é muito bem vamos finalmente enfrentar a interpretação histórico-social a Dilma narrativa do dilúvio e eu já gravei três vídeos na série da primeira questões Gerais e dos dois segundos vídeos no segundo e no terceiro eu separei as duas narrativas O Dilúvio comentando as evidências indiscutíveis da duplicação da narrativa são duas narrativas coladas numa só costuradas de modo relacional porque eu pretendo fazer aqui agora é a ler o final de uma das narrativas apenas da primeira depois darei da segunda o e apresentar para você a interpretação histórico-social dessa narrativa e até onde eu posso controlar informação
será um exercício muito diferente do que você está acostumado a ver e a Interpretação será absolutamente diferente provavelmente do tudo que você já viu oi e ela não pretende qualquer mistério ou segredo de qualquer natureza Sobrenatural ou de qualquer segredo de rabinos ou de Pastores ou de qualquer coisa que seja é uma interpretação baseada em pressupostos com o perfume da narrativa e deixe nos comentários o vídeo para você a expressar a sua opinião sobre o exercício que você observar aqui e depois desse exercício Nós faremos com a segunda narrativa Então vamos lá é bem retorno
ao princípio e a despeito de que o objetivo desse vídeo é comentar com vocês pura você fazer a exegese do epílogo logo da narrativa que na sua tela está em vermelho que expressa a referência divindade com o nome ele no reino é uma narrativa você só Compreende onde ela quer chegar a não ser que ela seja uma narrativa escrita em quiasmo para isso você assista por favor vídeo sobre o prólogo de João a Live número 2 a baixar uma narrativa clássica com começo meio e fim você só compreende a narrativa de fato no epílogo da
noite e isso é universal a todos os filmes todas as peças de teatro todos os romances todas as histórias você só a compreende no seu final é o filme que mais me chamou atenção nesse sentido e que me capturou e eu só compreendi o que estava acontecendo durante todo o filme na última cena praticamente pois o sexto sentido e em que o Bruce Willis você descobre do que se tratava o filme inteiro naquela cena dele conversando com o menino os textos bíblicos são assim também as narrativas baseadas numa história e elas expõe o significado que
elas têm no final da história bom então não adianta você ler até 45 já narrativa e não lê o o último quinto é como seja um feriado seja um filme em que você interrompe cima de uma hora e meia você para de assistir com uma hora e 20 os dez minutos que você perder farão com que você não entenda a uma hora e 20 que você assistiu mas como no caso da narrativa do dilúvio o epílogo Está anunciado já e no prólogo e o prólogo eo epílogo estão inter-relacionados rhetorica mente para eu ler para você
e explicar para você o epílogo e o sentido geral da narrativa do dilúvio que usa elorrim como o nome da divindade eu vou ler de novo o comecinho o pequeno trecho e depois vamos para o texto especificamente do epílogo tão lido o começo da narrativa e o epílogo eu passarei a explicar para você o sentido dessa Naty bom então vamos lá em vermelho na sua tela Noé um homem justo perfeito era nas gerações dele com o Elohim andava Noé grande essa frases e essa frase fundamental a narrativa não foi escrita para dizer isso e vai
lá narrativa se repousa nessa declaração Noé um homem justo perfeito era na gerações dele com o Elohim andava ele e corromper os a terra diante do Elohim e encheu-se a terra de violência é viu elorrim a terra e eles corrompida Por que destruirá toda carne o caminho dela sobre a terra não é justo mas a terra está corrompida e eu disse elorrim a Noé o fim de toda a carne veio diante de mim porque está cheia a terra de violência por causa deles e Esme eu destruo eles ou a terra eles os homens as mulheres
as crianças os velhos da terra essa 17 em vermelho e eu ex me faz subir o dilúvio águas sobre a terra para destruir toda a carne que nela a folha é muita vida de debaixo dos seus tudo que há na terra perecerá e eu estabelecerei a aliança de mim contigo e entra laje na arca tu e eu estou os filhos a tua mulher e as mulheres dos seus filhos aqui está a chave para entender a narrativa e lojista digamos assim do dilúvio o estabelecimento da aliança e uma declaração importante entrarás na arca e preste atenção
