Contemplativo aí nesse último bimestre de diagnóstico por imagem imaginologia né meio comparativo entre as estruturas neuroanatômicas reais e as estruturas immologic vistas nós começaremos ao contrário do que terminamos no ciclo passado no ciclo passado nós terminamos com medula E aí começaremos por medula indo em direção a tronco encefálico e ao encéfalo com ter encéfalo de encéfalo e tudo que nós já vimos tá então nós Começaremos com medula e para entender um pouco de metô tem que entender também sobre o contingente vertebral sobre as alterações vertebrais e as que são possíveis serem analisadas via imagem lógica
tá nós começaremos com coluna cervical sendo extensivo paraa coluna toráxica depois pra região lombar vamos falar um pouco então sobre o panorama dessas estruturas Então vamos falar um pouco sobre a coluna cervical coluna aí disposta nessa região superior vertebral Coluna expansiva na região do se até C7 coluna cervical superior vocês lembram C1 e C2 alas e axes coluna cervical inferior C3 até C7 grau de mobilidade diferente os movimentos ocorrem e são hipertensivos 80% deles a coluna cervical alta então entre Atlas e axes e entre Atlas e oxído é onde se encontra a maior capacidade de
excursão de movimento tá então os 80% dos movimentos da região cervical são red discentes a cervical superior e não a cervical Inferior isso por conta das características facetárias das características articulares então dá para notar que de C3 a C7 as facetas articulares elas são mais oblíquas são mais chanfradas e inclinadas e as facetas articulares mais superiores como da base occipital condilar até Atlas e de Atlas até actes essas facetas são mais horizontalizadas então sendo pertensão superior adindo dela pra flexão extensão E pra inclinação os maiores reclames dos pacientes que têm cervicalgia brac cervicalgia e patologias
derivadas de uma compressão facetária são pacientes derivados de compressões facetárias mais superiores bloqueios articulares de uma cervical mais superior são os fatores de causalidade de dor e limitação de movimento mais frequentes tá então se chega um paciente no consultório com uma dor cervical irradiada para membro superior ou talvez irradiada pro topo da Cabeça saibam vocês que há uma alta incidência e prevalência dos problemas estarem relacionados entre C1 e C2 sendo assim Bom dia sintam se à vontade nesse sentido a gente tem ali estatisticamente uma maior prevalência e incidência dessas cervicalgias e dessas brac cervicalgias derivadas
de um um comprometimento da cervical superior tá tá sendo assim esses pacientes eles têm reclame ou de dor irradiada pro topo da cabeça região local e topo da cabeça ou Irradiados pros membros superiores Vocês verão hoje imagenologico que ah o raio x traz ã cumpre com funções importantes para isso o raiz X é um exame complementar mas auxilia ao fechamento de diagnóstico por exemplo em uma síndrome compressiva neural periférica ou até mesmo uma junção facetária levando a uma osteoartrose da região cervical então o raio x Nos ajuda muito a não identificar só um fator de
causa mas contemplar a Estrutura ali que tá sofrendo dano a estrutura que tá sofrendo alteração tá então fica aí a primeira informação importante 80% das movimentações 80% das movimentações estão redic presentes a cervical superior então a maioria dos pacientes magador gente que tem com dor cervical irradiada para mem superior ou dor cervical irradiada pra cabeça são alterações cervical alta C1 e C2 tá olhando aqui o primeiro Rio x paraa identificação dessa estrutura desse Arcabouço ósseo antes de falarmos exatamente de medula nós temos que entender Quais são as principais incidências E prevalências radiográficas dos nossos pacientes
por isso eu vou permitir apagar a Lu para vocês verificarem um pouco melhor aqui tá esse Raio X é um raio x ap então para entender sobre imaginologia para entender um pouco sobre neuroanatomia comparada a gente tem que entender a física radiográfica como é que o raio X É formado ele é formado através de uma emissão de um raio catódico a emissão de um raio de elétrons Então esse é um raio x comum de um filme metaloplastica por que que eu digo que é um filme metaloplastica porque é um filme de plástico embebido em um
metal esse metal é o brometo de prata então o filme metaloplastica tem bebido em brometo de prata e quando o raio de o raio catódico choca com esse filme gera uma mudança conformacional nesse filme ele Basicamente faz o que a gente chama de queimar o filme ele gera uma mudança esse brometo de prata dá lugar a uma outra especificação ali fisicoquímica esse filme ele passa a ficar escuro então quando esse filme metaloplastica ele passa a ser incidido pelo raio ele modifica-se exceto a área que se interpõe entre o raio caótico e o filme essa área
que se Inter se interpõe entre a pool radiográfica e o filme é uma área tecidual orgânica Nossa de tecidos que Possam ser mais ou menos densos o osso obviamente é o tecido mais denso que a gente tem por uma questão mineral que cálcio fósforo magnésio manganês você tem precipitação de todos esses minerais na formação da massa óssea Você tem uma rede de interposição obviamente bem mais densa e o raio não atravessa esse material consequentemente o filme fica claro fica branco Então o que a gente chama de radiopacidade nada mais é do que a segurança não
é a não Permissibilidade desse raio de elétrons na batida no filme metaloplastica esse Raio X por exemplo é o raio x da Porção cervical superior já comentando aí que a porção cervical superior é que gera maior mobilidade pro segmento cervical Esse é um raio x de cervical superior e ele é retirado em ap ap significa em outras palavras né o uma sigla de Antero posterior o raio de elétrons vem de anterior para posterior do indivíduo é um raio x a primeira regra e regra Básica da radiologia todo objeto alvo de investigação tem que ficar colado
no filme de novo todo objeto alvo de investigação tem que ficar colado no filme porque ali ele vai ter uma melhor silueta pra visualização uma melhor compreensão do componente interno do tecido ósseo ou da estrutura que tá sendo analisada então por exemplo eu tenho uma luxação ou fratura de cabeça de rádio quero confirmá-la através de um raio X então aqui tá o meu filme eu vou Colocar essa estrutura colada no filme A cabeça do rádio colada na estrutura por exemplo uma suspeita de fratura de pisiforme como pisiforme é um osso carpal que tá na região
mais volar É claro que eu vou tirar o raio x dessa maneira um raio pa pós pelo anterior para que eu tenha alí o pisiforme colado no filme Ah eu quero verificar a minha articulação sacro iaca É claro que eu vou tirar um raio x como ap onde o raio vem de anterior para posterior porque se Eu tirar um raio x pa póstero anterior a minha espinha ântero superior vai ficar colada no filme e toda a minha região sacral vai ficar fora do filme então primeira regra e regra básica da radiologia toda estrutura alvo de
investigação tem que ficar colada no filme encostada no filme para melhorar as características da silhueta da própria estrutura e o componente interno né no caso aí o componente ósseo a densidade óssea sendo identificada Através dessa desse exame então dá para ver que é um RX a o raio x anteno posterior assim como todo o raio x de coluna deve sê-lo deve ser anteno posterior por colocar a coluna onde por colocar coluna colada no filme só que como é um raio x da cervical superior é claro que eu tive que pedir uma solicitação de ap com
boca aberta por que ap com a boca aberta se ele ficasse com a boca fechada obviamente eu teria a densidade da maxila e a densidade da Mandíbula que que a gente consegue analisar inicialmente com relação às vértebras a gente tem que analisar sempre o panorama de alinhamento vertebral e manutenção das interlinhas articulares então mais uma vez o que que é obrigatório de você observar no arcabouço vertebral o alinhamento entre as vértebras não é e a espessura da interlinha a preservação da interlinha articular da interlinha facetária então dá para ver aqui com grande clareza Faceta articular
superior de áxis o dente do Axis ali aqui a faceta articular inferior do Atlas processo aqui transverso do Atlas então dá para ver muito bem a vértebra ali o atlas e o áxis eu tenho certa centralização Óbvio se RX é um r x normal sem alteração nenhuma eu consigo observar um alinhamento vertebral porque eu tenho uma planificação excelente aqui das faces articulares laterais e eu tenho uma preservação também muito boa da Interlinha ó a interlinha articular tá preservada não há um processo artrósicos instaurado e muito menos de começo tá então a preservação de interlínea articular
