Boa noite pessoal tudo bem tô ajeitando as coisas aqui aqui boa noite tudo bom Marcos tudo bem O Senhor como está tudo joia eu vou só abrir aqui O slide já deixar tudo ajeitadinho hoje sim a gente tem C minutinhos aí para esperar sim hoje não teve que atualizar o negócio aqui ajudou bastante cadê Aqui aqui Oi vou deixar el aqui aberto e Tak m Hoje o pessoal tá pegando um trânsito maior hein mar S chegando todo mundo chegando oit somos em o já é daqui a pouco chega o restante toda é 21 é muito
mais gente porque eu acho que o máximo que eu vi na última terça foi 21 é um pouquinho mais um pouquinho mais né É mas é diferente essa sala que tem gente de um monte de lugar diferente sim os mais diversos estados e você é psicólogo Marcos não sou psicólogo Ah legal formou aonde eu formei na Unifan hum universidade particular que tem aqui em legal em Feira de Santana Uhum eu tenho um amigo que tá aí em Feira de Santana só que eu não sei em qual Universidade que ele dá aula ele chama Maurício Moreno
Antônio Maurício Moreno mas o pessoal chama ele De Maurício deixa eu ver aqui onde ele tá esse nome não me é estranho então ele tá aí tem um bom tempo ele foi meu colega do doutorado e foi aí pra feira biblioteca aqui ó Maurício Moreno ah ele tá na Universidade do Sudoeste da Bahia sim é aí também não é próximo É próximo né eu o que mas não é feira mesmo não né Não não é outra cidade mas é próximo agora o nome dele é é familiar para mim é talvez participe de eventos Por aqui
é é possível eu não sei com o que que ele tá trabalhando hoje mas ele trabalhou um tempo com abelhas ele fazer experimento com abelhas e experimentos bem interessantes até E aí eu sei que desde que ele ele tá fazendo pós dooc e acabou arrumando Essa vaga nessa Estadual do Sudoeste da Bahia e a gente falou ah ele vai mas volta que a gente nunca sabe né mas todos os meus amigos que foram pro norte pro Nordeste foram e não voltaram Ah aqui é muito bom todos Ficaram Eu gosto da Bahia é então eu fui
aí uma vez só mas também gostei bastante É ótimo É então Poxa muito bom então acho que aqui eu vou já deixar a tela cheia deixa eu ver se vai dar aqueles problemas habituais Ah tá pera aí que eu tenho que inverter rapidinho que aqui tá as telas estão erradas pronto temos tempo é então o pessoal tá chegando já tem mais algumas pessoas sim deixa mudar Aqui pronto OK agora vamos ver se quando eu compartilhar compartilhar aquela tela ali Tá e agora quando eu deixar aqui em telas ah tá aí eu tenho que vir para
cá tá em tela cheia tá ainda tá errada ela não vai aceitar Nunca será acho que eu vou ter que parar aqui e mudar tudo de lugar deixa eu organizar de novo ai a gente quer fazer as coisas mas não ajuda a tecnologia eu também tenho problemas com Tecnologia viu eu vou já ir pedindo pro pessoal então ah não pera aí agora eu acho que ah não agora funcionou é inverteu tudo já eh tá na não tá na ordem certa deixa eu mudar aqui a ordem pronto pronto agora eh eu já vou aproveitando pessoal como
Tem gente chegando mas já tem gente aqui pontual se vocês tiverem alguma dúvida sobre o que a gente falou na última aula já é um bom momento pra gente ir tirando E aí a Gente vai Aproveitando né o tempo vamos ver aqui agora eu acho que vai ficar certo sim agora foi aí aqui Alguém tem alguma pergunta alguma dúvida acho que não então tá então eu vou Ó seu status está definido como não incomodar Ah tá deixa eu alterar aqui isso privacidade Bom acho que não vai afetar nada não vamos começando Então pessoal que aí
devagarzinho a gente vai falando né Eh o que a gente vai discutir de hoje a princípio são algumas aplicações do paradigma de equivalência de estímulos que é aquilo que a gente começou na última aula né eh som do teams tá eh e aí a gente tava debatendo o quanto que essa possibilidade do paradigma de Equivalência de estímulos que como a gente viu toda essa parte histórica ele foi inicialmente proposto em 1971 Mas ele foi de fato formalizado só 11 anos depois em 1982 né como esse paradigma ele era a a algo que era um divisor
de águas paraa nossa visão analítico comportamental em relação à aprendizagem né em relação a como explicar o comportamento especialmente o comportamento humano e a gente já falou que isso ti teve um uma Série de de de eh de implicações né E essas implicações também no sentido de permitir desenvolver outras teorias outras coisas eh e que foi algo que pelo menos na visão de alguns pesquisadores e eu me incluo nesses pesquisadores algo que vai permitir a gente estudar com maior precisão a o comportamento humano né Eh eh e e nesse nesse nessa raciocínio nessa linha de
raciocínio que a gente tá colocando aqui Algo que é extremamente relevante né porque a gente sempre vai querer buscar mais precisão né a gente vai pensar nessa precisão talvez agora no modelo explicativo pareça algo muito afastado de uma aplicação em si como a gente discutiu na terça-feira mas hoje trazendo um pouco dessas aplicações apesar de Muitas delas aqui ainda serem muito educacionais Mas eu também trouxe aqui alguns outros exemplos para vocês Eh vão permitir a gente a entender um pouco dessas vantagens do que que isso daqui oferece pra gente tá certo então a a a
grande ah questão que se apresenta pra gente com o paradigma de equivalência se a gente for pensar em sintetizar tudo que a gente viu na aula anterior em frases é o seguinte é óbvio né isso continua sendo válido que o comportamento operante ele é afetado pelas consequências contudo a única forma de Manter esse comportamento não é com consequências seguindo as respostas é claro que a ausência de consequências é algo que já era previsto né E aí quando a gente fala de esquemas de reforço por exemplo tem muitas situaç em que a gente vai ter uma
resposta apresentada e ela nem sempre vai ser reforçada mas se ela for reforçada de maneira intermitente isso mantém a resposta né Tem vários esquemas que são dessa maneira só que aqui a gente não tá Falando disso a gente tá falando de uma outra possibilidade em que eu não preciso sequer ter a primeira resposta reforçada e ela pode ser mantida ela pode ser previsível ela pode né continuar ocorrendo durante um longo período sem a necessidade de um reforço direto por quê Porque segundo a proposta que foi feita pelo mur sidman E aí outros pesquisadores que trabalharam
com essa linha de pesquisa também quando a gente reforça algumas relações que a Gente vai chamar de ações condicionais então lembrando a gente sai daquele modelo a b c né antecedente comportamento e consequência para um modelo que é estímulo estímulo como eu expliquei para vocês né a gente tem um estímulo condicional um estímulo discriminativo que seriam juntos os antecedentes ou o antecedente uma resposta e uma consequência quando a gente treina essa condição com duas discriminações ionais com pelo menos um Elemento em comum entre essas duas discriminações a gente cria o potencial para que o número
e eh exponencialmente maior de respostas na ausência de qualquer reforçamento seja potencialmente estabelecido como que a gente sabe se vai ser estabelecido ou não a partir de testes que testes são esses é o que a gente discutiu terça-feira são testes de simetria reflexividade e transitividade quando a gente apresenta Essas tentativas e elas incluem relações que são totalmente novas mas que são baseadas são derivadas elas emergem a partir daquelas discriminações treinadas a gente vê esse potencial que é um potencial não só pra gente olhar para comportamentos novos mas pra gente produzir esses comportamentos novos em uma
quantidade muito maior do que foi diretamente ensinado né lembram lá da tarefa que a gente fez junto com o Marcos aqui e que ele aprendeu seis relações e a gente testou outras seis e além dessas outras seis outras seis porque a gente não fez todos os testes possíveis se a gente fizesse todos os testes possíveis seriam eh eh uma relações possíveis novas emergentes Vocês conseguem entender como que isso é relevante para a a uma ciência que quer aí produzir melhor qualidade de vida muitas coisas e é claro a gente pensa que aprender Educacional ah aprender