porque na narrativa de ele o remo a Noé entra na arca sem construir lá tenha isso em mente a narrativa de elorrim não é não constrói Arca e entra na arca e vamos ver como se comporta o final da narrativa ele sai da arca vamos dar uma olhada vamos lá no final ao epílogo da narrativa de heroísmo e ele falou elorrim a Noé para dizer sai da arca ele faz a arca ele não constrói ar ele entra na arca e ele sai da arca e sai da Catho e a mulher de ti e os filhos
de ti e as mulheres dos filhos de ti contigo toda a Fera que está contigo de toda a carne de ave de animal de todo o réptil que rasteja sobre a Terra parar de sair contigo e eles fervilham na terra frutificaram e cresceram sobre a terra e saiu Noé e os filhos dele e as mulheres dele e as mulheres dos filhos dele com ele toda a Fera todo o réptil e toda a vi tudo que rasteja sobre a terra a segunda as espécies deles saíram da arca o e abençoou elorrim Noé e os filhos dele
disse para eles fortificar e crescer e enchei a terra e o temor de voz e o terror de voz estará sobre toda a Fera da terra e sobre toda a ave dos céus e em tudo que rastejam solo e em todos os peixes do mar na mão de voz foram dados todo réptil que a vivente para voz servirá de alimento como a erva verde eu dei para voz tudo é tão frutificai e crescer servir aí na terra e crescerem nela e disse elorrim Paranoá e para os filhos dele com ele para dizer e eu ex
e estabeleço Aliança de mim convosco interrompa a leitura e darei a você uma instrução a cada vez que eu leio aqui a palavra aliança inclusive com a leitura que eu vou refazer você conte Quantas vezes a palavra aliança será usada Tá bem então eu olhei de novo e eu ex me estabeleço aliança de mim convosco e com a semente de voz depois de voz e com toda a garganta de dente que está com Bosco da árvore do animal e de toda a Fera da terra convosco de todos os que saem da arca de toda a
Fera da terra e eu estabelecerei aliança duas de mim convosco e não será cortada toda carne de novo pelas águas do dilúvio e não servirá de novo o dilúvio para destruir a terra e disse elorrim Este é o sinal da Aliança que eu ponho entre mim e entre vós e entre toda a garganta vivente de estar convosco pelas gerações para sempre o arco de mim a pequena nuvem e servirá de sinal da aliança entre mim e entrar terra e será pela no viário de mim uma nuvem sobre a terra e aparecerá o arco na nuvem
e eu me lembrarei da Aliança de mim que está entre mim e entre vós e entre toda a garganta vivente de toda a carne e não serviram de novo as águas do dilúvio para destruir toda a carne e estará o arco na nuvem e aparecer a palavra lembrar aliança para sempre entrei no rim e entre toda garganta vivente de toda a carne sobre a terra e disse o Rio e paranoia Este é o sinal da Aliança que estabelecia entre mim e entre toda a carne que está sobre a terra em 7 vezes a palavra aliança
é mencionada no verso no início da narrativa e não é declarado justo pelo Reino de se destruir toda a terra de Judá todos os judeus Bom dia então anuncie aqui com o nó é preservado na arca arca que ele não constrói mas na qual ele entra elorrim então estabelecer a com ele uma aliança quando eu terminar do dilúvio ele deixar a a e vamos agora discutir o significado disso vamos lá muito bem antes da explicação da narrativa do dilúvio Oi hoje de verdade é chamada de elorrim duas observações importantes o arco-íris e o arco-íris é
o que a gente chama de marcador e nesse caso um marcador objetivo E todas as vezes que alguém olhar para o arco-íris se lembrará da história do dilúvio e essa instrumentalização sequer a ideia do redator do texto e lojista até essa ideia ele aprendeu no mito de atrasos bonito já tá rádios é o mito babilônico do dilúvio um dos dois porque o outro muito mais antigo do que a Babilônia então nós devemos dizer mesopotâmico é o mito de atraso no mito de atrahasis os deuses criaram de cabeças pretas essa informação é boa É boa porque
o cabeça preta é o babilônico e não mito da criação babilônico está dito que os deuses criaram os cabeças pretas ou seja o meu tenho insistentemente falado o e categoricamente sido desprezado na minha fala os deuses criadores criam única e exclusivamente os seus respectivos povos não existe criação do universo na cosmogonia antiga muito menos na Bíblia é criação apenas do mundo do Deus e mais nada Inclusive a narrativa do dilúvio porque quem vai morrer na narrativa do dilúvio são os cabeças pretas e é muito bem então os deuses criaram os cabeças pretas segundo a narrativa