o que a gente descarta um processo de osteoartrose e há um alinhamento não há deslizamentos látero laterais das estruturas vertebrais faceta tá então é uma conjunção ali Atlas e axes normal então primeiro r x o que que talvez viesse tá alterado com o paciente com cervical Deia exatamente o Que foi a aqui analisado uma lateralização vertebral uma redução da interia articular um osso mais rádio ou mais radiopaco aqui um osso mais branquinho demonstrando que a gente chama de esclerose do osso subcondral um desgaste da superfície cartilaginosa consequentemente Talvez um comprometimento da massa óssea mas esse
rista normal Então esse é um AP com boca aberta dá paraa diagnose e auxílio da diagnose de dois cervicais superiores e Aqui é um raio X em perfil dá para ver ó raio x perfilado O que que a gente tem que ver primeira regra é regra básica o que a gente tem que observar tem apolado no filme segundo a regra básica para r x que coluna é alinhamento vertebral alinhamento vertebral que tem proximidade de interlinha articular o que que eu consigo ver aqui ó as interlinhas articulares estão reservadas dá para ver ó eu tenho espaçamentos
entre as interlinhas articulares então Não há nenhum processo osteoartrose instaurado é um r x perfil normal para faceta articular não há desgaste e aqui eu vou ver alinhamento vertebral eu consigo observar que os corpos vertebrais das vértebras cervicais estão alinhados alinhados anteriormente e que eles também estão o quê alinhados anteriormente e posteriormente não obstante disso eu preciso saber contar a vértebra como é que eu qual ponto vértebra cervical e parece tudo a mesma Coisa eu vou buscar sempre o processo espinal maior da cervical superior o maior processo espinal é sempre de C2 tá então o
processo espinal mais avantajado é C2 então eu sei que a ficina tem C1 tá Atlas AX C3 4 5 6 e C7 essa distribuição do crânio caudal da coluna cervical eu consigo observar alguma alteração analisando os dois dados que eu dei a vocês a silueta e a as facetas e o componente interno vamos dar uma olhada consigo né Tem alguma coisa errada com o C3 que que vocês acham que tá errado com o C3 Olha só eu tenho uma projeção óssea aqui enorme é o que vocês chamam o que a gente chama coloquialmente de pico
de papagaio tá Dá uma olhada aqui o tamanho desse osteófito aqui tá então eu tenho uma projeção óssea por aproximação entre C3 e C4 Veja uma Projeção ós de Veras grandes deí O que leva a dor nessa região é limitação de movimento tá um osteófito sempre se forma por conta de um atrito ósseo lembra nós tínhamos uma Lei chamada de efeito pieo elétrico que que era o efeito peso elétrico que que era o efeito peso elétrico não peso vem do quê peso e elétrico ainda quê de elétrico né então é o quê é um peso
que gera um padrão elétrico é uma descarga de peso como é que funciona eiku não é uma massa descomunal de água que cai no espaço e move uma hélice ou várias delas de uma turbina também imensa Então é assim o efeito PES elétrico é um efeito Mecânico que se transforma num evento elétrico quando a gente descarrega peso estruturalmente na estrutura no caso dos dos Ossos esses essas estruturas orgânicas são carregadas né Tem tem carga elétrica o nosso osso tem carga elétrica tem positivo e negativo a troca e a velocidade da troca desse potencial elétrico faz
com que haja rastreio maior ou menor de acordo com essa velocidade maior ou menor de osteoblasto então quanto mais descarga de peso eu tenho Mais troca elétrica mais troca de carga eu tenho maior a velocidade maior rastreio de osteoblasto maior deposição de massa óssea não é assim que funciona lembra o fechamento de epip de crescimento por que que Diane dos Santos do Daniel e pode ficar Baixinhos que desde pequenos fazem o quê pul cai P cai P cai P cai P cai pul Cai daí eu tenho um efeito PES elétrico rastreio de massa óssea para
aquela região a equ de crescimento fecha precocemente então o Que que aconteceu aqui eu tive descarga de peso excessiva entre os corpos vertebrais consequentemente a formação de uma espícula óssea dessa então daqui pra frente vocês não chamarão mais de bico de papagaio vocês vão chamar de osteófito Ó que bonito tá então é um osteófito é uma projeção óssea horizontalizada e essa daí tá quase ficando um sindesmófito tá quase ficando uma projeção óssea verticalizada de uma Olhada nessa imagem janelada aqui ó já tá começando a querer encostar na vértebra de baixo diga na C5 daquela não
tinha também não vamos dar uma olhada na C5 aqui tem ó projeção osteofitária aqui ó ó aqui ó tudo bem tá diga como que a pessoa tipo tem muito peso na cabeça tipo assim por que carregou mu co não só pela distribuição axial Mas pela postura você imagina que é um indivíduo que trabalha numa postura desfavorável ela tem o quê por exemplo esse indivíduo tem Uma retificação Vale lembrar que nós temos curvaturas da coluna não tí uma lordose cervical uma cose toráxica uma lordose Lar é uma siose cultural sacral foi a primeira aula que a
Renato deu para vocês sobre formação de curvatura lembra Primeiro formam-se as curvaturas fóticos depois as curvaturas lóticas 80% do peso ele é distribuído nos corpos vertebrais e 20% do do Peso é distribuído nas facetas articulares só que o que que acontece essa distribuição De peso ela pode ser modificada de acordo com as intempéries mecânicas posicionais uma alteração postural no indivíduo pode levar uma alteração nesse percentil aí né Você imagina que para eu ter esse percentil de 80 a 20 eu preciso ter o quê uma lose da região cervical o indivíduo que tem retificação da coluna
cervical assim como mais para frente vocês viram para lombar também ele é um indivíduo preditivo para dores dessas regiões de colona ou seja um fator Preditivo para dor e alteração óssea é a retificação porque você tira a curvatura e o peso vai est sendo carregado só no no componente anterior vertebral nos corpos vertebrais tá então é importante ver verificar o quê verificar a postura do indivíduo né Tem uma síndrome eh que de uns 15 anos para cá né vem tomando conta da população chamado de test Neck que que é o test Neck é ficar aqui
ó o celular aqui ó n assim qual que é o progresso vai aumentando o peso o peso é Um quando você tá no eixo aqui o peso é outro e quanto mais anteriorização cervical você tem mais a coluna fica retificada e maior o peso cefálico consequentemente maior sobrecarga dos corpos vertebrais levando aí a um pensamento e uma aproximação dessas estruturas não significa que elas ficam próximas a todo um momento Mas significa que elas estão se atritando obviamente mais do que deveriam em momentos diferentes consequentemente com o tempo Haverá uma des datação discal e um problema
pior mais adiante tá então mais uma vez isso é um osteófitos diga é tá Tá certo essa coisa ou tá torto Como assim certo ou torto ah coluna curvatura Ah ele tem uma retificação cervical superior você pode ver que ele tentou compensar a retificação do cervical superior com um aumento de lordose mas no local errado uma lose da transição cérvico toráxica não é para você ter uma lordose cérvico Toráxica é para você ter uma lordose cervical né então a curvatura dele devia est aqui e não aqui então por conta da retificação da cervical superior aqui
ele acabou compensando como uma lose no segmento cérvico toráxico na região de transição tá detalhe pessoal além dessas informações que a gente Já verificou como localização vertebral a partir o tamanho do processo espinal de C2 com análise das facetas articulares com a análise do alinhamento dos corpos Vertebrais como a gente já encontrou osteófito nessa área veja só é importante ressaltar que esse tipo de raio x não é para correlacionar com compressões neurais periféricas esse raio x essa incidência em perfil não é a melhor incidência para compr analisar comprometimento do forame intervertebral tá de novo Professor
eu não entendi esse tipo de imagem esse tipo de incidência não é a melhor incidência para a verificação de comprometimento do forame Intervertebral professor eu nem lembro do forame intervertebral você vem com essa o forame intervertebral ele fica aqui ó entre as V vértebras é pelo forame intervertebral que eu tenho a saída de quem é pelo forame intervertebral que é a saída das raízes dos ne os espinais ministros lembra formação do clx braquial C5 C6 C7 puro C8 D1 n Então você tinha essas raízes pois troncos Perão troncos faccos nervos terminais não p que prazer
em Vero tudo bem tá lá junto ó muito bem então Essa não é a melhor incidência veja não é a melhor incidência radiográfica para ver foran É não e por que qu seria a melhor incidência para ver forame vou apagar ó eu não vejo não vejo o forame E por que será que eu não vejo o forame por a incidência exatamente perfilada eu tenho aí ó um ângulo de 90º com o indivíduo eu tenho aí o quê um ângulo reto e quem que fica posicionado exatamente aqui quando Recebe o raio de elétrons o processo transverso
