o olá pessoal hoje nós vamos falar sobre articuladores eu quero um conceito segundo tamaki articulador um aparelho destinado a fixação dos modelos que registra as relações maxilo-mandibulares e reproduz os movimentos mandibulares de interesse protético então esse é o conceito segundo tamaki do que é um articulador ortega nice o articulador é um engenho mecânico utilizado para elaborar os aparelhos protéticos em harmonia com a fisiologia muscular com anatomia e funções das articulações temporomandibulares e ainda são utilizadas para o diagnóstico e planejamento dos casos clínicos bom então nós temos da classificação dos articuladores em três tipos primeiro articulador
não ajustável o segundo articuladores totalmente ajustáveis e terceiro os articuladores cm ajustáveis e vamos falar agora sobre articulador na fase estável um articulador não ajustável é um aparelho simples onde você tem em geral dois garfos um garfo que prende o modelo de gesso superior e um garfo que prende o modelo de gesso inferior esses dois carros são unidos através de um sistema de dobradiça simples aí ele normalmente ele vem é é com esse sistema de dobrado de dobradiça simples e eles não realizam movimentos de lateralidade eles são chamados também articulado tipo charneira esse é o
nome muito comum charneira a ou a cruzou o articulador de duas pontas e aí uma das características mais marcantes dele que ele tem pouca capacidade em reproduzir os movimentos e condições da boca e desvantagens é a vantagem dele é que ele tem um custo bem reduzido normalmente se compra ele por 10 por cento do valor do outro algo parecido e o manuseio dele é simples a montagem dos modelos de gesso é simples nesse tipo de articulador é simplesmente você une o pai de modelos e fixar com gesso maxila não gasto e mandíbula em outro braço
tá desvantagem que esse articulador tem ela é de que ele só oferece movimentos bem simples e abertura e fechamento em torno de um eixo oi tá num promovem deslizamento lateralidade normalmente não tem essa capacidade e outro detalhe aqui a dobradiça o que corresponderia articulação temporomandibular normalmente vai estar muito próximo do plano oclusal o que diferem um pouco do que é na estrutura do próprio paciente e isso faz com que o movimento em ar ocorra com angulação ou com a uma extensão de arquivo diferente do que ocorre na realidade tá outro detalhe também que as montagens
deles são aleatórias sem levar em consideração a inclinação por exemplo do plano oclusal a participar dores totalmente ajustáveis são o outro extremo enquanto eu tive eu nós falamos agora sobre os não ajustáveis que eles são simples demais apenas um movimento de dobradiça nós vamos ter o outro extremos outro extremo que são os articuladores totalmente ajustáveis os articuladores totalmente ajustáveis eles apresentam é ajustes em todos os seus pontos tá em todas as suas dimensões tá ele é baseado nos conceitos da gnatologia que levavam em consideração todos os movimentos mandibulares e os contatos dentários após esses movimentos
então são articuladores extremamente complexos e leva em consideração o movimento ou todos os movimentos possíveis e micromovimentos também possíveis que podem e na mandíbula em relação à maxila e assim também o contato entre os dentes e as vantagens é que a gente tem mecanismo conde lages tava nos três planos por exemplo eu posso ter os côndilos mais próximos um do outro horizontalmente tá me dentro para fora e de fora para dentro horizontalmente de trás para frente de frente para trás e em altura em relação ao plano oclusal então eu consigo ajustar esse escondê-los e essas
cavidades condilianas que fazem parte do articulador em todos os sentidos tá não só isso mas na região anterior do exemplo o pino incisal nessa região anterior ou aqui embaixo apoiado na mesa e cisal isso aí é quem ia o movimento de mandíbula em relação à maxila então nesse tipo de articulador eu tenho também condições de é prever amplitude desses movimentos então de como o movimento ocorre entre maxila e mandíbula tudo baseado nessa nessa construção dessa mesa é incisal nesse tipo de articulador então por isso eles conseguem reproduzir é todos os chamados determinantes da maior confusão
