as Mulheres que Correm com os Lobos Clarissa pinkola estes a continuação Capítulo 9 pele de foca pele da alma já houve um tempo que passou para sempre e que irá logo estar de volta em que um dia corre atrás do outro de seus brancos Neve Branca e todos os minúsculos pontinhos escuros ao longe são pessoas cães ou ursos desse lugar nada a ver seja gratuitamente os ventos são fortes e as pessoas se acostumaram a trazer consigo os seus parcas Alex e botas já de propósito esse lugar as palavras se congelam ao ar livre e frases
inteiras precisam ser arrancadas dos lábios de quem fala e diz congeladas junto ao fogo para que as pessoas possam ver o que foi dito e esse lugar as pessoas vivem na vasta cabeleira da velha ano look avó a velha Feiticeira que a própria terra e foi nessa terra que vive um homem um homem tão solitário que com o passar dos anos as lágrimas haviam aberto Fundos abismos no seu rosto ele tentava sorrir e ser feliz ele cassava colocava armadilhas e dormia bem no entanto sente a falta de companhia às vezes lá nos bancos de areia
no seu caiaque quando uma foca se aproximava ele se lembrava de antigas histórias sobre como as focas havia um dia se dos seres humanos e como o único remanescente daqueles tempos estava nos seus olhos eram capazes de retratar e expressões aquelas expressões sábias selvagens e amorosas e às vezes ele sente nessas ocasiões uma solidão tão profunda que as lágrimas escorriam pelas fendas já estão gastas no seu rosto uma noite ele caçou até depois de escurecer mas sem conseguir nada e quando a lua subiu no céu e as banquisas de gelo começaram a reduzir ele chegou
uma enorme Rocha malhada no mar e seu olhar aguçado apareceu distinguir movimentos extremamente graciosos sobre a velha Rocha e ele remou lentamente com os remos bem fundos para se aproximar e lá no alto da Rocha imponente lançavam um pequeno grupo de mulheres nuas como do primeiro dia em que se deitaram sobre o ventre da mãe hora ele era um homem solitário sem nenhum amigo humano a não ser na lembrança ele ficou ali olhando as mulheres pareciam seres feitos de leite da lua e sua pele cintilava com gotículas prateadas como as do salmão na primavera os
seus pés e mãos eram longos e graciosos elas eram tão lindas que o homem ficou sentado atordoado no barco e a água nele batia levando o cada vez mais profundo da Rocha ele ouve o riso magnífico das mulheres pelo menos elas pareciam rir ou seria a água aqui que Às Margens da Rocha a ouvir estava confuso por se sentir tão deslumbrado Entretanto dispersou-se a solidão que lhe pesava no peito como couro molhado e quase sem pensar como se fosse seu destino ele saltou para Rocha e roubou uma das peles de foca de jogadas e ele
se escondeu por trás de uma saliência rochosa e ocultou a pele de foca dentro do seu kuke parka logo uma das mulheres gritou uma voz que era mais linda que ele já ouvira como as baleias chamando na madrugada ou não talvez fosse mais parecida com os Lobinhos recém-nascidos caindo aos tombos na primavera ou então não era algo melhor do que isso mas não fazia diferença porque o que as mulheres estavam fazendo agora bora elas estavam vestindo suas peles de foca e uma uma as mulheres focas deslizavam para o mar gritando e ganindo de felicidade com
estação de uma a mais alta delas procurava por toda parte a sua pele de foca mas não encontrava em lugar nenhum e o homem sentiu se estimulado pelo que ele não sabia ele saiu de trás da Rocha dirigindo uma pela ela a mulher casa cê comigo sou um homem sozinho e a respondeu ela eu não posso me casar porque sou de outra natureza eu pertenço aos que vivem em Macbook lá embaixo casa-se comigo insiste o homem em sete Verões prometo lhe devolver sua pele de foca e você poderá ficar ou ir embora como preferir a
jovem mulher foca ficou olhando muito tempo o rosto de um homem com olhos que se não fossem suas origens verdadeiras parecia humanos eu ir com você disse ela salutante dentro de sete Verões tomaremos a decisão e assim com o tempo tiver um filho a quem deram o nome de ouro a criança era ágil e Gota no inverno a mãe contava ouro história de seres que viviam no fundo do mar enquanto o pai esculpiu o urso em pedra branca com uma longa faca quando a mãe levava o pequeno ouro para a cama ela demonstrava pelo buraco
da ventilação as nuvens e todas as suas formas é só que em vez de falar das formas do Corvo do urso e do Lobo ela contava histórias da vaca Marinha da baleia na foca e do salmão Pois eram essas as criaturas que ela conhecia no entanto à medida que o tempo foi passando sua pele começou a ressecar e a princípio ela exclamou e depois passou a rachar e a pele das suas pálpebras começou a descascar o cabelo da sua cabeça a cair no chão ela se tornou narloch do Branco mais pálido suas formas arredondadas começaram
a desenhar ela procurava esconder seu caminhar claudicante a cada dia seus olhos sem que ela quisesse e um ficando mais opacos ela passou a estender a mão para a Tati ar porque sua vista estava escurecida e as coisas assim dessa forma até uma noite em que seu menino ou despertou ouvindo Gritos e se sentou ereto das cobertas de pele ele ouvi um rugido de urso que era seu pai repreendendo a mãe ouviu também um grito como o da Prata que soa com uma pedra que era sua mãe se você escondeu minha pele de foca as
