Olá Sou Daniel Piovesan sou membro do ministério integra Ministério de jovens aqui dbm e hoje eu quero fazer com vocês aí mais um devocional nesse livro maravilhoso que nós estamos lendo juntos uma igreja chamada tove e Hoje vamos falar sobre o capítulo 4 narrativas falsas mas antes da gente continuar eu quero te convidar a dar uma olhadinha aqui no nosso canal nós temos outros vídeos que podem abençoar muito sua vida tem vídeos do outros vídeos desse livro mesmo de outros livros também que nós gravamos já então não deixe de dar uma conferida não deixa de
se inscrever aí e enfim compartilhar com as pessoas esse conteúdo bom vamos então começar aqui o nosso pequeno estudo sobre o capítulo 4 narrativas falsas os autores Eles começam falando um pouquinho para gente sobre como as narrativas elas são muito importantes porque nós só conseguimos nos enxergar nos entender e admitir quem nós somos né através de uma narrativa nós nos inserimos numa narrativa nós nos inserimos nessa enfim qualquer narrativa que seja seja a narrativa da sua vida a narrativa de algo maior enfim nós estamos sempre nos colocando dentro de uma narrativa isso é muito importante
para o ser humano e as igrejas essas grandes igrejas né muitas vezes elas acabam numa situação de crise tentando justamente administrar essa narrativa para controlar a opinião das pessoas e isso acaba resultando em situações muito esquisitas muito montanhas muito preocupantes e complicadas porque o que se busca na verdade é justamente tentar apagar desviar o foco dessa situação de crise de que tipo de situação de crise nós estamos falando falamos aqui por exemplo de imagine um caso em que se descobre um abuso Se descobre uma situação de perseguição dentro de uma igreja dentro de uma comunidade
pelo por parte de um líder ou dos líderes enfim imagine uma situação dessas né o autor dá alguns exemplos práticos que de fato aconteceram e mas aqui eu quero ter mais as ideias dele mesmo nesse capítulo então ele vai dar esse esse alguns exemplos dessas narrativas falsas e ele menciona né que tem muitos casos de situações desse tipo uma crise dentro de uma igreja enfim que se contratam empresas que especializadas nisso da mesma forma que acontece por exemplo no meio corporativo imagina uma empresa que acontece alguma situação uma grande calamidade isso tem um potencial de
destruir uma empresa né então contrata-se outras empresas que ajudam a administrar uma crise enfim e o primeiro exemplo que eles dão aqui nesse capítulo é o argumento a de homem quer dizer desacreditar os críticos desacreditar a pessoa que está fazendo aquela acusação muitas vezes é a própria vítima a ideia toda aqui é chamar o outro cara de mentiroso a pessoa que tá acusando desse dessa situação dessa crise que está acontecendo dentro da igreja é acusar a pessoa que está acusando de Algo pior ou de alguma outra coisa para desviar o foco e de preferência para
tornar aquela pessoa alguém que não seja digno confiança e aí muitas vítimas na verdade elas acabam não denunciando justamente porque elas têm medo de serem humilhadas em uma situação como essa né outra forma também que é muito parecida é meio irmã dessa primeira desse primeiro exemplo é demonizar os críticos quer dizer você falar que essa pessoa que está acusando esse Líder ou a liderança de perseguição de abuso ou qualquer coisa do tipo é dizer que essa pessoa na verdade é perversa ela tá tentando atrapalhar a obra de Cristo porque a igreja tem um plano maior
porque a igreja é a mão de Cristo sobre a face da terra ou alguma coisa exagerada como essa né quer dizer uma tentativa aí de demonizar essa pessoa como se essa pessoa fosse da ordem de Satanás da origem do Inferno para tentar desmanchar a obra Santa de Cristo Então seria esse meio que o Espírito do argumento né um terceiro exemplo seria distorcer a história quer dizer roubar a narrativa do acusador e criar uma narrativa que seja falsa e isso intencionalmente né É Para apoiar esse pastor e essa igreja e também para criar dúvidas a respeito
