Olá, eu sou o Anderson, fundador do CES e eu tenho um recado muito importante para você. Hoje é quarta-feira, o último dia para solicitar o certificado do Congresso. Esse é o único documento capaz de comprovar que você realmente participou do evento.
Reconhecido em todo o Brasil. Além de melhorar o seu currículo, ainda você pode usar na sua faculdade como horas complementares. Ah, e amanhã tem uma surpresa no grupo e segunda-feira tem outra surpresa.
Então, não sai do grupo, fica lá dentro e aproveita tudo que a gente tem preparado para você. Uma ótima palestra. E sejam bem-vindos a mais uma palestra do quinto congresso online de pedagogia promovido pelo Centro Educacional 7 de Setembro.
Eu sou professora Andreia Peti e estarei com vocês falando sobre o papel do professor na inclusão escolar, que é um tema muito nobre, um assunto que parece ser tão difundido nas escolas, no entanto, é uma realidade que ainda precisa ser bem aprofundada, indo muito além da mera presença de alunos com necessidades especiais nas salas de aula. Eu poderia passar muito tempo aqui falando sobre esse tema, porém nosso tempo é um pouco reduzido e eu selecionei alguns tópicos mais relevantes. Então, vamos falar um pouquinho o que é inclusão escolar.
A inclusão que falamos hoje, ela tem maior foco em pessoas com deficiência, porque a maior dificuldade é como a gente vai incluir essas pessoas com deficiência na sala de aula, né, das mais variadas formas que vão desde as deficiências físicas, visuais, auditivas, pessoas com transtornos, né? E a escola até então não estava preparada para isso. E a gente sabe que ainda hoje não estão preparadas, né?
Mais do que simplesmente inserir, colocar os alunos com deficiência na sala regular, a inclusão, ela preconiza a garantia do direito à educação de todos os estudantes em igualdade de condições, promovendo a participação plena. O aprendizado também tem que ser significativo e o desenvolvimento das suas potencializ potencialidades. Não adianta só tá ensinando os conteúdos, tem que também desenvolver as potencialidades do do Educando, respeitando as individualidades de cada um deles e as necessidades de cada um.
Aqui nessa imagem, ela é muito famosa, né? Eu eu sempre vejo bastante nos cursos que eu faço, nas palestras que eu assisto e eu busquei pra gente estar conversando um pouquinho sobre essa imagem. Eh, de forma bem clara que eu acabei de dizer, ela mostra o respeito do direito de educação a todos os estudantes, porém na visão assim de da inclusão, realmente, eh, pensando se essa imagem fosse uma sala de aula, né, eu diria que todos estão no seu direito de estar dentro de uma escola.
nessa primeira imagem, né, da igualdade. Todos estão na escola, mas tem uma criança ali que não está conseguindo enxergar. Ela, apesar de estar na escola, dela ter conseguido uma matrícula, ela não tá tendo acesso às coisas que precisa.
Ela precisa de fazer das adaptações. E na segunda imagem ali, fazendo as adaptações, tem que ser tanto físicas como as mudanças na prática pedagógica, aí sim todos estão que estão na escola, como tá na imagem ao lado, todos vão conseguir ter acesso ao que a escola tem a oferecer. Então essa imagem eh ela deixa a gente refletir bastante ao direito, né, de aprendizagem que tem que ser para todos os alunos.
Vamos falar agora um pouquinho sobre a legislação, fazer um breve tour sobre a legislação, panorama legal que nós temos hoje no Brasil. A gente pode observar aí que existem inúmeras leis, decretos, resoluções. Tem portarias também que regulamentam de alguma forma o direito à educação, à entusião escolar, mas nenhuma delas seria necessária se a principal delas, que é a Constituição Federal de 1988, né, no seu artigo 205, se ela fosse cumprida, porque a primeira lei que tá aí, né, da Constituição Federal, ela diz tudo, ela estabelece que a educação é um direito de todos.
E em que parte de todos a pessoa com deficiência não está inserida, né? Foram necessárias outras leis para fazer valer os seus direitos. Eh, e paraa aula não fica chata, né?
Não vou ficar lendo lei por lei, decretos, porém essas leis são facilmente encontrados eh os os embasamentos legais no site de busca. como que tá a realidade da inclusão escolar no Brasil, né? Hoje nós temos um panorama bem eh preocupante no Brasil de como que tá a inclusão.
