85% da sua alimentação, das coisas que você come durante a semana, não sejam previsíveis, que no mínimo você pode, possa comer
ou não possa comer. O almoço é previsível, a gente é previsível. Eu preciso que você grafe em papel, deixe claríssimo o que você tem feito em matéria de alimentação e como nos últimos tempos. Depois de você ter elencado isso, eu preciso que você defina pra gente começar a conversar 25%. Em uma semana eu quero que você coma ou que você controle a sua alimentação, que você coma 25% a menos. ou 25% mais saudável do que você vem comendo. Ou em outras palavras que você tenha 25% de controle e o resto, o resto deixa como tá.
Você não vai conseguir mudar tudo de uma vez. Alguma vez você pode ter conseguido isso, mas não se sustentou. com não vou nem perguntar, eu sei, não se sustenta. Um comportamento artificial induzido, sem conhecimento de causa, sem metrificação, quando você caiu, você não vai nem saber que tá caindo. Eu preciso que você selecione no papel quais são os alimentos ou quais são as refeições que você vai eliminar e ou substituir por outra coisa. E define ali substituir pelo quê. Importa que você faça a sua análise funcional da seguinte maneira. Você vai identificar os contextos de
cada prato que você escreveu, que você quer eliminar. O que que é contexto? horário, local onde estou e quais são os reforçadores para que esse comportamento aconteça. Por exemplo, você pode comer um salgadinho dia X ou Y da semana no seu trabalho, porque o cara leva de bicicleta o vendedor de salgado. E que você talvez coma isso não é por fome, ou é pelo gosto de comer a coisa ou é para participar do momento. Eu preciso que você reflita os pratos que você quer eliminar. Os que você não vai eliminar, deixa para lá. por agora
não é interessante. Analisando e observando a maioria dos comportamentos alimentares desviados ou indesejados dos meus alunos, eu pude perceber que a imensíssima a imensíssima maioria deles comem o alimento errado ou indesejável porque não tinham à sua disposição o alimento desejável. quando deu vontade de cozinhar uma coisa interessante e boa, ou eles lembraram disso na hora que estavam empenhados em fazer outra coisa? Tipo, ó, eu tô no trânsito parado na Avenida Cena Madureira, 7 da manhã em São Paulo. bem que eu podia ter ter feito a comida, podia ter levado. Parece uma brilhante ideia. Sabe quando
você vai ter essa ideia de novo? Daqui 3s meses, sendo que ela seria salvadora. Você só não comprou os ingredientes de repente, só porque você não lembrou. De todas as vezes teve no mercado, quantas vezes você lembrou? Talvez tenha lembrado alguma vez, sim. Não, na maioria você tenha lembrado em alguma vez, só que você não fez a lista. Você ficou meio bobo na hora e tipo: "O que que eu vou comprar?" Até tentar aí pega um negócio saudável e mas nada. Você não programou com todo cuidado, quais são os pratos que você deve comer e
ter ajustado um horário para eles. Se você não ajustou e não decidiu, não definiu qual será o prato, você não vai comprar os ingredientes, porque se você não sabe prato, você não sabe ingrediente. Se você não sabe ingrediente, provavelmente você também não sabe prato. Esse comportamento não vai acontecer. Eu quero que você que esteja engajado em comer menos ou melhor e não esteja assistindo essa aula só pela curiosidade de aprender a tratar os outros, só para aprender mais de acesso, pure simplesmente isso. Se você quer intervir em você, eu preciso que você pause essa aula
agora e reflita, nem que seja por um minuto ou dois, quais são os comportamentos de alimentação que você tem, ou seja, cada vez que você faz uma boquinha, quais deles você não come, você só não come algo melhor porque você não tem ele na mochila, você não tem ele à mão, ele não tá pronto ou tá muito difícil. difícil de fazer. Com base na minha prática, eu desconfio que você vai encontrar momentos extremamente importantes dessa sua agenda, que eu presumo que você já escreveu e essa agenda, não, perdão, essa tabela. Se você não fez ainda,
faça. Aponte os comportamentos que devem ser trocados. Quanto de comida aqui a mais? Por mais compulsivo que você seja, a maioria da alimentação que tá ali, muito, mas muito, muito, muito provavelmente, não deve ser tirada e nem trocada, você já faz certo. O problema é uma ou outra, ou seja, você precisa saber precisamente o que você tá comendo, como você está comendo e quais são os pratos que deveriam ser removidos ou trocados. Assinalando quais são. Agora repito, eu peço para você olhe para todos eles e reflita qual desses aqui eu estou comendo não é pela
mera gula, pelo desespero de comer. Nossa, eu preciso comer demais, comer como um doente. Mas eu como porque tá mais fácil. Eu como porque é gostosinho. Eu, principalmente, eu como porque não tem outra coisa. Eu desconfio que a imensa maioria de vocês vai encontrar esse prato ali. E talvez não seja uma só ou duas vezes na semana. É mais do que isso. Eu preciso que uma vez que você assinalou e encontrou quais são esses pratos que podem ser trocados sem prejuízo, que você não vai ter ansiedade, não vai passar mal e etc, etc. Eu preciso
que você defina, escreva do lado em cima, faça um numerozinho em cima e depois faça o número em baixo, tipo umzinho pequeno e depois um embaixo, como espécie de notapé. Coloque o que que você pode colocar no lugar nessa semana. Já define qual é o alimento correto para ser colocado no lugar daquele. Cara, eu não duvido nada que se você substituir um prato na semana, a sua conta já deu 8% de lucro em um ou dois. Acaba sendo até fácil nessa maneira de organizar você trocar os pratos. E eu preciso que você aja com estratégia.