é Uma coisa que foge do escopo da Psicologia mas não paraa análise do comportamento todas as nossas interações ambientais são aprendidas né se eu acendo a luz aqui ou se eu reajo a a de uma forma sei lá apresentando uma resposta que poderia chamar de fóbica a alguma coisa é uma aprendizagem então quando a gente multiplica o nosso potencial de aprendizagem a gente torna a nossa teoria muito mais robusta e capaz de explicar fenômenos que ela não Era anteriormente capaz Tá certo eh e aí quando a gente pensa nessas aplicações pode entrar Antônio eu tô
dando aula agora você quer falar um oi para todo mundo eu sou mesmo manual tá bom mas eu não vou poder deixar você Desculpa pessoal meu filho invadiu aqui tá rapidinho Desculpa pessoal ele está meio doente ficou o dia inteiro em casa então ele está mais inquieto hoje mas a gente Vê como o comportamento humano é difícil essas horas né Eu estudo isso há muito tempo minha esposa também mas os desafios estão aí o organismo Ele nem sempre as variáveis controlam 100% né Mas voltando aqui então a gente vai começar olhando para algumas aplicações que
elas são mais focadas nessa questão eh eh que a gente vai ver de leitura escrita e aí a gente vai tentar ir fluindo para outros contextos educaciona E aí a gente vai ampliando isso um pouco Mais para vocês Tá certo então hoje o nosso trajeto Primeiro passo é olhar para essas aplicações se a gente conseguir tempo a gente vai começar a fazer uma conexão disso com a linguagem no sentido de criar ali um um um espaço para iniciar a nossa discussão sobre teoria das molduras relacionais que vai ser o que a gente vai fazer ou
no fim da aula de hoje ou na aula inteira na na terça aqui vem porque aí a gente teria duas aulas inteiras disso se a gente Começar na terça Tá bom então vamos lá a aplicação principal isso eu já Adiantei para vocês na na terça-feira né é a questão da Leitura escrita tá a leitura escrita especialmente com pesquisadores brasileiros desenvolvendo isso tá pessoal por quê Porque em outros países em que a equivalência talvez pudesse ter um impacto semelhante Eles não têm índices de analfabetismo semelhantes ao que a gente tem hoje ou até semelhantes ao que
a gente tinha na Década de 80 que e eh era ainda incrivelmente maior do que hoje né então a ter alguma tecnologia que favoreça a aprendizagem de leitura escrita é algo que no nosso contexto é extremamente valioso E aí a gente tem aqui eh é as fotos né o Júlio que foi meu orientador e a Daisy é que é professora lá também da mesma Universidade da Universidade Federal de São Carlos que começaram essa linha de pesquisa aqui no Brasil né tiveram aí outros colegas Com certeza né O pessoal falou da Carolina bor eh eu tenho
para mim que ela em algum momento se envolveu com isso também sem dúvida nenhuma Maria Amélia Matos que é de São Paulo a Marta hubner que também é de São Paulo e E aí especialmente esses quatro né ainda na década de 80 começaram esse trabalho né aqui acompanhados por dois outras professoras da Federal de São Carlos né que é Ana Lúcia rossito e a Tânia de Rose que era esposa do Júlio na época eh fizeram Esse primeiro trabalho Que se eu não me engano é 1988 1989 em que eles foram atrás de crianças com fracassos
escolar né E naquela época Ainda era muito diferente a tecnologia né ali na década de 80 Mas eles tentaram utilizar algumas tarefas específicas né E aí aqui eles falam dessa discriminação por exclusão e eu vou falar um pouquinho para vocês do que que é isso brevemente deixa eu ver se tem alguma figura aqui que ajuda não não tem nenhuma figura aqui Que vai me ajudar mas eu vou desenhar aqui do lado deles ó E aí vocês vão entender a ideia da exclusão é mais ou menos assim imagina que a criança ela consegue relacionar a palavra
bola com a figura da bola tá e quando ela faz essa relação bola figura da bola a gente vai inferir o qu Olha essa criança Ela lê Ela sabe ler perfeito agora se eu pego aqui a figura palavra bola por exemplo né e uso essa palavra numa tentativa de Discriminação condicional igual a que a gente viu na terça-feira junto com outro estímulo de comparação que seria a palavra casa e aqui em cima eu vou apresentar o desenho da casa ó não ficou lá essas coisas mas dá para reconhecer a criança que ela não sabe a
palavra casa mas ela sabe a palavra bola por exclusão ela pode escolher esse estímulo novo sequencialmente em várias tentativas e eventualmente Estabelecer essa relação e depois se a gente pede para ela ler nomear esse estímulo como ele está numa relação de equivalência com esse estímulo que ela sabe nomear a gente pode ver a emergência da relação entre o nome e a palavra escrita né Ou seja a criança vai estar lendo Tá certo então a ideia da exclusão é geralmente maximizar o potencial da aprendizagem Graças a a a a uma parte de relações conhecidas e apresentação
de Relações que são novas para criança Vocês entenderam isso faz sentido faz sentido tá tudo bem então tá então eles fizeram Esse trabal trabalho com seis crianças né E aí a ideia começou ol quanta coisa para pagar eh eu vou deixar aqui não tem problema eh a ideia começou nesse trabalho né trabalhando com essas seis crianças e não eram quaisquer crianças né eram crianças com história de fracasso escolar né E aí elas aprenderam Discriminações condicionais né com palavras faladas e palavras impressas né e novas discrimin AES eram ensinadas por exclusão como eu acabei de dizer
uma palavra impressa era apresentada juntamente com uma que já tinha sido treinada né por isso que fala aqui de linha de base e a palavra Nova Era ditada como modelo E aí eles testavam para ver se as crianças iam aprender a gente vai notar aqui né que a lógica do estudo ela é de Alguma forma uma evolução mas muito semelhante ainda àqueles estudos que a gente viu na terça-feira do sidman né de 10 anos atrás esse trabalho aqui é um trabalho que ocorreu já após o contato da daiser do Júlio com o sidman né eles
tiveram aí uma longa relação de orientação e e e colaboração diretamente aí com o sidman né E aí aqui a gente vê que tem relações que já eram treinadas ou sabidas que por exemplo ditar a palavra e pegar o desenho ou ditar a Palavra e eu treinar ela pegar a palavra impressa isso daqui né uma vez que eu nomeio que é aquilo que eu descrevi para vocês exatamente ó eu tenho a palavra e tenho o desenho eu aprendi essa relação eu sei nomear o desenho se essa palavra ditada começa a ser relacionada a uma palavra
impressa eu posso ter aqui a relação de nomear a palavra impressa que na prática é leitura a criança passa a ler né com muito mais facilidade desse tipo de suporte e aqui eles fizeram um Puxadinho vamos dizer assim para incluir a a questão da exclusão que a gente teria como modelo a uma palavra nova a gente vê que nada daqui da exclusão foi treinado né Por quê Porque aqui a gente tem treinos só que aí no meio desses treinos começam a alternar palavras novas que vão ter aí palavras impressas novas e que também podem potencialmente
ser nomeadas Tá certo porque elas são ditadas faç a relação com a coisa nova e depois eu consigo nomear a palavra nova As crianças Elas tiveram bons desempenhos só que são gráficos bem difíceis de ler né a a eu até trouxe aqui só de um sujeito mas a gente vê que ele tinha um desempenho aqui de pré-teste bem a a incipiente né a gente tá vendo aqui ó o pretexte são ess essas cruzinhas aqui tem outro e aqui tem outro e quando ele tem o treinamento a gente vê uma melhora muito rápido mas com alguns
altos e baixos né E a gente tem esses xinh que são treinos de linha De base o que mostra aqui que do painel a pro painel B que aqui são as sondas né aqui são os testes em si a gente vê que os treinos e testes permitiram uma estabilidade muito grande né e eh no repertório dessas crianças mas ainda era muito o início disso tudo né então eles estavam focados só ao ensino de leitura eles não estavam preocupados com a questão de compreensão ou que estão de escrita né e e eles viam a questão da
