Olá, minhas queridas, meus queridos. Sejam muito bem-vindos. Chegou a hora de você acessar mais um conteúdo exclusivo que eu preparei pra gente se alinhar antes das aulas do plano B começarem.
Esses conteúdos, eles têm o objetivo de começar a preparar você pro caminho do dinheiro, do propósito e da liberdade, que é o que eu tô te prometendo nas aulas do plano B. E esse aqui em especial, ele tem um tema sensível e até meio polêmico. Hoje a gente vai conversar sobre um tema que mexe com o coração de muita gente, que é a transição de carreira, principalmente se demitir do CLT para começar a empreender ou nas minhas palavras se libertar.
Se você tá aqui comigo e escolheu assistir essa aula, é porque você se interessa por esse assunto. Muito provavelmente você já tá pensando sobre ele ultimamente, né? Você já deve estar num momento importante da sua vida profissional.
E eu sei as emoções que essa decisão envolve. Medo do que pode acontecer, medo do arrependimento, frustração por você tá pensando muita coisa, mas ainda não ter conseguido ter clareza de como agir, ou por não se sentir corajoso o suficiente. Aquela dúvida da gente tá se sabotando, a ansiedade de olhar para trás e sentir que você tá perdendo tempo, porque já tem muito tempo que você tá querendo essa transição.
Enfim, eu te entendo porque eu também já passei por isso. O que eu vou te trazer hoje é uma aula bem objetiva, com base no que eu vivi na minha própria pele, com o que eu fiz na minha transição e também hoje, como eu sou professora de dezenas de milhares de alunos, o que eu vejo acontecer em outros contextos, outras profissões, outras vidas reais perto de mim. A gente vai começar pela minha história.
Eu passei pelo que eu chamo de um sofrimento que durou um ano, desde o momento em que eu decidi que eu não ia ficar para sempre na empresa que eu tava trabalhando, até o dia que eu realmente tomei coragem, tomei a decisão e saí. Foi um ano de muitos pensamentos, muita pesquisa, muita conta, muito medo, muita angústia. Inclusive, outro dia eu tava conversando com uma amiga, uma amiga que acabou de pedir demissão, ela é advogada e ela tá fazendo o ZD, que é o meu curso, e ela tá começando a faturar os primeiros dígitos, né?
E ela me falou assim: "B, para você foi mais fácil porque você já ganhava bem no CLT". E aí eu falei para ela, não tem mais fácil e mais difícil. Para mim, eu tinha muito mais a perder.
A chance naquela ocasião que eu tinha de fazer menos dinheiro no primeiro ano empreendendo do que eu fazia no CLT, essa chance era muito maior do que a maioria das pessoas que já tem um salário baixo e tem menos a perder. A real é que não tem mais fácil ou mais difícil, não tem hierarquia da dificuldade. Tem gente que tem uma realidade muito mais desafiadora, mas também tem muito mais coragem.
E tem gente que tem assim contas pagas, tem uma família que tem dinheiro, que poderia ajudar, tem todo mundo incentivando ao redor e a pessoa simplesmente não consegue agir. Não existe mais fácil e mais difícil. Existe uma mente forte, que sabe o que quer, que sabe administrar as emoções, que sabe silenciar o pessimismo, que sabe fazer um planejamento real e que sabe colocar na ponta do lápis os riscos, os prós e os contras de cada decisão.
E é isso que a gente vai fazer aqui nessa aula. A gente vai fazer isso de forma muito simples e ao mesmo tempo eficaz. A gente vai responder três perguntas, tá?
Com essas três perguntas, com essas três respostas, você vai est pronta ou pronto para enfrentar a sua transição de carreira. Hoje eu sei o quanto a minha história ela serve de referência para milhares de homens e mulheres que são incríveis, inteligentes, super capacitados, que também sonham com a liberdade fora do corporativo, mas que estão presos em empregos ou situações que já não fazem mais sentido. E eu tô aqui para te ajudar, tá?
Os meus olhos brilham para te incentivar a querer uma vida mais livre. Uma outra amiga nossa, desse mesmo grupo, dessa advogada, ela pediu demissão do CLT em janeiro para abrir a Tudo do Bem, que é de doces inclusivos, doces sem lactose, sem glúten, sem açúcar, alguns sem ovo. Inclusive eu me tornei sócia dela e ela fala: "Não é pelo dinheiro, ela nem tá faturando ainda, porque ela pediu demissão em janeiro e ela ainda tá planejando tudo.
A gente ainda tá no processo de montar cozinha, organizar as redes sociais, os canais de distribuição. E ela me falou essa semana, eu nem tô faturando ainda. Tudo já valeu a pena, porque eu voltei a me sentir viva.
A minha vida tem sentido. Então é sobre isso. Não é só sobre dinheiro, também é sobre liberdade e sobre propósito.
É sobre a gente usar o nosso tempo de forma que lá na frente a gente vai olhar para trás e vai falar: "Essa foi a minha vida. Eu escolhi viver essa vida desse jeito. É isso que eu desejo para você.
Eu sou apaixonada pelo empreendedorismo. Eu fui muito, muito feliz sendo CLT. Aprendi muita coisa.
Eu sou muito grata a Empíricos, que foi a empresa que eu trabalhei por 4 anos, dos meus 22 aos 26 anos. Eu, inclusive, nessa caminhada, eu me tornei sócia da Empíricos. Quando eu pedi demissão, eu era CLT, porque a gente tinha vendido a Empíricos pro BTG.