Leve a comida pronta e defina o prato agora. Agora qual é o prato? Qual é o prato que deve entrar? E uma vez que você definiu, você já vai definir o horário que você vai fazer, preparar esse alimento ou comprar já pronto, não sei. E o que que você vai comprar no mercado? Se algumas vezes você teve a boa ideia de, ah, vou preparar esse alimento, ele é muito bom. Nossa, seria ótimo se eu comesse muito mais. Seria ótimo se eu comesse saladinha, seria ótimo se eu comesse um lanchinho, sabe? Um pão integral com E
por que que você não comeu, cara? Provavelmente na imensa maioria das vezes, se não todas, se não todas, você não comeu porque você não fez, você esqueceu de fazer, você não definiu o horário. E a gente não tá falando de um comportamento que vai entrar para você comer todo dia, toda hora. Você vai, só vai comer isso. Você precisa definir em quais dias e momentos esse prato vai entrar e ter ele à mão. É só isso. É só isso. Fui claro até aqui. Eu preciso que você faça isso. Defina qual que é o alimento. Sabe
por quê? Às vezes o cara quer ficar mais fit, quer criar massa muscular, é, eu preciso comer melhor. E ele nem sabe que tipo de coisa que ele tem que comer. Ah, proteínas. Qual é a comida que você mais gosta, que tem mais proteínas? O cara não sabe. Às vezes você tem que definir qual é a comida e o momento em que você vai precisar dela. Definiu? Bom, eu vou precisar dela terça, meio-dia. Ele tem que estar pronto segunda-feira à noite, provavelmente tem que estar. Escreva na Então, se pra terça eu comer isso, na segunda
ou no domingo eu vou ter que ter comprado. Eu acho que eu não tô falando bobagem. Eu estou falando de uma coisa que é muito objetiva, muito óbvia. você vai chamar o seu comer errado, ou melhor, você vai assinalar aquele comer que não deveria ser desse modo, que deve ser substituído, identificar o que é que faz você comer aquilo. Muitos de vocês, certamente ao se analisar e lembrar, meti o pé na jaca na quarta das 8 da manhã de manhã ainda eu fiz isso e fico injuriado na sexta à noite, veja só o que eu
fiz. Esse tipo de constatação, além de não ser propositivo, além de não ser uma análise funcional, além de não ser um lembrete do que você precisa fazer, é só um apontamento do que você precisa não fazer. Isso geralmente é bastante inútil, mas é muito inútil mesmo, não leva a lugar nenhum. gera ansiedade. Esse tipo de acusação gera desânimo e ansiedade. Toda vez que você faz isso, você, além de não estar, você está se afastando da possibilidade de planejar uma coisa útil para você fazer amanhã. Esse tipo de xingamento aumenta a ansiedade. Se você tiver cometendo
uma compulsão, sua compulsão vai ser mais forte porque você tá pensando isso. Então, qual seria o melhor comportamento alimentar? ou melhor, comportamento mental para se ter. Se de repente você já está fazendo sua compulsão, faça de tudo para não chegar a isso. A última aula, eu na última aula, eu dei dicas importantes sobre isso. Mas se você já caiu, coma fazendo a mindfulness de quem está de da comida. Force-se em comer devagar. Tô repetindo aqui da última aula. Force-se comer devagar e sentindo, por assim dizer, o alimento na sua boca até cansar ou sentindo do
melhor jeito possível. Deixa ele parado na sua boca, passa para um lado da língua, passa pro outro, faça perguntas, a textura, ele tá, qual a temperatura dele? Procure as propriedades. Se for para comer, meter o pé na jaca, meta o pé na jaca fazendo isso. Sabe por quê? a sua compulsão vai reduzir. Você muito provavelmente vai comer cada vez menos se você fizer isso que eu tô falando, porque você tá ligando o cóte para afrontar de novo. Você tá ligando aquela parte sua que é a parte adulta que fala: "Não vai comer, não vou comer
por qu". Não vou comer porque eu não posso, porque eu vou engordar, porque eu vou ficar doente, porque meu médico me proibiu, porque isso? Porque aquilo. Essas frases quando o código préfrontal tá inibido, ou elas não passam, ou elas passam assim, sem poder nenhum, sem nenhuma capacidade de influência. E o que você quer é deixarse influenciar por esse tipo de pensamento, porque eles são os alertas, certo? E às vezes também eles não influenciam porque o pensamento você deixou preparado, é uma bosta. É só tipo, não posso isso, ah, eu tinha que comer melhor. É por
isso que eu coloquei aqui metrificar. O que que é comer melhor? A resposta que você tem que me dar, a única resposta que eu aceito é desenhado o a estrutura esqueletal de como você tem comido, assinaladinho quais são os errados, que não é a maioria. Muito provavelmente, não é? Não, não só a maioria. Você assinalou todos, defina o que dá, vai dar 25%. Às vezes isso aqui é dois ou três dias só de controle, o resto deixa como está. Mas Mário, se eu melhorar isso aqui não vai ser o suficiente. Eu tô falando de uma
semana, ou melhor, de duas. Mantenha esse programa por duas semanas, tá? Tô trocando o que eu acabei de falar. Mantenha por duas semanas fazendo o quê? Defendendo esse 25% em uma, 25% em outra. Através do quê? de deixar pronto o que você deve fazer e talvez se afastar daquilo que você identificou na sua autoanálise funcional, que aumenta a sua chance de querer aquilo. Por exemplo, eh, tomar um café que às vezes te dá uma fominha e você sabe disso. Eu preciso que você esteja atento para isso quando for analisar na sua tabela que você montou.
