e as ações Morais humanas estão sempre entre a escolha bem e mal ou seja a gente está sempre julgando aquilo que é bom e aquilo que é ruim mas se o bem é sempre o melhor para a gente escolher tem que a gente acaba escolhendo mal o que é exatamente o mal ele tem origem Qual a origem dele e será que o mal verdadeiramente existe para responder sobre esses questionamentos estrago no vídeo de hoje o filósofo Agostinho de hipona mais conhecido como Santo Agostinho está começando mais um vídeo no meu seu no nosso um belo
dia resolvi pensar esse canal que produz conteúdos filosóficos semanalmente Então já se inscreve aqui ativa o Sininho para receber as notificações Porque toda quarta é toda sexta eu tô postando um vídeo também me segue lá no Instagram@minha feita se lá eu faço outro tipo de conteúdo mas todo dia eu posta sobre filosofia Então vale a pena vocês me seguiram bom então gente hoje eu vou falar sobre Santo Agostinho dos filósofos que mais contribuiu para a filosofia medieval a filosofia agostiniana ela tá totalmente entrelaçada com cristianismo católico tanto pela influência cultural que a igreja tinha ali
no seu tempo quando também pelo fato de que em determinado momento o Agostinho vai se converter ao cristianismo e depois vai se tornar sacerdote se torna sacerdote da igreja de importa então além de um grande filósofo ele também vai ser considerado aí um dos importantes teólogos do cristianismo e eu tô falando isso porque todas essas perguntas que eu fiz no início do vídeo elas vão ser respondidas através dessa Ótica Cristã tendo em vista que para Agostinho a racionalidade filosófica deve estar a serviço da Fé Agostinho mesmo antes da sua conversão de ter se tornado sacerdote
ele já era bastante estudioso de Filosofia e a gente vai perceber no vídeo de hoje a influência que ele recebe de Platão mas não só Platão influencia e a filosofia dele como o neoplatonismo de platina e também as filosofias ali do período helenístico E aí é importante lembrar que na época do Agostinho a filosofia era muito desprezada aí pelos membros da igreja católica era vista como um tipo de conhecimento pagam que não deveria se misturar com a fé então o Agostinho ele já tá fazendo um caminho contra aí trazendo a filosofia Tá poder explicar a
fé como instrumento para que a gente consiga entender melhor a nossa fé de maneira mais fundamentada e aí o texto que nós vamos ver hoje no vídeo é são alguns trechos do livro 2 da obra única de árbitro é nessa obra que Agostinho vai estabelecer a relação entre o livre arbítrio que foi dado por Deus concedido por Deus a nós e a Origem do Mal logicamente ele vai falar sobre a origem do mal em outras obras mas essa obra ele faz essa relação e com o livre arbítrio então a obra o livre arbítrio ela é
escrita em forma de diálogo que já remete bastante os diálogos platónicos né já dá para ver as influências de Platão sobre ele e o diálogo acontece entre o Agostinho e seu amigo evódio e eu enrolei para vocês e do livro dois que começa com uma sala do evódio que diz o seguinte explica-me se for possível o que Deus concedeu ao homem o livre-arbítrio uma vez que com certeza o homem não poderia pecar se não tivesse recebido Então o que o Erivaldo está perguntando é o que Deus fez o homem livre e sabendo que existe a
possibilidade do homem escolheu mal isso significaria uma certa contradição tendo em vista que se Deus é bom e todo poderoso Por que que ele nos permite fazer o mal primeiramente é importantíssimo a gente lembrar que para Agostinho a ação moral é sempre uma ação consciente ou seja se tudo fosse determinado por Deus a gente não teria como dividir ações entre boas e más porque se algo determina ameaçam significa que eu não tive controle sobre isso e por isso seria injusto me julgar por ela e inclusive punir então a liberdade é um bem dado aos homens
por Deus porque só assim os homens poderiam Zé verdadeiramente escolher o bem Supremo que é Deus e aí em uma outra parte do Diálogo ago e de fato não é porque o homem pode usar a vontade Livre Para Pecar que se deve supor que Deus a concedeu para isso há portanto uma razão pela qual Deus deu ao homem esta característica pois sem ela não poderia viver e agir corretamente pois pode-se compreender Então o que ela foi concedida ao homem para esse sim considerando-se que se um homem a usar Para Pecar recaíram sobre ele as punições
Divina horas seria injusto se a vontade livre tivesse sido dada ao homem não apenas parar de corretamente mas também para pegar então o que o Agostinho acabou de falar nesse trecho aqui o livre-arbítrio é um bem que foi dado por Deus para que a gente escolher esse homem mas aí a pergunta continua então por que que nós continuamos a escolher o mal as nossas atitudes Mas elas vão desde coisas muito boa mais a simples quando Por exemplo quando a gente é criança e rouba a borracha do nosso coleguinha na sala de aula até coisas muito
graves e pesadas como assassinato abuso e de outras pessoas e agora é segue comigo aqui a lógica agostiniana e você vai perceber a influência platônica sobre agustín Agostinho vai dizer que muitas vezes a gente se a faixa do bem Supremo de bens eternos porque a gente acaba escolhendo bens passageiros por exemplo o pior que seja a atitude de alguém ela sempre Escolhe um bem então vão pensar no exemplo lado assassinato alguém que chega para matar outra pessoa ela tá buscando a satisfação de um desejo então de certa forma aquilo significa um bem para ela por