então quando eu pego um raio x aqui ó em perfil como esse eu não consigo ver foran intervertebral porque eu tenho uma sobreposição de imagem de quem do processo transverso Então não é a melhor incidência para ver estenose for aninal qual seria nós vamos ver mais pra frente tá essa incidência será comentada e nós vamos analisar inclusive o fechamento de alguns desses corant Tudo bem pessoal então raio X em ap com A boca aberta raio X que remonta informações importantes de C1 e C2 látero lateralizado ação vertebral alinhamento ali do dente do áxis dá para
verificar também aqui nesse caso preservação da faceta articular não denotando nenhum quadro artropática R perfil alinhamento dos corpos vertebrais anterior e posteriormente facetas articulares dá para notar aqui uma projeção osteofitária e aqui também outra projeção osteofitária detalhe não Só traumáticos mas alterações posturais levam também a modificação do componente ósseo aqui as imagens [Música] janeladoriso tamanho da distribuição cefálica em detrimento a região cervical superior de transição cérvico toráx dá para ver a mão do examinador segurando a calvária da criança para estabilizar por procedimento radiográfico dá uma olhada então dá uma olhada os dentes decíduos Estão ali
e os outros ali indo em direção vamos analisar um pouco o que tá acontecendo na cervical superior que parece tudo normal lembra segunda vértebra e com o seu maior processo espinal é C2 então C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 Opa alguma coisa acontecendo aqui embaixo tem um apinhamento dos corpos vertebrais um apinhamento dessas vértebras da cervical baixa e da toráxica alta acidente automobilístico o que que será que aconteceu trauma em Chicote e a formação do que a gente chama de pescoço em formato de ganso nós vamos verificar uma outra imagem dessa criança que não
só a imagem radiográfica aqui já dá para inferir ó algumas alterações como por exemplo uma fratura do processo espinal de T1 aqui aqui é uma ressonância nuclear magnética dá para ver o prejuízo substancial aqui é uma ressonância em T2 por falar ressonância a ressonância funciona com uma física radiográfica que Eu acabei de explicar agora a pouco não não é então eu não tenho ali obviamente raio catódico a ressonância funciona como com magnetismo né hoje nós temos equipamento de até três teslas negócio é incrível como que a ressonância funciona liga-se o equipamento n um campo eletromagnético
é emitido via Spin Aquela aquele ah tub giratório e esse campo electromagnético Tem atividade de fazer com que seu suas moléculas tem tem tenda tendam a vibrar Então você tem uma Tendência muito grande a vibração molecular algumas moléculas vibram mais e outras moléculas vibram menos aquelas que possuem hidrogênio vão vibrar muito mais o hidrogênio vibra muito mais pelo magnetismo então o que você enxerga numa ressonância do preto absoluto até o branco absoluto por exemplo em vários tons de Cinza às vezes algumas ressonâncias são tão boas né que captam aí e variações de tonalidade de zinhos
incríveis para você tá dendo uma foto Impr PR vibrando né Principalmente as de três teslas aí o que que acontece a atividade vibracional é maior onde eu tenho maior hidrogênio distribuído Então os tecidos vibram em velocidades diferentes É como se eu tivesse e tenho né a ressonância ela fornece isso ela oferta uma vibração tridimensional da molécula a molécula vibra tridimensionalmente assim como se vocês fossem realizar uma microscopia é chamada de microscopia conf focada de F Você já viram microscopia de furrier microscopia de furrier é assim você vai analisar um tecido orgânico Coloca nesse microscópio com
focado de fier o microscópio gera uma atividade vibracional através do foco luminoso essa molécula vai vibrando umas vibram mais outras vibram menos você consegue fazer a distinção das moléculas é incrível a microscopia conf focada de fier você consegue diferir estruturas dentro do mesmo tecido por exemplo você Pega um parí hepático você difere o que a célula de Cler por exemplo do que é pósito comum do que é gordura através de uma microscopia bom então vocês já entenderam o equipamento de ressonância vai emitir o magnetismo esse magnetismo vai vibrar a molécula as que tiverem mais hidrogênio
tecido que tiver mais hidrogênio vibra mais e o tecido aparece mais escuro quanto menos hidrogênio o tecido tiver mais claro o tecido vai aparecer Claro em um osso vai ter o quê CCO hidrogênio muito material minerário e na água por exemplo no ar muito do hidrogênio Então vai aparecer bem escuro vai aparecer Preto Então é assim que funciona a ressonância através da vibração molecular e do contingente de hidrogênio para cada tível olhando aqui só que a gente não tem um tipo só de ressonância um tipo só de ponderação nós temos basicamente dois tipos de ponderação
em ressonância o que a gente chama de ponderação em T1 e o que a Gente chama de ponderação em T2 o que que é T1 a ponderação em T1 de uma ress ância é para ter estrutura estrutura a morfologia o contorno a silueta O componente para você ver o morfos a parte morfológica Isso não é um T1 o T1 a vértebra apareceria Clara Branca tá mas dá para ver muitas das estruturas em T2 só que qual é o mote do T2 Qual é a sacada do T2 a sacado do T2 é para ver líquido inflamatório
é para ver processo patológico em T2 então o T1 a gente usa Para morfologia e o T2 a gente usa para processo inflamatório aqui a gente tá usando um T2 onde o osso aparece um pouco mais escuro e tudo que é líquido aparece branco então dá para ver que aquela atividade [Música] licórnio você tá visualizando no corte sagital na pista lateral como aquele líquido branco mas Professor eu consigo ver pontos brancos também consigo imaginar e analisar pontos brancos entre As vértebras tem pontos brancos dentro dos discos Claro que tem que que tem dentro de um
disco não tem o núcleo culposo tem o ângulo fibroso e o núcleo pulposo então Por conseguinte eu tenho a identificação aqui do líquido do núcleo pulposo aqui tá então dá para ver o o percorrido do lípido céfalo aqui de an desde as regiões cisterna ali dos ventrículos sendo distributivo aqui a região sacular ali do SAC dural e tenho aqui as áreas brancas dos discos Intervertebrais Ok vamos analisar então sofreu acidente sofreu teve uma espondilolistese teve que que é uma espondilolistese é um escorregamento mais fratura vertebral tá então espondilolistese é o escorregamento mais a fratura vertebral
então aí é um quadro grave dis spond de listese pescoço formato de ganço dessa criança H fazer o quê um atendimento de emergência natural entrada com corticoterapia vai entrar com corticoide para desinchar essa área Para quê evitar danos secundaris quando você entra com corticoide se evita o quê uma tumefação excessiva local um comprometimento vascular e um comprometimento neural Quais são os três comprometimentos neurais que nós temos Quais são os três axone timese neur mes e neuropraxia vamos começar com mais Brando que que é neuropraxia que que é Praxis que que é Praxis do latim prática
que que é uma neuropraxia você tá abolindo a prática daquela estrutura né Então você tem uma neuropraxia vou dar um exemplo de neuropraxia eu fratura femor por exemplo e vou começar a usar moleta no processo de reabilitação mas não muleta canadense aqui do antebraço aquela muleta axilar eu vou começar a usar muleta eu tô usando muleta durante dois meses que que vai acontecer com o meu plexo braquial vou apertar o plexo braquial vai reduzir a condução neural tanto motora tanto tanto quanto sensitiva S anestésica então eu entro Num quadro de neuropraxia eu perco a Praxis
por uma compressão só que há possibilidade do quê de retorno numa condição normal sabe quando você deita em cima do braço aí você não sente o braço é uma neuropraxia n você tá gerando estrangulamento temporário da inervação com efetiva possibilidade de retorno daquela prática isso é a neuropraxia O que que é uma axonio sinese é quando você tem uma lesão E essa lesão neural também pode retornar Axonio nese é a transecção de grupos de axônios não do nervo total é uma lesão parcial neural então então axon Méia quando você tem transão axonal e a neurotmese
ah isso me desculpa a neurotmese é o quê é uma transecção do nervo aí não tem como cvar quando transcona completamente o nervo não tem ah Professor mas tem estudos que animais estudos errado tudo bem mas em humano não tem nada ainda que possa comprovar o retorno dessa inervação ao que nós Chamamos Depois da lesão neural completa de degeneração valeriana que que é degeneração valeriana aquele processo inflamatório o nervo trans seccionado não é faz com que mediadores imunológicos eles façam o qu cronifica a lesão e do sítio da lesão esse nervo ele vai o quê
perdendo o substrato acional do centro da lesão pra Periferia então não tem como esse nervo brudar mais Deu para entender é o que a gente chama de degeneração valeriana do centro da lesão Pra Periferia do trajeto neural Tudo bem então eu tenho neuropraxia neuro teme axonio esse paciente teve o quê uma neurotmese uma transecção parcial mas professor dá para analisar pela imagem se é uma neuro Claro que não você tem que concatenar com a clínica do paciente você tem que verificar o que esse paciente apresenta É lógico que você vai entrar com pide para poder
