mulheres que correm como os lobos clarissa pinkola estas editora rocco introdução cantando sobre os negócios afunda silvestre a mulher selvagem são espécies em risco de extinção observamos ao longo dos séculos a pilhagem a redução do espaço e o esmagamento da natureza íntima feminina durante longos períodos ela foi mal digerida à semelhança da fauna silvestre das florestas virgens alguns milênios sempre que lhe viramos as costas ela é relegado as regiões mais pobres da psique as terras espirituais da mulher selvagem durante o curso da história foram saqueadas e queimadas com seus refúgios destruídos e seus ciclos naturais
transformados à força em ritmos artificiais para agradar os outros não é por acaso que as regiões agrestes e ainda intocadas do nosso planeta nos aparecem à medida que a internet a compreensão da nossa própria natureza selvagem mais íntima não é tão difícil compreender por que as velhas florestas e as mulheres velhas não são considerados reservas de grande importância não há tanto mistério isso não é coincidência que os lobos e coiotes os justos e as mulheres rebeldes tenham reputações semelhantes todos eles compartilham arquétipos instintivos que se relacionam entre si e por isso em a reputação equivocada
de serem cruéis e na tamente perigosos além de vorazes minha vida e meu trabalho como analista em guiana e cantora e contadora de histórias ensinaram que a vitalidade saída das mulheres pode ser restaurada por meio de extensa as escavações psíquico arqueológicas nas colinas do mundo subterrâneo feminino com esses métodos podemos recuperar os processos da psique instintivo natural através da sua incorporação ao arquétipo da mulher selvagem conseguimos discernir os recursos da natureza mais profunda da mulher a mulher moderna é um borrão de atividade ela sofre pressões no sentido de ser tudo para todos a velha sabedoria
há muito não se manifesta o título deste livro mulheres que correm com os lobos mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem foi inspirado em meu estudo sobre a biologia de animais selvagens em especial os lobos os estudos dos lobos canis lupus e cannes rufus são como a história das mulheres no que diz respeito à sua vivacidade ea sua labuta os lobos saudáveis e as mulheres saudáveis têm certas características psíquicas em comum percepção aguçada espírito brincalhão e uma elevada capacidade para a devoção os lobos e as mulheres são gregários por natureza curiosos dotados de grande
resistência força são profundamente intuitivos e têm grande preocupação para com seus filhotes seu parceiro e sua matilha tem experiência em se adaptar às circunstâncias em constante mutação tem uma determinação feroz e extrema coragem no entanto as duas espécies foram perseguidas reforçadas sendo-lhes falsamente atribuído o fato de serem trapaceiros e vorazes excessivamente agressivos e terem menor valor do que seus detratores foram alvo daqueles que prefeririam arrasar as matas virgens bem como os arredores selvagens da psique erradicando que fosse instintivo sem deixar que dele restasse nenhum sinal atividade predatória contra os lobos e contra as mulheres por
parte daqueles que não se compreendem é de uma semelhança surpreendente pois foi aí que o conceito do arquétipo da mulher selvagem primeiro se concretizou para mim no estudo dos lobos estudei também outras criaturas como por exemplo os russos os elefantes e os pássaros da alma as borboletas as características de cada espécie fornecem indicações abundantes do que pode ser conhecido sobre a psique instintiva da mulher a mulher selvagem passou pelo meu espírito duas vezes a primeira no fato de haver nascido de uma linhagem hispano mexicana tipicamente passional ea segunda por ter sido adotada por uma família
de húngaros impetuosos cresci próximo à fronteira dos estados de michigan e indiana cercada de bosques pomares e campos e perto dos grandes lagos ali os trovões relâmpagos 01 meu principal alimento dos milharais instalavam e falavam alto à noite no norte os lobos vinham até as clareiras ao luar para pular e olivar todos podíamos beber dos mesmos regatos sem medo embora eu não a chamar-se por esse nome na época em o amor pela mulher selvagem começou quando eu era pequena eu era um esteta não atleta em um único desejo é o de perambular em estradas e
as mesas e cadeiras eu preferia o chão as árvores e as cavernas porque nesses lugares eu sentia como se pudesse me encostar no rosto de deus o rio sempre queria ser visitado depois de escurecer se os campos precisavam de alguém que níveis caminhasse para que pudessem farfalhar conversando as fogueiras precisavam ser feitas na floresta noite e as histórias precisavam ser contadas onde os adultos não pudessem ouvir tive a sorte de crescer na natureza lá os raios me falaram da morte repentina e da evanil essência da vida as ninhadas de camundongos revelavam que a morte era
amenizado pela nova vida ao desenterrar contas de índios trilobit de terra preta eu compreendi que os seres humanos estão por aqui há muito muito tempo tive aula sobre a sagrada arte da alta decoração com borboletas pousadas no alto da minha cabeça vagalume servindo de jóias durante as noites e hans verde esmeralda como pulseiras uma loba um de seus filhotes que estava mortalmente ferido para mim foi como uma dura lição sobre a compaixão ea necessidade de permitir que a morte venha aos que estão morrendo as lagartas cabeludas que caíam dos seus galhos e voltavam a subir
arrastando-se ensinar uma determinação as cócegas do seu caminhar no meu braço e me revelaram como a pele pode ter vida própria subir ao alto das árvores e mostrou como seria o sexo um dia minha própria geração posterior à segunda guerra mundial cresceu numa época em que as mulheres eram infantilizados e tratadas como propriedade elas eram mantidas como jardins em cultivo mas felizmente sempre chegava alguma semente trazida pelo vento embora o que escrevessem fosse desautorizado elas insistiam assim mesmo embora o que pintasse não receber esse reconhecimento notarial do mesmo jeito as mulheres tinham de procurar pelos