O que a gente pode observar através do gráfico é que tá tendo um aumento da um crescimento nas matrículas de alunos com deficiência na rede irregular. Então, no gráfico é nessa parte verde clara, aí do lado direito, refere-se às matrículas em salas regulares e a verde escuro são as salas de educação especial. Este censo ele é de 2021.
A gente acredita que já esteja um pouquinho maior. Esses esses dados já cresceram um pouco. Com esse crescimento, as barreiras também aumentaram, claro, né?
com uma estrutura física adaptada. É uma barreira que falta rampas nas escolas, falta portas estrei, as portas são estreitas, falta eh a reforma dos prédios, falta de material didático adaptado, eh as provas que não vêm adaptadas pros alunos fazerem. Também existe as barreiras atitudinais que envolve o preconceito, o medo, a falta de conhecimento, a resistência, né, por parte de professores, os próprios funcionários da escola, quando recebe uma criança com deficiência.
Então, essas barreiras têm que ser quebradas. Outra barreira que quem a gente encontra são as comunicacionais, que inclui a falta de tradutores, de intérpretes em Libras, pranchas de comunicação alternativa aumentativa, que auxilia bastante as crianças que têm dificuldade de comunicação, principalmente com autismo, né? Tem dificuldade de se comunicar, materiais acessíveis para atender as necessidades de várias formas.
E deparamos também com a necessidade constante da atualização por parte dos professores, pois a educação ela está em constante evolução e as salas de aula cada vez mais diversificadas. Dessa forma, os professores precisam estar fazendo formação continuada, além de eh ferramentas e estratégias para lidar com essa diversidade. Então, às vezes os professores que já estão formados, que eu vejo que eu já estou há 25 anos na rede municipal e mais um pouco de experiência também na rede particular, tem uma resistência falando que precisa tá sempre se fazendo curso ou que não estão eh capacitados para tá atendendo essa demanda das crianças com deficiência que estão na rede, que estão na sala de aula, que hoje em dia tem quatro, cinco crianças com laudo, outras sem laudos, né, de TDH, autismo e outras deficiências, mas é papel do professor tá fazendo essa formação continuada para poder lidar com essa com essa diversidade.
Então, o papel do professor que a gente vai falar agora realmente, né, que é o é o tema da nossa palestra de hoje, é que a gente tem que ter em mente que ensinar não é só apenas ensinar, né? A gente tem que aprender sempre se atualizando, participando de cursos, de congressos, de formações promovidas dentro das escolas. Eh, tem que possuir habilidades acadêmicas que são aprendidas na graduação de pedagogia, porém tem que ser desenvolvidas e aprendidas principalmente com a prática, né?
A gente aprende na escola, na faculdade, mas ela vai ser desenvolvida realmente na prática. docente, professor também tem que ter o compromisso com o processo ensino aprendizagem. Tem que ter em mente que a garantia de aprendizagem é para todos os alunos, aquele que tem a maior facilidade e aquele que está com dificuldade, seja por uma defasagem, seja por algum transtorno, algum uma dificuldade que a gente tem que investigar qual seja.
O professor também precisa conhecer e aplicar os os componentes curriculares, né, do da BNCC. Só que não basta só isso, vai muito além dos componentes da BNCC. O professor precisa ser criativo, buscar alternativas, inovar, né?
Está sempre procurando. Hoje em dia com as redes sociais o que mais aparece são inovações, ideias. E o professor criativo, ele se dá muito bem na sala de aula.
Outro papel do professor na sala regular é fazer o P, que é o plano de ensino individualizado. Ele também está previsto em lei. É a obrigação do professor da rede regular fazer isso.
Claro que o professor vai fazer isso juntamente com o professor da da AE, do atendimento educacional especializado, com as informações dos pais. a coordenação vai ajudar e às vezes, dependendo da idade, o próprio aluno colabora com a formação desse PE. Eh, essa construção do PEM, né, tá previsto na LDB desde 2015, só que praticamente só a partir de agora que tá sendo cobrado.
E parece que é uma novidade, mas não é. Outra coisa que o professor deve fazer sempre são as adaptações de atividades para garantir esse direito de aprendizado que já foi falado aqui. Eh, inclusive amanhã, quinta-feira, haverá uma palestra aqui com a professora Taina Lopes, onde ela vai abordar esse tema sobre adaptações curriculares.
Acho legal vocês não perderem que é muito interessante. Mas o que que é P, né? o plano de ensino individualizado que eu falei um pouquinho agora, né?