Cara, por que que o que que explica eu ter comido isso e não ter comido outra coisa? As hipóteses principais mais prováveis, não lembrou de comer outra coisa, não lembrou de se perguntar na hora porque que você tá comendo, não deixou preparado ou lembrou que eu tinha que comer aquela coisa, mas não lembrou antecipadamente. Então é principalmente isso. Às vezes algumas pessoas deixam de trocar ou de eliminar, de suprimir o comportamento porque consideram que o contexto onde ele ocorre é muito difícil. Querem um exemplo do que você pode fazer e chamar de difícil? E no
fundo geralmente não é. É só falta de recurso. Cara, eu tô acostumado já toda quinta-feira eu vou na casa da minha cunhada e a gente come um pacote de bolacha. Inclusive, ela já deixou comprado. Ela prepara, quando eu chego já tá aquele cheiro maravilhoso. Ela já preparou. Como que eu vou recusar uma coisa que a pessoa preparou para mim? A gente tá comendo faz tempo. Fica feio. Fica. Fica para caramba. Mas você quer dizer para mim que você não tem recurso? Eu não acredito em você. Num caso como esse, cara, se você se perguntar, fizesse
perguntas certas, os recursos eles brotam assim fácil. Para um caso como esse que eu acabei de de citar, por exemplo, que dia que ela que você vai comer as bolachas, os cookies que a sua cunhada faz e come você ou prepara para você? Quinta, você já tem ideia que ela prepara o quê? Um pouco antes, um dia antes? Ah, geralmente um pouco antes. Então, tá bom. Muito antes de quinta, na segunda ou na terça, ligue para ela, chame no WhatsApp ou vá visitá-la e comente que você tá começando um programa alimentar que você tá muito
empolgado. E se ela perguntar mais a respeito, cara, você acha que alguém vai se ofender porque você tá falando que tá começando o programa alimentar? Não tem quem. Na verdade, o mais provável é que a sua cunhada diga: "Sério, mas você confia? Como é que funciona isso? O mais provável é que ela se interesse ou então que ela não liga. Ah, entendi. E aí, que que você pode fazer? Cobrir de elogi os cookiess, aquele prato que ela prepara para você e falar: "Cara, essa é a coisa que mais me dói. O coração pode ser honesto,
porque você gosta para você gosta. Eu não queria parar de modo algum, mas a gente precisa trocar. Será que eu posso comprar uma coisa e levar? Será que eu posso preparar? Ou será que a gente pode preparar juntos? Você pode fazer isso como você pode fazer uma outra. Então, desde que seja antecipado, na hora com o negócio na sua mão, não faz sentido lá trazer, falar assim, ó, quer falar, não, não posso de regime, nunca teve. Claro que você não vai fazer isso. Só que você consegue preparar o seu ambiente muito antes, basta que você
saiba o que que tá acontecendo lá. Pensou previamente, entendeu a função do comportamento, que seria socializar ou um reforçador para que você coma a vergonha. A vergonha que eu tenho de recusar. ou até o prazer que a pessoa tem de me ver comer. Tudo isso é reforço e punição. Identificando que é uma outra coisa que você pode fazer nesse caso que eu acabei de citar, você pode dar uma aula pra sua cunhada sobre reflexos condicionados. Você pode explicar um pouco de reforço e punição, transformar esse assunto. Cara, nunca vi uma pessoa não estar interessada nisso.
explica os reflexos condicionados, Pavlov, que a gente já aprendeu em algumas aulas aqui, que quando você em um contexto é levado a ter uma resposta orgânica no seu corpo, como salivar, como ter fome, como ter raiva, como ficar feliz. Na presença de um outro estímulo que era neutro, não causava isso, mas repetiu, repetiu, repetiu, repetiu, disse pra pessoa: "O cérebro ele aprende as duas coisas e uma vira associação da outra". E você pode explicar para ela como que o reflex condicionado trabalha, opera na vontade de comer. Explica. Pessoa vai se interessar. Fala: "Amiga, eu preciso
de eu preciso que você me ajude, porque se deixar esse biscoito só maravilhoso, eu vou cair matando." Então, não devemos fazer isso. Propõe outra coisa, tem um milhão de comportamentos. Então, na verdade, ó, tudo ou nada, ah, eu nunca vou sair disso. Olha, qual vai ser o dia? Nossa, mas eu sou uma idiota. Olha, tô uma baleia. Não, e isso aqui é tudo ou nada. Nunca mais farei. Ai gente, eu preciso arrumar um programa que me impeça de fazer. Não, não existe esse programa. Não existe. Se você ficou sem cometer pulenta, espero que todos os
meus seguidores aqui, os assinantes do do curso, lembrem o que é uma pulenta. Pecado contra castidade sozinho. Bater polenta. Você pode ficar 5 anos sem bater polenta. Você acha que isso aqui emite um certificado que você nunca mais vai fazer? Ainda que chegue Deus e vendo o seu futuro, conhecendo o seu futuro, diga: "Não, você nunca mais vai fazer". Você acha que ele que Deus saiba e você nunca mais vai fazer? Só porque hoje faz 5 anos que você não faz? É um certificado que você nunca mais vai fazer de modo algum. De modo algum.