com relação as desvantagens do articulador é totalmente ajustável a gente tem que e é algo tão complexo que muitas vezes ou cirurgião-dentista não consegue captar as informações do paciente e transferir essas informações para esses ajustes tá porque de nada vale eu ter condição de ajustar todo o meu articulador semi-ajustável se eu não tenho como mensurar algumas partes no meu paciente e transferir essas medidas para o meu articulador então às vezes torna-se é impossível de utilizar alguns ajustes isso aí torna-se uma desvantagem além do mais por conta de ser extremamente complexo e cheio de ajustes e
parafuso eu acabo tendo um custo elevado desses aparelhos o que inviabiliza é a sua utilização no dia-a-dia da nossa clínica o articulador o semi ajustável então esse articulador semi-ajustável quê que é a parte intermediária nem o não ajustável nem tão pouco o totalmente ajustável a gente vai trabalhar com algo que está entre esses dois extremos que é o articulador semi-ajustável que nós trabalhamos no dia a dia ou do articulador semi-ajustável a gente tem ele como um instrumento de eleição porque porque ele permite trabalhar com valores médios que já vem preestabelecidas mas em alguns casos eu
ainda consigo ajustar se for necessário fazer alguns ajustes bom então através desses elementos só essas caixas condilianas ó e esses parafusos que estão aí contidos eu consigo realizar esse ajustes além desses dois parafusos posteriores e também favorece alguns ajustes e a vantagem do articulador semi-ajustável que ele pode alcançar o grau de acuidade tá é levado ou seja eu consigo detalhamento nos meus trabalhos utilizando esse tipo de articulador de maneira aqui o resultado do meu trabalho vá satisfazer quando for instalar no meu paciente faz uma reprodução satisfatória dos movimentos e realiza uma relação entre os dentes
é favorável ao trabalho a compreender a utilização do articulador semi-ajustável nós vamos precisar de alguns conceitos então um deles é o ângulo de bennet vamos entender o que esse ângulo de bennet águia quando eliana o plano de franco ea linha de campo vamos aqui iniciar com esses conceitos para que a gente compreenda e saiba como é que se utiliza e a razão ea importância de utilização do articulador semi-ajustável na nossa sala então vamos começar pelo ângulo de bennet então vamos relembrar o seguinte sempre que eu tenho um movimento de lateralidade e e o lado onde
a minha mandíbula se desloca o lado para onde a minha mandíbula se desloca é chamado de lado de trabalho e o côndilo desse lado é chamado côndilo de trabalho o côndilo do lado oposto fica sendo chamado de côndilo de balanceio ok então esse aí é o primeiro conceito em relação ao lado do trabalho e lá de balanceio controlo de trabalho e quando de balanceio então um ângulo de bennet a gente encontra esse ângulo formado exatamente do lado de balanceio pelo movimento do côndilo e vamos compreender o seguinte do lado de balanceio o meu côndilo vai
deslizar para frente então para que eu tenho um movimento de lateralidade na mandíbula um côndilo vai girar a gente vai considerar que o movimento mais simples possível então do lado de trabalho o meu conde não vai simplesmente girar do lado de balanceio o meu côndilo precisa ir para frente para poder ocorrer o giro como um todo na minha mandíbula então quando esse côndilo do lado de balanceio vai para frente ele desenha uma trajetória então essa trajetória que apareceu aí na cor vermelha e considerando o plano sagital eu vou traçar aqui uma paralela aqui em preto
tá aí as plano sagital então perceba que entre a trajetória o que o côndilo vai realizar e esse essa linha paralela ao plano sagital vai se formar um ângulo esse ângulo que se forma é chamado de ângulo de bennet então observe um detalhe o seguinte esse movimento que foi feito de lateralidade eu só vou enxergar esse ângulo se eu estiver em observando ele através do plano horizontal é como se eu tivesse olhando o paciente de cima para baixo vendo o plano horizontal na sua mandíbula ok então com isso a gente percebe quando ele movimentar a
