Olá, remanescente. Bem-vindo a mais uma aula da nossa escola. Há um tempo atrás, nós tivemos uma aula sobre defraudação emocional.
Vocês lembram sobre isso? sobre gerar expectativa nas outras pessoas que nós não temos a intenção de cumprir. Pois bem, hoje a aula será sobre autodefraudação emocional quando nós fazemos esse processo conosco mesmo.
Bom, para começar vamos definir o que é autodefraudação emocional. Eu vou ler com vocês e vocês podem anotar enquanto isso. Lembrem do caderninho, ele é extremamente importante.
A autodefraudação emocional é quando nos enganamos internamente, gerando expectativas e sentimentos em nosso coração que não são respaldados pela verdade de Deus e que acabam nos levando a viver uma realidade que Deus não confirmou. Essa autodefraudação pode surgir de conversas, imaginações, desejos ou interpretações emocionais que não tem respaldo bíblico nem direção espiritual real. Olha só, eu vou ler mais uma vez com vocês.
Autodefraudação emocional é quando nos enganamos internamente, gerando expectativas e sentimentos em nosso coração que não são respaldados pela verdade de Deus e que acabam nos levando a viver uma realidade que Deus não confirmou. Essa autodefraudação pode surgir de conversas, imaginações, desejos ou interpretações emocionais que não tem respaldo bíblico, nem direção espiritual real. É muito importante a gente dizer que é diferente simplesmente sentir a atração ou gostar de alguém.
São coisas bem diferentes. A autodefraudação emocional é criar uma narrativa emocional interna que te convence de algo que Deus não disse e que não está no propósito de Deus para sua vida. Saindo da introdução, indo pro tópico dois, nós vamos falar sobre os fundamentos bíblicos da autodefraudação emocional.
Bom, gente, a defraudação emocional, mesmo quando ela ainda é só interna como a autodefraudação, ela já produz esperanças falsas, gerando um sofrimento inútil. A palavra nos diz para nós guardarmos o nosso coração, porque dele procedem as fontes de vida. Quando nós alimentamos esperanças não confirmadas por Deus, nós nos tornamos autores da nossa própria ilusão emocional.
Isso fere o nosso espírito, isso nos afasta de Deus. Em Cantares tem uma passagem que diz que não devemos despertar o amor até que ele queira. Isto mostra que gerar amor prematuramente na própria alma sem confirmação divina é algo muito perigoso.
Tópico C. Você começa a alimentar expectativas que Deus não confirmou e nem a outra pessoa assumiu. Isso é autodefraudação.
É gerar em si mesmo um desejo, uma esperança que não tem base nem bíblica, nem emocional, nem prática. Vamos falar um pouquinho sobre o vício na autodefraudação. Bom, o primeiro ponto é o vício de escolher alguém irreal para amar.
É uma atitude feita compulsivamente de forma discreta. O problema é que isso não tem mais acontecido entre adolescentes, mas sim entre homens e mulheres adultos e muitas vezes dentro das igrejas e no altar. Segundo ponto é o vício de acreditar em palavras.
O cara fala: "Tá sumida, hein? Que que ela entende? Eu sinto a sua falta.
" Ele não disse que sentia a falta dela. Ele disse que ela estava sumida. A mulher acredita no que ele nunca disse.
Ela acredita no que ele nunca fez. O terceiro ponto é o vício de querer tanto que aquilo dê certo. Ao ponto disso virar uma obsessão e você abrir mão do seu próprio papel naquele possível relacionamento.
Então a mulher começa a assumir o papel do homem porque ele não quer. Então ele não está tomando uma posição masculina naquele cenário e daí ela sai da posição feminina dela só para piorar e ela assume uma posição masculina ou vice-versa também. Ele assume uma posição feminina porque ela não quer.
Então é esse vício de querer tanto criar algo que não existe ao ponto de sair do próprio papel para fazer o papel do outro. Autodefraudação emocional faz com que um bolo simples de baunilha seja tão confeitado, tão purpurinado, que ele pareça valer R$ 3. 000.