instrumentos e pelo espaço necessário às suas artes e se nenhum se apresentasse mas abre um espaço em árvores cavernas bosques e armários a dança mal conseguia ser tolerado se é que eu era e por isso elas dançavam na floresta um mínimo de a vilas no porão ou no caminho para esvaziar a lata de lixo a mulher que se enfeitava despertava suspeitas frágil próprio corpo alegre aumentava o risco de ela ser agredido de sofrer violência sexual não se pode dizer que lhe pertence umas roupas que cobriam seus próprios ombros era uma época em que os pais
que maltratavam seus filhos eram simplesmente chamado de severos em que as lacerações espirituais de mulheres profundamente exploradas eram denominadas colapsos nervosos em que as meninas e as mulheres que vivem apertadas em cintas amordaçadas e contidas eram consideradas certas enquanto aquelas que conseguiram fugir da coleira uma ou duas vezes na vida eram classificadas de erradas por isso igual a muitas mulheres antes e depois de mim passei minha vida como uma criatura disfarçada à semelhança da parentela que me precedeu andar cambaleante em saltos altos e fui à igreja usando vestido e chapéu no entanto minha causa fabuloso
muitas vezes aparecia por baixo da bahia do vestido minhas orelhas se contorciam até meu chapéu sair do lugar no mínimo cobrindo meus olhos nas vezes indo parar do outro lado da nave não me esqueci da canção daqueles anos sombrios ramo da alma a canção dá uma faminta mas também não me esquecido alegre cantando hondo o canto profundo cuja letra volta a nossa mente quando nos dedicamos a regeneração do espírito como uma trilha que atravessa a floresta e vai cada vez diminuindo mais até quando parece reduzir a nada a teoria psicológica tradicional esgota-se rápido demais para
a mulher criativa talentosa profunda a psicologia tradicional é muitas vezes lacônica totalmente omissa quanto a questões mais profundas importantes para as mulheres o aspecto arquetípico o intuitivo o sexual e os cíclico a cidade das mulheres o jeito de ser mulher a sabedoria da mulher seu fogo criador foi isso que direcionam meu trabalho sobre o arquétipo da mulher selvagem durante quase duas décadas as questões da uma feminina não podem ser tratadas tentando se desculpe lá de uma forma mais adequada a uma cultura inconsciente é possível dobrar até que tenha um formato intelectual mais aceitável para aqueles
que alegam ser os únicos detentores do consciente não foi isso que já provocou transformação de milhões de mulheres que começaram como forças poderosas e naturais em paris na sua própria cultura na verdade a meta deve ser a recuperação eo resgate da bela forma psíquica natural da mulher nos contos de fada os mitos histórias proporciona uma compreensão que aguça nosso olhar para que possamos escolher o caminho deixado pela natureza selvagem as instruções encontradas nas histórias nos confirmam que o caminho não terminou mas que ele ainda conduz as mulheres mais longe ainda mais longe na direção do
seu próprio conhecimento as trilhas que todos estamos seguindo são aquelas doha qat por da mulher selvagem o self institivo enato chama de mulher selvagem porque essas exatas palavras da mulher e selvagem que iam lá mar o tocar lá poeta a batida dos contos de fadas aposta da psique profunda da mulher lamar ottokar elaborou esta significa literalmente tocar um instrumento do nome para abrir uma porta significa usar palavras para obter a abertura de uma passagem não importa a cultura pela copa mulher seja influenciada ela compreende as palavras mulher selvagem intuitivamente quando as mulheres ouvem essas palavras
uma lembrança muito antiga acionada voltando a ter vida trata-se da lembrança do nosso parentesco absoluto inegável e irrevogável como feminino selvagem um relacionamento que pode ter se tornado espectral pela negligência que pode ter sido soterrado pelo excesso de mistificação proscrito pela cultura que nos cerca ou simplesmente não ser mais compreendido podemos ter nos esquecido do seu nome podemos não atender quando ela chama o nosso mas da nossa medula nós a conhecemos e sentimos sua falta sabemos que ela nos pertence bem como nós a ela foi dentro desse relacionamento essencial fundamental e básico que nascemos na
nossa essência é dele que devamos o arquétipo da mulher selvagem envolve o ser alfa matrilinear a ocasiões em que vivenciamos sua presença mesmo que transitoriamente e ficamos loucos de vontade de continuar para algumas mulheres essa revitalizante prova da natureza ocorre durante a gravidez durante a amamentação durante o milagre das mudanças que surgem à medida que se educa um filho durante os cuidados que dispensamos um relacionamento amoroso os mesmos que dispensaríamos um jardim muito querido por meio da visão também temos uma percepção dela através de cenas de rara beleza costumo sentir sua presença quando vejo o
que no interior chamamos de pôr do sol divino senti que ela se mexeu dentro de mim quando viu os pescadores saindo do lago escurecer com as modernas acesas e também quando viu os dedinhos dos pés do meu filho recém-nascido todos enfileirados com grãos de milho doce na espiga nós vemos sempre que a vê los o que ocorre por toda parte ela também chega a nós através dos sons da música que faz vibrar o externo e que anima o coração ela chega como tambor o assobio o chamado em um gueto ela vem com a palavra escrita
e falada às vezes uma palavra uma frase um poema uma história soa tão bem sua tão perfeito que faz com que nos lembremos pelo menos por um instante da substância da qual somos feitos do lugar que é nosso verdadeiro lar estas efêmeras provas da natureza vem durante a mística da inspiração a gol está aqui aí ela já se foi o anseio por ela surge quando nos encontramos por acaso como alguém que manteve esse relacionamento selvagem ele brota quando percebemos que dedicamos pouquíssimo tempo a fogueira mística ou desejo de sonhar um tempo ínfimo a nossa própria
vida criativa ao trabalho da nossa vida aos nossos verdadeiros amores contudo são esses vislumbres fugazes originados tanto da beleza conta da perda que nos deixam tão isoladas são digitadas estão ansiosas que acabamos por seguir nossa natureza selvagem então que saltamos floresta dentro e mail deserto à neve corremos muito com nossos olhos warrin do solo nossos ouvidos em fina sintonia procurando em cima e embaixo em busca de uma pista um resquício um sinal de que ela está viva de que não perdemos nossa oportunidade e quando farejam seu rastro natural que corramos muito para alcançá lá que
