olá bem-vindos ao Verde Barbalho gente vai falar sobre intolerância religiosa do Sidney Nogueira e é bom Pessoal esse é mais um vídeo que eu venho trazer para vocês um dos livros da série feminina naturais e que tal aqui em casa ele tava esse juntos mais curtinhos de texto mesmo ele tem por volta de cem páginas e no dia vinte e um de Janeiro que é o dia de combate à intolerância religiosa eu peguei ele para dar uma folheada e acabei decidindo lê e hoje dia 22 Já terminei Já e vim falar um pouquinho sobre a
minha experiência com vocês eu fiquei bastante curiosa como o Sidney ele ia trabalhar esse tema da doença religiosa por 100 páginas e ele começa a falando exatamente influência da colonização da imposição da religião cristã no Brasil de como essa imposição via etnocentrismo E aí ele para explicar o etnocentrismo tudo mais como ela vai causando na formação da população brasileira ao longo dos anos essa ideia de que tudo que é ligado às religiões de matriz africana são coisas pecaminosas ação e não sagradas Então vai distribuindo esse conhecimento de algum valor que a gente chama de feliz
ideo né é a morte da cultura e do conhecimento daquelas culturas que a gente não considera que valem a pena eu ele fala aqui né 33 anos que eu marquei na mesma cultura de páginas em tolerância religiosa EA farsa da laicidade tem como origem o colonialismo desde a invasão pelos portugueses a religião do sistema foi usada como forma de conquista dominação doutrinação em base dos projetos políticos dos colonizadores A coroa portuguesa contou com a colaboração da Companhia de Jesus lhes um Jesuítas EA em seguida ao abrindo Jesuítas é produto de interesse mútuo entre a coroa
de Portugal e o papado ela era útil à igreja e ao estado emergente os dois pretendiam expandir o mundo defendendo as fronteiras somar forças integrado interesses leigos e cristãos e organizar o trabalho novo mundo pela força da unidade lei efecto é interessante a gente veio aqui porque o que eu acho que o Sidney se propõe esse livro principalmente é politizar o debate sobre a intolerância religiosa porque a gente não tá falando de uma questão individual do direito individual de cada um de exercício religião que a gente não tá falando de algo que é desprovido de
um projeto político que faz parte das Fundações do nosso país então quando a gente fala intolerância religiosa mesmo a própria escolha do intolerância já é bastante criticada porque quando a gente está falando de tolerar a gente tolera algo que absurdo algo que não merece o nosso respeito então o tolerar por si só a presença de outras regiões é ao que me parece muito anti-religioso por si próprio e até o Sidney vai advogar aqui que a própria questão do cristianismo ts10 de um único E desde que aquele que venera Veneri apenas a ele e aí tudo
bem mas por outro lado o fato de a gente tem corporado a ideia de que é preciso destruir o cara outros Deuses é muito complicada né porque isso acaba fazendo a violência acontecer na prática e aí com relação a própria palavra tolerância o Sidney diz tolerar o que é diferente consiste antes de qualquer coisa me atribui a quem tolera um poder sobre o que se tolera ou você dependente do consentimento do torneio a dori para poder existir quem tolera acaba visto ainda como Generoso e benevolente por dar uma permissão como se fosse um favor ou
um ato de bondade Extrema e aqui a gente não pode esquecer que esse ato de bondade ele vem sempre de quem se vê como normativo como Norma então é o branco católico que vai sempre tolerar as outras religiões que a gente vai permitir que elas aconteçam e não o e acaba que essa questão tolerar ela vai falar diretamente com dois conceitos que são criados ali pelo Raízes do Brasil e pelo casa-grande Senzala que são os conceitos da cordialidade brasileira EA questão mesmo da democracia racial em que a gente precisa transformar os grandes problemas em coisas
mais sutis e de lados então a gente fala de tolerância religiosa intolerância religiosa quando na verdade quem está falando é de racismo religioso porque não existe intolerância religiosa contra os grupos maioritários não existe intolerância religiosa contra cristãos por que isso tem a ver muito pelo menos No Brasil existe intolerância religiosa hoje o cristianismo é a religião não dominante quando apresentou o Islamismo então quando a gente tem esse ideia de chamar de tolerar a gente tá dando uma suavizada no assunto e tá mostrando essa disposição de resolver o problema e evita O Confronto como sociedade enquanto
a própria laicidade do Estado Presidente mente uma falácia se as notas têm Deus se as entradas das cidades tem Deus inscrito se a gente vê pessoas Falando de religião dentro da câmera a gente tem uma bancada evangélica na Câmara não existe exatamente uma laicidade do estado e aí é legal porque ele também entrava são uma grande linha histórica em que mostra desde já formação dessas bancadas evangélicas Lembrando que o problema que não é que existam evangélicos nas câmeras por exemplo federais mas é exatamente o uso da argumentação religiosa para tentar barrar projetos de leite ele
vai falar desde o começo quando começa a se formar essa bancada ele mostra a evolução de número em mostra algumas estratégias da bancada como por exemplo serem de diversos partidos porque estando em diversos partidos eles conseguem compor as três parlamentares e maior número ele chega até no momento em que se fala da higienização da re bom e que talvez seja a parte que achei mais interessante de ler muito porque até onde ele tinha ido até agora eram coisas que eu já tinha e defrontado com o assunto mas que ele é claro aprofundou a partir de