Então, todo mundo tinha voltado a ser CLT. E eu evoluí muito lá. Eu aprendi muito sobre marketing digital.
Foi onde eu comecei a produzir conteúdo na internet. Foi uma baita escola, mas foi uma fase da minha vida, um degrau que chegou ao fim. E eu não me arrependo.
Eu falo que nenhuma célula do meu corpo se arrepende da decisão de ter saído de lá e fundado a minha empresa. Eu não sou contra o CLT. Eu acho que tem gente que não nasceu para empreender, inclusive, que tem gente que prioriza a segurança, prioriza a estabilidade, só que não é o meu caso.
Eu não seria feliz por décadas sendo CLT. Se esse também não é o seu caso, essa aula é para você. E agora a gente precisa começar do princípio.
Assim como toda empresa deve começar pelo propósito, eu também quero que você comece por aí na sua decisão. Você precisa ter muita clareza do seu porquê. E eu te explico.
Eu era feliz financeiramente na Empíricos. Eu também amava o que eu fazia profissionalmente. Só que tinha uma coisa que a Empíricos não podia me dar, que era controle sobre o meu próprio tempo, controle sobre as minhas próprias escolhas.
Eu tinha regras a obedecer, eu tinha horários a obedecer, eu tinha uma limitação clara de 30 dias de férias por ano. Isso me dava uma angústia porque eu ganhava bem, eu tinha dinheiro, mas eu amava viajar, eu queria conhecer o mundo, eu tinha uma sede por sair desbravando o mundo, mas eu não podia. Então eu entendi, antes mesmo de pedir demissão, que o meu porquê era a liberdade, não só a financeira, mas a liberdade de agenda, a liberdade geográfica, a liberdade de escolhas.
Não é por acaso que a minha empresa se chama Grupo Libertas. Não é por acaso que o que eu fui fazer depois de pedir demissão foi defender esse propósito. Tem um livro muito bom do Simon Cic chamado Start with Why, comece pelo porquê.
E ele fala sobre como as empresas que se perpetuam, as empresas de sucesso são as que começam com propósito. O propósito não é o produto que vai dar mais lucro, não é o serviço que tem mais demanda, é o porquê do dono. Então a gente vai começar por aí, que é a nossa primeira pergunta a ser respondida nessa aula.
Qual que é o meu propósito? Antes da gente falar de plano, de estratégia, de como fazer essa transição acontecer, a gente precisa parar e olhar para dentro. Porque mudar de carreira não é simplesmente sair correndo do que você não gosta, é você sair correndo em direção a algo que faz sentido de verdade para você.
E para isso, a primeira pergunta é: por que que eu quero mudar? Por que que eu tô incomodada? Não existe um certo e errado aqui, mas existe algo que é seu, que é único para você.
Para mim era liberdade. Paraa Fernanda, essa minha amiga fundadora da Tudo do Bem, era normalizar restrições alimentares, porque ela é celíaca desde criança. Ela cresceu sofrendo por não poder comer o bolo nas festinhas de aniversário.
Ela cresceu sofrendo por vez ou outra comer um brigadeiro e ficar passando muito mal. Ela ama doce, mas essa onda que tem hoje de ter um monte de doce fit a cada esquina, isso não existia quando ela era criança. E conforme ela foi ficando maior, ela teve que ela mesma ir pra cozinha e desenvolver as próprias receitas dela até ela se tornar muito boa nisso.
Então, hoje cozinhar com amor para pessoas que têm restrições alimentares é o porquê dela. Então, para te ajudar a clarear esse momento, eu quero te propor um exercício rápido de reflexão. Você vai responder as seguintes perguntas: "O que me incomoda hoje no meu trabalho?
Seja honesta. Não minimiza. O que que tá te consumindo?
O que que te frustra? O que que te cansa? " Eu, por exemplo, amava o que eu fazia.
Eu trabalhava no marketing, eu produzia conteúdos nas redes sociais, eu criava infoprodutos. Tudo que eu faço hoje também na minha empresa. O que me incomodava era a falta de liberdade, não poder postar o que eu queria, porque a empresa ela tinha todo um posicionamento mais sério, mais engessado de mercado financeiro, Faria Lima.
E aí, como eu tinha clareza do que me incomodava, que não era o que eu fazia, era como eu fazia, a minha transição era muito clara que eu continuaria trabalhando com o mesmo conhecimento que eu já tinha, mas em outro modelo de remuneração. A F não, ela não gostava do que ela fazia. Ela trabalhava numa multinacional e ela queria vender doces, coisas que não tem nada a ver.
Então, é importante você ter clareza do que que te incomoda para que você saiba para onde você tá indo. Essa semana eu prestei consultoria para uma veterinária. Ela veio lá do sul, ela ganhou um concurso nosso e ela veio lá do sul com o marido dela, meu time se reuniu e ela ainda não tem produto digital, ela é aluna do ZD, mas ainda não criou nada.
E aí eu comecei por essa pergunta, que que mais te incomoda? Hoje ela é veterinária e ela tem um consultório que é anexo a um petshop onde ela atende lá os cães e gatos. E aí quando ela começou a falar, ela falou assim: "Bê, o que me incomoda é que eu tenho um conflito de interesse, porque o pet shop, o dono do petshop, ele me obriga a vender as coisas do petshop.
" Então, muitas vezes eu vou recomendar um colírio pro gato, pro cachorro, e o colírio, se fosse comprar na farmácia de humano, custava R$ 8. Só que o colírio vendido no pet shop é R$ 180. E isso me deixa angustiada, porque eu sei que as pessoas estão lá, elas eu dou valor ao dinheiro delas, a cada centavo delas.