E no fundo é só um bolo de baunilha. Mas a pessoa tá tão iludida, ela tá tão desesperada em fazer com que aquilo dê certo, que ela enxerga o que não existe. É o vício de enxergar apenas o que a fantasia emocional da pessoa quer.
O que que ela quer enxergar, pois ela enxergará aquilo. Não é muito difícil a gente ver nas redes sociais e tem muitos memes sobre isso de tipo assim, não tem coisa mais difícil do que tirar uma amiga de um relacionamento com um narcisista. Por quê?
Porque um narcisista foi lá falando na cabeça, iludindo ela, não sei o quê. Aí a moça foi lá e caiu ou vice-versa tá um homem, enfim, vocês entenderam o que que eu quero dizer. E aí a pessoa tá tão presa naquilo porque ela tá imaginando, ela ela quer continuar gerando dentro de si, gerando e a nas ilusões dela o que a outra pessoa não é.
E como é que tira outra daquela situação? Como é que uma amiga tira outra amiga daquela situação ou um amigo tira outro amiga daquela situação? É muito difícil porque a pessoa está viciada em enxergar apenas o que a fantasia emocional dela quer.
E aqui eu quero trazer a chave dessa aula para vocês. Então, presta atenção, porque é um ponto muito importante que eu vou trazer agora. Nós chegamos na raiz do vício da autodefraudação, que é o egocentrismo.
É não se importar verdadeiramente com quem a outra pessoa é. Eu não me importo com quem a outra pessoa é, eu me importo com quem eu quero que ela seja. É sobre mim, é sobre o que eu espero dela, é sobre como eu a vejo, como eu vejo aquela situação e não como ela realmente é.
Então, no fundo, aquela mulher, por exemplo, ela não quer conhecer o homem que tá na frente dela, ela quer conhecer o homem que ela criou na fantasia. E no fundo, ela tem um desprezo por aquele homem. Ela despreza ele.
Ela tanto despreza que não aceita a realidade ao ponto de ter que se autoenganar e manter a outra pessoa numa situação de injustiça presa ali num laço emocional que a outra pessoa não deveria estar, porque ela não consegue aceitar quem o outro é de verdade. É um desprezo por quem a outra pessoa realmente é e um apreço, um apego a quem eu quero que a pessoa seja dentro da minha imaginação. E o que que isso mostra?
que essa pessoa não está pronta para ter um relacionamento. Gente, relacionamento não é para quem faz mais 18 anos. Eu ouço isso dentro das igrejas e eu quero assim enfiar minha cabeça num buraco e ficar lá por meses, porque eu, sério, isso me deixa tão indignada.
As pessoas falam: "Ai, meu filho pode namorar porque ele tem 18 anos. Não quer dizer que ele é de maior legalmente, que ele tem maturidade para assumir um compromisso, uma responsabilidade tão séria que envolve o coração dele e que envolve o coração da outra pessoa. Relacionamento não é para qualquer um.
Ele pode ter 18 anos e certamente não tem maturidade para isso. 20, provavelmente não tem maturidade para isso. Talvez ele chegue nos 30 e não tenha maturidade para isso.
E se não tem maturidade, não deve entrar nisso. Uma pessoa só deve entrar no relacionamento a partir do momento em que ela estiver resolvida consigo mesma minimamente para não enxergar no outro, não projetar no outro o que ela gostaria que o outro fosse, mas sem conseguir aceitar quem o outro é. E a partir de aceitar quem ele é, parar e pensar, será que eu quero isso para mim?
Eu quero esse outro na minha vida? Pode ser que não. Tudo bem, mas aceite quem o outro é.
Isso faz parte da maturidade para se encontrar um relacionamento. Só para finalizar essa parte do vício, antes de nós irmos para um outro ponto, existe um vício muito sério envolvendo autodefraudação, que é o vício de colocar a culpa, a responsabilidade em Deus. Deus não tem nada a ver com isso.