Leitura escrita como repertórios Independentes por isso poderia ser capaz de intervir somente na leitura né Eh eh e isso talvez E aí Isso foi uma hipótese que eles lançaram nesse primeiro artigo que essa questão de ter que ler e ter que escrever talvez a gente tá ensinando dois repertórios independentes e complicando muito pros alunos que não sabem fazer um nem o outro né Mas é claro que esse trabalho ele foi evoluindo ao longo do tempo a gente falou aqui de 1989 88 esse segundo Trabalho que tem o a dais e o Júlio e tem também
a Thaíse que é uma outra colega minha que tá lá no centro oeste dando aulas tá tá lá na em Campo Grande hoje em dia eh eh no doutorado dela ela fez um trabalho e eu acho que esse é o melhor trabalho para vocês entenderem o que que essa tecnologia Pode de fato oferecer para as crianças com dificuldade de leitura tá certo aqui eu acho que a gente vai chegar a alguma conclusão tá e o que que ela fez ela foi Numa escola né era uma escola numa cidade do interior de São Paulo em que
ela recrutou 64 alunos desses 64 alunos 38 deles foram expostos a o GR como grupo experimental então eles foram treinados a partir do programa de leitura os outros 26 alunos não foram expostos a Essas atividades eles só iam para o tempo livre e eles só respondiam aos testes eles não receberam a intervenção pelo menos não num primeiro momento depois das duas coletas eles Também foram sujeitos a à intervenção Tá certo calma aí que eu pulei aqui ficou mal organizado rapidinho Pessoal esse programa eu coloquei esse daqui no meio mas depois eu vou voltar nele esse
programa funcionava mais ou menos da seguinte maneira a gente tem aqui discriminações condicionais em que a criança tem que contar pro estímulo a gente tinha discriminações com palavras e imagens com imagens e palavras tinha palavras e palavras tinha a a o som da Palavra e as imagens tinha o som da palavra e e o som da palavra e as palavras escritas e Tinha alguns ditados que a gente chamava de resposta construída que é quando a gente tem uma palavra e a criança tem ali uma série de letrinhas e ela vai construindo com o modelo aqui
igual e ter a possibilidade da resposta construída e tendo como estímulo condicional o som que aqui é uma questão da escrita bem melhor né aqui a gente tá falando de escrita a de Uma forma bem mais exigente vamos dizer assim eu vou voltar lá pro trabalho da Thaíse Ó esse daqui é o resultado do trabalho da Taíse a O slide ficou separado vocês viram né O que que que aconteceu qual que era o preste de leitura no trabalho dela o pretexte ele estava tão baixo aqui que ele não aparece as crianças não conseguiam ler nenhuma
das palavras e a gente vê aqui no grupo experimental tanto o conjunto um como Conjunto Dois as Crianças Saírem Do zero para mais do que 90% de acertos quando elas passavam num programa de leitura baseado em equivalência de estímulos e as Crianças do grupo controle que não tinham essa exposição Elas tiveram uma melhora foi uma melhora significativo porém porém Elas tiveram uma melhora muito Ok dessas aqui Vocês conseguem ver a dimenção disso daqui né elas saíram aqui de zero para 25 que já é um ganho mas essas daqui saíram de Zero para 90 E isso
acontece também no ditado com construção da resposta que é aquilo que eu descrevi para vocês a a gente tem aqui os prés né que são bem pequenininhos mas nessa daqui Pelo menos já visíveis e os pós que a gente vê também novamente no ensino de leitura baseado em equivalência uma melhora muito mais robusta do que sem utilizar esse modelo e no ditado com letra cursiva a gente vê também o mesmo efeito tá então esse trabalho ele já foi Replicado e feito em várias outras regiões do Brasil Eu até vou me comprometer uma próxima vez a
trazer o trabalho de Mestrado da minha esposa que foi um que foi feito nas cinco regiões né Elas tiveram ali um uma a auxiliares né Eh de outras universidades que fizeram essas coletas e é um trabalho que só replica esses resultados são resultados bastante eh eh expressivos né e a gente vê um ganho que não é um ganho a a Aparentemente acidental não é pouca coisa o que a gente tá notando aqui né é um ganho que ele é muito intenso ele é muito robusto né E que ele permite ali entender um pouco a vantagem
de fazer um treino desse tipo e aqui a gente tá vendo o impacto Talvez o impacto mais puro desse modelo porque a gente tá olhando pro dado de crianças que não tinham um repertório nenhum né quando a a gente fala especialmente de leitura a gente tá vendo crianças sem nenhum Repertório praticamente né pelo menos as palavras que estavam nos conjuntos um e dois aqui elas não sabiam ler e elas saíram lendo 90% dessas palavras a partir de uma intervenção que não era sequer uma intervenção longa né o que acontecia no programa de leitura é que
essas crianças tinham atividades na escola a escola apontava elas como crianças com dificuldades de leitura e aí o programa né que existia um espaço na biblioteca da ofuscar que hoje nem é Mais na biblioteca da offcar Hoje ele é no próprio laboratório de estudos do comportamento humano tem um espaço lá que eles recebem as crianças no contraturno da escola na época ia uma van buscar essas crianças em casa levava até o laboratório elas faziam sessões de 20 minutinhos E aí brincavam um pouquinho com as outras crianças e voltavam para casa faziam isso ao longo da
semana a intervenção aqui desse estudo em si teve poucas sessões e mesmo Com poucas sessões a gente vê um resultado bastante robusto tá claro para vocês isso daqui né Eu acho que é um um resultado realmente bem bonito e aqui a gente pode notar né que os dois grupos tiveram ganhos tanto na leitura como na escrita só que todos os ganhos eles foram estatisticamente significativos só que quando a gente olha para os ganhos do pessoal que usou essa tecnologia da equivalência Eles são de outro nível né eles são bem Diferentes Calma aí deixa eu voltar
vocês aqui cadê vocês Cadê vocês isso então fica claro aqui o que a gente tá demonstrando né a gente tá olhando aqui para um trabalho que o o olhou para mais de 30 crianças no grupo experimental e viu uma um ganho assim expressivo né para todas essas crianças Tá certo eh eu vou agora falar desse outro Trabalho que é um trabalho de uma orientanda né antiga orientanda da Daisy que é a Lídia e eh postale né que hoje é professora na Universidade Federal de São Carlos e uma a Doutora orientada por ela né que é
a Érica Silva tá E por que que eu trago esse outro estudo aqui que também vai usar essas mesmas ferramentas porque eu acho que é interessante para vocês verem que esse impacto com outros participantes que talvez sejam de uma população diferente que já tenham algum Repertório essa tecnologia também pode produzir ganhos ela também pode de alguma maneira positivamente afetar né o repertório desses participantes tem alguma pergunta pessoal tem alguma pergunta não tá claro Podemos seguir então tá certo então vou falar para vocês agora um pouquinho sobre esse outro estudo tá E aí a ideia aqui
é a seguinte né A ideia é utilizar esses recursos né para ensinar leitura e escrita né mas para indivíduos jovens Adultos né com deficiência intelectual né era uma moça de 19 e um rapaz de 25 se eu não me engano Mas lembro que era uma moça e um rapaz era era o contrário o menino tinha 19 e a moça tinha 25 né e a gente vê que eles utilizaram sesse dle né que é uma avaliação de leitura escrita também desenvolvido lá em São Carlos eh essa Esse instrumento mostrava que eles tinham habilidade né quando a
gente ver aí o porcentagem de acertos né a Ana Por exemplo mesmo com deficiência intelectual ela tem um acerto que é razoável é 86% em leitura mas quando a gente vai ver outros repertórios que ali são eh eh próximos né vamos dizer por mais que sejam Independentes eles também são importantes quando a gente pensa em leitura escrita esses repertórios Eles não eram tão desenvolvidos a escrita por composição ela já caía bastante e a escrita manuscrita ela caía mais ainda o André ele tinha um quadro bem parecido Né era mais novo também e ele tinha aí