Muitas vezes elas são pessoas mais humildes, que amam os animais, que estão ali contando centavinhos delas para estar na consulta. E o petshop tá me pressionando para vender os produtos deles. Quando ela falou isso, eu falei: "Perfeito, você já tem o seu porquê.
Quando você for se posicionar no seu produto digital, e depois eu mostrei para ela, né, que ela ia criar um produto digital para vender pros tutores de cães e gatos e não pros veterinários. Falei: "Você vai bater nesse que a gente chama de inimigo em comum. é você ter um inimigo em comum o seu potencial cliente.
Então, é como se a gente fizesse um nós contra eles, a veterinária, que eu não vou expor o nome aqui, obviamente, com os clientes dela, contra a indústria, a indústria, né, de você induzir eh decisões para as pessoas gastarem mais dinheiro, mas que nem sempre são os melhores para ele. Sempre que a gente pode ter uma indústria que não foca no cliente e você se posicionar com foco no cliente, você ganha muita força nesse posicionamento. A Empíricos mesmo é uma empresa que cresceu com posicionamento de inimigo em comum.
Ela é uma empresa que vende relatórios de investimentos para pessoa física e ela bate no sistema financeiro. Ela fala: "Olha, o seu gerente de banco, ele não tá preocupado com o seu resultado, ele tá preocupado com vender os investimentos do banco que tem as maiores taxas para o banco. " A gente não, a gente é independente.
Então, se você faz investimento A ou B na corretora ou no banco X ou Z, pra gente tanto faz, o nosso foco é você. Então, muitas vezes, o que te angustia na sua profissão atual, assim como era o caso dessa veterinária, é o que vai ser o seu porquê e também vai vir a ser o porquê do seu cliente. Essa vai ser sua maior motivação, vai ser o propósito de criação da sua empresa.
Agora que a gente falou sobre o que que te incomoda, eu também quero te dar um conselho sábio que eu recebi e eu nunca mais esqueci. Nunca tome decisões relevantes por impulso na no auge da sua emoção. Tá tudo bem você chegar em casa um dia esgotada, querendo mandar o seu chefe para querendo jogar tudo pro alto.
Não importa o que você esteja sentindo. O momento da decisão e da comunicação desse pedido de demissão deve ser sempre um momento de estabilidade emocional em que você está sereno, decidindo de verdade. Serve para pedido de demissão, serve para tudo, para término de relacionamento.
Sempre estabilize-se, porque eu te adianto, os dias seguintes da gente tomar uma decisão importante na nossa vida, geralmente são os piores do que em relação ao que a gente estava vivendo antes daquela decisão. Porque bate a insegurança, bate o arrependimento, a vontade de voltar atrás. E se a gente não fundamentou essa decisão de forma bem firme, muita gente acaba voltando atrás.
É por isso que você não deve tomar grandes decisões na sua vida no momento da raiva, do cansaço ou da pressão para evitar o arrependimento. Fugir não é estratégia, construir é. Então, respira fundo, faz esse diagnóstico, porque é com clareza, com racionalidade, com serenidade que a gente começa a mudar de verdade.
Segunda pergunta que você vai fazer: "O que eu gostaria de viver no meu dia a dia profissional? " Aqui é para você sonhar sem censura, tá? Como seria o seu trabalho ideal?
como você gostaria de sentir, de se sentir no final de uma semana de trabalho? Descreva como seria o seu, a sua rotina dos sonhos no seu trabalho. Por que que isso é importante?
No plano B, eu vou te ensinar a criar produtos digitais. A gente vai pegar o conhecimento que você quer entregar pro mundo e envelopar isso num formato de entrega. Eu vou te apresentar formatos diferentes e o melhor para você vai depender muito do que você quer para você.
E eu te dou um exemplo prático. Uma das minhas melhores amigas, a Amanda Roser, ela também trabalhava comigo na Empíricos. A gente se conheceu lá.
Eu pedi demissão, acho que mais ou menos um ano antes dela sair. Eu pedi, depois eu fiquei enchendo o saco dela para sair também e empreender. Ela tomou o tempo dela e depois ela veio pro digital também.
Só que eu e a Amanda, a gente é muito diferente, apesar de trabalhar no marketing digital. A gente tem um modelo de vida dos sonhos diferente. A Amanda, ela não queria ter muitos colaboradores, ela não queria ter uma empresa grande, ela não queria ter um negócio robusto com muitos produtos, não.
Ela queria ter poucos clientes, pagando mais caro para ela, um dinheiro que permite ela ter uma vida bem confortável, bem próspera, mas mais sossegada. Eu já sou diferente, eu quero mudar o mundo, sabe? Eu sou muito gulosa, eu sou muito da democratização.
Então para mim, se não fosse para mudar a vida de milhares de pessoas vendendo produtos mais baratos, mesmo acessíveis e fazendo uma revolução, eu nem saíu de casa. Então, a Amanda, ela tem um modelo de negócio que é no digital também, mas é o que a gente chama de mais boutique, ele é mais exclusivo, ele é muito mais caro. O meu não, ele é de democratização.
Eu quero falar com todo mundo. Se a Amanda tivesse no meu lugar hoje, provavelmente ela não estaria feliz, porque ela não gosta de produzir conteúdo como eu produzo. Ela não gosta de exposição, por exemplo, eu me divirto com a exposição.
Ela não gosta de ter time grande. Eu amo interagir e conviver com o meu time. Quanto mais pessoas chegando no meu time, mais feliz eu fico.
