Olá meus queridos sejam sempre muito bem-vindos a mais uma aula do Odonto Quiz hoje nós vamos falar sobre alterações periapicais e perirradiculares seria muito importante Se vocês assistissem primeiro a aula sobre alterações pulpares e depois essa aula sobre alterações periapicais e perirradiculares para que vocês conseguissem estabelecer uma linha de raciocínio e na sequência já engata na aula de vias de disseminação da infecção assim esse conteúdo vai ficar bem sedimentado e Vai facilitar a compreensão então considerando que vocês já passaram pela aula de alterações pulpares vamos relembrar aqui quais são as alterações inflamatórias da polpa para
que a gente possa caminhar para as alterações per apicais e perirradiculares então o que que a gente tem de alteração da polpa a gente pode ter uma pulpite reversível que é caracterizada por uma dor provocada dor moderada ela acessa após o estímulo e geralmente ela acessa com o analgésico a pulpite Irreversível já é um passo à frente da pulpite reversível é uma dor espontânea aguda intensa e pulsátil ela continua após a remoção do estímulo e na maioria das vezes ela não cessa com o analgésico geralmente é isso que o paciente traz para você lá no
consultório e é isso que vai estar lá na sua questão E lembrando que no caso de uma pulpite reversível na maioria das vezes nós conseguimos resolver a situação fazendo a restauração do dente na pulpite Irreversível na maioria das vezes nós temos que fazer o tratamento endodôntico e se a pulpite Irreversível não for resolvida ela pode caminhar para uma necrose do tecido pulpar aí nós teremos uma contaminação por microorganismos todo um processo inflamatório envolvido e o desenvolvimento das periapicopatias ou as alterações periapicais e per radiculares e é sobre isso que nós vamos falar nessa aula esse
é um assunto pessoal complexo Não por conta do seu conteúdo mas por conta da sua nomenclatura cada autor vai trazer uma nomenclatura diferente e aí o que que a gente precisa fazer quando a gente fala de concurso público a gente precisa juntar essas literaturas fazer um esquema que Facilite a nossa compreensão as principais literaturas que a abordam esse assunto são os livros de endodontia do coen do Siqueira e nós temos um livro da abeno que traz uma Dom menclatura um pouco diferente do coem do Siqueira no final eu vou mostrar para vocês algumas particularidades desse
livro da abeno que caem em provas de concurso público mas na maior parte da aula nós vamos ficar ali no coem e no Siqueira como são duas referências que são muito cobradas nas provas de concurso de Odonto na maioria das vezes eu vou falar para vocês você assim olha em relação a essa alteração periapical o coen fala isso e o Ciqueira fala isso na maioria das vezes quer dizer a mesma coisa mas como As bancas usam aquelas palavras diferentes eu preciso mostrar isso para vocês para que vocês não errem questões sobre isso na hora da
prova então quando a gente tem uma situação de necrose pupar nós podemos ter uma periodontite pical sintomática também chamada de aguda ou uma periodonti apical assintomática também chamada de crônica nessa situação nós podemos ter granuloma formação cística e formação de osso reacional Além disso nós podemos ter ainda um abcesso apical agudo que pode ser sem edema ou com edema e um abcesso apical crônico que geralmente tem a presença de uma fístula se nós memorizar isso já Vai facilitar a metade do nosso processo de aprendizado vamos pra primeira situação que é a periodontite pical sintomática o
que que o coin fala pra gente que é uma resposta muito dolorosa a pressão da mordida ou a percussão pode ou não responder aos testes de vitalidade pupar e a radiografia ou a imagem desses dentes geralmente exibirão pelo menos um adelgaçamento do espaço do ligamento periodontal o espessamento do espaço periodontal e poderão ou não apresentar uma radiolucidez apical associada a uma ou todas as raízes guardem essas informações que agora a gente vai ver o que que o Siqueira fala da periodontite pical sintomática para comear a conversa o Ciqueira não chama de sintomática ele chama de