nos livremos da mesa de trabalho dos relacionamentos que fazemos nossa mente veremos uma nova página se estamos numa ruptura desobedeçamos as regras paremos um mundo porque não vamos mais prosseguir sem ela uma vez que as mulheres já tenham perdido ea tenham recuperado elas voltaram com garra para mantê la mas como elas suas vidas criativas florescem seus relacionamentos adquirem significado profundidade saúde seus ciclos de sexualidade criatividade trabalho diversão são restabelecidas elas deixam de ser alvos para as atividades predatórias dos outros segundo as leis da natureza elas têm igual direito a crescer e vista e já agora
se o cansaço no final do dia tem como origem o trabalho e esforços satisfatórios não fato de viver enclausurado no relacionamento no emprego no estado de espírito pequeno demais sabino instintivamente quando as coisas devem morrer e quando devem viver elas sabem como ir embora e como ficar quando as mulheres reafirmam seu relacionamento com a natureza selvagem elas recebem o dobro de espúrio de uma observador interna permanente uma sábia uma visionária o oráculo uma inspiradora uma intuitiva uma criadora uma um evento dura e uma ouvinte guia sugere estimular uma vida vibrante nos mundos interior exterior quando
as mulheres estão com a mulher selvagem a realidade desse relacionamento transparece nelas não importa o que aconteça essa estrutura mãe e ventura selvagem dá sustentação às suas vidas interior exterior portanto o termo selvagem neste contexto não é usado em seu atual sentido pejorativo de algo fora do controle mas em seu sentido original de viver uma vida natural uma vida em que a criatura tem uma integridade nata limites saudáveis essas palavras mulheres selvagem fazem com que as mulheres se lembre de quem são e do que representam elas criam uma imagem para descrever a força que sustenta
todas as fêmeas elas encarna uma força sem a qual as mulheres não podem viver um arquétipo da mulher selvagem pode ser expresso em outros termos igualmente apropriados pode se chamar essa poderosa natureza psicológica de natureza instintivo mas a mulher selvagem a força que está por trás dela pode ser chamada de psique natural mas também o arquétipo da mulher selvagem se encontra por trás dela pode chamar de natureza básica e nata das mulheres pode ser chamada de natureza intrínseca inerente às mulheres na poesia ela poderia ser chamado de outras sete oceanos do universo bosques distantes ou
a amiga na psicanálise ea partir de perspectivas diversas ela seria chamada de ide de self de natureza medial na biologia ela seria chamada de natureza típica ou fundamental no entanto por ser tácita eficiente visceral entre as cantoras ela é conhecida como a natureza sabe eu conhecer dura ela é às vezes chamada de mulher que mora no final do tempo ou de mulher que mora no fim do mundo e essa criatura é sempre uma megera criadora uma deusa da morte uma virgem decaído qualquer uma de uma série de outras personificações ela é amiga e mãe de
todas as que se perderam de todas as que precisam aprender de todas as que têm um enigma para resolver de todas as que estão lá fora na floresta no deserto vagando e procurando a realidade no inconsciente psicose onde a amada da qual a mulher selvagem humana a mulher selvagem não tem nome por ser tão vasta contudo como ela cria todas as facetas importantes da feminilidade aqui na terra recebe muitos nomes não só para permitir que se examina infinidade de aspectos da sua natureza mas também para que as pessoas se agarra a ela como no início
da restauração do nosso relacionamento com ela a mulher selvagem pode se dissolverem fumaça a qualquer instante ao lhe darmos um nome estamos criando para ela um espaço de pensamento e sentimento dentro de nós assim ela virá e se for valorizada permanecerá portanto em espanhola poderia ser chamada de rio a barra o rio o rio por baixo do rio la morrer é grande a mulher grande luz de aves nos do abismo no méxico ela é à la loba a loba e lá roseira a mulher dos ossos em húngaro ela é chamada de aquela dos bosques e
caju no idioma navarro ela é a mulher aranha que teste o destino dos humanos e dos animais e das plantas das rochas na guatemala entre muitos outros nomes ela é a amraa terá súa mikami na força espiritual que gera toda luz toda a consciência no tb ela é chamada de da cni a força da dança que produza clara evidência dentro das mulheres a lista continua e ela continua a compreensão dessa natureza da mulher selvagem não é uma religião mas uma prática trata se de uma psicologia em seu sentido mais verdadeiro se a uma hoje o
logos um conhecimento da aula sem ela as mulheres não têm ouvidos para ouvir o discurso da sua alma ou para registrar a melhoria de seus próprios ritmos interiores sem ela a visão íntima das mulheres impedida pela sombra de uma mão grande parte dos seus dias é passada no tédio paralisante ou então em pensamentos ilusórios sem elas mulheres pedem a segurança do apoio da sua alma sem ela ela se esquecem do motivo pelo qual estão aqui agarram-se as coisas quando seria melhor a afastarem-se delas sem elas elas exigem demais de menos ou nada sem ela ela
se calam quando de fato estão ardendo a mulher selvagem é um instrumento regulador seu coração da mesma forma que o coração humano rego no corpo físico quando perdemos contato com a psique incentivar vivemos num estado de destruição parcial e as imagens e poderes que são naturais a mulher não tem condições de pleno desenvolvimento quando são cortados os vínculos de uma mulher com sua fonte de origem ela fica esterilizada e seus instintos e ciclos naturais são perdidos em virtude de uma subordinação cultura ao intelecto ou ego dela própria o de outros a mulher selvagem é a
saúde para todas as mulheres sem ela a psicologia feminina não faz sentido essa mulher não domesticada é um protótipo de mulher não importa a cultura à época a política ela é sempre a mesma seus ciclos mudam suas representações simbólicas mudam mas na sua essência ela não muda ela é o que é e é um ser inteiro ela abre canais através das mulheres se elas estiverem reprimida cela luta para erguer bolas se elas forem livres ela livre infelizmente por mais que seja humilhado ela sempre volta à posição natural por mais que seja proibida silenciada por dar