É por isso que por essas e outras que um pecado cometido, confessado várias vezes pro padre, ele não começa a se tornar e a tornar a confissão inválida só porque está cometendo ele de novo ou porque está confessando ele de novo. Não funciona assim não. O pecado de alguém viciado é não reconhecer os reforçadores, não procurar saber, não procurar terapia, não tentar uma nova coisa. Isso é o pecado, mas depois você tá viciado, o organismo vai sozinho até por reflexo condicionado. E até no controle alimentar a gente tá falando disso. Esse assunto é interessante para
qualquer um que encoste. Então, se o tudo ou nada não vai, não tem muito valor, habilidades comportamentais tem xingar ou reificar ou são inúteis ou aumento a compulsão. Habilidades comportamentais. É bom, eu entendi, eu reconheci o que faz eu comer esses dois churros na quinta, às 3 da tarde. Que que eu posso fazer? para não comer ou o que que eu posso fazer de melhor nessa quinta agora? Ai, mas quem garante? Eu gosto tanto, duvido que na outra quinta eu duvido que um outro dia eu pare carro e não come. Duvido que no final de
semana. Então vai no final de semana e come. Eu quero que você saiba o que fazer na quinta. Deu para entender? Então, olha só, a metrificação específica é colocar no papel exatamente o que você tá fazendo e assinalar o que deve ser trocado ou o que é indesejável, certo? Daquilo ali, você deve pegar os mais fáceis e eliminar 25%. Ou seja, subir o nível da sua alimentação é 25%. Que que é importante lembrar? que nós em nossa terapia, em nossa abordagem bireviorista, nós não trabalhamos com o oculto e quase nunca com o passado. O que
que eu quero dizer com isso? Algumas pessoas ainda podem acreditar que uma terapia eficaz ou que o que explica o que ela tá comendo. Por que, nossa, por que que não deu o controle? Por que que eu eu escrevo as coisas e não faço? Por que que eu faço, e fico me sentindo mal? Porque isso porque aquilo? Eh, algumas pessoas pensando assim começam a raciocinar, cara, será que isso aqui não poderia ser uma uma um conflito que eu tive com o meu pai quando eu era criança? De repente eu lembro, eu tinha inveja do meu
pai com a minha mãe, eu queria ele para mim. Então, é por isso que eu tô, isso aqui é base de muitas terapias, tá? Isso aqui é altamente, esse tipo de pensamento é altamente aplicado nas clínicas de psicologia atualmente, até porque isso aqui é muito antigo, isso aqui é um clássico, esse tipo de interpretação. Então eu tô comendo porque no final, no fundo, no fundo eu tenho um desejo reprimido disso e daquilo. E como eu não dou vazão ao meu desejo, eu como. Na nossa abordagem isso não existe, tá? Não vamos criticar demais o outro
lado, quem pensa, quem aplica esses conceitos de uma maneira diferente, mas se você quiser se fazer análise funcional, honestamente, se você quiser modelar melhor seu comportamento, seus comportamentos, esse tipo de abordagem que eu acabei de falar não vai servir. Isso aqui vai fazer você devagar, devagar, cara. Se você ficar discutindo a sua infância, ficar tentando voltar fazendo especulação, além dessa resposta não encontrar lugar nenhum, porque não tem um aparelho que emite, não tem um aparelho de exame que diz o que foi. Se você for pagar um terapeuta para fazer isso, ele pode passar três anos
fazendo isso, não te dá resultado nenhum, resposta nenhuma, quando ele deve ser só uma hipótese, cara, não é mais fácil você ir lá e modificar o comportamento. Simplesmente, simplesmente fazer, deixando mais fácil para si, deixando ali no jeitinhos reforçadores e afastando-se das punições. Não tem causa oculta. Se você tá comendo agora, ou por conveniência social, ou é por ansiedade, ou é porque você tá com fome, ou é porque você não preparou uma coisa melhor, ou é, esses são os motivos. Vá direto para esses motivos que vai ser a melhor coisa que você faz. Não trabalhamos
com oculto, trabalhamos com resultado. Se você programar como comer na terça, na quarta, na quinta e você não fizer, ó, falei miseravelmente, eu falei 100%. Do meu projeto, não saiu nem 0% do que eu queria. Se você tiver feito essa agenda que eu te pedi, você vai saber o que você comeu. Você vai saber o quanto isso pesa na sua agenda completa, se é 10%, se é 5, se é dois. Vai dar para no olho, você vai dar para tomar noção da das dimensões disso. Vai dar para saber precisamente porque falou e como falhou. E
dá para você fazer comentários interessantes, observações importantes sobre este acontecimento para que você consiga na próxima ocasião estar mais preparado para ela. Se você se xingar, não vai servir. Se você começar a perguntar do oculto, do passado, não vai servir. Se você emitir essas frases, nunca mais também não vai. Comente. Bom, eu comi isso aqui. Bom, eu meti o pé na jaca. Eu fiz muita bosta essa semana. O quanto ter feito bosta essa semana? Essa é uma pergunta importante para você fazer. de 0 a 100% o quanto isso prova, o quanto significa que eu não
vou fazer o 25% na próxima. Cara, não existe ocasião para você falar significa isso. É uma prova porque não é. No máximo dos máximos, 25% você não conseguiu, joga para 10. Será que comer 10% melhor em uma semana ou em 15 dias é é desprezível? Não é despresível. 25% é 1/4. É muita coisa, mano. Se você conseguir isso aqui no final da semana você fizer a conta de novo, pô, eu comi 25% menos. Vê bem a magnitude disso. Olha o reforçamento intrínseco que existe nisso é coisa para Se você fizer isso, provavelmente dentro de algum