o quê se enchar evitar e diminuir o que a gente Chama de concussão do processo concussion redu a concussão neural para o qu para que esse paciente não tenha muita sequela no í de tratamento Ok continuando Olha aí a imagem janelada dessa concussão medular e o paciente passando por uma marca de marca de tração veja só uma fixação transcraniana e uma fixação transpondo por polia né E essa atração aí permanente até que se possa realinhar os entos ali dos corpos vertebrais para Que se tenham o restauro das estruturas óseas e claro que esse paciente não
vai ficar acamado esse tempo todo né Depois de uma tração e verificação contínua né permanente via radiografias de 15 em 15 dias de ressonância quando necessário pro alinhamento esse paciente vai passar por suporte tracional paraa casa ele vai paraa casa mas vai com todo esse aparato não ele vai com um colete gessado um colete de gesso paraa fixação do quê pra fixação desse aparato transcraniano no Colete gessado tá então fica preso no colete gessado com suporte de tração transcraniana até que haja uma um período de ossificação vertebral e sustentação pelo próprio arcabouço ósseo as vértebras
demoram quanto para consolidar demoram seis a 8 semanas para consolidar é óbvio que respeitada a faixa etária de cada indivíduo mas os ossos eles consolidam em tempos diferentes os ossos longos os ossos longos eles se consolidam de quatro a se Semanas então quando a gente fala de femor El fala de tíbia fíbula úmero radiun ossos que recebem direto ou indiretamente sustentação que podem ali se beneficiar do efeito PES elétrico que a gente falou esses ossos consolidam de quatro a se semanas ossos horizontalizadas demoram mais para consolidar porque não recebem uma descarga de peso satisfatória você
pegar a clavícula por exemplo a clavícula é horizontalizada você descarregar peso da Clavícula elá afasta o metatarso por exemplo você fraturar a base do quto meta a cabeça do primeiro meta o metatarso não é horizontalizado você não pisa ele tá assim se descarregar peso no foco fraturar o foco fraturar vai afastar Então muitos questionam Nossa Professor aquele indivíduo fez fez cirurgia pra fratura de Fê ou colocou o gesso pra fratura né terço médio femoral da diás e ele já tá descarregando o peso das primeiras semanas o cara fraturou o Quinto metatarso ele fica sem encostar
o pé no chão Não claro por conta de que o osso é horizontalizado e o outro é verticalizado então biomecanicamente os que são verticalizados efeito elétrico ajuda horizontalmente os que são posicionados o efeito o qu de descarga de peso afasta o foco da fratura por isso que fratura de clavícula é difícil para consolidar por isso que fratura de metat é difícil para consolidar por isso que fratura de costela É difícil de Consolidar são todos os ossos estão o quê numa posição horizontal Tudo bem pessoal beleza continuando Aí Sim chegamos naquele raio x importante na incidência
importante que havíamos comendado tá nós falamos que o raio X Ele tinha uma incidência obrigatória que era o ap o anter posterior uma incidência perfilada e essa incidência é chamada de incidência oblíqua Então essa incidência é essa incidência permissiva A análise dos Fores intervertebrais então aqui dá para notar quem a saía das raízes dos nervos espinais mistos então sempre quando há suspeita de uma compressão neural periférica manifestações de dores que irradiam pro membro superior manifestações de dores que irradiam pra Base local há uma uma pronta atenção aos forames eh intervertebrais então dá para analisar o
quê Dá para analisar Talvez o escorregamento de uma das dessas vértebras consequentemente um Apertamento desse for vamos dar uma olhada se quando uma desliza esse apertamento pode ocorrer Então vamos imaginar aqui por exemplo vamos deslizar essa vértebra para cá ó se eu deslizar essa vértebra anteriormente que que vai acontecer a dec convir comigo que o meu foran aqui vai reduzir né ó n então todo escorregamento anterior vertebral todo deslizamento anterior vertebral ele compromete compromete ali a saída do Nerf espinal misto nessa região de for Mas é claro que não é só o exame por imagem
que fecha o diagnóstico você tem que ter uma boa Anésio incluir o paciente dentro do modelo biopsicossocial fazer uma tirar o paciente de efeito nocebo encaixar efeito placebo durante a consulta é o que a gente chama do inglês Open hiding paradigma a gente fala que faz com que o paciente a gente cria para ele um condicionamento operante então tudo que é criado dentro do consultório todo o Ambiente de consultório tem que gerar expectativa positiva pro paciente e não gerar expectativa negativa tá quando você gera expectativa negativa o paciente normalmente não melhora ele piora por exemplo
ela vem para mim e fala nossa Doutor é o seguinte eu tô com uma dor na cervical que eu não aguento e tal tal tal P pá pá aí eu peço um raio x ela vem com raio x eu falo ó teu forame aqui esse tá reduzido esse tá se que lá obstruído lá a coluna tá não se que lá Ela sai pior do que chegou né Rodrigo chega alum uma ressonância de lombar para mim ó tô com incômodo aqui você quer dar uma olhada Olha vouia o seguinte tem uma n aí que e E3
E4 E4 E5 seu saco horizontalizado você tem uma cusão discal ele sai moído do consultório ele chegou com incômodo ele é capaz de sair com dor de lá e muita dor Então a gente tem que trabalhar o paciente dentro de um conceito uma esfera um pouco mais Ampla né fazendo Com que a gente não crie efeito noso de expectativa negativa mas analisando aqui que que a gente consegue observar nesse raio x oblíquo os fores intervertebrais tá então Qual a indicação da análise de R x oblíqua em oblíqua análise foraminal para possíveis compressões derivadas de listes
ou seja de escorregamentos vertebrais ou outras condições como até mesmo artropática então esse paciente pode ter o quê uma artropatia ele pode ter uma alteração facetária ó ele pode Ter um desgaste facetário aqui ó ou aqui esse desgaste facetário através do efeito PES elétrico pode aumentar a massa óssea E qual é o problema do aumento da massa óssea essa massa óssea começar a invaginar para onde ela começar a se formar essa massa óssea Começar a se formar para dentro do canal intervertebral e comprimir a inervação hoje em dia os procedimentos cirúrgicos para esse para essa
invasão óssea eles são minimamente invasivos você faz uma Endoscopia uma cirurgia endoscópica de canal intervertebral vai com um endoscópio ali e vai esgarçando vai debrig a formação de massa óssea ali demasiada e faz liberar a inervação daqui tá então muitas das manifestações de dor que começam na cervical e o desconforto da cervical que vão para membro superior são derivados do estrangulamento desse forame aí tá mas nem todas são também e por isso nós temos testes ortopédicos específicos ou Testes neuro ortopédicos específicos saúde né Como por exemplo o quê tem um teste bem bacana chamado de
teste arm Squeeze o que que é o arm Squeeze é o apertamento do braço então por exemplo no LF aqui ó ele tem um reclame de dor que começou um desconforto que começou na cervical só que esse desconforto da cervical foi embora por um tempo só que uma dor ficou presente no ombro uma dor no ombro uma dor no ombro uma dor no ombro Será que essa dor no ombro dele é Derivado da cervical ou será que essa dor no ombro dele é do ombro mesmo dá para descobrir Claro que dá tá não passa todo
o segmento aqui do plé braquial não vai até na mão para inervação terminal vai então não passa pelo braço eu vou lá e faço o quê um arm squee eu aperto aqui o braço dele abaixo do segmento que ele reclama de dor o segmento que ele reclama de dor não o segmento do ombro eu vou lá e faço o quê um apertamento abaixo do segmento se doer provavelmente É oriunda da onde da cervical por conta do trajeto neural agora se eu fizer o bar squiz e não doer e eu apertar o ombro e doer é
a dor da M onde de onde zer da onde do ombro de uma lesão no ombro ou uma alteração no ombro Vocês entenderam a sacada do teste você aperta abaixo do segmento de reclamador se doer é porque eu tô apertando a inervação ele tá reverberando daqui da coluna agora se eu apertar abaixo do ombro não doer eu apertar o ombro e doer é porque a dor é Oriunda do ombro então alguns testes são bem interessantes testes neurais específicos como esses daí tá tudo bem pessoal e funcionaria PR membra inferior também funciona também lombar tem vários
testes aí você tem por exemplo teste de Patrick Feber você tem teste um monte né você tem teste sací teste de qu reverse você tem SL teste você tem mais tenha teste e cada qual mas é assim a pergunta do Gomes é importante o teste resolve sua vida não Não resolve o teste é para você confirmar sua hipótese o teste nunca é para descobrir o problema hein quem descobre o problema é a clínica Soberana propedêutica né mas não a de teste a proped a propedêutica anamnética né a o raciocínio Clínico isso que te faz ir
