Quando Switch foi lançado, muita gente duvidou que ele daria conta dos jogos Triple A, mesmo com suas limitações, ele recebeu adaptações incríveis de alguns dos maiores jogos já feitos. E hoje a gente vai garimpar os 10 melhores jogos Triplea A que rodam no Switch e que você pode jogar agora mesmo. Então, sem perder tempo, bora começar com um dos melhores.
Se você acha que o Doom de 2016 já era insano, Doom Eternal chega para explodir essa ideia. E o mais inacreditável, ele roda no suí. Aqui não tem pausa, não tem cover, não tem tempo para respirar.
É velocidade, brutalidade e estratégia tudo ao mesmo tempo. Cada combate é um quebra-cabeça frenético, onde você precisa se mover, trocar de arma e executar os demônios no tempo certo para não virar picadinho. Tudo isso embalado por uma trilha sonora de metal que faz o coração bater no ritmo da carne piscina.
Mesmo com gráficos reduzidos, o porte no Switch entrega um desempenho que surpreende. A taxa de quadros segura bem, os controles continuam responsivos e o ritmo alucinante do jogo foi preservado. Não é exagero dizer que essa é uma das maiores proesas técnicas do console.
Se você gosta de lot, progresso viciante e combos absurdos de ataque, Diablo 3 Eternal Collection é um prato cheio. E sim, funciona maravilhosamente bem no Suí. Esse clássico da Blizzard chegou completo no portátil com todas as expansões, sete classes jogáveis e aquele combate frenético que mistura hacken slash com RPG raiz.
Você enfrenta a ordem de demônios, sobe de nível, equipa armaduras lendárias e ainda pode invocar criaturas bizarras ou sair esmagando tudo de bárbaro, dependendo do seu estilo. O que realmente brilha aqui é a rejogabilidade. Mapas gerados aleatoriamente, modos sazonais, builds infinitas e aquele ciclo sem fim de melhorar seu personagem.
E o mais impressionante, tudo isso cabe na palma da mão e roda lisinho. Dá para jogar solo ou em coop local online e o ritmo do jogo continua tão viciante quanto sempre foi. É um daqueles jogos que você instala só para testar e quando vê já tá a madrugada inteira farmando loot épico.
Pode confiar. Se tem um jogo que não pega leve com ninguém é Dark Souls. E sim, ele está no suí portátil e impiedoso como sempre.
Dark Souls Remastery entrega toda atenção, mistério e brutalidade do original em uma versão que te permite morrer em qualquer lugar. Lordrun continua sendo um dos mundos mais atmosféricos e enigmáticos dos games, cheios de atalhos secretos, inimigos brutais e aquela sensação constante de que tudo pode te matar e provavelmente vai. A remasterização traz texturas melhores, performance mais estável e multiplayer online funcional, inclusive no Switch.
É claro que não tem o mesmo visual das versões de PC ou consoles mais potentes, mas o mais importante tá aqui. O combate preciso, os chefes insanos e aquela curva de aprendizado que te faz sofrer, mas também te ensina. Para quem nunca jogou, essa é a chance.
E para quem já enfrentou a escuridão antes, bom, ela ainda tá te esperando. [Aplausos] Tem jogo que envelhece bem e tem jogo que parece que nasceu pronto para atravessar gerações. Batman Arkan City é exatamente isso.
Mesmo sendo o segundo capítulo da trilogia, ele ainda é o favorito de muita gente. Aqui o morcegão ganha liberdade total para planar por uma gota corrompida. Cheia de criminosos icônicos e missões espalhadas no mapa que prende do começo ao fim.
O combate continua insano com aquele sistema de contra-ataque que virou referência e a história é digna de graphic novel. Envolve, surpreende e não te larga. E o mais impressionante, essa experiência toda foi parar no suí e com dignidade.
Quem esperava um porte capado se enganou bonito. A performance é estável, o visual continua sombrio, impactante e o jogo entrega tudo que fez dele um clássico direto na palma da mão. Se você pulou essa pérola na época ou quer reviver uma das melhores fases do Batman, essa é a sua chance.
Pode jogar sem medo. [Aplausos] [Música] Se você curte lot, tiroteio e caos desenfreado, essa coletânia aqui é um verdadeiro presente. Borderlands Legendary Collection são dezenas de horas de missões insanas, armas absurdas e aquele humor sarcástico que virou marca registrada da série.
Você escolhe seu caçador de tesouros, entra no mundo desértico e maluco de Pandora e se prepara para enfrentar de bandidos pirados até criaturas gigantes. E o melhor é que a jogabilidade continua viciante mesmo no portátil. A performance é sólida, o frame rate segura bem até nos tiroteios mais frenéticos e dá para jogar onde quiser, o que já transforma essa versão num baitachado.
É o tipo de jogo que não tem como levar muito a sério, mas entrega diversão pura. Três jogos por um é um bom negócio. Coming out of the blockers.