sete longos anos e agora está chegando 8º inverno quero que me seja devolvido aquilo de que sou feita de Little uma mulher foca bom e você mulher você ser o marido você me deixará seu lidera a pele eu não sei o que eu faria só sei que preciso daquilo a que pertenço e você me deixaria ser mulher EA seu filho sem Mãe você é mar com essas palavras o marido afastou com violência a pele da porta e desapareceu noite adentro o menino adorava mãe ele tinha medo de perdê-la e por isso chorou até dormir é
só para ser acordado pelo vento o vento estranho que parecia chamado uruk ouro ele pulou da cama tão apressado que vestiu parka de cabeça para baixo e só puxou os looks até a metade e a ouvir seu nome chamado insistentemente ele saiu correndo na Noite Estrelada ouro que o menino correu até o penhasco de onde se via a água e lá bem longe no mar e ficar pelado estava uma foca prateada imensa e peluda sua cabeça enorme seus bigodes lhe caíam até o peito Seus olhos eram de um amarelo forte ouro o menino foi descendo
penhasco de qualquer jeito e vem junto à base tropeçou numa pedra não uma trouxa que rolou de uma fenda na rocha e o cabelo do menino foste gravar seu rosto como milhares de açoites de gelo ouro o menino abriu a trouxa EA sacudiu era a pele de foca da sua mãe aí ele sentia seu perfume na pele inteira enquanto mergulhava o rosto na pele de foca e respirava seu cheiro a alma da mãe penetrava nele como um súbito vento de verão e exclamou ele com alegria e dor e levou novamente a tela e o rosto
mais uma vez a alma da mãe passou pela dele a gritou ele de novo porque estava sendo impregnado pelo amor infinito da mãe e a velha a foca prateada ao longe mergulho lentamente para debaixo da água o menino escalou o penhasco voltou correndo para casa com a pele de foca voando atrás dele e se jogou para dentro de casa sua mãe contemplou o menino e a pele e fechou os olhos cheio de gratidão pelo fato de os dois estarem em segurança e ela começou a vestir sua pele de foca a mãe não gritou o menino
Ela apanhou o menino ajeitou debaixo do braço e saiu correndo aos trambolhões na direção do mar revolto E ai mamãe não me abandone implorava o outro e logo dava para se ver que ela queria ficar com o filho queria mesmo mas alguma coisa chamava algo que era mais velho do que ele é mais velho do que ela mais antigo que o próprio tempo a mamãe não não não choramingou a criança ela se voltou para ele com uma expressão de profundo amor nos olhos e Segurou o rosto do menino nas mãos e sobrou para dentro dos
pulmões do menino seu doce alento é uma vez duas três vezes depois com o menino debaixo do braço como uma carga preciosa ela mergulhou bem fundo do mar e cada vez mais fundo a mulher foca e seu filho não tinham dificuldade para respirar debaixo d'água eles nadaram muito para o fundo até que entraram no abrigo sub Aquático das focas onde todos os tipos de criaturas estavam jantando e cantando dançando e conversando enorme foca prateada que havia chamado o ouro que de dentro do mar da noite abraçou o menino e o chamou de Neto Oi como
você está se saindo lá em cima Minha filha perguntou a grande foca prateada e a mulher foca afastou o olhar e respondeu magoei um ser humano um homem que deu tudo para que eu ficasse com ele mas não posso voltar para ele porque se eu fizer estarei me transformando em prisioneira e o menino perguntou a velha a foca meu neto ele estava tão orgulhoso que sua voz temia ele tem que voltar meu pai ele não pode ficar aqui ainda não chegou o seu tempo de ficar conosco e ela chorou e juntos eles choraram e assim
passaram-se alguns dias e noites exatamente 7 período durante o qual voltou o brilho aos cabelos e aos olhos da mulher foca e ela adquiriu uma bela cor escura sua visão se recuperou seu corpo logo tô as formas arredondadas e ela nadava com agilidade chegou porém a hora de devolver o menino na terra e nessa noite igual fofoca e a bela mãe do menino nadaram com uma criança entre eles e vieram subindo subindo de volta ao mundo da superfície ali eles depositaram o ouro delicadamente no litoral pedregoso ao Luar you eu estou sempre com você afensor
lhe sua mãe basta que você toque Algum objeto que eu toquei minhas varinhas de fogo minha pulo faca minhas esculturas de pedra de focas e Lontras e eu sou parei no seus pulmões um fôlego especial para que você cante suas canções não haveria foca prateada e sua filha beijar um menino muitas vezes afinal eu não se afastaram saíram nadando o Mar Adentro e com o último olhar para o menino desapareceram debaixo d'água eo look como ainda não era a sua hora ficou como passar do tempo ele cresceu e se tornou um famoso tocador de tambor
cantor e inventor gestores é dizia-se que tudo isso decorrido o fato dele quando o menino ter sobrevivido a ser carregado para o mar pelos enormes espíritos das focas agora nas névoas cinzentas das manhãs ele é às vezes ainda pode ser visto com seu caiaque atacado as molhado numa sexta Rocha do mar parecendo falar com uma certa folga fêmea que frequentemente se aproxima da orla embora muitos tenham tentado ôca sala sempre fracassaram Ela é conhecida como tanque de carga habilite a sagrada e dizem que apesar de ser foca Seus olhos são capazes de retratar e depressões
aquelas expressões sábias selvagens e amorosas