de atrase porque eles estavam cansados de trabalhar e decidiram criar os cabeças pretas ou seja babilônicos para que os babilônicos trabalhassem para os dedos a ideia deu certo os deuses então agora poderiam descansar e dormir enquanto os cabeças pretas trabalhavam Mas eles começaram a fazer muito barulho Porque batendo com os martelos com os instrumentos de trabalho na pedra isso suavão os ouvidos dos Deuses e não conseguiram dormir sem dormir que ficaram de mal humor e decidiram matar dor de cabeça as pretas é um dos deuses fica muito tomado de compaixão dos cabeças pretas corre até
o herói WhatsApp xin e fala para ele que os deuses planejam matar todo mundo vão usar uma mandinga uma macumba um Kame Kame ra uma magia Mas ele conhece uma contra magia ensina a conta magia porque da peixinho o WhatsApp sim faz a conta magia quando os deuses mandou magia para matar todo mundo da chabu e os deuses tem com desconfiados tem alguma coisa errada acontecendo a segunda vez isso acontece terceira vez isso acontece até sexta vezes acontece aquece até que depois de seis tentativas dos Deuses e seis contra magias do ônibus na piscina ele
então a ouvir do Deus que eu ajudava que os deuses perceberam que alguém estava dando as informações para alguém entre os cabeças pretas e eles iam mandar o Kame Kame ra do Kame Kame ra e esse Kame Kame errado o caminho caminhar ele não tinha uma conta a mandinga para ela então que eu te deixei arrumasse as malas Ele trouxe numa arca e a parte de fora bom então a família de outro na piscina salva mas todos os cabeças pretas morrem bom então para mim a cena mais bonita e comovente de toda mitologia planetária que
eu já tenho lido que sucede de manhã cedo a deusa estar vestida com seu vestido de princesa e Deusa e com o seu Diadema colorido o arco-íris é o dia dela de estar vai caminhando pela praia o e de repente lá ver todos os seus filhos mortos e ela descobre então que os deuses haviam matado os seus filhinhos e ela começa a chorar chorar e chorar a morte dos seus filhinhos eu acho lindo demais a cena lembra Inclusive a tradição da compaixão de Maria não lembra hein fala aí é Poisé ou seja todas as vezes
que um babilônico via um arco-íris o Rio arco-íris está associado a chuva eles interpretavam lembrando a história do dilúvio não da maldade dos Deuses mas da compaixão e da tristeza da deusa aí olhava um pacu íris e diziam é estar chorando os seus filhinhos muito lindo lindo demais O Judeu aprendeu essa mitologia enquanto esteve no cativei e serve para absolutamente nada porque não a tradição alguma do dilúvio lá em Israel e em Jerusalém não há nenhum vestígio na Bíblia sobre uma tradição preze Lica do dilúvio de criação a de dilúvio não E então a vida
segue Não há razão para se escrever uma história do dilúvio quem acha até hoje em Século 21 que a narrativa do dilúvio é literatura a informar as pessoas sobre a tradição de um povo cresce criatura cresce para de projetar as questões da sua cultura da cultura de 2.500 anos atrás faz um pouco mais de esforço desce do seu salto e vai para o mundo dos caras aprendi com os caras para que serve as coisas que os caras fazem e não Project nos caras as suas coisas ao mesmo tempo que critica a igreja fundamentalista que projeta
dos caras as suas coisas academia Projeto EA igreja projeto e o texto fica soterrado esperando que alguém ajude ele a elegir do dilúvio é muito bem nada aconteceria se nada tivesse acontecido mas o pessoal que foi para o cativeiro da Babilônia a elite a classe dominante de Judá o burro bençãos da história Ciro o persa é tratado na Bíblia como Messias Jesus não é tratado na Bíblia como Messias você tem que inventar umas alegoria muito mal feitas para poder enviar Jesus vai dizer que ela é nesse mas Ciro está na Bíblia chamada como nesses eu
acho que a igreja deveria tratar filho como Messias e fazer um culto a ele que a bíblia essa assim chama Ciro de ver se tiro o Messias o liberta a elite Judaica a classe dominante do cativeiro eles estavam tão bem lá na Babilônia que lascaram há duas décadas eles permanecerão lá até que no final do século 16 por volta de 521 declarado descendente da coroa Zorobabel e toda a sua Trupe de Adam os seus funcionários vão comprar casa e quando eles voltam para casa se instalará um conflito o conflito o povo que permaneceu na terra