Deus não tem nada a ver com as minhas escolhas imprudentes. Deus não tem nada a ver com a minha forma de enxergar o outro. Deus não tem nada a ver com a minha projeção no outro, de eu esperar que o outro seja o que eu quero.
Deus não disse: "Esse relacionamento é para você". Eu disse que era um presente de Deus. Mas será que Deus me deu isso mesmo?
Nós precisamos parar de colocar a culpa, a responsabilidade em Deus. Quantos relacionamentos hoje em dia nós já não vimos que o casal falou: "Ai, Deus confirmou, é presente de Deus e aquilo terminou". Será que era presente de Deus?
Será que Deus deu de fato aquilo? Pode ser que Deus tenha dado e a pessoa não soube cultivar. É uma possibilidade, mas muitas vezes não.
Eu já vi relacionamentos que começaram em um dia, gente, e terminaram no outro dia. Ai, era meu presente de Deus. Deus fez isso.
Nós precisamos assumir a nossa responsabilidade. Deus mandou o quê? Nós guardarmos o nosso coração.
Esse foi o mandamento. Deus nunca me disse para eu me iludir e ficar esperando alguém que não me quer. Deus nunca me disse para eu espelhar na outra pessoa o que eu gostaria que ela fosse.
Ele me disse para guardar o meu coração, pois dele procede as fontes da vida. toda a vida procede do meu coração. Então, eu preciso guardar, preciso proteger isso.
Esse foi o mandamento de Deus. Eu não posso responsabilizar a Deus por algo que é responsabilidade minha. Agora nós vamos para um ponto muito importante.
Por que nós nos autodefraudamos? Da onde que vem isso? Bom, o primeiro ponto é uma carência afetiva, emocional não resolvida.
E essa carência vai abrindo espaço quando vê, ela já se alastrou. Quando nos falta paz interior, nós tentamos eh nos encher com expectativas na esperança de preencher aquele vazio, sabe? Mas na verdade aquele vazio precisa ser curado por Deus antes de que a gente se envolva com uma outra pessoa.
O segundo ponto do por nós nos autodefraudamos é muito importante. É o desejo de santidade sem entender a direção de Deus. Sabe, às vezes você pode sinceramente querer algo de Deus, querer cumprir o que Deus tem para sua vida.
Às vezes você tá genuinamente aberto para ouvir a vontade de Deus sobre a sua vida, mas quando não existe uma confirmação clara de Deus sobre aquilo, tudo aquilo que você criou se torna apenas uma fantasia espiritual. Veja bem, esse assunto é tão complexo que mesmo nós querendo genuinamente agradar a Deus, nós precisamos cuidar para ter a certeza de que Deus confirmou aquilo. Senão, mesmo querendo agradar a Deus, nós acabaremos entrando em autodefraudação ou defraudação emocional.
O terceiro é a interpretação sentimental de algo que deveria estar sendo discernido espiritualmente. Tem coisas, sim, muitas coisas, inúmeras, que nós precisamos prestar atenção eh sentimentalmente, psicologicamente, mas isso não substitui a clareza bíblica. Muitas pessoas têm confundido isso, acabam falando: "Ah, mas eu sinto isso, mas eh as nossas ideias batem, a nossa cognição é parecida, a nossa criação foi parecida.
" Tudo bem? Mas e o princípio bíblico? E a clareza bíblica?
Uma coisa não substitui a outra. Bom, agora nós vamos para um ponto muito importante, que é saber a diferença entre o desejo e o projeto de Deus. Muitas vezes nós podemos ter algum desejo puro, genuíno, falou: "Não, eu realmente quero isso.
" Mas aquilo não estar no projeto de Deus. Isso pode acontecer de você se interessar por uma pessoa e falar: "Nossa, mas bate nisso, nisso, naquilo". E a gente tá super alinhado e não fazer parte do propósito de Deus.
Ou talvez não fazer parte do propósito de Deus para aquele momento, sabe? É possível a gente sentir, imaginar ou até mesmo gostar. É possível fazer tudo isso, mas sem se enganar, achando que aquilo vem de Deus.