mandíbula para frente ou perdão para um dos lados o côndilo de balanceio vai se deslizar para frente então esse desenho de uma o deslocamento em relação a uma linha paralela ao plano sagital vai formar esse ângulo que a gente conhece como ângulo de bennet então esse aí é um ângulo amplitude desse ângulo é algo de extrema importância para o estudo da oclusão bom então só lendo o conceito o ângulo de bennet é o ângulo formado pela trajetória de avanço do côndilo do lado de balanceio com plano sagital durante o movimento esse cursivo lateral da mandíbula
isso visto através do plano horizontal e em média e nós seres humanos temos esse ângulo já pré-definido em torno de quinze graus e daí os articuladores sem ajustados podem trabalhar com angulos que funcionam em torno disso tá de 0 a 25 30 graus só que em geral nós podemos deixar pré-estabelecido o funcionamento desse articulador com esse ângulo em 15° porque porque nós vamos encontrar maior faixa da população tá funcionando com um ângulo em torno de quinze graus então por isso a gente pode deixar o pré-estabelecido qualquer variação é mínima podendo ser considerado tudo em torno
de quinze graus realmente o outro conceito é inclinação da guia condiliana então quando o nosso côndilo vai para adiante seja no movimento de protusão seja no movimento do côndilo de balanceio durante o movimento laterotrusivo ou seja o movimento lateralidade esse côndilo para ir para adiante ele precisa deslizar sobre a eminência articular então observando aqui esse desenho a gente percebe que a inclinação e dessa eminência articular pode ser considerado aí em torno de 30 graus é um padrão também que está em meio dentro das médias e nós já podemos também fazer essa inclinação na própria estrutura
do articulador semi-ajustável lá existe a angulação que vai dar essa inclinação dessa guia quando ele ano ou seja dessa desse plano que vai guiar o deslizamento do côndilo por isso a gente chama de guia com liliana por quê porque guia o movimento do côndilo bom então essa inclinação é um fator também normalmente que a gente pré define como sendo aí algo em torno de 30 graus tá isso aí ó é dado pelo movimento anterior do côndilo de balanceio durante o movimento de lateralidade ou de ângulos de ambos os côndilos quando eu realizo a protrusão e
aí bom então a inclinação da guia condiliano o guia condílica vai ocorrer lá no meu articulador através dessa estrutura que a gente observa aí é essa essa caixa preta a gente chama de caixa com dele é lógico que nós vamos ter articuladores de várias marcas e aí vão aparecer em cores diferente tá isso aqui é uma das marcas da bioarte por exemplo e internamente você percebe uma parte laranja tá essa parte laranja ela serve de superfície para deslizar o condimo ou seja isso aí a minha via com liliana a inclinação dessa caixa é que vai
corresponder a inclinação do ângulo que ocorre durante o movimento no ser humano tá durante a o deslizamento de silicone do para anterior sobre a eminência articular então a gente precisa copiar essa inclinação e transferindo isso aí para a guia com juliana como eu falei em geral ela vai estar em torno de 30 graus lá no articulador depois nós veremos como é que a gente encontra essa relação em relação aos meus articuladores semi ajustáveis em alguns casos alguns estudos vocês vão ver e eles têm uma subdivisão ou ele é do tipo ar com o élio o
ele é do tipo não arco o tipo ar com a gente vai perceber simplesmente aqui o côndilo vai estar fixado no ramo inferior do meu articulador enquanto que o não marcou eu voltei um eixo nessa parte superior oi e o côndilo vai estar fixado nesse eixo é como se houvesse uma inversão da composição da minha articulação enquanto do tipo ar com eu teria o côndilo na própria mandíbula ou não arco é como se eu tivesse o côndilo na posição temporal ea cavidade sendo na mandíbula então é como se fosse uma invenção mas isso em nada
vai diferenciar o resultado do trabalho nem a utilização do articulador é simplesmente uma questão e você tem uma mecânica diferente da já que nós não temos novamente ligamentos no articulador assim como nós temos nossos ligamentos na estrutura do sistema estomatognático então por questão de uma mecânica mais fácil de se trabalhar alguns fabricantes também produzem esse tipo de articulador chamado de não marcou mas o resultado do trabalho e vai ser a mesma coisa não tem importância alguma e o relação aos elementos constituintes do articulador semi-ajustável eu vou listar aqui alguns de maneira bem rápida e fala