aguda por isso que a gente fala que é uma periodontite apical sintomática pro coen ou uma periodontite apical aguda pro Siqueira essa situação é caracterizada por uma dor intensa espontânea e localizada pode também relatar extrema sensibilidade ao toque do dente e a sensação desse dente estar crescido informação que cai muito nas provas de concurso isso está relacionado com uma ligeira extrusão dentária visando acomodar o edema inflamatório formado no ligamento periodontal apical ele acrescenta ainda que a mastigação geralmente provoca ou exacerba a dor os resultados dos Testes pupar são negativos uma vez que a periodontite pical
aguda está associada em geral a necrose pulpar mas ele complementa os resultados dos Testes serão similares aos da pulpite Irreversível nos raros casos em que esta patologia perirradicular estiver associada a inflamação pulpar Irreversível voltando aqui no coin o que que ele fala em relação ao teste de vitalidade pulpar pode ou não responder que que o Siqueira fala aqui na maioria das vezes é negativo em paraas situações vai ser positivo via de regra pessoal paraa sua prova de concurso público a gente vai considerar teste P par para periodontite apical sintomática negativo Ok ele vai ter dor
intensa espontânea e localizada extrema sensibilidade ao toque e dor na mastigação mas como Tem um quadro de necrose instalado teste pupar é negativo a resposta ao teste de per é sempre positiva podendo às vezes ser extremamente dolorosa ao paciente assim quando se suspeita de periodontite pical aguda com base nos achados do exame subjetivo o teste de percussão Se necessário deve ser apenas realizado por meio de leve pressão vertical em direção ap pical exercida pela polpa digital do dedo indicador sobre o dente suspeito né não vai bater no dente que tá com suspeita de pele ou
donte bical sintomático o paciente vai pular na cadeira então aqui são algumas informações super importantes sobre a periodontite epical sintomática geralmente a banca traz pra gente questões com caso Clínico quando fala desse assunto e ela vai misturar todas essas informações e te pedir um diagnóstico ou ela te fala a situação e descreve as características embaixo Sequeira ainda diz que o teste apalpação pode revelar sensibilidade ou não dependendo da ção da resposta inflamatória na grande maioria das vezes a radiografia revela um espessamento do espaço do ligamento periodontal esse elp espaço do ligamento periodontal apical por que
isso isso se deve a leve extrusão do dente do alvéolo para comportar o edema formado aquela sensação de dente crescido uma vez que o processo é rápido não há tempo disponível Para que ocorra a reabsorção óssea perirradicular então aqui uma informação super importante se lá na tua questão falar que tem uma imagem radiolúcida no Ápice não vai ser periodontite apical sintomática não deu tempo ainda de ocorrer esse processo de reabsorção ósea perirradicular mas se falar que tem um espessamento do espaço do ligamento periodontal Ok pode ser característico da periodontite apical sintomática também chamada de periodontite
apical aguda continuando quando se observa extensa área de destruição óssea perirradicular associada a periodontite pical aguda esta encontra-se associada a uma agudização de um processo crônico como um granuloma ou Cis Então você já tinha um processo crônico instalado ocorreu uma agudização e se tornou uma periodontite pical aguda ou voltou a ser uma periodontite pical aguda aí você tem aquela imagem é radiolúcida no Ápice relacionada a uma periodontite pical aguda Mas isso é É raro isso é exceção pra sua prova de concurso memorize que periodontite pcal sintomática também chamada de aguda vai ter um espessamento do
espaço do ligamento periodontal não deu tempo ainda de fazer reabsorção ossa per radicular então a gente falou da periodontite apical sintomática também chamada de aguda pelo Ciqueira e agora a gente vai falar da periodontite apical assintomática vocês vão ver que ele também chama de crônica que que o Cohen fala pra gente geralmente não apresenta sintomas clínicos este dente não responde aos testes pulpares porque é um caso de necrose a radiografia vai exibir uma radiolucidez apical é a diferença lá da periodonti apical sintomática e este dente geralmente não é sensível à pressão da mordida mas o