tempo você vai perder. Bom, aqui vai envolver questões endocrinológicas, etc, etc. Mas via de regra, a chance de você perder peso, fazendo isso aqui, continuando comendo errado dos outros dias, mantendo os outros 75 é muito grande. E você tendo controle do seu comportamento em duas semanas, é muito mais fácil de você tá até engajado e confiante, altamente reforçado, automaticamente reforçado. Isso que eu quis dizer para fazer de novo na próxima arredondando para 30, para 45, assim vai você desliza porque você está fazendo, está vendo o que fez, está comentando e não tá distraído pensando merda,
não tá se enganando. Pensar merda aumenta a ansiedade. Isso vai gerar o quê? Uma nova compulsão. Mais um motivo para comer. Beleza? Será que alguns de vocês podem fazer essa agenda bonitinho e soltar no nosso grupo? Por que que eu tô propondo isso? É uma obrigação, é um dever? Não. Aí eu me sinto mal fazendo, então esquece, ignora solene. Continua vendo a aula. Só que eu acho que tem gente ali que seria bem interessante fazer. Eu vejo que engajam bem, que comentam bem. você podia postar a sua agenda, a sua tabela atual de como você
tá comendo e logo depois disso escrever pra gente no grupo quais são as funções daqueles comportamentos que você assinalou e o que você pretende fazer. E quando chegar o dia, você assinalou a terça. Quando chegar a terça, abre o grupo e fala: "Galera, fiz, deu um vai reforçar o outro". Soltar no grupo e ver os comentários. Isso é reforça, um reforçamento muito importante. Vocês sabem porque o spa funciona? O spa funciona para Mas vê bem, se você conheceu pessoas que emagreceram muito no spa, vem, vejam com que facilidade e com que rapidez elas degringolam de
novo quando voltam para casa. Por qual razão? No spa você tem reforçamento o dia inteiro. Você é medido o tempo todo. Essa seleção de comida já fizeram para você. Não vão levar lá bacon, costela de porco, feijo não. Não fizeram. Lá tem massagem, cara. Você, a sua probabilidade de ficar ansioso lá é muito menor. Você fica menos ansioso. É gente elogiando o tempo todo. Comparações interessantes, coisas que não dispara o seu simpático. Aí você volta para casa, de repente você fala pro seu marido, ó, eu eu vou, cara, a partir de hoje, de noite, eu
não vou mais pedir iFood, não vou mais beliscar. Seu marido é íntimo seu e fala: "Ah, duvido você". Isso aqui pode ser reforço para algumas pessoas, para mim seria, mas é é mais punição. Isso aqui é o extremo oposto do spa. Se a gente puder criar um ambiente no nosso chat de um reforçando o outro e de comemorar, de vocês comemorarem suas vitórias da terça e comemorar de novo a vitória da quarta e de novo a vitória da quinta, vitória de um prato, vitória de dois, isso motiva o outro, mano. Não deu certo, vou fazer
também. Depois chama e aí tá pesando quando daqui um mês o papo vira completamente. Eu estou trazendo nessa aula aqui o mesmo que eu já trouxe nas aulas anteriores, reforçamento intrínseco. E na nossa próxima aula, a gente vai pegar um tanto disso, certo? De novo de controle alimentar e vai aprender a fazer análises funcionais mais sofisticadas, uma análise mais profunda de como fazer análises funcionais. Mas com o que vocês aprenderam nas aulas passadas, já dá para fazer isso que eu pedi. Tudo que tá na luz eu comentei, certo? Facilitar o difícil. Eu não li, mas
eu falei: "Comprar e deixar prontos disponíveis pratos programados". Programe ser. E o que eu tô falando não é tipo assim: "Ah, eu como duas coxinhas quando eu tô no trabalho às nove. Meu Deus, que que eu vou fazer para não comer essas cocheas? Que eu posso fazer no e no trabalho?" Bom, não me parece saudável e nem sempre possível. Certo? Você vai fazer? Por qual razão eu como essa coxinha? Essa é a pergunta. É por fome? É para acompanhar alguém? É porque tá ali? É porque não tem outra coisa? Faça essas perguntas, provoque a resposta
e promova a solução. Antes de você promover a solução, imediatamente pergunte-se: "O que que eu preciso fazer para tornar fácil essa troca?" e programe. Trocou ali três, quatro pratos uma semana inteira, se bobear já deu 25%. Seu negócio tá feito, fácil, com cortes préfrontal ativado e nem do gostou dessa aula? Se então, qual seria o melhor comportamento alimentar, o melhor comportamento mental para se ter? Se de repente você já está fazendo sua compulsão, faça de tudo para não chegar a isso. A última aula eu na última aula, eu dei dicas importantes sobre isso. Mas se
você já caiu, coma fazendo a mindfulness de quem está de da comida. Force-se em comer devagar. Tô repetindo aqui da última aula. Force-se em comer devagar e sentindo, por assim dizer, o alimento na sua boca até cansar ou sentindo do melhor jeito possível. Deixa ele parado na sua boca, passa pro lado da língua, passa pro outro, faça perguntas, a textura, ele tá, qual a temperatura dele? Procure as propriedades. Se for para comer, meter o pé na jaca, meta o pé na jaca fazendo isso. Sabe por quê? a sua compulsão vai reduzir. Você muito provavelmente vai
comer cada vez menos se você fizer isso que eu tô falando, porque você tá ligando o có para afrontar de novo. Você tá ligando aquela parte sua que é a parte adulta que fala: "Não vai comer, não vou comer por não vou comer porque eu não posso, porque eu vou engordar, porque eu vou ficar doente, porque meu médico me proibiu, porque isso porque aquilo." Essas frases quando o código préfrontal tá inibido, ou elas não passam, ou elas passam assim, sem poder nenhum, sem nenhuma capacidade de influência. E o que você quer é deixarse influenciar por
esse tipo de pensamento, porque eles são os alertas, certo? E às vezes também eles não influenciam porque o pensamento você deixou preparado é uma bosta. É só tipo, não posso isso, ah, eu tinha que comer melhor. É por isso que eu coloquei aqui metrificar. O que que é comer melhor? A resposta que você tem que me dar, a única resposta que eu aceito é desenhado o a estrutura esqueletal de como você tem comido, assinaladinho quais são os errados, que não é a maioria. Muito provavelmente não é não não são a maioria. Você assinalou todos, defina
