de regresso ao fala Moçambique o Presidente da República Filipe desafiou o novo Procurador Geral da República a ser assertivo no combate aos crimes que atentam contra a segurança do Estado Américo letel prometeu na ocasião o reforço da cooperação internacional para combater o crime organizado e transacional é preciso que tenha mente que desafios atuais do Ministério Público destacam-se entre outros o reforço da capacidade dos gabinetes centrais de combate à criminalidade organizada internacional combate à corrupção e Recuperação de ativos entidades decisivas para conter o alastramento dos típ leg de quos Associados a ção esperamos ainda que na
sua atuação tenha presente que é necessário ser mais assertivo nos processos e acusação dos crimes que atentam contra a segurança do Estado a celeridade na transmissão processual continua a ser um desafio Poje na jurisdição criminal a a efetiva realização da Justiça mediante a condenação dos agentes do crime e a recuperação dos ativos associados ao crime não se compadeça com a demora na decisão final mostra-se por isso necessário continuar a apostar na maioria da articulação com instituições públicas privadas e organismos da sociedade civil promovendo o engajamento de todos na luta contra a criminalidade organizada e transnacional
a Dra Fátima que hoje assumada da responsabilidade é não apenas uma jurista de reconhecida com competência mas também uma mulher de coragem ética e visão ao longo da sua carreira demonstrou um compromisso inequívoco Com estes valores estamos pela sua competência ética e sensibilidade a sua presença no tribunal Supremo é um sinal de que estamos a reforçar os pilares que sustentam a nossa democracia a cooperação jurídica judiciária Internacional hoje em dia costuma das grandes preocupações do Ministério Público como é sabido o crime M das vezes sobretudo organizado e transnacional eh ocorre num determinado país e depois
pode terminar também ali em fronteiras e para o sucesso das investigações é sem dúvida a necessidade de cooperar com os outros países isso nos obriga de facto a reforçarmos os mecanismos de cooperação