o povo da terra como Jeremias o chama e vai receber com muito mais vontade à antiga Elite que fizeram da vida dos seus avós o inferno então vai haver conflito e conflito físico vai haver enfrentamento físico enfrentamento militar Bom dia Vitória será do grupo que retorna obviamente porque com eles estão os poderes militares da da peste então o que que vai acontecer o tô indo debelado a população por meio da força precisa agora a ngola esse é o nome técnico que se dá ao grupo que foi para o cativeiro a Goulart você daqueles que foram
para o cativeiro que é elite a classe dominante vão enfrentar agora a crítica retórica do povo já quebrou um corpo agora precisa quebrar a mente e onde está o conflito e o conflito pode ser desenhado por exemplo não apenas Vasco por exemplo a partir de um texto de Zacarias por exemplo onde Josuel Sumo Sacerdote ou seja vai estamos num segundo momento o que para o sumo sacerdote está sob ataque significa que o sacerdote já tomou o poder Então sacarias não é um bom texto para tratar de Zorobabel mas apenas para ilustração a população ali representado
por um adversário está dizendo que Zorobabel não tem competência religiosa porque ele está indo e isso é uma linguagem só ser O tal no campo do Puro do impuro para traduzir a pretensão da população de se eximir da autoridade do sacerdote porque ele foi para o cativeiro que ele foi para o cativeiro que ele foi castigado E se ele foi castigado é porque ele estava errado desde o início ele é pecador ele infligiu e a vontade diga e até o castigou então ele não volte agora querendo dar ordem na gente os homens projetar isso para
Zorobabel é o mesmo princípio a população rejeita a autoridade de Zorobabel depois de 70 anos sem autoridade de um superior com uma ligação que não pode ser contornada você está vindo da Babilônia não está Estou Você está vindo da Babilônia porque você foi para Babilônia não foi você foi para Babilônia Por que você foi deportado pelos babilônicos para Babilônia não foi foi você foi de voltado para Babilônia Por que os babilônios destruíram Jerusalém não foi foi e você sabe que Jerusalém foi destruída por yaveh e o que ele castigou vocês logo Vocês são homens e
mulheres castigados marcados com a rejeição de yavé e como vocês pretendem Agora querer dar ordem na terra de onde vocês foram tirados eu já disse que eles vão vencer essa disputa a bala é mas qualquer um que compreende os 10 por cento das questões políticas ao menos sabe que controlar um povo a bala não é suficiente você precisa controlar o Imaginário desse povo a vontade deste pouco a consciência de si os valores desse povo por isso a consciência da classe dominada sempre será a consciência da classe dominante para isso serve em todos os sistemas de
Educação de uma sociedade de classes todos e da Universidade a religião e numa sociedade de classes todos os sistemas estão a serviço da classe dominante todos Oi E para isso servirá em todos os momentos em todos os lugares os tentáculos estatais da classe dominante e de modo que a classe dominante terá que contornar este argumento o que está arrumando tu é é inegável toda a série de elementos no raciocínio estão correctos eles estão voltando qualquer foram foram porque foram deportados foram deportados para a Babilónia e Jerusalém Babilônia a Jerusalém porque a velha chegou o dia
dos além logo quem foi para Babilônia foi castigado e como vencer esse argumento Ah pois bem antes de a gente ir dizer com todas as letras Como ver se ele se argumento precisamos lembrar como funciona a cabeça desse povo é o povo do oriente próximo os Libaneses e sírios os mesopotâmicos dos egípcios os melhores e maiores Comerciantes do planeta porque eles são tão bons Comerciantes por um traço cultural deles é a melhor narrativa para gente compreender o traço cultural deles é a passagem de Jesus com a mulher Siro Fenícia a Jesus sair de Judá vai
até a Fenícia lá ele entra numa casa e quando ele está comendo uma mulher siro-fenícia se aproxima dele e pede um milagre Ele olha para ela e diz o mulher eu sou judeu se você não é judia e eu tenho pão mas o pão que eu tenho é para o judeu e não para os cães e essa fala é uma fala pesada Esse é o pronunciamento do exclusivismo EA xenofobia clássica do desenvolvimento do Judaísmo do segundo templo e essa mulher não é uma mulher próximo oriental ela não é o moço se dental se ela fosse