73% de leitura 13% de de escrita por composição que é aquela que ele vai montando com as letrinhas e só 6% eh em escrita manuscrita calma aí rapidinho pesso pronto só tava respondendo aqui uma questão eh então a gente aqui vai passar então por um quadro em que elas utilizaram né Érica e Lídia utilizaram aí uma estratégia que foi adaptada do trabalho Da Daisy do julho de 2006 em que haveria um treino das palavras ditadas né e um treino das palavras escritas e um treino das palavras ditadas paraas figuras né E também foi nado a
gente vê aqui essa setinha e eh essa setinha mais grossa eh em que havia um treino entre a palavra escrita e a escrita por composição que é aquela que vai montando as letrinhas Tá certo e só esses treinos permitiu por exemplo que fossem Relacionadas de maneira emergente as figuras com as palavras escritas que é um ganho muito grande a nomeação das figuras a nomeação das palavras escritas a escrita manuscrita de palavras a partir de palavras escritas e as palavras ditadas produzindo também a escrita por composição que aqui quando a gente fala disso a gente fala
geralmente da ideia do ditado né Então a partir do treino de três relações a gente veria uma duas TRS Qu né Se a gente for considerar um conjunto só e nunca é um conjunto só é um número muito maior de elementos que a criança ia derivar ia se beneficiar aí e isso daqui pessoal é um pouco que a gente falou semana passada do sidman quando a gente fala de pesquisa translacional né aqui a gente tá falando de algo que não vai se Focar apenas numa investigação de pesquisa básica essas Palavras que estão sendo aprendidas são
palavras do nosso idioma são palavras que vão beneficiar essas crianças estão sendo expostas a esse treino né então aqui é uma pesquisa aplicada uma pesquisa translacional a gente vai ver tópicos entre elas e aí eles desenvolveram aqui toda uma sequência E aí aqui vocês vão lembrar das letrinhas que a gente usou na terça-feira né Toda uma sequência de como os elementos iam ser Apresentados né primeiro emparelhamento entre figuras emparelhamento Entre palavras impressas emparelhamento entre palavra e figura emparelhamento entre palavra e palavra impressa figura e palavra impressa Opa palavra impressa e figura nomeação da figura nomeação
das palavras impressas Todas aquelas relações ali elas foram apresentadas para ser testadas né e garantir que esse repertórios todos fossem eh eh emergissem né e aqui eu já apresentei Essa figura para vocês dá para notar nessas figuras eh eh como essas relações elas ocorriam né a gente tem aqui a ideia de que a eu vou apontar para palavras apontar para figuras Eu acho que isso daqui já ficou Claro para vocês alguém quer que eu mostre ISO aqui dá para eu aumentar talvez deixa eu ver aqui ahã [Música] aqui não tinha uma lupa aqui é eu
acho que Tiraram eu lembro que tinha uma lupinha mas eu acho que não tem mais Professor eu consigo ampliar aqui clicando no numa barra que tem à esquerda na parte de baixo uma barrinha da tela é tem é para mim um menos para mim aparece Ah tá então tudo bem então se você a eu consigo visualizar daqui é se vocês quiserem ampliar se ficou pequeno é que eu peguei a figura da Lídia né e eu Achei o uma coisa boa dessa figura que mostra todo esse quadro geral Mas de fato fica pequeno né Eu não
sei se tá claro para vocês que cada uma aqui é uma telinha de computador né a gente tem as telinhas né Cada uma é uma tela e cada uma tem modelos e comparações ou às vezes só modelos às vezes só comparações Por que que às vezes só tem um modelo ou só comparação quando tem só comparação é que o modelo é falado né E quando tem só o modelo é que a resposta é falada né Aqui por exemplo tem uma palavra que eu acho que é ela tá bem pequena essa daqui Talvez seja tia eu
acho que é tia essa daqui e aí a criança falar essa palavra quer dizer que ela sabe ler a palavra vocês concordam então aqui A ideia é essa tá E aí vamos ver o resultado que isso daí acabou trazendo pro trabalho com o André e com a Ana né eh e aí a gente vê aqui olha só os erros nas avaliações iniciais eles Eram bem numerosos Ó vou marcar aqui para vocês a gente vê que o André e a Ana olha eles erravam oito Aliás o André errou oito ou nove a Ana errou cin e
cinco na generalização o André errou a maioria Olha a proporção de acerto e Erro era mínima a Ana já era mais equilibrada mas ainda assim haviam situações em que os erros superavam muitos os acertos esse daqui foi a avaliação Inicial essa daqui é a avaliação final já depois da intervenção Já dá para ver que logo depois da intervenção a gente tem uma diminuição muito grande dos erros né aqui a André errou uma só e a Ana errou só duas uma de cada tipo de tentativa quando a gente passa para manutenção que é o teste que
é feito um tempo depois desse teste final sem um treino sem uma intervenção a gente vê que o número baixo de erros continua pro André e a Ana faz sem nenhuma resposta errada quando a gente tem um teste né Eh intermediário a gente Vê aqui depois ainda sem novas intervenções pouquíssimos erros e esse teste final ainda pouquíssimos erros acontecendo né de alguma maneira a forma que a equivalência de estímulos oferece para o aprendizado é um aprendizado que ele é bastante estável né Apesar dele não ser reforçado o que pode ser pra gente até um pouco
contraintuitivo porque Como assim eu não reforço e ele fica estável ao longo de tanto tempo não é verdade mas o fato é é Que ele fica né existem vários estudos de equivalência olhando para essa questão da manutenção e isso daí fica claro pra gente né a manutenção ela é bastante adequada ela é bastante eh estável ao longo do tempo tá certo Vocês conseguem entender isso pessoal claro Tá bom então vamos lá vamos lá vamos lá vamos lá aqui ó deixa eu tirar aqui da canetinha senão não passa a colega Vitória levantou a mão Ah obrigado
pode falar Vitória por favor Participa aí com Oi tá dando para me ouvir perfeitamente Vitória Ah beleza Eh eu fiquei com uma dúvida tipo quais seriam meio que os pré-requisitos os critérios que vocês utilizam eh para conseguir aplicar isso porque eh hoje mesmo eu atendi uma paciente que ela Ela tem síndrome de Down né E aí eh a gente tem aí a deficiência intelectual também eh e assim ela faz tudo tudo tudo tudo tudo tipo é super funcional muito independente mas realmente ela não Absorve eh essa parte mais pedagógica assim é bem bem complicado E
aí eh fiquei com isso na cabeça né tipo será que com ela daria para usar como que eu poderia avaliar se com ela seria possível né meio que meio que ess minha dúvida eu eu creio que seria possível sim Vitória eu não sei se a gente tem dados hoje produzidos com crianças com síndrome medidal crianças e adolescentes e adultos né eu sei que é uma Característica muito comum né que essas pessoas tenham dificuldade especialmente nessa questão da alfabetização mas eu não vejo porque esse modelo não poderia ser utilizado e eh você acompanhou a aula de
terça sim tava presente sim então aquilo que a gente descreve lá a gente tem trabalhos e eh desde bebês com menos de um ano de idade E é claro aí é a a o grau de dificuldade disso vai ser extremamente reduzido é claro né mas Desde bebês até adultos com deficiência intelectual e aí me falta esse conhecimento Eu não eu não sei mesmo se tem trabalhos com síndrome de dal mas até me comprometo agora quando a gente fizer o intervalo a buscar essa informação e se tiver alguma coisa eu já comento aqui para vocês poderem
ter esse caminho aí para procurar mas mesmo que não existir na literatura eu acho que valeria muito a pena tentar porque a a a questão da economia de treino que a Equivalência permite ela faz com que a gente consiga treinar com maior repetição quando é necessário alguns repertórios né e a partir do momento que esses repertórios eles são treinados eh a a a gente tem esse potencial para Emergência né então é uma tarefa que ela talvez não fique tão frustrante para as crianças né é claro já tivemos por exemplo trabalhos com crianças com autismo com