Que que de fato é o PE? Aí no slide está falando que é um conjunto de estratégias de ensino personalizado desenvolvido para atender as necessidades específicas de três grupos de alunos. Logo mais a gente vai falar de que quais são esses grupos de alunos.
Essa palestra hoje não haverá tempo para explicar e detalhar como é feito um P, porque esse é um assunto que renderia uma palestra inteira ou até mesmo um curso. Mas aqui eu vou falar da importância de fazer um P bem feito, que não é só para os alunos se beneficiarem, mas também ele traz benefício para o o professor, pra própria prática docente. ele vai facilitar, ele vai nortear o trabalho do professor.
Professor que realiza o pé dos seus alunos, ele não fica perdido diante daquele aluno que tem uma deficiência, que tem uma dificuldade, porque ele vai se basear, ele vai ter, vai est amparado daquilo que ele vai desenvolver com a com a criança. Então, qualquer coisa que acontecer, o objetivo que vai atingir com aquela criança vai tá tudo especificado no PI de acordo com a potencialidade da criança, de acordo com a a especificidade do aluno. qualquer coisa que acontecer na escola, às vezes até num recreio, eh, sobre uma seletividade alimentar, alguma coisa que a criança não coma, você vai poder trazer um um lanche de casa, se é uma escola que não permite, eh, que traz lanche de casa, que tem que comer a merenda da escola, isso também vai tá colocado, vai tá escrito no pay, não é só as práticas pedagógicas dentro da sala de aula.
Ele é muito amplo, né? É o que eu falei, o P ele é muito complexo e daria um curso só a respeito disso, mas é importante vocês saberem que ele está para beneficiar o aluno e também beneficiar o professor. Ele traz eh ele tá aqui para ajudar.
Quais são os alunos então que t direito ao P? Vamos ver aqui, né? Então vamos ver aqui quais são os alunos que têm direito ao P.
Primeiro são os alunos com deficiência. que são deficiência intelectual, deficiência visual, deficiência física, deficiência auditiva, transtorno do espectro autista, se tiver altas habilidades, superdotação. Então, às vezes também o professor fala: "Eu não vou fazer o pay meu aluno teia porque ele é nível um de suporte e ele não precisa de nenhuma adaptação.
Todo aluno precisa de alguma adaptação. Se ele tiver um transtorno, nem que se for de for de interação social, ele tem que ter criança, se ele for diagnosticado com autismo, ele tem as suas ou alguma comorbidade ou alguma característica que definiu isso. Ou ele não se comunica bem, ou ele não tem uma boa eh interação com os colegas, isso vai ter que ser colocado.
Então, atividades para beneficiar esse aluno. E e lembrando que tudo que a gente faz para adaptar para um aluno, para um aluno, para beneficiar, ele vai beneficiar para todos. O que é bom para um é bom para todos.
Toda turma vai gostar que tá trabalhando diferente às vezes. Então a super a altas habilidades de superdotação ainda é mais difícil do que aquela criança que tá com deficiência, porque eles estão além, né? Segundo, são os alunos com transtorno de aprendizagem, que é TDH, dislexia, desgrafia, descalculia.
Esses alunos também têm direito a um plano de ensino individualizado. Agora, o que quase ninguém faz é o plano de ensino individualizado para os alunos que têm um risco de aprendizagem, que são aqueles que têm uma grande dificuldade de aprendizagem. Eles já utilizaram estratégias coletivas de recuperação, fizeram aquela aquele aquela de apoio pedagógico ou recuperação, cada escola tem um nome, mas não se beneficiaram com isso.
Mesmo assim essa criança tá com dificuldade, tá em defazagem. esses alunos também têm direito à individualização e cabe ao professor ter eh a malícia de perceber isso e tá desenvolvendo esse plano. Então, ó, mesmo sem diagnóstico, todo aluno, se precisar, ele tem direito ao P, que é o plano de ensino individualizado, e também tem direito ao atendimento educacional especializado.
e todos os serviços por ele oferecido. É uma coisa também que geralmente as escolas pedem para ter um laudo. Vamos encaminhar pra sala de recursos, vamos encaminhar para pro AE, mas a criança precisa ter laudo para isso.
