Olá, [Música] eu sou o padre Adriano da Arquidiocese de Curitiba para que juntos possamos refletir e analisar um pouco Pouco mais a celebração da Santa Missa passo a passo. Espírito Santo, repousa. Espírito Santo repousa.
Espírito Santo repousa. Espírito Santo, repousa. Espírito Santo, repousa.
Então, nesta primeira parte do nosso programa Missa passo a Passo, nós queremos falar um pouquinho sobre a cor litúrgica. São várias as cores que simbolizam o momento em que estamos celebrando. Na igreja, nós temos a cor verde, que é a cor do tempo comum.
São 33 domingos, 33 semanas que nós usamos a cor verde. Depois a cor roxa, que normalmente é usada no período de maior penitência e de recolhimento. No advento, a preparação para o santo natal são quatro semanas e também no período da quaresma durante todo o momento em que a igreja é convidada.
a penitência, a reconciliação e também a meditação da paixão do Senhor. Depois temos a cor vermelha, que aí é bem fácil de compreendermos porque é a cor do sangue, é a cor do martírio. Sempre que celebramos um mártir, celebramos com a cor vermelha.
Quando celebramos um dos apóstolos também com a cor vermelha, porque todos eles foram martirizados, exceto o São João, que não foi martirizado de modo violento, porém viveu exilado na ilha de Pátimos. A seguir, nós temos a cor branca ou prateada ou dourada, que é a cor do período de festa. A maior festa da cristandade é a Páscoa, seguida do Natal.
Depois as outras festas de nosso Senhor, Corpo de Deus, Cristo Rei e depois as festas da Virgem Maria de Nossa Senhora, a Imaculada Conceição. Normalmente são paramentos mais bem elaborados, com cores e com elementos de decoração mais efusivos. Essas são as cores mais tradicionais, mas ainda existem duas cores que na atualidade são pouco usadas, mas que permanecem em vigor na liturgia católica romana.
o preto que é para Ezéquias, para os funerais e para as missas, como nós conhecemos de sétimo dia. E depois a outra que é a cor rosa ou rosácea, que é sempre no domingo da alegria e também no domingo da espera do Senhor. Nós usamos esses elementos, estas cores, para que possamos entender o que está sendo celebrado, qual o tempo que nós estamos celebrando e qual é a importância daquela missa na liturgia católica.
Canta igreja, uma nova canção. [Música] Neste momento vamos falar um pouquinho sobre o canto na liturgia, principalmente na liturgia da Santa Missa. Aqui nós devemos fazer duas considerações.
Primeiro, existem partes da missa que são cantadas ou como nós poderíamos dizer a missa cantada. Por exemplo, o ato penitencial pode ser cantado, o glória pode ser falado, rezado ou cantado, o santo, o pai nosso, o amém e tantos outros elementos e partes da missa que podem ser cantadas. E existem cantos que dão um suporte para o momento que está acontecendo dentro da missa.
Por exemplo, a processão de entrada, ela pode ser seguida com um canto. O momento de preparação das ofertas ou como nós conhecemos o ofertório também pode ser acompanhado de um canto. A sagrada comunhão pode ser executado ali um canto.
É muito importante que o canto tenha uma conexão direta com a liturgia. com aquilo que está sendo celebrado, que os cantos realmente levem o fiel, à pessoa que está ali participando da Santa Missa, a oração, que o canto não seja simplesmente um adereço para enfeitarmos a missa, mas que seja também parte própria da oração dentro da missa. Já dizia Santo Agostinho que cantar é rezar duas vezes.
Senhor, quem entrará no santuário para te louvar, Senhor? Quem entrará no santuário para te louvar? Quem tem as mãos limpas e o coração puro, quem não é vaidoso e sabe amar.
[Música] Quem tem as mãos limpas e o coração puro, quem não é vaidoso e sabe amar. [Música] Então, vamos falar neste momento da parte inicial da Santa Missa, que é a colhida, que acontece logo em seguida a processão de entrada, quando o sacerdote, depois de tendo beijado o altar em sinal de reverência, ele inicia a santa missa com o sinal da cruz. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém. Em nome do Pai. e do Filho e do Espírito Santo.