ir para um caminho o teste ele é confirmatório da tua hipótese o teste não é para descobrir nada o teste é para confirmar tua hipótese por exemplo a mesma história do LF Ele reclama de dor No ombro eu tenho vários testes para dor no ombro eu tenho por exemplo a rotação Med em rotação lateral teste de queda do Gá teste de ER ou Mir teste teste de apertar o botão eu tenho 300.000 testes para onra se desses 10 testes que eu fiz cinco derem positivo el tem cinco doenças no h não né Entendeu onde eu
quero chegar então não adianta eu posso fazer 10 testes neles cinco seis darem Positivo mano é por isso que tem seis doenças diferentes Então eu tenho que Criar uma hipótese diagnóstica na minha cabeça através do raciocínio clínico e confirmar com o teste o teste é sempre Para confirmar é confirmatório e detalhe tem testes que são bons testes e testes que são ruins você precisa tá sempre se atualizando na literatura tem teste com falso positivo muito alto ou com falso negativo muito alto então você tem que pegar testes o quê que tenham uma alta sensibilidade e
que tenh uma alta especificidade porque o teste ortopédico Ou neuro ortopédico pode ser muito sensível eu posso apertar ali doer opa ele tem só que ele pode ser um teste pouco específico concorda eu posso ter ali conjuminar três doenças que dão positivo para aquele teste Então você tem que pegar um teste que seja muito específico e muito sensível testes de alta sensibilidade e alta especificidade tá tem um livro muito bom para teste neuro Ortopédico de um autor norte-americano chamado ched coock né Então ched coock tem um livro lá que é fantástico tá dess zer eu
tem PDF ó Beleza então incidência oblíqua da região cervical para ver for intervertebral possíveis deslizamentos possíveis espondilolisis aqui tá obviamente também a possibilidade de Formação óssea por atrito facetário Ok oblo E aí a diferença principal é essa né Isso era um perfil Veja isso era um Rai x perfil de cervical não dá para ver foran e aqui dá para ver foran aqui é Para ver alinhamento dos corpos vertebrais aproximação facetária Projeção de ostea vos líos de papagaio e aqui é para ver saída de inervação não que você vai ver a inervação saindo por ali mas
indiretamente vai analisar o possível comprometimento tá esponde listes mais uma vez escorregamento com fratura vertebral fratura de pedículo ó fratura de pedículo de C2 fratura de pedículo de C3 procedimento cirúrgico depois d para Reabilitação vamos falar de rotação falar de rotação vertebral para entender um pouco que acontece com a véra com a medula e tudo mais tá Dá para notar aí o rio x a anelo posterior ali da base do crânio foi traçado uma reta de protuberância extern in passando por todos os processos espinais e a mesma coisa foi feita com a imagem da direita
que que tá acontecendo uma rotação vertebral na segunda imagem Mas eu posso acreditar piamente nessa rotação Vertebral talvez não né dá uma olhada parece um mal posicionamento do indivíduo parece que ele tá rodado em bloco com essa região cervical e não que ele tenha uma rotação vertebral de um segmento ou outro dessas vértebras ou uma vértebra ou outra por isso que a gente sempre considera considera o seguinte não observação de rotação vertebral por esse sistema tá não se observa rotação vertebral por alinhamento do processo espinal sabe Qual a maior variação anatômica vertebral maior variação anatômica
óssea é a variação da disposição láo laterals dos processos espinais você não você não pode bater o martelo que a vértebra Tá Rodada olhando pro processo final sendo que a maior variação anatômica ali é uma rotação do processo espinal o corpo vertebral parece elee se apresenta fixo só o processo espinal espinal lateraliza por exemplo se a gente fizesse uma a de massoterapia aqui por exemplo todo mundo Tira a camisa fica deo ventral famoso barriga para baixo e nós vamos lá ver o alinhamento das vértebras pega o gomis ele deita ali eu vou lá indicador e
dedo médio passando l lateralmente a saúde saúde saúde saúde passando lateralmente aos processos vertebrais em um segmento ou outro da coluna dele que que vai acontecer um processo espinal ou outro vai est desfiadinho e eu não vou poder dizer que a coluna dele tá rodada por quê Porque a maior valiação anatômica é A rotação do processo espinal quase todo mundo apresenta o processo espinal um pouquinho mais tortuoso para um lado e tortuoso pro outro então eu não posso usar isso como que um Gold Standard como um padrão de análise PR rotação vertebral não posso se
eu não posso o que que eu uso então professor fala logo nós vamos usar uma outra metodologia chamada [Música] de [Música] saúde Olha só para dar uma olhadinha nessa outra imagem só PR vocês observarem o que que é o cálculo de Então se se eu caracterizar uma rotação vertebral com a rotação do corpo e não a rotação do espinal não é isso que caracteriza uma rotação de vértebra é a rotação do corpo Então eu tenho que olhar para onde pro corpo vamos olhar qual a estrutura do corpo vertebral Professor você estão vendo naquela Imagem de
lá que tá até um pouquinho melhor mais bonitinha Vocês estão vendo dois olhinhos de coruja ali não duas áreas arredondadas ó duas esfericidad aqui ó uma aqui outra aqui outra aqui outra aqui outra aqui dá para tá que esses olhinhos de coruja eles estão simétricos não tão tem uma simetria né de um lado para outro significa que essas vértebras apesar da escoliose que tem ali bem Branda né que escoliose a gente considera no de Bob acima de 12° Então apesar da pequena escoliose detectada não há rotação vertebral Por que que não há rotação vertebral porque
as estruturas estão o quê simétricas com o mesmo raio com o mesmo diâmetro com a mesma pitola e Que estrutura é aquela professor é isso aqui se você lembram da anatomia eu tenho uma vértebra são uma vista superior for vertebral om medular aqui é o corpo vertebral que é o processo transverso que é o processo espinal aqui eu tinha quem a lâmina que É o espaço compreende aquele estojo óo entre transverso espinal e aqui eu tinha uma área bem fininha vocês veram dessa área fininha não como é que chamava a parte óssea entre o corpo
e o transverso o pedículo tá então essa área aqui é o pedículo pedículo o pedículo pessoal é uma porção fina é aquele bracinho fino da vértebra que liga o corpo no processo transverso e esse pedículo tem uma cavidade por fora e tem o saúde uma Cavidade por dentro ele é tem uma reentrância então a lâmina pedicular é o quê fina se a lâmina pedicular é fina a densidade óssea é menor se a densidade óssea é menor fica mais escuro então ículo aparece com aquela área arredondada tudo bem bom então é fácil de entender porque se
essa vértebra tiver rodada para um lado ou essa vértebra tiver rodada pro outro eu vou ter uma diferença entre quem uma diferença entre as esferas pediculares Deu para entender então eu vou olhar sempre quem para ver rotação vertebral Sempre vou olhar pedículo para observar a rotação vertebral tá então esse cálculo de VM ele vai de zer até eu vou entrar no go aqui para tentar buscar um no go goog Olha lá no [Música] go e agora a gente vai fazer os graus de rotação Olha lá pessoal vamos ver aqui ó são os graus de locação
vertebral vocês estão olhando noem Panorama posterior da vértebra grau zero quando os pedículos estão simétricos grau um quando esse pedículo ocupa o primeiro terço da Porção x lateral grau dois quando ele ocupa o segundo terço da Porção H lateral grau três quando ele tá no cor Aral mediana na linha mediana e grau quatro quando quee río já passou do corte sagital mediano tá então é um grau Qu de rotação vertebral obviamente haverá comprometimento inclusive facetário for minal dor irradiada então aqui a gente tem os graus ali do cálculo de nesm para a verificação de rotação
das vértebras voltando então veja um outro perfil agora saindo da região cervical ind pra região corx igual a gente tava verificando o que formação de massa óssea o processo artrósicos aqui na superfície anterior Dos corpos vertebrais é um sindesmófito sendo formado outros processos artrósicos aqui interfacetárias também dor limitação de movimento perda substancial do líquido ali Ah que faz a lubrificação da superfície cartil osa né uron pentina sulfatada que lá sulfatado Eos amit glican proteoglicanas substância morfa fundamental dentro da articulação então há o ressecamento desse líquido aqui na dentro das da superfície interarticular Consequentemente as manifestações
artrósicos tá o tempo vai passando a artrose vai aumentando só que não necessariamente o prejuízo também aumenta muitas das vezes o que acontece quando o paciente faz uma regulação das atividades de vida diária a aumento o nível de atividade física aumenta o perfil alimentar essas dores podem reduzir sob maneira por quê Porque uma vez atritado e desgastar da cartilagem já foi embora você não recobra se você Não pegar no começo só que o grande problema não é o atrito das estruturas com passar do tempo se você regular se seu mecanismo de vida como Eu mencionei
