e hoje a gente vai começar a ver a teoria não só acho que ele começa internacional também conhecida como teoria das vantagens comparativas ou modelo de recuperou em samuelson que a gente pode ver pelo título já tá teoria das vantagens comparativas rapaziada na teoria do Ricardo Dos custos comparativos mas têm diferenças importantes derivações conclusões e premissas distintas ainda que esse coração central nos cursos comparativo do Ricardo seja mantido vamos ver então o que que essa teoria a teoria neoclássica do comércio internacional Diferentemente da teoria do Ricardo que é centrada na teoria do valor trabalho né
para determinação dos preços embora posteriormente passa por uma transformação é toma a gente já discutiu a teoria né e vai ser centrada no grupo ação dos fatores de produção para determinação dos preços e dos padrões do comércio internacional essa teoria na verdade ela é neoclássica com seu poder de básica ao retirou em samuelson Na verdade é um conjunto de teoremas que vão sendo aglutina vamos ao longo do tempo especialmente pela publicação do réptil em 1919 Comper efeitos do comércio internacional na distribuição de renda é o o a contribuição do óleo que a na década de
30 e na contribuição samuelson que em 1948 Então é se a teoria do Ricardo é forjado no início do século 19 1817 a teoria neoclássica mais afirmar no modelo Central na primeira as do século 20 vindo do a terra até o período imediatamente após a Segunda Guerra Mundial é é o ponto de partida do Óleo de complementa né o trabalho não mexe é é o modelo vai rasgando de Equilíbrio geral né que determina tanto quantidades e preços relativos e faz essa determinação das quantidades e preços relativos depender de três pontos centrais um especialmente em primazia
à dotação de fatores dois a tecnologia e três as preferências dos consumidores É nesse modelo as regiões de comércio internacional as regiões são consideradas inicialmente altar e depois se pergunta né é o que que acontece quando as regiões altar e se abre para o jeito Comércio tá é a teoria vai estudar de ar no modelo 2 x 2 x 2 O que quer dizer né quer dizer é um modelo ti dois países os dois bens né é e dois fatores de produção tá é o comércio internacional vai ser baseado então na troca de produtos produzidos
relativamente sempre relativamente mais barato em cada região esses produtos são mais mais baratos relativamente cada região são aqueles que requerem relativamente maior quantidade e o fator abundante enterro do mais a professora não sei agora a gente vai ver com mais calma para frente né desdobrar essa afirmação né E o povo Samuel são enfim vai propor um teorema ousado que trata também é principalmente dos efeitos sobre a distribuição de renda sobre salários músculo ao sobre os salários visão da terra do comércio internacional é mas vamos seguir no Então tá Diferentemente da teoria tanto do Ricardo quanto
do Smith todas as teorias discutirão comércio internacional anterior bem a teoria neoclássica ela não arte de diferentes tecnologias e portanto são diferentes tecnologias diferentes produtividade do trabalho né então na prática o que que o shake crítica aqui não é que a gente já viu antes também quando você assume que explosões tecnologias ao redor do mundo são iguais você simplesmente aboliu a diferença desenvolvimento entre os países certo e também não essa teoria também não parte de diferentes níveis salariais para explicar as vantagens de custo relativo à e a teoria neoclássica então a gente do estoque dos
fatores de produção isso é da dotação de fatores para explicar né os padrões comércio internacional certo a tecnologia como eu já coloquei é pressuposto igual entre as diferentes Nações dessa forma o desenvolvimento né acaba sendo igual para todos os países tá o que vai diferenciar os países para determinar seu padrão de especialização é a diferença é diferença nos disponibilidade dos fatores e aqui vai ser a diferença relativa nas disponibilidades dos fatores de produção é a especialização vai ocorrer naqueles bens que são intensivos nos fatores que o país tem abundância relativa serve para a chave aqui
é a votação relativa dos fatores entre o países e dos bens com o uso intensivo relativamente dos atores na produção dos dois descem questão tá já o Samuel só vai trazer o teorema da equalização dos preços de fatores de produção ela falar uma vez que a votação dos fatores aqui anteriormente determina o padrão de comércio é o equilíbrio da balança comercial baseada na dotação relativa de fatores o comércio Então vai entender a atualizar o preço dos fatores de produção não vai ter só a equalização do preço internacional das mercadorias mas vai existir uma equalização dos
salários e uma equalização das taxas de lucro ou da renda na terra nos diferentes países ao redor do mundo só existe apenas um salão mas vamos ver isso um pouco mais de calça e E aí então como eu falei ao conjunto de teoremas que compõem o modelo Rex serão Samuel o teorema de retirou quer dizer simplesmente o que que um país vai exportar o produto que usa de forma intensiva o fator que é relativamente abundantes doméstica frente então se um país é relativamente abundante é em trabalho e tem dois bens um quer intensivo em terra