o que dá, vai dar 25%. Às vezes isso aqui é dois ou três dias só de controle, o resto deixa como está. Mas Mário, se eu melhorar isso aqui não vai ser o suficiente. Eu tô falando de uma semana, ou melhor, de duas. Mantenha esse programa por duas semanas, tá? Tô trocando o que eu acabei de falar. Mantenha por duas semanas fazendo o quê? Defendendo esse 25% em uma, 25% em outra. Através do quê? de deixar pronto o que você deve fazer e talvez se afastar daquilo que você identificou na sua autoanálise funcional, que aumenta
a sua chance de querer aquilo. Por exemplo, eh tomar um café que às vezes te dá uma fominha e você sabe disso. Eu preciso que você esteja atento para isso quando for analisar na sua tabela que você montou. Cara, por que que o que que explica eu ter comido isso não ter comido outra coisa? As hipóteses principais mais prováveis. Não lembrou de comer outra coisa. Não lembrou de se perguntar na hora porque que você tá comendo. Não. Ah, lembrei. Não deixou preparado ou lembrou que eu tinha que comer aquela coisa, mas não lembrou antecipadamente. Então,
é principalmente isso. Às vezes, algumas pessoas deixam de trocar ou de eliminar, de suprimir o comportamento porque consideram que o contexto onde ele ocorre é muito difícil. Querem um exemplo do que você pode fazer e chamar de difícil? E no fundo geralmente não é. É só falta de recurso. Cara, eu tô acostumado já toda quinta-feira eu vou na casa da minha cunhada e a gente come um pacote de bolacha. Inclusive, ela já deixou comprado. Ela prepara, quando eu chego, já tá aquele cheiro maravilhoso. Ela já preparou. Como que eu vou recusar uma coisa que a
pessoa preparou para mim? A gente tá comendo faz tempo, fica feio? Fica. Fica para caramba. Mas você quer dizer para mim que você não tem recurso? Eu não acredito em você. Num caso como esse, cara, se você se perguntar, fizer as perguntas certas, os recursos eles brotam assim fácil. para um caso como esse que eu acabei de de citar, por exemplo, que dia que ela que você vai comer as bolachas, os cookies que a sua cunhada faz e come você ou prepara para você? Quinta, você já tem ideia que ela prepara o quê? Um pouco
antes, um dia antes? Ah, geralmente um pouco antes. Então tá bom. muito antes de quinta, na segunda ou na terça, ligue para ela, chame no WhatsApp ou vá visitá-la e comente que você tá começando um programa alimentar e que você tá muito empolgado. E se ela perguntar mais a respeito, cara, você acha que alguém vai se ofender porque você tá falando que tá começando o programa alimentar? Não tem quem. Na verdade, o mais provável é que a sua cunhada diga: "Sério, mas você confia? Como é que funciona isso?" O mais provável é que ela se
interesse ou então que ela não ligue: "Ah, entendi." E aí, o que que você pode fazer? Cobrir de elogi os cookiess, aquele prato que ela prepara para você e falar: "Cara, essa é a coisa que mais me dói. O coração pode ser honesto, porque você gosta, você gosta. Eu não queria parar de modo algum, mas a gente precisa trocar. Será que eu posso comprar uma coisa e levar? Será que eu posso preparar? Ou será que a gente pode preparar juntos? Você pode fazer isso como você pode fazer uma outra. Então, desde que seja antecipado, na
hora com o negócio na sua mão, não faz sentido lá trazer, fala assim, ó, quer falar, não, não posso de regime, nunca teve. Claro que você não vai fazer isso. Só que você consegue preparar o seu ambiente muito antes, basta que você saiba o que que tá acontecendo lá. pensou previamente, entendeu a função do comportamento, que seria socializar ou um reforçador para que você coma a vergonha, a vergonha que eu tenho de recusar, ou até o prazer que a pessoa tem de me ver comer. Tudo isso é reforço e punição. Identificando que é uma outra
coisa que você pode fazer nesse caso que eu acabei de citar, você pode dar uma aula pra sua cunhada sobre reflexos condicionados. Você pode explicar um pouco de reforço e punição, transformar esse em assunto. Cara, nunca vi uma pessoa não estar interessada nisso. explica os reflexos condicionados, Pavlov, que a gente já aprendeu em algumas aulas aqui, que quando você em um contexto é levado a ter uma resposta orgânica no seu corpo, como salivar, como ter fome, como ter raiva, como ficar feliz. Na presença de um outro estímulo que era neutro, não causava isso, mas repetiu,
repetiu, repetiu, repetiu, disse pra pessoa: "O cérebro ele aprende as duas coisas e uma vira associação da outra". E você pode explicar para ela como que o reflex condicionado trabalha, opera na vontade de comer. Explica. Pessoa vai se interessar. Fala: "Amiga, eu preciso de, eu preciso que você me ajude, porque se deixar esse biscoito só maravilhoso, eu vou cair matando." Então, não devemos fazer isso. Propõe outra coisa. Tem um milhão de comportamentos. Então, na verdade, ó, tudo ou nada, ah, eu nunca vou sair disso. Olha, qual vai ser o dia? Nossa, mas eu sou uma
idiota. Olha, eu tô uma baleia. Não, e isso aqui é tudo ou nada. Nunca mais farei. Ai gente, eu preciso arrumar um programa que me impeça de fazer. Não, não existe esse programa. Não existe. Se você ficou sem cometer pulenta, espero que todos os meus seguidores aqui, os assinantes do curso, lembrem o que é uma pulenta. Pecado contra castidade. Sozinho. Bater polenta. Você pode ficar 5 anos sem bater polenta. Você acha que isso aqui emite um certificado que você nunca mais vai fazer? Ainda que chegue Deus e vendo o seu futuro, conhecendo o seu futuro,