Ela gosta de trabalhar da casa dela quietinha no no canto dela. Eu amo ter escritório físico, me vestir, me arrumar para sair, ir até o escritório, trabalhar. Então você precisa ter muita clareza do que que você gostaria de viver no seu dia a dia.
Desenha essa rotina dos sonhos. Você quer uma empresa grande, pequena, um time grande, pequeno? Você quer criar um negócio com seu rosto, sem o seu rosto?
Você quer ter escritório físico, você quer trabalhar de casa, você quer trabalhar viajando, tudo é possível. Só que a gente precisa escolher o caminho e ter consciência do que é necessário para trilhar esse caminho e ter certeza que o caminho que a gente escolheu leva a gente onde a gente quer chegar, tá? OK?
Entendemos por que você quer mudar, o que te incomoda e o que você quer viver. Isso vai ser importante não só para te dar força de enfrentar o que tá por vir, mas também vai ser importante para que a sua história se conecte com as pessoas, para que vender o que você for vender lá na frente seja mais fácil e para que o seu negócio se perpetue. Tem uma frase que eu amo, tem gente que fala que é do Niets, tem gente que fala que é do Víctor Frankl, não importa.
Mas a frase diz: "Quem tem um porquê enfrenta qualquer como". E isso é verdade. Hoje, não importa qual BO surja no meu caminho, no grupo Libertas, o meu propósito ele é tão maior que qualquer BO ele se torna uma pedrinha no caminho.
Essa é a importância de você ter um porquê claro e forte que toca a sua alma. Em segundo lugar, a gente vai precisar sim falar das pedras, dos porens, das dificuldades, porque elas existem em qualquer caminho. E o segredo não é ignorar essas pedras, é enfrentá-las, ter consciência de que elas vão estar lá.
Elas existem e elas precisam de combate. Uma vida sem combate é uma vida na zona de conforto. E uma vida na zona de conforto é uma vida mediana, é uma vida medíocre, uma vida que você foge.
Quando a gente fala de transição de carreira para empreender, as principais pedras que vão surgir vão ser emocionais, tá? E agora eu quero dedicar um tempinho pra gente falar sobre isso, sobre os seus fantasmas mentais. A gente chega na nossa segunda grande pergunta da aula, que é: o que eu vou enfrentar?
Eu vou começar pelo primeiro dos seus fantasmas, o medo de começar do zero, que na verdade é um medo e é um mito, porque ninguém começa do zero numa transição de carreira. Eu gosto de fazer um desenho bem visual para você ressignificar o que você tá vivendo ao trocar o CLT pelo empreendedorismo, porque ninguém começa do zero numa transição de carreira. Por exemplo, quando eu saí da Empíricos, não foi um movimento onde eu zerei tudo que eu sabia.
Eu carreguei a minha experiência, as minhas habilidades, os meus aprendizados e eu usei tudo isso para construir uma nova fase. É como se a gente só trocasse o destino no GPS. Você tem dois caminhos aqui, CLT, empreender.
Você tava vindo aqui, agora você não vai fazer isso aqui. Você vai pegar um atalho para cá, mas todo caminho que você já percorreu, ele continua com você. Então você, em primeiro lugar, você não nasceu ontem, você já tem uma bagagem, você já tem habilidades transferíveis e às vezes a gente nem percebe o quanto que isso é poderoso.
Por exemplo, se você já lidou com clientes, você já sabe vender, negociar, atender, se você já gerenciou projetos ou prazos, você sabe planejar, executar, resolver problemas. Se você treinou alguém, você sabe ensinar, liderar, multiplicar conhecimento. Essas habilidades no empreendedorismo são ouro, são super valorizadas em qualquer área, em qualquer nicho, em qualquer mercado, em qualquer negócio.
Além disso, existem características suas que tem uma bagagem quase que invisível, que ninguém vê no currículo, mas que o mercado sente falta. coisas como responsabilidade, resiliência, capacidade de se adaptar a mudanças, capacidade de aprender rápido, assim como existe gente na sua empresa que você olha e pensa: "Gente, que pessoa mediana, que pessoa estagnada, que não faz o básico, não dá nem bom dia de manhã, não sabe nem agradar o chefe. Também existe gente assim empreendendo.
Eu sempre digo que o básico bem feito, arroz com feijão, já é acima da média, porque as pessoas elas são medianas no CLT e como empresárias. A média do ser humano é preguiçosa, é sem foco no cliente. Então, o simples fato de você empreender com foco no cliente, só isso já te coloca à frente da concorrência, da média da concorrência.
Além disso, tem uma frase que eu amo, essa eu mesma criei, tá? que é a seguinte, ainda que você fosse começar do zero, vamos supor que você esteja numa situação em que o seu emprego hoje, o seu conhecimento não tem nada a ver com o seu empreendimento, tá? Assim como a minha amiga Fê, por exemplo, você trabalha numa área e você quer empreender em outra totalmente diferente.
Anota essa frase. É melhor começar sendo ruim num caminho excelente do que terminar sendo excelente num caminho que era ruim. Eu vou repetir, é melhor começar sendo ruim num caminho excelente do que terminar sendo excelente num caminho que era ruim.
Então, ainda que você dê alguns passos para trás, vamos supor que você no plano B decida trilhar o caminho de criar um produto digital. Eu vou desenhar para ficar bem claro para você. E depois que ficar bem claro para você, você vai falar assim: "Putz, é tão óbvio?
Por que que eu ainda não consegui fazer isso? " É o seguinte, tá? A gente tem dois caminhos aqui.