paciente pode ter uma sensação diferente à percussão coem continua a periodontite apical assintomática se caracteriza por persistência do estímulo inflamatório adaptação da resposta do hospedeiro aos estímulos presença da Resposta imune adaptativa início do processo de reparo A inflamação crônica apresenta aspectos positivos e negativos então aí ele caracteriza a periodontite pical assintomática como crônica e o Ciqueira pega e coloca esse crônica no nome né então Quais são os aspectos positivos e negativos de uma periodontite apical assintomática o aspecto positivo é que as defesas do hospedeiro são capazes de manter uma defesa ativa contra os microorganismos invasores
e toxinas Qual é o aspecto negativo é que a resposta do hospedeiro é insuficiente para eliminar esses fatores então fica ali né a infecção avança o organismo barra a infecção avança o organismo barra a infecção não evolui mas também não é eliminada o que que o Siqueira fala pra gente que nós podemos ter uma situação de granuloma na pele a odontia apical assintomática o granuloma é constituído basicamente de um infiltrado inflamatório do tipo crônico associado a elementos de reparação caracterizando um tecido granulomatoso que substitui o osso reabsorvido na periferia circunscrevendo a lesão encontra-se uma cápsula
composta basicamente por fibras colágenas as células inflamatórias compreendem cerca de 50% doss elementos da lesão sendo que os macrófagos predominam no granuloma seguidos em ordem decrescente por linfócitos plasmócitos e neutrófilos os mastócitos também são encontrados em granulomas perirradiculares então em relação ao granuloma que pode estar presente na periodontite apical assintomática eu citei para vocês eu ressaltei as informações que vocês precisam memorizar sequera vai dizer pra gente que a além do granuloma nós podemos também ter uma formação cística associada a uma periodontite pical assintomática coin também fala isso tá pessoal mas a descrição do Siqueira tá
mais fácil de compreender tá E no final é basicamente a mesma coisa que os dois falam em relação ao granuloma e ao cisto coloquei a descrição do Siqueira porque facilita a nossa compreensão ele vai dizer que o cisto perirradicular sempre se origina de um granuloma que se tornou epiteli embora nem todo o granuloma necessariamente progrida para um cisto mantida causa que é a infecção situada no interior do sistema de canais radiculares a proliferação epitelial assume maiores proporções gerando lojas no interior de aglomerações de células epiteliais então está formado o cisto perirradicular tal mecanismo sugere que
este tipo de lesão é resultado de uma infecção endodôntica de longa duração que que o coen vai falar pra gente da formação cística acredita-se que o cisto radicular é provavelmente formado pela proliferação de restos de células epiteliais né os restos epiteliais de malac decorrente da inflamação do ligamento periodontal o cisto radicular é uma cavidade patológica completamente revestida por epitélio escamoso estratificado não queratinizado informação super importante que cai com frequência em prova o cisto radicular pode ser do tipo cisto Bahia ou cisto em bolsa chamado de Pocket cist aderido ao forame apical ou ele pode ser
um cisto chamado de verdadeiro se a loja cística Não tem qualquer contato com a luz do canal sendo completamente Envolvida Por epitélio tanto coem quanto Siqueira fazem essa divisão Pode ser então um cisto Bahia o cisto em bolsa quando ele está aderido ao forame apical ele é chamado de cisto verdadeiro quando ele está completamente envolvido por epitélio e a loja cística não tem contato com a luz do canal radicular os cistos apicais verdadeiros apresentam menor probabilidade de remissão após a terapia endodôntica não cirúrgica devido à sua natureza autosustentável sendo necessária a intervenção cirúrgica coem ainda