adultos com autismo né na verdade adultos autistas né em que a Gente tinha esse desafio com crianças eu lembro de um trabalho que a gente fez que foi assim que a Carol deve até contar para para vocês sobre ele na semana que vem em que na hora que a gente ia fazer os testes pra criança ver o teste e não ter um feedback era extremamente frustrante e a gente acabou criando uma uma alternativa né em que tinha um estímulo mas ele não tinha uma função de consequência né era um estímulo que deixava a criança ali
com Aquela previsibilidade que a tarefa acabou mas ele não sinalizava se a resposta foi certa e foi errada ou seja ele mantinha essa característica da Extinção e permitiu que essa criança derivasse ou emergisse novas relações Então acho que assim é um trabalho que faz sentido mas eu olh se tem algum suporte já na literatura eu vou dar uma buscada e falo com você depois tá bom a gente come intervalo Obrigada beleza Ô que é Isso Eu que agradeço e aí então Pessoal esse trabalho aqui como vocês viram né avaliou a aquisição de escrita de palavras
simples regulares da língua portuguesa né por dois alunos com deficiência intelectual eles adquiriram ou aprimoraram o desempenho com ditado de palavras simples e mantiveram o desempenho na avaliação de manutenção que foi feita de um a 5 meses depois né então é um bom é um bom tempo para manutenção esse daqui é aquele trabalho Que a gente já tinha mostrado E aí uma outra linha de estudos com equivalência que eu vou passar para vocês aqui Talvez um pouquinho mais rapidamente Mas eu vou pedir para vocês me interromperem tá se vocês não tiverem entendendo alguma coisa se
vocês quiserem uma explicação mais detalhada fiquem à vontade para para se manifestar pera aí rapidinho que agora eu me perdi aqui cadê vocês Ah tá o Alt Tab não funciona Ali pronto e agora eu vi Onde tá o relógio aqui para eu também não passar muito na hora do intervalo então a ideia da Matemática a gente tem alguns professores trabalhando com isso né Talvez os professores que mais trabalhem com equivalência em matemática no Brasil seja o professor João do Carmo que ele era professor da universidade federal do Pará e depois mudou-se pra Universidade Federal de
São Carlos a gente tem um professor grau Ben Assis que é da Universidade Federal do Pará que ele trabalha com matemática e também com a questão de relações ordinais do que que vem primeiro o que que vem segundo e tem também a professora Verônica aidu que é de Londrina né da que também tem trabalhos ela acho que a professora Silvia Souza também tem se eu não me engano trabalhos até mais ligados a jogos educativos e matemática também tá então são trabalhos que usam essa tecnologia da equivalência para fazer Essa questão de uma aplicação da matemática
e aí aqui Pessoal esse primeiro trabalho é do João do Carmo com o aluno Marcelo que hoje é professor lá em Roraima tá eh eu agora me fugiu o sobrenome do Marcelo não fique bravo comigo Marcelo mas eh eu tenho que anotar essas coisas um dia a gente começa a esquecer tudo né mas a ideia foi usar esse ensino baseado em equivalência né que até para vocês saberem né nos Estados Unidos utilizar a Equivalência dessas maneiras que a gente tá eh eh falando aqui virou uma área de estudos né que se chama EBI né que
é equivalence base Destruction né que é uma instrução baseada em equivalência a gente começa a ter uma série de trabalhos recentes que é nessa linha e esse daqui é mais um deles né então são oito crianças uma só menina quarto e quinto ano e aí qual foram os estímulos que eles utilizaram Olha que interessante pessoal eles utilizavam com Estímulos tanto a balança como uma relação ô caramba tanto a balança como uma relação que era quase uma equação então por exemplo a gente vai ver um proveito muito grande quando a gente vai ter uma coisa que
é representada assim a a visualmente muito fácil para as crianças que aqui elas podem contar as quantidades E aí quando a criança estabelece uma relação de equivalência entre esse elemento e a equação ou entre esse elemento e uma soma né ou entre Esse esses elementos e uma um problema escrito ela vai ficando mais hábil em diante de problemas matemáticos solucionar esses problemas com mais facilidade porque ela consegue ter essa compreensão entre aspas que todos esses elementos eles vão ser elementos equivalentes Tá certo então a gente vê isso aqui né a a é um trabalho que
que vai partir de um pré-teste vai formar as classes de equivalência com a a os algarismos os conjuntos né então todos Aqueles elementos que a gente falou vão ser relacionados tem um Primeiro pós-teste eles fazem testes de adição né então eles querem ver Mexendo nos algarismos ali se a lógica mais Ampla tá sendo aprendida medidas de porcentagem eles também usam algoritmos de subtração outro pós-teste e aí fazem testes de generalização o que dá para notar aqui pessoal eu vou mostrar esse dado para vocês e aí a gente vai sempre notar o seguinte a primeira linha
aqui é A linha do primeiro pré-teste né Então essa linha aqui ela vai ter a operação a forma a estrutura né a incógnita e aqui esse esse último dado é uma média então esses quatro aqui são tipos de apresentações que a gente mostrou para vocês a a a estrutura É aquele da balança a operação é quando a gente tem aquela operação matemática para eles completarem a a a forma como que é não aqui nem tem aquele do problema escrito né eles dividiram em quatro maneiras Aqui diferentes mas a gente pode notar que por exemplo o
JM do segundo ano ele sai de uma média de 889 e mesmo a gente tendo a adição de questões de maior complexidade como adição e subtração ele vai ter uma melhora e essa Melhora mesmo não sendo tão intensa para todosos outros né porque ele saiu aqui já de um ponto alto e Manteve ali com 100 Outros alunos que saíam de um desempenho médio mais baixo tiveram melhoras também bastante substanciais a gente vê aqui Uma efetividade muito grande aqui diferente do outro estudo não existe um grupo controle né mas a gente tem aqui dois apenas Opa
dois participantes que tinham aqui um score médio mais alto mas todos esses outros partiam de 67 que é pouco acima da média para baixo chegando até alguns com apenas 22 né só tem um com 22 né o outro aqui é 36 então Vocês conseguem notar essa melhora e é uma coisa que chama bastante atenção a aprendizagem matemática ela é Um Desafio Muito grande para várias crianças e a gente vê uma forma que é efetiva que ela economiza treino economiza ensino e independente disso ela produz resultados que são robustos né Isso é muito legal de notar
então a gente vê que as formações a a o uso de uma eh tecnologia baseada em equivalência melhora o desempenho dos alunos e esses resultados Foram obtidos em problemas que os alunos tinham dificuldades Tá certo então não eram problemas fáceis para esses alunos A gente tem outros trabalhos com matemática eu não trouxe eles aqui mas a gente também não precisa necessariamente utilizar uma balança ou alguma coisa assim a gente às vezes pode fazer relações que são muito mais simples né Por exemplo se eu utilizar aqui o algarismo quatro e uma quantidade de quatro itens e
aí aqui talvez a palavra quatro é claro que ali foi um trabalho com crianças mais velhas mas relacionar Esses três elementos já já permitiria aprender a ler e escrever estímulos matemáticos Vocês conseguem entender como uma aplicação que é relativamente fácil depois que a gente aprende essa lógica é algo que é bastante intuitivo né e a gente consegue fazer a criança então se ela sabe nomear esse daqui por exemplo ela vai ler a palavra quatro ou ela vai entender sobre a quantidade sobre o algarismo isso daqui em tese é como o sidma inferir que a gente