enfraquecida torturada controlada de perigosa louco e de outros depreciativos ela voltar à superfície nas mulheres de tal forma que mesmo a mulher mais tranquila mais contida guardo um canto secreto para mulher selvagem mesma mulher mais reprimida tem uma vida secreta com pensamentos e sentimentos ocultos que são exuberantes e selvagens ou seja naturais mesma mulher presa com a máxima segurança reserva um lugar para o seu self selvagem pois ela intuitivamente sabe que um dia haverá uma saída uma abertura uma oportunidade e ela poderá escapar creio que todos os homens e mulheres mas em com talentos no
entanto a verdade é que houve pouca descrição dos hábitos e das dívidas psicológicas de mulheres talentosas e criativas brilhantes muito foi escrito porém a respeito das fraquezas e defeitos dos seres humanos em geral e das mulheres em particular no caso do arquétipo da mulher selvagem para vislumbrar a la capitale e utilizar o que ela oferece precisamos nos interessar mais pelos pensamentos sentimentos e esforços que fortalece as mulheres e computar corretamente os fatores íntimos e culturais que as debilitam em geral quando compreendemos a natureza selvagem como um ser autônomo que anima e dá forma à vida
mais profunda de uma mulher podemos começar a nos desenvolver de um modo jamais considerado possível uma psicologia que ignore esse ser espiritual e nato central a psicologia feminina atrai as mulheres suas filhas netas e todas as suas descendentes futuras portanto para que se aplique um bom medicamento as partes feridas da psique selvagem para que se corrija o relacionamento com a mulher selvagem será necessário classificar corretamente os distúrbios da psique embora na minha profissão clínica disponhamos de um bom anual estatístico e diagnóstico e de um considerável volume de diagnósticos diferenciais bem como de parâmetros psicanalíticos que
definem a psicopatia através da organização ou a falta da mesma na psique objetiva e no eixo é o self existem ainda outros comportamentos e sentimentos típicos que a partir do sistema de coordenadas da mulher descrevem com impacto qual é o problema quais os sintomas associados ao sentimento de um relacionamento interrompido com a força selvagem da psique sentir pensar ou agir segundo qualquer um dos seguintes exemplos representa ter um relacionamento parcialmente prejudicado ou inteiramente perdido com a psique instintiva profunda usando se exclusivamente à linguagem das mulheres trata-se de sensações de extraordinária a aridez fadiga fragilidade depressão
confusão de estar amordaçada calada a força desestimulado sentir-se assustada deficiente ou fraca sem inspiração sem ânimo sem expressão sem significado envergonhada com uma fúria crônica instável amarrada sem criatividade reprimida transtornada sentir se impotente insegura hesitante bloqueada incapaz de realizações entregando a própria criatividade para os outros escolhendo parceiros empregos ou amizades que lhes go tão a energia sofrendo por viver em desacordo com os próprios ciclos super protetora de si mesmo inerte um constante vacilante incapaz de regular a própria marcha ou de fixar limites não conseguirem insistir no seu próprio andamento preocupar se em demasia com a
opinião alheia deixar-se envolver exageradamente domesticidade no intelectualista no trabalho ou na inércia porque é esse o lugar mais seguro para quem perdeu os próprios instintos e ceará aventurar-se o revelar se temer procurar um mentor mãe pai temer exibir a própria obra antes que esteja perfeita temer iniciar uma viagem e se a gostar de alguém com os outros ter medo de não conseguir parar de se esgotar se exaurir curvar se diante da autoridade perder a energia diante de projetos criativos encolher se humilhar citrângulo rússia entorpecimento e ansiedade ter medo de revidar quando não resta outra coisa
a fazer medo de experimentar o novo medo de enfrentar de exprimir sua opinião de criticar qualquer coisa de sentir náuseas aflição acidez de sentir-se partido ao meio estrangulada conciliador e gentil com extrema facilidade de ter sentimento de vingança ter medo de parar ter medo de agir contar até três repetidamente sem conseguir começar a ter complexo de superioridade a ambivalência e no entanto não fosse por isso ser plenamente capaz um perfeito funcionamento essas rupturas são uma doença não de uma era nem de um século mas transformam sim em epidemia a qualquer hora em qualquer lugar onde
as mulheres se vejam aprisionados sempre que a natureza selvática tiver caído na armadilha mulher saudável assemelha se muito ao lobo robusta lena com grande força vital que dá vida que tem consciência do seu território engenhosa leal que gosta de perambular entretanto a separação da natureza selvagem faz com que a personalidade da mulher se torne mesquinha faca fantasmagórica espectral não fomos feitos para ser franzino de cabelos frágeis incapazes de saltar de perseguir de parir de criar uma vida quando as vidas das mulheres estão ministros e pede já está na hora da mulher selvática aflorar chegou a
hora de a função criadora da psique fertilizar a aridez de que maneira a mulher selvagem afeta as mulheres tendo a mulher selvagem como aliada como líder modelo mestra passamos a ver não com dois olhos mas com a intuição que dispõe de muitos olhos quando afirmamos a intuição somos portanto com uma noite estrelada ficamos o mundo com milhares de olhos a mulher selvagem carrega consigo os elementos para a cura trás tudo o que a mulher precisa ser e saber ela dispõe o remédio para todos os mares ela carrega histórias e sonhos palavras e canções signos e
símbolos ela é tanto o veículo quanto o destino aproximar-se da natureza instintiva não significa desestruturar se mudar tudo da esquerda para a direita do preto para o branco passar do oeste para o leste agir como louco ou descontrolada não significa perder a socializações básicas ou tornar se menos humana significa exatamente o oposto a natureza selvagem possui uma vasta integridade ela implica delimitar territórios encontrar nossa matilha ocupar nosso com o corpo com segurança e orgulho independentemente de dons e das limitações desse corpo falar e agir em defesa própria está consciente alerta recorrer aos poderes da intuição
