o Santo Agostinho é um Pensador está na passagem do século 4 para o século cinco e ele fica conhecido como o doutor da Graça [Música] não tô curtindo nasceu na cidade de tagaste hoje região ali da Argélia no norte da África ele teve uma formação retórica depois foi professor foi professor Roma foi professor de Milão Mas é interessante sublinhar uma questão que fazia parte do Horizonte filosófico da época assim como hoje alguém que estuda filosofia tem uma preocupação de entender a política a política tá na moda na época havia uma questão de fundo que pautava
as discussões qual é a origem do mal a tentativa de responder é um cara Agostinho ainda jovem ele se torna maniqueu e o maniqueísmo monoteísmo é uma doutrina magnose o século 3 avião grande expositor dessa teoria chamado Mani e Ele defende uma teoria materialista e que o mundo é o resultado da luta de dois princípios materiais o bem eo mal a luz e as trevas então o motivo foi maniqueísta e ele teve essa visão materialista do mundo porém depois conhecendo um pouco mais o pensamento dos neoplatônicos por meio das traduções de um sujeito chamado Mário
Vitorino Agostinho conhece um pouco melhor o pensamento de Platão e veja o pensamento de Platão parece leva Santo Agostinho a se libertar dessa o materialista do maniqueísmo esse voltar para o transcendente Ele disse que é por meio do platonismo ele percebe que Deus existe e Deus é bom que Deus é eterno que Deus é um suco bem interessante e logo depois de conhecer dinheiro pouco mais sobre o platonismo ele se converte ao cristianismo uma de suas grandes obras chamada confissões mais precisamente no livro oito Agostinho faz a narrativo da sua conversão é interessante que ele
dizia eu já sei que Deus existe não sei que Deus é o fundo dele mas existe alguma coisa que pede essa pomada de decisão pela conversão e pela vida que ele dizia que não adianta saber que Deus existe é preciso que haja uma conversão da vontade ele via a sua vontade como e o Rodrigo bom interessante do livro oito das concessões em um dado momento ele está no uma casa no jardim de uma casa e ele começa a chorar a perceber a sua para agilidade a sua miséria a sua distância de Deus e aí a
uma espécie de intervenção de Deus intervenção de Deus porque justamente Agostinho chorava porque ele não via ir ele conseguiria de forma autônoma transformar a sua vida parece que a uma transformação que vem de fora para dentro e essa ação interpreta como ação de Deus na sua vida já que esse papo essa conversão ela vai ficar marcada em toda sua obra é interessante que anos depois já com isto da cidade de Una e para um sujeito chamado Pelágio e que apresentava uma teoria que eles ficam um pouco desconfiado Pelágio é um um homem muito religioso nele
dizia que o pecado original ele só vale para Adão o pecado original não foi capaz de macular é toda a humanidade Então se o pecado original pecado de Adão ele não passa de pai para filho então isso significa que todos os homens possuem um livramento flexível para fazer o bem e para fazer o mal para Pelágio a graça em intrínseca à natureza humana portanto é da responsabilidade do homem usar bem no seu livre arbítrio vídeo Vento pelagem ele tinha uma proposta muito interessante porém colocava o ovo o centro do processo salvífico a graça já foi
dada pelo Nascimento o pecado de Adão não feriu a minha capacidade de decidir entre o bem eo mal Pelágio atribuída ao homem a responsabilidade da boa ação da ação moral e Por conseguinte a salvação Agostinho ele desculpe abra essa teoria para Agostinho o pecado de Adão ele foi transmitido a toda a raça humana de forma a fábrica de pai para filho Diante disto o homem possui uma vontade corrompida o seu livre arbítrio depois da queda de Adão não é mais flexível ao bem e ao mal à vontade humana é corrompida para Agostinho a uma necessidade
de uma intervenção de Deus uma intervenção que vende bom Então nesse caso Deus daria a graça e quando Deus dá a graça um homem faz odeio É nesse sentido que Agostinho coloca eu no centro do processo salvífico e um homem na periferia a salvação depende da Graça a salvação Depende de Deus e Deus concede a graça para que ele quiser é interessante que Ele defende uma teoria que a teoria da predestinação Ele disse que a predestinação é uma preparação para a graça seria isso a predestinação é a previsão de Deus tinha não das boas ações
do homem mas da ação que o próprio Deus faria escolhendo alguns para ministrar a sua graça esses estariam salvos é interessante e a passagens nas escrituras na qual Paulo por exemplo para que Artur e da salvação Agostinho bem esses todos entre aspas porque ele diz o seguinte esses todos não significa necessariamente todos os homens ele traz uma metáfora muito sugestiva ele diz o seguinte imagina o professor de retórica numa cidade pequena esse professor ensina a todos retórica que significa que esse professor de cima retórica a toda a cidade ou a todos aqueles que aprendem retórica
ou seja alguns alunos para Agostinho esses todos significa alguma Então veja Cristo morreu para todos Deus quer salvar a todos quem são esses todos todos são aqueles que Deus quer salvar são aqueles alguns que Deus quer salvar nesse sentido o que Agostinho faz é ímpar tzar e a graça ela é da a graça o homem não é salvo por nenhum merecimento Não adianta ninguém levantar uma credencial moral e dizer assim para Deus eu mereço ser ser salvo diante de Deus ninguém é justo veja esse devo Agostinho não é um Deus democrático é um Deus que
salva ele ele quer quando ele quer justamente porque ele é justo e misericordioso o que eu acho interessante nessa doutrina o qb centraliza o ego narcísico do homem nesse sentido eu acho que é uma teoria importante para a gente aprender entender um pouquinho para pensar o próprio com o cotidiano muita gente entende por vezes a espiritualidade como uma espécie de conjunto de gavetas no qual é o óleo as inúmeras religiões e retiram Delas aquilo que me convém Não vejo não há uma mudança não há uma transformação o draco da religião aquilo que me convém eu
trago da da religião aquilo que eu acho que é favorável então mais uma vez veja o homem se coloca no centro e deus fica na periferia Então essa espiritualidade de gaveta nada mais é do que uma forma de pelagianismo no contemporâneo e [Música]