O caminho que você tá trilhando, que é o caminho de CLT. E aqui, gente, eu falo CLT, mas eu tô falando num geral assim, você estar trabalhando para alguém, você não tá sendo seu próprio o dono da sua vida, tá? E aqui a gente tem o caminho de empreender.
Os dois caminhos, como todos os caminhos da vida, eles têm pedras, tá? Eles têm os. Empreender vai ter seus, ser CLT vai ter seus.
Qual que é a questão? A gente tem que olhar para isso aqui, ó. Qual onde eu chego, né?
Qual a vida que esse caminho me leva? E a vida que esse caminho aqui me leva. Todo caminho vai ter pedra.
O que importa é você estar caminhando no caminho que, independente das pedras que vi que vierem, ele tá me levando pro que eu quero viver. Porque aqui eu vou enfrentar uma pedra, outra pedra, outra pedra, outra pedra, outra pedra, outra pedra. Só que eu vou chegar no fim, eu vou falar assim: "Eita, não era essa vida que eu queria.
Eu queria uma vida com liberdade, eu queria uma vida com mais prosperidade, eu queria uma vida que eu vou ter feito um pé de meia, não só daqui 50 anos, mas talvez daqui 5 anos, daqui 2 anos, daqui 10 anos. Eu quero uma vida em que eu seja dona do meu horário, da minha agenda. Eu quero liberdade.
Se você quer liberdade, esquece CLT, tá? Então é importante que a gente olhe pra vida que a gente quer viver e escolha o caminho em frente às pedras desse caminho. Agora tem uma questão.
Ah, mas eu já sou muito boa no que eu faço. Eu já sou assim, ó, só para você entender, tá? Vamos fazer um homenzinho aqui ou uma mulherzinha mais forte, maior.
É como se fosse assim: "Eu já tenho mais experiência nisso que eu tô fazendo. Eu tô fazendo o que eu tô fazendo há 20 anos, há 10 anos, eu sou muito boa. Eu sou a melhor funcionária da minha empresa.
Eu era uma das melhores funcionárias da Empíricos, eu era uma das funcionárias mais bem pagas. Então, quando eu me vejo aqui no CLT, na minha carreira, eu me vejo como uma mulher grande, com um futuro promissor em termos de conhecimento, em termos de experiência. Quando eu me olho empreendendo, eu sou um putz, um nenenzinho, não sei nada de empreendedorismo.
Eu vou errar muito, vou ter que aprender do zero e tal. Aqui eu já sou gigantesca. Beleza?
É o que eu te falei. Você prefere ser excelente como você já é hoje e continuar caminhando num caminho que termina ruim? Ou você prefere hoje ser ruim, hoje ser pequenina, mas estar no caminho que te leva para a vida que você quer viver?
Ou seja, um caminho excelente. Entende que não tem certo errado? Existe a vida que você quer viver e você ser muito honesta com qual é o caminho que me leva à vida que eu quero viver.
E topar, ser ruim no começo, topar as pedras que estão nesse caminho. Só que a vida que você quer viver, que é a vida de liberdade, é muito maior, é muito mais importante do que esses pedregulhos que você vai enfrentar. tá jogando muito limpo aqui.
Não vai ser fácil nenhum dos caminhos, só que a gente precisa escolher o caminho que nos leva à vida que a gente quer viver. Ainda que hoje a gente seja pequenininho, a gente seja ruim no que a gente tá começando. É, é melhor começar sendo ruim num caminho que é excelente do que ser excelente a fodona, a grandona, a experiente num caminho que é ruim.
Vamos supor que você no plano B decida trilhar o caminho de criar um produto digital. Uma pedra no seu caminho vai ser a necessidade de você produzir conteúdo na internet. Sim, é uma pedra.
É importante que você tenha a clareza dela. Eu vou est aqui ao seu lado para te ajudar nisso. Eu também já passei por isso.
Mas é uma pedra que você entendeu que é necessária, entende? A e B. O plano B então é só sobre produzir conteúdo na internet?
Não. O plano B é sobre dinheiro, propósito e liberdade. Para ser bem específico, eu vou te apresentar sete caminhos diferentes de empreendedorismo no plano B.
Nem todos eles exigem que você apareça na internet. Esse foi só um exemplo de como você precisa ter clareza dos pedras do caminho que você escolher. Porque, de novo, não existe caminho perfeito.
Existe caminho que vale a pena. Existe caminho que te leva ao que você quer. Se o seu porquê é estabilidade, uma vida mais passiva, com menos importância ao trabalho, empreender não é o melhor caminho para você.
Empreender é para quem é apaixonado por um propósito, para quem quer muito da vida, sabe? Então, se o seu coração vibra, empreender é como um solo fértil para você. E ser CLT é como o concreto.
Você pode ser excelente naquilo que você faz sendo CLT. Só que são sementes excelentes. Que que são sementes?
Você, seu tempo, seu esforço, seu conhecimento, essas sementes estão sendo jogadas no concreto versus as mesmas sementes sendo jogadas no solo fértil. Empreender vai ter muitas pedras, sim. Não, não tem um salário garantido no final do mês.
Só que se você parar para pensar, se você empreende, tá totalmente no seu controle atrás do faturamento. Se você é CLT, você tá sempre no risco do seu empregador te demitir ou da empresa fazer um trabalho ruim e não ter dinheiro no fim do mês. No fim do dia, eu digo que é uma falsa sensação de segurança, tá?