importância deles então normalmente o articulador a gente separa ele em duas partes uma parte que a parte superior chamado de ramo superior onde eu encontro as principais é regulagens do meu articulador e aí eu tenho uma caixa e lateralmente um dos dois lados eu voltei essa caixa chamada de caixa glenóide então essa caixa glenóide ela vai representar o que a gente chama de cavidade glenóide tá e dentro dela e vai deslizar o meu côndilo então eu tenho ela de ambos os lados sobre essa caixa do herói e eu já tenho aqui alguns parafusos esse parafuso
aqui ó e ele tem como função regular o ângulo de bennet que vai ser marcado exatamente aqui nessa bodinho quando eu estou riscando tá e esse aí eu tenho de ambos os lados então só lembrando o ângulo de bennet normalmente a gente trabalha com ele em torno de quinze graus então o outro imagem ou em outro momento a gente vai ver que nessa superfície eu vou encontrar essa angulação correspondente aos 15 graus tá esse parafuso da região posterior ele serve para folgar todo o eixo da caixa de um enorme então quando eu folgo esse parafuso
eu consigo me inclinar essa caixa nos dois sentidos tá no sentido horário e no sentido anti-horário e aqui lateralmente eu consigo enxergar a angulação que essa caixa vai se estabelecer e a caixa e quando é quando ele ano a guia com liliana na caixa do herói ela vai ter como padrão trabalhar em torno de 30 graus então quando eu ponho uma uma regulagem geral ou genérica para trabalhar com os meus pacientes utilizando um articulador semi-ajustável eu uso e uso também é 30 graus para inclinação da guia com liliana e na região anterior eu tenho outro
parafuso aqui esse parafuso serve para a regular para retirar e para aprender a arte incisal acho que esse sal essa arte que fica na região anterior e essa outra acho que pegou o parte dela aqui na imagem ela é simplesmente um apoio para quando eu abri todo o meu articulador ele ficar apoiado na mesa através dessa segunda arte essa que eu vou circular aqui agora é só um haste de apoio para quando eu abrir o meu articulador sobre a mesa e aí e como eu havia falado então nós vamos ver na parte superior dessa caixa
com dele que o dessa caixa do enoide nós vamos ver aqui ó os ângulos é de bennett então essa letra essa pequena asa que eu tenho aqui fixado através desse parafuso vai me permitir estabelecer essa angulação de 15 graus perceba nessa primeira imagem que eu circulei aqui eu tenho o a marca zero daí eu tenho o primeiro segundo no terceiro traço que é que vai variar de 5 em 5 a cada cinco graus eu vou encontrar e o ângulo de 15° para bennett nesse segundo o desenho aqui onde eu também fiz é esse círculo em
vermelho nós também vamos verificar óleo que eu tenho primeiro traço zero o segundo que é cinco terceiro que é 10 e aí vai estar exatamente em cima do quarto da quarta linha que é o ângulo de 15° observando pela parte de baixo nós vamos verificar é que existe uma porção laranja essa porção laranja aqui ó e essa angulação aqui onde eu estou passando o meu lápis é que corresponde a superfície onde vai guiar lateralmente o meu côndilo que essa esfera prateada aqui então essa esfera prateada ela vai deslizar sobre esse com dono o perdão sobre
essa superfície guiada por essa tábua lateral e o que vai me permitir ter essa guia correspondente ao ângulo de bennet então ela desliza sobre essa superfície que é o fundo da minha cavidade glenóide e lateralmente eu tenho essa outra superfície o que corresponde a ângulo ao ângulo de bennet angulação com relação ao ramo inferior do meu articulador semi-ajustável nós podemos ver que ele é apresenta aqui algumas particularidades logicamente nós vamos ter diferença entre as marcas dos articuladores mas no caso desse aqui eu tenho uma estrutura que é extremamente importante que se compreenda que são essas
esferas condilares então eu tenho as duas esferas que corresponde aos fundos da mandíbula tá e eles podem ser fixados é em três posições diferentes então aqui ó se você observar bem tem a letra l a letra m e a letra s então aqui eu tenho o maior latte o miriam ou esmalte então eu tenho três posições de distância entre e esses côndilos essa distância vai variar de acordo com a estrutura do meu paciente logicamente pacientes de uma menor estatura eu voltei uma distância menor entre esses dois cômodos paciente com estatura maior eu posso ter uma