e o outro tem que seguir trabalho ele vai exportar o bem que intensivo trabalho certo porque ele é relativamente abundante nesse bem é esse é o pedido do teorema retirou o teorema da equalização dos preços dos fatores que é o samuelson se a gente tem também o teorema estou samuelson e o teorema de rypchinski mas a gente vai ver cada um dos teoremas separadamente e antes da gente começar meus teremos é importante a gente vê nos pressupostos Será que o modelo h u se né o modelo neoclássico funcione da onde ele parte né então em
primeiro lugar e a gente já discutiu ele parte das mesmas tecnologias ao redor do mundo né a gente viu o que isso é não apenas é vamos ver e realista como tem o efeito né de Teoricamente escolher por não considerar a discrepância do desenvolvimento econômico entre as nações então uma escolha teórica de novo considerar as desigualdades de desenvolvimento né puxa pressuposto é é a completa mobilidade dos fatores dentro do país e completa imobilidade dos fatores os pés nas fronteiras internacionais né então capital e trabalho são completamente móveis dentro do país só que capital e trabalho
então completamente Imóveis é entre os países né a gente sabe que isso é não é historicamente verdade nem é com temporariamente verdade né a gente já viu e a gente discutiu aquilo que a gente tá falando imobilidade dos fatores migração né de pessoas e de trabalhadores e exportação de Capital então a imobilidade do ao aqui é o que a gente discutir lá atrás sobre a formação do Capital no Ricardo o que acontecia ele partir do suposto de que não existia exportação de capital e aqui é a mesma coisa é ainda mais um período contemporâneo é
que ficou né a funcionar como fecha Mago como globalização ainda que esteja que você vendo agora a gente vê que não sai nenhum sentido parte da imobilidade no capital entre as fronteiras internacionais seja pela globalização produtiva seja pela globalização financeira que seguem curso independentemente da Guerra comercial certo então o terceiro pressuposto é que o livro tira livro e Comércio e não há custo de transação e transporte né a gente vê aqui é que e Diferentemente no Smith que considerava os custos de transporte e portanto que as vantagens dos países poderiam mudar nessa posição concorrencial poderia
mudar dependendo do mercado mas você vir então gerando materil mais completa na verdade aqui é esse elemento do discurso de transportes aparece assim como usar parece que carro né então é a gente aqui tem o mesmo pressuposto as árvores mas não do Smith tá o quarto. É que os países têm diferentes proporções de pato aqui a chave do modelo inteiro é que é a questão não é quanto de trabalhador tem as raízes o quanto de Capital tem em cada país certo a questão é a quantidade de trabalhador para cá e em todos os países né
então é a relação é a proporção que vai definir os padrões começa então ele tá dizendo que os países têm diferentes proporções de fatores então por exemplo se a gente for comparar é Time Brasil capital e trabalho se a gente vai se falando aqui em termos absolutos né a China vai ter mais trabalhadores se vai ter mais capital Então ela seria abundante e tal e abundante trabalho não não é isso vai ter como eu disse mais trabalhador ao que o Brasil nessa comparação de dois países o que importa aqui é a relação capital sobre o
trabalho é isso que tá sendo comparado certo senão o chinês e seriam abundantes Em ambos os fatores Isso não faria sentido para Cruz cuscuz aqui e a gente comparativas baseado na Corporação relativas fator ou na proporção de fatores tá então o que eles tão dizendo é os países sempre não ter proporções diferentes fatores a relação sobre de casal São trabalho de terra sobre trabalho e assim por diante né dá uma dessas tecnologias alguns bens utilizam proporcionalmente mais um fator específico que outros para quaisquer preços relativos dos fatores então independente desse salário tá alto a baixo
né na produção vamos dizer vamos supor uma produção de arroz tá então a gente tem terra e tem trabalho independentemente do salário e da renda da Terra subirem ao descer o que se considera aqui nesse exemplo é que a produção de arroz é sempre um Silva interno independên Ah tá mas eu tô pegando esse exemplo para mostrar que hipótese real né porque por exemplo no Japão a produção de arroz tende a ser intensiva em trabalho e não feita no modelo vamos forro de larga escala né de uso extensivo de terra nesse caso não se aplicaria
isso esse caso que eu falei o arroz poder ser produzido seja com muita Terra pouco trabalho O arroz é produzido por métodos intensivos de produção com trabalhos e só que seria a possibilidade que ele tá falando de reversão da intensidade dos fatores então o arroz poderia ser trabalho intensivo com capital não tem ou Terra intensivo né O que se pressupõe aqui aqui isso não pode ocorrer né da da tecnologia o arroz vai ser sempre Terra intensivo pontos independente da variação Ah tá nunca vai assumir a possibilidade de mudar para ser trabalho intensivo é isso que