e do pressentimento e nada as mulheres adequar-se aos próprios ciclos descobrir aquilo a que pertencemos despertar com dignidade e manter o máximo de consciência possível o arquétipo da mulher selvagem bem como tudo o que está por trás dele é um bem feitor de todas as pinturas escrituras esculturas de dançarinas pensador as rezadeiras de todas as que procuram e as que encontram pois elas todas se dedicam a inventar e essa é a principal ocupação da mulher selvagem como toda a arte é visceral não cerebral ela sabe rastrear e correr como vocalista repelir ela sabe sentir disfarçar
e amar profundamente intuitiva típica e normativa ela é totalmente essencial à saúde mental espiritual da mulher e então o que a mulher selvagem do ponto de vista da psicologia que típica bem como pela tradição das contadoras de histórias ela é a alma feminina no entanto ela é mais do que isso ela é a origem do feminino ela é tudo o que foi instintivo tanto do mundo visível contudo o culto ela é a base cada uma de nós recebe uma célula refulgente em todos os instintos e conhecimentos necessários para nossa vida ela é a força da
vida morte e vida é a incubadora é a intuição a vidência é a que escuta com atenção e tem um coração leal ela estilos humanos a continuarem a ser multi línguas influentes no linguajar dos sonhos da paixão na poesia ela sorri sonhos noturnos ela deixa em seu rastro no terreno da alma da mulher 1 pelo cruzeiro e pegadas na sendas esses sinais enchem as mulheres de vontade de encontrá la libertá-la ea mala ela idéias sentimentos impulsos e recordações ficou perdida esquecida por muito muito tempo é a fonte a luz à noite a treva eo amanhecer
ela é o cheiro da lama boa ea perna traseira da raposa os pássaros que nos contam segredos pertencem a ela a voz que diz por aqui por aqui ela é que enfurece diante da injustiça ela é aqui gira como uma roda enorme é a criadora dos ciclos é à procura dela que saiu de casa à procura dela que voltamos pra casa ela é a raiz extremado de todas as mulheres ela e tudo o que nos mantém vivas quando achamos que chegamos ao fim ela é a geradora de acordo c e 10 pequenas e incipientes ela
é a mente que nos consegue nós somos os seus pensamentos onde ela está presente onde se pode sentir lá onde se pode encontrá la ela caminha pelos desertos bosques oceanos cidades nos subúrbios e nos castelos ela vive entre rainha dentre camponesas na sala de reuniões na fábrica no presídio na montanha da solidão ela vive no gueto na universidade nas ruas ela deixa pegadas para que possamos medir nosso tamanho ela deixa pegadas onde quer que haja uma única mulher que seja solo fértil onde vive a mulher selvagem no fundo do poço nas nascentes no éter do
início dos tempos ela está na lágrima e no oceano está no campo das árvores que os une à medida que cresce ela vem do futuro do início dos tempos vive no passado e evocada por nós vive no presente e tem um lugar à nossa mesa fica atrás de nós numa fila e segue à nossa frente quando dirigimos na estrada ela vive no futuro e volta no tempo para nos encontrar agora ela vive no verde que surge através da neve nos caules falhanço do milho seco do outono a livros mortos nem ser beijadas e para onde
os vivos dirigem suas preces ela vive num lugar onde é criado a linguagem ela vive na poesia da percussão e do canto livre de ser mínimas e apoiar duras uma cantata não assistindo e no blues é um momento imediatamente anterior àquele em que somos tomados pela inspiração ela vive num local distante que abre caminho até o nosso mundo as pessoas podem pedir evidências uma comprovação da existência da mulher selvagem no fundo estão pedindo provas da existência do psi tu já que somos a psique somos também a prova cada uma e todas nós comprovamos não só
a existência da mulher selvagem mas também a sua condição em termos coletivos somos a prova do inefável nem feminino nossa existência é paralela à dela nossas experiências internas e externas com ela são essas provas novos milhares de milhões de encontro sintra psíquicos com ela em nossos sonhos noturnos e pensamentos de urna em nossos anseios e aspirações são a confirmação de que ela existe o fato de nos sentirmos de isolados na sua ausência de anunciarmos por sua presença quando dela estamos separados essas manifestações dela ter passado por aqui fiz meu doutorado em psicologia edno clínica que
é o estudo da psicologia clínica aliada à etnologia dando esta última em fazer o estudo da psicologia de grupos em especial de tribos no pós doutorado em psicologia analítica o que me qualifica para trabalhar como analista e hugo viana minha experiência pessoal como cantador a poeta e artista molda da mesma forma meu trabalho com os analisando os às vezes pede me que diga o que faço no consultório para ajudar as mulheres a voltar para suas naturezas selvagens do uma ênfase substancial a psicologia clínica e de desenvolvimento e uso o ingrediente mais fácil e mais acessível
para cura as histórias acompanhamos o material fornecido pelos sonhos da paciente material que contém muitas tramas enredos as sensações físicas e as recordações do corpo analisando são também histórias que podem ser interpretadas e trazidas para o nível consciente além disso ensina uma forma de poderoso transe interativo e se aproxima da imaginação ativa de jung isso também produz histórias que não se dão ainda mais a viagem psíquica da paciente entramos em contato com a natureza selvagem através de perguntas específicas através do exame de conto de fadas histórias do folclore lendas e mitos a maioria das vezes
conseguimos com o tempo descobrir um mito com o conto de fadas condutor que contém todas as instruções de que uma mulher necessita para seu atual desenvolvimento psíquico essas histórias compreendem o drama da alma de uma mulher é como uma peça de teatro com instruções sobre o palco os personagens e os acessórios ofício de fazer é uma parte importante do trabalho esforço me para capacitar meus pacientes ensinando-lhes ofícios antiquíssimos das mãos entre eles a confecção de amuletos e talismãs sendo que eles podem ser qualquer coisa desde simples varinhas com fitas até peças sofisticadas de escultura a