distância maior entre esses dois cômodos isso aí vai ser observado durante a tomada do arco facial tá então esses fundos mas eles são rosquear nessa posição e qualquer necessidade é só desrosquear e rosquear numa posição mais adequada ao paciente então aí eu tenho as duas esferas condilares na posição s m l e em alguns articuladores vocês vão encontrar a posição um dois e três mais é só observar que o ela é mais estreita ou ela é média ou ela é maior então são três posições ok e aí nós temos essa placa de montagem inferior essa
parte aqui ó e nós vamos encontrar a diferença entre os meus articuladores por exemplo esse aqui é material em alumínio nós vamos encontrar maioria hoje em plástico com a base metálica fixada com o imã então essa base aí serve para fixar o modelo da mandíbula o modelo de gesso corresponde a correspondente a mandíbula aqui na região anterior eu vou circular que uma linha escura mais do lado aqui eu tenho outra figura que corresponde a mesa e cisal essa mesa e cisal serve para apoiar o pino incisal arte e sisal e na região anterior que é
para manter a posição da do ramo superior em posição normalmente o ramo superior trabalha paralelamente ao ramo inferior atrás ele vai estar apoiado nas nas esferas condilares na região anterior seja na parte da frente ele vai estar apoiado pela haste uncisal que vai descansar sobre essa mesa chamado de mesa esse zap e aí eu tenho ó a base inferior para fixar o meu modelo inferior modelo mandibular aquela acha que eu havia falado anteriormente ok apareceu um pouco naquela foto lá no slide anterior ela serve para quê para quando você for trabalhar que precisar abrir o
seu articulador por completo então aquela arte de fora e aponta para cima na outra imagem ela vai servir para apoiar sobre a mesa a opinião esse sal como nós já falamos ele tem a função de apoiar a região anterior do meu articulador então ele vai precisar ele tem regulagem também mas em geral ele tem um ponto que a gente chama de ponto zero quando eu utilizo ele no ponto zero eu tenho é a garantia do que de que o meu articulador vai ter o ramo superior essa parte superior paralela ao ramo inferior então eu tenho
ramo superior ramo inferior os dois paralelos desde que eu tenho a regular do meu pneu minha arte em sisal na posição que a gente chama de posição 0 é uma distância intercondilar nós já falamos sempre ela importante agora falar o seguinte eu vou precisar alterar a distância entre os côndilos nós vamos também precisar alterar logicamente a distância entre as minhas caixas grenouilles tão como é que faz essa alteração da caixa do enorme sempre eu vou precisar girar essa roseta que tem aqui na parte central quando eu giro para um dos lados as caixas glenóide se
afastam quando eu giro para o lado oposto as caixas do herói se aproxima é uma espécie de fuso o parafuso interno que a gente vai encontrar dentro do sistema ah tá só lembrando isso aí quando eu alterar houver necessidade de alterar a distância intercondilar lá eu também vou precisar alterar logicamente a distância entre as caixas de menores é só lembrando que é nós vamos também precisar compreender o que é o plano horizontal de frankfurt que é um plano que passa no ponto chamado de por um e na verdade é o teto do meato acústico externo
e esse mesmo plano ele vai passar no outro ponto que a borda inferior da órbita então esse plano chamado de frango pô ele é de extrema importância dentro da odontologia a gente vai ouvir muito falado isso aí quando a gente a gente fala de prótese quando fala de ortodontia quando fala de cirurgia por quê porque ele é um ponto um plano padrão de medidas e aferições dentro da odontologia então a gente precisa aprender esse nome plano de frango full tá sempre que a gente for levar em consideração formas e posições das estruturas do sistema estomatognático