anre pouco você consegue reduzir a dor e melhorar a mobilidade o grande problema é a interlínea articular fica fechada o grande problema é você aumentar a pressão intraarticular tá isso faz com que a dor crônica ocorra não é o desgaste o desgaste gerou a dor no começo enquanto as estruturas estavam Sendo escarificadas aí o desgaste estava gerando a dor com o tempo e o tempo foi passando as superfícies articulares Ficaram tão lisas e pidas que nem inervação aferente tem mais então o tempo vai passando aquele desgaste aquele quadro de desgaste de esclerose do osso subcondral
não vai gerar mais dor só gerará mais dor se caso a magnitude do aper amente for aumentada se eu tiver escarificação de tecido mais profundo se a lesão aumentar eu entro Num P agudo de novo é isso que a osteose traz pra gente isso a gente extrapola para quadril também para tornozelo para joelho para qualquer outra articulação por isso que a períodos de exacerbação e remissão os períodos de exacerbação são encontrados quando o apertamento aumenta e quando o processo inflamatório também aumenta quando o desgaste de tecidos mais profundos eles ocorrem do contrário você consegue estar
na situação né Sem processo inflamatório mantendo a Distância da interlinha articular a coisa mais importante numa artropatia né de tratamento é manter a distância da interlinha articular tá consequentemente liberando corpusculo somestésico vamos lá vamos por que interessa vamos continuar a falar de compressão medular Já que é neuro tá vamos para essa imagem aqui ó se uma coluna lombar se é um raio x de perfil de coruna lombar é uma espondilolistese O que significa Espondilolistese vou dizer novamente fratura mais escorregamento vertebral tá são duas as motivações que espondilolistese dois dos fatores de causalidade mais comuns primeiro
acidente automobilístico teve um acidente a vértebra foi lá e escorregou né tracional né ou por empurro mesmo você teve aí um trauma que fez o desalinhamento vertebral e aqui desalinhou mesmo ó dá para notar ó fratura aqui que a gente tem ó vamos Colocar aqui aqui S1 que L5 L4 L3 fratura do processo espinal de L3 do espinal de L4 e o escorregamento vertebral absurdo Olha Para onde foi parar L5 L5 foi bem anteriorizada dá para notar através do quê ó dos alinhamentos dos corpos vertebrais aqui já desalinhou ó você já tem um degrau aqui
de um degrau aqui entre 5 S1 então dá para ver um desalinhamento estupendo dessas vértebras o escorregamento anterior delas Consequentemente se escorrega pra frente diminui quem o espaço do forame intervertebral comprime a inervação uma espondilolistese dessa leva um comprometiment Severo de estruturas vesicais inclusive levando a manifestações não só dolorosas e perda de mobilidade mas também formigamento urogenital e talvez bexiga neurogênica descontrole ceriano de bexiga e anal também porque compromete a inervação parassimpática aí inervação da parte Caudal tá então compressões dessa área levam ao grau de cilidade estupendo quando as manifestações sindrômicas são relacionadas à parte
vesical tá aí normalmente procedimento cirúrgico mas isso a gente fala traumatic e qual era o Outro fator o fator atraumático um fator que não derivasse de um acidente automobilístico como é que uma vértebra dessa então o professor pode escorregar se não for por um acidente como que ela poderia escorregar eu te pergunto como Né em uma população específica uma população que normalmente permanece em uma postura a maior parte do tempo que a população geriátrica gerontológica são os nossos idosos como é que o idoso permanece a maior parte do tempo vocês sabem Hã Como que o
idoso permanece a maior parte do tempo sentado ele não fica deitado por que que ele não fica deitado porque se ele tiver deitado Alguém precisa ajudar a ficar sentado certo Agora sentado o que que ele faz sentado cuido faz sentado Ele come ele dorme ele tudo que ele precisa fazer ele vai sentar né então é é cômodo pro idoso pro cuidador pessoal da enfermagem Qualquer que seja né o responsável é muito cômodo o idoso ficar o quê sentado inclusive cômodo para ele quando o idoso tá em posição sentada ele tem o grupamento muscular que encurta
Qual que é o grupamento muscular que encurta no idoso quando tá sentado [Música] né Qual que é o grupamento que curta ele tá em que posição você tá sentado tá em que posição do quadril extensão ou flexão flexão de quadril se tem flexão de quadril qual que é o gramento curta flexor de quadril qual que é o principal flexor de quadril psas maior Então se o psas maior é o principal flexor de quadril pessos maior Doo ortado não fica pessas maior sai de onde Processos transversos de todas as lombares superfície anterolateral de todas as lombares
superfície anterolateral de D1 então psas maior psas maior sa daqui ó desse jeito e a coluna tá assim não funciona como se fosse um arco flecha o arco tá aqui e aquela fita do arco fcha tá assim N significa que quanto mais ele vai se inserir aonde suco Inter trocantérico expens menor né Aí o que acontece veja só se esse pessoas maior encurta se ess pessoas maior se ess pessoas maior em curta a de conv que o músculo tá tracionando E tá aumentando a lordose a chegar ao passo dessa lose aumentar tanto dessa aberte escorregar
PR onde pra frente tá então maior fator de causa de spond no idoso é a postura sim ou não maior fator de causa aí de então expoleste no idoso escorregamento vertebral estratura vertebral nidos Região lbar é a postura por permanecer muito tempo sentado tá tudo bem beleza vamos continuar [Música] outra doença de comprometimento de mobilidade spondilite antil losante é uma doença autoimune né doença autoimune faz com que a gente tenha um h específico costar específico para a própria doença que nas manifestações e quadro da cascata imunológica faz com que eu tenha uma inibição de rank
rank H Que que é rank rank H ISO não Zin imuno rank rank ostro proteger são são proteínas são sinalizadas durante a liberação de algumas citocinas interleucina 10 é uma citocina antiinflamatória interleucina 1 e 1 Beta é pr inflamatória junto com o fator necrose moral alfa e junto com o fator necrose k Beta todas essas substâncias pro sistema ósseo podem sinalizar outras duas então você tem interleucina beta interleucina se estô Colocando as principais proinflamatórias ã fator necroso tumoral Alfa Isso aqui vai sinalizar o quê duas substâncias você pode sinalizar uma proteína chamada de osteo proteina
e uma proteína chamada de rank essa rank ela tem que se ligar com quem ela tem que se ligar com a rank L certo quando rank liga na rank L Ela faz o quê sinaliza osteoclasto tudo bem ótimo o que que ess detin losante faz com o indivíduo na Cascata imunológica ela não consegue o quê permitir a ligação de rank com rank L significa que eu não tenho sinalização de quem de osteoclasto significa que não limpa osso não faz clasia significa que só o quê estimula a produção de egina tá agora não pensando na espondilite
losante o cara respondid anquilosante ele urra de dor dói muito porque o osso é extremamente intervado tá são dois os tipos de pacientes com respond de osante um que começa com manifestação no Cíngulo escapular e vai pra coluna e o outro que começa com manifestação no símbolo pélvico que vai pra coluna Então vamos falar do primeiro o primeiro ele tem uma boa mobilidade de m inferior e pelvico só que aqu Ele parece um bobozinho travado ó vai anquilosado pessoal ó vai formando osso trava ó forma osso osso osso osso trava solda uma vértebra na outra
e a outra manifestação é ao contrário do tipo de paciente começa na pelve a pelve Dele ele é aqui em cima ele tem mobilidade normal mas embaixo é um robozinho tá E a tendência é aumentar a gravidade e aíe tem que fazer o quê trabalhar com o quê com uma terapia imunogênica né ou melhor uma terapia contendo o sistema imunológico dele que tá desenfreado aí vai fazer o uso de infliximab AD demom né não que são esses anticorpos monoclonais que vão agir aí no segmento ósseo liga tem gerar produz exess Ou não tem como pode
até passar por cirurgia mas não compensa como o problema imunológico vai voltar tem que fazer o trabalho imunológico com paciente é complicado você mobilizar o segmento vertebral os caras choram de dor tem na vida toda é MB tem MB esses que eu citei né n agora se vamos colocar um contraponto já que desou aqui mas não tem problema ador também que que acontece vamos imaginar a pessoa que tem osteoporose que é um um quadro inverso Desse esse quadro É muito parecido com o paciente que tem osteopetrose que que é osteopetrose é essa Cascata o cara