traz pra gente uma terceira situação relacionada à periodontite apical assintomática lembra que a gente tinha o granuloma a formação cística e uma terceira que é a formação de osso reacional ou também chamada de osteíte condensante ou de osteomielite crônica esclerosante focal ele diz que a periodontite apical assintomática com formação de osso reacional é análoga à osteomielite crônica com periostite proliferativa acredita-se que as lesões são causadas por uma inflamação infecção prolongada e de baixo grau ou por uma resistência elevada do tecido local a essa inflamação infecção em lugar de reabsorção óssea que é o que a
gente vê aquela imagem radiolúcida no ápice da raiz nesses casos a inflamação induz a formação de osso reacional do tipo trabecular ou esponjoso ao redor do periápice dos dentes endodonticamente envolvidos Então pessoal a gente viu a periodontite apical sintomática a periodontite apical assintomática e as suas três situações que seria o granuloma formação cística formação de ouso reacional agora a gente vai falar do abcesso apical sem edema e com edema abcesso apical Agudo É uma situação bastante sensível à pressão da mastigação a percussão e a palpação esse dente não responderá a nenhum teste pulpar porque nós
temos um quadro de necrose instalado vai exibir graus variados de mobilidade porque aí a gente já tem aquele aquela infecção aquele processo purulento caminhando pelo espaço perirradicular né então é isso que vai gerar graus variados de mobilidade a radiografia ou imagem podem exibir um espessamento do espaço do ligamento até uma radiolucidez apical o edema pode estar presente intra oralmente e os tecidos faciais adjacentes ao dente estarão quase sempre presentes com algum grau de edema e o paciente frequentemente estará febril e os nódulos linfáticos cervicais e submandibulares apresentarão sensibilidade à palpação essas informações nós encontramos no
livro do coen o que que o Siqueira fala em relação ao abcesso apical Agudo o paciente queixa-se de dor espontânea pulsátil lacin localizada pode ou não apresentar evidências de um envolvimento sistêmico como linfadenite Regional febre e mal-estar a dor é pronunciada quando o abcesso ainda está intraósseo ou já se localiza subperiosteal um dramático alívio da dor ocorre após a ruptura do periósteo pelo exudato purulento atingindo os tecidos moles Supra periosteais aí quando a gente lê esse começo de texto né o paciente queixa-se de dor espontânea pulsátil lacin localizada quando o paciente cheg com esse relato
no consultório e a gente ainda não tem a presença de edema intra ou extra oral a gente fica em dúvida se é um quadro de pulpite Irreversível ou de abcesso apical Agudo Aí eu pergunto para vocês qual é a principal característica que vai falar pra gente se é uma coisa ou outra o teste de vitalidade pulpar no caso da pulpite Irreversível vai ser positivo E aquele teste exacerbado né que depois que você remove o estímulo O paciente até demora para falar que parou de sentir a dor no caso do abcesso apical Agudo o dente está
com necrose então teste de vitalidade pupar vai ser negativo guardem isso continuando aqui verifica se tumefação intra e ou extra oral flutuante ou não o que dependerá do estágio de evolução do abscesso nas fases iniciais quando a inflamação aguda purulenta está cominada apenas ao ligamento periodontal apical pode de não haver turação que é aquilo que a gente estava conversando agora em determinados casos verifica-se a presença de mobilidade e liira extrusão dentária tudo isso vai depender do estágio de desenvolvimento desse abcesso se essa secreção purulenta está confinada ainda ali a região do periápice se Ela já
está caminhando pelos espaços faciais é isso que vai determinar se tem tumefação ou não intraoral Ou extraoral se tem mobilidade dental ou se tem ligeira R usão dentária Sequeira ainda coloca pra gente que o normal seria todos os testes pulpares apresentarem resultados negativos uma vez que a popa encontra-se necrosada entretanto em raras ocasiões os testes de calor e elétrico podde oferecer falsos resultados em virtude da presença de líquido no canal oriundo da necrose de liquefação os testes do frio e de cavidade são os mais seguros geralmente a gente utiliza o teste frio que é o