e aí só lembrando em paralelo ao plano de franco nós temos o ramo ou o na verdade o ramo superior do meu articulador semi-ajustável dá uma referência desse plano também chamado de plano horizontal é o ramo superior do meu articulador semi-ajustável tá daí eu tenho uma referência do que horas o tal para algo no meu aparelho que também é horizontal no meu articulador semi-ajustável e o arco facial então arco facial é o importante acessório para montagem do modelo superior então esse arco facial eu levo ele em posição na cabeça do meu paciente e baseado no
plano de franco ele vai ficar fixado lá no meu paciente de maneira horizontal sempre que o paciente estiver naquela posição anatômica eu montando esse ar facial no rosto dele eu vou ter esse arco numa posição horizontal e aí a referência dele é importante para transferir as medidas do paciente a posição em relação ao plano horizontal para o meu articulador então também ele serve para verificar a distância intercondilar nós vamos ver daqui a pouco no slide mais adiante e esse arco também serve para segurar o garfo de mordida que vai dizer a posição do meu arco
superior do arco maxilar dos dentes da maxila do paciente o que esses dentes formam em relação ao plano horizontal ea distância desse plano ou seja dos dentes da maxila em relação a articulação temporo-mandibular então o arco facial em conjunto com o garfo de mordida me dão a posição dos dentes da maxila tanto em relação ao plano horizontal quanto em relação às articulações temporomandibulares bom então esse arco ele fica estável no rosto do meu paciente desde que utilize os três pontos de apoio tão dois são dados a partir do das olivas auriculares essa região posterior assim
como o relator nasio que essa parte anterior aqui ó ela vai apoiar abaixo da glabela então na posição do nariz logo aqui abaixo da glabela então colocando esse esse a fixado nesses três pontos eu voltei o arco correspondente a uma posição do que eu tenho como plano de frango fofo isso aí serve de referência para o restante da minha montagem e aí bom então veja bem quando eu ponho no rosto do meu paciente perceba que o ar e ele vai estar paralela ao plano de franco e se você pensar bem ele também está paralela ao
solo e levando em consideração que ele tem uma haste vertical e aqui ó eu tenho algo fixado nele então um plano oclusal do meu paciente vai estar gravado através dessa fixação a sua relação de posição em relação ao plano horizontal assim também é como a sua distância do plano cruzado é paciente a distância do plano oclusal em relação à sua articulação temporo-mandibular sair uma referência também é que fica gravado através do garfo de mordida que está afixado no arco facial é um arco facial perceba bem ele no paciente ele vai ter essa referência desse horizontal
quando eu transfiro para o meu articulador o arco facial então levando em consideração que ele vai ser trabalhado de maneira horizontal então eu transfiro o que é horizontal no meu paciente para o que é horizontal no arco facial perdão no articulador semi-ajustável e eu preciso ter sempre é o ramo superior do meu articulador paralelo ao arco facial quando eu for transferir a montagem do meu modelo para o articulador semi-ajustável é interessante que no momento que eu monto o arco facial no meu paciente eu observo na região anterior dele uma marca que me diz se esse
paciente tem o rosto largo médio ou estreito ou melhor se os côndilos desse paciente já que eu vou ter a posição das olivas fixadas no ouvido no meato acústico externo eu vou saber se e eu tenho uma distância muito larga média ou estreita então para isso o relacionam um tracinho que está em um dos lados do meu arco porque o arco ele desliza em duas metades então as metades na região anterior fixadas por esse parafuso elas deslizam uma sobre a outra e aí essa linha do meio ela vai deslizar o para esquerdo para a direita
e aí a gente tem noção se o arco na região posterior ficou mais aberto é porque a distância intercondilar do meu paciente é grande se o arco ficou mais fechado é porque a distância intercondilar do meu paciente é pequena o detalhe aqui na grande maioria da nossa população a gente sempre vai trabalhar com o meu articulador na posição intercondilar considerada como média quase sempre a gente vai conseguir trabalhar com essa distância intercondilar na posição média então sem a necessidade de se ajuste oi é o plano de camper tem um outro conceito nós já vimos plano