That was cool. Se você curte Destruição Criativa no estilo, vou derrubar esse prédio com martelo porque sim, Red Faction Gorilla é o seu momento. Esse clássico cult coloca você no meio de uma rebelião em Marte contra uma força opressora da Terra.
Mas esquece as armas convencionais. Aqui a estrela é o cenário todo, já que praticamente tudo pode ser demolido. Você escolhe como abordar as missões.
Pode chegar de fininho ou explodir tudo com estilo. E a sensação de liberdade é tão boa quanto ver aquele edifício ruindo com uma carga bem colocada. A versão remastery no Switch surpreende.
Tá tudo lá. Os visuais retrabalhados, sombras e iluminação melhoradas e o caos controlado que fez o jogo ser tão único. Claro, não é um porte perfeito, mas ver um sandbox destrutivo desse rodando bem já é um milagre por si só.
É aquele tipo de jogo que não se leva a sério, mas entrega diversão bruta e direta. Demorou, mas chegou. Red Dead Redemption finalmente deu as caras no suí, trazendo um dos maiores épicos do Velho oeste direto pro modo portátil.
Aqui você vive a história de John Marston, um ex fora da lei tentando consertar o passado no mundo onde o far oeste tá chegando ao fim. É traição, vingança, tiroteio ao pôr do sol e muita poeira no rosto enquanto você cavalga por desertos, vilas e esconderijos de bandidos. Tudo com aquele toque cinematográfico que só a Rockstar sabe fazer.
A versão no Switch não traz melhorias gráficas nem extras, mas também não precisava. O jogo original era um clássico e essa adaptação respeita tudo isso. A performance é sólida e ter essa jornada marcante na palma da mão é o verdadeiro destaque aqui.
Seja para quem nunca jogou ou para quem quer reviver essa história com mais liberdade, Red Dead Redemption é ouro puro. [Música] Se você achava que baioneta já era exagerada, é porque ainda não jogou baioneta 3. Aqui a bruxa solta tudo.
Combate mais frenético, ataques gigantescos e um espetáculo visual que parece um clipe de ação. Dessa vez, além de enfrentar demônios e anjos, ela encara os omônculos, armas biológicas bizarras que ameaçam toda a realidade. E para deixar tudo ainda mais louco, o jogo te joga por dimensões alternativas, com várias versões da própria baioneta, cada uma mais estilosa e apelona que a outra.
O combate continua sendo coração, com combos cheios de estilo, esquivas no time perfeito e aquela câmera lenta na hora certa. A novidade é o Demon Mascarade, que permite a baioneta se fundir com demônios gigantes e descer o caos com ataques colossais. E o suitch segura bem a bronca.
Claro que tem limitações gráficas, mas a performance aguenta o ritmo e o jogo brilham de mais importa. na pancadaria estilosa e no carisma absurdo da protagonista. Um jogo obrigatório para quem quer ação pura com tempero.
[Música] [Música] Sky foi lançada até pra geladeira se duvidar, mas a versão de Sutch é especial por um motivo simples. Ela funciona muito bem. Poder explorar esse mundo imenso no modo portátil é uma experiência surreal.
Você começa como um prisioneiro prestes a ser executado e termina, bom, como quiser. Herói, ladrão, mago ou só um andarelho. O jogo te dá liberdade total e ainda entrega uma tonelada de conteúdo com história, facções e morras.
Essa versão traz todos os DLCs, controles de movimento e uma performance sólida que segura a maratona. Mesmo tantos anos depois, Skying continua sendo aquele tipo de RPG que engole seu tempo sem você perceber. E no Suí, essa magia ficou ainda mais acessível.
Um jogo obrigatório para quem ainda não jogou. [Música] Dá para acreditar que The Witcher 3 roda no Switch? Pois é, um dos RPGs mais premiados de todos os tempos, conhecido por seu mundo vasto, história dancea e missões com impacto real, ganhou uma versão completa e portátil.
Aqui você vive na pele de Gerald, um caçador de monstros que se mete em tramas políticas, conflitos sobrenaturais e decisões morais que realmente mudam o rumo da aventura. Cada vilarejo tem uma história, cada NPC pode te surpreender. E até as side quests são melhores que o enredo principal de muito jogo por aí.
É claro que o visual foi reduzido, mas nada disso tira o brilho do conteúdo. A performance é estável, a experiência é imersiva e o jogo continua sendo uma aula de como se faz um RPG. Se você quer se perder no mundo vivo, profundo e cheio de monstros, esse aqui é essencial.
me choice. Claro que o suit não é um monstro de hardw, mas quando o assunto é biblioteca, ele tá no topo do jogo. Esses títulos mostram que o console vai muito além dos índios e dos clássicos da Nintendo.
Ele também é casa de experiências grandiosas que até pouco tempo atrás a gente achava impossível. Agora é sua vez. Qual desses aí você já jogou e qual ainda tá devendo?
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Ciao. Ciao.