Não tem necessidade. Isso está previsto, como tá aí até para vocês anotarem na nota técnica do MEC, né, de abril de 2014. Toda criança que se for se for percebido que ela tem necessidade de um atendimento especializado, fonou, psicopedagogia, terapia ocupacional, esses serviços que são geralmente oferecidos pelo AE, pode ser encaminhado para esse serviço e o professor que vai tá solicitando paraa coordenação e encaminhando esses alunos.
Vamos falar agora um pouquinho da diferença de alguns conceitos de inclusão e segregação, exclusão e integração. São muito confundidos, não seu conceito teórico, mas eles são confundidos muito na prática. Por quê?
Porque na exclusão, como vocês podem ver aí nessa imagem, as pessoas que são diferentes, elas são mantidas fora do grupo principal. Então isso acontece muito quando a escola não aceita o aluno com deficiência quando o direito dela de matrícula é negado. O que ocorre mais nas escolas particulares que a gente vê que tem muitos processos falando que não tem vaga, mas para criança típica tem vaga, mas paraa criança neurodivergente ou atípica naquele momento não tem vaga, né?
Então, eh, não ocorre o a matrícula por falta devido à deficiência da criança. Então, isso é uma exclusão. Na segregação, as pessoas diferentes são separadas do grupo principal, mas ainda dentro de um contexto maior, né?
Como vocês podem olhar aí na imagem, acontece muito a integração onde as pessoas diferentes são colocadas dentro do grupo principal, mas em espaço separado. Então esse de baixo aí é o é o que mais acontece no lugar da inclusão. O que mais acontece nas escolas que vem acontecendo é a integração, que é o que todos professores se queixam de vê nos comentários nos grupos, no nas redes sociais, ah, é a falsa inclusão.
Nós não temos inclusão, temos a a falsa inclusão, que na verdade é essa integração. Por exemplo, quando o aluno com alguma deficiência ou grande dificuldade está na sala de aula, porém ele não recebe a devida atenção, né? Embora parece pareça estar inserido ali, ele não se sente pertencente ao grupo eh por não acompanhar, por não ter acesso à aprendizagem.
Então ele tá dentro da sala de aula, mas ele tá ali no cantinho ou ele é separado dentro da sala de aula ou mesmo que ele está junto com outros alunos, ele não recebe o material adaptado, ele fica perdido, recebe tudo igual aos outros alunos. Ah, mas se é igual, tem que receber todo igual. não tem, que ele tem que receber o material, que ele tem um acesso.
Mesma coisa que a gente chegar numa sala de aula onde todos, todos estão fluentes em alemão e a gente não sabe nada de alemão, a gente vai chegando aqui essa sala e vamos nós vamos sentir não pertencente à aquele grupo, vão ficar perdido. E é isso que acontece com a criança, eh, deficiente na sala de aula, que não é atendida, que não tem o seu direito atendido de adaptação de atividade, de ter um profissional de apoio, que é outra questão muito polêmica que a gente vê nas escolas e na rede de ensino, que é o direito do profissional de apoio. Nós temos várias leis que garantem isso e outras que estão eh de dando uma outra um outro vocabulário, uma outra forma de dizer que está tirando que os que as escolas estão usando, eh, estão aproveitando disso para falar que não tem necessidade, mas todos têm a necessidade do profissional de apoio Porém, o que diz é que não precisa ser especializado mais.
Outras leis dizem que tem que ser especializado. Então, aqueles pais que têm interesse, que são preocupados, que estão por dentro da legislação, eles acabam indo a uma instância judicial, procurando seus direitos, indo na promotoria, em procurando advogados e estão conseguindo profissionais especializados para atender, para acompanhar os filhos deles na escola. Outros já não têm esse conhecimento.
Então, tem profissionais, tem estagiários que ficam, monitores, eh, pessoas não capacitadas que ficam com essas crianças praticamente como babás. ficam lá com quatro, três, quatro alunos, mas aí acompanha para isso, ó, acompanha no recreio, acompanha para ir ao banheiro, não tem um conhecimento de um mínimo sobre educação especial, sobre como lidar com essa criança no caso de uma crise. Se a criança tiver uma crise, se ela tipo se desregular, não sabe como tá fazendo uma um manejo de comportamento.
Isso é garantido por lei em algumas legislações, em outras que nem o parecer 50, que foi o ano passado foi homologado. Ele tá tirando um pouco essa questão do especializado, porém parecer não sobrepõe a lei. Lei é mais forte do que parecer, mas daí já é uma outra questão.