mais confiável nessas situações e na maioria das vezes vai falar pra gente que se for um caso de necrose ele vai dar negativo e a gente pode chegar à conclusão que é um abcesso apical Agudo o teste de percussão apresenta Resultado positivo devendo assim como nos casos da periodontite apical aguda ser realizado com extrema cautela pois a sensibilidade pode ser exagerada o resultado do teste de palpação geralmente é positivo quando abcesso se desenvolve pela agudização de um granula ou cisto pré-existente observa-se a presença de destruição óssea perirradicular aquela área radiolúcida quando o processo supurativo desenvolve-se
como extensão direta da necrose e da infecção pulpar verifica-se apenas a presença de um espessamento do espaço do ligamento periodontal apical como resultado do edema que causa uma ligeira extrusão do Dente no alvelo meus queridos no caso do abcesso apical Agudo super importante entendermos Quais são as vias de disseminação da infecção tem uma aula aqui na plataforma específica sobre esse assunto onde eu vou explicar para vocês Qual é o caminho da infecção pelos espaços faciais o que que vai determinar se a infecção vai pelo caminho a b c ou D Ok então eu separei a
aula para que elas não ficassem muito extensas Depois que terminar essa aula se você ainda não assistiu vai lá e já assiste a aula de vias de disseminação da infecção continuando aqui nos casos de necrose com abcesso apical Agudo sem edema há atualmente uma tendência no sentido de não deixar os dentes abertos para drenagem Essas são informações do coen tá pessoal outra tendência quando o tratamento é realizado em mais de uma sessão muitos endodontistas usam hidróxido de cálcio como medicamento intracanal deve-se tomar cuidado para não permitir que restos necróticos sejam empurrados além do Ápice já
que isso é comprovadamente um fator causador de desconforto pós tratamento na ausência de edema a pref nação é a perfuração cirúrgica da cortical velular capaz de liberar o exudato tecidual acumulado que causa dor por que que eu estou trazendo isso porque de vez em quando a gente encontra uma questão sobre trefina sobre flare up então Vamos definir esses termos né Vamos aprender esses conceitos para que você não erre uma questão dessa na sua prova às vezes a pergunta é assim ó o que é trefina tá E aí a pessoal fala assim nossa nunca ouvi falar
sobre isso então vamos caminhar aqui a técnica envolve a perfuração Mecânica do osso cortical e do osso esponjoso em geral sem a necessidade de incisão apesar de os estudos recentes não terem demonstrado os benefícios da trefina em pacientes com pulite Irreversível com periodontite pical aguda ou com dentes com Polpas necróticas e sintomáticos com radiolucidez ainda há alguns clínicos que recomendam a treinação para o tratamento de dores periapicais agudas e intratáveis a execução da anestesia local pode ser difícil deve-se também tomar um cuidado extremo para não causar uma lesão acidental e possivelmente Irreversível à raiz do
dente ou as estruturas circunvizinhas como o forame mentoniano o nervo intraalveolar ou o seio maxilar então isso aqui é para que vocês entendam que a literatura traz a trefina como uma possível técnica pro tratamento dessas situações necrose com abscesso apical Agudo com edema o edema tcit pode estar associado a um abcesso perirradicular Agudo na consulta inicial de emergência que é o assunto aqui da nossa aula ou pode ocorrer como um flare up entre consultas já vou explicar para vocês o que é o flare up ou como uma complicação são pós tratamento endodôntico o que seriam
os flare ups o flare up endodôntico é definido como uma exacerbação aguda de uma condição patológica perirradicular após o início ou a continuação de um tratamento não cirúrgico do canal radicular traduzindo o que que significa isso flare up é quando o paciente apresenta sintomatologia após o início do tratamento endodôntico geralmente entre as sessões a incidência pode ser de 2% a 20% por dos casos quando falar de flare up numa questão você tem que lembrar de exacerbação aguda de uma condição patológica periradicular após o início do tratamento endodôntico continuando essas exacerbações endodônticas podem ocorrer por diversas