Amém. É importante aqui nós lembrarmos e talvez refutarmos algumas expressões que vêm sendo difundidas entre as pessoas. por exemplo, dizer, vamos todos juntos agora evocar ou invocar a Santíssima Trindade, lembrando que a Santíssima Trindade ao Pai, ao Filho, ao Espírito Santo, não é nenhuma entidade para ser invocada.
Nós iniciamos, damos abertura à Santa Missa em nome da Santíssima Trindade, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. E é nesse espírito que iniciamos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém. Em seguida, o sacerdote também faz uma acolhida trinitária. Que a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo esteja sempre convosco.
Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, de Jesus Cristo, com o Espírito Santo, esteja com todos vocês. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Normalmente essa acolhida ela é efusiva, é cheia de alegria.
É o momento em que o sacerdote acolhe toda a assembleia reunida, repetindo as palavras de São Paulo. Depois de feita a acolhida, nós temos o momento do ato penitencial, onde o sacerdote convida a assembleia a um momento de recolhimento, a um momento de reparação, a um momento de olhar para dentro de si e arrepender-se dos seus pecados. Tende piedade, [Música] piedade, porque eu sou tão pecador.
Piedade pelas vezes que eu traí o seu amor. Piedade de mim, ó meu Senhor. Aqui nós também lembramos que os pecados perdoados dentro da celebração, no momento do ato penitencial, somente os pecados veniais ou como nós dizemos os pecados leves, os pecados mortais ou os pecados realmente que ofendem a Deus e que nos levam à morte espiritual, só podem ser perdoados dentro da confissão.
do sacramento da confissão diretamente com o sacerdote. O ato penitencial, ele não é um pedido de perdão ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, mas é um pedido sempre ao quilos, ao Cristo, ao Senhor. Por isso nós dizemos: "Senhor, tende piedade, Cristo tende piedade.
Senhor tende piedade. " E em grego dizemos queeleison cristioneleison. Nós estamos pedindo ao filho, a nosso senhor Jesus Cristo, que interceda por nós junto do Pai, nos dando perdão no Espírito Santo.
Terminada a aclamação, o pedido do perdão, o sacerdote dá absolvição sobre toda a assembleia, dizendo que Deus todo- poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém. [Música] Que ele [Música] sou.
Falamos um pouco agora, logo após o ato penitencial, depois de termos sido absolvidos de nossos pecados veniais, nossos pecados leves, nós normalmente cantamos o glória ou o hino de louvor, que é um canto de agradecimento. que também cabe dizer que não é um canto trinitário, mas é sempre de louvor ao Cristo que nos dá e que nos concede o perdão e a salvação, ainda que sejam citados também o Pai e o Espírito Santo. Glória.
Glória ao Pai criador, ao Filho Redentor e ao Espírito. Glória ao Pai Criador, ao Filho Redentor e ao Espírito, glória. Pai, criador do mundo, ao Filho, Redentor dos homens, ao espírito de amor, demos sempre glória.
Ao espírito de amor demos sempre glória, glória, glória ao Pai criador, ao Filho Redentor e ao Espírito. Glória. Pai, criador, ao filho, Redentor e ao Espírito.
Glória. O Glória cantado em todos os domingos, nos dias de festa, manifestando a nossa alegria e a nossa ressurreição em Cristo Jesus, após o perdão de nossos pecados. O Glória é omitido durante o período de advento.
O Glória também é ometido no período de quaresma. E durante a semana ele não é necessário, a não ser que tenhamos uma festa ali sendo celebrada. Também no dia de finados, dia 2 de novembro, nós não cantamos o Glória, porque seja no Advento, seja na quaresma, seja numa missa de sétimo dia de Ezeéquias, de finados, nós manifestamos um maior recolhimento, uma maior, o maior silêncio e também um momento em que nós não manifestamos uma alegria no sentido de festa.