Mas essa decisão deve ser tomada com base num plano racional, administrando o nosso emocional que existe, não deve ser ignorado, deve ser olhado com atenção, investigado, tá? No sentido de você se perguntar quais emoções eu realmente sinto, quais pensamentos eu tenho quando eu penso na decisão. Não fuja dessas emoções, coloque elas no papel, racionalize elas.
Tem uma coisa que eu sempre falo com quem tá diante dessa decisão que é: você não vai matar o medo porque isso é impossível. Não é raro alguém me dizer que tá esperando vencer o medo, matar o medo para dar e tomar a decisão. Aí eu falo para essa pessoa: "Então você não vai tomar decisão nunca".
Aí a pessoa me olha assim com os olhos arregalados e eu explico. Matar o medo para tomar uma atitude corajosa é uma inviabilidade lógica. Não tem como.
Porque o medo é o outro lado da moeda da coragem. Se existe um, necessariamente existe o outro. Eu te explico.
É, você precisa de coragem para acordar todas as manhãs e escovar os dentes? Não, porque você também não tem medo de fazer isso. Então, o medo e a coragem, eles coexistem.
Onde tiver que existir coragem vai ter, vai existir medo também. Então, cuidado com essas falas que você se conta, por muita, porque muitas vezes elas estão te atrapalhando e não te impulsionando. Vamos falar um pouco mais sobre isso, tá?
Outro dia eu tava prestando consultoria para uma outra aluna do ZD. Ela era do mercado financeiro também. A ela ainda tava como CLT e ela tinha feito R$ 100.
000 em coisa de três ou 4 meses aplicando o ZD. Ela tinha criado uma consultoria individual. Eh, com o mesmo conhecimento dela no CLT, ela aplicou uma consultoria, vendeu umas, acho que umas 10 ou umas 15 e fez os R$ 100.
000. E por isso que ela ganhou a consultoria comigo. Todo aluno do ZD que faz os primeiros R$ 100.
000 R$ 1000 em menos de 6 meses ganha 30 minutos de consultoria comigo. E aí a primeira coisa que eu perguntei para ela quando a gente entrou na consultoria é: "E aí, gata, quando que você vai pedir demissão? " Obviamente eu sabia que como ela entrou pro ZD, como ela era minha aluna, ela fez os R$ 100.
000, eu sabia que é uma pessoa que quer sair do CLT, senão ela não teria se tornado aluna do ZD. As pessoas que se aproximam de mim são pessoas que já anseiam, né, essa decisão. Você não entrou nessa aula aqui e você tá rejeitando tudo que eu tô falando porque você ama CCLT.
Você entrou nessa aula porque você quer mais liberdade, você quer mais dinheiro, você quer mais propósito e eu tô te mostrando um caminho para isso. Enfim, fiz essa pergunta para ela. Aí ela começou a me contar um monte de coisa.
Ela assim, sabe o que que é, B? Eu acabei de mudar de apartamento e o meu custo fixo aumentou um pouco. Então eu tô com muito medo porque assim, eu fiz esse primeiro dinheiro, né?
Mas agora eu tô com medo por ter me comprometido com valor maior e eu até que ganho bem no CLT e tal. Aí eu falei assim: "Beleza, entendi todas as suas emoções, elas são legítimas". Mas vamos parar para racionalizar essas emoções.
Você sendo totalmente iniciante, ou seja, do zero você começou a empreender, né? Porque você pegou o seu Instagram, você arrumou lá a casa conforme o meu método, você se posicionou oferecendo uma consultoria e você fez R$ 100. 000.
Você fez R$ 100. 000 R$ 1. 000 sendo iniciante, dividindo o seu tempo, a sua atenção e a sua energia no CLT.
Ou seja, você fez R$ 100. 000 sendo iniciante e com uma tarefa dupla, né? Com esse SLT e você também tá empreendendo, vendendo suas consultorias.
Além disso, você tem a certeza de que no final do mês vai ter um salário, ou seja, você ainda tem a estabilidade, a segurança, né, do salário do fim do mês. Minha filha, qual é a chance de agora que você já fez os R$ 100. 000, você não é mais iniciante?
Aí você pede demissão, você vai ter tempo, energia e foco total no empreendedorismo. Você não tá mais dividindo com CLT e você não vai mais ter estabilidade no fim do mês. Ou seja, você vai estar se colocando um, eu brinco que é um maçarico nas costas.
Ou dá certo ou dá certo, não tem outra opção. Você vai ter tempo total, motivação total, o aprendizado de quem já começou. Gata, qual a chance de você fazer menos que R$ 100.
000? Qual a chance de você não conseguir replicar? o que você já fez.
Aí ela falou: "Nossa, B, verdade, né? Eu não tinha parado para pensar dessa forma. As emoções, gente, elas são legítimas.
A gente não pode ignorá-las. Só que a gente tem que colocar a na ponta do lápis, escrever mesmo num papel, olhar e racionalizar. Não existia nenhum motivo para ela acreditar que o plano dela ia dar errado.
Não existia nenhum motivo real. A obviedade tá a favor dela. O que ela fez foi praticamente um milagre.
Ela fez R$ 100. 000 em 3s meses, tendo a segurança do salário do fim do mês. Ou seja, ela nem tava tão motivada assim, dividindo atenção com o CLT, dividindo tempo, energia com o CLT e começando totalmente do zero, sendo totalmente iniciante.
É impossível não dar certo, entende? Então, a segunda questão, gente, a gente vai racionalizar as emoções. O que eu vou enfrentar?