diga: "Não, você nunca mais vai fazer". Você acha que ele que Deus sabe você nunca mais vai fazer? Só porque hoje faz 5 anos que você não faz? É um certificado que você nunca mais vai fazer de modo algum. De modo algum. É por isso que por essas e outras que um pecado cometido, vá, confessado várias vezes pro padre, ele não começa a se tornar eh a tornar a confissão inválida só porque está cometendo ele de novo ou porque está confessando ele de novo. Não funciona assim, não. O pecado de alguém viciado é não reconhecer
os reforçadores, não procurar saber, não procurar terapia, não tentar uma nova coisa, isso é pecado. Mas depois você tá viciado, o organismo vai sozinho até pro reflexo condicionado. E até no controle alimentar a gente tá falando disso. Esse assunto é interessante para qualquer um que encoste. Então, se o tudo ou nada não vale, não tem muito valor, habilidades comportamentais tem xingar ou reificar ou são inúteis ou aumento a compulsão. Habilidades comportamentais. É bom, eu entendi, eu reconheci o que faz eu comer esses dois churros na quinta às 3 da tarde. Que que eu posso fazer
para não comer ou o que que eu posso fazer de melhor nessa quinta agora? Ai, mas quem garante? Eu gosto tanto. Duvido que na outra quinta eu duvido que um outro dia eu pare o carro e não come. Duvido que no final de semana. Então vai no final de semana e come. Eu quero que você saiba o que fazer na quinta. Deu para entender? Então, olha só, a metrificação específica é colocar no papel exatamente o que você tá fazendo e assinalar o que deve ser trocado ou o que é indesejável, certo? daquilo ali, você deve
pegar os mais fáceis e eliminar 25%, ou seja, subir o nível da sua alimentação 25%. Que que é importante lembrar? Que nós em nossa terapia, em nossa abordagem birejorista, nós não trabalhamos com o oculto e quase nunca com o passado. O que que eu quero dizer com isso? Algumas pessoas ainda podem acreditar que uma terapia eficaz ou que o que explica o que ela tá comendo. Por que, nossa, por que que eu não tenho o controle? Por que que eu eu escrevo as coisas e não faço? Por que que eu faço e fico me sentindo
mal? Porque isso? Porque aquilo? Eh, algumas pessoas pensando assim começam a raciocinar. Cara, será que isso aqui não poderia ser uma uma um conflito que eu tive com o meu pai quando eu era criança? De repente eu lembro, eu tinha inveja do meu pai com a minha mãe, eu queria ele para mim. Então é por isso que eu tô. Isso aqui é base de muitas terapias, tá? Isso aqui é altamente, esse tipo de pensamento é altamente aplicado nas clínicas de psicologia atualmente, até porque isso aqui é muito antigo, isso aqui é um clássico, esse tipo
de interpretação. Então eu tô comendo porque no final, no fundo, no fundo eu tenho um desejo reprimido disso e daquilo e como eu não dou vazão ao meu desejo, eu como. Na nossa abordagem isso não existe, tá? Não vamos criticar demais o outro lado, quem pensa, quem aplica esses conceitos de uma maneira diferente, mas se você quiser fazer análise funcional, honestamente, se você quiser modelar melhor seu comportamento, seus comportamentos, esse tipo de abordagem que eu acabei de falar não vai servir. Isso aqui vai fazer você devagar, devagar, cara. Se você ficar discutindo a sua infância,
ficar tentando voltar fazendo especulação, além dessa resposta não encontrar lugar nenhum, porque não tem um aparelho que emite, não tem um aparelho de exame que diz o que foi. Se você for pagar um terapeuta para fazer isso, ele pode passar três anos fazendo isso, não te dá resultado nenhum, resposta nenhuma, quando ele deve seressar uma hipótese, cara, não é mais fácil você ir lá e modificar o comportamento? simplesmente simplesmente fazer, deixando mais fácil para si, deixando ali no jeitinhos reforçadores e afastando-se das punições. Não tem causa oculta. Se você tá comendo agora, ou por é
conveniência social, ou é por ansiedade, ou é porque você tá com fome, ou é porque você não preparou uma coisa melhor, ou é, esses são os motivos. Vá direto para esses motivos que vai ser a melhor coisa que você faz. Não trabalhamos com oculto, trabalhamos com resultado. Se você programar como comer na terça, E aí, prezado aluno, gostou dessa aula? Se você tem alguma pergunta a fazer, algum comentário, alguma crítica, sugestão, elogio, abre o chat agora porque eu vou ler ou deixe o seu comentário aqui no nos dois lugares também, porque a interação realmente importa,
já que a gente tá falando aqui de reforço, punição e reforçamento trin, em secou, eu preciso que vocês aprendam muito bem esses termos. É pouca coisa, mas é muito importante e é tudo que faz a diferença. Forte abraço, salve Maria e até a nossa próxima aula que será uma aula bônus, beleza? Na quarta, na quinta e você não fizeram, ó, falei miseravelmente, eu falei 100%. Do meu projeto, não saiu nem 0% do que eu queria. Se você tiver feito essa agenda que eu te pedi, você vai saber o que você comeu. Você vai saber o
quanto isso pesa na sua agenda completa, se é 10%, se é 5, se é dois, se vai dar para no olho, você vai dar para tomar noção da das dimensões disso, vai dar para saber precisamente por que falou e como falhou. E dá para você fazer comentários interessantes, observações importantes sobre este acontecimento para que você consiga na próxima ocasião estar mais preparado para ela. Se você se xingar, não vai servir. Se você começar a perguntar do oculto, do passado, não vai servir. Se você emitir essas frases, nunca mais também não vai. Comente. Bom, eu comi
isso aqui. Bom, eu meti o pé na jaca. Eu fiz muita bosta essa semana. O quanto ter feito bosta essa semana? Essa é uma pergunta importante para você fazer. de 0 a 100% o quanto isso prova, o quanto significa que eu não vou fazer 25% na próxima. Cara, não existe ocasião para você falar significa isso. É uma prova porque não é. No máximo dos máximos, 25% você não conseguiu, joga para 10. Será que comer 10% melhor em uma semana ou em 15 dias é é desprezível? Não é despresível. 25% é 1/4. É muita coisa, mano.