A paixão do Senhor, por exemplo, naesma, a preparação e o recolhimento até que o Senhor venha no santo Natal e no dia de finados, é claro, lembrando os nossos fiéis defuntos que partiram e que, apesar de termos toda a nossa fé e a confiança na ressurreição final, nós sentimos a saudade e a dor da ausência deles. Espírito de amor, demos sempre glória. Ao espírito de amor demos sempre glória.
Glória, glória ao Pai criador, ao Filho Redentor e ao Espírito. Glória ao Pai Criador, ao Filho Redentor e ao Espírito. Glória.
Falando um pouquinho da liturgia da palavra aqui, sem nenhuma pretensão de esgotar todo o significado e toda a riqueza deste momento da Santa Missa. Mas aqui nós podemos, antes de falar lembrar que Jesus ele pregava o reino, ele falava. E antes mesmo de Jesus, Deus, nosso pai enviou seus profetas.
Então é Deus que nos fala. A liturgia da palavra é a assembleia recolhida em oração, escutando o nosso Deus que nos fala. Primeira leitura, normalmente do Antigo Testamento, isso numa missa dominical.
Depois o salmo de meditação, aonde nós vamos aclamando através de frases, lembrando o momento daquilo que foi dito e lido na primeira leitura. Segue-se a segunda leitura, normalmente do Atos dos Apóstolos ou de alguma das cartas, seja de São Pedro ou de São Paulo, isto é, do Novo Testamento. Todas estas leituras, a primeira leitura, o salmo e a segunda leitura, a assembleia permanece sentada escutando aquilo que o Senhor está falando.
Já o evangelho, ao contrário, nós nos levantamos. Por isso, ele é precedido de um canto, o canto do aleluia. A assembleia permanece em pé em sinal de respeito ao Cristo que vai falar.
Porque se nós temos respeito ao que foi falado no Antigo Testamento, ao que foi falado através da boca das cartas de dos apóstolos, o respeito maior e principal é quando nós ouvimos o próprio Cristo que fala no Santo Evangelho. Por isso, no término da proclamação do Evangelho, depois de terem sido lidas palavras, se diz palavra de salvação. Porque aquelas palavras que foram proclamadas nos revelam e nos reportam ao Cristo, que é a palavra, o verbo eterno do Pai.
Ele que é a palavra de salvação. Palavra da salvação. Glória a vós, Senhor.
Que a palavra de Deus perdoe os nossos pecados. Amém. Ainda dentro da liturgia da palavra, ou continuando o mesmo tema, a liturgia da palavra não termina com a proclamação do Santo Evangelho.
Existe logo em seguida a homilia, como antigamente se dizia, o sermão. A palavra homilia significa continuar a conversa. o sacerdote ou até mesmo um diácono, aquele que vai fazer a homilia deve se ater única e exclusivamente ao tema que a liturgia propõe naquele dia.
Não é o momento de fazer nenhum discurso a respeito das questões sociais, das questões econômicas. Não é o momento do padre ou do diácono ou do sacerdote falar das suas inter suas intenções pessoais, dos seus interesses particulares, mas é o momento de discorrer a respeito das leituras proclamadas. Deus pai misericordioso ama.
Então, primeira verdade, nós estamos afirmando que eu e você temos um que o nosso pai é misericordioso e que esse pai misericordioso nos ama. Ama, gente. São verdades importantes.
E Deus ama tanto que ele é capaz de alguém dizer assim: "Pai, dá-me a parte que me cabe da minha vida". que eu vou embora. Terminada a homilia, toda a assembleia é convidada a fazer a sua profissão de fé, a rezar ou cantar o creio.
Creio em Deus, Pai todo poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único filho, nosso senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo. E aqui nós lembramos que Jesus sempre falava, sempre provocava. Jesus suscitava nas pessoas a fé.
Por isso, depois de terem sido feitas as leituras, proclamado o Santo Evangelho, explicado este evangelho, através da humilia, nós devemos aderir ao Cristo, fazer uma profissão de fé. Eu creio, Senhor. Eu creio em tudo aquilo que o Senhor diz.