só produz e não limpa tem uma conção atendi um paciente uma vez veio com uma dor no membro inferior porque um raio x né tinha forrado de osso uma musculatura tinha a gente chama de miosite osificante então o que que é miosite osificante começou a oss ficar a musculatura por um desequilíbrio Imunológico porque ele não tinha sinalização de rank com rank R Então isso é um quadro por exemplo em que você tem um aumento dação de massa ósseo agora vamos imaginar o contrário o cara é osteoporótico osteopo e osteoporótico fez lá o DMO nometria minal
mineral óia deu fora da linha Z tá osteopor esse cara Oste ótico ele já fez suplementação de cálcio ele já fez suplementação de fosfato esse cara já fez suplementação de vitamina D come Vegetais folhosos escuros ol que gracinha ras bró agal Leite derivado mas não funcionam nada continua com grau Deó problema metabólico dele conord é um problema imunológico metabólico dele então não adianta ele pode se tupir tomar leite derivado vegetais coleos qualquer coisa não vai funcionar Então você tem que ir no sistema imunológico aí tem o que a gente chama de anticorpo monoclonal tem uma
medicação para osteoporose chamada De prolia vocês já ouviram falar fantasia essa prolia faz Exatamente isso essa prolia inibe ligação de rank com réo se inibe inibe quem osteoclasto só deposita osso Isso é uma maravilha para paciente tem osteoporose só que qual é o problema imagina que esse cara que faz uso da prolia agora zou o implante dentado dentinário zou implante tem perfurar não tem e tudo mais né levantamento de seio quando tiver pouco seio ali tudo mais e aí o Que que acontece depois que perfurou você tem uma lesão tecidual ósea você não tem que
ter um processo de reado de regeneração você não tem que ter sinalização osteoclástica ele vai ter ocast para limpar não o osso vai fazer o quê ecosar Tá então essas medicações elas devem ser precisas com muita cautela você imagina o paciente que faz o quê o uso do prolia por exemplo e rank rank só uma fratura de tempo ou sofre uma outra fratura ou vai P um implante e Tudo mais né então você tem que verificar muito o histórico do paciente Quais são as pretensões futuras para agir dentro do campo imunológico da terapia imunológica certo
continuando aqui é uma mega apese só para citar o tamanho do processo transverso que eu tenho aqui ó cirúrgico né megapofise é cirúrgico cirúrgico ó vamos voltar aqui ressonância voltando a nossa coluna Nossa vedula o nosso sistema nervoso Central tá que que a gente tem Cortes sagitais imagens janeladoriso [Música] ação do ligamento longitudinal anterior que é esse filite preto na frente do corpo vertebral preservação do ligamento do ligamento longitudinal posterior também ó passando posteriormente aos corpos vertebrais não tem alteração Então essa é uma típica coluna Sadia não tem horizontalização sacral aqui não tem prolapsos ou
protusões anteriores nem Prolapsos ou protusões posteriores tá então dá para notar que aqui é vértebra aqui é disco aqui é a medula dá para notar que aqui são os processos espinais dá para notar que aqui é a gordura né ó é tela de gordura subcutânea aqui ó tá feo gorduroso tudo bem só que esse é um it2 sem fat set que que é fat set a gente tem o T1 nós temos O T2 e o T2 fat set é a saturação de gordura tá normalmente a gente usa o T2 como fat set para distinguir O
que é gordura do Que é L inflamatório concorda O T2 não é faz ver inflamação é e se a inflamação tiver junto com a gordura o que que é inflamação e que que é gordura quando você satura a gordura do equipamento você deixa a gordura escura fazendo aparecer quem o líquido só o líquido inflamatório como Claro tudo bem Beleza então esse é um sagital normal para que a gente possa saber o que vai ser patológico daqui a pouco pra nossa medua olha aí isso é patológico tá até Circulado ali né ó Então você tem aí
no segmento de L4 L5 o segmento de L5 S1 duas protusões dois prolapsos visais Isso aqui é famosa aa de disco ó veja São protusões e colapsos posteriores aqui eu também ó abaulamento abaulamento abaulamento dá para notar que não é uma extrusão é uma protusão fcal são essas que doem mais ah professor não significa que quanto maior a herne é maior a dor não normalmente é ao contrário você tem um abaulamento discal e uma pressão na Medula muitas das vezes quando esse disco ele aumenta muito forma uma área sacular ar muito grande esse disco ele
desce pelo canal e tira a compressão horizontalizada então não necessariamente quanto maior o disco maior a dor você tem um limite para você ter essa atuação dolorosa né Quanto mais incidente ali transversalmente tudo tem maior a dor mas quando mais descendente se projeta oo disco a dor tendencia a diminuir tá então aqui dá para notar Inclusive ó o filete escuro que é o ligamento longitudinal posterior vai abaulando muito ó e junto com o disco não sendo possível suportar esse essa pressão que estrutura que é essa aqui pessoal tubular na frente aqui ó tem um tubo
aqui ó Que estrutura é essa escura tubular na frente dos corpos vertebrais Alguém sabe vamos [Música] lá Diga a horta abdominal tá então aqui a artéria orta abdominal Independente se A gente tá olhando uma coisa a gente não pode desfazer de olhar outra então a gente tá olhando a coluna protusões fiscais sempre normalmente pacientes ali acima de 50 anos de idade com o perfil da Tríade obesidade diabetes hipertensão a gente dá uma olhadinha na horta para ver se ele não tem uma coarctação da horta se ele não tem um aneurisma de a horta uma horta
dilatada na região abdominal então a gente sempre dá uma olhadinha na horta tá nesse caso horta Tá com calibre normal olha aqui isso que a gente chama de prolao fiscal hein dá uma olhada L1 L2 L2 L3 L3 L4 L4 L5 L5 S1 e aqui algumas manifestações inclusive na no segmento parassimpático Professor qual a porcentagem do fator de causa de dor lombar ser derivada de uma éa 4% só 4% das Dores lombares mecânicas específicas são derivadas de hérnia 44% das Dores lombes 44% das Dores lombes são dores derivadas síndrome Facetária é porque uma faceta aperta
a outra faceta articular e comprime uma inervação não é por conta da hérnia só 4% eu costumo brincar assim os meus pacientes hérnia de disco é igual ter ruga mas s ou mais tarde você vai ter é um processo de desgaste natural é um processo de envelhecimento natural da coluna se ter uma aal se a gente sair daqui agora for pro shopping se a gente for angariar 100 pessoas no shopping agora e se nós fizermos ressonância na Lombard 100 pessoas no shopping 60% vão ter hne certo ou não ou maior ou menor mas 60% vão
ter hne não significa que 60% vão ter dor deu PR entender ter hérnia de disco não significa que ter hne terver dor não ter hérnia de disco não é fator preditivo para dor é que o cara tem um incômodo ou uma dor na lombar que que ele vai fazer o exame por imagem ele faz o exame por imagem que que dá na imagem uma hérnia aí ele associa rapidamente o profissional e ele Associam rapidamente a dor a hérnia só que a causa mecânica da dor lombar em 44% não é a hérnia é o quê a
síndrome facetária é onde uma faceta Artic particular articula com a outra e por ali passa uma pequena inervação derivada do ramo dorsal aliás derivada do ramo sensitivo chamado de ramo dorsal que passa no meio da faceta Professor tem um nervo que passa no meio da faceta particular tem é por isso que quando aumenta a compressão aumenta o Apertamento da faceta aumenta a dor Deu para entender pessoal essa relação professor então quando eu posso tornar posso culpabilizar a quando eu posso culpar a ernea Em quais condições morfologicamente quando essa hérnia ocupa mais de 2/3 do canal
medular quando essa hérnia ocupa mais de 2/3 do canal medular eu posso culpar a só que não num corte sagital Por que não não corte sagital Professor porque não corte sagital você tá pegando uma fatia né às Vezes essa hér tá mais para um lado do que pro outro então você precisa analisar no corte o qu transversal analisando aqui ó a medula não tá aqui dentro sim ou não o disco não tá aqui quando esse disco saúde quando ess amém a todos nós quando esse disco ocupa aqui ó quando esse disco extravasa e ocupa mais
de 23 do canal do ar em uma vista transversal você pode culpar H es ver outra coisa você pode culpar h a gente Acabou de ver manifestações ligadas ao aparato higit urinário bexiga neurogênica não controle spinter formigamento urogenital Então são indícios de que a dor é derivada de um apertamento discal tá ok pessoal sim ou não beleza alguma pergunta continuando vamos para coluna fase dois se bem que a gente tem aula também na sexta-feira Na sexta-feira é na sexta-feira né você tiveram ele tá D você não Ah então beleza vamos continu um Pou ó esse
é o forte transversal então dá para ver ó aqui a medula livre o disco Preto aqui a medula aqui o líquido aqui ó céfalo ridiano lcr e aqui não tem compressão aqui mais uma vez Ó tem uma formação de um pequeno lábio Deal aqui tá sugere uma leve compressão mas não é o fator de causa do Sintomas aqui são doenças degenerativas que vocês já viram ó são imagens aproximadas da coluna são os famosos osteófitos e aqui o sindesmófito é juntando um osteófito o outro C2 C3 aqui a artrose facetária L4 L5 e as hérnias de