dessas alegações então cria-se todo uma história criasse todo um grande uma grande narrativa que engloba essa história que aconteceu na tentativa de desviar o foco das pessoas né de criar dúvida a respeito daquilo que se alegra contra o líder contra a liderança outra opção também muitas vezes pode acontecer e essa extremamente especialmente grave que é questionar a sanidade daquela pessoa que está fazendo aquela crítica fazendo aquela acusação que é uma técnica que o autor os autores eles explicam o livro né a técnica do lighting que é uma manipulação psicológica na qual o agressor nessa dúvidas
na própria vítima acerca de sua própria sanidade quer dizer tenta-se aqui argumentar junto aquela vítima que diz ter sofrido o abuso disse que eu sofrido uma perseguição é argumentar que aquela pessoa na verdade Olha eu acho que você tá é ficando maluco você tá perdendo a sua sanidade alguma coisa e a pessoa que sofreu aquele aquela situação ela realmente pode começar a acreditar que ela está louca que ela está perdendo a sanidade e isso é uma é uma técnica né uma manipulação psicológica é algo gravíssimo que de fato pode acontecer e o autor os autores
aqui do livro eles dão alguns exemplos e nesse caso aqui dá um exemplo bastante forte situação também pode ser o quinto Exemplo né seria transformar o agressor em uma vítima quer dizer aquele pastor aquele Líder que tá sendo acusado de uma situação de abuso ou de perseguição enfim qualquer outra coisa é aquela pessoa ela começa a se apresentar diante da igreja como uma vítima de uma situação que enfim Na tentativa de se colocar como vítima diante das pessoas ou seja como eu disse no início né manipular a opinião das pessoas acerca daqueles fatos que estão
sendo alegados um sexto exemplo que o autor dá é silenciar a verdade quer dizer isso acaba acontecendo com assinatura de documentos de confidencialidade né E esses documentos eles acabam justamente eles funcionam muito bem especialmente no contexto americano onde existe uma cultura de assinar esse tipo de documento né é esses documentos eles funcionam muito bem então a igreja ela pede para aquela pessoa falar olha não fala mais sobre isso vamos assinar aqui um tempo de pouco deles confidencialidade eu não revelo para as pessoas isso acerca de você e você não revela essas coisas cerca da igreja
e cada um vai para o seu canto e tá tudo certo Enfim então Acontece muito isso novamente existem exemplos aqui no livro que são bastante interessantes né um sétimo uma sétima situação um sétimo tipo de situação seria supressão da Verdade quer dizer quando existe uma tentativa de apagar os dados que possam revelar esses abusos por exemplo então no livro eles falam de uma situação em que o pastor tentou apagar uns e-mails quer dizer os e-mails revelavam toda uma história toda uma situação de frete Aquela aquele aquele Líder ele ele fazia com relação a outras pessoas
e essa pessoa tentou apagar os e-mails tentou dar um jeito de sumir com esses registros justamente para que não houvesse aí provas acerca da sua culpa e um oitavo exemplo e o último exemplo aqui que é dado no livro são os falsos pedidos de desculpa que condenam a vítima e que tentam na verdade a paz igual os ouvintes e esses falsos pedidos de desculpa eles são bastante interessantes porque eles vem acompanhados de diversos argumentos ou frases né evasivas Eles procuram justificar o comportamento inapropriado e no português mais comum aí do dia a dia é para
passar o pano né Então na verdade é um discurso geralmente é lido lá na frente na igreja é algo que é apresentado para as pessoas justamente com uma uma tentativa de manipular essa situação que aconteceu né E ao mesmo tempo que condena vítima ele na verdade justifica ou tenta justificar o comportamento inapropriado do líder por exemplo ou de perseguição né se aquilo fosse algo é uma tentativa de convencer as pessoas de que aquilo é algo aceitável bom então é esses são os principais pontos aí deste capítulo que a gente pode enumerar nesse vídeo e espero
vocês aí para os próximos vídeos e que Deus abençoe sua vida [Música]