Terminado, creio ainda dentro da liturgia da palavra, a igreja ela, através de uma pessoa apresenta a Deus as suas intenções, que é o que nós chamamos as preces, que são as intenções gerais da Santa Igreja. Terminadas as preces, o sacerdote faz uma oração de conclusão e em seguida nós passamos para a segunda grande parte da Santa Missa, que é a liturgia eucarística. Para que as famílias, a exemplo da Santíssima Trindade, seja um espaço de comunhão e de partilha, rezemos.
Deus um e trino, escutai a nossa prece. Então nós passamos agora para a segunda grande parte da Santa Missa que chamamos a liturgia eucarística. Depois que o Senhor nos falou, agora então o Senhor vai se dar a nós no sacramento da comunhão.
Nós iniciamos este momento com a preparação das ofertas, onde o sacerdote sobre o altar oferece o pão e o vinho. Pão e vinho ao Pai, nós vamosar. Depois o Pai nos dará Jesus feito pão sobre este altar.
Normalmente em muitas comunidades, alguns fiéis trazem até o altar uma galheta com o vinho e também um cibólio com as partículas que serão consagradas. O sacerdote oferece primeiramente o pão. Bendito seja Deus do universo pelo pão da vida.
E depois oferece também o vinho. Dentro do vinho, nós colocamos uma gota de água, que é a participação da nossa humanidade frágil e pecadora na grande divindade de nosso Senhor Jesus Cristo. Bendito seja Deus pelo vinho que será para nós transformado em vinho de salvação.
Vinho, te apresentamos nesse altar como sinal que tu recolhes nossa ofertas. Logo após o ofertório, o sacerdote vai dando continuidade à celebração. Ele faz a purificação de suas mãos para oferecer o sacrifício com dignidade.
E em seguida ele convida a assembleia à oração, dizendo: "O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós. É o início do prefácio.
O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós. Corações ao alto.
O nosso coração está em Deus. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. É nosso dever e nossa salvação.
Esta parte da Santa Missa, ela está intimamente ligada à liturgia celebrada. Se estamos fazendo uma missa, por exemplo, pelos mortos, se faz o prefácio dos fiéis defuntos. Se estamos fazendo uma missa em honra à Virgem Maria, se faz um prefácio de Nossa Senhora.
Se temos uma missa ou uma festa de nosso Senhor, por exemplo, o Santíssimo Sacramento, se faz o prefácio da Sagrada Eucaristia. Terminado o prefácio, nós todos cantamos o santo, o Deus que é três vezes santo. Santo, santo, santo, Senhor Deus do universo.
Santo, santo, santo é o Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas.
Hosana. Este canto pode ser aclamado, falado, como ele pode ser cantado pela assembleia, juntamente com o couro, um coral e também com a equipe de cantos. Em nome do Senhor.
Bendito aquele que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas. Hosana.
[Música] Hosana nas alturas. Hosana. [Música] Nós agora, após o santo, nós entramos naquilo que chamamos a oração eucarística.
São várias as orações. Aqui cabe lembrar que até o Concílio Vaticano II, até 1970, quando foi promulgado um missal romano vigente atualmente, nós usamos por vários séculos, quase 400 anos, uma única oração eucarística, que nós chamamos hoje a oração eucarística número um ou canon romano, que é uma belíssima oração. Ela é cheia de teologia, ela é muito rica na sua poesia.
Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda a santidade. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso espírito, a fim de que se tornem para nós o corpo, o sangue de Jesus Cristo, vosso filho e senhor nosso. Santificaai nossa oferenda, ó Senhor.
Logo após o Concílio Vaticano II, em 1970, com a promulgação do novo missal romano, nós temos outras tantas orações eucarísticas. Número dois, número três, número quatro. No Brasil nós temos a oração quinta, que é a oração do Congresso Eucarístico de Manaus.