mais que ela esteja fazendo mal a outra pessoa por mais que aquele bem para ela seja muito passageiro que você pode gerar uma série de problemas na vida dela mas ainda assim preenche uma satisfação traz algum prazer mesmo que muito momento então assim como em Platão Agostinho vai dizer que tudo aquilo que tá ligado à racionalidade é superior do que aquilo que tá ligado ao corpo e aí ele vai entender que os desejos tudo aquilo que vem do corpo é ilusório e passageiro E toda vida que a gente escolhe é bem seus olhos do corpo
da satisfação dos desejos mas a gente se aproxima do mal e portanto mais a gente se aproxima do pecado e já que a racionalidade é aquilo que nos conecta com vontade de Deus quanto mais a gente utiliza a nossa racionalidade mais próximo dos bens eternos ou seja o bem Supremo que é Deus nós estaremos mas aqui perceba um detalhe mesmo quando a gente aja de forma mar a gente ainda assim agiu porque escolheu um bem ou seja um bem passageiro mais um bem e aí a pergunta que fica é para Agostinho o mal mesmo ele
existe então vamos lá agora mais um trechinho do livro 2 em que Agostinho diz o seguinte de fato não pode haver nenhum realidade que não procede de Deus em todas as coisas que perceberem saber medidas número ordem pode usar atribuí-las sem hesitação a ele e se retiraram de água esses três elementos nada restará mesmo que ainda houvesse um princípio de perfeição a minha medida o número EA ordem e são encontrados sempre que a perfeição Total deveria ser eliminado até mesmo Esse princípio de perfeição ainda que parecesse ser uma matéria a ser trabalhada e aperfeiçoada pelo
artigo que a pretensão totalmente realizado é um bem o seu começo Já é também de certa forma bem o tanto a consequência da eliminação total do bem não consiste em algo próximo do nada mas em nada absoluto todo bem vem de Deus não há nada que possa ter outra origem de onde portanto poderia vir aquele impulso de afastamento e reconhecemos seja fonte do pecado tendo um defeito e todo defeito originando o segundo não ser poderíamos Sem dúvida afirmar que não vem de Deus contudo se este efeito é voluntário está sujeito a nossa vontade se tiveres
receio dele não desejarás e se não quiseres ele não existirá então explicando que esse trecho nos diz ele fala que tudo que vem é perfeito Porque tudo que para vender ele possui número medida e Ordem Esses são os três elementos que Tragam Oxe o determina o princípio da perfeição ou seja tudo vem de Deus e tudo participa desses elementos em maior ou menor grau podemos ser mais perfeito ou menos perfeito Então se o mal é o oposto do bem significa que ele não pode participar desses elementos aí que tu estabelecer a perfeição de acordo com
a perfeição maior que é o sumo bem que é Deus então Agostinho chega à conclusão de que o mal ele é um nada absoluto ele não existe em si mesmo para quem não sabe antes de se tornar Cristão Agostinho participava de uma seita chamada maniqueísmo que acreditava que o bem eo mal era um forças antagônicas que interferiam aí na realidade mas um detalhe do Mônica é isso mas que nenhum dessas forças era suficientemente forte para acabar uma com a outra mas aí dentro da perspectiva Cristã Como acreditar que Deus sendo totalmente onipotente as forças para
acabar com o mal mas ainda como ao pode ter saído de Deus que é o sumo bem a saída lógica e Odontológica de Agostinho foi perceber que o mal não é uma coisa assim não é uma essência uma substância Mas é uma privação o mal Portanto ele é um ausência do bem mas por ser uma ausência do bem ele participa do bem certa forma então o autor do mal é o próprio homem quando ele escolhe se corromper escolhendo em bens passageiros e bens temporários mas é importante lembrar que a natureza humana é boa final a
gente foi criação de Deus e como a gente viu o texto tudo que vem de Deus é bom então homem não é essencialmente Mau Mau de uma escolhe é uma renúncia uma privação uma afastamento de um bem superior e nem o livre arbítrio é tendencioso ao mal tendo em vista que foi Deus que nos deu para que a gente escolhesse de forma consciente também Lembrando que não é porque eu faço um mau uso de uma coisa que a coisa em si e por exemplo não é porque as pessoas fazem mau uso da internet o que
a internet em si mesmo é algo ruim da mesma forma o livre-arbítrio não é porque as pessoas fazem mau uso desse livre arbítrio que o livre-arbítrio e se torna algo mal então esse a gente pode perceber que o Agostinho coloca aqui como fator Central as consciências individuais para que a gente possa de fato tem uma vida ética reta e moralmente boa isso vai influenciar diversos outros filósofos ao longo aí da história da filosofia com isso que Agostinho é um importante filósofo aí para gente sempre retomar E repensar a teoria dele então é isso gente finalizamos
aqui mais um vídeo mais um texto filosófico me deixa aqui nos comentários o que vocês acharam da perspectiva agostiniana Deixa aquele like também para me dar o apoio que nos vemos aí numa próxima tchau tchau