faz Essas relações porque todos esses elementos aqui o nome quatro a palavra quatro o algarismo quatro a quantidade quatro todas essas esses elementos eles são substituíveis em alguns contextos pelo menos fica claro isso para vocês pessoal tá dando para acompanhar hoje vocês são um pouquinho mais caladinhos porque tá chegando aí perto da sexta-feira complica né a gente vai ter aqui a gente está mais próximo da sexta-feira Do que da quinta já né porque a quinta já tá acabando a aula à noite tem essas coisas né a gente vai ter uma outra aplicação que eu achei
também muito interessante que é uma aplicação de um professor de fora né que é o professor que aliás são pesquisadores de fora né Rio e grift né são duas meninas junto sobre a orientação de um brasileiro que trabalha lá na Universidade da Califórnia que é o o Miguel né então aqui a gente tá vendo o uso de Instrução baseada em equivalência Como eu disse para vocês que tava sendo chamado essa tecnologia lá no exterior para ensinar habilidades de piano e o que eu acho mais incrível desse estudo aqui é que a gente vê como essa
ideia ah não mas ler ah ele tá aprendendo a ler na verdade a leitura aí vai ter uma equivalência funcional até com outras entre aspas habilidades com outros comportamentos como até a criança tocar piano né então esse estudo ele tentou Usar esse procedimento para ensinar a tocar notas diretamente no piano incluindo combinações dessas notas na forma de pequenas músicas Então as crianças não tocavam nada e graças a esse treino algumas foram capazes de executar pequenas músicas bem pequenas a gente tinha quatro crianças com desenvolvimento típico e quatro crianças autistas né Aqui tá escrito errado e
eh era uma outra época né E quais que eram os estímulos a gente tinha com o Estímulo a instrução vocal né E aí para quem estudou música A gente sabe que isso daqui representa dó ré e mi né as letras c d e o c é dó d e é ré e o e é Mi tá aqui a gente vai ter a própria letrinha né então aqui é o vocal seria a Palavra Falada aqui é a própria letrinha o cezinho Dezinho Ezinho isso daqui para quem nunca viu é uma clave de sol e na clave
de sol essa bolinha nesse lugar aqui seria um dó essa daqui seria um ré e essa daqui seria um mi como esperado Né a gente tem tem aqui a resposta vocal da criança né Falando c d ou e tocar o dó médio no piano então aqui ao invés da criança só responder falando ela vai responder apertando uma tecla por que não né E aí o que é mais interessante é isso a partir do momento que ela consegue corresponder isso a gente vai ver isso já já eles colocam pequenas partituras e as crianças começam a a
tocar piando que é Fantástico sem elas terem aprendido diretamente aquela Música antes ela pode executar aquela música eh eh de maneira emergente entre aspas né e aqui eu pulei tinha o som do c o som do d e o som do e né aqui provavelmente proferido pela própria criança tá provavelmente E aí aqui é mais ou menos como que apareceu no computador era apresentado um estímulo visual aqui e esse quadrado Preto era um estímulo que apresentava as notas musicais né a ideia do quadrado preto é que a criança ouviria o som da nota né e
Ao ouvir o som da nota se ela clicasse aqui novamente ela teria algumas chances de ouvir de novo porque aí a gente tem que entender que a apresentação de um estímulo auditivo Ela é bem mais complexa do que um estímulo visual né nossa comunidade Nossa cultura ela é uma cultura que é muito visual a gente usa muito a visão e a gente acostuma-se né a a guardar informações que foram vistas muitas vezes mais fácil do que as informações Que foram ouvidas e isso daí fica uma dica Leiam o texto não fiquem só ouvindo aqui a
aula porque a gente guarda muito mais se a gente ler Tá certo então tinha essa possibilidade de lembrar e aí ou quando aparece a letra aqui né que era uma possibilidade ou quando tinha o som da nota dó aqui por exemplo né que aqui é dó a criança ia ter que selecionar uma das três pautas né ou partituras que seria a resposta correta fica claro para vocês essa aplicação essa Ideia e aí Aqui tem um pouco sobre a sequência de treinos né eu não vou passar isso tudo aqui para vocês mas vocês veem que aqui
é o número de tentativas por bloco e a gente vê que é um número de 11 blocos diferentes que eles vão no mínimo de nove tentativas né esses daqui todos são nove e a gente tem dois testes né Tem esse teste aqui e tem esse pós teste aqui em que as crianças vão ter de 26 a 17 tentativas tá aqui o que é ensinado novamente segue aquela Mesma lógica que a gente já tinha falado anteriormente com vocês né então a gente tem aqui as letras a gente tem aqui os sons proferidos pelo experimentador as notas
na pauta a melodia tocada no piano os sons profer Oi pessoal professor professor tá mudo é voltei voltei tão me ouvindo eu ouvi o barulho e aí eu apertei o meu sem querer desculpa aí gente então voltando aqui a a as notas Faladas pelo aluno o piano tocado pelo aluno a melodia aqui produzida e eh essa daqui é pelo aluno né aqui é pelo experimentador experimentador e aqui é a pauta que o aluno responde né e Olhem que interessante né a gente tem algumas crianças que elas melhoram substancialmente a gente vê aqui esse triângulo e
essa bolinha são os pré-testes né aqui a gente tem outros dois pré-testes e quando a gente chega Nos treinos a gente vê como que o desempen das crianas aqui essa criança é aquela da linha de base múltipla né aqui não houve treino nenhum aqui quando começa a intervenção ô meu Deus quando começa a intervenção ela já começa muito bem né ela aprendeu e derivou muito bem só que quando a gente olha esse teste aqui que é o teste de ouvido absoluto né Essas duas crianças não performaram tão bem assim aqui a gente tem uma Menina
josselin que tem um bom ouvido né mas os outros eles tem só os desempenhos bons nos testes e Tem um menino aqui que tem ouvido absoluto que é esse daqui ó que é o Oliver que aí a gente vê que ele vai muito bem em todos os testes o pré-teste tá lá embaixo Mas quando faz o o teste do ouvido absoluto ele vai lá no alto e aqui novamente mais dois que não tem ouvido absoluto então a gente nota aqui né que independente do do Repertório dessas crianças se ele é um Repertório eh eh a
a mais e eventualmente mais desenvolvido ou que a criança tem menos Barreiras para o seu desenvolvimento como as quatro crianças com desenvolvimento típico ou as crianças que tem aí mais Barreiras que seriam as crianças autistas a gente vê aqui que o dado a gente nem sabe quem é quem né eu não apontei quais são eu só lembro que o Oliver é uma das crianças autistas o que tinha ouvido absoluto mas a gente vê um desempenho bem semelhante Na aplicação dessa desse instrumento né o desempenho deles é realmente bastante próximo Tá eu vou mostrar para vocês
mais dois estudos tá aí a gente vai fazer uma breve pausinha E aí a gente vai ter mais uma discussãozinha sobre equivalência E aí depois a gente já vai começar a falar sobre rft eu acho que hoje a gente tem tempo para começar a falar disso não quero manter as anotações deixa eu pegar aqui o meu outro slide é bem pouquinho que tem no Outro mas eu acho que amplia um pouco a variabilidade variabilidade sempre é bom sempre é bom Ó Então pessoal vou mostrar dois estudos aqui para vocês que eles têm Cadê vocês estão
aqui vou mostrar dois últimos estudos que eu sei que também vai ficando um pouco maçante para vocês perdão por isso mas é que é isso a aula condensada Ela tem essa desvantagem né Eu às vezes faço essa aula aqui em 15 Encontros né quando a gente tá aqui na universidade Então ela é muito mais estendida né a gente tem tempo de ler as coisas tem tempo de digerir como aqui é uma aula que é mais condensada a gente depende que vocês também tenham essa paciência adicional e eu agradeço já antecipadamente por isso eh a gente