razões questão de prova também sobre instrumentação dilatação excessiva extrusão de debis dentinários e pulpares para a região periapical remoção incompleta do tecido pulpar sobre obturação irritantes químicos como irrigantes medicamentos intracanal e cimentos oclusão traumática fraturas radiculares e fatores microbiológicos Ok resumão sobre flare up em um slide grava porque é isso que cai na tua prova sobre esse assunto quando a gente fala de abcesso apical Agudo o edema pode ser localizado ou difuso flutuante ou firme os edemas localizados são convidados à cavidade oral enquanto um edema difuso ou celulite é mais extenso disseminando-se através dos tecidos
moles adjacentes e assim dis secando os espaços teciduais entre os planos faciais E é isso que eu conto para vocês direitinho na aula sobre vias de disseminação da infecção como essa coleção purulenta caminha pelos espaços faciais esse edema pode ser administrado ao se estabelecer a drenagem pelo Canal radicular ou então por uma incisão na área de flutuação os antibióticos também são parte integrante do controle do edema quando o edema está localizado a melhor opção é a drenagem pelo Canal radicular o debridamento e a desinfecção completas do canal são imprescindíveis para o sucesso ainda que a
drenagem não tenha sido obtida na presença de um edema persistente uma pressão leve com os dedos na mucosa sobrejacente ao edema pode ajudar a facilitar a drenagem abertura coronária deve ser selada após a desinfecção e a secagem dos canais radiculares nesses casos tem sido empregado hidróxido de cálcio como medicamento intracanal mas com frequência é necessário realizar a drenagem de um edema de tecido mole localizado a inão para drenagem é indicada quando a celulite está endurecida ou quando está flutuante os princípios básicos para incisão e drenagem são os seguintes fazer a incisão no ponto de maior
flutuação do edema de secar delicadamente através dos tecidos mais profundos e explorar minuciosamente todas as partes da cavidade do abcesso eventualmente estendendo a dessecação para as raízes afetadas responsáveis pela infecção isso permitirá que as áreas compartimentadas do exudato inflamatório sejam drenadas e que a evolução da infecção seja interrompida para promover a drenagem a ferida deve ser limpa com bochechos com solução Salina aquecida a aplicação de calor intraoral nos tecidos infectados resulta em dilatação dos pequenos vasos sanguíneos que subsequentemente intensifica a defesa do hospedeiro devido ao aumento do fluxo sanguíneo isso também já caiu em questão
de prova um edema difuso pode se tornar uma emergência médica de complicações com potencial de risco de vida pois a difusão da infecção pode invadir planos faciais e inserções musculares estruturas vitais podem ser comprometidas e a respiração pode ser dificultada no caso de mandíbula a gente tem angina de Lud de Wig que é o caso mais Extremo e de maxila a disseminação dessa infecção pode levar a uma trombose do seio Cavernoso tudo isso a gente fala na aula de vias de disseminação da infecção devem ser prescritos antibióticos e analgésicos e o paciente deve ser monitorado
de perto pelos próximos dias ou até que apresente melhora indivíduos que apresentem sinais de toxicidade temperatura corporal elevada letargia alterações do sistema nervoso central ou comprometimento das vias aéreas devem ser encaminhados para um cirurgião buc maxilo ou para um hospital para cuidados ou intervenção imediata a prescrição de antibiótico deve ser um auxiliar ao tratamento Clínico apropriado são indicados quando sinais e sintomas sugerem envolvimento sistêmico como febre alta malestar celulite trismo Sem Explicação infecções persistentes e progressivas em pacientes que estejam imunologicamente comprometidos o objetivo do antibiótico é o qu pessoal auxiliar a eliminação da infecção dos
espaços teciduais o uso isolado do antibiótico sem abordar de maneira adequada a origem da infecção endodôntica não é um tratamento adequado então não adianta o paciente chega lá com abcesso você prescreve antibiótico e acha que tá tudo resolvido a intervenção precisa ser realizada antibiótico sozinho não resolve o caso ele é um coadjuvante ele vai auxiliar na eliminação da infecção desde que você faça a intervenção adequada e correta então pessoal a gente falou de periodontite apical sintomática periodontite apical assintomática abcesso apical Agudo até nos estendemos um pouquinho mais nesse assunto e agora nós vamos falar do