Se você conseguir isso aqui no final da semana você fizer a conta de novo, pô, eu comi 25% menos. Vê bem a magnitude disso. Olha o reforçamento intrínseco que existe nisso é coisa para Se você fizer isso, provavelmente dentro de algum tempo você vai perder. Bom, aqui vai envolver questões endocrinológicas, etc, etc. Mas via de regra, a chance de você perder peso fazendo isso aqui, continuando comendo errado os outros dias, mantendo os outros 75 é muito grande. E você tendo controle do seu comportamento em duas semanas, é muito mais fácil de você tá até engajado
e confiante, altamente reforçado, automaticamente reforçado. Isso que eu quis dizer para fazer de novo na próxima, arredondando para 30, para 45, assim vai, vai você desliza porque você está fazendo, está vendo o que fez, está comentando e não tá distraído pensando merda, não tá se enganando. Pensar merda aumenta a ansiedade. Isso vai gerar o quê? Uma nova compulsão. Mais um motivo para comer. Beleza? Será que alguns de vocês podem fazer essa agenda bonitinho e soltar no nosso grupo? Por que que eu tô propondo isso? É uma obrigação, é um dever? Não. Aí eu me sinto
mal fazendo, então esquece, ignora solenemente, continua vendo a aula. Só que eu acho que tem gente ali que seria bem interessante fazer. Eu vejo que engajam bem, que comentam bem. você podia postar a sua agenda, a sua tabela atual de como você tá comendo e logo depois disso escrever pra gente no grupo quais são as funções daqueles comportamentos que você assinalou e o que você pretende fazer. E quando chegar o dia, você assinalou a terça. Quando chegar a terça, abre o grupo e fala: "Galera, fiz, deu um vai reforçar o outro". Soltar no grupo e
ver os comentários. Isso é reforça, um reforçamento muito importante. Vocês sabem porque o spa funciona? O spa funciona para Mas vê bem, se você conheceu pessoas que emagreceram muito no spa, vem, vejam com que facilidade e com que rapidez elas degringolam de novo quando voltam para casa. Por qual razão? No spa você tem reforçamento o dia inteiro. Você é medido o tempo todo. Essa seleção de comida já fizeram para você. Não vão levar lá bacon, costela de porco, feijão, não, não fizeram. Lá tem massagem, cara. Você, a sua probabilidade de ficar ansioso lá é muito
menor, você fica menos ansioso. É gente elogiando o tempo todo. Comparações interessantes, coisas que não disparam o seu simpático. Aí você volta para casa, de repente você fala pro seu marido, ó, eu eu vou, cara, a partir de hoje, de noite, eu não vou mais pedir iFood, não vou mais beliscar. Seu marido é íntimo seu falar: "Ah, duvido você". Isso aqui pode ser reforço para algumas pessoas, para mim seria, mas é é mais punição. Isso aqui é o extremo oposto do spa. Se a gente puder criar um ambiente no nosso chat de um reforçando o
outro e de comemorar, de vocês comemorarem suas vitórias da terça e comemorar de novo a vitória da quarta e de novo a vitória da quinta, vitória de um prato, vitória de dois, isso motiva o outro, mano. Deu certo. Vou fazer também. Depois chama e aí tá pesando quanto? daqui um mês o papo vira completamente. Eu estou trazendo nessa aula aqui o mesmo que eu já trouxe nas aulas anteriores, reforçamento intrínseco. E na nossa próxima aula, a gente vai pegar um tanto disso, certo? De novo, de controle alimentar e vai aprender a fazer análises funcionais mais
sofisticadas, uma análise mais profunda de como fazer análises funcionais. Mas com o que vocês aprenderam nas aulas passadas, já dá para fazer isso que eu pedi. Tudo que tá na luz eu comentei, certo? Facilitar o difícil. Eu não li, mas eu falei: "Comprar e deixar prontos disponíveis pratos programados". Programe C. E o que eu tô falando não é tipo assim: "Ah, eu como duas coxinhas quando eu tô no trabalho às nove. Meu Deus, que que eu vou fazer para não comer essas coxinhas? Que eu posso fazer no e no trabalho?" Bom, não me parece saudável
e nem sempre possível. Certo? Você vai fazer? Por qual razão eu como essa coxinga? Essa é a pergunta. É por fome? É para acompanhar alguém? É porque tá ali? É porque não tem outra coisa? Faça essas perguntas, provoque a resposta e promova a solução. Antes de você promover a solução, imediatamente pergunte-se: "O que que eu preciso fazer para tornar fácil essa troca?" e programe. Trocou ali três, quatro pratos de uma semana inteira, se bobear já deu 25%. Seu negócio tá feito, fácil, com cortes préfrontal ativado e nem do. E aí, presado aluno, gostou dessa aula?
Se você tem alguma pergunta a fazer, algum comentário, alguma crítica, sugestão, elogio, abre o chat agora porque eu vou ler ou deixe o seu comentário aqui no nos dois lugares também, porque a interação realmente importa, já que a gente tá falando aqui de reforço, punição e reforçamento intrínsecô, eu preciso que vocês aprendam muito bem esses termos. É pouca coisa, mas é muito importante e é tudo que faz a diferença. Forte abraço, salve Maria e até a nossa próxima aula que será uma aula bônus. Beleza? M.