A oração eucarística, ela inicia fazendo uma epíclise, isto é, uma invocação da presença do divino Espírito Santo, que ele venha sobre a assembleia, sobre o sacerdote, mas principalmente sobre as ofertas, sobre o pão e o vinho. E isso nós podemos entender bem, observando que o sacerdote estende as mãos sobre o pão e o vinho e depois traça o sinal da cruz, pedindo que eles sejam santificados, para que depois sejam transubstanciados. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda a santidade.
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso espírito, a fim de que se torne para nós o corpo e o sangue de Jesus Cristo. Depois que o sacerdote invocou o Espírito Santo sobre as ofertas com as suas mãos e com o sinal da cruz, agora o sacerdote irá para o momento da consagração ou da transubstanciação. Isto é, ele vai repetir as palavras de nosso Senhor.
Tomai e comei. Tomai e bebei. Primeiramente, ele toma em suas mãos a hóstia sagrada, isto é, um pedaço de pão, somente pão feito de farinha e de água.
Logo após as suas palavras, a consagração, acontece o grande mistério da transubstanciação. Nós não temos mais sobre o altar pão, mas agora nós temos o corpo de nosso Senhor Jesus Cristo. Em seguida, tomando o cálice em suas mãos, ele também faz a consagração.
Ele repete as palavras do Senhor. Tomai e bebei. Este é o sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que é derramado por vós e por muitos.
Para quê? Para a remissão dos pecados. Estando para ser entregue, abraçando livremente a paixão, Jesus tomou o pão, deu graças, o partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: "Tomai todos e comei.
Isto é o meu corpo que será entregue por vós. " Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos, dizendo: "Tomai todos e bebei. Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados.
Faze isto em memória de mim. Eis o mistério da nossa fé. Todas as vezes comemos deste pão e bebemos deste vem, Senhor, a vossa morte enquanto esperamos a vossa celebrando, pois a memória da morte e ressurreição do vosso filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação.
E vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir. Recebei, ó Senhor, a nossa e nós vos suplicamos que participando do corpo e sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo. Faz de nós um só corpo e um só sango.
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja. que se faz presente pelo mundo inteiro. Que ela cresça na caridade com o Papa Francisco, com o nosso bispo José Antônio e todos os ministros e ministras do vosso povo.
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja. Lembrai-vos, ó Pai, dos nossos irmãos e irmãs, que morreram na esperança da ressurreição e de todos que partiram desta vida. Acolhei-o junto a vós na luz da vossa face.
Lembrai-nos, ó Pai, dos vossos filhos. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós, dai-nos participar da vida eterna com a Virgem Maria, mãe de Deus, com São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso filho. ovde dos por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, agora e para sempre.
[Música] Amém. Amém. Amén.
Amém. Amém. Amém.
[Música] Amém. Isto a igreja fez e faz. sempre desde a sua fundação, seguindo as ordens de nosso Senhor Jesus Cristo.
Se Jesus simplesmente tivesse feito este gesto, tomai e comei, tomai e bebei, ele teria feito uma única missa, aquela da quinta-feira santa. Mas porque ele nos disse, "Fazei isto em memória de mim? " Ele instituiu o santo sacrifício.
E é isso que a igreja faz. continua repetindo, presentificando aquele grande mistério da transubstanciação, a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, que é anunciada na Santa Missa, que é realizada na sexta-feira santa, no altar da cruz e que é atualizada continuamente em cada uma das santas missas que nós participamos. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós, dai-nos participar da vida eterna com a Virgem Maria, mãe de Deus, com São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso filho.
ovos des é importante observar que desde o momento em que Jesus instituiu a Eucaristia, a consagração, a santa missa, a missa nunca mais parou de ser celebrada. Porque se pensamos que ela é celebrada de hora em hora por vários sacerdotes no mundo inteiro, 24 horas por dia, em vários lugares do mundo, a Santa Missa é celebrada. Então, ela nunca parou de ser celebrada, seja por ordem de nosso Senhor, seja também como obediência nossa emar celebrar a Santa Missa.