uma mulher ocidental ela xingaria a mãe a avó a bisavó todas as mulheres da família de Jesus mas ela oriental EA cabeça de uma orientar o próximo oriental funciona assim OK eu preciso da cura quem me da cura é aquele homem eu pedi a cura ele ele me levou o argumento que ele usa para me ligar e eu não terei a cura enquanto este argumento estiverem ligou é que o pão pertence aos filhos ou seja aos judeus e eu não sou judia eu sou uma siro-fenícia logo sou uma cadela OK posso viver com isso porque
eu não vim para que as pessoas me digam que eu sou bonita hoje eu vim para ter o que eu quero são filetada Tá mas não direi alfinetada em que almofada e a mulher então diz como eu posso ser cadela e ao mesmo tempo ter a cura que eu quero porque não adianta nada eu dizer a dela e a sua mãe e eu sair daqui sem a minha cura então eu direi sou cadela mas como sendo cadela eu consigo a minha cura aquela reflete já sei a cadela está sobre a mesa os filhos comem mas
quando cai ante migalhas a cadela come porque eu só quero a cura de minha filha e ela disse para Jesus Jesus eu aceito o seu argumento eu sou uma cadela ele tava está resolvido ela não está resolvido pronto ele já sabe que perdeu Ele olha para ela e só espera o jeb e os cães comem das migalhas que caem da mesa ele perdeu o que significa isso significa que nesse trato retórico próximo oriental o que você disser será usado contra você para vencer você bom então o que é que Zorobabel escuta do povo da terra
vocês foram enxotados daqui vocês foram castigados por e até por isso vocês foram para Babilônia E agora vocês estão voltando como se nada tivesse acontecido mas vocês saíram daqui enxotado já pontapés por dia velha e agora olha para eles sorrir e ele já sabem que lavei uma resposta que eles não vão poder contornar e é aqui que eu digo a vocês por isso eles usaram a narrativa do dilúvio a única função única não tem outra é só essa razão pela qual a ngola usou a narrativa do dilúvio é porque a estrutura discursiva eu cai como
uma luva sobre a situação da Gula que a seguinte a narrativa do Filho Pródigo quem está errado e o filho que sai de casa e quando uma menina engravida e o pai expulsa de casa para todos quem está errada a filha porque saiu de casa e quando uma mulher é traída mas aí ela sai de casa de quem é a culpa segundo os olhos de todos ela porque a bundle lá você já em todas as narrativas normais da vida tem saia ocupado e nós temos ali alguém que saiu logo é ocupado não se ele usar
como leitura desta situação a estrutura discursiva do dilúvio E qual é quem sai é o justo é quem faz não é o pecador quem sai não é o culpado quem fala é quem ficou Ah entendi porque eles usaram a narrativa do dilúvio é porque a ngola que foi para Babilônia saiu e pelas leituras normais ela então errada porque ela saiu da terra dela logo só pode ser castigo na narrativa do dilúvio o herói sai da sua terra é mas não é castigo pelo contrário é para preservação Então quando você começar a ler a narrativa do
dilúvio e vamos ver de novo Noé um homem justo perfeito era na gerações dele com ele o rim andava e o que maravilha de narrativa castigados nós não nós não somos castigados claro que foram castigadas vocês foram expulsos aqui não nós eram justos e perfeitos e andávamos com Deus mas se vocês vieram juntos perfeitos e andavam com Deus como Deus os vestiu todo aqui ele não nos soltou eles nos tirou para nos preservar da decisão que ele tinha tomado destruir Esta terra porque essa terra estava corrompida mas nós éramos justo bom então nós fomos levados
para a arca a Babilónia é a Arca Oi e a velha destruiu a terra nesse caso eu rir destruiu a terra corrompida ou seja vocês são os pecadores não nós a e agora que toda a terra foi destruída eles nos traz de volta para reconstruí-la e por isso eles usaram uma narrativa do dilúvio Ainda não sabemos porque narrativa foi escrita sabemos agora porque eles usaram a narrativa e Por que ocorre com Noé exatamente o que ocorreu ou agola Zorobabel Zorobabel é a narrativa do dilúvio é uma narrativa mítico literária assista ao vídeo de narrativas mítico