abcesso apical crônico abcesso apical crônico que que o Cohen conta pra gente que geralmente não apresentará sintomas clínicos esse dente não vai responder aos testes de vitalidade pulpar e a imagem radiográfica vai exibir uma radiolucidez apical geralmente o dente não é sensível à pressão causada pela mastigação mas o paciente pode ter uma sensação diferente a percussão essa entidade é distinguida da periodontite apical assintomática por exibir uma drenagem intermitente através de uma fístula pessoal questões sobre abcesso apical crônico são as mais fáceis porque geralmente vem a palavra fístula ali na questão falou de fístula a gente
sabe que é um abscesso apical crônico o Siqueira fala que o abcesso apical crônico também é conhecido como periodontite epical supurativa essa patologia resulta do egresso gradual de irritantes do canal radicular para os tecidos perirradiculares com consequente formação de exudato purulento no interior de um granulom esta lesão também pode se originar da cronificação do abcesso perirradicular agudo geralmente assintomático o abcesso crônico encontra-se associado a uma drenagem intermitente ou contínua por meio de fístula que pode ser intraoral ou extraoral então tanto Siqueira quanto coin estão de acordo que falou de abcesso apical Agudo falou de fístula
e o trajeto dessa fístula pode ser rastreado pela introdução de um cone de Guta pera na sua luz seguido por constatação radiográfica não sei se vocês já fizeram isso né se você tem ali uma fístula você coloca um cone de Guta pera e faz uma tomada radiográfica você consegue perceber com clareza de onde vem aquela infecção porque às vezes o paciente não tem sintomatologia a gente não sabe né tá ali na região de pré-molar você não sabe se é do primeiro do segundo pré-molar se é do canino se é do primeiro molar quando você faz
esse procedimento a ponta do cone de Gut Perera vai lá apontar pro dente envolvido na infecção observa-se Assim como para o granulome o cisto uma área de destruição óssea periradicular e indistinguível dessas outras duas entidades patológicas mas informação importante os limites da área radiolúcida podem não estar bem definidos no caso do abcesso apical crônico como o são para o granuloma e existo pessoal clinicamente ali com a radiografia é muito difícil a gente conseguir diferenciar se é um granuloma um cisto ou um abcesso apical crônico mas quando a gente fala de prova de concurso público a
gente tem que se apegar nesses detalhes porque é aí que a banca coloca para tentar te confundir tá então essa frase aqui é super importante no abcesso apical crônico os limites da área radiolúcida podem não estar bem definidos como no granuloma e o cisto gravem isso ã além do Coin do Siqueira a gente ainda tem esse livro de endodontia Laboratorial e clínica da abeno do Carlos estrela e eu quero colocar para vocês eh duas situações ele usa uma nomenclatura um pouquinho diferente para que caso isso apareça na tua prova você fala assim nossa da Onde
tiraram Isso Pois é foi daqui então o que que a gente tem olha o que que ele traz a gente tem uma situação de e Car né provocada por microrganismos isso vai gerar uma pulia hiperreativa sim é esse nome que ele coloca tá é uma pup algia hipera hiperreativa isso pode levar a uma pulpite sintomática ou uma pulpite assintomática que pode levar a uma prose que pode evoluir para uma periodontite apical sintomática ou uma periodontite apical assintomática no caso da sintomática pode evolver pra celulite ou abcesso e da assintomática pra granuloma e cisto tá sei
que as nomenclaturas se esbarram e coem Sequeira colocam Isso numa né às vezes situação um pouquinho diferente eu quis trazer não para causar confusão mas para que vocês tenham isso em mente caso a banca peça né alguma informação desse esquema e eles ainda trazem essa classificação Clínica das inflamações periapicais então a periodontite apical sintomática ela pode ser traumática ou infecciosa e a periodontite apical assintomática a gente pode ter uma abcesso periapical sem fístula na fase 1 2 e TR quem é concurseiro já viu isso por aí né fase inicial em evolução e evoluído né dividindo