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro. Que ela cresça na caridade com o Papa Francisco, com o nosso arcebispo José Antônio Peruso, José Mário Angonés e Pedro Fedalto e todos os ministros do vosso povo. Após a consagração, segue-se ainda a oração eucarística, pedindo pela Igreja toda, pelo Santo Padre, pelo nosso bispo, pelos fiéis defuntos, enfim, são várias as aclamações e orações feitas ali.
Termina-se a oração eucarística com o por Cristo, com Cristo e em Cristo, que é o grande ofertório que o sacerdote faz sobre o altar. Agora, não é a oferenda do pão e do vinho a Deus para serem transformados no corpo e sangue, mas agora é a oferenda do próprio Cristo morto, crucificado, imolado sobre o altar, que é oferecido ao Pai em sacrifício. Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, agora e para sempre.
Amém. Amém. [Música] Amém.
Amém. Amém. [Música] Amém.
Terminada esta linda oração, a assembleia faz a sua aclamação com um vigoro. Amém. Em seguida, o sacerdote convida toda a assembleia a fazer uma oração, a oração do Pai Nosso, onde ele diz: "Rezemos juntos a oração que o próprio Senhor nos ensinou.
Esta oração, ela é abrangente e ela nos lembra que todos somos irmãos e irmãs, filhos e filhas do mesmo pai. Como o próprio Jesus nos ensinou, rezemos. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Tendo terminado a oração do Pai Nosso, segue-se algumas orações do sacerdote e ele, antes da sagrada comunhão, também nos convida a quê? Ao abraço da paz. O abraço da paz tem um sentido maravilhoso dentro da Santa Missa, porque é uma espécie de manifestação da nossa alegria, porque nós estamos nos aproximando daquele grande momento de receber em nós, sem merecermos, o corpo e sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
O abraço da paz não tem nenhuma conotação de reconciliação com os irmãos, não tem nenhum significado outro senão a manifestação da nossa alegria. Porque juntos como irmãos e irmãs, filhos e filhas do mesmo pai, iremos nos alimentar do corpo e sangue de nosso Senhor. Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: "Eu vos deixo a paz.
Eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja. Dai-nos, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo. Amém. Que a paz do Senhor esteja sempre convosco.
Deus. Irmãos e irmãs, saudemo-nos desejando a paz de Cristo. Paz de Cristo.
Senhor, a paz de Cristo. Após terem manifestado a alegria, todos se dirigirão à sagrada comunhão. Primeiramente, quem comunga é o próprio sacerdote.
Ele deve comungar o corpo e o sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, porque ele, como representante público oficial da igreja, ele faz a sua sagrada comunhão e ele consuma assim o sacrifício, aquilo que havia acontecido antes, a morte, agora nós temos a ressurreição. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz. Nós somos felizes porque convidados estamos aqui a participar da ceia do Senhor. Eis o cordeiro de Deus.
Eis aquele que tira o pecado do mundo. Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo. Que o corpo e sangue de Cristo nos guarde para a vida eterna.
Amém. E depois do sacerdote, todos os fiéis que estão participando devem receber a sagrada comunhão, isto é, receber o corpo e sangue de nosso Senhor. Aqui nós temos que fazer algumas considerações.
Primeiro, por que que a igreja muitas vezes na grande maioria das missas dá somente uma das espécies da sagrada comunhão? Isto é, o corpo de Cristo? Porque nós temos que lembrar que teologicamente falando, em cada uma das espécies, seja no corpo, seja no sangue, nós temos corpo, sangue, alma e divindade de nosso Senhor Jesus Cristo.
Quando você recebe o corpo, você recebe o Cristo completo. Isto aconteceu e acontece para facilitar o acesso de todos à sagrada comunhão. Penscemos de uma missa com 500 pessoas, com 1000, 2, 3, 4.
000 pessoas para comungarem. Mas é possível também receber a sagrada comunhão sobre as duas espécies em ocasiões especiais. O sacerdote pode fazer de vários modos, dois modos que são corretos.
Primeiro, dar ao fiel o corpo de Cristo, oferecendo a sagrada hóstia e depois oferecendo o cálice. Isto para um grupo menor é possível. O segundo modo, que é também correto, é através da instinção.