ele tá falando um bem então independente do conjunto de preços um bem é sempre intensiva no pastor só tá é o que que eu intensivo né é que usa relativamente mais naquele faltou do que do outro se em comparação com o produto está sendo trocar os consumidores têm mesmo as preferências ao redor do mundo cada país confronto as mesmas curvas de indiferença essa é outra hipótese talvez menos é pior do que a de mesmo a tecnologia mas que possa se realista também né É óbvio que sim a tendência da globalização do capital é o próprio
comércio internacional é tende a homogenizar padronizar ao e os gosto do consumo né Mas isso não vai em termos completo totais atualizado né então por exemplo se a gente pegar é a Índia na Índia não se consome carne de vaca no Brasil se consome muita carne de vaca na China o principal consumo de carne de porco só para eu pegar o setor relevante para gente que a usar secular é da agropecuária então eles vão partir todavia do pressuposto com consumidores têm mesma preferência ao redor do mundo logo cada o país com o confronto as mesmas
coisas diferença né Veja bem se é todos os países têm a mesma tecnologia né E todos têm a mesma coisa de diferença é é só por causa disso é só causa disso que portanto e a votação relativa dos fatores que de ciúme né a tecnologia mesmo a preferência do Consumidor é a mesma logo só sobrou para anotação dos fatores de terminar é a estrutura de preços relativos a determinar o padrão comércio em todos os países experimentam um plano emprego eu não preciso me alongar em como isso é absurdo é oito concorrência perfeita equalização dos preços
internacionais da mercadoria então estão falando que cada mercadoria e vamos por um arroz só vai ter um preço em qualquer mercado do mundo é oferece internacional tá eles parte aqui da hipótese da concorrência perfeita que eu vou chamar a atenção é diferente da concorrência dos autores clássicos certo em Smith Ricardo a principalmente Smith em Marcos né quando você entende o Ricardo essa menina verdade Os Clássicos e Marcos São falando em concorrência eles estão falando em livre concorrência nos quer dizer o que se a livre mobilidade do capital e do trabalho né para especial e não
para sair e entrar qualquer setor não né Essa livre concorrência que faz com que a taxa de lucro geral se forma a gente conseguiu isso né então estão pelo livre concorrência EA única condição para isso é a livre entrada e saída de capitais mercado Essa é a única restrição para definir o que calibre como fica concorrência para os clássicos né então duas neoclássicos já falam concorrência a Então essa livre concorrência que falam dos clássicos um cheiro que chama de concorrência real mas aqui nos neoclássicos eles chamam de queijo concorrência perfeita e concorrência perfeita já é
já vai bem distante do que que é a concorrência dos clássicos né então pressupõe-se que o mercado é a convidado que nem um produtor consegue definir o preço é um que tom desse a produção sapo Veres águas e portanto ninguém consegue influenciar o preço é né unilateralmente consegue definir só tomadores de preço certos já concorrência né coisa com Smith o Max você vai ter uma uma introdução principalmente mais de uma nova tecnologia do inovação Isso vai tornar sua mercadoria mais barata e portanto o produtor com mercadoria mais barata consegue passar o seu preço para ganhar
mercado Então você tá forma cada perguntou que eu fui no seu preço não é assim não todo mundo é só uma dor de preço né é o mercado tem números correntes e atualizados né gente sabe também que as estruturas de mercado não né não tendem é contemporaneamente é isso todo o processo de monopolização o redor escala constantes isso é sempre para mesma proporção de fatores tá então óculos eu aumentar capital e trabalho na mesma proporção os contornos de escala vai ser constante para o outro ponto problemático é depois a produção está submetida até crescente produtividade
O Retorno é marginal isso é sempre que o aumento só um fator irmã tem um outro constante na produção do bem né decreto a produtividade você tem um retorno Marginal isso implica com os países não vão se especializar completamente Então os produtos arroz camiseta nesse modelo 2 por 2 a produção doméstica não vai ser inteira de um país camiseta e do outro arroz que nem era o nosso lá tecido e vim né o país Ele vai ser lá insuportável tem um portal do tecido a surpresa produção doméstica ele tem alguma produção de tecido para suprir
sua demanda doméstica importa uma quantidade maior e o país que importa o vinho né vai ter alguma produção de vinho doméstica também limpando essa esse ponto. 10 é especialmente importante para o teorema do samuelson da equalização dos preços dos fatores de produção o e finalmente o último. Aqui os fatores são qualitativamente iguais dos países né então é a gente já veio aqui que são uma série de restrições uma série de axiomas uma série de pressupostos irreais né em que estão na base dessa teoria né então vamos ver partindo disso como com essa teoria se comporta
e como ela explica o comércio internacional