fez dois estudos que eles são estudos que a gente pode falar de preconceito né o primeiro num sentido mais de xenofobia né uma questão de nacionalismo um Segundo estudo que é preconceito sobre preconceito racial né então vou apresentar brevemente esses dois aqui para vocês um a gente tá em eh fase de submissão do artigo o outro a gente tá eh o outro a gente tá já com ele publicado tá bom a ideia do nacionalismo foi uma ideia inspirada por um trabalho de 1991 de wat kinan barnes e cir qual que era ideia do trabalho deles
Eles olharam para a crença de três grupos de Participantes alguns participantes eram católicos alguns participantes eram protestantes e alguns participantes eram calma era católicos protestantes protestantes da Irlanda do Norte né católicos na Irlanda e tinham protestantes da Inglaterra tá eu vou colocar assim Inglaterra tá então eram de três países a Irlanda a República da Irlanda é um país altamente católico para quem não sabe a Irlanda do Norte ela tem uma relação também bastante Favosa com a a religião Protestante e os ingleses têm católicos T protestantes mas eles não são as pessoas mais religiosas e o
que que eles fizeram nesse estudo original aí de 91 eles pegaram símbolos católicos e símbolos protestantes e fizeram a relação desses símbolos com símbolos totalmente sem sentido então vou fazer aqui uma coisa assim que não tem sentido nenhum E aí depois eles ensinaram cada um desses símbolos aqui a ser relacionado a um Símbolo Protestante e um símbolo católico de maneira que quando a gente fosse ter a relação emergente isso daqui concorresse com a própria história de vida do participante Poxa Como assim um nome católico sendo relacionado a um símbolo protestante Qual que é a ideia
disso E aí isso podia permitir Aos aos pesquisadores né saber sobre a dificuldade ou não que os participantes teriam a fazer isso e o que que eles observaram nesse estudo eles observaram Que apenas os protestantes da Irlanda do Norte eles não conseguiram iam derivar essas relações os outros participantes que talvez fossem religiosamente falando menos fervorosos na Irlanda e na Inglaterra eles conseguiam flexibilizar essas relações então a gente aprende aqui também sobre essa ideia de que existem algumas relações que são mais fortes que são mais difíceis de serem modificados tem outros repertórios que parecem ser um
pouco Mais Flex né a gente vê isso muito e e meu ex orientador ele Tem trabalhado bastante com isso por exemplo que é a polarização política né a gente vê aqui no Brasil nem vou fazer comentários mas temos hoje em dia trabalho sobre isso também com equivalência com molduras relacionais inclusive com eeg com tudo mais e eh mostrando aspectos aí da dessa polarização que a gente tem hoje no Brasil né se é que esse termo faz ainda Sentido ou não aí isso daí são outros debates que a gente não vai fazer junto e eu vou
contar para vocês rapidamente uma replicação que a gente fez disso daqui que é uma replicação a a nessa mesma lógica mas com outros estímulos O que que a gente fez um dos pesquisadores que estava ligado a essa pesquisa né era um pesquisador que era Catalão então na Catalunha ele fez uma coleta que misturava estímulos catalães e estímulos espanhóis né se vocês não Sabem a Catalunha é uma parte da Espanha né a a por exemplo a cidade mais famosa da Catalunha é Barcelona ficou muito famosa pelo time o Barcelona né Eh a a essa parte da
Espanha eles se reconhecem como um país independente e já tentaram inúmeras vezes a própria Independência contudo a Espanha né que é um reino e que não gosta dessa ideia de perder parte do seu reino ela não permite isso então a gente misturou símbolos de duas culturas né em Vez de usar religião a gente usou a cultura catalã e a cultura espanhola e aí da mesma maneira aqui no barn a gente tentou fazer com que pessoas da Catalunha qual seria a dificuldade deles ao estabelecer relações de símbolos catalães com símbolos espanhóis a gente usava palavras sem
sentido para ser esse elemento do meio eu vou mostrar isso para vocês e uma das tentativas eh exigia o estímulo de uma outra nacionalidade a gente pôs um brasão Russo aqui tá E aí aqui era o que era treinado né Então era por exemplo aqui é a Bandeira espanhola com esse Líder bandeira catalã com esse presidente né que eu acho que na Espanha tem o rei da Espanha mas lá tem um primeiro ministro acho que é um primeiro ministro não sei pessoal fico devendo aí na geografia para vocês e aí a ideia é será que
eles teriam dificuldade de derivar essa relação aqui é o cador é uma é um hino Catalão que tá sendo Relacionado a um brasão espanhol e a gente tem aqui um dos grandes lutadores para a separação espanhola com o símbolo do Real Madrid que é um time eh espanhol muito famoso né E o que vocês podem notar é que a gente teve aqui seis participantes né são aqui seis participantes e a gente tinha dois tipos de tentativa o tipo um e o tipo dois né o tipo um é que a gente não teria tanta interferência de
estímulos e eh de outras nacionalidades Né então aqui a gente via um símbolo Catalão com um outro símbolo eh Catalão e um símbolo espanhol com modelo espanhol né e aqui a gente tinha a possibilidade desse D1 né que ele tá sempre aqui no meio que é aquele eh símbolo Russo que seria nenhuma das anteriores e o que vocês podem notar nos participantes né são seis participantes que sempre a terceira opção ter uma barrinha mais robusta indica que esses participantes não conseguiram Estabelecer as relações de equivalência como era previsto então no lado de cá a gente
vê que para quase a totalidade das tentativas eles não tiveram critério só um participante em uma delas e do lado de cá ó aqui também não teve aqui também uma predominância teve uma distribuição aqui mas sempre maior na nessa resposta mais rígida né aqui também a resposta rígida mais rígida então de forma geral praticamente todos os participantes eles tiveram uma dificuldade gigantesca em Modificar relações pré-exaustão que é a primeira autora tasta hoje que é professora lá na universidade de Edimburgo eh que é um trabalho que a gente tava tentando fazer a mudança de vieses raciais
utilizando classes de equivalência de estímulos também inspirado nesse trabalho com os nacionalistas né E aí qual que era a ideia era um trabalho que era feito com crianças tá eram tanto crianças brancas como crianças pretas e essas crianças Elas aprenderiam por serem crianças a gente usou símbolos muito simplificados viu pessoal isso daqui era 2014 então a gente usava esse joinha ou o O negativo aqui que era relacionado à ideia exatamente a mesma era relacionado a um símbolo sem sentido esse símbolo positivo ia ser relacionado a faces de pessoas negras tá e o símbolo negativo ia
ser relacionado a um outro símbolo sem sentido um diferencial que a gente tem aqui que também foi inspirado a Partir do trabalho do What era que em algumas tentativas a gente apresentaria também a face de pessoas brancas para ver se existia uma concorrência entre essa preferência entre aspas ou como eles relacionavam com o símbolo positivo e negativo cada uma dessas imagens aqui é importante destacar que eram crianças bem novinhas não sei não tem a idade delas aqui mas são crianças de 8 e 9 anos tá eh eh foram 16 crianças eh essas crianças elas todas
elas passaram por um Pré-teste e nesse prétexte todas elas apontavam As Faces de pessoas pretas como negativas e As Faces de pessoas brancas como mais positivas como esse gráfico aqui tá mostrando existia uma média né de atribuições e essa média ela era estatisticamente significativa o que que foi feito foi feito aquele treino que eu descrevi para vocês aqui anteriormente e depois foi testado de duas maneiras tanto o teste de emergência de relações como um outro Instrumento que a gente chama ele de irap né o instrumento do irap ele é o instrumento mais comummente utilizado na
teoria das molduras relacionais e Esse instrumento irap a gente vai observar que são exigidas respostas rápidas das crianças e elas tinham que relacionar tanto As Faces negras como As Faces brancas a símbolos que eram positivos né Igual o sorvete os golfinhos o chocolate ou os cachorrinhos ou símbolos negativos que eram frutas Estragadas uma criança no dentista uma cobra ou um cachorro em poses ameaçadoras tá isso daqui é algo que também cresceu muito na análise do comportamento o que que foi possível ver Depois desses treinos E aí pessoal a tasta Ela estudou isso não só no