de frango fofo que aquele ponto que passa óleo e na parte inferior da órbita agora nós vamos ver o plano de camper que é um outro plano esse plano de campo então na pessoa no ser humano a pessoa viva a gente tem ele passando na parte superior do tragus e bordejando a asa do nariz então eu tenho um plano de campo esse plano ele tem uma certa inclinação em relação ao plano de frango fu.ar gente tem uma inclinação do plano de camper que vai variar e entre 10 e 15 graus tá o padrão dentro da
prótese que a gente utiliza normalmente vai estar em torno de quinze graus as mesas e a gente já compra alguns instrumentos prontos para isso sempre trabalha com o padrão em torno de 15° em relação o plano horizontal então lembrando franco é paralela à linha horizontal e camper tem essa inclinação que daí em torno de quinze graus só que logicamente pode variar entre os pacientes o padrão que a gente pode utilizar em torno de quinze graus então a particularidade a importância desse plano de camper é que eu tenho o plano oclusal paralelo a esse plano e
ao plano de camper então plano de camper e na verdade a gente considera linha de camper que vai do tragus até asa do nariz a borda inferior da asa do nariz paralela ao plano oclusal tão à linha de oclusão entre os dentes superiores e inferiores então é um paralelismo plano de camper e o plano oclusal é um outra é importância para isso hein o porquê que nós falamos de plano de camper porque a possibilidade também de montarmos o par de modelos no articulador sem a utilização da do arco facial então eu posso fazer escolha de
um outro dispositivo chamado de chamado de mesa e campeã dessa mesa de campo ela já traz na sua estrutura uma inclinação aí em torno de quinze graus então caso você não vai utilizar o arco facial para tirar a medida própria do paciente e transferir isso o acumulador você pode fazer o uso de mesa de camping é essa mesa que a gente a compra já nessa medida então apoia a mesa sobre a parte inferior o ramo inferior do meu aculador e apoia um modelo de gesso sobre essa mesa é isso em alguns casos facilita a montagem
só que tudo que agem também pode apresentar desvantagens então no caso quais são as desvantagens e as vantagens de se trabalhar com esses elementos com arco facial ou com mesa de camper quando eu trabalho com o arco facial eu tenho a medida exata ea inclinação exata do meu plano oclusal em relação a atm do paciente isso vai ser transferido lá para o articulador tá e também essa inclinação em relação ao plano horizontal porque porque eu faço a transferência de isso aí em do próprio paciente eu tiro as medidas próprias do paciente através do uso do
arco facial e transfiro isso para o meu articulador semi-ajustável já com a utilização da mesa de camper eu não sei e se ele realmente a inclinação do arco dentário do meu paciente é 15 graus com uma mesa de camper já veio de fábrica com 15 graus isso aí eu não sei se é vai girar em torno disso mas eu não sei outra outro detalhe que eu não sei a que distância eu vou botar esse meu modelo em relação à estrutura do meu articulador semi-ajustável essa estrutura que corresponde a essa distância tá então ele não me
dá essa referência então eu faço meio que uma montagem aleatória quando eu uso o mesa de camper alguns estudos inclusive por ser realmente eu vou indicar que um artigo que traça um paralelo e comparam os resultados entre essas mudanças e que diferença pode ocorrer ok e se pode o se é viável utilizar ou não então essa aí é diferença mesa de camper eu não tenho essa referência exata de angulação e é um aqui no youtube mais exato a doar facial é um pouco mais trabalhoso de montar isso aí faz um pouco de técnica e de
treino a gente faz isso aí muito rapidamente então as vantagens do arco facial você tem a distância do plano oclusal a articulação que é transferida para o articulador e a inclinação desse plano oclusal que também é medida no próprio paciente e transferida para o articulador ok então conheço a gente encerra mais um assunto aí bem rápido falando sobre articuladores espero que tenham gostado tá qualquer dúvida entre em contato com conosco que a gente pode e aí está conversando um pouco mais sobre os articuladores obrigado