arte é importante porque ela celebra as estações da alma ou algum acontecimento trágico o especial na trajetória da alma a arte não é só para o indivíduo não é só um marco da compreensão do próprio indivíduo ela é também um mapa para aqueles que virão depois de nós como seria de se imaginar o trabalho com cada pessoa é extremamente individualizado mas é verdade que não existem pessoas iguais a esses fatores no entanto permanecem constantes no meu trabalho com pessoas e eles são os fundamentos para todo o trabalho dos seres humanos o meu assim como seu
ofício de perguntar hoje ofício de contar histórias o ofício de ocupar as mãos todos esses representam a criação de algo e esse algo é algo sempre que alimentamos a alma ela garante a expansão portanto seguem se histórias que lucílio o relacionamento com a mulher selvagem as histórias e mitos transcritos nesta obra são transcrições literais das minhas conferências e apresentações os contos são apresentados em detalhes fiéis em sua integridade é típica estão também incluídas algumas das perguntas que pessoas mulheres que responderam após refletirem sobre elas para propiciar uma convergência consciente como precioso self selvagem além disso
descreveu em detalhes algumas das atividades brincadeiras experimentais e artísticas que ajudam as mulheres a reter na memória consciente o homem do seu trabalho estes dois últimos foram extraídos 2 mil se nós a respeito da mulher instintiva e todos eles ou qualquer um são úteis para a emergência da nossa natureza selvagem como espero que vocês concluam trata se de métodos palpáveis para amenizar velhas cadeiras dariva antigas feridas e cooperar técnicas e esquecidas de um modo prático as histórias são bálsamos medicinais achei as histórias interessantes desde que ouvi minha primeira elas têm uma força não exigem que
se faça nada que seja nada que se aja de nenhum modo basta que prestemos atenção a cura para a qualquer dano ou para resgatar algum impulso psíquico perdido está nas histórias ela suscita o interesse tristeza perguntas anseios e compreensões que fazem aflorar o arquétipo nesse caso da mulher selvagem as histórias estão encrustrado as instruções que nos orientam a respeito das complexidades da vida às histórias nos permitem entender a necessidade de reunir um arquétipo submerso e os meios para realizar essa tarefa dentre centenas de histórias que examine durante décadas as que estão nas páginas que se
seguem são as que exprimem com maior clareza a fartura do arquétipo da mulher selvagem às vezes várias camadas culturais super postas organizam os esqueletos as histórias por exemplo no caso dos irmãos grimm entre outros colecionadores de contos de fadas dos últimos séculos existe forte suspeita de que os informantes os contadores de histórias daquela época às vezes purificá vão as histórias em consideração aos irmãos religiosos também suspeitamos de que os famosos irmãos tenham continuado a tradição de cobrir antigos símbolos pagãos com outros cristãos de tal modo que uma velha curandeira num conto passava a ser uma
bruxa perversa o espírito transformava-se não manjo o véu ocorreu foi iniciativa tornava-se um lenço uma criança chamada bela nome costumeiro para a criança nascida durante os festejos do solstício era rebatizada de dolorosa os elementos sexuais eram metidos animais e criaturas prestimosos eram transformados em demônios espíritos do mal foi assim que se perderam muitos dos contos femininos que continham instruções sobre o sexo o amor o dinheiro o casamento o parto a morte ea transformação foi assim que foram arrasadas encobertos os mitos e contos de fadas que explicavam mistérios antiquíssimos das mulheres na maioria das coletâneas de
contos de fadas e mitos hoje existentes foi expurgado tudo que fosse escatológico sexual perverso pré cristão feminino iniciático ou que se relacionasse as deusas que apresentasse a cura para vários males psicológicos e que dessa orientação para alcançar estas espirituais no entanto eles não estão perdidos para sempre em cada fragmento de história está a estrutura do todo andei bisbilhotando no que chamo de então brincalhão de paleontologia e retórica dos contos de fadas comparo muitas versões do mesmo ponto e compila a maior quantidade possível de versões novas e antigas com para então as formas num trabalho de
reconstrução a partir de antigos modelos arquetípicos recolhidos em anos de estudo da psicologia dos arquétipos que preserve foi estuda todos os enredos e temas dos contos de fadas das lendas e dos mitos com o objetivo de compreender as vidas instintivos dos seres humanos recebo ajuda de modelos presentes nos mundos imaginários no inconsciente coletivo de todos os seres humanos aos quais podemos recorrer através de sonhos e de estados especiais de consciência muitas vezes o último acabamento pode ser obtido por meio da comparação das versões das histórias com dados arqueológicos das próprias culturas femininas ancestrais como por
exemplo imagens máscaras e cerâmicas rituais em suma usando o estilo dos contos de fadas passo muito tempo remexendo as cinzas com meu nariz vem estudando padrões arquetípicos há mais de 20 anos e os mitos contos de fadas e folclore há muito mais tempo acumulei vastos conhecimentos sobre os esqueletos das histórias é fácil detectar quando está faltando escrito na história no transcorrer dos séculos várias conquistas de nações por outras nações e conversas religiosas tanto pacíficas quanto impostas pela força encobriram alteraram a essência original das antigas histórias existem porém boas novas apesar de todo o desmantelamento estrutural
das versões existentes dos contos um padrão definido e luminoso ainda transparece a partir dele podemos realizar uma reconstrução a partir da forma dos fragmentos e pedaços podemos determinar com acerto que foi perdido na história e esses pedaços que faltam pode ser reformulados como precisão revelando muitas vezes espantosas estruturas subjacentes e começam a sanar a tristeza das mulheres originada pela destruição de tantos os antigos mistérios não é bem assim eles não foram destruídos tudo que poderíamos precisar tudo que poderíamos um dia chegar a precisar ainda está saindo aos sussurros dos espíritos das histórias coletar histórias é