Escreve num papel todos os seus medos, todas as suas angústias, todos os seus pensamentos e racionalize-os. E agora a gente vai paraa terceira pergunta da aula. Qual que é o meu plano?
Gente, vamos lá. Se tem uma coisa que eu, Betina, não tenho, essa coisa se chama vocação paraa aventura financeira. Eu não sou uma pessoa aventureira quando o assunto é profissão e dinheiro.
Eu sou muito pé no chão. Sabe essas frasezinhas de Pinterest, de internet? se joga, a vida é uma só, só se vive uma vez, você não sabe se estará vivo amanhã.
Então, a probabilidade de você tá viva bem grande. E além disso, se tem uma certeza que a gente tem na vida, é que no fim do mês sempre tem boleto. Essa é a realidade.
Eu acho lindo aqueles filmes, livros, aquelas histórias incríveis de empreendedores que começaram contraindo dívidas, empréstimos e tudo deu certo no final, sabe? No digital tem muito isso. Os vendedores de curso contam as próprias histórias dizendo que quando eles foram começar na internet eles não tinham como pagar a mentoria.
Aí eu peguei um dinheiro emprestado, eu vendi meu carro, eu fiz um empréstimo e hoje eu tô aqui, deu tudo certo. Essas pessoas contam essas histórias para vender o curso para quem não tem dinheiro para pagar. Eu não gosto dessa diretriz.
Eu não faria isso na minha vida. Portanto, eu não incentivo os meus alunos, meus seguidores a fazerem isso, porque a gente sempre ouve a história de quem deu certo, mas a gente nunca ouve a história da multidão que tentou fazer igual e não deu. Eu gosto sim de incentivar a coragem.
Eu gosto sim de incentivar que você siga o seu sonho, o seu propósito, mas eu também gosto de planejamento, de um plano pé no chão, de um plano organizado. E por onde que a gente começa a montar esse plano? É muito simples.
Você precisa ter clareza de qual o seu custo mensal, ou seja, o dinheiro que você precisa para viver o básico do que você vive hoje. Você vai multiplicar esse valor por seis, ou seja, qual o seu custo de vida por 6 meses? E você só vai pedir demissão quando você tiver pelo menos esse valor guardado.
Se você já tiver esse valor guardado, vamos supor que hoje você tenha um salário de R$ 5. 000, você já tem uma poupança de pelo menos R. 000.
Ótimo. Então, pedir demissão e começar a empreender não é um grande risco na sua vida. Porque, gente, 6 meses de foco total em fazer o seu negócio virar e você conseguir pelo menos os mesmos 5.
000 do CLT é mais do que suficiente. Ainda mais se você fizer o plano B, tá? No plano B, eu vou te ensinar a fazer R$ 100.
000 em 6 meses. Em 6 meses a gente muda de vida, tá? 6 meses de foco total é como anos de vida estagnada no CLT.
Eu juro para vocês, é impressionante o quão produtivo, entusiasmados e com energia a gente fica quando a gente sai do lugar errado e se coloca no lugar certo, tá? Voltando, eu, Betina, não aconselho você a pedir demissão antes de você ter isso que eu chamo de fundo de transição, que é essa reserva de segurança feita especialmente para te bancar nesse período de transição. Isso vai te dar paz para você construir o seu novo caminho sem agir por impulso, sem aceitar qualquer coisa por desespero, tá?
Nossa, Betina, mas parei para fazer as contas aqui e para eu guardar esse dinheiro, eu vou demorar mais um ano, mais dois anos para conseguir pedir demissão. Não aguento mais essa vida. Calma, tá?
Quem disse que você não consegue fazer as duas coisas ao mesmo tempo? Você já pode começar a dar os primeiros passos em paralelo, tá? Aliás, a maioria dos meus alunos faz isso.
Eu tenho um monte de aluno que faz, assim como esse exemplo que eu acabei de dar dessa consultoria, a maioria dos meus alunos que começam a a empreender, eles continuam no CLT em paralelo, tá? Muitas vezes eles fazem R$ 100. 000 sem nem aparecer na internet.
Eu vou te ensinar tudo isso no plano B. Além do plano B, eu também tenho aluno que antes de criar o produto digital, ele adiciona outras fontes de renda para acelerar esse processo de construir o fundo de transição. Vende coisa que não usa mais no na OLX, no Enjo, por exemplo.
Tá? Agora, uma coisa é necessária para esse plano dar certo, presta atenção que a gente tá finalizando e isso é muito importante, você ter metas e datas específicas. Eu sempre falo que o objetivo ele é romântico, a meta não.
O objetivo ele é sempre um sonho, é algo emocional. Ah, eu quero liberdade. Ah, em 2025 eu quero ser mais saudável, conquistar o meu corpo dos sonhos.
Eu quero ficar rica, eu quero pedir demissão e ser livre. O objetivo ele é sempre romântico. Só que a gente precisa de metas que são metrificáveis, em que eu consigo medir se eu tô avançando em direção ao meu objetivo ou não.
Vou te dar um exemplo real. Em 2025, eu decidi que eu ia ser uma pessoa constante na musculação. Esse era o objetivo.
Qual a meta? Eu quantifiquei quatro treinos por semana, 17 treinos por mês, 208 treinos no ano. Quando eu coloco essas metas, eu garanto que vai ser impossível eu me surpreender positiva ou negativamente em dezembro.
Não vai chegar em dezembro. Eu vou falar assim: "Nossa, olha só, eu acabei chegando no meu corpo do sonho sem querer, sem saber. Aconteceu ou o contrário, né?