disco ó hne de disco comprimida na medula outra hérnia de disco aqui compressão medular uma a de disco comprimido aqui ó essa tá quase ocupando ó metade do canal ocupando parte ó cobrindo metade da medula então É uma séria candidata a ser fator de causa remoção de hérnia cirurgia minimamente invasiva a remoção da hérnia e preenchimento obviamente daquele espaço que havia o dis vertebral por um cimento ósseo né ou um material que a gente chama de material de polipropileno tipo um plástico né colocado ali para poder fazer a contenção não é a artrodese não é
a fixação Da vér Da superj cente com a infra é só substituição do disco só não né porque é Uma cirurgia bem vazio olha aí mais uma formação discal Dá para ver que é o T2 uma ressonância com moderação D2 para ver processo inflamatório você tem aqui Um L um L4 L5 uma protusão aqui discal no processo inflamatório regionalizado desse segmento vertebral de L5 da faceta superior de L5 tá mais uma vez produção decal e aqui uma herne estrusa ela já nem é mais estrusa é o que a gente chama de sequestrada é Uma herne
uma produção uma extrusão e um sequestro é são as fases de eração produção extrusão e sequestro dá para notar o bolão da hne aqui né Toda invadindo o canal medular essa hne Por incrível que pareça apesar do tamanho que possui ela não gera tanta dor como as heres anteriores foram verificados por conta da compressão ali perpendicular na medula tá então é uma hérnia estrua né quase sequestrado e aqui um corte transversal mostrando Também uma herniação pertencente ao canal mular PR outra extrusão olha essa daqui essa gadura hein na aqui na no terço toráxico médio n
então dá para ver essa área toda abalada aqui ó tá então compressão Severa inervação intervertebral que vai pros Arcos costais dor irradiada um segmento intervertebral né D intermitente inclusive necessá da aplicação de corticoide local né inclusive e a produr dessa neurite Refratária né e antiinflamatório e analgésico para essa aborção tá Dá para notar que a coluna também retificada né é um fator de de facilitação pro problema biomecânico imagem ruim mais uma vez pequeno lábio Deal vai V medula e aqui uma outra doença vertebral chamada de nodo de chimor que que é o nodo de chimor
você tem o o platô vertebral e o plafon plafon vertebral superfície inferior da vértebra do corpo Vertebral o nó de Timor é derivado de uma herdabilidade genética né tem predisposição para enfraquecimento do estojo ósseo o estojo ósseo da do corpo vertebral Ele é todo tr culado parce um chocolato sufir né então você tem várias trabéculas com linhas de força óssea quando você perde essas linhas de força você tem a tendência por compressão axial a invasão do disco dentro da vértebra isso a enfraquece mais ainda é uma das Principais causas de fratura atraumática vertebral quando a
vértebra fratura e não é prop pancada Deu para entender essa vértebra fratura e não é por pancada porque invade quem invade o disco do estojo óo invade colágeno invade tecido ali né fibrocartilaginoso do estojo ós iso é uma invasão se eu não me engano tem uma foto aqui de uma uma imagem real aí ó imagem real dá uma olhada ó a vértebra Olha que bonita essa imagem eu tenho a vértebra o estojo Ósseo e eu tenho a invasão do disco a invasão do disco a invasão dessa fibrocartilagem desse estojo ósseo fazendo com que o enfraquecimento
aumente Deixa eu perguntar pessoal e eh osteoporose doi se sim e se não quero saber [Música] porquê Não porque que daí Será que só Fratura quando você tem osteoporose tem o declínio da massa óssea não tem acho que pode doer outras partes porque você cont dói o osso também não é a o osso na interval ele não tem pequenas radículas que permeiam a parte intrad dravec se você cede a porção intraóssea essa esse declínio né ele começa a esmagar né toda essas a rede neural rede estrutural mais internalizada então osteoporos Dói né então o sistema
ósseo dói quando a gente fala de vértebra n Quando a gente fala de tecido de sustentação né dói óbvio que depois que fraturar vai do mais ainda né vai ser pior mas aí já é um outro tipo de dor esse tipo de dor da fratura é uma dor somática uma dor química uma dor da lesão mediada pelas células inflamatórias essa dor que eu tô comentando aí é uma dor o quê crônica neuropática você tem um apertamento da microin veração que passa por dentro do contingente vertebral tá o que acontece Aqui por exemplo também tá então
mulo de chimor faz com que o paciente tenha a referência dolorosa muito grande ah f fratura do Neymar aí ó só for falar em vértebra aí fratura do processo transverso ele foi na Copa meteu um atestado lembra Tô brincando meteu atestado mas com uma Jada nas costas para aquele ano lá né porque o outro foi frando quto meta e cada ano cada Copa er uma novidade tá fratura do processo transverso não tem Como fixar normalmente ela também não desvia maior mais do que 2 MM quando não há desvio maior do que 2 MM no foco
fraturar uma necessidade cirúrgica tratamento é incruento tratamento é terapêutico não invasivo aí um corte tomográfico Vista corte transversal D para ver processo transvers também fraturado E aí feja só uma outra incidência radiográfica vocês devem saber que é a incidência de lombar com rotação é a incidência chamada Scot dog Aqui butinho incidência Scot Dog que é a incidência do cachorrinho tá vendo o cachorrinho lá não tá vendo o cachorrinho não são cachorrinho ó orelhinha do cachorrinho focinha do cachorrinho patinha do cachorrinho corpinho patinha de ats tá vendo cachorrinho agora não não tá vendo o cachorrinho não
tá vendo no cachorrinho Olha lá veja só tá então a gente impede esse tipo de incidência quando o paciente relata uma dor profunda Incidência hot dog quando o paciente relata uma dor profunda com limitação de movimento pós-traumática dor pós-traumática profunda com limitação de movimento principalmente rotacional a gente pede lá no receituário esot Dog é a fratura lá tem fratura ó sinalizada com as cetas é a fratura do pescoço do cachorrinho fratura do pescoço do cachorrinho é uma fratura de pedículo tá então fratura pedicular o cidência Scot dog para verificação de fratura [Música] pedicular Será que
tá acontecendo alguma coisa nessa nossa medula na porção mais baixa de saco Rural tá né era para isso tá aqui então você tem uma espondilolistese grau qu foi traumática assistente a Místico compressão medular Severa ou melhor compressão sacd dural Severa manifestações Todas aquelas que a gente citou desde as bexigas neurogênicas até uma dor intermitente paciente vai pra cirurgia mais umaas Anestesia ral Severa infecções tá contingente vertebral ressonância em T2 onde a vértebra apece escura e aqui eu tenho o infiltrado inflamatório Branco lembra ran t32 sempre infiltrado em inflamatório Branco aí eu tenho uma infecção chamada
de de disit a as infecções do do corpo vertebral são chamadas de deites tá de onde vem uma infecção aí professor para chegar uma infecção aí normalmente derivadas do quê de uma meningite bacteriano viral tá Então as meningites são as principais causas das deites das infecções vertebrais dor regionalizada e limitação de movimento estado febril outra de E aí eu tenho uma cintilografia óssea veja só cintilografia não é um exame apenas de rastreio morfológico a cintilografia é um exame de rastreio morfológico e funcional fator lógico da funcionalidade Das células como é que funciona cografia óssea você
tem um contraste venoso injetado um contraste venoso um radioisótopo o isótropo radioativo que pode ser o tecné 99 ter 99 ou í ser injetado no sistema venoso e vai ser impregnado na área de aumento metabólico Então esse rfo ele vai pra área do teu corpo de maior aceleração metabólica Claro quando eu tenho processo carcinomatosa é ali que ele vai tá Então veja só a impregnação na região de Lombar na região de cristas irías na região sacral provavelmente é uma metase de um adenocarcinoma próstata mais uma vez uma ressonância aqui emre do na região sacral em
S1 tenho aí uma metástase aqui mais uma vez no corte tomográfico transversal e aqui também uma metástase derivada de uma adenocarcinoma de prta aquilo por exemplo é a depuração o clearence renal né e depois aqui na no bolão vesical o Radi sóo Tá mas é uma metástase de aina Carção de PR Por que que Ah isso é derivado a anatomia para lembrar Hein por que que uma adenocarcinom Marin próstata e tem tem possibilidade de estadiamento com lombar espalhamento lombar isso gerade linfática e os vasos venosos que se asos tá sistema venoso n Tomas ven linfática
para a região [Música] lombar mais uma dentro mais um adeno Per L terminamos medula vamos começar a ver assistente vascular encefálica sistêmica Hemorrágico ou não não