O sacerdote, tendo a hóstia em sua mão, ele faz a intinção no santíssimo sangue de nosso Senhor Jesus Cristo e dá ao fiel diretamente na boca. Nunca é permitido que o fiel receba a sagrada comunhão, a hóstia na mão e ele próprio coloque a hóstia no vinho consagrado. O corpo e o sangue de Cristo.
[Música] O corpo e o sangue de Cristoarei os teus e junto a ti te segi. Sim, eu virei sai como chegará de onde vem a por onde? [Música] também.
Glória, [Música] glória, glória eu te dei o que estáis a altura. A piedade é com impiável coração. Sim, eu irei atender minha razção de ser.
Eu creio em ti e a tua [Música] O fiel tem direito de receber a sagrada comunhão na mão ou diretamente na boca, em pé ou ajoelhado. Esta é uma decisão que está vigente. É claro que o ordinário do local, por exemplo, o bispo de Sesano, pode traçar metas e dar também algumas orientações.
Num caso de uma grande epidemia, pode-se pedir que a comunhão seja dada somente na mão ou num ambiente onde as pessoas costumam vir com má intenção para elevar a sagrada comunhão para alguma profanação. Então, o bispo pode dizer que todos devem recebê-la diretamente na boca. São detalhes e são importantes esses detalhes porque pensam e procuram salvaguardar a santidade e a sacralidade da sagrada comunhão.
Depois de termos feito a nossa sagrada comunhão, nós somos convidados ao momento de recolhimento, de silêncio. pode-se e é permitido na Sagrada Liturgia executar algum canto, uma música muito suave, muito silenciosa, que nos leve à oração e a contemplação. Depois o sacerdote termina esse rito com a oração, o oremos, aonde ele agradece a Deus por aquele momento vivido e recebido, isto é, termos participado do banquete do Senhor.
Abonarei em ti, Senhor. Em ti repousarei. Tua ternura me acolhe.
Um refúgio seguro encontrei. O meu coração venho a te render. Após a sagrada comunhão, após o Oremos, a oração final, chegamos aos ritos finais.
O sacerdote convida a assembleia. O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós.
E abençoa os fiéis com o sinal da cruz. E depois despede a assembleia, dizendo: "Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe". Aqui nós podemos lembrar de um detalhe da onde surgiu a palavra missa.
Quando a missa era sempre celebrada em latim, no rito anterior, se dizia it missa este, isto é, a missa acabou, podem ir. deste desta palavra it missa este, nós temos a palavra missa, que é este momento todo que nós acabamos de refletir, a liturgia da palavra, a liturgia eucarística, que é o culto mais perfeito a Deus, porque nós temos a adoração, nós temos o pedido de perdão, nós temos a ação de graças, E é impossível outra oração ser melhor do que a Santa Missa. Nós vos pedimos, ó Deus, que enriquecidos por esta tão grande dávida, possamos colher os frutos da salvação, sem jamais cessar vosso louvor.
por Cristo nosso Senhor. Irmãos e irmãs, então assim nós terminamos esta nossa celebração. Peçamos que a bênção do Senhor nos acompanhe aqui na nossa casa e com a nossa família.
O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós. Abençoe-vos o Deus todo poderoso, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Amém. Fiquemos em paz e que o Senhor sempre vos acompanhe. Graças a Deus.
E é impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal.
É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal.
É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal.
É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal.
Tendo refletido com vocês aquilo que foi possível dentro do tempo que temos, eu gostaria de deixar uma mensagem que nós devemos celebrar e participar da Santa Missa com muitos frutos, procurando entender e compreender bem cada um dos gestos e, de fato, cultivar dentro de nós a grande certeza de que o maior culto E o culto mais perfeito a Deus é dentro da liturgia da Santa Missa. Que nós possamos ouvir a nosso Senhor Jesus Cristo através da sua palavra e possamos recebê-lo na sagrada comunhão. Nossa Senhora me der.
Cuida do meu coração, da minha vida. do meu destino.