Caramba, chegou dezembro e eu não consegui o que eu queria, nem vi o tempo passar. " Isso não acontece quando você sabe o que precisa ser feito no meio do caminho. Então, a ordem das coisas é a seguinte: anota: com o seu salário atual, quanto que você consegue guardar por mês?
Com esse valor, em quanto tempo você conseguiria pedir demissão? Se esse tempo não te agrada, quanto você pode fazer de renda extra por mês para encurtar o tempo para juntar o seu fundo de transição? Beleza, cheguei numa meta de quanto que eu preciso guardar por mês.
Entendi que isso vai demorar, sei lá, 6 meses para acontecer. OK? Estabelece na sua cabeça que 6 meses é o prazo final, é a decisão final de você pedir demissão.
Com isso, você vai começar a se acostumar com esse fato de forma emocional. B. Já tenho o meu fundo de transição guardado.
Já tenho muito mais que isso, aliás. Mas eu ainda não tenho coragem de tomar decisão. Duas coisas para falar para você.
A primeira, participa do plano B, porque eu vou te destravar em vários outros aspectos e te mostrar como que você vai começar a faturar empreendendo. E além disso, coloca a data na sua cabeça mesmo assim. Eu também já tinha muito mais do que seis vezes o meu custo mensal guardado.
No meu caso, no meu contexto, a minha maior preocupação para pedir demissão era o dinheiro, mas era o medo do arrependimento, porque eu gostava da empresa que eu trabalhava, era o futuro brilhante em termos de carreira que eu sei que eu teria, porque eu era muito benquista na empresa que eu trabalhava. A empresa tinha sido comprada pelo BTG, que era o maior banco, é o maior banco da América Latina. Eu sabia que se eu quisesse, eu teria uma avenida de crescimento lá.
Então, no meu caso, o dinheiro guardado não era o principal que tava me impedindo. Meu impedimento era outro. Por isso que é muito importante a gente olhar pro nosso contexto, pros nossos medos, pros nossos pensamentos emocionais.
Cada um vai ter uma emoção diferente. Então, eu tinha dinheiro, mas ainda assim eu não conseguia decidir. Até que eu também estabeleci uma data.
Era mais ou menos janeiro de 2022. Eu não aguentava mais estar ali. E aí, sabe o que que eu fiz?
Eu comprei uma passagem de avião só de ida pra Itália para julho daquele ano. O meu pensamento era o seguinte: eu tenho até julho para pedir demissão. Quando eu fiz isso, eu passei dois meses convivendo com a ideia de que a decisão estava tomada, era só uma questão de julho chegar.
E aí eu consegui antecipar essa decisão. Eu acabei pedindo demissão em março. E como você já sabe, foi uma das melhores decisões da minha vida.
No primeiro ano empreendendo no digital, a gente fez, eu fiz com mais três pessoas junto, R$ 8 milhões deais de faturamento. No segundo ano fiz 17. No terceiro ano, que foi ano passado, 2024, foram 40 milhões faturados.
Hoje eu tenho 50 pessoas no meu time, mais de 100. 000 alunos nos meus produtos digitais. E nenhum desses números é tão importante quanto o sentimento de paz, de plenitude, em saber que eu tô cumprindo ao máximo com o meu propósito.
Você tem uma coisa que eu acredito? É que Deus criou cada um de nós de forma totalmente única. Ninguém é igual a você.
Ele deu uma combinação de talentos, de características que só você tem. E quanto mais coragem você tiver em se tornar de forma intensa a sua melhor versão, que é a versão que você mais vai tá servindo o mundo com esses dons e talentos, que mais ajuda pessoas, mais realizada você vai ser. Não é sobre materialismo, não é sobre a casa dos sonhos, o carro dos sonhos, isso também você pode comprar, mas o principal é sobre propósito.
Não é fácil, não é perfeito, mas vale a pena. E eu tô aqui para te ajudar nessa missão. A sua missão agora é pegar um papel ou abrir uma nota no seu celular, no seu computador, onde você preferir e dedicar os próximos minutos para você responder essas perguntas dessa aula.
Qual o seu propósito? Qual a sua motivação? O que que ati a sua alma?
Que que te incomoda? Que que você quer viver? O que que você vai enfrentar?
E qual o meu plano? Qual a data para essa decisão se concretizar? Quanto eu preciso guardar?
Em quantos meses eu vou fazer isso? Começa a trabalhar nessas respostas com calma, um passo de cada vez. Nos próximos dias você vai ficar com isso na cabeça, tá tudo bem.
O que importa é você saber que tem caminho, tem método e a gente tá aqui para te apoiar. Aliás, falando em apoio, já ativa as notificações da aula um do plano B. Lá a gente vai dar o próximo passo juntas, juntos de forma prática e estruturada.
Outra coisa, fica no grupo de WhatsApp também, porque é lá que você vai receber todos os avisos, todos os links, materiais para seguir firme nessa jornada. Eu sei que no dia a dia dá vontade de sair do grupo. Quando a gente vê aquele monte de notificação do WhatsApp de tudo que é grupo, né, no nosso WhatsApp.
O meu não é diferente do teu. Eu sei como é, mas vai por mim. A gente, o grupo Libertas, eu, nós estamos aqui para te ajudar.
Não foi só a minha vida que eu mudei. Eu já ajudei milhares e milhares de pessoas a melhorarem de vida, a serem mais realizadas com o que fazem. E agora eu quero ajudar você a ter mais dinheiro, mais liberdade e mais propósito.
É isso, só isso e tudo isso que a gente vai fazer juntas e juntos no plano B. M.