É aquilo que eu já falei para vocês de nós sabermos separar. Será que aquilo realmente vem de Deus? É possível eu sentir, eu imaginar, eu gostar e aquilo não vem de Deus.
Então o coração ele pode até sentir, mas Deus confirma com clareza, com direção espiritual, com conselhos sábios, com a sua própria observação, né? Às vezes você pode estar lá com a pessoa e você quer muito que dê certo e você gosta daquela pessoa, mas aquela pessoa deshonra os pais, não é honesta. Ela não é honesta financeiramente ou não é honesta com os amigos, tem falhas de caráter, aquilo já é uma confirmação para você.
tem um não escrito bem grande, só não. E muitas vezes nós ignoramos isso porque nós queremos, mas o querer não é suficiente para que a gente exponha a coisa mais importante das nossas vidas, falando de nós mesmos, que é o nosso coração, né? O fato de eu gostar, de eu querer, não me dá o direito de ter aquilo e de gerar em mim expectativas por aquilo.
Aí entra a autodefraudação emocional. O mundo diz muito isso, né? Por isso que é é tão conflitante para nós, porque apesar de amarmos ao Senhor, a gente vive no mundo, no planeta.
Então nós, querendo ou não somos contaminados em diferentes níveis por esse aspecto cultural de que faça o que te faz feliz, o que que você quer, mas a Bíblia nunca respaldou isso. Você pode querer aquilo, pode te fazer bem, pode te fazer até feliz, mas não ser parte do propósito de Deus. E cabe a nós, como filhos de Deus, amando mais a Deus do que as nossas felicidades e os nossos desejos, abrir mão do que não faz parte do propósito de Deus e encontrar felicidade no propósito de Deus.
Agora vamos para como é que eu evito a defraudação emocional? Tipo assim, Vivian, eu já entendi o que é autodefraudação. Eu já entendi como ela opera na minha mente, mas como é que eu evito isso?
Bom, primeiro passo, tópico número um, é estabelecer limites internos. Como assim? Não abra mais espaço para E se talvez a e se funcionar?
Não, você tem uma confirmação espiritual clara sobre aquilo. Segundo ponto é submeta os seus sentimentos à palavra de Deus. Se os seus sentimentos dizem uma coisa e a palavra diz outra, fique com a palavra.
Sempre fique com a palavra. Terceiro ponto, cuidado com o que você imagina pro futuro. Cuidado para não ficar criando historinhas, funfiques, fantasias na sua cabeça sobre o futuro.
Se você não tem uma confirmação clara sobre aquilo, não especule o que vai acontecer, porque o seu cérebro, ó, vai entrar numa engrenagem de vício. Ele vai entender que aquilo, que aquele caminho é o caminho certo. você vai est criando uma linha neural no seu cérebro de vício, de você sempre e idealizar situações que não existem.
Quarto é: ore pedindo discernimento e faça isso constantemente. Nós precisamos entender que Deus está ao nosso lado para nos ajudar. Então, muitas vezes, quando a gente tá nessa batalha interna, chamar pela misericórdia, pela graça, pela ajuda de Deus pode ser um divisor de águas na sua vida.
O quinto ponto é: tenha disciplina emocional. Quando você se relaciona de forma emocional, sem compromisso, sem direção, mesmo com boas intenções, isso vai gerar autodefraudação. Antes de ir pra conclusão, pessoal, eu quero entrar num assunto que talvez seja um pouco delicado, desafiador e desconfortável para algumas pessoas, mas eu preciso muito falar sobre isso.
Então, me entenda com muito carinho. Existem alguns limites de filmes, séries e músicas que não devem ser ignorados. Quando você fica ouvindo aquela música de romance, eh, gente, sério, eu tenho pavor disso, mas é muito comum aqui no Brasil, né?
Fica ouvindo forró, sertanejo, não sei o quê. É sempre sobre, ah, ela ela me quer, mas eu não quero. Aí quando eu quero, ela não quer, mas ela que é o marido da fulana e já vira uma bagunça.