Então tem um direito profissional de apoio, né? E vocês lembram da primeira imagem que eu mostrei das crianças tentando enxergar além do muro? É exatamente isso, né?
Na inclusão as pessoas diferente são totalmente integradas e elas participam plenamente do grupo principal. No contexto da sala de aula, é o professor quem deve promover essa integração, ele deve promover essa participação através de adaptação de atividades que estarão previstas no PEI, que será elaborado diante das necessidades específicas de cada aluno. Eh, tudo que nós falamos por aqui hoje, né, na inclusão é a escola que se adapta ao aluno, não?
E na integração, não é o aluno que tem que ficar se adaptando à escola e não é o correto. E eu encerro, né, é com esse último slide, onde eu digo que promover a inclusão, ela requer tanto conhecimento quanto disposição para implementar diversas ações que contribuam para o bem-estar do aluno, removendo qualquer obstáculo que possa limitar seu desenvolvimento integral. O professor, ele precisa realmente vestir a camisa para poder contribuir pro bem-estar do aluno, né?
remover os obstáculos que estejam limitando o desenvolvimento integral desse aluno. quando recebe um aluno, quando eu recebo um aluno que eu vejo que está desamparado, que os pais não tenham conhecimento, procurar tá orientando, né, encaminhando, eh, a gente não dá laudo, a gente não encaminha para profissionais dizendo o que o seu, o que o aluno tem, ó, seu teu filho tem autismo, seu filho tem TDH, nós nós não temos eh autonomia para isso. Pedagogo, professor não tem autonomia para isso.
O que a gente pode falar são as características do temho. Olha, ele tá com muita dificuldade, ele está com dificuldade de se relacionar, ele está com muita rigidez cognitiva. pode se basear em algumas características que a gente observa na sala de aula e também fora dela no relacionamento, na socialização da criança, chamar esses pais, fazer orientação.
Eu gostaria, eu eu sugeriria para o senhor procurar um apoio, uma ajuda, leve ao pediatra, troca uma ideia, ele vai te orientar melhor, porque a gente recebe alunos que esteja estão assim com essa dificuldade também. E a partir do momento que começou a receber uma ajuda, fazer uma terapia, passou a se desenvolver melhor, os pais se sentem muito amparados, que às vezes eles não têm conhecimento. Então o professor que tem conhecimento, ele transmite esse conhecimento também.
Ele dá segurança pros pais e dá segurança pros seus alunos também. E dessa forma a educação inclusiva ela vai acontecendo, que parece que ela é muito distante. Nós estamos com correntes de para parar com a educação inclusiva, falando que ela não existe, que ela não é possível, que tem que voltar às escolas especiais.
Só que voltando às escolas especiais, separando totalmente os alunos, não vai haver a integração dessas crianças. Eles vão ficar totalmente separados do convívio com as outras crianças. Eles coloquem no lugar desses pais.
Você não quer que eles convivam, que eles participam, que eles tenham o direito de aprender igual às outras crianças. Por outro lado, também existem outros estudiosos, outros profissionais que estão defendendo a escola especial dentro da escola regular. Esse é um outro caminho que estão defendendo, que não sei se é o correto ou não, não cabe a mim, mas o que seria a criança, mas profissionais dentro da escola, o que eu não tenho atualmente, que atenderiam essas crianças em momentos de específicos da do ensino, mas ela estaria lá podendo participar na hora do recreio com as outras crianças, podendo parcipar parpar na hora da educação física, podendo participar junto das outras crianças no horário de música, no horário de artes, mas porém naquelas aulas mais difíceis de língua portuguesa, de matemática, onde a criança fica realmente muito perdida, aquelas que têm uma deficiência intelectual, por exemplo, elas estariam com um profissional especializado, tendo atividades adaptadas para ela, uns jogos, talvez de de estimulação, né, e tendo uma um atendimento mais individualizado e em outros momentos ela estaria na escola tendo este convívio com as demais crianças.
Essa é uma outra vertente que está sendo eh defendida por alguns profissionais. Aqui nesse slide tem o meu Instagram, né, professora Andrea Peti, onde eu coloco algumas sugestões de atividades, eu posto também sobre esse assunto de educação inclusiva, sobre dificuldades de aprendizagem, algumas sugestões e alguns profissionais, se eu precisar de alguma indicação de alguns professores, palestrantes, eh neurologistas que são muito entendidos do assunto, que eu e que eu estaria indicando para vocês. Eu me coloco à disposição.
Ah.