aí o abcesso periapical sem fístula nessas três situações e depois o abcesso periapical conf fístula que seria o abcesso crônico então eu vou colocar aqui para vocês o que que essa literatura fala desse abcesso fase 1 do e TR Inicial evolução e evoluído porque tem banca que gosta de pedir informações sobre isso então pessoal o abcesso nessa fase um que seria a fase inicial vai ter uma dor intensa localizada pulsate espontânea e contínua a infecção está localizada no espaço do ligamento periodontal existe aquela sensação de dente crescido é comum a presença de mobilidade dentária que
a gente ainda não tem edema porque a infecção está ali localizada no espaço do ligamento periodontal na fase dois que ele chama de abcesso em evolução a gente vai ter uma dor intensa pulsátil localizada mas ele diz que é de menor intensidade isso porque a infecção já começou a vencer algumas estruturas a gente tem aí um edema evidente sem ponto de flutuação e a infecção envolvido a região sub periósteo na fase três que seria um abcesso evoluído nós temos uma dor intensa pulsátil localizada de menor intensidade também porque aí essa coleção purulenta já ganhou o
espaço Edem Evidente com ponto de flutuação na fase dois era sem ponto de flutuação na fase três ele fala que é com ponto de flutuação E aí essa coleção purulenta essa infecção já atingiu a região submucosa Então pessoal eu fiz essa revisão dessas três fases de abcesso que estão lá no livrinho da Beno do estrela porque tem banca que gosta de pedir Ok vem comigo pra resolução dessa questão a presença de fístula intraoral associada a uma lesão periapical de origem endodôntica representa como diagnóstico um abscesso crônico uma pulpite reversível um abscesso Agudo uma pulpite de
transição ou uma pulpite Irreversível então o que que ele tá falando ali eu tenho uma fístula gente falou de fístula não tem nem que pensar é um abcesso crônico tá gravem isso quando cair uma questão dessa é uma questão Dada Mais uma questão sobre esse assunto dor intensa espontânea pulsátil difusa com edema se tem edema não é uma pulpite Irreversível mais sensível a percussão horizontal radiograficamente pode apresentar aumento do espaço periradicular e ou rompimento da lâmina dura ou imagem apical de esfumaçamento o tratamento é uma penetração desinfetante o texto faz referência a qual patologia que
que nós temos aqui vamos lá uma pulpite reversível assintomática ou sintomática não não é porque a gente já tem edema uma periodontite apical aguda também não é porque eu já tenho edema é um abcesso pical crônico não é porque eu não tenho fístula não falou em nenhum lugar ali de fístula abcesso a fical Agudo é o que nos restou aqui então pessoal O que que a gente tem que fazer numa questão dessa esse anunciado foi curto mas tem questão sobre esse assunto que é gigantesco né então grifem se precisar anota do lado as informações importantes
Então como a gente foi fazendo aqui ó dor intens espontânea pulsátil difuso eu nem tinha olhado as alternativas eu falei não pode ser pulpite reversível porque tem edema então aqui eu já tiro as duas primeiras a terceira periodontite apical aguda não tem edema então eu já tiro também abcesso apical crônico eu tenho fístula A questão não falou de fístula pronto matou a questão Ok meus queridos finalizamos essa aula é uma das aulas mais densas ela é complexa porque envolve um monte de terminologia nem os autores se entendem em relação a nomenclatura Mas o importante é
entender os conceitos ver o que cada um desses principais autores fazem e memorizar essas informações entrem na plataforma e resolvam o maior número de questões possíveis em relação a esse assunto porque aí você vai percebendo como a banca cobra e você vai perceber que existe um padrão E aí você não erra mais questões sobre esse assunto espero que vocês tenham gostado que esse conteúdo tenha sido útil para você até a próxima aula tchau