E quando a gente começa a consumir aquilo, aquilo fica entrando na nossa mente, isso molda a nossa cultura interna. Isso é muito sério, né? Muitas vezes você nem sabe da onde veio uma crença que você tem, mas é porque você não tem um filtro do que você escuta, do que você vê, o que que você assiste, que que você consome nas redes sociais.
Então assim, gente, eh esse negócio de ver novela, gente, assim, de verdade, acho que 90% ou mais dessas novelas em TV aberta não prestam, não pr não assista isso. Você só vai ver fofoca, adultério, maledicência, coisas assim terríveis que não tem ligação com a Bíblia. Nós precisamos parar de ser e ingênuos.
Será que a gente é tão forte, tão fera, a ponto de não se contaminar com nada? Nossa, é, é o Superman, é a Mulher Maravilha. O diabo realmente não é inteligente.
Nós não podemos subestimar o inimigo das nossas almas. Surgiu há alguns anos atrás esse tal de Dorama. Gente, eu não assisto Dorama.
Agora eu posso estar assim sendo apocalíptica para muitas pessoas aqui. Não me entendam mal, mas pensa só, a mulher ela já tem essa dificuldade de enxergar muitas mulheres, né, de enxergar o homem como ele realmente é. Então ela já eh, em geral, as mulheres já são mais emocionais do que racionais.
Então elas já quer enxergar o homem de uma forma mais romantizada. Aí entra o dorão ainda. Gente, eu não me exponho a isso porque eu não quero ficar formando na minha mente uma imagem de um homem que não existe.
Eu preciso entender como a mente masculina funciona. Eu eu preciso eh blindar a minha mente de coisas que vão me ajudar na minha caminhada e não me atrapalhar. Então, cuidado com eh essas potências que nós temos à nossa volta, que eles têm tanto potencial de alimentar a defraudação e a autodefraudação.
Tem tanto potencial de fazer você gerar uma ideia que não existe sobre o sexo oposto e sobre você mesma também. Que que você assiste? Quais séries você assiste?
Quais filmes você assiste? Que que você vê em TV aberta? Que que você quem você segue na rede social?
Sério, seja mais criterioso. Por que que você segue quem você segue? Se a pessoa acrescenta o qu na sua vida?
Ah, é só famoso. Eu tenho que saber por tem que saber. Você tem minutos contados nessa terra.
Uma hora você não vai estar mais aqui. Está gastando seus minutos gerando uma cultura interna, formando uma cultura interna dentro de você de que o seu dinheiro não é suficiente porque não é igual da fulana. O seu marido não é suficiente porque não é igual ao marido da fulana.
A sua esposa não é suficiente porque não é igual a esposa de fulano. O seu carro não é suficiente. O seu filho não é bom bastante, nada é bom bastante.
E você acaba gerando expectativas e gerando e imaginando e se iludindo e se iludindo e se iludindo e criando e criando e nunca vivendo o que Deus te chamou para viver. Então é isso, pessoal. Guardar o coração não é apenas para não ferir o outro, mas para se preservar internamente.
É um favor que você faz a você mesmo. A autodefraudação emocional é um caminho muito eficaz para frustração, desilusão e feridas emocionais. Anota isso.
Sentimento não é confirmação. Espera sem discernimento é autodefraudação. Verdade é a âncora que você precisa ter no seu coração.
Deus quer sim que você viva relacionamentos paraa glória dele, relacionamentos com propósito e não a partir da fantasia. É isso, pessoal. Espero que vocês tenham gostado muito dessa aula.
Esse tema é um tema surreal. Eu indico muito, inclusive tem um livro da pastora Sara Chiva sobre defraudação emocional. Sensacional esse livro.
Tem outros materiais também sobre esse assunto, mas como vocês sabem, eu admiro muito o ministério dela. Então, sempre farei recomendações para vocês. Mantenham-se sempre com os pezinhos na realidade e com a mente nos propósitos de Deus.
Deus abençoe vocês. Até a próxima aula remanescente.