agora ele entra no debate que eu acho muito interessante e que esteja muito coisas que eu acredito e coisas que eu gosto de debater porque ele vai falar sobre como a partir do século 20 não existe mais motivos políticos perseguição com essas regiões Então o que acontece é que a classe média que começa aí para os terreiros começa a tentar justificar essa religião perante a opinião pública e isso se dá principalmente por um fator Elas começam a frequentar não o Candomblé não o Jurema mas ao banda por um motivo pelo não sacrifício de animais Então
tenta se trazer a ideia de que o sacrifício de animais é algo Bárbaro em contraposição ao civilizado que é uma profissão da fé cristã Pois é uma coisa que acaba sendo é falada por motivos políticos de interesse a dessas hegemonias religiosas é que todos os animais sacrificados no candomblé por exemplo servem de alimento então para mim nada assim distingue o sacrifício de um animal dentro de um tempero para alimentação e comer um peru de Natal que também uma cerimônia religiosa que exige o abaixo de um animal o fato de você não abater o animal em
si não faz dele mais ou menos sagrado mais ou menos civilizado O Bárbaro porque alguém precisa bater esse animal a esteve recentemente debate da proibição Que sacrifício de animais em cerimônias religiosas o que na verdade é só um mecanismo de perseguição a esses passos de terreiro porque você não vai impedir que as pessoas comprem peru de Natal mas vai impedir que os terreiros façamos Os cultos E aí com essa desculpa vocês Fran terreiro com essa desculpa você tira deles coisas que eles compraram sem nenhum tipo de 17 mente enquanto não pode ser bater e mais
estrelas pode se abater os grandes conglomerados de carne usar todos então é uma grande hipocrisia que tenta justificar a essa ideia da barbaridade em contraposição à civilidade que é utilizado o tempo todo pra justificar intolerância né você tenta justificar o horror do outro por meio da sua bondade E aí não só você acaba com as características do outro porque você vai levá-los para o negativo ou você é um grande salvador que tem possibilidade de dar a mão estender a mão para essas pessoas têm uma parte sobre a carne que eu acho muito interessante aqui que
diz assim Stereo também é a mente daqueles que se fartam da morte de animais em uma churrascaria e acreditam que o fato de A Carne Está bem temperado e se ele paga adivinha o que que os mesmos consideram impróprio o mundo come carne branca e vermelha desde que o mundo é mundo e não há nada mais terminou nada de criminoso nisso mas quando se reúnem negros outras classes de matizadas animais a história é outra os sentidos são outros e recebeu alimentação Ou seja a morte do animal é transformado em crime mas o clima ideal é
o racismo religioso que querem re-significar negativamente somente na cultura Negra o consumo de carne animal e é exatamente por isso que eu muitos outros vegetarianos populares do Estado de esquerdas somos contra a lei é contra o abate porque na verdade é um mecanismo racista e não mecanismo a favor dos direitos animais ele nunca teve essa essa ideia né esse projeto a princípio depois ele vai apresentar para gente como se dar esse é baixo Então vai falar das passagens eu pessoalmente tenho uma fé eu não sou religiosa não tenho uma região mas eu não acredito que
seja possível a matar um animal se alimentar dele e conseguir que essa medida seja positiva então ele vai falar aqui de como uma parte a diferença é de terreiro isso é uma coisa que seja da Minha Fé Mas eu respeito completamente quem tem essa fé assim com outras pessoas têm Inclusive essa foi a publicação e vamos né que tem a ver com comer as pessoas que morreram na naquela Vila para poder absorver essas energias não é uma coisa que eu acredito mas eu achei bastante interessante conseguir ter um olhar mais de dentro e conseguir entender
as justificativas de dentro do Candomblé e da religiosidade deles para fazer essas cerimônias e ele conclui falando para gente o quanto a própria ideia negra é de terreiro de Exu ela é perigosa para nossa ideia branca e Cristã porque não existe o medo do erro o erro é tão importante quanto a certo não existe a culpa pelo erro uma culpa que eles estão que a gente está tão acostumado né e não existe esse julgamento de escolhas porque a Encruzilhada né que é tem essa relação com eixo ela serve exatamente para você que tá todos os
lados e aí tem essa passagem ficado ler para finalizar esse vídeo que é a seguinte tem O Sagrado o corpo é sagrado a criança sagrado velho sagrado o erro é tão sagrado quanto o acerto a morte é sempre simbólica e é igualmente sagrada para epistemologia preta O Sagrado é um continua portanto tudo é sagrado exceto mau caratismo tudo isso torna o Candomblé demoniza ver wow como Disney clássicos antropologia assista uma religião sem ética frente as instituições que querem regular corpos mentes gozo e afeto e aí é claro não tem toda uma história dos terreiros está
muito ligado a movimentos que são considerados minoritários hoje eu sou transexuais LGBT as mulheres e negros e que muitos sedimenta está sendo dito pelo Sidnei Nogueira então acaba dando ainda mais essa força né é importante dizer que o Sidnei Nogueira não é só um Pensador nele ele é o Babalorixá filho de chegou ele se coloca dessa forma desde o começo e ele não traz a religiosidade a fazerem um debate ele usa da epistemologia de terreiro para nos apresentar essa nova possibilidade de pensamento está tentando ser cerceado pelos brancos que praticam a cintura dessa religiosa é
um livro que eu acho que pode abrir muitas mentes Eu recomendo muitíssimo que vocês Leiam como muitos outros livros dessa coleção mas eu fico por aqui porque não dá para falar muito mais bonito ficou curtinho Só peço que vocês deixem seu like para ajudar na divulgação do vídeo e também se inscreva no canal porque aí na bolinha com meu bolsinho presente na terra é isso mesmo e até a próxima E aí E aí E aí E aí E aí