Você sabia que existem duas medicações que quando utilizadas juntas podem mudar completamente o tratamento da disfunção erétil? Pois é, pessoal, essa combinação vem chamando a atenção de médicos do mundo todo. E não é à toa.
Ela tem mudado a vida de muitos homens que não respondiam bem ao tratamento tradicional da disfunção erétil. Eu sou Samira Posses, urologista aqui em São Paulo. Atendo a mulheres e homens.
Para mais informações, vocês podem acessar um link na descrição desse vídeo ou um QR code ao lado na tela a respeito de consultas presenciais ou online. E já fica comigo até o final desse vídeo que eu vou te contar que dupla é essa que revolucionou o tratamento da disfunção herente? Será que é segura?
Será que realmente funciona? Ou é só mais uma promessa vendida na internet? [música] Você sabia que muitos homens que não respondem a tadalafila, na verdade tem testosterona baixa?
E que em muitos casos corrigir o hormônio pode transformar o resultado do tratamento? É isso mesmo, pessoal. A ereção, como a gente sabe, não depende só do sangue.
Ela depende da testosterona, da circulação e do cérebro, tudo funcionando em perfeita harmonia. E quando qualquer um desses pilares falha, a resposta ao tratamento também cai junto. Vamos entender o que acontece dentro do corpo.
A tadalafila, pessoal, é um inibidor da fósfadiesterase 5, que é uma enzima que quebra o GMP cíclico, que é uma molécula que relaxa os vasos sanguíneos e permite a entrada de sangue no pênis. Ou seja, é ela que ajuda o sangue a fluir e a sustentar uma ereção. Mas quem dá o start, o início nesse processo, é a testosterona.
Ela que estimula a produção do óxido nítrico, o mensageiro químico que inicia todo o mecanismo e a cascata da ereção. Sem a testosterona suficiente, o corpo produz pouco óxido nítrico e o GMP cíclico não é ativado como deveria. E o resultado é que a tadalafila pode até estar lá, mas não tem combustível para funcionar.
E é por isso que muitos homens relatam: "Doutora, a tada lafila funcionava antes, mas agora parece que não faz mais efeito nenhum". Em muitos desses casos, o problema não está no remédio, mas sim num desequilíbrio hormonal que precisa ser investigado. Um estudo clássico publicado numa revista internacional de disfunção erétil em 2010 avaliou exatamente isso.
Eles estudaram homens com testosterona baixa que não respondiam bem a tadalafila. E o resultado foi claro, pessoal. A adição de testosterona ao tratamento trouxe uma melhora significativa da função erétil, principalmente em homens com testosterona realmente muito baixa, aqueles em nível de hipogonadismo, de insuficiência testicular.
Mas então, como essa combinação de testosterona com tadalafila pode atuar? Pessoal, enquanto a tadalafila melhora o fluxo de sangue, a testosterona trabalha na disposição, na libido, na energia, na sensibilidade e até no humor do paciente. Portanto, é uma dupla de ação complementar.
E como já sabemos e vimos em outros vídeos, quando usada na dose certa, principalmente com a tadalafila diária de 5 mg, essa associação melhora não só a ereção, mas também a saúde da sua próstata, seu fluxo urinário e a sua saúde vascular. Ou seja, é um ciclo positivo de melhora global, desde que bem indicado pelo seu médico e com acompanhamento regular. Uma metaanálise realizada em 2019 numa revista de andrologia analisou oito estudos e mais de 900 pacientes.
A conclusão foi contundente. Homens tratados com testosterona mais inibidor de fósforodiesterase 5 tiveram melhor função erétil do que aqueles tratados usando apenas os inibidores da fófodiesterase 5. O ganho médio na função sexual foi significamente estatístico e o benefício foi maior justamente nos pacientes que tinha uma testosterona muito mais baixa.
Mas atenção pessoal, é necessário um cuidado pessoal. Como sempre frisamos aqui, essa combinação não funciona para todos os pacientes. Usar testosterona sem necessidade é muito perigoso e pode causar quadros como infertilidade, aumento do hematócrito, eventos cardiovasculares como infarto, AVC e até trombose venosa profunda.
Por isso, o primeiro passo é a avaliação metabólica inicial dos ar testosterona total, livre, LH, FSH, prolactina, estradiol, função hepática, colesterol, hemograma, glicemia, enfim, todos os exames para uma avaliação completa do paciente. somente diante do diagnóstico de hipogonadismo clínico e laboratorial, ou seja, deficiência laboratorial com sintomas clínicos de deficiência de testosterona, o médico está apto a prescrever pro seu paciente essa terapia combinada de testosterona e tadalafila com segurança. A tendência hoje é que a medicina não olhe só para os sintomas, mas sim pro homem como um todo.
Hormônios, sono, circulação, alimentação, saúde mental, tudo isso está interligado. Quando equilibramos todos esses fatores, é lógico que os resultados tendem a aparecer de forma melhor. A tadalafil e a testosterona, pessoal, quando usadas com indicação correta, acompanhamento e bom senso, elas podem sim restaurar não só a sua ereção, mas também a sua energia, disposição e vitalidade.
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