literárias da narrativa de elorrim Noé e Zorobabel a Babilónia EA arca por isso a arca não é construída a arca já está lá é Babilônia e ir para entrar na arca é isso para Babilônia sair da arca é voltar para a Terra é mas agora a gente deve fazer a seguinte pergunta então porque a narrativa foi escrita para celebrar a aliança a aliança da divindade com os olhos Babel que agora passa a ser o Regente da criação Zorobabel ser aquele que dominar a a criação e essa é a interpretação que eu faço da narrativa do
dilúvio a da primeira e ela não foi feita para contar uma historinha do dilúvio isso não significa nada diante gritar é militar Anitta mito é óbvio é óbvio que é mito das Por que que alguém está usando o mito do dilúvio se essa história nem circulava em Jerusalém porque a estrutura discursiva cai como uma luva perfeitamente na situação de Zorobabel e no contexto de uma disputa sobre identidade e culpa entre quem retornava da Babilônia e o povo da terra o povo da terra se considera os junto e considerado o pessoal da Babilônia O errado quando
o pessoal da Babilônia volta eles Arrocha tão isso ao pessoal da Babilônia e o pessoal da Babilônia inverte a leitura usando o mito do dilúvio não quem ficou é que é o errado e por isso foi destruído e nós fomos tirados daqui para a nossa preservação Por que éramos juntos perfeitos e andavam mas com Deus e mais quando eles nos tirou daqui para destruir isto ele avisou a nós quando tudo isso acabar celebrarei uma aliança com Olá tudo isso acabou estamos aqui e a ver celebrar a sua aliança conosco nós somos os donos dessa terra
a criação é Nossa Zorobabel construirá o Templo de Jerusalém escrever a Gênesis 1 e assim como ele é Noé ele é o arame de Genilson mais sobre o a grande Gênesis 1 discutiremos na série A Bíblia toda verso a verso bom então o que você acha isso está publicado essa interpretação que aqui eu estou apresentando oralmente está publicado com é o mesmo nível de detalhe digamos assim mais um registro repare com acadêmico né a indicação está indo nas informações do vídeo reflita pense me deu o seu parecer e você acha não me interessa se a
minha interpretação é diferente da que você conhece não quero saber eu quero saber é se o procedimento operacional a considerar que a função da narrativa do dilúvio é espelhar não o mundo das narrativas Eu já falei para vocês 800 vezes que quando você tiver lendo narrativo você não vai para o mundo das personagens você vai para o mundo do escritor bom então aliança da narrativa não está sendo feita com Noé a narrativa da aliança está sendo aliança da narrativa está sendo feita com o escritor do texto Zorobabel e eu procedo assim todas as leituras que
eu faço todas as leituras a informação de que você dispõe da narrativa É sobre o mundo do escritor não sobre as personagens têm acha que vai aprender sobre história de Noé O Dilúvio esquece tá tudo errado seja na academia seja na igreja tá tudo errado você tem informações a partir da narrativa tudo que ocorre no momento em que a narrativa está sendo escrito e narrativas desse tipo em que a narrativa espelho da situação histórica espelho e a circunstância histórica é projetada no passado encenada a sua resolução no passado e retorna para o presente como uma
determinação divina Bom dia velho está dizendo que quem foi para Babilônia é justo é puro e é bom e quem ficou na terra é o errado na história o sentido para você e eu gosto problematizo terminou de fazer a interpretação e Olha como ficou minha sobrancelha eu já me pergunto estou lendo direito e é perfeito a interpretação que eu faço é perfeita você não vai encontrar curto-circuito dentro dela é mas ela Corresponde à realidade será era para isso mesmo que é narrativa foi feito e eu encontro evidência no texto para isso o ou a narrativa
do dilúvio a historinha do dilúvio como Branca de Neve como pessoal gosta de dizer da Anitta Anitta contos e lendas dos Irmãos Grimm o Hans Christian Andersen Fábulas de Esopo a literatura construída no enfrentamento político verdadeiro entre as comunidades no jogo da luta de classes sempre uma classe dominante esmagando uma classe dominada ou uma classe dominada tentando se defender de uma classe dominante em qualquer nível o edifício social do estamento Social como peru e me de sua impressão convite gostaria de saber aguarde agora e a Interpretação da narrativa de haver Essa é pesada e essa
é muito muito violenta e até lá e tchau tchau