mestrado como também no doutorado foram feitos trabalhos com followup para ver se isso se mantém ao longo do tempo foram feitos trabalhos com outros tipos de Exposição porque a gente tinha Interesse de falar poxa que é ess tecnologia se ela for viável queremos aplicar isso queremos usar isso em larga escala e para vocês verem foi um teste bastante significativo quando a gente olha a resposta das Crianças pós-teste mesmo essa resposta ainda continuando sendo um pouco mais positiva paraas Faces brancas do que paraas Faces negras a gente vê que aquela diferença estatística que existia ela não
existe mais e esse outro instrumento que a Gente tem aqui que é o irap o que foi possível observar e é um instrumento também altamente confiável né Eh a gente vê que ele não apresentou diferenças significativas entre a atribuição de elementos positivos e negativos entre as fotos de pessoas brancas e pessoas negras Tá certo então isso pra gente foi um resultado bastante interessante porque é uma tecnologia que eventualmente permite a gente diminuir Eh eh questões de vieses raciais que são extremamente presentes na nossa cultura infelizmente né isso daqui eh eh é responsável pelo sofrimento não
só de pessoas eh eh que T aí fazem parte de minorias raciais mas a gente tem outros trabalhos aqui a gente na ideia não é exemplificar tudo mas a gente tem sobre vieses de gênero a gente tem vieses sobre relações hétero ou homoafetivas a gente tem aí uma infinidade de possibilidades de trabalhos que vemm Sendo feitos né E que são trabalhos que visam também olhar para esse campo do preconceito né mas aí só pra gente ter também esse parâmetro né a gente tem trabalhos que estão sendo utilizados e feitos sobre violência contra a mul tem
uma eh eh orientando minha de pós-doc que veio fazer um trabalho aqui durante o ano passado nessa linha que ela é professora na univasf que aí também na divisa da Bahia com algum outro estado eu não me lembro qual que é que é a Universidade do Vale do São Francisco né Eh que fez esse trabalho que é um trabalho interessantíssimo que a gente buscou mulheres que eram vítimas de agressão eh eh dentro do relacionamento e a gente pensou em intervenções Breves que pudessem diminuir o sofrimento que elas tinham diante dessas histórias de abuso e a
gente viu uma efetividade também muito grande a gente tem trabalhos com pessoas com e sem ansiedade né e e tem trabalhos por Exemplo pessoas com e sem ansiedade eh eh pessoas que recebem atendimento psicológico e aí quando a gente olha por exemplo paraa autoestima dessas pessoas a gente vê um impacto muito diferente né né E aí a gente consegue mensurar como essas relações são dadas né E aí eventualmente ter intervenções que sejam mais efetivas a gente tem trabalhos Vamos pensar aqui tem muita coisa tá pessoal se vocês buscarem aí transferência transformação de função a Gente
tem aí realmente um grande grupo de trabalhos e e assim eu tenho muito orgulho de falar que uma grande parte deles são de autores brasileiros né então isso é algo que é muito interessante pensar tá certo alguém quer fazer alguma pergunta sobre todos esses experimentos e resultados que a gente trouxe aqui e ou ou ou foi muito chato também pode ser um feedback viu gente sejam sinceros ajudem as pessoas no futuro Marina você quer falar com a Gente fica à vontade aí não não só liguei minha câmera mesmo mas parabéns pela aulas muito boa como
sempre Então tá bom Então pessoal assim a gente vai ter outras implicações disso quanto mais esse modelo ele vira um modelo Ah que bom naera que bom que você gostou eh quanto mais esse modelo ele vira um modelo mais ah como que eu posso dizer menos estruturado eu acho o modelo da equivalência ainda mais muito estruturado na rft a gente vai ver que é Tudo um pouco mais simples né Eh isso vai permitir a gente avançar então por exemplo se vocês me perguntarem hoje alguém atende utilizando equivalência de estímulos Que eu saiba não mas por
exemplo a gente vai ter na rft eu posso comentar isso para vocês hoje posso comentar na terça também a gente tem a a propostas clínicas baseadas em rft Tá certo e por quê Porque a gente tá reconhecendo cada vez mais que essas relações são relações verbais elas são Relações que fazem parte do nosso dia a dia aqui quando a a gente fala por exemplo com o estudo da tasta de preconceito a gente tá dizendo que por algum motivo a gente relaciona pessoas brancas ou pessoas pretas como minorias ou como privilegiadas né a gente olha para
essa questão de beleza atratividade e a gente estabelece critérios só que esses critérios são todos critérios arbitrários né e e às vezes a gente acha que não olha uma beleza tá ali então a Gente tem trabalhos também com gordofobia né Eh eh tem uma aluna minha até se eu falar dos trabalhos aqui eu tenho uma aluna de Mestrado que tá trabalhando com disturbios alimentares em modelos parecidos com isso eh eh tem eh os outros são mais de rft mesmo mas uma de disturbios alimentares é bem próximo disso então a gente vê por exemplo essa relação
que eu crio Quando eu olho para um alimento né o que eu penso sobre aquele alimento são relações De estímulos são relações que a gente fez a gente aprendeu a reagir daquela maneira esse raciocínio que a gente tem a gente vai deixar isso bem claro na segunda metade da aula esse raciocínio é uma resposta relacional Tá certo a gente vai estar focado em respostas relacionais a a aí a gente vai sair da equivalência que talvez o sidman nunca disse isso explicitamente mas a equivalência ela sempre foi considerada uma parte do Nosso repertório comportamental quando a
gente começa a falar de rft a gente vai ver uma proposta em que o principal repertório comportamental nosso de seres humanos é esse repertório relacional ele vai ser muito mais importante do que qualquer outra resposta eí a gente vê um salto em termos de perspectiva de análise porque a gente sai de uma coisa que olha eu posso posso derivar algumas relações outras eu vou aprender diretamente pra visão que a gente vai Discutir agora em que essa aprendizagem emergente ou derivada ela é o que é mais importante ou essencial no estabelecimento de um repertório humano tanto
para um lado positivo quanto para um lado negativo que a gente vai deixar claro para vocês aí na segunda metade da aula Tá bom então eu sei que é 8 horas igual era na na terça-feira na terça-feira até acabei fazendo essa pausa 8 horas mesmo porque eu não tinha jantado Eu aproveitei para jantar Rapidinho Hoje eu jantei mas eu acho que oportunamente vamos vamos fazer aquela pausa de 20 minutinhos agora tá a gente para pode falar Marina não vou colocar o pé no intervalo aqui rapidinho é só para dizer que a a tácita né além
de tudo eu não sei para quem não a conhece ela também é autista né É verdade então acho que pro nosso Nossa pos é muito legal isso porque Ela também tem várias publicações que falam da participação da pessoa com autismo Dentro da ciência ela tem um livro de feminismo que é muito legal né então ela é realmente uma pesquisadora incrível não é a tasta eu acho ela fantástica eu falei com ela hoje porque ela tava aqui trabalhando comigo até mudar para fora e e e assim alguém que eu acompanhei no mestrado acompanhei no doutorado então
uma colega aí que a gente valoriza muito e que legal que você tá aí divulgando também as coisas dela Vale muito a pena procurar mesmo recomendo demais pessoal Recomendo muito eh eh Então vamos fazer isso como a gente acabou entre aspas a equivalência e a gente vai começar a rft vamos dar essa retadinha aqui na nossa motivação a gente para 20 minutinhos então e voltamos logo em seguida para começar essa outra parte da discussão tá bom pessoal então ó 8 horas 8:20 a gente tá voltando até já já m