uma atividade para encontrar lógica contínua quanto maior o número de ossos do esqueleto de histórias que tivermos maior a probabilidade de descoberta da história inteira quanto mais inteiras forem as histórias maior será o número de mudança e desenvolvimentos da psique a nova apresentados e melhor será a nossa oportunidade de captar e evocar o trabalho da alma quando trabalhamos a alma ela a mulher selvagem vai se expandindo quando criança tive a sorte de viver cercada de pessoas de muitos dos velhos países da europa e do méxico muitos dos membros da minha família vizinhos e amigos eram
norte-americanos de primeira geração o haviam chegado recentemente da hungria alemanha romênia bulgária e os lave a polônia tchecoslováquia servo croácia rússia lituânia e boêmia assim como o de jalisco e michoacán clareci e de muitas das aldeias fronteiriças entre o méxico eo texas e orizona eles chegavam para trabalhar nos campos na colheita nas usinas siderúrgicas e nas escavações de ruínas nas cervejarias e em serviços domésticos a maioria não tinham instrução em termos acadêmicos mas era de extrema sabedoria sendo portadora de uma tradição valiosa e quase exclusivamente oral muitas das pessoas da família da vizinhança ao meu
redor haviam sobrevivido a campos de trabalhos forçados a campos de refugiados a campos de deportação de concentração onde os contadores de histórias entre eles haviam vivido uma versão pesadelo das histórias de sherazade as terras das famílias de muitos deles haviam sido confiscados muitos haviam vivido em prisões para imigrantes muitos haviam sido repatriados contra sua vontade com esses rústicos contadores de histórias aprende pela primeira vez os contos aqui as pessoas recorrem quando a vida pode se tornar morte ea morte pode se tornar a vida a qualquer instante com eles também aprendi que os contos de fadas
dos cruz avião de algum modo sido modelados para que grande parte do seu vigor se perdesse mais tarde na década de 1960 quando migrei para o oeste na direção das montanhas rochosas 20 desconhecidos carinhosos judeus irlandeses gregos e italianos afro americanos e aos 7 anos que se tornaram amigos e espíritos irmãos teve a bênção de conhecer algumas das rádios de antigas comunidades de latino no sudoeste dos estados unidos como por exemplo trânsito cujas novo méxico tive a felicidade de passar algum tempo americanos nativos desde o povo noite no norte passando pelos co e blues e
pelos povos das grandes planícies do oeste até os na alta e fechou a série em miami capiche kehl mosquito kuna nazca quíchua e de wahoo na américa central e do sul porque histórias em mesas de cozinha debaixo de barreiras em galinheiros e currais de ordenha enquanto preparava tortilhas seguir o rastro de animais selvagens e bordava milionésimo ponto de cruz tiver sorte de compartilhar do último prato de tilly de cantar gospel junto com as mulheres para ressuscitar os mortos de dormir com as estrelas em casas sem telhado sentei-me perto do fogo para aquecer para jantar ou
para as duas possibilidades em um livro e tony pulis tal e o country los barrios em outras comunidades étnicas por todo o meio oeste e extremo-oeste urbano ultimamente trocar histórias sobre spahn maus espíritos com contadores de histórias nas bahamas a maior sorte foi a de que onde quer que eu fosse as crianças a senhoras os homens em pleno vigor os velhos e as velhas atitudes da alma saiam dos bosques das florestas dos prados e das dunas para me relaxar com seus sons coquinhos e eu também a eles há muitos modos de abordados histórias o estudioso
profissional do folclore o analista indiano e um gambiano ou de outra corrente e tecnólogo antropólogos teólogo o arqueólogo cada um tem um método diferente tanto na compilação das histórias quando da aplicação a ela atribuída sob o aspecto intelectual o método de desenvolvimento do meu trabalho com as histórias se uma formação em psicologia analítica étnica durante mais de cinco anos durante minha formação psicanalítica estudei amplificação dos lei como tive a simbologia dos arquétipos a mitologia universal à ecologia antiga e popular tecnologias religiões do planeta ea interpretação dos contos de fadas em termos viscerais porém a bordo'
as histórias como cantador a contadora de histórias guardiã das velhas histórias venho de uma longa linhagem de computadoras mesmo mundo velha sungas que contam suas histórias sentadas em cadeiras de madeira com suas carteiras de plástico no colo em as pernas abertas as saias tocando o chão as quantias gastas velhas latinas que ficam paradas em pé com seus seios fartos ancas largas gritando histórias no estilo antes era os dois clubes contam histórias na voz natural das mulheres que vivenciaram famílias e filhos como e ósseos para elas uma história é um medicamento que foi notificada e recupera
o indivíduo ea comunidade as modernas contadora de histórias descendem de uma comunidade imensa antiquíssima composta de santos trovadores os interiores cantador as chances ministrei esse vagabundo megera de loucos uma vez sonhei que estava contando histórias e senti alguém dando tapinhas no meu pé pra mim incentivar olhar para baixo e ver que estava em pé nos ombros de uma velha que segurava meus tornozelos e sorria para mim não desvio vem subindo meus ombros já que a senhora mais velha eu sou nova nada disso insistiu ela é assim que deve ser percebi que ela também estava de
penas ombros de outra mulher ainda mais velha do que ela que estava nos ombros de uma mulher usando mantos que estava nos ombros de outra criatura que estava nos ombros acreditei no que disse a velha do sonho respeito de como as coisas devem ser a energia para contar histórias vêm daquelas que já se foram contar o ouvir histórias de livros energia de uma altíssima coluna de seres humanos interligados através do tempo e do espaço sofisticadamente trajados com farrapos mantos o quando desde sua época e repletos a ponto de transbordar em de vida ainda sendo vivida
se existe uma única fonte das histórias e um espírito das histórias ela está nessa longa corrente de seres humanos as histórias são muito mais antigas do que a arte ea psicologia e serão sempre os mais velhos nessa comparação não importa quanto tempo passe um dos estilos mais antigo de relato que muito me intriga o estado de transe apaixonado no qual a montadora pede sente a platéia seja ela composta de um indivíduo de muitos e entra no universo entre os universos no qual uma história é atraída para a contadora em transe e transmitir através dela é
a contadora de histórias propiciando o fazer se da alma a contadora em transe convoca é o doente o vento que sopra o espírito sobre o rosto dos ouvintes um contador em transe a ser maleável em termos psíquicos através da prática meditativa da história ou seja o exercício individual no sentido de abrir certa os portões psíquicos e frestas do ego a fim de permitir que a avó se pronuncie a voz que é mais antiga do que as pedras quando isso acontece a história pode seguir qualquer trilha pode virar de cabeça para baixo pode virar uma sopa
e ser servida para que algum pobre se banqueteiam pode ser carregada de ouro à vontade e ou pode perseguir o 20 levando a um outro mundo a contadora nunca sabe como tudo vai acabar nisso reside pelo menos a metade da magia avaliado da história este é um livro de relatos sobre os costumes do arquétipo da mulher selvagem tentarei esquematizada de limitar sua vida psíquica dentro de escaninhos seria contrário ao seu espírito conhecê-la é um processo permanente um processo que dura a vida inteira e é por isso que esta obra é um trabalho permanente perpétua assim
seguem se algumas histórias a serem usadas como vitaminas para alma algumas observações alguns fragmentos de mapas pedacinho de resina de pinheiro para grudar penas em árvores como sinalização do caminho e algum modo rasteiro amassado dia do trajeto de volta a um mundo subterrâneo nosso lar psíquico as histórias conferem movimento a nossa vida interior isso tem importância especial nos casos em que a vida interior está assustado preso encurralado as histórias lubrificam as engrenagens fazem correr a adrenalina mostram luz a saída e apesar das dificuldades abrem para nós portas amplas em paredes anteriormente fechadas aberturas que nos
levam a terra dos sonhos que conduzem a um amor que é um aprendizado que nos devolvem a nossa verdadeira vida de mulher selvagem seca sagazes histórias como barba azul nos dão idéia exata do que fazer a respeito do ferimento que não pára de sangrar histórias como a mulher esqueleto revelam poder místico do relacionamento e como o sentimento entorpecido pode voltar à vida ea ser um amor profundo os dons da velha mãe morte podem ser encontrados na personagem de babá yaga a velha megera selvagem a bonequinha que mostra o caminho quando tudo parece perdido faz voltará
à tona uma das artistas femininas instintivas perdida sem vazar lisa sabida histórias como la loba a mulher dos ossos no deserto falam da função transformadora da psique a donzela sim mãos recupera os estágios perdidos dos antigos ritos de iniciação das mulheres são vagens de tempos antigos fornecendo assim orientações duradouras e atemporais para todos os anos de vida da mulher é nosso encontro com a mulher selvagem que nos leva a não limitar nossa conversa aos seres humanos nossos momentos mais esplêndida nos salões de dança nossos ouvidos apenas a música produzida por instrumentos feitos pelo homem nossos
olhos a beleza em si nada nossos corpos as sensações aprovadas nossas mentes aquilo a respeito de que todos já estão de acordo essas histórias apresenta um insight penetrante a chama da vida apaixonada o fôlego para dizer o que sabemos a coragem de suportar o que vemos em afastar os olhos o perfume da alma selvagem este é um livro de histórias de mulheres apresentadas como marcas ao longo do caminho elas são para você ler refletir e prosseguir na direcção da sua própria liberdade natural e conquistado o seu carinho para consigo mesmo para com os animais terra
as crianças as irmãs os amantes e os homens já vale avisar as portas para o mundo da mulher selvagem são poucas porém valiosas se você tem uma cicatriz profunda é uma porta se você tem uma história muito antiga ele é uma porta se você gosta do céu e da água tanto que mal consegue aguentar estão à porta se você anseia por uma vida mais profunda mais plena por uma vida sã isso é uma porta o material contido neste livro foi selecionado para lhe dar coragem o material é oferecido como um fortificante para aquelas que estão
no meio do caminho incluindo se as que lutam em difíceis paisagens interiores bem como as que lutam no mundo e por ele precisamos nos esforçar para permitir que nós há uma crença naturalmente até atingir sua profundidade natural a natureza selvagem não exige que a mulher tenha uma cor determinada uma instrução determinada o estilo de vida um classe econômica determinados na realidade ela não consegue viceja na atmosfera imposta do politicamente correto ou quando é forçado a se amoldar a velhos paradigmas obsoletos ela vê seja em visões novas e integridade individual é leve seja com sua própria
natureza portanto se você for introvertida o extrovertida uma mulher que ama mulheres uma mulher que ama homens e uma mulher que ama a deus ou todas as opções anteriores se você possui um coração singelo os ambições de uma zona se você está querendo chegar ao corpo ou apenas levar uma vida um dia após o outro se você animado o triste majestosa vulgar a mulher selvagem lhe pertence ela pertence a todas as mulheres para encontrar a mulher selvagem é necessário que as mulheres se voltem para suas vidas instintivas sua sabedoria mais profunda portanto vamos nos apressar
agora trazer nossas lembranças de volta ao espírito da mulher selvagem vamos cantar sua carne de volta aos nossos sócios despir quaisquer muitos falsos que tenhamos recebido assumir o mandato o verdadeiro poder do conhecimento e do instinto invadir os terrenos psíquicos que nos pertencer um dia diz fraudar as faixas preparar a cura voltemos agora mulheres selvagens alvar rir e cantar para aquela que nos ama tanto para nós a questão é simples sem nós a mulher selvagem morre sem a mulher selvagem nós morremos para a verdadeira vida ambas têm de existir